Estou há 3 anos casado e, desde o dia em que conheci aquela que na época eu não sabia que se tornaria minha sogra, o jeito forte dela me chamou a atenção. Ela parecia sempre irritada com alguma coisa. Aos poucos, fui me acostumando com o jeito dela e, conhecendo-a melhor, descobri que ela é uma pessoa simpática. A tal da sogra é um pouco parecida com minha esposa (guardadas as proporções de idade e corpo, minha sogra é um pouco mais cheinha). Embora não tenha mais um corpo como o da minha esposa, ela tem umas tetas deliciosas de bom tamanho e uma bunda nada desprezível. Minha esposa é uma gostosa, morena, bunda boa, não tão grande, mas firme, tetas excelentes, magra, uns 1,70 de altura, fode como uma deusa, é muito meiga e carinhosa, mente aberta, sem tabus. As tensões começaram na minha mente desde o dia inevitável em que, por questões financeiras por falta de emprego, minha esposa e eu, durante a gravidez, tivemos que ir morar um tempo na casa dos meus sogros. Foram uns 4 meses, tempo em que minha sogra e eu tivemos mais tempo para nos conhecer. A verdade é que eu sempre mantive distância por causa do jeito dela que mencionei antes, não queria ter problemas com ela ou levar um dos seus típicos esporros ou sermões. Naquela época, eu trabalhava à noite e minha esposa ia para a escola de manhã. Minha sogra e eu começamos a entrar numa rotina em que, alguns dias da semana, tomávamos café juntos de manhã, já que meu sogro ia trabalhar todos os dias das 7 da manhã à 1 da tarde, o que nos dava um bom tempo sozinhos em casa. Não acontecia nada fora do normal. Na maior parte do tempo em que estávamos juntos em casa, eu ficava no quintal fumando ou no quarto. Minha sogra, nos afazeres diários de dona de casa, ficar com os bichos de estimação e ver TV eram as atividades preferidas dela, já que quando todo mundo chega em casa ela não pode fazer mais nada disso, por isso acho que ela aproveitava as manhãs. Um Bom dia, por causa da gravidez, o sexo com minha esposa começou a rarear, cada vez menos até que eu tive que apelar pra punheta no banheiro ou no quarto em silêncio enquanto minha sogra circulava pela casa (é uma casa pequena de dois cômodos) de shortinho curto e regata, quando lavava roupa os peitos dela molhavam um pouco, o que parecia não incomodar ela. Quando finalmente criei coragem pra dar uma olhada na minha sogra, acabei ficando com o pau duro do nada. Um dia ela tava lavando roupa e na minha frente se abaixou pra pegar algo no chão e eu pude ver aquelas tetonas deliciosas molhadas, meu pau começou a subir, então tive que dar um jeito de disfarçar e me enfiei no quarto. Assim que fechei a porta, bati uma em silêncio, não aguentei mais. Tavam sendo dias difíceis pra mim nesse aspecto.
Outra vez, estando sozinhos em casa, fui tomar banho mas esqueci minha toalha pra me secar. Já tava molhado quando percebi e sabia que minha sogra era a única que podia me passar a toalha, então não teve jeito, tive que pedir o favor, o que ela fez na hora. Quando ela passou a toalha e bateu na porta pra eu abrir, criei coragem e abri um pouco mais a porta de um jeito que ela pudesse me ver todo pelado. Surpreendentemente, ela não fez nenhuma cara de incômodo, pelo contrário, fez uma expressão de surpresa e deu uma risadinha enquanto fechava a porta. Logo em seguida, eu já tava com o pau duríssimo, em 5 segundos, e bati uma no chuveiro, mas dessa vez não me esforcei muito pra fazer silêncio, já que como meu corpo todo tava molhado, o som deixava claro o que eu tava fazendo com meu pau, o que me excitou ainda mais saber que ela tava ouvindo aquilo. Terminei e saí com a toalha na cintura, ainda dava pra ver um volume enorme. Ela tava na sala, que é passagem obrigatória pra chegar nos quartos, e eu pude ver de "canto de olho" enquanto andava pro quarto que ela tava me olhando inteiro, mas não queria que eu percebesse. Assim, ficamos um tempo à margem da situação, nos respeitando mutuamente, mas os dois sabendo que estávamos de olho um no outro. De propósito, eu tratava minha esposa muito bem na frente da minha sogra: beijava ela, brincava, fazia ela rir, uma vez até peguei na bunda dela, tudo na vista da minha sogra. Dentro das minhas loucuras, eu queria que minha sogra visse meu lado carinhoso e romântico como parceiro e amante, queria que ela sentisse um pouco de inveja da própria filha e que pensasse que gostaria de ser tratada assim. Meu sogro é um cara super prestativo e gentil com minha sogra, trata ela como uma rainha, mas sempre achei que era pra compensar o desempenho fraco dele como amante na cama com ela. Ficava imaginando como seria a relação sexual entre eles; sinceramente, não dava pra sentir nenhum tesão no dia a dia deles, tudo era tão comum e normal que ninguém nunca falava de amor ou sexo, e muito menos com meu sogro. Parece que nunca foi a praia dele, e isso apesar de terem tido três filhas.
Chegou a hora de mudar de casa. Como último ato de provocação pra minha sogra, pedi se ela deixava eu lavar minha própria roupa porque eu tinha vergonha. Nessa altura, ela já me tratava super bem: lavava minhas coisas, fazia café, passava minhas camisas pro trabalho etc. Conquistei a confiança e a atenção dela. Pedi pra usar a máquina de lavar sozinho, já que sabia que nossa convivência solitária matinal ia se limitar ao quintal da lavanderia e à cozinha. Pra chegar no quintal, tinha que passar pela cozinha, que era um corredor bem estreito de uns dois metros de comprimento, onde não cabia mais de uma pessoa. E se essa pessoa estivesse lavando a louça suja na cozinha, quem quisesse passar pro quintal (onde ficava a máquina) tinha que pedir licença pra passar ou ir bem devagar, com cuidado pra não esbarrar demais em quem tava lavando os pratos — que, nesse caso, era minha sogra. Ela lavava a louça enquanto eu lavava a roupa. No começo, fui educado como de costume, e... pedia permissão toda vez que passava pro quintal até que ela disse:
Ela: haaa tá bom, que passadeira e pedideira de permissão, só passa logo
Eu: Desculpa, sogra kkk não sabia se ia te incomodar
Passei uma vez de costas pra ela e nossos glúteos se chocaram, percebi que ela não se mexeu nada, nem deu um passo pro lado nem tentou afinar o corpo pra eu passar, ela quase terminava de lavar a louça suja então aproveitei minha última ida ao quintal pra passar atrás dela tentando um roçar intencional dos nossos corpos, quando passei pela última vez no quintal depois do roçar ela encolheu o corpo pra evitar que meu pau ficasse no meio da bunda dela, mas o roçar de quadris foi inevitável, ela fez uma expressão de surpresa, um gritinho: ‘ahhhay’ seguido de uma risadinha baixinha como um murmúrio, nesse ponto já não dava mais pra evitar a ereção, enquanto eu tava no quintal via a bunda da minha sogra e ela sabia, quase gravei mas não tive coragem, então perdi um pouco o controle e voltei pra dentro de casa passando pela cozinha e apliquei a mesma manobra pra tentar que meu pau roçasse na bunda dela, o que de novo pra minha surpresa aconteceu, só que dessa vez minha sogra não encolheu a cintura pra me evitar, ficou parada como se esperando sentir meu pau, por um segundo meu pau e a bunda da minha sogra conectaram perfeitamente por baixo das nossas roupas, eu ri um pouco sozinho de nervoso por ter roçado a bunda da minha sogra com meu pau meio duro:
Ela: do que cê tá rindo kkk?
Eu: Desculpa é que já terminei de usar a máquina de lavar e não tô tão molhado quanto você se molha.
Nós dois rimos e cruzamos os olhares por uns instantes.
Ela: ah então, não é que eu queira me molhar, quando enfio os braços na máquina minha camiseta molha um pouco, é normal.
Eu: mas você só molha em cima kkkk.
Ela: aaaai e como você sabe, fica me olhando toda vez que lavo ou o quê? Desculpa kkkk é que às vezes não consigo evitar, sogra, é normal como a senhora diz. Nesse ponto eu tava com o pau duríssimo, tava sentado na sala e minha sogra terminou de lavar a louça e foi se deitar. Da sala eu via ela deitada de bruços, não conseguia parar de olhar pra bunda dela e tava morrendo de vontade de chupar a buceta dela, mas em vez disso comecei a me masturbar por baixo da calça enquanto olhava pra ela. De repente, ela mudou de posição na cama e conseguiu ver de longe o que eu tava fazendo. Fingi que não tinha feito nada, mas ela me viu tirando a mão de dentro da calça e meu volume tava bem visível, mesmo eu sentado. Fiquei vermelhão sem saber se ela tinha me visto ou não, aí levantei do sofá com o pau quase explodindo e fui pro outro quarto, onde não consegui evitar de me masturbar.
Chegou o dia que tivemos que sair da casa dos meus sogros. A gente queria nosso próprio espaço, então aproveitamos a oportunidade de alugar a casa ao lado da dos meus sogros por um preço bem baixo, porque era de amigos da família da minha esposa. Assim, minha sogra não seria só a sogra que me dá vontade, mas também minha vizinha. A rotina dos dias depois da mudança continuou a mesma, todo mundo mantinha seus horários de trabalho e escola.
Nosso primeiro encontro na casa nova foi de manhã. Eu tava deitado na cama, tinha acabado de acordar, quando ainda na cama vejo pela janela que fica do lado da cama e vejo minha sogra com a roupa clássica dela catando a merda dos cachorros bem na frente da minha casa nova alugada. O movimento de se abaixar fazia a bunda dela parecer ainda maior, e dava pra ver bem os peitos enormes e gostosos dela. Antes que ela percebesse que eu tava olhando, abri mais a cortina e, deitado olhando pra ela, comecei a bater uma sem me importar se ela me via. Passou um minuto e ela virou pra janela, onde me viu deitado seminu me masturbando na maior cara de pau. Ela me olhou nos olhos e sorriu de um jeito provocante e atrevido ao mesmo tempo, depois se virou e entrou na casa dela, e eu gozei nos lençóis. Passaram-se os meses, mudaram meu horário de trabalho para a manhã, então a dinâmica com minha sogra mudou, já que não ficávamos mais sozinhos de manhã. Passaram vários meses sem nenhum sinal ou insinuação. Uma vez, comi minha esposa com tanta força que os gemidos com certeza foram ouvidos nas casas ao lado, e minha sogra com certeza nos ouvia enquanto transávamos, já que era impossível ignorar o barulho. No dia seguinte, eu não precisava trabalhar de manhã e decidi não levar o bebê para a creche, porque fazia tempo que não passávamos uma manhã juntos. O bebê dormiu por volta das 11 da manhã para a primeira soneca. Minha sogra nos convidou para tomar café da manhã na casa dela, então o menino ficou dormindo numa cama depois de comer um lanchinho. Minha sogra logo vestiu uma camiseta que destacava muito os peitos dela, dava para vê-los como nunca com aquela camiseta. Não consegui desviar o olhar dos peitos dela por uns momentos até que falei: Eu: Sograaa, que camiseta bonita haha (era uma camiseta com um panda) Ela: hahaha obrigada, é a que uso de pijama, nem troquei de roupa Eu: então, essa camiseta fica muito bem em você, sogra haha, não conhecia ela Ela: Quando você quiser, eu empresto Eu: haha ok, empresta agora hahaha Ela: (rindo) claro que não hahaha, está suja, além disso, não ficaria bem você vestir minha roupa, o que o José vai dizer? Eu: Meu sogro nem reparou no seu pijama tão bonito, sogra haha, menos ainda vai reparar em mim Ela: Vou dormir um pouco, você fica na sua casa, se comporte. Eu: Com a senhora, eu sempre me comporto, sogra haha Ela sorriu para mim e me olhou enquanto se virava para entrar no quarto dela e se deitar na posição favorita dela (de bruços, com o corpo um pouco dobrado, abrindo um pouco as pernas). Como de costume, eu já estava duro, mas não pensei duas vezes. Tive que aproveitar a oportunidade, não sabia quando íamos ficar sozinhos de novo, então não fui ao banheiro nem ao quarto me masturbar. Parei na porta do quarto dela, olhando o corpo todo dela, as pernas, e comecei a puxar meu pau, mas antes verifiquei se ela estava dormindo. Tava com tanta vontade de passar a mão na bunda dela que, bem devagar e sem fazer barulho pra não acordar ela, deitei do lado dela. Pensei: se ela ficar brava, a outra cama tá ocupada, e eu só queria fechar os olhos um momento. Assim que deitei do lado dela, já tava feito um bicho no cio e tentei tocar nela sem acordá-la. Ela tava dormindo, não tão profundamente, então perdi o controle de tanta excitação — tava com o pau duríssimo — e abracei minha sogra. Ficamos na posição de conchinha, ela sem acordar correspondeu ao abraço e, sem dizer nada, se encostou no meu corpo. Eu também fiz minha parte pra sentir de novo aquela bunda no meu pau. Ficamos abraçados por vários minutos, eu não acreditava no que tava acontecendo nem sabia qual seria a reação dela ao acordar e perceber que era eu quem tava abraçando ela. No abraço, minha mão esquerda conseguia tocar de leve um dos peitos da minha sogra. Eu já tava quase explodindo só por estar naquela posição.
Passaram-se assim vários minutos até que eu também comecei a pegar no sono, então meu corpo relaxou e, de repente, ela se virou e me abraçou, mas agora de frente. Eu fiquei totalmente de barriga pra cima e ela me abraçando, com uma perna por cima de mim. Meu braço ficou debaixo da cabeça dela, de modo que eu tava abraçando ela pelo pescoço, e foi aí que comecei a passar a mão no cabelo dela, acariciei um pouco a cabeça dela e tentei dar um beijo na testa. Antes de conseguir o beijo, ela se ajeitou de novo e abaixou muito o braço com que tava me abraçando. Não parei e dei o beijo na testa dela, sem parar de abraçá-la. Ela tava quase acordando. O beijo na testa fez ela soltar um gemido curto, mas de satisfação notória. Logo em seguida, ela acordou um Pouco depois, sem nem abrir os olhos, a mão dela começou a procurar meu pau enquanto beijava meu pescoço. Assim que tocou meu pau, escapei um gemido tipo "uuff". Aí ela reagiu, abriu os olhos e, ao me ver, deu um pulo pra fora da cama, gaguejou, percebeu o que tava rolando e ficamos em silêncio por uns 5 segundos.
Ela: O que cê tá fazendo? Por que cê tá aqui?
Eu: Desculpa, eu deitei. O menino tá ocupando a outra cama inteira.
Ela: Devia ter ido dormir na sua casa, porque se deitou comigo, não pensou no que podia acontecer se alguém chegasse? Se o José chegar? Ou minha filha?
Sentei na cama e meu volume tava bem evidente.
Eu: Desculpa, sogra, não pensei nisso. Foi mais fácil assim e, verdade, como a gente não se via há um tempão, só deitei no espaço que sobrou. Não queria ficar sozinho em casa. Desculpa mesmo, acabei dormindo e, talvez já dormindo, a gente se abraçou. Não tamos acostumados a dormir sozinhos, talvez por isso a gente fez isso sem perceber.
Minha sogra, com o rosto vermelho e uma mão na boca, cara de surpresa, se acalmou e sentou enquanto arrumava o cabelo, dizendo:
Ela: Pois é, não parece que cê tava tão dormindo assim.
Olhou pro meu volume com sarcasmo.
Eu: Desculpa, haha, é que é uma coisa que não consigo controlar. Cê é muito gostosa e o corpo reage.
Ela: E parece que cê reage com a menor provocação, né?
Eu: Nãooo, desculpa, eu amo sua filha e nunca faria mal a ela, mas não me peça pra não olhar o que me agrada (olhei ela dos pés à cabeça, parando nas tetas dela).
Ela: Que vergonha, isso é errado, haha, mas obrigada por dizer que cê gosta de mim.
Eu: (muito nervoso) Obrigado a você por deixar eu falar isso.
Ela: Tem alguma coisa errada entre você e minha filha?
Eu, aproveitando a situação e pra levar a conversa pro lado que eu queria, me fiz de vítima e coloquei uma cara triste, falei que desde o parto a gente não tinha tido tempo pra nós e pra nossa intimidade.
Ela: Te entendo, mas me procurar não é certo. Vocês vão ter tempo pra fazer as coisas de vocês.
Eu: Então, se você... Gostou do abraço? Kkk (mudando o tom da conversa)
Ela: Como assim se gostei? Tava dormindo, não senti nada.
Eu: Nem o beijo?
Ela: (rindo, mas irritada) Siiiim, senti isso e outras coisas piores, mas não sabia que era você, me deixei levar, tava dormindo e senti que já era noite.
Eu: Outras coisas? Kkk
Minha sogra foi mudando de postura aos poucos, já não tava sentada na cama nem alterada, agora tava deitada e falando comigo de um jeito safado e relaxado.
Ela: Sim, você já sabe quais outras coisas, que bom que reagi a tempo.
Eu: Pois é, senão não tinha mais como parar kkk
Ela: Você para rápido demais, né? Kkkk olhando pro meu pau durasso
Eu: Já te falei que tem coisas que não controlo (os dois rimos). Além disso, pra sua informação, não sou tão rápido nisso não, hein. Pergunta pra sua filha kkkk.
Ela: Kkkk os gritos dela na outra noite dizem outra coisa, uai. O que você tava fazendo com ela que parecia que tavam matando alguém kkkk.
Surpreso com a declaração da minha sogra, comecei a pensar com mais calma em como não perder a chance de tirar algum proveito, qualquer coisa, não podia ir embora só com um beijo na testa que dei nela.
Eu: E a senhora, nunca ouvi gritar não, hein? Kkkk. Que que tá rolando aí, don José não tá dando conta, sogra, ou o quê?
Ela: Aaai, não fica zoando, ele chega muito cansado do trabalho o dia todo, e na nossa idade sexo não é prioridade.
Eu: Puxa, que pena do meu sogro, hein. Como que ele deixa a senhora sozinha tanto tempo? No lugar dele, eu passava o dia todo com você kkkk.
Ela: Aaai, muito obrigada, não fala essas coisas não, que me dá vergonha e fico nervosa. José é um bom homem, mas nossa melhor fase já passou kkk.
Nossa linguagem corporal mudou, fomos nos aproximando, até que não sobrou mais tensão pela surpresa que causei quando acordei ela daquele jeito. Como sempre, os peitos dela quase caíam pra fora da blusa, eu tava quase babando de tesão.
Eu: Antes de abrir os olhos, o que você ia fazer comigo? fazer? Porque senti que você ia passar a mão em mim kkk
Ela: Claro que nãooo foi um movimento natural quando você tá deitado abraçado, não tem tanta sorte assim, muleque kkkk.
Foi aí que eu criei coragem e perguntei.
Eu: Vou te fazer uma pergunta, mas não vai ficar brava e não pode mentir, ok?
Ela: ok, tudo bem, mas depois eu te faço uma pergunta e você responde sincero também, pode ser? O que você quer me perguntar?
Eu: Quando foi a última vez que te fizeram sexo oral?
Ela: Ficou mais vermelha do que já tava e soltou uma risada nervosa, por que você pergunta isso? Nãooo não vou te contar, não lembro mesmo kkkk
Eu: Você me deixaria fazer sexo oral em você? Com todo o respeito que você merece, claro kkk
Ela: Se surpreendeu com a pergunta, arregalou os olhos e enfiou as mãos entre as pernas, o rosto ficou ainda mais vermelho, percebi que os mamilos dela já estavam duros, disse: Nossa, como é que você fala umas coisas dessas, é melhor você ir pra sua casa antes que alguém chegue e nos veja aqui, a gente falando dessas coisas, não, até que seria legal fazer isso, mas você não, você é meu genro, minha filha é sua esposa
Eu: Ela e ninguém precisa ficar sabendo nunca, deixa eu te dar a felicidade de um sexo oral bom, de verdade, e te prometo que não vou querer mais nada e vai ser como se nunca tivesse acontecido, vai ser nosso segredo, além disso, dá pra ver que você tá com vontade, sogra (coloquei minha mão na perna dela, acariciando cada vez mais perto da buceta dela, short curto, na direção da buceta dela), ela não falou nada, ficou me olhando fixamente e mordendo o lábio inferior inteiro.
Ela: Não é certo, sou sua sogra e poderia ser sua mãe de idade, é uma boa oferta, mas não posso aceitar.
Eu: Talvez seja a última vez que a gente fica sozinho aqui em casa, e a verdade é que minha filha não gosta muito de chupar ela (mentira) e eu tô com muita vontade, comecei a aproximar minha boca das pernas dela, ela não se mexia, só me olhava nos olhos, minhas mãos foram subindo até a cintura dela até eu conseguir ficar em posição de tirar aquele short, ao mesmo tempo dei uma peso na perna dela, acima do joelho, e ela só deu um gemidinho leve e mudou de posição, abrindo as pernas, pronta pra me dar a buceta na boca. aí ela disse:
Ela: Jura que não vai contar pra ninguém e que vai ser só isso, e depois disso nunca mais vai se repetir uma coisa assim?
Eu: Juro que é única vez, Fanny, e levo isso pro túmulo…
Ela não falou mais nada, só relaxou e jogou a cabeça pra trás. foi aí que ela levantou um pouco a bunda pra tirar o short. sem o short, vi finalmente meu desejo a centímetros da minha boca. ela tava de calcinha normal preta. comecei a tocar ela como se fosse uma flor, bem delicado, procurando o clitóris com os dedos por cima da roupa íntima. aí puxei a calcinha pro lado e lá estava a pussy dela, me esperando já molhada e pronta. não pensei duas vezes: dei uma lambida no clitóris dela. ela se contorceu toda e soltou um gemido de prazer. fui enchendo mais a boca com a buceta dela e comecei a enfiar os dedos devagar na vagina. aí ela disse:
Ela: Não, não enfia (sem oferecer muita resistência)
Meus dedos foram até o fundo da pussy dela de uma vez. comecei o vai e vem dos dedos enquanto chupava o clitóris dela. com a outra mão, comecei a acariciar os peitos dela, que sempre quis tocar. os movimentos de quadril dela foram ficando mais intensos, e eu apertava mais os lábios vaginais lindos dela com os dedos. ficamos assim uns 10 minutos, até que comecei a tocar meu pau. ela já tava muito excitada, os gemidos dela eram quase gritos. ela se levantou da posição que tava e me perguntou:
Ela: Como você faz bem, deixa eu retribuir o favor, vai? Só um pouco, se não te incomodar.
Com a cabeça, eu disse que não, e ela me deitou de barriga pra cima. começou a tirar minha calça até me tirar a cock. pegou meu pau e começou a chupar de um jeito delicioso que quase me fez gozar. eu tava impressionado e muito excitado, mas não podia perder uma oportunidade tão esperada. gozando prematuramente, então me deixei levar pelo prazer e peguei ela pela cabeça, puxei o cabelo dela e fiz com que toda a minha rola entrasse na boca dela, até o fundo por uns segundos até que ela não aguentou mais prender a respiração e tirou da boca. Fiquei de pé e ela ficou deitada de bruços na cama, então fui para o outro lado da cama e, com um movimento brusco, pedi que ela virasse de barriga pra cima…
Ela: O que você vai fazer? (enquanto se tocava no clitóris) O que você está fazendo? Já passamos dos limites, temos que parar…
Sem responder nada, puxei ela pelas pernas e abri, me preparando pra meter a rola…
Ela: Não, não mete isso, não combinamos isso, não.
Eu: Só um pouquinho, não dá pra ficar assim no meio do caminho…
Ela: Não, não me fode, isso é errado (ela estava de olhos fechados e se contorcendo de prazer).
Coloquei as pernas dela no meu corpo e aproximei meu pau da entrada da buceta dela, comecei a massagear o clitóris dela com a minha cabeça, enquanto ela pedia pra eu não fazer, sem oferecer nenhuma resistência. De uma vez só, meti e ela deu um gemido como se tivesse ficado sem ar. Já dentro, deixei uns segundos parado e comecei a masturbar o clitóris dela, e ela só se contorceu. Já estava muito excitada e nada ia nos parar. Perguntei:
Eu: Como você quer que eu faça?
Ela: Assim, assim, já me esquentou, me fode rápido…
Comecei a foder ela primeiro devagar e fui aumentando o ritmo até que estava metendo bem forte e ela começou a gemer mais alto, os gritos dela eram muito excitantes. Depois de um tempo, virei ela e sabíamos que vinha o de quatro. Ela pediu pra eu não gozar, pra segurar, mas a verdade é que eu já estava quase gozando. Por um momento, pensei em perguntar “Onde você quer que goze?”, mas pra aguentar mais, tirei e falei pra irmos pra sala pra ela espiar pela janela pra ver se vinha alguém. Ela me olhou confusa, mas levantou da cama, peguei na mão dela e fomos andando bem rápido pra sala, onde ela colocou o rosto. quase deixando ela um pouco aberta pra poder ver se alguém se aproximava da casa, a gente teria tempo de disfarçar a situação. Eu peguei ela pela cintura e meti de novo devagar, ela gemeu na hora e continuei com o vai e vem por uns minutos, tudo subiu de intensidade, começamos a suar, peguei ela pelo pescoço e comi ela com força enquanto tentava beijá-la. Assim, enquanto metia tudo, com uma mão procurei o clitóris dela e masturbei ela enquanto metia, ela já não controlava mais os gritos, tive que fazer sinal pra ela abaixar o volume pra não acordar o bebê. Peguei a perna dela, levantei no sofá pra entrar mais fundo. Depois de uns minutos de prazer sem igual, eu já não aguentava mais, ela também tava mais que molhada, a gente tava quase gozando os dois, então me preparei pra estocada final. Ela já só gemia cada vez que eu metia, não perguntei e gozei dentro dela enquanto apertava os peitos dela com as duas mãos, joguei tudo pra dentro.
Ela: aaaai nooo, por que você gozou dentro? podia ter me avisado, gostoso, mas, mas você gozou dentro, vamo ver se o Pepe não percebe.
Quando tirei, saiu um jato de fluidos que foi parar no chão, ela correu pro banheiro e eu fiquei parado, petrificado, sem saber o que fazer, não acreditava no que tinha acabado de acontecer, foi uma delícia. Pra evitar qualquer coisa, limpei a pica com papel higiênico, ela saiu do banheiro e a gente ficou se olhando nervoso, depois a gente riu, eu cheguei perto, nos abraçamos, nos beijamos e fui pra minha casa ao lado.
Outra vez, estando sozinhos em casa, fui tomar banho mas esqueci minha toalha pra me secar. Já tava molhado quando percebi e sabia que minha sogra era a única que podia me passar a toalha, então não teve jeito, tive que pedir o favor, o que ela fez na hora. Quando ela passou a toalha e bateu na porta pra eu abrir, criei coragem e abri um pouco mais a porta de um jeito que ela pudesse me ver todo pelado. Surpreendentemente, ela não fez nenhuma cara de incômodo, pelo contrário, fez uma expressão de surpresa e deu uma risadinha enquanto fechava a porta. Logo em seguida, eu já tava com o pau duríssimo, em 5 segundos, e bati uma no chuveiro, mas dessa vez não me esforcei muito pra fazer silêncio, já que como meu corpo todo tava molhado, o som deixava claro o que eu tava fazendo com meu pau, o que me excitou ainda mais saber que ela tava ouvindo aquilo. Terminei e saí com a toalha na cintura, ainda dava pra ver um volume enorme. Ela tava na sala, que é passagem obrigatória pra chegar nos quartos, e eu pude ver de "canto de olho" enquanto andava pro quarto que ela tava me olhando inteiro, mas não queria que eu percebesse. Assim, ficamos um tempo à margem da situação, nos respeitando mutuamente, mas os dois sabendo que estávamos de olho um no outro. De propósito, eu tratava minha esposa muito bem na frente da minha sogra: beijava ela, brincava, fazia ela rir, uma vez até peguei na bunda dela, tudo na vista da minha sogra. Dentro das minhas loucuras, eu queria que minha sogra visse meu lado carinhoso e romântico como parceiro e amante, queria que ela sentisse um pouco de inveja da própria filha e que pensasse que gostaria de ser tratada assim. Meu sogro é um cara super prestativo e gentil com minha sogra, trata ela como uma rainha, mas sempre achei que era pra compensar o desempenho fraco dele como amante na cama com ela. Ficava imaginando como seria a relação sexual entre eles; sinceramente, não dava pra sentir nenhum tesão no dia a dia deles, tudo era tão comum e normal que ninguém nunca falava de amor ou sexo, e muito menos com meu sogro. Parece que nunca foi a praia dele, e isso apesar de terem tido três filhas.
Chegou a hora de mudar de casa. Como último ato de provocação pra minha sogra, pedi se ela deixava eu lavar minha própria roupa porque eu tinha vergonha. Nessa altura, ela já me tratava super bem: lavava minhas coisas, fazia café, passava minhas camisas pro trabalho etc. Conquistei a confiança e a atenção dela. Pedi pra usar a máquina de lavar sozinho, já que sabia que nossa convivência solitária matinal ia se limitar ao quintal da lavanderia e à cozinha. Pra chegar no quintal, tinha que passar pela cozinha, que era um corredor bem estreito de uns dois metros de comprimento, onde não cabia mais de uma pessoa. E se essa pessoa estivesse lavando a louça suja na cozinha, quem quisesse passar pro quintal (onde ficava a máquina) tinha que pedir licença pra passar ou ir bem devagar, com cuidado pra não esbarrar demais em quem tava lavando os pratos — que, nesse caso, era minha sogra. Ela lavava a louça enquanto eu lavava a roupa. No começo, fui educado como de costume, e... pedia permissão toda vez que passava pro quintal até que ela disse:
Ela: haaa tá bom, que passadeira e pedideira de permissão, só passa logo
Eu: Desculpa, sogra kkk não sabia se ia te incomodar
Passei uma vez de costas pra ela e nossos glúteos se chocaram, percebi que ela não se mexeu nada, nem deu um passo pro lado nem tentou afinar o corpo pra eu passar, ela quase terminava de lavar a louça suja então aproveitei minha última ida ao quintal pra passar atrás dela tentando um roçar intencional dos nossos corpos, quando passei pela última vez no quintal depois do roçar ela encolheu o corpo pra evitar que meu pau ficasse no meio da bunda dela, mas o roçar de quadris foi inevitável, ela fez uma expressão de surpresa, um gritinho: ‘ahhhay’ seguido de uma risadinha baixinha como um murmúrio, nesse ponto já não dava mais pra evitar a ereção, enquanto eu tava no quintal via a bunda da minha sogra e ela sabia, quase gravei mas não tive coragem, então perdi um pouco o controle e voltei pra dentro de casa passando pela cozinha e apliquei a mesma manobra pra tentar que meu pau roçasse na bunda dela, o que de novo pra minha surpresa aconteceu, só que dessa vez minha sogra não encolheu a cintura pra me evitar, ficou parada como se esperando sentir meu pau, por um segundo meu pau e a bunda da minha sogra conectaram perfeitamente por baixo das nossas roupas, eu ri um pouco sozinho de nervoso por ter roçado a bunda da minha sogra com meu pau meio duro:
Ela: do que cê tá rindo kkk?
Eu: Desculpa é que já terminei de usar a máquina de lavar e não tô tão molhado quanto você se molha.
Nós dois rimos e cruzamos os olhares por uns instantes.
Ela: ah então, não é que eu queira me molhar, quando enfio os braços na máquina minha camiseta molha um pouco, é normal.
Eu: mas você só molha em cima kkkk.
Ela: aaaai e como você sabe, fica me olhando toda vez que lavo ou o quê? Desculpa kkkk é que às vezes não consigo evitar, sogra, é normal como a senhora diz. Nesse ponto eu tava com o pau duríssimo, tava sentado na sala e minha sogra terminou de lavar a louça e foi se deitar. Da sala eu via ela deitada de bruços, não conseguia parar de olhar pra bunda dela e tava morrendo de vontade de chupar a buceta dela, mas em vez disso comecei a me masturbar por baixo da calça enquanto olhava pra ela. De repente, ela mudou de posição na cama e conseguiu ver de longe o que eu tava fazendo. Fingi que não tinha feito nada, mas ela me viu tirando a mão de dentro da calça e meu volume tava bem visível, mesmo eu sentado. Fiquei vermelhão sem saber se ela tinha me visto ou não, aí levantei do sofá com o pau quase explodindo e fui pro outro quarto, onde não consegui evitar de me masturbar.
Chegou o dia que tivemos que sair da casa dos meus sogros. A gente queria nosso próprio espaço, então aproveitamos a oportunidade de alugar a casa ao lado da dos meus sogros por um preço bem baixo, porque era de amigos da família da minha esposa. Assim, minha sogra não seria só a sogra que me dá vontade, mas também minha vizinha. A rotina dos dias depois da mudança continuou a mesma, todo mundo mantinha seus horários de trabalho e escola.
Nosso primeiro encontro na casa nova foi de manhã. Eu tava deitado na cama, tinha acabado de acordar, quando ainda na cama vejo pela janela que fica do lado da cama e vejo minha sogra com a roupa clássica dela catando a merda dos cachorros bem na frente da minha casa nova alugada. O movimento de se abaixar fazia a bunda dela parecer ainda maior, e dava pra ver bem os peitos enormes e gostosos dela. Antes que ela percebesse que eu tava olhando, abri mais a cortina e, deitado olhando pra ela, comecei a bater uma sem me importar se ela me via. Passou um minuto e ela virou pra janela, onde me viu deitado seminu me masturbando na maior cara de pau. Ela me olhou nos olhos e sorriu de um jeito provocante e atrevido ao mesmo tempo, depois se virou e entrou na casa dela, e eu gozei nos lençóis. Passaram-se os meses, mudaram meu horário de trabalho para a manhã, então a dinâmica com minha sogra mudou, já que não ficávamos mais sozinhos de manhã. Passaram vários meses sem nenhum sinal ou insinuação. Uma vez, comi minha esposa com tanta força que os gemidos com certeza foram ouvidos nas casas ao lado, e minha sogra com certeza nos ouvia enquanto transávamos, já que era impossível ignorar o barulho. No dia seguinte, eu não precisava trabalhar de manhã e decidi não levar o bebê para a creche, porque fazia tempo que não passávamos uma manhã juntos. O bebê dormiu por volta das 11 da manhã para a primeira soneca. Minha sogra nos convidou para tomar café da manhã na casa dela, então o menino ficou dormindo numa cama depois de comer um lanchinho. Minha sogra logo vestiu uma camiseta que destacava muito os peitos dela, dava para vê-los como nunca com aquela camiseta. Não consegui desviar o olhar dos peitos dela por uns momentos até que falei: Eu: Sograaa, que camiseta bonita haha (era uma camiseta com um panda) Ela: hahaha obrigada, é a que uso de pijama, nem troquei de roupa Eu: então, essa camiseta fica muito bem em você, sogra haha, não conhecia ela Ela: Quando você quiser, eu empresto Eu: haha ok, empresta agora hahaha Ela: (rindo) claro que não hahaha, está suja, além disso, não ficaria bem você vestir minha roupa, o que o José vai dizer? Eu: Meu sogro nem reparou no seu pijama tão bonito, sogra haha, menos ainda vai reparar em mim Ela: Vou dormir um pouco, você fica na sua casa, se comporte. Eu: Com a senhora, eu sempre me comporto, sogra haha Ela sorriu para mim e me olhou enquanto se virava para entrar no quarto dela e se deitar na posição favorita dela (de bruços, com o corpo um pouco dobrado, abrindo um pouco as pernas). Como de costume, eu já estava duro, mas não pensei duas vezes. Tive que aproveitar a oportunidade, não sabia quando íamos ficar sozinhos de novo, então não fui ao banheiro nem ao quarto me masturbar. Parei na porta do quarto dela, olhando o corpo todo dela, as pernas, e comecei a puxar meu pau, mas antes verifiquei se ela estava dormindo. Tava com tanta vontade de passar a mão na bunda dela que, bem devagar e sem fazer barulho pra não acordar ela, deitei do lado dela. Pensei: se ela ficar brava, a outra cama tá ocupada, e eu só queria fechar os olhos um momento. Assim que deitei do lado dela, já tava feito um bicho no cio e tentei tocar nela sem acordá-la. Ela tava dormindo, não tão profundamente, então perdi o controle de tanta excitação — tava com o pau duríssimo — e abracei minha sogra. Ficamos na posição de conchinha, ela sem acordar correspondeu ao abraço e, sem dizer nada, se encostou no meu corpo. Eu também fiz minha parte pra sentir de novo aquela bunda no meu pau. Ficamos abraçados por vários minutos, eu não acreditava no que tava acontecendo nem sabia qual seria a reação dela ao acordar e perceber que era eu quem tava abraçando ela. No abraço, minha mão esquerda conseguia tocar de leve um dos peitos da minha sogra. Eu já tava quase explodindo só por estar naquela posição.
Passaram-se assim vários minutos até que eu também comecei a pegar no sono, então meu corpo relaxou e, de repente, ela se virou e me abraçou, mas agora de frente. Eu fiquei totalmente de barriga pra cima e ela me abraçando, com uma perna por cima de mim. Meu braço ficou debaixo da cabeça dela, de modo que eu tava abraçando ela pelo pescoço, e foi aí que comecei a passar a mão no cabelo dela, acariciei um pouco a cabeça dela e tentei dar um beijo na testa. Antes de conseguir o beijo, ela se ajeitou de novo e abaixou muito o braço com que tava me abraçando. Não parei e dei o beijo na testa dela, sem parar de abraçá-la. Ela tava quase acordando. O beijo na testa fez ela soltar um gemido curto, mas de satisfação notória. Logo em seguida, ela acordou um Pouco depois, sem nem abrir os olhos, a mão dela começou a procurar meu pau enquanto beijava meu pescoço. Assim que tocou meu pau, escapei um gemido tipo "uuff". Aí ela reagiu, abriu os olhos e, ao me ver, deu um pulo pra fora da cama, gaguejou, percebeu o que tava rolando e ficamos em silêncio por uns 5 segundos.
Ela: O que cê tá fazendo? Por que cê tá aqui?
Eu: Desculpa, eu deitei. O menino tá ocupando a outra cama inteira.
Ela: Devia ter ido dormir na sua casa, porque se deitou comigo, não pensou no que podia acontecer se alguém chegasse? Se o José chegar? Ou minha filha?
Sentei na cama e meu volume tava bem evidente.
Eu: Desculpa, sogra, não pensei nisso. Foi mais fácil assim e, verdade, como a gente não se via há um tempão, só deitei no espaço que sobrou. Não queria ficar sozinho em casa. Desculpa mesmo, acabei dormindo e, talvez já dormindo, a gente se abraçou. Não tamos acostumados a dormir sozinhos, talvez por isso a gente fez isso sem perceber.
Minha sogra, com o rosto vermelho e uma mão na boca, cara de surpresa, se acalmou e sentou enquanto arrumava o cabelo, dizendo:
Ela: Pois é, não parece que cê tava tão dormindo assim.
Olhou pro meu volume com sarcasmo.
Eu: Desculpa, haha, é que é uma coisa que não consigo controlar. Cê é muito gostosa e o corpo reage.
Ela: E parece que cê reage com a menor provocação, né?
Eu: Nãooo, desculpa, eu amo sua filha e nunca faria mal a ela, mas não me peça pra não olhar o que me agrada (olhei ela dos pés à cabeça, parando nas tetas dela).
Ela: Que vergonha, isso é errado, haha, mas obrigada por dizer que cê gosta de mim.
Eu: (muito nervoso) Obrigado a você por deixar eu falar isso.
Ela: Tem alguma coisa errada entre você e minha filha?
Eu, aproveitando a situação e pra levar a conversa pro lado que eu queria, me fiz de vítima e coloquei uma cara triste, falei que desde o parto a gente não tinha tido tempo pra nós e pra nossa intimidade.
Ela: Te entendo, mas me procurar não é certo. Vocês vão ter tempo pra fazer as coisas de vocês.
Eu: Então, se você... Gostou do abraço? Kkk (mudando o tom da conversa)
Ela: Como assim se gostei? Tava dormindo, não senti nada.
Eu: Nem o beijo?
Ela: (rindo, mas irritada) Siiiim, senti isso e outras coisas piores, mas não sabia que era você, me deixei levar, tava dormindo e senti que já era noite.
Eu: Outras coisas? Kkk
Minha sogra foi mudando de postura aos poucos, já não tava sentada na cama nem alterada, agora tava deitada e falando comigo de um jeito safado e relaxado.
Ela: Sim, você já sabe quais outras coisas, que bom que reagi a tempo.
Eu: Pois é, senão não tinha mais como parar kkk
Ela: Você para rápido demais, né? Kkkk olhando pro meu pau durasso
Eu: Já te falei que tem coisas que não controlo (os dois rimos). Além disso, pra sua informação, não sou tão rápido nisso não, hein. Pergunta pra sua filha kkkk.
Ela: Kkkk os gritos dela na outra noite dizem outra coisa, uai. O que você tava fazendo com ela que parecia que tavam matando alguém kkkk.
Surpreso com a declaração da minha sogra, comecei a pensar com mais calma em como não perder a chance de tirar algum proveito, qualquer coisa, não podia ir embora só com um beijo na testa que dei nela.
Eu: E a senhora, nunca ouvi gritar não, hein? Kkkk. Que que tá rolando aí, don José não tá dando conta, sogra, ou o quê?
Ela: Aaai, não fica zoando, ele chega muito cansado do trabalho o dia todo, e na nossa idade sexo não é prioridade.
Eu: Puxa, que pena do meu sogro, hein. Como que ele deixa a senhora sozinha tanto tempo? No lugar dele, eu passava o dia todo com você kkkk.
Ela: Aaai, muito obrigada, não fala essas coisas não, que me dá vergonha e fico nervosa. José é um bom homem, mas nossa melhor fase já passou kkk.
Nossa linguagem corporal mudou, fomos nos aproximando, até que não sobrou mais tensão pela surpresa que causei quando acordei ela daquele jeito. Como sempre, os peitos dela quase caíam pra fora da blusa, eu tava quase babando de tesão.
Eu: Antes de abrir os olhos, o que você ia fazer comigo? fazer? Porque senti que você ia passar a mão em mim kkk
Ela: Claro que nãooo foi um movimento natural quando você tá deitado abraçado, não tem tanta sorte assim, muleque kkkk.
Foi aí que eu criei coragem e perguntei.
Eu: Vou te fazer uma pergunta, mas não vai ficar brava e não pode mentir, ok?
Ela: ok, tudo bem, mas depois eu te faço uma pergunta e você responde sincero também, pode ser? O que você quer me perguntar?
Eu: Quando foi a última vez que te fizeram sexo oral?
Ela: Ficou mais vermelha do que já tava e soltou uma risada nervosa, por que você pergunta isso? Nãooo não vou te contar, não lembro mesmo kkkk
Eu: Você me deixaria fazer sexo oral em você? Com todo o respeito que você merece, claro kkk
Ela: Se surpreendeu com a pergunta, arregalou os olhos e enfiou as mãos entre as pernas, o rosto ficou ainda mais vermelho, percebi que os mamilos dela já estavam duros, disse: Nossa, como é que você fala umas coisas dessas, é melhor você ir pra sua casa antes que alguém chegue e nos veja aqui, a gente falando dessas coisas, não, até que seria legal fazer isso, mas você não, você é meu genro, minha filha é sua esposa
Eu: Ela e ninguém precisa ficar sabendo nunca, deixa eu te dar a felicidade de um sexo oral bom, de verdade, e te prometo que não vou querer mais nada e vai ser como se nunca tivesse acontecido, vai ser nosso segredo, além disso, dá pra ver que você tá com vontade, sogra (coloquei minha mão na perna dela, acariciando cada vez mais perto da buceta dela, short curto, na direção da buceta dela), ela não falou nada, ficou me olhando fixamente e mordendo o lábio inferior inteiro.
Ela: Não é certo, sou sua sogra e poderia ser sua mãe de idade, é uma boa oferta, mas não posso aceitar.
Eu: Talvez seja a última vez que a gente fica sozinho aqui em casa, e a verdade é que minha filha não gosta muito de chupar ela (mentira) e eu tô com muita vontade, comecei a aproximar minha boca das pernas dela, ela não se mexia, só me olhava nos olhos, minhas mãos foram subindo até a cintura dela até eu conseguir ficar em posição de tirar aquele short, ao mesmo tempo dei uma peso na perna dela, acima do joelho, e ela só deu um gemidinho leve e mudou de posição, abrindo as pernas, pronta pra me dar a buceta na boca. aí ela disse:
Ela: Jura que não vai contar pra ninguém e que vai ser só isso, e depois disso nunca mais vai se repetir uma coisa assim?
Eu: Juro que é única vez, Fanny, e levo isso pro túmulo…
Ela não falou mais nada, só relaxou e jogou a cabeça pra trás. foi aí que ela levantou um pouco a bunda pra tirar o short. sem o short, vi finalmente meu desejo a centímetros da minha boca. ela tava de calcinha normal preta. comecei a tocar ela como se fosse uma flor, bem delicado, procurando o clitóris com os dedos por cima da roupa íntima. aí puxei a calcinha pro lado e lá estava a pussy dela, me esperando já molhada e pronta. não pensei duas vezes: dei uma lambida no clitóris dela. ela se contorceu toda e soltou um gemido de prazer. fui enchendo mais a boca com a buceta dela e comecei a enfiar os dedos devagar na vagina. aí ela disse:
Ela: Não, não enfia (sem oferecer muita resistência)
Meus dedos foram até o fundo da pussy dela de uma vez. comecei o vai e vem dos dedos enquanto chupava o clitóris dela. com a outra mão, comecei a acariciar os peitos dela, que sempre quis tocar. os movimentos de quadril dela foram ficando mais intensos, e eu apertava mais os lábios vaginais lindos dela com os dedos. ficamos assim uns 10 minutos, até que comecei a tocar meu pau. ela já tava muito excitada, os gemidos dela eram quase gritos. ela se levantou da posição que tava e me perguntou:
Ela: Como você faz bem, deixa eu retribuir o favor, vai? Só um pouco, se não te incomodar.
Com a cabeça, eu disse que não, e ela me deitou de barriga pra cima. começou a tirar minha calça até me tirar a cock. pegou meu pau e começou a chupar de um jeito delicioso que quase me fez gozar. eu tava impressionado e muito excitado, mas não podia perder uma oportunidade tão esperada. gozando prematuramente, então me deixei levar pelo prazer e peguei ela pela cabeça, puxei o cabelo dela e fiz com que toda a minha rola entrasse na boca dela, até o fundo por uns segundos até que ela não aguentou mais prender a respiração e tirou da boca. Fiquei de pé e ela ficou deitada de bruços na cama, então fui para o outro lado da cama e, com um movimento brusco, pedi que ela virasse de barriga pra cima…
Ela: O que você vai fazer? (enquanto se tocava no clitóris) O que você está fazendo? Já passamos dos limites, temos que parar…
Sem responder nada, puxei ela pelas pernas e abri, me preparando pra meter a rola…
Ela: Não, não mete isso, não combinamos isso, não.
Eu: Só um pouquinho, não dá pra ficar assim no meio do caminho…
Ela: Não, não me fode, isso é errado (ela estava de olhos fechados e se contorcendo de prazer).
Coloquei as pernas dela no meu corpo e aproximei meu pau da entrada da buceta dela, comecei a massagear o clitóris dela com a minha cabeça, enquanto ela pedia pra eu não fazer, sem oferecer nenhuma resistência. De uma vez só, meti e ela deu um gemido como se tivesse ficado sem ar. Já dentro, deixei uns segundos parado e comecei a masturbar o clitóris dela, e ela só se contorceu. Já estava muito excitada e nada ia nos parar. Perguntei:
Eu: Como você quer que eu faça?
Ela: Assim, assim, já me esquentou, me fode rápido…
Comecei a foder ela primeiro devagar e fui aumentando o ritmo até que estava metendo bem forte e ela começou a gemer mais alto, os gritos dela eram muito excitantes. Depois de um tempo, virei ela e sabíamos que vinha o de quatro. Ela pediu pra eu não gozar, pra segurar, mas a verdade é que eu já estava quase gozando. Por um momento, pensei em perguntar “Onde você quer que goze?”, mas pra aguentar mais, tirei e falei pra irmos pra sala pra ela espiar pela janela pra ver se vinha alguém. Ela me olhou confusa, mas levantou da cama, peguei na mão dela e fomos andando bem rápido pra sala, onde ela colocou o rosto. quase deixando ela um pouco aberta pra poder ver se alguém se aproximava da casa, a gente teria tempo de disfarçar a situação. Eu peguei ela pela cintura e meti de novo devagar, ela gemeu na hora e continuei com o vai e vem por uns minutos, tudo subiu de intensidade, começamos a suar, peguei ela pelo pescoço e comi ela com força enquanto tentava beijá-la. Assim, enquanto metia tudo, com uma mão procurei o clitóris dela e masturbei ela enquanto metia, ela já não controlava mais os gritos, tive que fazer sinal pra ela abaixar o volume pra não acordar o bebê. Peguei a perna dela, levantei no sofá pra entrar mais fundo. Depois de uns minutos de prazer sem igual, eu já não aguentava mais, ela também tava mais que molhada, a gente tava quase gozando os dois, então me preparei pra estocada final. Ela já só gemia cada vez que eu metia, não perguntei e gozei dentro dela enquanto apertava os peitos dela com as duas mãos, joguei tudo pra dentro.
Ela: aaaai nooo, por que você gozou dentro? podia ter me avisado, gostoso, mas, mas você gozou dentro, vamo ver se o Pepe não percebe.
Quando tirei, saiu um jato de fluidos que foi parar no chão, ela correu pro banheiro e eu fiquei parado, petrificado, sem saber o que fazer, não acreditava no que tinha acabado de acontecer, foi uma delícia. Pra evitar qualquer coisa, limpei a pica com papel higiênico, ela saiu do banheiro e a gente ficou se olhando nervoso, depois a gente riu, eu cheguei perto, nos abraçamos, nos beijamos e fui pra minha casa ao lado.
5 comentários - Mi suegra