-Fica tranquilo que só estamos nós dois aqui.
-Estou tranquilo, só estou surpreso com suas previsões - eu disse
-Quer que eu continue lendo sua mão ou leio seu pau?
-Faz o que você sabe fazer melhor - respondi com segurança.
Naquele momento ela empurrou a mesa, ajoelhou-se na minha frente e me pediu para tirá-lo para fora. Abaixei meu jeans e, antes de baixar a cueca, ela meteu a mão e começou a acariciá-lo. Meu membro mal estava começando a ficar duro quando ela o tirou para fora e começou a percorrê-lo com as pontas dos dedos e unhas que não eram muito longas, mas sim salientes. -Você tem um futuro cheio de surpresas e loucuras, viva com paixão - ela falava enquanto minha ereção ficava cada vez mais dura. Seus olhos lindos concentraram o olhar junto com os meus, me seduzindo com sua forma ousada de adivinhar o futuro. Ela continuava me expressando infinitas previsões como versos aprendidos de horóscopo. Indubitavelmente, a jovem vinha se preparando para esse tipo de situação relacionada à astrologia.
De repente, ela aproximou muito mais seu rosto bem cuidado dos meus testículos, tanto que seu nariz farejava minhas bolas. Fez isso de maneira lenta e delicada. Naquele momento, tirou a língua e gradualmente percorreu desde meus testículos até a ponta do meu pau, que já também estava no limite de seu endurecimento. Os movimentos da minha ereção palpavam seus lábios, o que lhe causou um sorriso lindo cheio de malícia. Ela me deu um beijo enorme na base do meu pau, deixando a marca de seus lábios com batom, levantou-se, tirou a saia e sentou em sua cadeira.
Começou uma sedução sensual abrindo as pernas e me deixando ver sua calcinha. A calcinha da cigana era de algodão, branca com estampas fluorescentes; primeira vez que via um tipo de calcinha assim. A estampa brilhava sob os reflexos da pouca luz que cobria o lugar. Eu simplesmente observava seus movimentos e insinuações. Isso me provocou a correr para abaixar a calça e cravar meu pau ereto nela. Quando tentei me aproximar, ela fez um sinal de parada com a mão e disse: seu serviço está pago até aqui. Então, se você quiser que eu cumpra minhas previsões recentes, precisa pagar adiantado pelos meus serviços. Ela me mostrou uma tabela de preços e, apesar de ser uma quantia alta para minhas finanças, me permiti aquele prazer e aliviar a ansiedade por aquela bela cigana. De uma gaveta, ela tirou uma maquininha e debitou da minha cartão de crédito o valor combinado.
Ela me levou pela mão e me colocou atrás das cortinas escuras que haviam chamado minha atenção momentos antes. Era um quarto bem equipado, com uma cama enorme, um closet gigante e uma cabine de banho translúcida. Ela me acomodou na cama e se jogou sobre mim, me deixando completamente nu. Tirou as sandálias que estava usando, ficou de pé na cama e, sobre mim, desfez o nó da camisa, revelando seus seios naturais protuberantes, bem firmes e com mamilos rosados. Ela parecia orgulhosa deles, esfregou-os pelo meu corpo, passou óleo nos seios e começou a esfregar delicadamente no meu pau. Eu aproveitava ao máximo a pele sensível de suas tetas deslizando no meu pau duro.
Depois, ela passou óleo nas nádegas e encharcou toda a calcinha, que começou a ficar translúcida, revelando sua buceta lisinha. Ela se posicionou de costas para mim, colocando a bunda no meu pau e permitindo que eu apalpasse seu bumbum avantajado. Minhas mãos percorriam suas nádegas e suas costas – era uma visão espetacular – enquanto ela esfregava a bunda e a buceta no meu pau. Até que ela me passou uma camisinha, que coloquei rapidamente, puxou a calcinha de lado e começou a enterrar centímetro a centímetro meu pau rígido. Quando o inseriu completamente, começou a cavalgar, enquanto eu, com as mãos, mantinha a calcinha puxada para não atrapalhar seu galope, mas, ousadamente, aproveitava para apertar sua nádega. direita e enfiar meu dedo no seu cu. Para ela foi normal, aparentemente gostou e acelerou o ritmo para me fazer gozar. Efetivamente conseguiu rapidamente, continuei aproveitando até que a força da minha ereção começou a diminuir. Ela só disse "Que delícia". Me ofereceu mais tempo e outra partida, mas não aceitei, já tinha curtido o prazer das previsões dela.
Tomei um banho, me troquei, saí do quarto e lá estava meu amigo com um sorriso que denotava felicidade. Aparentemente ele também tinha feito um grande serviço. No caminho ele me contou muito mais sobre os serviços desse lugar. Espero logo contar o que considero a melhor experiência nesse encontro de roles.
-Estou tranquilo, só estou surpreso com suas previsões - eu disse
-Quer que eu continue lendo sua mão ou leio seu pau?
-Faz o que você sabe fazer melhor - respondi com segurança.
Naquele momento ela empurrou a mesa, ajoelhou-se na minha frente e me pediu para tirá-lo para fora. Abaixei meu jeans e, antes de baixar a cueca, ela meteu a mão e começou a acariciá-lo. Meu membro mal estava começando a ficar duro quando ela o tirou para fora e começou a percorrê-lo com as pontas dos dedos e unhas que não eram muito longas, mas sim salientes. -Você tem um futuro cheio de surpresas e loucuras, viva com paixão - ela falava enquanto minha ereção ficava cada vez mais dura. Seus olhos lindos concentraram o olhar junto com os meus, me seduzindo com sua forma ousada de adivinhar o futuro. Ela continuava me expressando infinitas previsões como versos aprendidos de horóscopo. Indubitavelmente, a jovem vinha se preparando para esse tipo de situação relacionada à astrologia.
De repente, ela aproximou muito mais seu rosto bem cuidado dos meus testículos, tanto que seu nariz farejava minhas bolas. Fez isso de maneira lenta e delicada. Naquele momento, tirou a língua e gradualmente percorreu desde meus testículos até a ponta do meu pau, que já também estava no limite de seu endurecimento. Os movimentos da minha ereção palpavam seus lábios, o que lhe causou um sorriso lindo cheio de malícia. Ela me deu um beijo enorme na base do meu pau, deixando a marca de seus lábios com batom, levantou-se, tirou a saia e sentou em sua cadeira.
Começou uma sedução sensual abrindo as pernas e me deixando ver sua calcinha. A calcinha da cigana era de algodão, branca com estampas fluorescentes; primeira vez que via um tipo de calcinha assim. A estampa brilhava sob os reflexos da pouca luz que cobria o lugar. Eu simplesmente observava seus movimentos e insinuações. Isso me provocou a correr para abaixar a calça e cravar meu pau ereto nela. Quando tentei me aproximar, ela fez um sinal de parada com a mão e disse: seu serviço está pago até aqui. Então, se você quiser que eu cumpra minhas previsões recentes, precisa pagar adiantado pelos meus serviços. Ela me mostrou uma tabela de preços e, apesar de ser uma quantia alta para minhas finanças, me permiti aquele prazer e aliviar a ansiedade por aquela bela cigana. De uma gaveta, ela tirou uma maquininha e debitou da minha cartão de crédito o valor combinado.
Ela me levou pela mão e me colocou atrás das cortinas escuras que haviam chamado minha atenção momentos antes. Era um quarto bem equipado, com uma cama enorme, um closet gigante e uma cabine de banho translúcida. Ela me acomodou na cama e se jogou sobre mim, me deixando completamente nu. Tirou as sandálias que estava usando, ficou de pé na cama e, sobre mim, desfez o nó da camisa, revelando seus seios naturais protuberantes, bem firmes e com mamilos rosados. Ela parecia orgulhosa deles, esfregou-os pelo meu corpo, passou óleo nos seios e começou a esfregar delicadamente no meu pau. Eu aproveitava ao máximo a pele sensível de suas tetas deslizando no meu pau duro.
Depois, ela passou óleo nas nádegas e encharcou toda a calcinha, que começou a ficar translúcida, revelando sua buceta lisinha. Ela se posicionou de costas para mim, colocando a bunda no meu pau e permitindo que eu apalpasse seu bumbum avantajado. Minhas mãos percorriam suas nádegas e suas costas – era uma visão espetacular – enquanto ela esfregava a bunda e a buceta no meu pau. Até que ela me passou uma camisinha, que coloquei rapidamente, puxou a calcinha de lado e começou a enterrar centímetro a centímetro meu pau rígido. Quando o inseriu completamente, começou a cavalgar, enquanto eu, com as mãos, mantinha a calcinha puxada para não atrapalhar seu galope, mas, ousadamente, aproveitava para apertar sua nádega. direita e enfiar meu dedo no seu cu. Para ela foi normal, aparentemente gostou e acelerou o ritmo para me fazer gozar. Efetivamente conseguiu rapidamente, continuei aproveitando até que a força da minha ereção começou a diminuir. Ela só disse "Que delícia". Me ofereceu mais tempo e outra partida, mas não aceitei, já tinha curtido o prazer das previsões dela.
Tomei um banho, me troquei, saí do quarto e lá estava meu amigo com um sorriso que denotava felicidade. Aparentemente ele também tinha feito um grande serviço. No caminho ele me contou muito mais sobre os serviços desse lugar. Espero logo contar o que considero a melhor experiência nesse encontro de roles.
0 comentários - La gitana II