Boa noite, querida comunidade. Dessa vez, trago pra vocês um relato que aconteceu uns anos atrás. Titulei ele:
A gostosa...
Era o ano de 2012, naquela época eu tava dando aulas de artes marciais e numa das minhas turmas tinha uma aluna de aparência inocente, dedicada, bem miudinha, a típica lolita, garota, os lábios carnudos, os peitinhos pequenos mas durinhos e empinadinhos pra cima, a bunda dela era carnuda e bem saliente pro corpo dela e bem redondinha, uma gostosa que não passava despercebida. Ela vivia me fazendo perguntas sobre a nossa disciplina, e várias vezes a gente ficava depois do horário conversando.
Assim fomos, começando um vínculo, no início de professor e aluna, cheios de admiração, respeito e um carinho inevitável.
Sempre fui consciente desse "poder" do papel de educador e em poucas oportunidades cruzei esse limite.
Mas dessa vez, me pegou meio de surpresa...
O salão onde eu dava aula tinha uma pequena moradia onde a gente guardavaOs materiais de treino, tatames, som, etc. Com a galera do grupo, a gente tinha preparado esse espaço pra fazer encontros de cine debate, outras oficinas complementares, etc.
Depois das aulas, a Mariana me ajudava a guardar tudo e a gente ficava tomando uma gelada.
Assim, todas as aulas, aí a gente começou a almoçar junto depois do treino e aproveitava esses momentos pra planejar as aulas do mês.
Foi assim que, num dia de calor da porra, depois de treinar e almoçar juntos, a gente se refrescou com uma mangueira no pátio interno do terreno, ficandoEu sem camisa e de short, ela com um topzinho e um shortinho.depois de nos refrescarmos e da vergonha de nos vermos com menos roupas do que o normal, decidimos ver algum documentário. claro que era uma desculpa pra passar mais tempo juntos e mais perto.
foi assim que preparamos tudo pra ver um filme, e num momento pergunto se posso deitar a cabeça no colo dela, ela diz que sim e logo já tava sentindo as mãos dela brincando com meu cabelo.
eu curtia o carinho dela e nessa hora ela me pergunta, não lembro o quê, e eu fico olhando pra cima e meu nariz encosta no mamilo dela, juro que foi automático, na hora já tava com o mamilo dela nos meus lábios, o suspiro dela foi a aprovação pra morder e começar a nos acariciar mais profundamente.
nós deitamos no sofá onde estávamos e as mãos dela foram direto pra minha virilha, ela pegou na minha pica e a cara de satisfação dela mudou pra desvairada, ela me olha e fala no meu ouvido, que grossa que tá, garoto, nessa hora os ratos na minha cabeça tavam numa festa clandestina em plena pandemia (tava viajando, haha).
começo a tocar ela e ganho um dos presentes mais lindos que já tive na vida, começo a sentir os lábios carnudos e completamente molhados dela, eu me sentia no paraíso, se tem uma coisa que me deixa louco são bucetas, e eu tinha encontrado uma que ainda era puro mel...
ela se ajeita em cima de mim esfregando a bunda na minha pica, e era um espetáculo ver e sentir aquela mina se contorcendo toda sentindo minha pica grande, grossa e dura.
eu continuava metendo o dedo nela e fascinado com o novo potencial que tava descobrindo, ao mesmo tempo fascinado com a mariana que não parava de me masturbar com aquela raba linda.
na hora ela tava de joelhos e eu de pé perto do sofá, e aí sim, ela começa um boquete que até hoje lembro. Ela pega na minha pica desde a raiz e começa a chupar fazendo barulho de desarrolhar, passa ela no rosto todo, beija e come inteira, engasga e quando tira da boca fala:
- Quero morder ela. comer ela toda!!
eu:
- Isso mesmo, gata, morde. É toda sua!!
Pego ela pelos cabelos e faço ela enfiar tudo de uma vez até não conseguir respirar, isso deixou ela toda puta no cio. Ela se deita no sofá de barriga pra cima e continua chupando minha pica, eu continuo enfiando dedo nela. Nessa altura, ela era uma cachoeira de melado. Não sei se era a idade dela, o tesão ou o quê, mas era recorrente a quantidade de melado que essa mulher jorrava. Pra mim, era um licor, meu elixir. Mais de uma vez eu me banhei literalmente com o melado dela, era tanto que jorrava que comecei a me besuntar inteiro com a buceta molhada dela, passava no peito, no rosto, me esfregava todo com o cheiro dessa mulher que já tava no ponto.
Aí, começo a dar uma boa chupada na buceta e no cu dela, e ela se entrega com espasmos, gozando na minha cara. Ah, que delícia foi receber a primeira ejaculação dela com a minha boca chupando o clitóris e meu dedo brincando no cu dela.
Já não aguentávamos mais o tesão. Ela se ajoelha no sofá, oferecendo a xereca, empinando a bunda, e eu penetro devagar, mas até sentir minhas bolas batendo na cintura dela. Ela pega nas minhas bolas e diz:
- Fica um pouquinho assim que eu quero sentir essa pica deliciosa enchendo toda a minha buceta. Sou toda puta!!
Quando ela disse "sou toda puta", minha visão escureceu. Peguei ela pela cintura e comecei o vai e vem, primeiro pra ela sentir a ponta, e ela já tava me xingando pra eu meter fundo. Eu continuei torturando ela de desejo, enfiava a ponta, depois uma metida profunda e voltava com as pontadas, assim até que, por último, enfiava tudo. Ela xingava como a puta no cio em que tinha se transformado.
- Sim, neném, me goza toda, assim, siiiim!!!
Ficamos assim por um bom tempo, trocamos de posição, eu sentei no sofá e ela montou em mim de frente, começou a rebolar. Eu massageava os peitos dela com força e chupava até ficarem vermelhos de tanta pressão. Ela era um mar onde eu me afogava no licor dela. Transamos intensamente por horas, até gozarmos juntos, rindo, suados, bem fodidos, muito bem fodidos...
Mas esse foi só o primeiro encontro. Depois vieram outros mais intensos, passionais ao extremo.
Após o primeiro encontro, ela me contava que, nas vezes que ficou para me ajudar, voltava para casa super excitada e se acabava na punheta pensando que, em uma dessas oportunidades, eu ia dar em cima dela pra foder. Por isso, no dia em que transamos, ela estava tão tesuda.
Eu, desse primeiro encontro, fiquei obcecado pela bunda dela. Tinha aproveitado muito e queria comê-la pelo cu, mas ela tinha medo de doer. A desculpa dela era que era feito para cagar e não para entrar nada, que já tinha tentado e que tinham feito ela sentir dor.
Ela tinha medo, sim, mas também adorava a ideia de ser fodida. Foi assim que, com tempo e dedicação, eu comi aquela bunda linda.
Ela virou uma viciada em anal, tanto que preferia que eu comesse ela primeiro pelo cu e depois pela buceta. Todo encontro era super passional; transávamos como coelhos todos os dias, o dia inteiro.
A garota transcendeu na minha memória e ganhou seu lugar por isso, por ser o primeiro sexo anal que ambos aproveitávamos. Não precisava pedir nada; ela mesma enfiava tudo sozinha...
Talvez mais adiante eu conte outro episódio com a magrinha, minha lolita, a garota. Marianita...
Aaaah, o que eu daria para ter mais uma vez com o rabo empinado na minha cara de alguma lolita!
Saudações!
A gostosa...
Era o ano de 2012, naquela época eu tava dando aulas de artes marciais e numa das minhas turmas tinha uma aluna de aparência inocente, dedicada, bem miudinha, a típica lolita, garota, os lábios carnudos, os peitinhos pequenos mas durinhos e empinadinhos pra cima, a bunda dela era carnuda e bem saliente pro corpo dela e bem redondinha, uma gostosa que não passava despercebida. Ela vivia me fazendo perguntas sobre a nossa disciplina, e várias vezes a gente ficava depois do horário conversando.
Assim fomos, começando um vínculo, no início de professor e aluna, cheios de admiração, respeito e um carinho inevitável.
Sempre fui consciente desse "poder" do papel de educador e em poucas oportunidades cruzei esse limite.
Mas dessa vez, me pegou meio de surpresa...
O salão onde eu dava aula tinha uma pequena moradia onde a gente guardavaOs materiais de treino, tatames, som, etc. Com a galera do grupo, a gente tinha preparado esse espaço pra fazer encontros de cine debate, outras oficinas complementares, etc.
Depois das aulas, a Mariana me ajudava a guardar tudo e a gente ficava tomando uma gelada.
Assim, todas as aulas, aí a gente começou a almoçar junto depois do treino e aproveitava esses momentos pra planejar as aulas do mês.
Foi assim que, num dia de calor da porra, depois de treinar e almoçar juntos, a gente se refrescou com uma mangueira no pátio interno do terreno, ficandoEu sem camisa e de short, ela com um topzinho e um shortinho.depois de nos refrescarmos e da vergonha de nos vermos com menos roupas do que o normal, decidimos ver algum documentário. claro que era uma desculpa pra passar mais tempo juntos e mais perto.
foi assim que preparamos tudo pra ver um filme, e num momento pergunto se posso deitar a cabeça no colo dela, ela diz que sim e logo já tava sentindo as mãos dela brincando com meu cabelo.
eu curtia o carinho dela e nessa hora ela me pergunta, não lembro o quê, e eu fico olhando pra cima e meu nariz encosta no mamilo dela, juro que foi automático, na hora já tava com o mamilo dela nos meus lábios, o suspiro dela foi a aprovação pra morder e começar a nos acariciar mais profundamente.
nós deitamos no sofá onde estávamos e as mãos dela foram direto pra minha virilha, ela pegou na minha pica e a cara de satisfação dela mudou pra desvairada, ela me olha e fala no meu ouvido, que grossa que tá, garoto, nessa hora os ratos na minha cabeça tavam numa festa clandestina em plena pandemia (tava viajando, haha).
começo a tocar ela e ganho um dos presentes mais lindos que já tive na vida, começo a sentir os lábios carnudos e completamente molhados dela, eu me sentia no paraíso, se tem uma coisa que me deixa louco são bucetas, e eu tinha encontrado uma que ainda era puro mel...
ela se ajeita em cima de mim esfregando a bunda na minha pica, e era um espetáculo ver e sentir aquela mina se contorcendo toda sentindo minha pica grande, grossa e dura.
eu continuava metendo o dedo nela e fascinado com o novo potencial que tava descobrindo, ao mesmo tempo fascinado com a mariana que não parava de me masturbar com aquela raba linda.
na hora ela tava de joelhos e eu de pé perto do sofá, e aí sim, ela começa um boquete que até hoje lembro. Ela pega na minha pica desde a raiz e começa a chupar fazendo barulho de desarrolhar, passa ela no rosto todo, beija e come inteira, engasga e quando tira da boca fala:
- Quero morder ela. comer ela toda!!
eu:
- Isso mesmo, gata, morde. É toda sua!!
Pego ela pelos cabelos e faço ela enfiar tudo de uma vez até não conseguir respirar, isso deixou ela toda puta no cio. Ela se deita no sofá de barriga pra cima e continua chupando minha pica, eu continuo enfiando dedo nela. Nessa altura, ela era uma cachoeira de melado. Não sei se era a idade dela, o tesão ou o quê, mas era recorrente a quantidade de melado que essa mulher jorrava. Pra mim, era um licor, meu elixir. Mais de uma vez eu me banhei literalmente com o melado dela, era tanto que jorrava que comecei a me besuntar inteiro com a buceta molhada dela, passava no peito, no rosto, me esfregava todo com o cheiro dessa mulher que já tava no ponto.
Aí, começo a dar uma boa chupada na buceta e no cu dela, e ela se entrega com espasmos, gozando na minha cara. Ah, que delícia foi receber a primeira ejaculação dela com a minha boca chupando o clitóris e meu dedo brincando no cu dela.
Já não aguentávamos mais o tesão. Ela se ajoelha no sofá, oferecendo a xereca, empinando a bunda, e eu penetro devagar, mas até sentir minhas bolas batendo na cintura dela. Ela pega nas minhas bolas e diz:
- Fica um pouquinho assim que eu quero sentir essa pica deliciosa enchendo toda a minha buceta. Sou toda puta!!
Quando ela disse "sou toda puta", minha visão escureceu. Peguei ela pela cintura e comecei o vai e vem, primeiro pra ela sentir a ponta, e ela já tava me xingando pra eu meter fundo. Eu continuei torturando ela de desejo, enfiava a ponta, depois uma metida profunda e voltava com as pontadas, assim até que, por último, enfiava tudo. Ela xingava como a puta no cio em que tinha se transformado.
- Sim, neném, me goza toda, assim, siiiim!!!
Ficamos assim por um bom tempo, trocamos de posição, eu sentei no sofá e ela montou em mim de frente, começou a rebolar. Eu massageava os peitos dela com força e chupava até ficarem vermelhos de tanta pressão. Ela era um mar onde eu me afogava no licor dela. Transamos intensamente por horas, até gozarmos juntos, rindo, suados, bem fodidos, muito bem fodidos...
Mas esse foi só o primeiro encontro. Depois vieram outros mais intensos, passionais ao extremo.
Após o primeiro encontro, ela me contava que, nas vezes que ficou para me ajudar, voltava para casa super excitada e se acabava na punheta pensando que, em uma dessas oportunidades, eu ia dar em cima dela pra foder. Por isso, no dia em que transamos, ela estava tão tesuda.
Eu, desse primeiro encontro, fiquei obcecado pela bunda dela. Tinha aproveitado muito e queria comê-la pelo cu, mas ela tinha medo de doer. A desculpa dela era que era feito para cagar e não para entrar nada, que já tinha tentado e que tinham feito ela sentir dor.
Ela tinha medo, sim, mas também adorava a ideia de ser fodida. Foi assim que, com tempo e dedicação, eu comi aquela bunda linda.
Ela virou uma viciada em anal, tanto que preferia que eu comesse ela primeiro pelo cu e depois pela buceta. Todo encontro era super passional; transávamos como coelhos todos os dias, o dia inteiro.
A garota transcendeu na minha memória e ganhou seu lugar por isso, por ser o primeiro sexo anal que ambos aproveitávamos. Não precisava pedir nada; ela mesma enfiava tudo sozinha...
Talvez mais adiante eu conte outro episódio com a magrinha, minha lolita, a garota. Marianita...
Aaaah, o que eu daria para ter mais uma vez com o rabo empinado na minha cara de alguma lolita!
Saudações!
2 comentários - A gostosa
Gracias!