A história que vou contar aconteceu uns meses atrás. Meu velho vinha me falando que queria fazer uma festinha sexual comigo e o amigo dele, Carlos. Como os dois moram com suas parceiras, tinha que ser no meu apê. Eles combinaram com duas "amigas" para um sábado à tarde. Nesse sábado, eles vieram ao meio-dia e primeiro comemos algo nós três. Depois de um tempo, uma delas mandou mensagem dizendo que uma não ia poder vir, só ela. Antes dela chegar, Carlos e meu velho tomaram um comprimidinho de viagra pra garantir mais de uma gozada. Ela chegou, é uma mulher morena de uns 35 anos, baixinha, caderona/bunduda, peitos pequenos, não muito bonita mas muito simpática e gente boa. Eles três já se conheciam e, assim que entrou no apê, tirou a máscara e beijou os dois na boca. Depois me cumprimentou e também me beijou. Batemos um papo os quatro pra deixar claro os limites, já que seria ela sozinha contra nós três. Tiramos a roupa, fomos pro meu quarto e eles três tomaram a iniciativa. Meu velho começou beijando ela e Carlos chupava os peitos dela. Depois ela sentou na cama e começou a chupar as picas, um pouco de uma, um pouco da outra. Eu fiquei olhando porque não sabia bem o que fazer, ela mal dava conta de duas picas. Num momento ela disse: "Vai, coração, chega perto que eu chupo a sua." Cheguei perto deles e ela pegou na minha rola pra chupar. Ia se revezando com cada uma. Depois disso, ela pediu pra começar a transar e deitou na cama, falou: "Sabem que sou bem porquinha, então me comam que quero todo o leite de vocês." Rimos e meu velho foi o primeiro a comer ela com as pernas bem abertas. O amigo dele, Carlos, enquanto isso, chupava os bicos dos peitos dela enquanto ela levava as investidas do meu velho. Olhei por um tempo e depois me juntei ao Carlos chupando o outro peito dela. Depois de comer ela por um bom tempo, meu velho avisou que ia gozar, e Carlos e eu saímos de cima dela. Ele gozou uma boa quantidade nos peitos e na barriga dela, que ela mesma espalhou. Logo Terminei, meu velho. Carlos entrou pra chupar a buceta dela com gosto e ela parecia adorar. Depois começou a meter nela com os pés apoiados nos ombros dela. Enquanto isso, eu ia batendo uma pra manter a ereção. Aí trocaram, Carlos deitou e ela passou a cavalgar ele. Eu olhava por trás dela e era incrível ver aquela rabuda subindo e descendo. Ela gemia cada vez mais e se mexia tão rápido que Carlos não aguentou e gozou. Ela levantou com a buceta escorrendo porra e me disse: "Vai, gato, vem que tô tesuda." Ela chupou um pouquinho pra deixar bem dura e subiu em cima de mim pra cavalgar. Era uma delícia e o barulho do choque dos nossos corpos era tão forte quanto os gemidos dela. Dava pra ver que ela tava no fogo, eu aguentava os movimentos dela como podia. Depois de um tempo, ela gozou com um gemidão. Ficou meio cansada e me perguntou: "Como você quer terminar, lindo?" Respondi: "Chupa e tira minha porra." Ela levantou de cima de mim e começou a mamar com vontade, usando as mãos. Não demorei muito e gozei na boca dela. Ela cuspiu minha porra no corpo dela e espalhou com as mãos. Ficamos exaustos, mas meu velho já tava com o pau meia-bomba pronto pro segundo round. Ela disse pra gente: "Vocês são uns garanhões, não me deixam respirar." Não demorou pra ela pendurar na pica do meu velho e chupar. Num momento, ela parou e pediu pra eu trazer água pra beber. Saí do quarto pra pegar uma garrafa d'água. Quando voltei, ela já tava chupando o Carlos de novo. Dei a garrafa, ela tomou água e continuou mamando nos dois. Eu sentei pra ver eles e me recuperar pro segundo. Depois de um tempo, meu velho começou a meter nela de quatro enquanto ela continuava chupando o Carlos, que tava na frente dela. Meu velho metia com tudo, dava pra ouvir forte o "plaff plaff plaff plaff"! Nisso, o celular do meu velho tocou, peguei e avisei que era a mulher dele. Ele diminuiu muito a intensidade e disse: "Não façam barulho, vou atender e não quero parar." Começou a falar. com a mulher dele enquanto continuava comendo devagar. Era óbvio que a mulher estava desconfiada e pedia pra ele voltar pra casa, ele convenceu ela que voltava daqui a pouco. Quando terminou de falar, a gente riu e ele voltou a comer ela com força até gozar dentro. Assim que meu velho tirou a pica da buceta dela, o Carlos tomou o lugar e continuou comendo ela de quatro. Meu velho se despediu dando um beijo na boca dela, passou no banheiro, se vestiu e saiu pra casa. Comecei a ficar de pau duro e, enquanto o Carlos comia ela, eu fiquei na frente dela pra ela me chupar. O Carlos comeu ela por um bom tempo até tirar a pica e gozar no cu e nas costas dela. Nem preciso dizer que ela já tava toda lambuzada com nossa porra, não tinha quase nenhum lugar limpo e o cheiro de suor e sêmen tava terrível. Ela ficou de quatro e eu comecei a comer ela. Como já tava bem cansada, comi ela um pouco e gozei na buceta dela. Ela ficou exausta e cheia de porra pelo corpo todo, mas feliz. Descansou um pouco deitada na cama e depois foi no banheiro tomar banho e limpar toda a bagunça que a gente fez nela. Depois do banho, a gente tomou algo os três e eu fui abrir a porta pra eles irem embora. Depois tive que trocar meus lençóis e limpar tudo direitinho, mas valeu a pena pela festa que a gente fez.
1 comentários - Mucho huevo, mucha leche, pero poca almeja