Quando saí do escritório, fomos pra balada dançar e tomar uns drinks. Só que aquele dia foi bem diferente: já passava da meia-noite quando, na mesa do lado, tinha um senhor muito bem vestido, de terno, e ele perguntou se podia sentar com a gente. A gente disse que sim, sem problema. Ele ofereceu uma dose da garrafa dele e a gente continuou dançando e bebendo. Lá pras 2 da manhã, ele começou a se despedir, dizendo que ia pra casa, e perguntou se alguém queria ir junto, que dava uma carona. Eu falei que sim, porque era perto de onde eu morava. Entramos no carro e no caminho ele perguntou se eu queria um drink, me convidando pra casa dele. Já dentro da casa, ele pegou uma garrafa e a gente começou a conversar sobre tudo. O tempo passou rápido, e eu falei que já precisava ir. Ele disse: "Fica mais um pouco, depois você vai, deixa eu clarear a ideia. Além disso, minha cama é grande, cabe nós dois." Já dentro do quarto, ele falou: "Eu durmo sem roupa." Começou a se despir e não tava de cueca. E uau, vi que ele tinha uma pica enorme, ele era de pele branca. E disse: "Fica à vontade, não vai acontecer nada, vamos dormir." Só tirei os sapatos e deixei a roupa, me deitei assim. "Tira a roupa, senão vai amassar, e você vai ficar mais confortável." No fim, tirei a calça e a camisa, fiquei só de camiseta e cueca. Já nós dois na cama, sentia o cheiro da loção dele, cheirava bem gostoso. Ele se virou e colocou o pau dele, ainda meio mole, no meu cu, até pra neguinha, e me abraçou, me puxou mais pra perto dele, começou a beijar minhas costas e com as mãos baixou minha cueca. O pau dele já tava mais duro e molhado, e com a mão ele tirou minha camiseta, acariciou meus peitos, apontou bem o pau no meu cuzinho e começou a furar. "Que cu gostoso você tem, neguinha", quando a cabeça entrou. Aíiiii, dói. E ele disse: "A dor é prazer, neguinha, já tamo aqui." E começou a meter mais fundo, eu só sentia como roçava as paredes do meu cu, o pau dele entrando e saindo. Ele tirou os lençóis e ficou de barriga pra cima, e o pau dele parecia um tronco. "Vem, neguinha, senta, sobe e desce. O pior já passou. Ele me pegou pela cintura e me encaixou de novo na rola dele, e eu comecei a cavalgar sozinha. "Assim mesmo, negrinha, come meu pau." "Sim, papai, você gosta da minha bunda? Ahhh, não para, sou sua putinha." Ficamos assim por um tempo. Ele se levantou, foi ao banheiro, lavou a rola, e eu fiquei deitada na cama. "Vem, senta aqui." Ele se sentou na minha frente com aquela pica enorme, bem dura e cheia de veias. "Quero que você me chupe bem gostoso, negrinha. Abre a boca." E começou a enfiar. Ele segurou minha cabeça e eu comecei a chupar. Minha língua brincava com a cabeça dele, aquele mel entre salgado e doce, o suor do perfume dele estava na minha boca. "Agora chupa minhas bolas, negrinha." Mal cabiam na boca. Eu fazia tudo o que ele queria. "Vem, fica de quatro e levanta essa bunda." Ele me colocou na beirada da cama, com o cu pra cima, me deixou toda putinha. Com as mãos, ele abriu meu cu e começou a comer meu ânus, a puta da língua dele brincando ao redor, encheu de saliva e começou a furar uma vez e outra. E com as mãos, ele agarrou meu pau e me fez gozar, me fez ver estrelinhas. E senti ele encher meu cu de porra quente. "Que gostoso, negrinha. De agora em diante, você vai ser minha putinha.
2 comentários - Elena: Sexta social com um Coroa Gostoso