Karen. Uma Slut Madura III.

Como eu já disse na nossa história anterior da série "Karen. Uma vadiazona madura (II)", o negro Ramón, meu ex, foi para a Galícia, mas não antes de ter criado aquele grupo no WhatsApp entre Enrique, Ramón e eu, chamado "Três Mosqueteiros". Só adianto ao leitor que em breve seríamos 4, e eu a D'Artagnan dos três. A chefe. Naquele dia, Ramón mandou uma mensagem no grupo.
-Oi!!!.
-Oi, Ramón.
-Vamos pra lá.
O plural me deixou um pouco na defensiva. Eu não queria mais nenhum amigo, nem do Enrique nem do Ramón.
-Ehhhh?... Vamos???. Com quem?.
-Vou com a Erica, minha mulher.
Ele mandou uma foto dela. A Erica era o oposto de mim. Uma mulher mais jovem e bem fibrada. Com peitinhos pequenos e muito tribal. Ela parecia a Michonne, a negra de "The Walking Dead". Eu pensei...
-Ai, mãe... o Ramón é tão novinho que deve ter contado tudo pra mulher dele...
O Enrique me mandou uma mensagem privada dizendo...
-Acho que se você quer continuar com seu joguinho, não vai ser a única mulher...
O Enrique era aquele típico homem que sempre se adiantava a tudo, e com razão. Voltei a receber um WhatsApp no meu particular. Era uma foto em que se via o Ramón com sua pica negra de uns 20 centímetros em ereção.
-Porra!!!, exclamou... que pica!!!. Me deu água na boca só de ver aquele membro duro, venoso e negro como carvão. Três rios de porra escorriam de cima a baixo, encharcando suas bolas duras como pedra. No pé da foto estava escrito...
"Acabei de me masturbar pensando em você... olha como você me deixou, amor...".
Fiquei supertesão com isso.
E que mulher não ficaria?
Passados 5 minutos, quando ainda não tinha me recuperado da mensagem anterior, recebi outra foto. Nela, dava pra ver a Erica engolindo a pica do Ramón até a metade dos seus cerca de 20 centímetros, sem usar as mãos.
Na foto, a Erica piscava o olho esquerdo pra mim, como me convidando para chupar também.
Fiquei terrivelmente com ciúmes daquela mulher. O karma do Enrique estava se cumprindo. Eu não era a única...
-Maldita negra!!!. Exclamei... Ramon e Erica apareceram num sábado na minha casa, quando eu estava com Enrique. Saí um momento com Enrique para a cozinha preparar um aperitivo para nossos convidados e disse a ele...
—Como você fica de olho nessa negra...
—Porra, é que ela é uma gostosa.
Ele não estava errado. Erica era uma mulher de estatura média. Esbelta e fibrada, com muito pouco peito. Seu cabelo estava cacheado em tranças, e o lado direito do crânio ela mantinha completamente raspado, o que a fazia parecer a imagem de um androide. Sua boca era grande e carnuda, e sua pele era negra e lisa. Nela não se via um único pelo. Para piorar, tinha uns olhos de um azul intenso como o mar, capazes de intimidar qualquer um com um olhar. Além disso, bebia como uma cossaca e falava um espanhol culto e correto. E ainda... inteligente e perfeitamente sintonizada com Ramon como casal.
Depois de uma hora de conversa, Ramon não ficou com rodeios e trouxe o sexo como tema de conversa. Dava para ver que Erica estava confortável e cúmplice com Ramon. Embora eu tivesse ficado excitada só de pensar em ter o pau do Ramon na minha boca de novo, não sabia determinar como aquela demônia de mulher reagiria na cama.
Enrique exclamou...
—Vamos experimentar?
Era evidente que Enrique queria experimentar aquela petarda.
Erica não fez cerimônia e colocou seus peitinhos pequenos para fora, tirando uma camiseta amarela justa que contrastava perfeitamente com o tom de sua pele.
Ramon e Enrique começaram a chupá-los. Evidentemente, não eram meus grandes peitos de madura que não cabiam nas mãos deles, mas eram firmes e bonitos.
Erica se contorcia como uma putinha entre os dois, até que Enrique teve a ousadia de tirar seu pau enorme e colocá-lo na boca dela. Ramon fez o mesmo.
Erica começou a chupar aquelas duas picas como uma possessa.
—Porra, Ramon, ela consegue colocar as duas na boca...
Erica exclamava...
—MMMMMMM!!!!
Chupando sem parar aqueles dois rabos de cores diferentes.
—Chupa!!! —disse Ramon, esfregando seu pau por todo o rosto da negra. Eu estava pasma com como aquela mulher conseguia satisfazer aqueles dois homens que moviam seus paus como satélites em volta daquela putinha. A Érica até revirava os olhos de paixão, entregando-se completamente e exclamando...
- Vamos, porcos, vocês são uns porcos. Gostam de como eu chupo?

Essa frase me deixou com um tesão da porra e comecei a apalpar meus peitos, que já estavam pra fora da minha camiseta, bem durinhos. Mesmo morrendo de ciúmes porque aqueles homens nem olhavam pra mim, corri pro meu quarto pegar meu vibrador.
- Aonde você vai, Karen? – perguntou o Ramon.
- Sei lá, Ramon. Eu tô focado nisso aqui... – exclamou o Enrique.

Tirei minha calcinha e comecei a esfregar minha buceta com a ajuda do vibrador.
- Ahhhh... olha pra onde ela foi...!!

O Ramon se livrou da Érica e, com seu pauzão na mão, enfiou na minha boca enquanto meu vibrador trabalhava minha buceta.
- Você também quer, hein...?

Mesmo segurando aquele pauzão com as duas mãos, os músculos da minha buceta eram fortes e treinados o suficiente pra que meu aparelho não saísse da minha caverna, vibrando que nem louco. De lado, eu observava a Érica chupando o pau do Enrique, que gemía sem parar. O pau de ébano do Ramon estava tão duro que aquela veia percorria todo o tronco dele, parecendo que ia explodir a qualquer momento. Um espasmo extraordinário de prazer percorreu meu corpo todo e eu gozei fácil. O Ramon tirou o pau da minha boca e, enquanto eu gozava, pude ver aquele tronco enorme pulsando e brilhando sob a luz, enquanto meu vibrador escapava sem dó do interior da minha buceta e caía no chão.
- Gozou, hein? Karen...
- Mmmm... sim... Ramon... hummmm!!!
- Vem aqui, meu bem...

O Ramon deitou comigo no sofá e começou a beijar minha nuca e acariciar meus peitos por trás. Eu estava completamente tomada pelas mãos e pela boca daquele homem. Me senti uma deusa. Enquanto isso, a Érica continuava chupando meu namorado.

Depois que me recuperei, o Ramon pegou no pau, puxando a pele pra cima e pra baixo e esfregando a cabecinha na minha buceta, que já estava quase... Endireitada, ele conseguiu introduzir na minha buceta, terminando de ficar completamente duro dentro de mim e começou a bombear por trás, beijando meu cabelo, pescoço e dizendo coisas gostosas no meu ouvido, de um jeito que só eu podia ouvir.
- Como eu te quero, Karen... você é a mulher da minha vida, amor... Vou te amar sempre...!!!
- Você gosta, amor???.
- Sim, Ramón. Me dá mais, querido. Eu preciso...
Ramón pegou meus peitos eretos com as mãos enquanto enfiava dentro de mim com força e paixão.
O contraste das mãos negras dele nos meus peitos brancos era eletrizante. Eu fazia o que podia, levantando uma das pernas para que ele me penetrasse com mais facilidade, mas o pauzão dele naquela posição já dava conta sem sair, e comecei a acariciar meu clitóris. Eu queria mais.
Nos deixamos levar por tanta paixão que Erica e Enrique perceberam perfeitamente que não estávamos só transando, mas fazendo amor. Era isso.
A cada enfiada, um gemido baixo escapava da minha boca, pois o pau dele raspava no meu útero. Eu me sentia cheia de amor.
Um líquido branco começou a envolver o pau do Ramón. Era minha lubrificação, molhando tudo. Consegui pegar meu vibrador do chão com a mão direita e desliguei como pude.
- Sabe o que está acontecendo comigo, Karen?.
- O que, amor?.
- Eu vou gozar agora.
- Espera por mim, amor... só mais um pouco...
Ramón tirou o pau de mim com dificuldade. Dava para ver que, se continuasse, ele teria gozado em mais umas cinco bombadas.
- Me diz coisas, querido. Coisas bonitas.
- Eu te amo, Karen. Desde o primeiro dia que te conheci. Tá vendo como você me deixa durão? É porque eu te quero...
Ele continuou sussurrando essas coisas no meu ouvido, só para eu ouvir. Enquanto isso, eu acariciava meu clitóris e me masturbava com ele atrás de mim, sussurrando no meu ouvido. Ele colocou a mão sobre a minha, seguindo os movimentos. Quando viu que eu estava quase lá, ele enfiou o pau de volta dentro de mim e eu gozei de novo, ao mesmo tempo que ele jorrava sua porra branca na minha buceta, gritando meu nome.
Senti cada espasmo do pau dentro de mim soltando porra a cada vez entre o comprido e largo das paredes da minha buceta. Naquela altura e apesar de ter Erica e Enrique na frente nem sequer prestamos atenção no que faziam nem nos importava. Ramón, uma vez pronto nem sequer tirou seu pau de mim e depois de alguns minutos saiu completamente mole de entre minhas pernas. Para então um grande torpor havia dominado nossos corpos e ficamos dormidos abraçados. Nem me limpei de sua porra e se pudesse ter feito também não o faria. Queria ter a semente daquele homem para sempre dentro de mim. Valera a pena emprestar Enrique para aquela negra só para estar com Ramón mesmo que não tivesse sido a sós. Quando acordei uma terrível vergonha dominou todo o meu ser. Tinha feito amor com Ramón na frente do meu namorado. Estava realmente apaixonada por aquele negro.

-Como foi, hein Karen...?.

Era verdade. Ramón me tinha deixado cheia de carinho.

-Sim... bem... Disse baixando o olhar. Tinha sido algo mais que sexo.

Enquanto a Enrique e Erica lhes tinha passado a luxúria, a Ramón e a mim nos tinha vencido o amor. Tanto foi assim que nem sequer chegamos a notar como tinham acabado eles. Supúnhamos que bem. E é que tínhamos ficado dormidos abraçados com um simples cobertor.

Quando me levantei peguei meu vibrador. Entrei no banheiro para limpá-lo e Erica estava se vestindo. Me olhou de esguelha mas não disse nada.

Nem sequer fiz observação alguma sobre o que tinham feito Enrique e Erica porque dava por certo que o nosso tinha sido jogar com vantagem.

Aquele dia, Ramón apareceu na minha casa. Estava sozinha já que apesar de Enrique ser meu namorado não morávamos juntos.

-Oi!!. Venho me despedir. Vamos embora esta tarde.

-Entra, Ramón.

Estava radiante. Vale notar que Ramón já era um homem maduro. De uns 50 anos. Vestia uma camiseta de manga curta com uma calça jeans preta.

-Vai me escrever, Karen?.

-Sim, claro. Vou te mandar umas fotos também de vez em quando.

-Você quer?. - Ahhh, quero sim.
- Quer fotos minhas peladinha?
- Adoraria, Karen.

Ele me deu dois beijos e se preparou para ir embora.
- Ramon...
- O quê?
- Quer alguma coisa pra pensar em mim no caminho?

Pela cara que ele fez, não entendeu a que eu me referia. Levei ele pro meu quarto, tirei a calça do pijama e fiquei de quatro na cama. Ele ficou um pouco surpreso, mas naquela situação sabia o que tinha que fazer. Coloquei as mãos na minha bunda e abri as nádegas, mostrando meu cu e minha buceta sem lubrificação, enterrando minhas unhas vermelhas. Em um instante, pude ouvir o barulho metálico da fivela do cinto dele e as calças descendo.

Virei a cabeça pro espelho do quarto e vi Ramon apalpando a dureza do pau dele e coçando as bolas. Quando conseguiu deixar o pau duro como uma tábua, posicionou na entrada da minha buceta e empurrou com cuidado.
- Caralho, Karen. Não imaginei essa despedida...
- É isso que eu quero, que me foda. Descarrega antes de ir na sua ex, amor, porque vou sentir muita sua falta...

No começo, senti a cabeça do pau dele abrindo caminho na minha buceta, que começava a ficar molhada. Depois, metade do pau, e quando conseguiu enfiar até as bolas, Ramon começou a grunhir como um animal. O bom do pau do Ramon era que nunca entrava completamente. Ele sempre guardava uns centímetros pra enfiar ainda mais, e naquela posição eu queria aproveitar e que ele também aproveitasse.

Nessa hora, eu já estava encharcada. Nem tinha ficado excitada antes, mas queria que aquele homem simplesmente se aliviasse antes de partir. Depois que me penetrou, ele moveu o quadril de um lado pro outro pra que eu sentisse o pau se ajustando na minha buceta, como um sinal de que ia começar a meter em mim. E foi o que fez. Conforme alargava minhas entranhas, ele começou a se mover cada vez mais rápido, ofegando, até que, quando sentia que estava prestes a gozar, diminuía o ritmo ou até tirava o pau pingando na frente do meu espelho.

Eu, observava... todos os movimentos e expressões daquele homem no espelho e como ele rugia feito um animal me montando. Meus peitos iam de um lado pro outro, esfregando os mamilos nas minhas lençóis, terrivelmente duros nas auréolas. Ele os agarrava com seus braços longos e mãos fortes, me dizendo coisas carinhosas e obscenas e elogiando o tamanho deles. Ele estava ficando selvagem e eu percebi que não demoraria pra gozar enquanto me apertava forte, mas com amor, meus peitos balançantes de mulher madura. Minha maturidade sexual e experiência com homens tinha feito com que eu conseguisse gozar na hora que quisesse. Mas dessa vez não seria assim. Eu queria que só ele gozasse. Era um presente de despedida.

— Que peitão você tem, amor.
Vendo bem, ele não estava errado, porque meus peitos grandes, que não cabiam nas mãos dele, ele massageava como um louco.
— Quer gozar neles, amor???
— Sim, meu bem. Agora mesmo.

Me afastei do seu pauzão e quando me virei, observei como aquele pau pulsava já sem controle nenhum, em cima de um saco que pingava um líquido entre branco e transparente. Brilhava como uma espada tirada da bainha. Vi como Ramón o colocou entre meus peitos e deslizou a pele pra cima e pra baixo ao longo do pau, expulsando três jorros longos de sêmen, inundando meus peitos brancos com seu creme, que eu segurava com as mãos pra não escapar nem uma gota.

— Uhhhh!!! Quanto saiu... amor. E que quentinho... Olha meus baldes cheios da sua leitinha. Do seu amor...

Uma última gota tímida de esperma branco apareceu na fenda do pau dele. Eu a absorvi com a boca como se fosse doce, e ele desabou na minha cama ofegante e em posição fetal. Acariciei e beijei como uma louca aquele homem, naquele momento insignificante, apesar dos seus 100 quilos de peso. Acho que ele se aliviou pra valer no meu corpinho.

Ali ficou feito uma pilha de trapos, e eu corri pro banheiro pra me limpar do sêmen que já escorria pelo meu estômago. Enquanto fazia isso, não pude evitar chupar uma gota. Era doce e delicioso, e meus peitos estavam cheios da essência daquele homem negro. Voltei para o meu quarto e continuei beijando ele. Ele se levantou e vestiu a camiseta.
- Já vai embora???
- Sim, Karen. Minha mulher está me esperando.
- Fiquei com um pouco de ciúmes com essa frase.
- Quer que eu te beije e chupe sua buceta?
- Não, amor... você vai ver igual...
Ele ficou um pouco desconcertado com aquilo, mas concordou.
Se vestiu e foi embora.
- Até a próxima, Karen.
- Até a próxima, Ramón. Espero que tenha ido embora bem satisfeito.
- Sim, muito. Disse baixando o olhar, sorrindo entre satisfação e consternação.
- Me manda mensagem quando chegar, tá bom?
- Tá...
(Fim da terceira parte). Espero que tenham gostado...

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