Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram deletadas, quis reenviá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE
Capítulo I: IntroduçãoO inverno brabo tava chegando, e não demorou pra aparecer. A neve caía do lado de fora da janela, enquanto, dentro da sala de aula, Martin via a neve caindo. No meio-dia, ele enrolou o cachecol no pescoço e, junto com o melhor amigo dele, Lucas, foram a pé pra casa.
Os dois chegaram na casa do Martin, a neve não parava e o frio tava de lascar. Entraram e sentaram na mesa enquanto esperavam a comida quente. Logo chegou a Florencia, "Florcha" como todo mundo chamava. A irmã do Martin também tava chegando em casa. Aí, a Agustina, a outra irmã do Martin, terminou de cozinhar e serviu umas massas com molho deliciosas pros quatro. Tavam na mesa comendo o Martin, o amigo dele Lucas, e as irmãs mais velhas do Martin, a Agustina e a Florcha.
O pai dos três irmãos morava em outro país, por causa do divórcio com a mãe deles uns anos atrás. A Laura, a mãe dos irmãos, tava trabalhando como todo dia, de manhã até a tarde. Pra falar a verdade, os moleques quase não viam a mãe, só um pouquinho de manhã no café, e no fim da tarde e à noite quando ela chegava do trampo. À noite a mãe cozinhava, e no meio-dia era a Agustina ou a Florcha que faziam.
A Agustina era a irmã mais velha, já tava na faculdade, tinha 21 anos. Gostosa pra caralho. Ela tem cabelo castanho, quase loiro, com olhos meio verdes/marrom. Cara de anjo, com umas sardas. É realmente linda de rosto. Alta, corpo bom, peitos relativamente grandes e firmes, curvas finas, e uma bunda empinada e bem feita. Cara de menina que faz qualquer um se apaixonar.
A Florcha é a irmã "do meio". Tinha 19 anos, e tava no último ano do colégio. Ela é mais baixa que a Agustina, mas não muito, é morena, olhos castanhos. Cabelo ondulado. Bochechuda, rosto bonito mas não tanto quanto a irmã mais velha, mas o ponto forte da Florcha é sem dúvida o corpo. Ela tem um corpo de dar inveja, quadril definido, os peitos dela são menores que os da Agustina, mas igualmente apetitosos, redondinhos e firmes, com uma barriguinha leve que a deixava ainda mais gostosa. Um piercing no umbigo. Mas o melhor da Florcha são as pernas dela e a rabeta. Ela tem umas pernas do caralho, coxas grandes e proporcionais, a rabeta bem grande, redondez perfeita e carnuda, uma rabeta excelente, igual a das modelos, ou talvez melhor. Ela não passava despercebida em lugar nenhum.
Por causa disso, o Martín vivia ouvindo todo tipo de comentário dos amigos sobre como as irmãs dele eram gostosas, as duas. Ele tinha duas irmãs lindas pra caralho, e tava de saco cheio de todo mundo "babando" por elas.
Martín era o caçula da casa, com 18 anos recém-completados. Ele é meio tímido, cabelo curto, loiro e olhos azuis. Gosta de malhar, igual às irmãs mais velhas. Não era o mais bonito da sala, mas tinha seu valor.
Naquele dia, depois do almoço, a Agustina foi tomar banho pra depois ir pro turno da tarde na faculdade. Um tempo depois que ela saiu, o Martín e o amigo Lucas estavam jogando, como quase todo dia, no Play 3. O jogo favorito deles era o FIFA.
Enquanto jogavam uma partida, começaram a falar das minas da sala e das professoras.
Naquela manhã, a professora de Matemática tava muito gostosa, maquiada e vestida com uma saia no meio da coxa, de óculos, e os dois zoaram dizendo que ela tinha saído de um pornô.
Falando sobre minas, o Lucas chegou, como sempre, no assunto das irmãs do Martín.
Embora os dois fossem virgens, e o máximo que tinham feito com uma garota fossem uns beijos com as vizinhas que tinham se mudado há um tempo, eles sabiam um pouco de sexo de tanto ver vídeo na internet.
Lucas era bem sem noção. Não tinha problema em falar coisas que podiam envergonhar o amigo. Sem maldade, mas ele era muito extrovertido, diferente do Martín.
- E você já viu suas irmãs peladas? - Mandou o Lucas.
- Não seja idiota. - Respondeu irritado o Martín.
- Sério. Alguma vez você teve que ter visto pelo menos um peito delas.
- Não, não fode.
- Me conta como elas são, por favor. Alguma vez você teve que ter visto. Como são os mamilos? -Lucas falava meio sério, meio brincando.
- Eu vi os peitos da Agustina faz tempo, uma vez só. Feliz? -Disse de má vontade o Martín.
- Da Agus? Caralho! E como eles são, me conta! -Lucas tava exaltado.
- Sei lá, não lembro. Foi faz tempo...
- Essa deusa deve ter uns peitos lindos. Daria um braço pra gozar nos peitos dela. -Finalizou Lucas.
Martín já nem respondeu. Continuavam no jogo, enquanto os dois estavam com a cabeça em outro lugar...
No fim da tarde, aquele dia o Martín foi tomar banho, como todo anoitecer. Tirou toda a roupa, jogou num canto do banheiro, quando reparou num par de peças femininas.
Naquele cantinho do banheiro, todos os integrantes da família sempre antes do banho jogam a roupa suja ali, e depois pro lavadouro. Não era a primeira vez que via a roupa das irmãs ali, mas dessa vez teve algo que chamou a atenção dele.
Viu uma calça jeans preta, a mesma que a Agustina tava usando no almoço, então assumiu que era a roupa da Agus, que tinha tomado banho à tarde antes de ir pra faculdade.
No que chamou a atenção dele foi um sutiã, que tava dobrado ali, junto com as outras peças. Imediatamente lembrou do que o amigo tinha falado naquela tarde "gozar nos peitos dela". Veio na mente a imagem de um pau cuspindo porra nos peitões da irmã dele, e o próprio pau dele ficou duro que nem um mastro.
Tentou se controlar, pensar em outra coisa, mas antes de entrar no chuveiro, viu outra peça íntima...
Uma calcinha rosa embaixo da calça jeans, mal dava pra ver.
- Não é nada... (Falou pra si mesmo na mente)
Se abaixou e pegou a peça. Tava toda amassada. Desdobrou ela direitinho, pra ver na forma original. Se surpreendeu ao ver que era bem pequena. Se perguntou se aquilo não devia incomodar ele, porque a Julgar a finura do tecido…
Ele imaginou a irmã mais velha, Agustina, usando aquela peça, e o pau dele dava pulinhos de tesão. Imaginou como a calcinha rosa devia se enfiar bem fundo na bunda dela, e teve que começar a se tocar!
Ele estava congelando de frio, lá fora continuava nevando e no banheiro estava gelado, pelado, mas ter aquela peça na mão, inexplicavelmente, tava deixando ele com um tesão danado.
Deixou ela ali, dobrada embaixo da calça jeans como estava, pra não levantar suspeitas. Quis esquecer o assunto e que aquilo não acontecesse de novo. Entrou rápido no chuveiro antes de pegar um resfriado, e a excitação foi passando aos poucos…Capítulo II: TentaçõesA irmã mais velha, Agustina, aos 21 anos já tinha tido alguns namorados, e atualmente estava namorando. Fazia vários anos que já tinha experimentado sexo pela primeira vez, então tinha conhecimento na prática sobre o ato sexual.
Diferente do caso da Florcha, que com 19 anos, embora tivesse tido namorado, não tinha ido tão longe com ele. Era um colega de escola um ano mais velho, mas duraram pouco e só teve beijos. Na idade dela, ainda era virgem e quase não tinha conhecimento sexual, só coisas básicas aprendidas com as amigas.
Martin tinha uma boa relação com as irmãs, raramente brigavam como na maioria das famílias. Embora tivesse uma boa relação com ambas, era melhor com a Florcha. Agustina era a mais velha, era mais independente e passava menos tempo em casa.
No sábado, a mãe já estava em casa. Depois do almoço, quando as três mulheres foram tirar a sesta, Martin aproveitou o momento para ver pornô na internet. Não tinha muitas oportunidades sem que ninguém pudesse ver, por isso escolhia esses momentos para fazer isso. Estava no notebook na sala, de frente para o corredor onde ficam os quartos, para que se alguém viesse, pudesse perceber e fechar.
Abriu vários vídeos do seu site favorito. Mal estava vendo o primeiro, com a evidente excitação, abaixou um pouco a calça para se masturbar.
Viu vários vídeos enquanto se tocava, pensando em ir à cozinha pegar algum tipo de papel para gozar, quando ouviu passos no corredor.
Segundos depois, pôde ver a irmã Agustina caminhando, acordando da sesta. O garoto se amaldiçoou e escondeu discretamente o pinto, fechando todos os sites indecentes.
Agustina foi tomar banho porque tinha um compromisso com o namorado. Sábado à tarde, com certeza passaria com ele. O namorado dela era alguns anos mais velho, e já fazia alguns meses que estavam juntos.
Martin pensou que podia ser uma boa oportunidade para voltar ao notebook e resolver o assunto, mas imediatamente a mãe dele acordou.
Com a frustração na cabeça e o tesão no pau, ele resolveu ligar pro seu melhor amigo Lucas pra jogar umas partidas de FIFA.
Enquanto esperava, viu a irmã dele, Agustina, se arrumando pra sair com o namorado, até que finalmente ela foi embora.
Enfim, Martín estava largado no sofá numa tarde chata de sábado, e em poucos minutos quase dormiu. Os olhos dele fecharam, então ele decidiu ir ao banheiro jogar água fria no rosto pra acordar bem e receber o amigo.
Ele entrou no banheiro devagar, abriu a torneira e com as mãos jogava água no rosto. Pegou a toalha e se secou. Com esse movimento, ficou olhando pro outro lado do banheiro, onde viu de novo a roupa da irmã mais velha, que tinha acabado de tomar banho.
Naquele instante, veio à mente dele a imagem do dia anterior, quando pegou aquela peça delicada feminina. Numa situação normal, ele teria tentado não dar importância e sair dali normalmente. Mas naquele dia ele tava excitado pelos vídeos que tinha visto e não conseguiu terminar, e o tesão nubla o julgamento.
— Bom, Agu, você me cortou na hora que eu ia gozar, então agora você vai ter que me ajudar. (Martín falava sozinho na mente dele).
O pau dele endureceu de novo e ele foi pro canto da roupa suja. Encontrou o que procurava.
Debaixo de uma camiseta, junto com um sutiã, tinha uma calcinha branca.
Ele pegou, deu uns passos até a porta pra ver se não tinha nem a mãe nem a Florcha por perto, fechou bem a porta do banheiro e sentou no vaso. Arriou a calça até os tornozelos e começou a desenrolar a calcinha da irmã.
Assim que ela voltou à forma original, ele notou que, de novo, igual da outra vez, parecia ser uma Booty-less. Como ele tava com tanto tesão naquele momento, imaginar o quanto a irmã mais velha dele é putinha usando esse tipo de calcinha fazia jorrar líquido pré-seminal que nem um bicho.
Enquanto segurava a Sem buceta numa mão, com a outra ele se masturbava, e logo gozou. Na mente dele, a buceta da Agustina pelada, na vista dele a calcinha da irmã. E na mão dele, muito esperma morno.
- Que delícia….
Ele se levantou dali, colocou a calcinha de volta no lugar, e limpou o esperma da mão na torneira. Tinha sido a melhor punheta em anos.
Saiu do banheiro, depois de descarregar toda a excitação, e disse pra si mesmo que já era. No primeiro dia ele pegou a calcinha só por curiosidade, e no segundo porque a própria Agustina tinha interrompido a punheta dele sem querer. Não ia mais bisbilhotar essas roupas nunca mais.
Depois daquelas aventuras no banheiro, o garoto cumpriu a promessa e não tocou mais nas roupas das irmãs. Todo dia que ia ao banheiro via elas lá, mas não dava importância naquele momento.
Um desses dias, Martín tinha ido um tempinho na academia, obviamente lá dentro com o aquecimento era quente, o garoto já tinha corrido uns 3 km na esteira quando parou pra descansar um pouco.
Na academia tinha bastante gente, e muitas minas. Minas mais velhas que ele. Ele via os corpos delas, o que faziam, tava numa idade em que tentava bisbilhotar os corpos femininos sempre que tinha a mínima chance. Via como usavam tops que apertavam os peitos, as pernas longas e malhadas, as leggings justas que marcavam rabetas pra todo lado.. até os biquinhos do peito de uma mina marcavam no top!
Como era de esperar, a ereção não demorou, e com o short de treino dele ficou bem visível.
Teve que voltar pra esteira e parar de pensar em minas…
Assim que terminou o treino, quando tava saindo do lugar, olhou mais rabetas, quantas pudesse. Se agasalhou bem e caminhou até em casa. Durante o trajeto, lembrou de todas as minas e seus corpos gostosos, agora a ereção não aparecia por causa da calça comprida que tinha vestido. Assim que chegasse em casa, iria direto tomar banho e de passou, como a situação exigia, a se masturbar na banheira pensando no que tinha visto na academia. Também era comum ele se masturbar na banheira, já que era um dos poucos momentos do dia em que ficava sozinho. Geralmente fazia isso pensando nas colegas da escola.
Entrou apressado em casa, foi ao banheiro e se deparou com a irmã Florcha tomando banho.
- Dá logo, Florcha, tô todo suado! – Disse Martin, escondendo a verdadeira pressa para tomar banho.
Teve que esperar vários minutos, até que finalmente Florcha saiu do banheiro, enrolada numa toalha. O garoto nem ligou pra ela e entrou no banheiro.
Tirou toda a roupa, já com o pau duro e preparado, estimulado pelas gostosas da academia. Jogou a roupa no canto, e algo chamou sua atenção de novo.
Na roupa de Florcha, que tinha acabado de se lavar, em cima de tudo, ela tinha deixado a calcinha pequena que usava.
Branca. Martin estava com o pau pronto e muito tesudo, e disse baixinho:
- Prometi não pegar as da Agus... mas dessa vez vou pegar só a da Florcha pra ver como é, e só...
Tentando não ficar com a consciência pesada, pegou a calcinha fio dental da outra irmã. Era branca, na frente tinha detalhes transparentes... tão pequena quanto as que a Agustina usa.
O garoto observou ela enquanto se acariciava o pau, até que decidiu deixar onde estava. Antes de largar, o tecido dobrou um pouco e ele conseguiu ver algo estranho na parte de dentro da calcinha.
Intrigado, abriu a peça de novo e a dobrou pra ver o lado interno. Na parte da frente, tinha alguns pelinhos escuros. O garoto rapidamente pensou nos pelos pubianos da irmã.
Mas o que mais o surpreendeu foi ver mais embaixo, na parte mais fina da calcinha fio dental, toda brilhosa.
Observou mais de perto, e parecia que aquela parte estava molhada. Tocou naquela parte, e sentiu um líquido viscoso. E bem pegajoso. Chegou mais perto ainda, e sentiu um cheiro Estranho.
Logo percebeu que o cheiro vinha daquela umidade na calcinha, e notou que era delicioso. Mal se deu conta, já estava prestes a gozar. O que era tudo aquilo?
Martim, de repente, se viu aspirando a umidade da calcinha da irmã Florcha. Não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas continuou, vendo como no tecido se misturavam pelos pubianos com aquela umidade, tornando todo aquele ritual algo extremamente obsceno e excitante.
- Deeeeeeeus…
Suspirava baixinho. Na mente dele, vieram imagens da buceta da irmã roçando aquele pedaço de pano… não aguentou mais, se masturbou rápido pensando na irmã Florcha, com a calcinha no rosto, sentindo aquele cheiro de buceta que o matava.
Imediatamente, o sêmen espirrou na banheira. Mais uma gozada tremenda. Suspirou de prazer, e largou a calcinha onde estava.
Era um garoto muito inexperiente. Um completo novato no sexo. Então, depois de se lavar, antes de dormir, foi com o notebook pro quarto e pesquisou no Google.
Depois de vários minutos e várias páginas visitadas, conseguiu entender a situação, e o que era aquilo na calcinha que ele tinha amado tanto!.
- Lubrificação e fluxo vaginal… seja lá o que for, é uma delícia! (Falou pra si mesmo na mente)
Limpou o histórico e foi dormir.Capítulo III: Avanços PerigososNa manhã seguinte, enquanto Martín estava na aula chata de história e a professora falava sem parar, ele foi se desligando mentalmente da aula – embora ainda estivesse ali – e pensava nos próximos passos.
Depois das gozadas fodásticas dos dias anteriores, ele tava disposto a continuar fazendo a mesma coisa, mas antes precisava ajustar alguns detalhes.
Mesmo no fundo achando que o que fazia não era totalmente certo, ou moralmente certo, ele tentava se enganar.
Terminada a manhã escolar, e depois de ir pra casa, planejou os próximos movimentos.
Naquela tarde, ele tinha saído com os parceiros da escola, então antes de sair de casa, lembrou da roupa que as irmãs dele estavam usando naquele dia.
A Agustina tava de jeans azul com a camiseta cinza, e a Florcha de jeans preto com uma blusa verde. Gravou isso na mente e foi embora. Tudo pronto.
Ele se desligou 100% da vida cotidiana durante o jogo de futebol, onde a honra do time e dos parceiros tá em jogo. Algo que só um homem entende.
Já com o sol se pondo no horizonte e a temperatura caindo, depois de terminar a batalha no campo, voltou pra casa pra tomar um banho quente e descansar pra começar um novo dia.
Chegou em casa já de noite. Entrou pela garagem. O carro não tava. A mãe devia ter levado alguma das irmãs pra algum lugar. Boa notícia, porque se a mãe visse ele todo enlameado entrando em casa, ia levar um esporro.
Deixou as chuteiras no tanque e foi direto pro banheiro. Tirou a roupa cheia de terra jogando no lugar de sempre. Lá estava, como todo dia, a roupa das irmãs dele.
Entre o jogo, as porradas da partida e a derrota sofrida, ele tinha esquecido do que tinha colocado na mente antes de sair de casa, e naquele momento lembrou.
Não tava nem um pouco excitado naquela hora, e o corpo nu dele pedia pra entrar logo na água quente porque tava congelando. Desta vez tinha roupa de só uma das irmãs dela.
Tinha uma camiseta verde, com uma calça jeans preta, meias, mais um sutiã cor da pele e uma calcinha que também parecia ser dessa cor, não dava pra ver direito porque estava dobrada embaixo do sutiã. Pelo que tava vendo, isso é da Florcha, pensou o garoto.
Ele tava ficando com frio e decidiu entrar no chuveiro, sem mexer na roupa.
- Hummm. – A água quente premiava o corpo dele, já quase gelado.
Depois do xampu, ele colocou uma mão no próprio pau e acariciou de leve.
Sentia a água caindo no corpo, enquanto se recostava na banheira, acariciando o pinto, que foi endurecendo devagar.
Pensou em algum estímulo sexual. A Virgínia. A mina mais gostosa da sala. A rainha. A deusa. Nunca falhava.
Ok, dessa vez ele segurou o pau com a mão pra começar a bater uma.
O cabelo loiro da Virgínia, a carinha de santinha… pensou no que faria com a coleguinha se ela tivesse amarrada numa cama. A punheta foi acelerando, enquanto imaginava o que faria com aquela mulher.
Depois de uns minutos, já tava pronto. O corpo jovem dele respondia rápido aos estímulos. Tava quase gozando, quando parou a masturbação.
Fechou a torneira e se secou com uma toalha. Vestiu uma camiseta de manga longa, um moletom e as meias. Se abaixou sobre a roupa da irmã, levantou o sutiã de lá e pegou a calcinha dela.
Ajeitou ela do jeito original e procurou o lado de dentro. E pronto! A mesma mancha de umidade tava ali. Dessa vez parecia menor, tava úmida mas não tanto quanto a anterior. Colocou a mão no pau duro e pulsante, levou a calcinha com a parte molhada no nariz e começou a parte boa de verdade.
De novo foi invadido por aquele cheiro característico de mulher, de buceta.
Aspirou o máximo que pôde daquela droga, pensou na coleguinha da sala enquanto batia uma devagar, não ia aguentar muito. Queria aproveitar o momento, se preparou pra terminar com aquilo, quando de repente:
Toc, toc.
— Nenê, falta muito? — Agustina.
Ele se desesperou, as mãos se enroscaram e a peça caiu no chão.
— Sim, sim… não, digo, já estou saindo. — Respondeu enquanto jogava a calcinha de volta pro lugar, procurando o sutiã pra colocar por cima como estava antes.
— O quê?
— Que já, já estou saindo!
Ouviu os passos se afastando e respirou aliviado… ufa! Por pouco. Quem sabe o que a irmã diria se visse ele fazendo o que estava fazendo. A cock murchou mais rápido do que nunca, do susto!
Vestiu-se por completo e saiu de lá, enquanto Agustina entrava pra tomar banho.
Depois disso, tentou enterrar o ocorrido. Enquanto Agustina tomava banho, chegaram em casa a Florcha e a mãe de uma reunião de sei lá o quê.
Enfim, depois do jantar foi pro notebook navegar na internet, visitando como fazia diariamente seus sites favoritos antes de dormir. Deitou na cama com o notebook, e depois de visitar todas as páginas favoritas e de “se informar” sobre coisas como o time de futebol, corridas, etc. Fechou o pc e ficou pensando no escuro.
Na mente dele, voltou o ocorrido do banheiro, de poucas horas atrás. Já tinha aspirado duas vezes a intimidade da irmã Florcha, mas com a Agustina ainda não tinha feito isso. Abriu o notebook de novo e entrou num site erótico. Abriu o primeiro vídeo que apareceu, era de lésbicas, e enfiou a mão dentro da calça.
O vídeo tinha sido muito bom, curto mas bom, e ele já estava quase no clímax de novo, e pensou em ir ao banheiro pegar a calcinha da outra irmã, Agustina. De repente ficou muito, mas muito excitado, e a mente dele começou a funcionar a toda velocidade. Na cabeça dele, pensava em coisas assim:
“Como será? Com certeza é bem pequenininha e apertada… Será que está molhada igual a da Florcha? Morro de vontade de conhecer o cheirinho da sua buceta, Agus.”
Ele estava realmente excitado, pensando Em coisas que eu nunca imaginaria. Tava saindo do controle. Sentia os dedos escorregando naquele líquido pré-gozo que brotava, e não queria sujar os lençóis.
Se descobriu, largou o notebook na cama, levantou e enfiou do jeito que deu o pau durasso na calça, que nem cabia direito naquela ereção monstra. Andou na ponta dos pés pelo corredor, até trombar com a porta do banheiro. Ouviu a chuva do chuveiro caindo. Porra! Repetiu na mente.
A mãe dele tava tomando banho, e não dava pra arriscar entrar pra cumprir os planos sujos. A mãe podia ver ele fácil. Deu meia-volta, foi pra cama cair naquela merda de dormir.
A mãe era sempre a última a tomar banho, antes de dormir, então juntava toda a roupa suja da família pra levar pro tanque depois do banho. Não tinha outra chance naquele dia. Até pensou em ir pro tanque, mas era arriscado demais, porque toda a roupa misturada num cesto ia ser foda achar as peças que queria, e ia fazer barulho que levantaria suspeitas.Capítulo IV: ObsessãoCom o passar dos dias, essa prática foi se tornando cada vez mais comum pro garoto.
Martín sempre olhou pras irmãs como irmãs, só isso. Não despertavam nenhum tipo de interesse sexual nele. Mas com as novas ações, isso começou a mudar aos poucos.
Geralmente durante o dia, ele lembrava da roupa que as irmãs estavam usando pra que, no fim do dia, soubesse de quem eram aquelas peças.
Numa dessas tardes, ele tava jogando videogame com o amigo e viu a irmã Florcha saindo de casa. Ela tava com o cabelo meio molhado e bem arrumada, com certeza ia pra aula de inglês.
— Tô indo!
O amigo Lucas continuou de olho no jogo, enquanto Martín não perdeu a chance e foi pro banheiro.
Ele procurou entre as roupas e encontrou a peça da irmã.
Uma calcinha preta com bordas brancas, toda molhadinha, só pra ele.
Levou até o nariz.
— Hummm, que delícia!!!
Aquele cheiro profundo, o aroma mais íntimo da irmã dele invadia os pulmões, enchendo ele de prazer.
Ele pensou em como a irmã se sentiria se descobrisse o que ele fazia. Eles tinham uma relação muito boa. Ele se sentia mal por fazer aquilo, mas não conseguia evitar.
Deixou a peça onde tava e voltou pro amigo. De noite já tinha material pra bater uma!
A tarde passou, e naquele dia ele quis esperar pra tomar banho por último. Queria ser o último pra descobrir a calcinha da outra irmã, a Agustina.
Mas não deu certo. A garota só chegou em casa tarde, então o adolescente teve que tomar banho. Claro que usou a calcinha preta da Florcha pra fazer uma baita punheta.
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Numa sexta à tarde, Martín e Florcha já tinham chegado da escola, e a Agustina tava de folga na faculdade. A mãe tava trabalhando, e naquele dia era hora de fazer alguns deveres de casa.
Esse tipo de tarefa muitas vezes sobrava pros jovens, porque a mãe trabalhava várias horas por dia e sempre pedia pros filhos ajudarem. colaborem.
Tinha que lavar o chão e limpar os móveis na sala de casa.
Geralmente dividiam as tarefas entre os irmãos. Naquele dia, era a vez do Martín esfregar o chão e da Agustina limpar os móveis. A Florcha tava de folga naquele dia, sem tarefas domésticas.
Martín foi pro lavanderia pegar um balde, encheu de água e pegou o pano de chão. Passou pelo corredor, cruzando o quarto das irmãs – Agus e Florcha dividiam o quarto – e bateu na porta pra avisar a Agustina que era a vez dela com os móveis. Foi até a sala pra começar o serviço.
Tava molhando o pano quando a Agustina veio rapidão, passou na frente dele e seguiu direto pra porta da frente. Enquanto cruzava a sala, falou:
- Desculpa, maninho, mas o Javi me chamou, tchauuu.
- Que?
Martín não acreditava no que a irmã mais velha tava dizendo. A puta tava indo embora porque o namorado chamou, o idiota do 'Javi'. Ele tinha raiva dela. Não por nada específico, mas não gostava que a irmã tivesse namorado.
Fechou a porta e tchau.
Bom, que se dane – pensou – no fim das contas, quando ela voltar, vai ter que fazer.
Começou com a tarefa dele, quando dessa vez a outra irmã apareceu em casa.
- Oi, gatinho. O que cê tá fazendo? – Florcha cumprimentou o irmão com um beijo.
- Limpando um pouco… A Agus me deixou na mão haha.
- Haha a doida deve tá com o Javi, né?
- Exato…
- Beleza, e o que precisa fazer?
- Hoje era a vez dela com os móveis.
- Tá, deixa, eu faço hoje. Não quero que a mãe chegue e veja tudo sujo.
Florcha tinha acabado de chegar da academia. As duas irmãs da casa iam direto numa espécie de academia, mas só de mulheres, porque lá também davam aulas de dança. Florcha e Agus quando eram pequenas iam pra lá dançar, e agora, mais velhas, iam fazer uma malhação "pra manter a raba", como elas diziam. Claro que tinham horários diferentes, raramente coincidiam as duas juntas.
O garoto continuou com a tarefa de esfregar o chão, enquanto Florencia tirava a jaqueta, pegou um pano velho com o produto de limpeza pra começar a limpar os móveis.
Martín de vez em quando olhava pra irmã – ela tava de costas pra ele. Ficava de olho no corpo gostoso da irmã. Vinham na cabeça dele os comentários obscenos dos colegas sobre ela. Florcha tava com o cabelo solto, uma regata justa e uma legging preta bem apertada. Roupa de academia.
Principalmente, ele olhava muito pra rabeta. De vez em quando dava uma espiada na irmã, que, alheia aos pensamentos sujos do irmão, só se limitava a lustrar os móveis.
O pau do moleque foi despertando. Ele olhava descaradamente pra rabona grande e redonda da irmã. A legging apertava tanto que era impossível não olhar. Enquanto continuava lavando o chão, imaginava como a irmã seria pelada. Imaginava puxando a calcinha dela pra baixo pra deixar aquele cuzão perfeito à mostra. A pica dele ia explodir dentro da calça jeans.
Florcha tava limpando o móvel da TV. Passava o pano na madeira. Se abaixou e abriu uma das portinhas de vidro do móvel pra limpar tudo lá embaixo.
O garoto não perdia nenhum detalhe dos movimentos da irmã. A adolescente apoiou os dois joelhos no chão, se inclinando pra frente pra limpar bem a parte interna do móvel.
– Ela ficou de quatro, ela ficou de quaaaaatro – O moleque repetia coisas na cabeça.
Na frente dele, Florcha ficou uns segundos naquela posição comprometedora, com a rabeta bem levantada, pronta pra ser macetada.
Martín quis tirar a pica ali mesmo pra gozar igual um louco enquanto admirava o espetáculo.
Com uma mão segurava o secador e com a outra se acariciava a pica dura por cima da calça. Enquanto admirava o bundão da irmã, imaginava a calcinha que ela devia estar usando, e com o tamanho pequeno que são, e o apertado da legging, devia estar entrando bem na buceta dela! Não aguentava mais de vontade de ter nas mãos Essa calcinha toda molhada!
Finalmente, Flor terminou com aquilo. Martín tirou a mão de onde estava e fingiu que nada tinha acontecido, continuou esfregando.
- Bom, já tá pronto. Vou tomar um banho porque tô toda suada!
O garoto estava deixando de ver a irmã como irmã e começando a vê-la como 'gostosa pra caralho'.
Ele tava muito excitado, e naquela tarde, depois que Florencia saiu do banho, Agustina chegou em casa e também entrou no chuveiro. Então aquele dia finalmente seria o dia em que ele sentiria o cheiro da Agustina... e com o que já tinha visto da Flor, imaginou o banquete que faria no banheiro.
Horas depois...
Depois que as duas irmãs tomaram banho, a mãe chegou em casa. O garoto entrou rapidamente no banheiro.
Tirou toda a roupa, ligou o chuveiro pra não levantar suspeitas e evitar que qualquer barulho que fizesse fosse ouvido.
Foi direto pras roupas jogadas. Observou dois tipos de roupa claramente identificáveis. De um lado, o "montinho" de roupa da Flor, e do lado, o da Agustina.
Começou a revirar e percebeu que dentro da legging da Florencia estava a calcinha que ela tinha usado naquele dia.
"Hummm... tirou tudo junto."
Tirou a fio dental da legging e a primeira coisa que notou foi que já tinha visto ela antes.
Era idêntica à que a Agustina tinha usado uns dias atrás, que o moleque tinha usado pra se masturbar. Era impossível esquecer aquilo.
Pensou se elas teriam duas do mesmo modelo, tipo duas peças iguais cada irmã, mas não ligou muito na hora, e já com o pau bem duro, procurou a parte de dentro.
Brilhosa. De novo bem molhada. Com pelinhos pretos espalhados por ali.
Martín colocou um dos dedos naquela parte e sentiu a ponta do dedo deslizar pelo tecido.
"Affff isso é demais"
Levou até o rosto pra aspirar a droga que mais amava. Que cheiro profundo!
Ia se tocar, mas recompôs. Ainda com a calcinha da Florencia na mão, procurou no montinho de roupa da outra irmã.
Tirou de cima a camiseta, o suéter, a calça, o sutiã, até identificar o objeto do desejo.
“Não pode ser”
Deixou a calcinha da Flor de lado, e juntou com as duas mãos a peça da Agustina.
Esticou bem na frente dos olhos, pra ver a forma original. Uma tanga roxa, com detalhes de bolinhas brancas. O moleque ficou estupefato.
Percebeu que o chuveiro tava soltando água demais, então se apressou.
Observou com cuidado a tanga da Agustina e procurou por dentro.
Viu como a parte de baixo era fininha demais! Embora as que ele via sempre fossem pequenas, essa era ainda menor! A parte da tanga que cobre a buceta era muito fina, e isso levava o moleque ao êxtase de prazer.
“Aposto que entra toda nela”
Não tava molhada, nem nada do tipo. Levou até o rosto pra sentir o cheiro, e tinha sim. A parte do tecido que tocava a buceta da Agustina soltava um cheiro de mulher tão forte quanto o da Florcha.
O moleque ficou sentindo aquele cheiro, até deixar as peças onde estavam, pra não levantar suspeitas se alguém entrasse. E entrou no chuveiro.
Tomou banho o mais rápido que pôde: sabonete, xampu, e em alguns minutos tava pronto.
Se secou o corpo todo, e antes de se vestir, voltou a pegar a calcinha da Flor e a tanga da Agustina.
Sentou no chão em cima da toalha que tinha usado pra se secar, pegou as duas peças íntimas com a mão esquerda, e levou até o rosto pra se estimular do jeito que mais gostava. Com a mão direita, se masturbava.
Depois de sentir aquele cheiro inebriante, imaginava as irmãs. Lembrou da pose da Flor quando tava limpando o móvel, de quatro, e imaginou a Agustina de pernas abertas, mostrando a pussy...
Acelerou os movimentos manuais e terminou sujando a borda da Banheira com esperma grosso e quente.
Limpou com papel higiênico, teve que cortar várias vezes pra limpar tudo que tinha soltado. Já tinha ficado "como nova". Daqui a pouco a mãe ia entrar no chuveiro, mas por sorte não dava pra perceber que alguém tinha se tocado gostoso.
Já tinha colocado as roupas femininas de volta no lugar, e terminou de se vestir pra sair muuuito mais relaxado e dormir confortável e prazerosamente.
O fato de ir tomar banho era mais gostoso do que nunca.
Nos momentos livres, em vez de pensar nas garotas da sala, pensava nas irmãs dele.
Com o passar dos dias, ele foi se inteirando mais e mais sobre elas.
Quase sempre esperava as duas tomarem banho, e depois ia ele pra pegar as roupas das duas gostosas.
Depois de vários dias repetindo o ritual, foi percebendo algumas coisas.
As duas usavam as mesmas calcinhas. Muitas vezes ele encontrava que uma das garotas tinha usado uma calcinha que a outra já tinha usado.
Isso tinha acontecido várias vezes, onde o garoto encontrava as roupas que a Flor tinha usado um dia, e depois encontrava na roupa da Agustina.
E também descobria que as calcinhas e tangas que a Florencia usava estavam quase sempre mais molhadas que as da Agustina.
Não era uma regra fixa, mas era mais ou menos assim. Além disso, nas da Florcha quase sempre encontrava alguns pelinhos escuros, enquanto nas da Agustina quase nunca encontrava.
Assim ele foi imaginando muitas coisas nas fantasias dele.
Quando pensava na Florcha, imaginava ela com a buceta peludinha, e a Agus toda depilada.
A obsessão começava a fazer efeito no adolescente tarado.
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Eram família, e por isso muitas vezes as garotas andavam com pouca roupa pela casa. Momentos em que saíam do chuveiro, ou tinham que se trocar, ou chegavam da escola ou faculdade e se despiam rapidinho pra trocar de roupa. Não Não importava que Martín estivesse vendo elas, porque nunca imaginariam como o irmãozinho as olhava. Até aquele momento, as garotas ainda viam o "anão" como isso, o irmão mais novo.
Desde sempre, a vida inteira tinha sido assim. Em casa, eram todos família, e ficar um tempo com pouca roupa não era nada demais.
Um dia, estavam tomando café da manhã: Martín e, ao lado dele, Agustina. Florcha ainda estava na cama, e a mãe, no banheiro.
Agustina estava com a roupa de dormir: uma camiseta de manga comprida, esticada e velha, desbotada, e uma calça também comprida.
Estava muito apressada, porque para a faculdade tinha que andar vários quarteirões e sempre saía de casa antes dos outros. Estava atrasada e foi se apressando.
Foi até o quarto dela e trouxe para a cozinha a roupa que ia vestir hoje. Estava parada ao lado de Martín, que estava sentado tranquilamente tomando seu chá. A garota deu um gole de café, colocou a xícara na mesa e tirou a blusa de dormir, ficando só de sutiã.
Um sutiã muito bonito, por sinal. Cor da pele, embora Martín pouco se importasse, porque espiava de soslaio a irmã enquanto ela se trocava ao lado dele.
Ele via os peitos dela de lado, como se mexiam naquele sutiã apertado, enquanto o cabelo quase loiro caía sobre o corpo dela.
Aqueles peitos grandes e redondos queriam escapar do sutiã a cada movimento… que espetáculo a irmã mais velha estava dando para ele sem nem perceber.
Ela vestiu uma blusa, depois outra, e uma jaqueta. Bebeu mais uns goles de café e agora tirava a calça.
Com as duas mãos nas laterais do quadril, pegando o elástico da calça, puxou para baixo rápido até chegar nos tornozelos e, com a ajuda dos pés, tirou a calça.
Martín aproveitou para olhar de novo para o lado, e Agus se abaixou para pegar a calça do chão, quando foi para baixo com as mãos para pegá-la.
Durante aqueles poucos segundos, a irmã dele tinha ficado com as pernas esticadas, mas com a torso curvado pra baixo pra pegar a roupa de dormir, e tinha ficado numa posição sexual bem explícita.
Martín observou tudo aquilo quase virando a cabeça de leve pro lado, e viu como por alguns segundos a Agustina tava com a calcinha branca toda enfiadinha na bunda e abaixada, então por uns décimos de segundo ele conseguiu ver mais embaixo, como com a pressão de estar abaixada, marcava levemente a buceta no tecido!
Foi por milésimos de segundo, mas aquela imagem ia ficar gravada na mente dele. Ele conseguiu ver a parte onde a calcinha cobria a buceta e ainda tava marcadinha!
Dava pra ver bem a rachinha marcada no meio e dos dois lados os lábios inchadinhos.
Obviamente o moleque não reagiu, e continuou com a xícara de chá como se nada tivesse acontecido. Logo a Agustina vestiu a calça jeans, arrumou o cabelo, e calçou os tênis pra ir embora enquanto terminava o café...
Pouco a dizer sobre o que rolou assim que a Agus foi embora. Martín foi pro banheiro escovar os dentes e... bater uma punheta monstra lembrando do que tinha visto.
Pois naquele mesmo dia, depois da escola e o resto da tarde toda, chegou em casa ao anoitecer e entrou no banho como todo dia.
Procurou no canto da roupa e achou só roupa de uma das irmãs dele.
Chegou mais perto e percebeu que era da Agustina.
Não foi difícil achar a calcinha. A que ele tinha visto naquela manhã cobrindo como podia tanta carne que a Agustina tinha...
Além disso, olhou pro sutiã, e lembrou da visão sublime daquelas tetonas enormes balançando!
O pau tava apertado na calça, então ele tirou a calça e foi abrindo a calcinha pra ver o interior.
Tava muito molhada, aquele brilho clássico cobria toda a área do tecido que roçava a buceta. Levou até o nariz e sentir o cheiro forte de buceta era supremo! E a sacanagem de ser da irmã mais velha dele, muito mais.
“Uffff, essa tá encharcada. Você tava Tá molhadinha? Adoro que você ficou toda excitada hoje."
Ele colocou a parte molhada da calcinha no próprio pau e começou a se masturbar. Espalhava o líquido vaginal pelo tronco do membro, enquanto se punhetava num ritmo frenético.
Imaginava como a buceta da irmã soltava toda aquela umidade pegajosa na calcinha e morria de prazer.
Já tava com o pau todo duro, coberto pela umidade da xereca da irmã mais velha. Levou o tecido de novo ao rosto pra cheirar, enquanto a mão deslizava pelo jovem pênis, lambuzado com todo o líquido viscoso da irmã.
Começaram a sair os jatos de porra pra todo lado... caíram nas pernas dele, no chão, alguns até na parede... puf!
Todo aquele ritual de instinto animal era algo de outro mundo. Depois de umas punhetas daquelas, ele ficava super relaxado... era terrivelmente satisfatório fazer isso com as calcinhas das irmãs!
Obviamente, já tinha perdido a moral... tudo girava em torno das irmãs e da roupa íntima delas.
Toda vez que entrava no banheiro, sabia de qual das irmãs eram as tangas, sabia que ambas usavam as mesmas, e se masturbava de propósito.
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Numa ocasião, a tarde tava bem fresca quando o Martin tava fazendo o dever de casa.
A Florcha passou por ali, com o cabelo preto ondulado, uma jaqueta e a legging preta justa realçando aquela bunda enorme...
— Como é que tá, anão?
— Complicado, Flor... vai pra academia?
— Vou, sim!
— Eu daqui a pouco também vou.
Ela se despediu do garoto com um beijo, sempre tão educada com ele.
O moleque cansou de tanta lição e foi também pra academia espairecer um pouco.
Já no local, começou a rotina dele.
Parou pra descansar uns minutos, observando todo o movimento por ali.
Cumprimentou os conhecidos que estavam treinando.
E as minas também malhando. Terminou o programa de academia naquele dia, vestiu a jaqueta e ficou num canto observando a as garotas disfarçadamente.
Eu via elas como sempre, mas agora, em vez daquelas, imaginava que eram as irmãs dele. Ele voltou pra casa.
- Boa tarde.. cheguei
Flor estava no quarto dela, a mãe ainda não tinha chegado em casa e a Agustina estava na cozinha.
- Vou tomar banho ou vai você, Agu?
- Vai você, anão..
- Ok
Ele entrou no banheiro, abriu o chuveiro e, claro, foi direto pra roupa da Florcha.
Em cima da leggings, a calcinha fio-dental roxa estava ali! Dessa vez a Florencia tinha usado.
O garoto fez o de sempre e percebeu que a calcinha estava encharcada.
“O treino foi pesado? Parece que você suou a buceta toda, Flor…”
Nem preciso falar do cheiro de buceta tão safado que aquela calcinha exalava!
Ele estava sentado no chão, ainda com a jaqueta, com a calça e a cueca abaixadas, se masturbando com a calcinha recém-usada da irmã Florencia no rosto.
Ele tava nessa quando…
- O que você tá….?! – A Florcha tinha entrado no banheiro e descoberto tudo!
Florencia achou que, como o chuveiro já estava ligado, o moleque tava dentro… agora ela estava parada na porta, como uma estátua, vendo o irmãozinho com uma mão no pau e a outra na própria calcinha dela.
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE
Capítulo I: IntroduçãoO inverno brabo tava chegando, e não demorou pra aparecer. A neve caía do lado de fora da janela, enquanto, dentro da sala de aula, Martin via a neve caindo. No meio-dia, ele enrolou o cachecol no pescoço e, junto com o melhor amigo dele, Lucas, foram a pé pra casa.
Os dois chegaram na casa do Martin, a neve não parava e o frio tava de lascar. Entraram e sentaram na mesa enquanto esperavam a comida quente. Logo chegou a Florencia, "Florcha" como todo mundo chamava. A irmã do Martin também tava chegando em casa. Aí, a Agustina, a outra irmã do Martin, terminou de cozinhar e serviu umas massas com molho deliciosas pros quatro. Tavam na mesa comendo o Martin, o amigo dele Lucas, e as irmãs mais velhas do Martin, a Agustina e a Florcha.
O pai dos três irmãos morava em outro país, por causa do divórcio com a mãe deles uns anos atrás. A Laura, a mãe dos irmãos, tava trabalhando como todo dia, de manhã até a tarde. Pra falar a verdade, os moleques quase não viam a mãe, só um pouquinho de manhã no café, e no fim da tarde e à noite quando ela chegava do trampo. À noite a mãe cozinhava, e no meio-dia era a Agustina ou a Florcha que faziam.
A Agustina era a irmã mais velha, já tava na faculdade, tinha 21 anos. Gostosa pra caralho. Ela tem cabelo castanho, quase loiro, com olhos meio verdes/marrom. Cara de anjo, com umas sardas. É realmente linda de rosto. Alta, corpo bom, peitos relativamente grandes e firmes, curvas finas, e uma bunda empinada e bem feita. Cara de menina que faz qualquer um se apaixonar.
A Florcha é a irmã "do meio". Tinha 19 anos, e tava no último ano do colégio. Ela é mais baixa que a Agustina, mas não muito, é morena, olhos castanhos. Cabelo ondulado. Bochechuda, rosto bonito mas não tanto quanto a irmã mais velha, mas o ponto forte da Florcha é sem dúvida o corpo. Ela tem um corpo de dar inveja, quadril definido, os peitos dela são menores que os da Agustina, mas igualmente apetitosos, redondinhos e firmes, com uma barriguinha leve que a deixava ainda mais gostosa. Um piercing no umbigo. Mas o melhor da Florcha são as pernas dela e a rabeta. Ela tem umas pernas do caralho, coxas grandes e proporcionais, a rabeta bem grande, redondez perfeita e carnuda, uma rabeta excelente, igual a das modelos, ou talvez melhor. Ela não passava despercebida em lugar nenhum.
Por causa disso, o Martín vivia ouvindo todo tipo de comentário dos amigos sobre como as irmãs dele eram gostosas, as duas. Ele tinha duas irmãs lindas pra caralho, e tava de saco cheio de todo mundo "babando" por elas.
Martín era o caçula da casa, com 18 anos recém-completados. Ele é meio tímido, cabelo curto, loiro e olhos azuis. Gosta de malhar, igual às irmãs mais velhas. Não era o mais bonito da sala, mas tinha seu valor.
Naquele dia, depois do almoço, a Agustina foi tomar banho pra depois ir pro turno da tarde na faculdade. Um tempo depois que ela saiu, o Martín e o amigo Lucas estavam jogando, como quase todo dia, no Play 3. O jogo favorito deles era o FIFA.
Enquanto jogavam uma partida, começaram a falar das minas da sala e das professoras.
Naquela manhã, a professora de Matemática tava muito gostosa, maquiada e vestida com uma saia no meio da coxa, de óculos, e os dois zoaram dizendo que ela tinha saído de um pornô.
Falando sobre minas, o Lucas chegou, como sempre, no assunto das irmãs do Martín.
Embora os dois fossem virgens, e o máximo que tinham feito com uma garota fossem uns beijos com as vizinhas que tinham se mudado há um tempo, eles sabiam um pouco de sexo de tanto ver vídeo na internet.
Lucas era bem sem noção. Não tinha problema em falar coisas que podiam envergonhar o amigo. Sem maldade, mas ele era muito extrovertido, diferente do Martín.
- E você já viu suas irmãs peladas? - Mandou o Lucas.
- Não seja idiota. - Respondeu irritado o Martín.
- Sério. Alguma vez você teve que ter visto pelo menos um peito delas.
- Não, não fode.
- Me conta como elas são, por favor. Alguma vez você teve que ter visto. Como são os mamilos? -Lucas falava meio sério, meio brincando.
- Eu vi os peitos da Agustina faz tempo, uma vez só. Feliz? -Disse de má vontade o Martín.
- Da Agus? Caralho! E como eles são, me conta! -Lucas tava exaltado.
- Sei lá, não lembro. Foi faz tempo...
- Essa deusa deve ter uns peitos lindos. Daria um braço pra gozar nos peitos dela. -Finalizou Lucas.
Martín já nem respondeu. Continuavam no jogo, enquanto os dois estavam com a cabeça em outro lugar...
No fim da tarde, aquele dia o Martín foi tomar banho, como todo anoitecer. Tirou toda a roupa, jogou num canto do banheiro, quando reparou num par de peças femininas.
Naquele cantinho do banheiro, todos os integrantes da família sempre antes do banho jogam a roupa suja ali, e depois pro lavadouro. Não era a primeira vez que via a roupa das irmãs ali, mas dessa vez teve algo que chamou a atenção dele.
Viu uma calça jeans preta, a mesma que a Agustina tava usando no almoço, então assumiu que era a roupa da Agus, que tinha tomado banho à tarde antes de ir pra faculdade.
No que chamou a atenção dele foi um sutiã, que tava dobrado ali, junto com as outras peças. Imediatamente lembrou do que o amigo tinha falado naquela tarde "gozar nos peitos dela". Veio na mente a imagem de um pau cuspindo porra nos peitões da irmã dele, e o próprio pau dele ficou duro que nem um mastro.
Tentou se controlar, pensar em outra coisa, mas antes de entrar no chuveiro, viu outra peça íntima...
Uma calcinha rosa embaixo da calça jeans, mal dava pra ver.
- Não é nada... (Falou pra si mesmo na mente)
Se abaixou e pegou a peça. Tava toda amassada. Desdobrou ela direitinho, pra ver na forma original. Se surpreendeu ao ver que era bem pequena. Se perguntou se aquilo não devia incomodar ele, porque a Julgar a finura do tecido…
Ele imaginou a irmã mais velha, Agustina, usando aquela peça, e o pau dele dava pulinhos de tesão. Imaginou como a calcinha rosa devia se enfiar bem fundo na bunda dela, e teve que começar a se tocar!
Ele estava congelando de frio, lá fora continuava nevando e no banheiro estava gelado, pelado, mas ter aquela peça na mão, inexplicavelmente, tava deixando ele com um tesão danado.
Deixou ela ali, dobrada embaixo da calça jeans como estava, pra não levantar suspeitas. Quis esquecer o assunto e que aquilo não acontecesse de novo. Entrou rápido no chuveiro antes de pegar um resfriado, e a excitação foi passando aos poucos…Capítulo II: TentaçõesA irmã mais velha, Agustina, aos 21 anos já tinha tido alguns namorados, e atualmente estava namorando. Fazia vários anos que já tinha experimentado sexo pela primeira vez, então tinha conhecimento na prática sobre o ato sexual.
Diferente do caso da Florcha, que com 19 anos, embora tivesse tido namorado, não tinha ido tão longe com ele. Era um colega de escola um ano mais velho, mas duraram pouco e só teve beijos. Na idade dela, ainda era virgem e quase não tinha conhecimento sexual, só coisas básicas aprendidas com as amigas.
Martin tinha uma boa relação com as irmãs, raramente brigavam como na maioria das famílias. Embora tivesse uma boa relação com ambas, era melhor com a Florcha. Agustina era a mais velha, era mais independente e passava menos tempo em casa.
No sábado, a mãe já estava em casa. Depois do almoço, quando as três mulheres foram tirar a sesta, Martin aproveitou o momento para ver pornô na internet. Não tinha muitas oportunidades sem que ninguém pudesse ver, por isso escolhia esses momentos para fazer isso. Estava no notebook na sala, de frente para o corredor onde ficam os quartos, para que se alguém viesse, pudesse perceber e fechar.
Abriu vários vídeos do seu site favorito. Mal estava vendo o primeiro, com a evidente excitação, abaixou um pouco a calça para se masturbar.
Viu vários vídeos enquanto se tocava, pensando em ir à cozinha pegar algum tipo de papel para gozar, quando ouviu passos no corredor.
Segundos depois, pôde ver a irmã Agustina caminhando, acordando da sesta. O garoto se amaldiçoou e escondeu discretamente o pinto, fechando todos os sites indecentes.
Agustina foi tomar banho porque tinha um compromisso com o namorado. Sábado à tarde, com certeza passaria com ele. O namorado dela era alguns anos mais velho, e já fazia alguns meses que estavam juntos.
Martin pensou que podia ser uma boa oportunidade para voltar ao notebook e resolver o assunto, mas imediatamente a mãe dele acordou.
Com a frustração na cabeça e o tesão no pau, ele resolveu ligar pro seu melhor amigo Lucas pra jogar umas partidas de FIFA.
Enquanto esperava, viu a irmã dele, Agustina, se arrumando pra sair com o namorado, até que finalmente ela foi embora.
Enfim, Martín estava largado no sofá numa tarde chata de sábado, e em poucos minutos quase dormiu. Os olhos dele fecharam, então ele decidiu ir ao banheiro jogar água fria no rosto pra acordar bem e receber o amigo.
Ele entrou no banheiro devagar, abriu a torneira e com as mãos jogava água no rosto. Pegou a toalha e se secou. Com esse movimento, ficou olhando pro outro lado do banheiro, onde viu de novo a roupa da irmã mais velha, que tinha acabado de tomar banho.
Naquele instante, veio à mente dele a imagem do dia anterior, quando pegou aquela peça delicada feminina. Numa situação normal, ele teria tentado não dar importância e sair dali normalmente. Mas naquele dia ele tava excitado pelos vídeos que tinha visto e não conseguiu terminar, e o tesão nubla o julgamento.
— Bom, Agu, você me cortou na hora que eu ia gozar, então agora você vai ter que me ajudar. (Martín falava sozinho na mente dele).
O pau dele endureceu de novo e ele foi pro canto da roupa suja. Encontrou o que procurava.
Debaixo de uma camiseta, junto com um sutiã, tinha uma calcinha branca.
Ele pegou, deu uns passos até a porta pra ver se não tinha nem a mãe nem a Florcha por perto, fechou bem a porta do banheiro e sentou no vaso. Arriou a calça até os tornozelos e começou a desenrolar a calcinha da irmã.
Assim que ela voltou à forma original, ele notou que, de novo, igual da outra vez, parecia ser uma Booty-less. Como ele tava com tanto tesão naquele momento, imaginar o quanto a irmã mais velha dele é putinha usando esse tipo de calcinha fazia jorrar líquido pré-seminal que nem um bicho.
Enquanto segurava a Sem buceta numa mão, com a outra ele se masturbava, e logo gozou. Na mente dele, a buceta da Agustina pelada, na vista dele a calcinha da irmã. E na mão dele, muito esperma morno.
- Que delícia….
Ele se levantou dali, colocou a calcinha de volta no lugar, e limpou o esperma da mão na torneira. Tinha sido a melhor punheta em anos.
Saiu do banheiro, depois de descarregar toda a excitação, e disse pra si mesmo que já era. No primeiro dia ele pegou a calcinha só por curiosidade, e no segundo porque a própria Agustina tinha interrompido a punheta dele sem querer. Não ia mais bisbilhotar essas roupas nunca mais.
Depois daquelas aventuras no banheiro, o garoto cumpriu a promessa e não tocou mais nas roupas das irmãs. Todo dia que ia ao banheiro via elas lá, mas não dava importância naquele momento.
Um desses dias, Martín tinha ido um tempinho na academia, obviamente lá dentro com o aquecimento era quente, o garoto já tinha corrido uns 3 km na esteira quando parou pra descansar um pouco.
Na academia tinha bastante gente, e muitas minas. Minas mais velhas que ele. Ele via os corpos delas, o que faziam, tava numa idade em que tentava bisbilhotar os corpos femininos sempre que tinha a mínima chance. Via como usavam tops que apertavam os peitos, as pernas longas e malhadas, as leggings justas que marcavam rabetas pra todo lado.. até os biquinhos do peito de uma mina marcavam no top!
Como era de esperar, a ereção não demorou, e com o short de treino dele ficou bem visível.
Teve que voltar pra esteira e parar de pensar em minas…
Assim que terminou o treino, quando tava saindo do lugar, olhou mais rabetas, quantas pudesse. Se agasalhou bem e caminhou até em casa. Durante o trajeto, lembrou de todas as minas e seus corpos gostosos, agora a ereção não aparecia por causa da calça comprida que tinha vestido. Assim que chegasse em casa, iria direto tomar banho e de passou, como a situação exigia, a se masturbar na banheira pensando no que tinha visto na academia. Também era comum ele se masturbar na banheira, já que era um dos poucos momentos do dia em que ficava sozinho. Geralmente fazia isso pensando nas colegas da escola.
Entrou apressado em casa, foi ao banheiro e se deparou com a irmã Florcha tomando banho.
- Dá logo, Florcha, tô todo suado! – Disse Martin, escondendo a verdadeira pressa para tomar banho.
Teve que esperar vários minutos, até que finalmente Florcha saiu do banheiro, enrolada numa toalha. O garoto nem ligou pra ela e entrou no banheiro.
Tirou toda a roupa, já com o pau duro e preparado, estimulado pelas gostosas da academia. Jogou a roupa no canto, e algo chamou sua atenção de novo.
Na roupa de Florcha, que tinha acabado de se lavar, em cima de tudo, ela tinha deixado a calcinha pequena que usava.
Branca. Martin estava com o pau pronto e muito tesudo, e disse baixinho:
- Prometi não pegar as da Agus... mas dessa vez vou pegar só a da Florcha pra ver como é, e só...
Tentando não ficar com a consciência pesada, pegou a calcinha fio dental da outra irmã. Era branca, na frente tinha detalhes transparentes... tão pequena quanto as que a Agustina usa.
O garoto observou ela enquanto se acariciava o pau, até que decidiu deixar onde estava. Antes de largar, o tecido dobrou um pouco e ele conseguiu ver algo estranho na parte de dentro da calcinha.
Intrigado, abriu a peça de novo e a dobrou pra ver o lado interno. Na parte da frente, tinha alguns pelinhos escuros. O garoto rapidamente pensou nos pelos pubianos da irmã.
Mas o que mais o surpreendeu foi ver mais embaixo, na parte mais fina da calcinha fio dental, toda brilhosa.
Observou mais de perto, e parecia que aquela parte estava molhada. Tocou naquela parte, e sentiu um líquido viscoso. E bem pegajoso. Chegou mais perto ainda, e sentiu um cheiro Estranho.
Logo percebeu que o cheiro vinha daquela umidade na calcinha, e notou que era delicioso. Mal se deu conta, já estava prestes a gozar. O que era tudo aquilo?
Martim, de repente, se viu aspirando a umidade da calcinha da irmã Florcha. Não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas continuou, vendo como no tecido se misturavam pelos pubianos com aquela umidade, tornando todo aquele ritual algo extremamente obsceno e excitante.
- Deeeeeeeus…
Suspirava baixinho. Na mente dele, vieram imagens da buceta da irmã roçando aquele pedaço de pano… não aguentou mais, se masturbou rápido pensando na irmã Florcha, com a calcinha no rosto, sentindo aquele cheiro de buceta que o matava.
Imediatamente, o sêmen espirrou na banheira. Mais uma gozada tremenda. Suspirou de prazer, e largou a calcinha onde estava.
Era um garoto muito inexperiente. Um completo novato no sexo. Então, depois de se lavar, antes de dormir, foi com o notebook pro quarto e pesquisou no Google.
Depois de vários minutos e várias páginas visitadas, conseguiu entender a situação, e o que era aquilo na calcinha que ele tinha amado tanto!.
- Lubrificação e fluxo vaginal… seja lá o que for, é uma delícia! (Falou pra si mesmo na mente)
Limpou o histórico e foi dormir.Capítulo III: Avanços PerigososNa manhã seguinte, enquanto Martín estava na aula chata de história e a professora falava sem parar, ele foi se desligando mentalmente da aula – embora ainda estivesse ali – e pensava nos próximos passos.
Depois das gozadas fodásticas dos dias anteriores, ele tava disposto a continuar fazendo a mesma coisa, mas antes precisava ajustar alguns detalhes.
Mesmo no fundo achando que o que fazia não era totalmente certo, ou moralmente certo, ele tentava se enganar.
Terminada a manhã escolar, e depois de ir pra casa, planejou os próximos movimentos.
Naquela tarde, ele tinha saído com os parceiros da escola, então antes de sair de casa, lembrou da roupa que as irmãs dele estavam usando naquele dia.
A Agustina tava de jeans azul com a camiseta cinza, e a Florcha de jeans preto com uma blusa verde. Gravou isso na mente e foi embora. Tudo pronto.
Ele se desligou 100% da vida cotidiana durante o jogo de futebol, onde a honra do time e dos parceiros tá em jogo. Algo que só um homem entende.
Já com o sol se pondo no horizonte e a temperatura caindo, depois de terminar a batalha no campo, voltou pra casa pra tomar um banho quente e descansar pra começar um novo dia.
Chegou em casa já de noite. Entrou pela garagem. O carro não tava. A mãe devia ter levado alguma das irmãs pra algum lugar. Boa notícia, porque se a mãe visse ele todo enlameado entrando em casa, ia levar um esporro.
Deixou as chuteiras no tanque e foi direto pro banheiro. Tirou a roupa cheia de terra jogando no lugar de sempre. Lá estava, como todo dia, a roupa das irmãs dele.
Entre o jogo, as porradas da partida e a derrota sofrida, ele tinha esquecido do que tinha colocado na mente antes de sair de casa, e naquele momento lembrou.
Não tava nem um pouco excitado naquela hora, e o corpo nu dele pedia pra entrar logo na água quente porque tava congelando. Desta vez tinha roupa de só uma das irmãs dela.
Tinha uma camiseta verde, com uma calça jeans preta, meias, mais um sutiã cor da pele e uma calcinha que também parecia ser dessa cor, não dava pra ver direito porque estava dobrada embaixo do sutiã. Pelo que tava vendo, isso é da Florcha, pensou o garoto.
Ele tava ficando com frio e decidiu entrar no chuveiro, sem mexer na roupa.
- Hummm. – A água quente premiava o corpo dele, já quase gelado.
Depois do xampu, ele colocou uma mão no próprio pau e acariciou de leve.
Sentia a água caindo no corpo, enquanto se recostava na banheira, acariciando o pinto, que foi endurecendo devagar.
Pensou em algum estímulo sexual. A Virgínia. A mina mais gostosa da sala. A rainha. A deusa. Nunca falhava.
Ok, dessa vez ele segurou o pau com a mão pra começar a bater uma.
O cabelo loiro da Virgínia, a carinha de santinha… pensou no que faria com a coleguinha se ela tivesse amarrada numa cama. A punheta foi acelerando, enquanto imaginava o que faria com aquela mulher.
Depois de uns minutos, já tava pronto. O corpo jovem dele respondia rápido aos estímulos. Tava quase gozando, quando parou a masturbação.
Fechou a torneira e se secou com uma toalha. Vestiu uma camiseta de manga longa, um moletom e as meias. Se abaixou sobre a roupa da irmã, levantou o sutiã de lá e pegou a calcinha dela.
Ajeitou ela do jeito original e procurou o lado de dentro. E pronto! A mesma mancha de umidade tava ali. Dessa vez parecia menor, tava úmida mas não tanto quanto a anterior. Colocou a mão no pau duro e pulsante, levou a calcinha com a parte molhada no nariz e começou a parte boa de verdade.
De novo foi invadido por aquele cheiro característico de mulher, de buceta.
Aspirou o máximo que pôde daquela droga, pensou na coleguinha da sala enquanto batia uma devagar, não ia aguentar muito. Queria aproveitar o momento, se preparou pra terminar com aquilo, quando de repente:
Toc, toc.
— Nenê, falta muito? — Agustina.
Ele se desesperou, as mãos se enroscaram e a peça caiu no chão.
— Sim, sim… não, digo, já estou saindo. — Respondeu enquanto jogava a calcinha de volta pro lugar, procurando o sutiã pra colocar por cima como estava antes.
— O quê?
— Que já, já estou saindo!
Ouviu os passos se afastando e respirou aliviado… ufa! Por pouco. Quem sabe o que a irmã diria se visse ele fazendo o que estava fazendo. A cock murchou mais rápido do que nunca, do susto!
Vestiu-se por completo e saiu de lá, enquanto Agustina entrava pra tomar banho.
Depois disso, tentou enterrar o ocorrido. Enquanto Agustina tomava banho, chegaram em casa a Florcha e a mãe de uma reunião de sei lá o quê.
Enfim, depois do jantar foi pro notebook navegar na internet, visitando como fazia diariamente seus sites favoritos antes de dormir. Deitou na cama com o notebook, e depois de visitar todas as páginas favoritas e de “se informar” sobre coisas como o time de futebol, corridas, etc. Fechou o pc e ficou pensando no escuro.
Na mente dele, voltou o ocorrido do banheiro, de poucas horas atrás. Já tinha aspirado duas vezes a intimidade da irmã Florcha, mas com a Agustina ainda não tinha feito isso. Abriu o notebook de novo e entrou num site erótico. Abriu o primeiro vídeo que apareceu, era de lésbicas, e enfiou a mão dentro da calça.
O vídeo tinha sido muito bom, curto mas bom, e ele já estava quase no clímax de novo, e pensou em ir ao banheiro pegar a calcinha da outra irmã, Agustina. De repente ficou muito, mas muito excitado, e a mente dele começou a funcionar a toda velocidade. Na cabeça dele, pensava em coisas assim:
“Como será? Com certeza é bem pequenininha e apertada… Será que está molhada igual a da Florcha? Morro de vontade de conhecer o cheirinho da sua buceta, Agus.”
Ele estava realmente excitado, pensando Em coisas que eu nunca imaginaria. Tava saindo do controle. Sentia os dedos escorregando naquele líquido pré-gozo que brotava, e não queria sujar os lençóis.
Se descobriu, largou o notebook na cama, levantou e enfiou do jeito que deu o pau durasso na calça, que nem cabia direito naquela ereção monstra. Andou na ponta dos pés pelo corredor, até trombar com a porta do banheiro. Ouviu a chuva do chuveiro caindo. Porra! Repetiu na mente.
A mãe dele tava tomando banho, e não dava pra arriscar entrar pra cumprir os planos sujos. A mãe podia ver ele fácil. Deu meia-volta, foi pra cama cair naquela merda de dormir.
A mãe era sempre a última a tomar banho, antes de dormir, então juntava toda a roupa suja da família pra levar pro tanque depois do banho. Não tinha outra chance naquele dia. Até pensou em ir pro tanque, mas era arriscado demais, porque toda a roupa misturada num cesto ia ser foda achar as peças que queria, e ia fazer barulho que levantaria suspeitas.Capítulo IV: ObsessãoCom o passar dos dias, essa prática foi se tornando cada vez mais comum pro garoto.
Martín sempre olhou pras irmãs como irmãs, só isso. Não despertavam nenhum tipo de interesse sexual nele. Mas com as novas ações, isso começou a mudar aos poucos.
Geralmente durante o dia, ele lembrava da roupa que as irmãs estavam usando pra que, no fim do dia, soubesse de quem eram aquelas peças.
Numa dessas tardes, ele tava jogando videogame com o amigo e viu a irmã Florcha saindo de casa. Ela tava com o cabelo meio molhado e bem arrumada, com certeza ia pra aula de inglês.
— Tô indo!
O amigo Lucas continuou de olho no jogo, enquanto Martín não perdeu a chance e foi pro banheiro.
Ele procurou entre as roupas e encontrou a peça da irmã.
Uma calcinha preta com bordas brancas, toda molhadinha, só pra ele.
Levou até o nariz.
— Hummm, que delícia!!!
Aquele cheiro profundo, o aroma mais íntimo da irmã dele invadia os pulmões, enchendo ele de prazer.
Ele pensou em como a irmã se sentiria se descobrisse o que ele fazia. Eles tinham uma relação muito boa. Ele se sentia mal por fazer aquilo, mas não conseguia evitar.
Deixou a peça onde tava e voltou pro amigo. De noite já tinha material pra bater uma!
A tarde passou, e naquele dia ele quis esperar pra tomar banho por último. Queria ser o último pra descobrir a calcinha da outra irmã, a Agustina.
Mas não deu certo. A garota só chegou em casa tarde, então o adolescente teve que tomar banho. Claro que usou a calcinha preta da Florcha pra fazer uma baita punheta.
:::
Numa sexta à tarde, Martín e Florcha já tinham chegado da escola, e a Agustina tava de folga na faculdade. A mãe tava trabalhando, e naquele dia era hora de fazer alguns deveres de casa.
Esse tipo de tarefa muitas vezes sobrava pros jovens, porque a mãe trabalhava várias horas por dia e sempre pedia pros filhos ajudarem. colaborem.
Tinha que lavar o chão e limpar os móveis na sala de casa.
Geralmente dividiam as tarefas entre os irmãos. Naquele dia, era a vez do Martín esfregar o chão e da Agustina limpar os móveis. A Florcha tava de folga naquele dia, sem tarefas domésticas.
Martín foi pro lavanderia pegar um balde, encheu de água e pegou o pano de chão. Passou pelo corredor, cruzando o quarto das irmãs – Agus e Florcha dividiam o quarto – e bateu na porta pra avisar a Agustina que era a vez dela com os móveis. Foi até a sala pra começar o serviço.
Tava molhando o pano quando a Agustina veio rapidão, passou na frente dele e seguiu direto pra porta da frente. Enquanto cruzava a sala, falou:
- Desculpa, maninho, mas o Javi me chamou, tchauuu.
- Que?
Martín não acreditava no que a irmã mais velha tava dizendo. A puta tava indo embora porque o namorado chamou, o idiota do 'Javi'. Ele tinha raiva dela. Não por nada específico, mas não gostava que a irmã tivesse namorado.
Fechou a porta e tchau.
Bom, que se dane – pensou – no fim das contas, quando ela voltar, vai ter que fazer.
Começou com a tarefa dele, quando dessa vez a outra irmã apareceu em casa.
- Oi, gatinho. O que cê tá fazendo? – Florcha cumprimentou o irmão com um beijo.
- Limpando um pouco… A Agus me deixou na mão haha.
- Haha a doida deve tá com o Javi, né?
- Exato…
- Beleza, e o que precisa fazer?
- Hoje era a vez dela com os móveis.
- Tá, deixa, eu faço hoje. Não quero que a mãe chegue e veja tudo sujo.
Florcha tinha acabado de chegar da academia. As duas irmãs da casa iam direto numa espécie de academia, mas só de mulheres, porque lá também davam aulas de dança. Florcha e Agus quando eram pequenas iam pra lá dançar, e agora, mais velhas, iam fazer uma malhação "pra manter a raba", como elas diziam. Claro que tinham horários diferentes, raramente coincidiam as duas juntas.
O garoto continuou com a tarefa de esfregar o chão, enquanto Florencia tirava a jaqueta, pegou um pano velho com o produto de limpeza pra começar a limpar os móveis.
Martín de vez em quando olhava pra irmã – ela tava de costas pra ele. Ficava de olho no corpo gostoso da irmã. Vinham na cabeça dele os comentários obscenos dos colegas sobre ela. Florcha tava com o cabelo solto, uma regata justa e uma legging preta bem apertada. Roupa de academia.
Principalmente, ele olhava muito pra rabeta. De vez em quando dava uma espiada na irmã, que, alheia aos pensamentos sujos do irmão, só se limitava a lustrar os móveis.
O pau do moleque foi despertando. Ele olhava descaradamente pra rabona grande e redonda da irmã. A legging apertava tanto que era impossível não olhar. Enquanto continuava lavando o chão, imaginava como a irmã seria pelada. Imaginava puxando a calcinha dela pra baixo pra deixar aquele cuzão perfeito à mostra. A pica dele ia explodir dentro da calça jeans.
Florcha tava limpando o móvel da TV. Passava o pano na madeira. Se abaixou e abriu uma das portinhas de vidro do móvel pra limpar tudo lá embaixo.
O garoto não perdia nenhum detalhe dos movimentos da irmã. A adolescente apoiou os dois joelhos no chão, se inclinando pra frente pra limpar bem a parte interna do móvel.
– Ela ficou de quatro, ela ficou de quaaaaatro – O moleque repetia coisas na cabeça.
Na frente dele, Florcha ficou uns segundos naquela posição comprometedora, com a rabeta bem levantada, pronta pra ser macetada.
Martín quis tirar a pica ali mesmo pra gozar igual um louco enquanto admirava o espetáculo.
Com uma mão segurava o secador e com a outra se acariciava a pica dura por cima da calça. Enquanto admirava o bundão da irmã, imaginava a calcinha que ela devia estar usando, e com o tamanho pequeno que são, e o apertado da legging, devia estar entrando bem na buceta dela! Não aguentava mais de vontade de ter nas mãos Essa calcinha toda molhada!
Finalmente, Flor terminou com aquilo. Martín tirou a mão de onde estava e fingiu que nada tinha acontecido, continuou esfregando.
- Bom, já tá pronto. Vou tomar um banho porque tô toda suada!
O garoto estava deixando de ver a irmã como irmã e começando a vê-la como 'gostosa pra caralho'.
Ele tava muito excitado, e naquela tarde, depois que Florencia saiu do banho, Agustina chegou em casa e também entrou no chuveiro. Então aquele dia finalmente seria o dia em que ele sentiria o cheiro da Agustina... e com o que já tinha visto da Flor, imaginou o banquete que faria no banheiro.
Horas depois...
Depois que as duas irmãs tomaram banho, a mãe chegou em casa. O garoto entrou rapidamente no banheiro.
Tirou toda a roupa, ligou o chuveiro pra não levantar suspeitas e evitar que qualquer barulho que fizesse fosse ouvido.
Foi direto pras roupas jogadas. Observou dois tipos de roupa claramente identificáveis. De um lado, o "montinho" de roupa da Flor, e do lado, o da Agustina.
Começou a revirar e percebeu que dentro da legging da Florencia estava a calcinha que ela tinha usado naquele dia.
"Hummm... tirou tudo junto."
Tirou a fio dental da legging e a primeira coisa que notou foi que já tinha visto ela antes.
Era idêntica à que a Agustina tinha usado uns dias atrás, que o moleque tinha usado pra se masturbar. Era impossível esquecer aquilo.
Pensou se elas teriam duas do mesmo modelo, tipo duas peças iguais cada irmã, mas não ligou muito na hora, e já com o pau bem duro, procurou a parte de dentro.
Brilhosa. De novo bem molhada. Com pelinhos pretos espalhados por ali.
Martín colocou um dos dedos naquela parte e sentiu a ponta do dedo deslizar pelo tecido.
"Affff isso é demais"
Levou até o rosto pra aspirar a droga que mais amava. Que cheiro profundo!
Ia se tocar, mas recompôs. Ainda com a calcinha da Florencia na mão, procurou no montinho de roupa da outra irmã.
Tirou de cima a camiseta, o suéter, a calça, o sutiã, até identificar o objeto do desejo.
“Não pode ser”
Deixou a calcinha da Flor de lado, e juntou com as duas mãos a peça da Agustina.
Esticou bem na frente dos olhos, pra ver a forma original. Uma tanga roxa, com detalhes de bolinhas brancas. O moleque ficou estupefato.
Percebeu que o chuveiro tava soltando água demais, então se apressou.
Observou com cuidado a tanga da Agustina e procurou por dentro.
Viu como a parte de baixo era fininha demais! Embora as que ele via sempre fossem pequenas, essa era ainda menor! A parte da tanga que cobre a buceta era muito fina, e isso levava o moleque ao êxtase de prazer.
“Aposto que entra toda nela”
Não tava molhada, nem nada do tipo. Levou até o rosto pra sentir o cheiro, e tinha sim. A parte do tecido que tocava a buceta da Agustina soltava um cheiro de mulher tão forte quanto o da Florcha.
O moleque ficou sentindo aquele cheiro, até deixar as peças onde estavam, pra não levantar suspeitas se alguém entrasse. E entrou no chuveiro.
Tomou banho o mais rápido que pôde: sabonete, xampu, e em alguns minutos tava pronto.
Se secou o corpo todo, e antes de se vestir, voltou a pegar a calcinha da Flor e a tanga da Agustina.
Sentou no chão em cima da toalha que tinha usado pra se secar, pegou as duas peças íntimas com a mão esquerda, e levou até o rosto pra se estimular do jeito que mais gostava. Com a mão direita, se masturbava.
Depois de sentir aquele cheiro inebriante, imaginava as irmãs. Lembrou da pose da Flor quando tava limpando o móvel, de quatro, e imaginou a Agustina de pernas abertas, mostrando a pussy...
Acelerou os movimentos manuais e terminou sujando a borda da Banheira com esperma grosso e quente.
Limpou com papel higiênico, teve que cortar várias vezes pra limpar tudo que tinha soltado. Já tinha ficado "como nova". Daqui a pouco a mãe ia entrar no chuveiro, mas por sorte não dava pra perceber que alguém tinha se tocado gostoso.
Já tinha colocado as roupas femininas de volta no lugar, e terminou de se vestir pra sair muuuito mais relaxado e dormir confortável e prazerosamente.
O fato de ir tomar banho era mais gostoso do que nunca.
Nos momentos livres, em vez de pensar nas garotas da sala, pensava nas irmãs dele.
Com o passar dos dias, ele foi se inteirando mais e mais sobre elas.
Quase sempre esperava as duas tomarem banho, e depois ia ele pra pegar as roupas das duas gostosas.
Depois de vários dias repetindo o ritual, foi percebendo algumas coisas.
As duas usavam as mesmas calcinhas. Muitas vezes ele encontrava que uma das garotas tinha usado uma calcinha que a outra já tinha usado.
Isso tinha acontecido várias vezes, onde o garoto encontrava as roupas que a Flor tinha usado um dia, e depois encontrava na roupa da Agustina.
E também descobria que as calcinhas e tangas que a Florencia usava estavam quase sempre mais molhadas que as da Agustina.
Não era uma regra fixa, mas era mais ou menos assim. Além disso, nas da Florcha quase sempre encontrava alguns pelinhos escuros, enquanto nas da Agustina quase nunca encontrava.
Assim ele foi imaginando muitas coisas nas fantasias dele.
Quando pensava na Florcha, imaginava ela com a buceta peludinha, e a Agus toda depilada.
A obsessão começava a fazer efeito no adolescente tarado.
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Eram família, e por isso muitas vezes as garotas andavam com pouca roupa pela casa. Momentos em que saíam do chuveiro, ou tinham que se trocar, ou chegavam da escola ou faculdade e se despiam rapidinho pra trocar de roupa. Não Não importava que Martín estivesse vendo elas, porque nunca imaginariam como o irmãozinho as olhava. Até aquele momento, as garotas ainda viam o "anão" como isso, o irmão mais novo.
Desde sempre, a vida inteira tinha sido assim. Em casa, eram todos família, e ficar um tempo com pouca roupa não era nada demais.
Um dia, estavam tomando café da manhã: Martín e, ao lado dele, Agustina. Florcha ainda estava na cama, e a mãe, no banheiro.
Agustina estava com a roupa de dormir: uma camiseta de manga comprida, esticada e velha, desbotada, e uma calça também comprida.
Estava muito apressada, porque para a faculdade tinha que andar vários quarteirões e sempre saía de casa antes dos outros. Estava atrasada e foi se apressando.
Foi até o quarto dela e trouxe para a cozinha a roupa que ia vestir hoje. Estava parada ao lado de Martín, que estava sentado tranquilamente tomando seu chá. A garota deu um gole de café, colocou a xícara na mesa e tirou a blusa de dormir, ficando só de sutiã.
Um sutiã muito bonito, por sinal. Cor da pele, embora Martín pouco se importasse, porque espiava de soslaio a irmã enquanto ela se trocava ao lado dele.
Ele via os peitos dela de lado, como se mexiam naquele sutiã apertado, enquanto o cabelo quase loiro caía sobre o corpo dela.
Aqueles peitos grandes e redondos queriam escapar do sutiã a cada movimento… que espetáculo a irmã mais velha estava dando para ele sem nem perceber.
Ela vestiu uma blusa, depois outra, e uma jaqueta. Bebeu mais uns goles de café e agora tirava a calça.
Com as duas mãos nas laterais do quadril, pegando o elástico da calça, puxou para baixo rápido até chegar nos tornozelos e, com a ajuda dos pés, tirou a calça.
Martín aproveitou para olhar de novo para o lado, e Agus se abaixou para pegar a calça do chão, quando foi para baixo com as mãos para pegá-la.
Durante aqueles poucos segundos, a irmã dele tinha ficado com as pernas esticadas, mas com a torso curvado pra baixo pra pegar a roupa de dormir, e tinha ficado numa posição sexual bem explícita.
Martín observou tudo aquilo quase virando a cabeça de leve pro lado, e viu como por alguns segundos a Agustina tava com a calcinha branca toda enfiadinha na bunda e abaixada, então por uns décimos de segundo ele conseguiu ver mais embaixo, como com a pressão de estar abaixada, marcava levemente a buceta no tecido!
Foi por milésimos de segundo, mas aquela imagem ia ficar gravada na mente dele. Ele conseguiu ver a parte onde a calcinha cobria a buceta e ainda tava marcadinha!
Dava pra ver bem a rachinha marcada no meio e dos dois lados os lábios inchadinhos.
Obviamente o moleque não reagiu, e continuou com a xícara de chá como se nada tivesse acontecido. Logo a Agustina vestiu a calça jeans, arrumou o cabelo, e calçou os tênis pra ir embora enquanto terminava o café...
Pouco a dizer sobre o que rolou assim que a Agus foi embora. Martín foi pro banheiro escovar os dentes e... bater uma punheta monstra lembrando do que tinha visto.
Pois naquele mesmo dia, depois da escola e o resto da tarde toda, chegou em casa ao anoitecer e entrou no banho como todo dia.
Procurou no canto da roupa e achou só roupa de uma das irmãs dele.
Chegou mais perto e percebeu que era da Agustina.
Não foi difícil achar a calcinha. A que ele tinha visto naquela manhã cobrindo como podia tanta carne que a Agustina tinha...
Além disso, olhou pro sutiã, e lembrou da visão sublime daquelas tetonas enormes balançando!
O pau tava apertado na calça, então ele tirou a calça e foi abrindo a calcinha pra ver o interior.
Tava muito molhada, aquele brilho clássico cobria toda a área do tecido que roçava a buceta. Levou até o nariz e sentir o cheiro forte de buceta era supremo! E a sacanagem de ser da irmã mais velha dele, muito mais.
“Uffff, essa tá encharcada. Você tava Tá molhadinha? Adoro que você ficou toda excitada hoje."
Ele colocou a parte molhada da calcinha no próprio pau e começou a se masturbar. Espalhava o líquido vaginal pelo tronco do membro, enquanto se punhetava num ritmo frenético.
Imaginava como a buceta da irmã soltava toda aquela umidade pegajosa na calcinha e morria de prazer.
Já tava com o pau todo duro, coberto pela umidade da xereca da irmã mais velha. Levou o tecido de novo ao rosto pra cheirar, enquanto a mão deslizava pelo jovem pênis, lambuzado com todo o líquido viscoso da irmã.
Começaram a sair os jatos de porra pra todo lado... caíram nas pernas dele, no chão, alguns até na parede... puf!
Todo aquele ritual de instinto animal era algo de outro mundo. Depois de umas punhetas daquelas, ele ficava super relaxado... era terrivelmente satisfatório fazer isso com as calcinhas das irmãs!
Obviamente, já tinha perdido a moral... tudo girava em torno das irmãs e da roupa íntima delas.
Toda vez que entrava no banheiro, sabia de qual das irmãs eram as tangas, sabia que ambas usavam as mesmas, e se masturbava de propósito.
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Numa ocasião, a tarde tava bem fresca quando o Martin tava fazendo o dever de casa.
A Florcha passou por ali, com o cabelo preto ondulado, uma jaqueta e a legging preta justa realçando aquela bunda enorme...
— Como é que tá, anão?
— Complicado, Flor... vai pra academia?
— Vou, sim!
— Eu daqui a pouco também vou.
Ela se despediu do garoto com um beijo, sempre tão educada com ele.
O moleque cansou de tanta lição e foi também pra academia espairecer um pouco.
Já no local, começou a rotina dele.
Parou pra descansar uns minutos, observando todo o movimento por ali.
Cumprimentou os conhecidos que estavam treinando.
E as minas também malhando. Terminou o programa de academia naquele dia, vestiu a jaqueta e ficou num canto observando a as garotas disfarçadamente.
Eu via elas como sempre, mas agora, em vez daquelas, imaginava que eram as irmãs dele. Ele voltou pra casa.
- Boa tarde.. cheguei
Flor estava no quarto dela, a mãe ainda não tinha chegado em casa e a Agustina estava na cozinha.
- Vou tomar banho ou vai você, Agu?
- Vai você, anão..
- Ok
Ele entrou no banheiro, abriu o chuveiro e, claro, foi direto pra roupa da Florcha.
Em cima da leggings, a calcinha fio-dental roxa estava ali! Dessa vez a Florencia tinha usado.
O garoto fez o de sempre e percebeu que a calcinha estava encharcada.
“O treino foi pesado? Parece que você suou a buceta toda, Flor…”
Nem preciso falar do cheiro de buceta tão safado que aquela calcinha exalava!
Ele estava sentado no chão, ainda com a jaqueta, com a calça e a cueca abaixadas, se masturbando com a calcinha recém-usada da irmã Florencia no rosto.
Ele tava nessa quando…
- O que você tá….?! – A Florcha tinha entrado no banheiro e descoberto tudo!
Florencia achou que, como o chuveiro já estava ligado, o moleque tava dentro… agora ela estava parada na porta, como uma estátua, vendo o irmãozinho com uma mão no pau e a outra na própria calcinha dela.
Continua…
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