Meu nome é Miguel e trabalho em uma repartição pública, sou recém-casado. Minha esposa tem seios pequenos, mas os mamilos grandes, adoro eles, são como a ponta de uma borracha, a bunda dela é grande e firme, e sou louco pra comer aquele cu virgem, mas toda vez que tentei, ela diz que dói e me nega. Minha maior fantasia é possuir ela por ali, mas nunca consegui. Em compensação por não meter no cu dela, ela me dá umas mamadas tão fodas que sugam até a última gota de porra, então nossa vida sexual é boa, tirando esse "pequeno detalhe". Todas as mulheres daquela família são bundudas, então às vezes fantasiou comendo uma dessas bundas. A irmã mais velha dela é casada, mas o marido está estudando em outro país. Liliana, esse é o nome da irmã, é fonoaudióloga e não fica atrás, tem uma bunda linda e empinada, não têm filhos e dá pra ver que as nádegas são duras. Ela tem cerca de um metro e sessenta, cabelo longo e preto, e uns olhos grandes e lindos castanhos, os seios são pequenos. O único problema, pelo menos eu achava, é que ela é super apaixonada pelo marido, pois mencionava ele em todas as conversas possíveis, o que me deixava puto. Além disso, ela tem um jeito petulante de ser, então nunca nos demos bem. De vez em quando, na companhia da minha esposa, eu ia arrumar o computador dela. Ela não entende muito do assunto e só usa pra se comunicar e escrever com o marido, além de joguinhos infantis com as crianças que atende, então acho que o bicho vivia desconfigurando. Por isso, ela pedia pra eu ir lá arrumar, o que me irritava, mas tudo pela família. A família da minha esposa mora num sítio onde costumamos ir descansar alguns fins de semana. Lá, às vezes, a gente acabava encontrando a Liliana, que visitava os pais. Ela era muito pudica pra ir à piscina, colocava uma toalha grande pra esconder o corpo e preferia ir sozinha. Em uma dessas vezes... Reuniões na sala, ela sentou na minha frente. Tava usando uma blusa e uma saia bem leve, mas o que me pegou foi que, sentada daquele jeito, dava pra ver a calcinha branca dela. Tive que me segurar pra não olhar e meu pau não subir na hora. Depois disso, comecei a fantasiar mais com ela. Às vezes pensava que ela tinha feito de propósito, a putinha, pra me testar, mas como ia rolar? Impossível, lembrando do marido dela toda hora e nossa relação não era lá essas coisas.
Um dia, entre tantos, ela me pediu pra arrumar o computador dela. Fui lá e, enquanto ela conversava com minha esposa, configurei o PC pra, quando entrasse na internet, abrir uma página pornô de início. Fomos embora e, uns três dias depois, ela ligou e eu atendi. Ela disse: "O computador tá entrando direto numa página dessas... Como faço pra mudar? Uso o apartamento como local de trabalho pra atender crianças, não posso deixar elas usarem o PC pra jogar porque podem entrar na internet sem querer, que vergonha."
Expliquei pelo telefone como mudar, mas ela não entendeu. Aí falei que quando minha esposa chegasse, eu iria lá. Ela tava na casa dos pais e voltaria no domingo. Ela me pediu pra ir antes, porque precisava atender as crianças e usava jogos educativos online, não dava pra trabalhar. Perguntou se eu queria que ela passasse e me buscasse, e depois me deixasse em casa. Falei que não precisava, que eu sairia do trabalho e iria direto pra lá.
Cheguei na quarta-feira (gloriosa pra mim) na casa dela. Ela tava com uma saia igual à que usava em clima quente. Me atendeu super simpática, e eu pensei: claro, vim fazer um favor, não esperava menos. Mas enfim, liguei o computador e, de propósito, carreguei a internet. Ela tava parada atrás de mim, dava pra ver ela pelo reflexo da tela. Ela apontou pra página e disse: "Viu? É pornô, que vergonha com as crianças." Perguntou como podia ter acontecido. Falei que às vezes, navegando, tem páginas que se colocam como início automaticamente, que era... mudaria, ela me disse que não podia acreditar em todas aquelas poses que apareciam lá, eu falei olha, esses são sites que têm links por temas, se você quiser ver por especialidade, poderia ver. Meu tesão crescia e eu via como ela devorava as imagens que saíam dali. Eu disse: você pode encontrar até de animais e pessoas, ela disse que não podia acreditar, eu falei: não acredita em mim? Vou te provar. Apontei um link e começaram a aparecer fotos dessas, ela se inclinou sobre mim para ver melhor, eu podia sentir a respiração dela cada vez mais ofegante e agitada, ela colocou as mãos nos meus ombros sem perceber para se apoiar e apontou uma cena de uma mulher chupando um burro, ela disse: que incrível. Vimos outras e eu perguntei: o que mais você quer ver? Ela corou e disse: não, obrigada. Bom, que outras coisas têm? Mostrei mulheres enfiando coisas, interraciais, peitudas, etc. Eu disse: chega, tô com vergonha de você, mas preciso ir. Ela perguntou por quê, respondi: sou humano e estou ficando excitado. Ela me olhou e disse: você tem razão. Então eu falei que se ela quisesse, criaria nos favoritos, mas assim se ela quisesse ver, não apareceria de início, só quando ela indicasse. Ela sorriu e disse: não, obrigada, já vi o suficiente. Eu falei que faria mesmo assim. Levantei e ela pôde notar o volume que eu tinha, me olhou e eu não aguentei, me inclinei para beijá-la, ela tentou me rejeitar, mas depois respondeu, e de que jeito, e começou uma série de beijos apaixonados. Eu apertava a bunda dela com minhas mãos, sabia que tinha que esquentá-la, levá-la ao ponto de me pedir para comê-la, senão ela se arrependeria, por estar com o cunhado e botando chifres no marido adorado dela. Quente e gemendo, abri a blusa dela, beijei e mordisquei os peitos dela, coloquei as mãos nas costas dela e soltei o sutiã, os peitos dela eram firmes e reparei nos mamilos, eram grandes como os da minha esposa, ela gemia de prazer cada vez que eu chupava, que eu mordiscava, ela gemia, dizia: "isso não pode ser, para, para por favor que eu não vou aguentar", ao que eu Claro, fingi que não ouvi, desabotoei rápido os botões da saia dela e ela ficou só de calcinha fio dental transparente, dava pra ver o quanto tava molhada. Apertei mais uma vez aquela bunda enorme dela, dava pra ver como aquele fio dental sumia naquelas nádegas que eu sonhava em acariciar e agora tava fazendo isso. Fui rápido descendo pra buceta dela, tirei a calcinha e comecei a acariciar, beijava ela e os gemidos cada vez mais altos me diziam que eu tava no caminho certo. Ver a Liliana assim, de pernas abertas, me excitava ainda mais e enfiei minha língua na vagina dela o mais fundo que pude, não queria que ela se arrependesse. Ouvia entre os gemidos "não pode ser, para, para", eu sabia que com aquele tesão todo eu ia comer ela, porque eu ia comer mesmo. Ela gemia, gritava, teve uns orgasmos seguidos, eu via enquanto enfiava minha língua naquela bucetinha ela apertando os próprios peitos. Levantei e ela começou a tirar minha calça, enquanto eu tirava minha camisa apressado. Meu pau apareceu e sem pensar ela começou a acariciar, ele tava molhado, cheio de líquido, e ela provou com a língua. Perguntei se queria parar, mas ela me olhou e apertou meu pau com as mãos. Devagar, começou a lamber as bordas, depois abriu a boca e começou a enfiar. Eu tava morrendo de prazer, vendo minha cunhada enfiar meu pau na boca dela. Segurei os cabelos pretos dela e apertei contra meu pau, queria que enfiasse tudo, até as bolas. Ficamos assim por um tempo, quase gozei, parei e comecei a chupar os peitos dela. Ela pediu, disse que não aguentava mais, que queria sentir tudo, que eu falasse sujo, que isso a excitava mais. Falei claro, minha cunhada favorita, minha puta, vou enfiar nessa buceta até as bolas, e você vai pedir mais e mais. Comecei a enfiar devagar, podia ouvir os gemidos dela, e fui colocando e tirando só a ponta. Ela dizia "Miguel, enfia tudo, não aguento mais". Enfiei tudo, ouvi aquele gemido de "aaahhh" de "ooohhh", tô com ele todo dentro. pra dentro, assim mais, buceta, mete assim aaahhh, ali eu consegui outros orgasmos, ela continuava me dizendo meu amor, ooohhh que gostosa você tem, mete até os ovos, você tem maior que meu marido, se eu soubesse antes, ooohhh, mais, me dá mais, não para, não para, me come toda, me enfia, sou sua meu amor, meu macho, me dá ooohhh já sinto ela de novo, nnnooo, aaahhh que gostoso, me dá, me dá que pau, sinto ela toda, quero mais, mais, me fode, me fode que quero ser só sua, tudo isso me deixava a ponto de explodir, via como ela me olhava e pedia mais, não podia acreditar que estava comendo minha cunhada e ela era uma mulher desesperada por sexo, e não podia culpá-la com essa dieta de pica que o marido dava. Eu estava quase lá, mas me disse não, eu tenho que provar aquele cu, então tirei e procedi de novo a provar a buceta dela e passar a língua no rabo dela, isso a excitou mais, enquanto eu enfiava um dedo devagar, esperando dilatar aquele buraquinho, depois dois enfiando e tirando, ela me olhou e disse você não vai pensar? Sou virgem lá e não dei pro meu marido, eu disse eu não sou seu marido, sou o homem que tá te fodendo e por quem você geme como uma puta. Ela ia falar algo, mas cortei, enfiei uns dedos na boca dela, enquanto com a outra eu enfiava no cu e na buceta ao mesmo tempo, falei sim meu amor, Liliana, com esse rabo tão lindo é pecado deixar assim, você não sente prazer quando enfio os dedos? Enquanto gemia, ela disse sim, eu gosto, mas são seus dedos e não seu pauzão meu amor, olha puta, vou enfiar devagar e quando estiver dentro você vai pedir mais, te garanto puta, você vai pedir pra eu meter até o fundo, isso a excitou mais, sabia que insultando ela, eu a desafiava, então ela calou enquanto eu comecei a mexer os dedos mais rápido, nessa altura o cu já estava dilatado, então parei, virei ela e enquanto com uma mão mexia no grelinho dela, com a outra molhei a pica com saliva e fui enfiando devagar, ela tentou por dor tirar, mas Eu segurei ela firme, "nnnooo, não dói, fica tranquila, vagabunda, relaxa, vagabunda, relaxa". Aí decidi colocar o dedo na frente dela pra ela gozar e, quando ela tivesse o orgasmo, enfiar tudo. Foi o que aconteceu quando ela gozou. Ela mesma se jogou pra trás e enfiou tudo. Ela gritou e disse: "filho da puta, desgraçado, tá doendo, tira, sinto que você vai me rasgar, não, por favor, dói muito". E tentou tirar, mas eu não deixei. Falei: "vagabunda, calma, calma, mamãe, eu sei que você vai gostar, relaxa. Além disso, já tá tudo dentro." "Eu sei, eu sei, cachorro", ela dizia, "sinto ele na garganta, cachorro, você vai tirar pela minha boca, quer me rasgar o cu?" "Sim, vagabunda, quero que você sinta um macho te dando o que você mais quer por todos os lados, porque de agora em diante você não vai ter sede de pau, porque eu vou te dar tudo e por onde eu quiser: pelo seu cu, pela sua boca, por onde eu bem entender." Enquanto xingava ela, eu enfiava com força. Ela gemia de dor e depois de prazer. Isso me excitou ainda mais. Comecei a meter forte, perguntava se ela tava gostando e ela gritava: "sim, Miguel, me dá mais, rasga meu cu, quero sentir mais, me dá, ooohhh, você é meu homem, meu homem, meu verdadeiro macho, esse pau dentro de mim me faz sentir sua, me toma, Miguel, me toma, sou sua, destrói meu cu." Isso me deixava mais tarado, então eu fiz. Metia até a raiz pra ouvir ela gemer e gritar mais. Sentia minhas bolas batendo naquelas bundas imensas, e a cada batida um gemido, um lamento, e quando eu tirava, uma pausa, um "aaahhh, que gostoso, me dá, me dá, sinto que vou gozar, ooooh, que gostoso". Eu não perdia tempo, metia no cu e ao mesmo tempo colocava o dedo na buceta dela. Senti, pra minha surpresa e prazer, ela se desmanchar e um jato começar a sair da vagina dela. Não podia acreditar, já tinha ouvido falar de ejaculação feminina, mas ver e sentir é outra coisa. Terminou com um gemido e um desmaio, tremendo. Isso me deixou a mil, sentia que minhas bolas iam estourar. Então, quando eu ia terminar... Tirei ele e coloquei na cara dela, bati uma punheta no rosto dela, sentia como eu gozava com pressão e abundância, que gozada gostosa, enquanto gozava, falava "come tudo", joguei tudo na boca dela, nos peitos dela, não gozava tanta porra há um tempão, mas com aquela foda bem merecida, ela esfregava os peitos no sêmen que caía, e pegava com a língua o que caía na boca, depois meteu tudo na boca e secou com maestria com a língua até não deixar uma gota, minhas pernas tremiam e eu tava super sensível, cada vez que ela chupava a glande eu gemia e tremia de prazer. Caímos exaustos, ela me abraçou, me olhou, me beijou apaixonadamente e falou pra eu ficar aquela noite, que queria mais, que ninguém nunca tinha fodido ela daquele jeito, que nunca tinha sentido orgasmos daquela qualidade e quantidade, que comigo fez coisas que nunca imaginou e que nunca tinha feito com o marido. Falei: Lili, não posso, você sabe que tenho que chegar em casa, e sobre o resto, você nunca mamou seu marido? Ela disse: sim, mas nunca tomei a porra ou me deixei banhar em sêmen, nunca me deram no cu e nunca fui infiel, você é o primeiro... e espero que a gente continue assim por muito tempo, você me fascina, gosto de como me faz sentir, nunca me senti tão cansada mas tão feliz, não tenho remorso de nada, tô disposta a repetir mil vezes, você é um verdadeiro touro, fica, vamos aproveitar o nosso. Nos beijamos, ela me abraçava com tanta força que sentia que não queria se soltar de mim. Ficamos abraçados, exaustos, mas felizes. De repente ela levantou, entrou no banho, quando saiu sorriu pra mim, tão sensual, tão molhada, pegou o telefone e falou pra eu ligar pra irmã dela (minha esposa) pra dar um alô e não levantar suspeitas, me deu um beijo apaixonado e falou: liga pra ela, e deslizou pra baixo. Liguei pra minha esposa pra dar um alô, enquanto isso via Liliana pegar meu pau, acariciar, pelar, olhar, beijar, e aí meteu na boca. Aos poucos, eu sentia como ele entrava inteiro na boca dela e como aquela flacidez inicial se transformava em tensão. Chupar ele de novo, enquanto ela falava com a irmã, me deu um tesão danado, fez ele ficar duro que nem um cano. Ela se esforçava pra não gemer na frente do telefone, mas as ondas de prazer eram muito fortes. Estar falando com minha esposa e ver a irmã dela me chupando de um jeito incrível me fazia pensar no meu próximo objetivo: fazer um menage com as duas. Com isso, ela conseguiu tirar ainda mais porra de mim. Quando sentiu que eu ia gozar, engoliu tudo sem deixar nada escapar. Meu leite foi direto pra garganta dela. Ela disse: "Esse aqui vai ser uma boa dieta." Depois de um tempo, me vesti e fui pra casa, onde minha esposa, a irmã dela, me esperava.
Um dia, entre tantos, ela me pediu pra arrumar o computador dela. Fui lá e, enquanto ela conversava com minha esposa, configurei o PC pra, quando entrasse na internet, abrir uma página pornô de início. Fomos embora e, uns três dias depois, ela ligou e eu atendi. Ela disse: "O computador tá entrando direto numa página dessas... Como faço pra mudar? Uso o apartamento como local de trabalho pra atender crianças, não posso deixar elas usarem o PC pra jogar porque podem entrar na internet sem querer, que vergonha."
Expliquei pelo telefone como mudar, mas ela não entendeu. Aí falei que quando minha esposa chegasse, eu iria lá. Ela tava na casa dos pais e voltaria no domingo. Ela me pediu pra ir antes, porque precisava atender as crianças e usava jogos educativos online, não dava pra trabalhar. Perguntou se eu queria que ela passasse e me buscasse, e depois me deixasse em casa. Falei que não precisava, que eu sairia do trabalho e iria direto pra lá.
Cheguei na quarta-feira (gloriosa pra mim) na casa dela. Ela tava com uma saia igual à que usava em clima quente. Me atendeu super simpática, e eu pensei: claro, vim fazer um favor, não esperava menos. Mas enfim, liguei o computador e, de propósito, carreguei a internet. Ela tava parada atrás de mim, dava pra ver ela pelo reflexo da tela. Ela apontou pra página e disse: "Viu? É pornô, que vergonha com as crianças." Perguntou como podia ter acontecido. Falei que às vezes, navegando, tem páginas que se colocam como início automaticamente, que era... mudaria, ela me disse que não podia acreditar em todas aquelas poses que apareciam lá, eu falei olha, esses são sites que têm links por temas, se você quiser ver por especialidade, poderia ver. Meu tesão crescia e eu via como ela devorava as imagens que saíam dali. Eu disse: você pode encontrar até de animais e pessoas, ela disse que não podia acreditar, eu falei: não acredita em mim? Vou te provar. Apontei um link e começaram a aparecer fotos dessas, ela se inclinou sobre mim para ver melhor, eu podia sentir a respiração dela cada vez mais ofegante e agitada, ela colocou as mãos nos meus ombros sem perceber para se apoiar e apontou uma cena de uma mulher chupando um burro, ela disse: que incrível. Vimos outras e eu perguntei: o que mais você quer ver? Ela corou e disse: não, obrigada. Bom, que outras coisas têm? Mostrei mulheres enfiando coisas, interraciais, peitudas, etc. Eu disse: chega, tô com vergonha de você, mas preciso ir. Ela perguntou por quê, respondi: sou humano e estou ficando excitado. Ela me olhou e disse: você tem razão. Então eu falei que se ela quisesse, criaria nos favoritos, mas assim se ela quisesse ver, não apareceria de início, só quando ela indicasse. Ela sorriu e disse: não, obrigada, já vi o suficiente. Eu falei que faria mesmo assim. Levantei e ela pôde notar o volume que eu tinha, me olhou e eu não aguentei, me inclinei para beijá-la, ela tentou me rejeitar, mas depois respondeu, e de que jeito, e começou uma série de beijos apaixonados. Eu apertava a bunda dela com minhas mãos, sabia que tinha que esquentá-la, levá-la ao ponto de me pedir para comê-la, senão ela se arrependeria, por estar com o cunhado e botando chifres no marido adorado dela. Quente e gemendo, abri a blusa dela, beijei e mordisquei os peitos dela, coloquei as mãos nas costas dela e soltei o sutiã, os peitos dela eram firmes e reparei nos mamilos, eram grandes como os da minha esposa, ela gemia de prazer cada vez que eu chupava, que eu mordiscava, ela gemia, dizia: "isso não pode ser, para, para por favor que eu não vou aguentar", ao que eu Claro, fingi que não ouvi, desabotoei rápido os botões da saia dela e ela ficou só de calcinha fio dental transparente, dava pra ver o quanto tava molhada. Apertei mais uma vez aquela bunda enorme dela, dava pra ver como aquele fio dental sumia naquelas nádegas que eu sonhava em acariciar e agora tava fazendo isso. Fui rápido descendo pra buceta dela, tirei a calcinha e comecei a acariciar, beijava ela e os gemidos cada vez mais altos me diziam que eu tava no caminho certo. Ver a Liliana assim, de pernas abertas, me excitava ainda mais e enfiei minha língua na vagina dela o mais fundo que pude, não queria que ela se arrependesse. Ouvia entre os gemidos "não pode ser, para, para", eu sabia que com aquele tesão todo eu ia comer ela, porque eu ia comer mesmo. Ela gemia, gritava, teve uns orgasmos seguidos, eu via enquanto enfiava minha língua naquela bucetinha ela apertando os próprios peitos. Levantei e ela começou a tirar minha calça, enquanto eu tirava minha camisa apressado. Meu pau apareceu e sem pensar ela começou a acariciar, ele tava molhado, cheio de líquido, e ela provou com a língua. Perguntei se queria parar, mas ela me olhou e apertou meu pau com as mãos. Devagar, começou a lamber as bordas, depois abriu a boca e começou a enfiar. Eu tava morrendo de prazer, vendo minha cunhada enfiar meu pau na boca dela. Segurei os cabelos pretos dela e apertei contra meu pau, queria que enfiasse tudo, até as bolas. Ficamos assim por um tempo, quase gozei, parei e comecei a chupar os peitos dela. Ela pediu, disse que não aguentava mais, que queria sentir tudo, que eu falasse sujo, que isso a excitava mais. Falei claro, minha cunhada favorita, minha puta, vou enfiar nessa buceta até as bolas, e você vai pedir mais e mais. Comecei a enfiar devagar, podia ouvir os gemidos dela, e fui colocando e tirando só a ponta. Ela dizia "Miguel, enfia tudo, não aguento mais". Enfiei tudo, ouvi aquele gemido de "aaahhh" de "ooohhh", tô com ele todo dentro. pra dentro, assim mais, buceta, mete assim aaahhh, ali eu consegui outros orgasmos, ela continuava me dizendo meu amor, ooohhh que gostosa você tem, mete até os ovos, você tem maior que meu marido, se eu soubesse antes, ooohhh, mais, me dá mais, não para, não para, me come toda, me enfia, sou sua meu amor, meu macho, me dá ooohhh já sinto ela de novo, nnnooo, aaahhh que gostoso, me dá, me dá que pau, sinto ela toda, quero mais, mais, me fode, me fode que quero ser só sua, tudo isso me deixava a ponto de explodir, via como ela me olhava e pedia mais, não podia acreditar que estava comendo minha cunhada e ela era uma mulher desesperada por sexo, e não podia culpá-la com essa dieta de pica que o marido dava. Eu estava quase lá, mas me disse não, eu tenho que provar aquele cu, então tirei e procedi de novo a provar a buceta dela e passar a língua no rabo dela, isso a excitou mais, enquanto eu enfiava um dedo devagar, esperando dilatar aquele buraquinho, depois dois enfiando e tirando, ela me olhou e disse você não vai pensar? Sou virgem lá e não dei pro meu marido, eu disse eu não sou seu marido, sou o homem que tá te fodendo e por quem você geme como uma puta. Ela ia falar algo, mas cortei, enfiei uns dedos na boca dela, enquanto com a outra eu enfiava no cu e na buceta ao mesmo tempo, falei sim meu amor, Liliana, com esse rabo tão lindo é pecado deixar assim, você não sente prazer quando enfio os dedos? Enquanto gemia, ela disse sim, eu gosto, mas são seus dedos e não seu pauzão meu amor, olha puta, vou enfiar devagar e quando estiver dentro você vai pedir mais, te garanto puta, você vai pedir pra eu meter até o fundo, isso a excitou mais, sabia que insultando ela, eu a desafiava, então ela calou enquanto eu comecei a mexer os dedos mais rápido, nessa altura o cu já estava dilatado, então parei, virei ela e enquanto com uma mão mexia no grelinho dela, com a outra molhei a pica com saliva e fui enfiando devagar, ela tentou por dor tirar, mas Eu segurei ela firme, "nnnooo, não dói, fica tranquila, vagabunda, relaxa, vagabunda, relaxa". Aí decidi colocar o dedo na frente dela pra ela gozar e, quando ela tivesse o orgasmo, enfiar tudo. Foi o que aconteceu quando ela gozou. Ela mesma se jogou pra trás e enfiou tudo. Ela gritou e disse: "filho da puta, desgraçado, tá doendo, tira, sinto que você vai me rasgar, não, por favor, dói muito". E tentou tirar, mas eu não deixei. Falei: "vagabunda, calma, calma, mamãe, eu sei que você vai gostar, relaxa. Além disso, já tá tudo dentro." "Eu sei, eu sei, cachorro", ela dizia, "sinto ele na garganta, cachorro, você vai tirar pela minha boca, quer me rasgar o cu?" "Sim, vagabunda, quero que você sinta um macho te dando o que você mais quer por todos os lados, porque de agora em diante você não vai ter sede de pau, porque eu vou te dar tudo e por onde eu quiser: pelo seu cu, pela sua boca, por onde eu bem entender." Enquanto xingava ela, eu enfiava com força. Ela gemia de dor e depois de prazer. Isso me excitou ainda mais. Comecei a meter forte, perguntava se ela tava gostando e ela gritava: "sim, Miguel, me dá mais, rasga meu cu, quero sentir mais, me dá, ooohhh, você é meu homem, meu homem, meu verdadeiro macho, esse pau dentro de mim me faz sentir sua, me toma, Miguel, me toma, sou sua, destrói meu cu." Isso me deixava mais tarado, então eu fiz. Metia até a raiz pra ouvir ela gemer e gritar mais. Sentia minhas bolas batendo naquelas bundas imensas, e a cada batida um gemido, um lamento, e quando eu tirava, uma pausa, um "aaahhh, que gostoso, me dá, me dá, sinto que vou gozar, ooooh, que gostoso". Eu não perdia tempo, metia no cu e ao mesmo tempo colocava o dedo na buceta dela. Senti, pra minha surpresa e prazer, ela se desmanchar e um jato começar a sair da vagina dela. Não podia acreditar, já tinha ouvido falar de ejaculação feminina, mas ver e sentir é outra coisa. Terminou com um gemido e um desmaio, tremendo. Isso me deixou a mil, sentia que minhas bolas iam estourar. Então, quando eu ia terminar... Tirei ele e coloquei na cara dela, bati uma punheta no rosto dela, sentia como eu gozava com pressão e abundância, que gozada gostosa, enquanto gozava, falava "come tudo", joguei tudo na boca dela, nos peitos dela, não gozava tanta porra há um tempão, mas com aquela foda bem merecida, ela esfregava os peitos no sêmen que caía, e pegava com a língua o que caía na boca, depois meteu tudo na boca e secou com maestria com a língua até não deixar uma gota, minhas pernas tremiam e eu tava super sensível, cada vez que ela chupava a glande eu gemia e tremia de prazer. Caímos exaustos, ela me abraçou, me olhou, me beijou apaixonadamente e falou pra eu ficar aquela noite, que queria mais, que ninguém nunca tinha fodido ela daquele jeito, que nunca tinha sentido orgasmos daquela qualidade e quantidade, que comigo fez coisas que nunca imaginou e que nunca tinha feito com o marido. Falei: Lili, não posso, você sabe que tenho que chegar em casa, e sobre o resto, você nunca mamou seu marido? Ela disse: sim, mas nunca tomei a porra ou me deixei banhar em sêmen, nunca me deram no cu e nunca fui infiel, você é o primeiro... e espero que a gente continue assim por muito tempo, você me fascina, gosto de como me faz sentir, nunca me senti tão cansada mas tão feliz, não tenho remorso de nada, tô disposta a repetir mil vezes, você é um verdadeiro touro, fica, vamos aproveitar o nosso. Nos beijamos, ela me abraçava com tanta força que sentia que não queria se soltar de mim. Ficamos abraçados, exaustos, mas felizes. De repente ela levantou, entrou no banho, quando saiu sorriu pra mim, tão sensual, tão molhada, pegou o telefone e falou pra eu ligar pra irmã dela (minha esposa) pra dar um alô e não levantar suspeitas, me deu um beijo apaixonado e falou: liga pra ela, e deslizou pra baixo. Liguei pra minha esposa pra dar um alô, enquanto isso via Liliana pegar meu pau, acariciar, pelar, olhar, beijar, e aí meteu na boca. Aos poucos, eu sentia como ele entrava inteiro na boca dela e como aquela flacidez inicial se transformava em tensão. Chupar ele de novo, enquanto ela falava com a irmã, me deu um tesão danado, fez ele ficar duro que nem um cano. Ela se esforçava pra não gemer na frente do telefone, mas as ondas de prazer eram muito fortes. Estar falando com minha esposa e ver a irmã dela me chupando de um jeito incrível me fazia pensar no meu próximo objetivo: fazer um menage com as duas. Com isso, ela conseguiu tirar ainda mais porra de mim. Quando sentiu que eu ia gozar, engoliu tudo sem deixar nada escapar. Meu leite foi direto pra garganta dela. Ela disse: "Esse aqui vai ser uma boa dieta." Depois de um tempo, me vesti e fui pra casa, onde minha esposa, a irmã dela, me esperava.
4 comentários - Lo que no me dió mi esposa, me lo entrega su hermana