Bom dia! Esse não é só meu primeiro post, mas também a primeira vez que escrevo publicamente. Espero ter uma mente suficientemente depravada pra provocar pelo menos um reflexo peniano em vocês. Minha mãe é uma pessoa muito gentil pra esse mundo, ou pelo menos pra esse país. Ser uma pessoa gentil na Argentina pode ser muito ruim ou muito bom. Sem meio termo. Mas em 95% dos casos é ruim, porque vivemos numa sociedade de pisar ou ser pisado. Fora certas situações bizarras, típicas de gente que confunde a gentileza dela com fraqueza (o que me dá uma raiva danada, já que fui criado por ela, fui bonzinho, mas tive que me tornar um cuzão pra sobreviver), teve gente que viu a bondade dela e grudou que nem cola. Esse tipo de gente, não importa se você tá na Argentina, França ou Japão, é o tipo que, faça o que fizer, vai se cercar de interesseiros — claro, tô falando de gente com grana/fama. Uma pessoa sem segundas intenções vale mais que a fortuna deles pra esse povo, e como eu disse, ela se cercou delas. Entre todas essas pessoas, estava a Mariana.
Mariana... cara, se vocês soubessem quantas vezes eu fantasiei com essa senhora. Quando era adolescente, lembro que quando ela vinha em casa, eu fingia ir pra cozinha várias vezes só pra passar pela sala e poder vê-la, montar uma imagem mental de aço pra depois fantasiar com ela. Lembro que ela era daquelas que cumprimentavam com selinho na bochecha. Nada de bochecha com bochecha, estalando os lábios pro lado oposto ao seu e terminando com um "muak" onomatopaico. Não, não, essa senhora cravava aqueles lábios carnudos na minha pele macia de adolescente, com alguns pelinhos da minha barba rala, típica de um jovem na puberdade. Eu deixava crescer pra parecer mais velho, na vã esperança de que ela me notasse como um homem... que saudade. Enfim, ela é uma mulher de 1,60/65, estrutura pequena, magra, muito fit, com os abdominais parcialmente definidos. Bunda bem firme e redonda, peitos feitos, mas do tamanho da cabeça dela e lábios com botox. Tinha herdado do pai uma empresa muito importante cujos jingles a gente ouve no rádio. E a Tânia, 2 filhos e uma filha. Na ordem: homem-homem-mulher. Divorciada. Os anos passaram, aquele adolescente virou adulto, já tinha 28, independente. Morando sozinho num apartamentinho em Colegiales (Buenos Aires, capital), nos últimos anos da minha faculdade e já exercendo minha profissão. Quando um dia chega uma mensagem da minha velha em horário de trabalho. Velha: Posso te ligar? Eu: Me espera 5 que vou fumar um cigarro e te ligo. - 5 minutos depois - Eu: Oi, mãe? Tudo bem? Velha: Bem, P. E você? (tava fumando um cigarro e tinha saído do escritório, então meu tempo livre era o mesmo que as brasas do cigarro levavam pra chegar no filtro laranja) Eu: Bem, mãe, o que houve? Velha: Olha, tenho uma proposta meio estranha pra você e agradeceria se me fizesse esse favor. Lembra da minha amiga Mariana?... o tempo parou, vinha algo relacionado à Mariana. Talvez fosse levar alguma coisa na casa dela, umas camisetas? Será que ela ia me chamar pra entrar, tomar algo? Talvez a gente pudesse tomar uns uísques e... minhas fantasias voltaram. Me senti um adolescente de novo, não via a Mariana fazia uns 8 anos. Talvez ela me visse como um homem agora. Comecei a ficar com tesão naquela calçada fria do microcentro. Era julho. Mas aquela elipse foi interrompida porque o cigarro acabou e começou a queimar meus dedos. Eu: Sim, mãe. É a dona do plano de saúde, né? (Eu sabia que não, mas por algum motivo senti uma punheta mental e a necessidade de mentir, já que sabia perfeitamente bem o que a Mariana fazia). Velha: Não, essa é a Ana (história pra outro dia). Mariana é a dona da Piripipi. Eu: ahhhhh sim, lembro... Velha: Bom, vou te contar uma coisa, mas fica quieto. O filho do meio, Miguel (23), tá meio depressivo e a Mariana pegou ele prestes a... você sabe. Aparentemente a namorada e os amigos tão se juntando com ele. Só pela grana, ela ficou sabendo e, bom, se...
Eu: (não queria que ela falasse a palavra, porque é muito pesada) Entendo, mãe. Do que você precisa?
Velha: A Mariana sabe que você curte videogame e o Miguel também, e ela queria fazer um jantar pra vocês se conhecerem. E como você é meu filho e eu sei que não criei um interesseiro, tava me perguntando se você toparia conhecê-lo, quem sabe vocês viram amigos.
Não vou mentir, a situação me dava uma punheta gigante. Eu teria que virar amigo/psicólogo/enfermeiro de um cara depressivo, 5 anos mais novo que eu. E pior ainda: Gamer + depressivo = Rata Tóxica. Mas eu veria a Mariana... de algum jeito, a balança imaginária pendeu pro lado do "vou fazer".
Eu: Claro, mãe! Se você tá pedindo, eu topo na hora.
Velha: Que bom! Que tal essa sexta?
Eu: Tipo, depois de amanhã? É... (não tinha nada, mas sentia que precisava me preparar mentalmente pra ocasião) Beleza, então.
Velha: Ótimo! Valeu, P.
Eu: Tudo certo, mãe.
-2 dias depois-
Eu e minha velha chegamos. Eles moram numa cobertura de 3 andares no topo de um prédio. Não parecia nem um prédio, porque as escadas eram de madeira com corrimão artisticamente esculpido, daqueles que você imagina numa mansão americana de filme.
Entramos e lá estava ela. Igualzinha. Os peitos dela eram maiores e, como quem troca de iPhone todo ano pelo modelo novo, ela mantinha o corpo com cirurgias. E os lábios estavam ainda mais carnudos. A pica deu um pulo de reflexo na hora. Naquele momento, deu uma vontade de enfiar ela no chão e sufocar ela metendo minha pica até a garganta. Ela tava com um vestido curto, decote dos sonhos e costas de fora. Aquelas pernas torneadas e bronzeadas em julho refletiam a luz, formando um mapa do tesouro. O reflexo da virilha dela subia pelo vestido, que tava tão justo que, se ela desse um passo mais largo do que os que vinha dando, a calcinha escapava. Ela me cumprimentou com um abraço, apertando aquelas duas cabeças de bebê contra mim. estômago (tenho 1,90m), me agarra pelo pescoço, me abaixo e viro o rosto pra ela me dar um beijo molhado na bochecha. Na hora, a pressão caiu pela velocidade com que o sangue desceu da minha cabeça pra outra cabeça. Por sorte eu tinha colocado uma cueca justa, porque senão a pica teria subido tão forte que o botão da calça teria saído voando e talvez arrancado o olho de alguém. Mesmo assim, sentiu minha pica dura contra a boca do estômago dela, ela se afastou do abraço, olhou de esguelha pra baixo e se virou com um sorriso cúmplice enquanto me olhava nos olhos. Naquele momento, me senti completamente vulnerável, como se alguém tivesse entrado na minha cabeça tarada sem pedir licença, senti um arrepio, um frio nas têmporas. Me recomponho porque a rata tava me interrompendo a fantasia ao apertar minha mão. Sentamos na mesa e tinham pedido sushi no sushi club. E era o sushi premium que vinha em cima de um barco de madeira, em vez da caixinha meia-boca que o sushi pop dá, que o arroz gruda nas laterais e você tem que ser o maldito Jacques Cousteau pra tirar o roll de lá debaixo. Tava preparando o molho de soja com wasabi, porque eu adoro coisa picante, e sem querer apoiei mal os hashis e um caiu no chão. Me abaixei e, de reflexo, pude ver... as trombetas do portão dourado do paraíso soaram... as pernas dela se abriram em câmera lenta na minha memória, revelando uma calcinha fio dental branca de renda que transparentava a parte frontal de um jeito que dava pra ver os pelinhos pubianos dela cortados em tirinha. E mais embaixo, a calcinha tava brilhando, ela. Tava. Molhada. Vejo a mão dela descer e com o dedo anelar acariciar sutilmente a calcinha molhada, e quando a mão dela subiu de novo, eu acompanhei, voltando pra cima da mesa, me fazendo de besta, mas de canto de olho, vejo que ela me olha e coloca o dedinho molhado dos sucos vaginais dela dentro daquela boquinha de head master. Mordi o lábio inferior pra não Ter um mini orgasmo. Ela percebeu minha mordida no lábio e fez biquinho com os lábios enquanto virava o rosto, a última coisa a se separar da minha direção foram os olhos dela, que num padrão de movimento apontavam pros meus olhos e pros meus lábios. A noite continuou, ela comeu bem gostoso, e depois de um tempo fomos pro terraço com o babaca, onde confirmei que era, de fato, um babaca. Uma pessoa muito metida, dava pra ver os ares de superioridade no tom dela. A ignorância dela. Como falava de certos assuntos com segurança e dizia coisas erradas ou polêmicas, enquanto eu tinha me dado ao trabalho de me educar direito antes de falar, mas não queria contradizer ele por vários motivos. 1) Era um quase maníaco-depressivo e estávamos no terraço. 2) Nos convidaram pra comer e, em casa alheia, eu engulo tudo o que o dono da casa diz, qualquer coisa, se não aguentar, vou embora. 3) Precisava me dar bem com ele pra continuar vendo a mãe. E ainda mais agora com o que rolou na mesa.
Depois de um tempo, ele disse algo que realmente me irritou. Eu ri como se concordasse e o interrompi pra dizer que ia ao banheiro. Desci até a mesa e perguntei pra Mariana onde era (realmente precisava ir mesmo). Mariana disse que me mostrava, fiz um gesto pra ela passar na frente (no meio da sala... nem na porta... que idiota que sou), mas ela achou graça e me agradeceu, e quando passou, passou a mão na minha cintura... minha excitação subiu de novo. Ela caminhava na frente e eu a seguia. Ela tava falando alguma coisa, com certeza, porque eu ouvia murmúrios vindo do rosto dela, mas meu olho tava fixo naquela rabeta. Chegamos no hall de entrada e... honestamente, aquilo era uma mansão, não tinha chance de não ter um banheiro no primeiro andar, ela tomou a iniciativa e foi pra escada. Começou a subir e eu deixei ela tomar uma distância considerável pra poder dar uma olhada por baixo do vestido, já uns 5 degraus na frente, me inclinei pra frente. pra dar o primeiro passo no degrau, vi uma coisa que até hoje me toco lembrando. Tinha uma mancha enorme e, pela virilha esquerda, caía uma gotinha que saía do lado da calcinha fio dental molhada dela. Ela estava encharcada. Sabia que eu tava olhando com desejo, adorava o tesão da situação e tava me dando um presentinho.
Continuamos pelos corredores intermináveis até chegar a uma porta, e ela disse "é aqui". Me inclinei pra abrir, mas ela pensou a mesma coisa. No mesmo instante em que dei um passo pra frente, ela se colocou na minha frente pra abrir a porta, e minha pica dura bateu na bunda quente dela. Por reflexo, pra ela não cair (porque foi um baita encontrão), segurei firme com as duas mãos na cinturinha frágil que ela tinha. Ela soltou um gemido baixinho e apertou a bunda molhada contra minha pica quente. No que pareceu uma eternidade, foram só alguns segundos, até ela se recompor daquele momento de êxtase onde nada mais importava. Só aquela coceira excitante que nós dois sentíamos nos nossos genitais. Mas ela, com um último gemido, um pouco mais alto, apertou mais forte e a bunda tremeu por um instante pra baixo e pra cima. Se recompôs, se virou com um pouco de vergonha. E começou a andar de volta, mas antes cravou as unhas no meu peitoral e me arranhou o peito. A bunda dela tava de fora, ela com uma rebolada e as mãos por baixo do vestido. Eu fiquei olhando, ela chegou nas escadas, virou pra elas. Parou, me olhou. Mordeu o lábio, quase voltou pra mim, mas parou, colocando a mão na barriga. Me deu um sorriso cúmplice e desceu. Eu entrei no banheiro com uma barraca armada. Tinha que fazer alguma coisa, porque aquilo não ia baixar sozinho. Quando fecho a porta do banheiro, no chão vejo a calcinha fio dental branca de renda. Claro... pensei que ela tinha terminado com aquela rebolada que deu no último empurrão pra trás. Não... ela tinha tirado a calcinha! Desabotoei a calça e minha pica, que já tava explodindo, saltou pra fora. Quase que saía vapor. Peguei a calcinha fio-dental, levei no nariz e na boca, engolindo os sucos dela, e desci e enchi de porra. A noite continuou e terminou. A gente se despediu, a rata me passou o telefone dela. E a Mariana também, pra qualquer coisa que rolasse... O tempo passou e o Miguelito gostava de jogos de tiro. Eu já gostava mais de MMORPG (mundo de fantasia, sobe de nível o personagem, magia e essas merdas). Eu não tinha muito tempo pra jogar, porque pra mim era só um passatempo. No máximo, conseguia dedicar 1 hora, 2 ou 3 dias por semana. Era o que no ramo chamariam de "Casual". Ele, pelo contrário, metia MUITA ficha. Me perguntava todo dia se eu tava afim de jogar, e eu às vezes realmente não podia ou tava com vontade de jogar meu jogo de aventura e não o de tiro. Porque eu era muito ruim e acabava me frustrando. E ele parecia se divertir me dominando fácil. Como eu disse, uma rata. Provavelmente frustrada, já que era o pior dos amigos dele e talvez ganhar de alguém desse a dopamina tão necessária. Eu realmente não ligava tanto, porque me aliviava pensando: um dia desses vou dominar a sua mãe! Mas por outro lado me incomodava porque me atrasava na faculdade, e esse atraso eu tinha que consertar sacrificando sair com meus amigos ou jogar o de aventura. Até que um dia tirei um 6 numa prova. É aprovado, sim. Mas é um 6, e eu mantinha uma ordem na minha vida e era um cara de 8 pra cima. Isso me fodeu. Me fodeu muito, de verdade. Tava no escritório, olhando pelo banco de dados online. Peguei o celular e escrevi pra Mariana. Eu: oi Mariana, pode falar um pouco? - ela não respondeu rápido, respondeu tipo uns 15 minutos depois, o que me fez ruminar minha raiva três vezes mais (não culpa dela, óbvio, mas se você deixa uma pessoa puta ruminando, em 15 minutos você tá puto x5) - Mariana: Ai P, não fala tão formal comigo, me chama de Mar. - não entrei na onda dela. Tava realmente preocupado. Tipo, essa era a primeira nota mediana. Que sacava, mas por uma sempre se começa.
Eu: Desculpa, Mariana, mas a verdade é que não sei se vou conseguir continuar jogando com o Miguel.
Mariana (mais séria): Pera, me dá um segundo que vou pro meu escritório. … … Pronto, P. O que houve? Ele te fez algo ruim? Por que do nada assim?
Eu: Bom, deixando de lado que é claro que não acho divertido ser o saco de pancadas de alguém, já que ele parece se divertir pra caralho abusando da minha falta de habilidade nos joguinhos dele. Tô me atrasando na faculdade e acabei de reprovar uma prova (um pouquinho de sal).
Mariana: Ah, não, bom, me desculpa, você não quer que eu fale com ele?
Eu: E falar o quê? Que a P veio contar pra mãe de um adulto de 23 anos que não quer mais jogar com ele? Sei lá o que você pensa, mas pra mim isso vai ser um tapa no orgulho dele…
Mariana: Cê tem razão. Olha, vou ser sincera: não vejo o Miguelito tão positivo assim desde o ensino médio. Seja lá o que ele tá fazendo desde que você apareceu, tá fazendo bem pra ele.
Eu (quase vomitando de raiva): E claro que sim, né? Tô dando confiança pra ele à custa do meu próprio tempo e bem-estar psicológico. Me desculpa, mas eu não sou o saco de pancadas gratuito de ninguém.
Tava saindo fumaça dos meus ouvidos, mais ou menos. Era igual àqueles desenhos da era de ouro da MGM. Isso tava batendo forte no meu orgulho e, na putaria, até pensei que estavam se aproveitando de mim, o que despertou meu lado frio e filho da puta que aprendi na marra a desenvolver pra conseguir coexistir com o povo dessa sociedade.
Ela escreveu e apagou várias vezes. Releio minha mensagem pra ver se tinha passado dos limites. Mas tinha que manter minha posição porque minhas notas na universidade importavam pra mim. Percebi que tinha escrito a palavra “gratuito” e isso me preocupou um pouco. Fiquei com um medinho de que ela pensasse que eu tava pedindo pra ser pago, mas ela sabia que não dava pra me comprar com dinheiro, porque umas semanas atrás o Miguel quis me comprar um jogo na Steam e eu disse não. Que friamente que não tô nem aí pra grana dela, que se ela quiser jogar um negócio novo, é só falar que eu compro. Dá pra ver que ela comentou com a mãe e a velha me escreveu agradecendo pela minha honestidade. Depois de um tempo... Mariana: podemos nos encontrar pra tomar um café hoje à tarde? Eu (inspirei e expirei fundo e soltei um pouco da raiva): sim, aonde? Mariana: conhece o xxxxx na rua xxxxx? Eu: sim, que horas? (Ficava a 7 quadras do meu escritório, então dava pra ir andando). Mariana: te vejo lá às 19. Eu: ok. Cheguei 15 minutos antes e ela já tava lá sentada. Com cara de preocupação. Eu tinha ido cedo porque a gente saía às 18 do escritório e eu já tava de saco cheio de esperar, mas ela vinha de outro rolê, então deve ter saído mais cedo. Tava vestida com uma camisa azul clara apertada, os primeiros 2 botões desabotoados, mas duvido que pelo tamanho das tetas ela conseguisse fechar. Tinha uma saia preta de trabalho subida até a metade da barriga, mostrando aquelas pernas bronzeadas — já era primavera e o clima ameno pedia menos roupa. E uns saltos altos. Ela me viu entrar e a cara preocupada dela se iluminou. Tava sentada na mesa do fundo. Levantou e me deu um daqueles beijos marca registrada dela. Sentamos e ela falou pra eu pedir o que quisesse, que ela pagava. Eu, enquanto me sentava, com cara séria, botei a mão firmemente na mesa. E falei: não se preocupa, eu pago, olhando fixo nos olhos dela. Eu sabia que ela queria me comprar, mas com um café e um misto quente não ia me convencer de nada. Isso desmontou ela um pouco. Dava pra ver que ela tinha planejado essa reunião. Ela era uma mulher muito importante. Uma mulher de negócios da san slut. Ela veio fazer negócios comigo e eu não deixei ela tomar as rédeas da situação. A postura ofensiva dela, com as costas arqueadas pra frente, vacilou com meu comentário e ela recuou contra o encosto da cadeira. Não deixei o silêncio rolar pra não dar chance dela tentar uma abordagem diferente e Eu disse: "O que você queria me dizer?" Me mostrava sério, mas no fundo já queria comer ela. Mariana não disse nada, como que me avaliando ou analisando a situação, já que eu tinha ido direto ao ponto, sem rodeios nem chance de me enrolar. Esperei uns segundos, e o silêncio constrangedor me afetou mais rápido. Eu tinha 28, ela era uma senhora experiente. Só com o silêncio, meus olhos desviaram rapidamente pro decote dela e voltaram pros olhos dela. Quando voltei a encará-la, os olhos dela tinham um brilho diferente, a postura dela se inclinou pra frente, e eu sabia que ela tava me dando xeque. Os olhos dela diziam que era xeque, mas nada tinha sido dito ainda; eu só tinha movido meu primeiro peão do bispo. Ela não tinha falado nada, mas já sabia como dar xeque-mate em mim. E no fundo, eu também sabia como ela podia fazer isso...
Mariana: "Foi divertida aquela reunião que a gente fez da última vez, né?" A expressão dela era safada. Ela tava me dizendo tudo sem dizer nada, sabia muito bem a que parte da noite se referia.
Eu: "Sim, sim, a comida tava muito gostosa." (Me arrependi na hora de responder aquilo. Não por ter desviado a conversa do assunto quente, mas por ter deixado ela me levar na conversa. Já era tarde demais, eu tava duro e já tava pensando com a outra cabeça.)
Mariana: "É, e no banheiro você comeu o presentinho que eu deixei, pelo visto..." (Fiz força pra não mostrar minha excitação, mas a filha da puta começou a passar a perna dela na minha. As pernas dela estavam depiladas, mas fazia um tempo, porque alguns pelinhos tinham começado a crescer e arranhavam minha pele, me deixando ainda mais excitado.) No auge da excitação, eu devolvi o troco.
Eu: "Adorei, mas já que você tá sabendo do que eu fiz, você também comeu meu presentinho. Meu gozo tava gostoso?" (Assim que falei isso, tirei o sapato e enfiei o pé por dentro da saia dela, colocando o dedão na buceta por cima da calcinha. Senti a meia ficar molhada com algo morno. Ela se molhou toda.) lábios e começou a morder a pele da boca atrás do lábio superior. Dava pra ver que ela ficou excitada por eu não ter me intimidado com uma mulher mais velha. A respiração dela ficou pesada e ela começou a fazer movimentos pélvicos contra meu pé. Ela se levantou, veio até mim, se inclinou com aquele decote enorme na minha cara e sussurrou no meu ouvido, esquentando minha orelha com o ar quente dela: "Quer ver se eu gostei?" Ela me deu uma lambidinha sutil na orelha (como se soubesse que ar quente ou chupar minha orelha me excita). Ela foi pro banheiro e eu contei até 30 pra disfarçar. Bati na porta e ela abriu. Era um banheiro simples, de um cliente por vez. Entrei e tava vazio. A porta se fecha atrás de mim e ouço o barulho dela trancando. Me viro e a Mariana pula em cima de mim. Enrola os braços nas minhas costas e as pernas na minha cintura, encostando a calcinha molhada em mim. Eu perco o equilíbrio e vou pra trás contra a parede, enquanto ela me beija e puxa meu cabelo. Me viro e esmago ela contra a parede com força, e encosto toda a minha pica dura nela, ela treme. Apertei ela forte, e a parede me deu uma mão pra eu poder agarrar os peitos dela com as duas mãos. Desabotoei a camisa dela e levantei o sutiã, deixando ele como colar, e aí mergulhei minha cabeça naquelas duas bolas e com minhas mãos apertava os lados pra fazer um sanduíche. Sentei ela na pia, me abaixei e mordi a virilha dela enquanto puxava a calcinha pro lado. Ela gostou porque ficou com arrepio na pele, e aí meti minha cara e comecei a chupar a buceta dela, engolia tudo. Fiz o alfabeto inteiro, o espanhol, o grego e o cirílico. Principalmente com muito "M". Até que ela gozou muito forte, pude ver as contrações dentro da buceta dela, como ela apertava minha cara contra a buceta dela com as mãos e como se arqueava e montava na minha cara. Depois de dar um respiro pra ela, levantei ela e coloquei de quatro ajoelhada contra o vaso. Me abaixei pra sentir se ela ainda tava molhada e enquanto eu chupava o cu dela. E de fato ela estava encharcada, cuspi nela. Use a palavra: buceta. Parei, desabotoei a calça, tirei ela pra fora, molhei um pouco. E comecei a esfregar a cabeça na entrada da buceta dela. Ela, tremendo de tesão, me diz: "ai, pelo amor de Deus, enfia logo, cara!" Continuei fazendo ela sofrer por mais um tempo. Nesse ponto, ela já empinava a raba e empurrava pra trás, e eu só deixava a cabeça entrar. Quando vi que ela não aguentava mais, enfiei meu pau de 20 cm inteiro. Ela explodiu. Senti que ela gozou e quase perdi o controle também. Mas me recomponho rápido e comecei a comer ela com força. Como era um banheiro público de um bar, tive medo de ouvirem os gemidos dela, então tirei o pau pra levantar e tirar a calcinha fio dental dela, sequei os sucos do meu pau nela e enfiei a calcinha molhada na boca dela pra ela não fazer tanto barulho. E assim, no seco, enfiei de novo. Ela soltou um grito de dor e prazer, eu pensei que tinha cortado o freio, mas os gritos de mulher alfa me excitaram tanto que fodi o cu e continuei comendo ela. Depois de um tempo, senti que ia gozar e pensei em tirar, mas depois de tudo que tinha aguentado, deixei dentro e comi mais rápido e forte, e depois de uma série de estocadas fora de ritmo, levantei ela segurando um peito e o pescoço, e gozei dentro tudo enquanto mordia a pele da mandíbula dela. Minhas pernas tremiam de tão forte que foi a gozada. O tesão de comer a amiga da minha mãe, que foi a autora de todas as minhas punhetas na adolescência, mais o fato de estarmos num banheiro público, foi demais. Ela se virou e limpou meu pau com a boca. O que não gostei tanto porque eu tava muito sensível da gozada que tive e a língua dela arranhava. Mas não falei nada e aguentei. Ela se levantou, deixando cair umas gotas de gozo no chão que transbordavam da buceta dela. Abaixou a mão, enfiou um dedo e tirou cheio de gozo, colocou na boca, chupou como um pirulito e me disse: "Sim, foi gostoso o presentinho que você me deixou". Fim. Bom, pessoal, espero que tenham curtido meu relato. Não me detonem tanto, porque é a primeira vez que coloco minha imaginação em palavras e depois no papel. Se gostaram, me avisem e talvez eu escreva outro. Se tiver algum erro de ortografia, foi o corretor. Abraços.
Mariana... cara, se vocês soubessem quantas vezes eu fantasiei com essa senhora. Quando era adolescente, lembro que quando ela vinha em casa, eu fingia ir pra cozinha várias vezes só pra passar pela sala e poder vê-la, montar uma imagem mental de aço pra depois fantasiar com ela. Lembro que ela era daquelas que cumprimentavam com selinho na bochecha. Nada de bochecha com bochecha, estalando os lábios pro lado oposto ao seu e terminando com um "muak" onomatopaico. Não, não, essa senhora cravava aqueles lábios carnudos na minha pele macia de adolescente, com alguns pelinhos da minha barba rala, típica de um jovem na puberdade. Eu deixava crescer pra parecer mais velho, na vã esperança de que ela me notasse como um homem... que saudade. Enfim, ela é uma mulher de 1,60/65, estrutura pequena, magra, muito fit, com os abdominais parcialmente definidos. Bunda bem firme e redonda, peitos feitos, mas do tamanho da cabeça dela e lábios com botox. Tinha herdado do pai uma empresa muito importante cujos jingles a gente ouve no rádio. E a Tânia, 2 filhos e uma filha. Na ordem: homem-homem-mulher. Divorciada. Os anos passaram, aquele adolescente virou adulto, já tinha 28, independente. Morando sozinho num apartamentinho em Colegiales (Buenos Aires, capital), nos últimos anos da minha faculdade e já exercendo minha profissão. Quando um dia chega uma mensagem da minha velha em horário de trabalho. Velha: Posso te ligar? Eu: Me espera 5 que vou fumar um cigarro e te ligo. - 5 minutos depois - Eu: Oi, mãe? Tudo bem? Velha: Bem, P. E você? (tava fumando um cigarro e tinha saído do escritório, então meu tempo livre era o mesmo que as brasas do cigarro levavam pra chegar no filtro laranja) Eu: Bem, mãe, o que houve? Velha: Olha, tenho uma proposta meio estranha pra você e agradeceria se me fizesse esse favor. Lembra da minha amiga Mariana?... o tempo parou, vinha algo relacionado à Mariana. Talvez fosse levar alguma coisa na casa dela, umas camisetas? Será que ela ia me chamar pra entrar, tomar algo? Talvez a gente pudesse tomar uns uísques e... minhas fantasias voltaram. Me senti um adolescente de novo, não via a Mariana fazia uns 8 anos. Talvez ela me visse como um homem agora. Comecei a ficar com tesão naquela calçada fria do microcentro. Era julho. Mas aquela elipse foi interrompida porque o cigarro acabou e começou a queimar meus dedos. Eu: Sim, mãe. É a dona do plano de saúde, né? (Eu sabia que não, mas por algum motivo senti uma punheta mental e a necessidade de mentir, já que sabia perfeitamente bem o que a Mariana fazia). Velha: Não, essa é a Ana (história pra outro dia). Mariana é a dona da Piripipi. Eu: ahhhhh sim, lembro... Velha: Bom, vou te contar uma coisa, mas fica quieto. O filho do meio, Miguel (23), tá meio depressivo e a Mariana pegou ele prestes a... você sabe. Aparentemente a namorada e os amigos tão se juntando com ele. Só pela grana, ela ficou sabendo e, bom, se...
Eu: (não queria que ela falasse a palavra, porque é muito pesada) Entendo, mãe. Do que você precisa?
Velha: A Mariana sabe que você curte videogame e o Miguel também, e ela queria fazer um jantar pra vocês se conhecerem. E como você é meu filho e eu sei que não criei um interesseiro, tava me perguntando se você toparia conhecê-lo, quem sabe vocês viram amigos.
Não vou mentir, a situação me dava uma punheta gigante. Eu teria que virar amigo/psicólogo/enfermeiro de um cara depressivo, 5 anos mais novo que eu. E pior ainda: Gamer + depressivo = Rata Tóxica. Mas eu veria a Mariana... de algum jeito, a balança imaginária pendeu pro lado do "vou fazer".
Eu: Claro, mãe! Se você tá pedindo, eu topo na hora.
Velha: Que bom! Que tal essa sexta?
Eu: Tipo, depois de amanhã? É... (não tinha nada, mas sentia que precisava me preparar mentalmente pra ocasião) Beleza, então.
Velha: Ótimo! Valeu, P.
Eu: Tudo certo, mãe.
-2 dias depois-
Eu e minha velha chegamos. Eles moram numa cobertura de 3 andares no topo de um prédio. Não parecia nem um prédio, porque as escadas eram de madeira com corrimão artisticamente esculpido, daqueles que você imagina numa mansão americana de filme.
Entramos e lá estava ela. Igualzinha. Os peitos dela eram maiores e, como quem troca de iPhone todo ano pelo modelo novo, ela mantinha o corpo com cirurgias. E os lábios estavam ainda mais carnudos. A pica deu um pulo de reflexo na hora. Naquele momento, deu uma vontade de enfiar ela no chão e sufocar ela metendo minha pica até a garganta. Ela tava com um vestido curto, decote dos sonhos e costas de fora. Aquelas pernas torneadas e bronzeadas em julho refletiam a luz, formando um mapa do tesouro. O reflexo da virilha dela subia pelo vestido, que tava tão justo que, se ela desse um passo mais largo do que os que vinha dando, a calcinha escapava. Ela me cumprimentou com um abraço, apertando aquelas duas cabeças de bebê contra mim. estômago (tenho 1,90m), me agarra pelo pescoço, me abaixo e viro o rosto pra ela me dar um beijo molhado na bochecha. Na hora, a pressão caiu pela velocidade com que o sangue desceu da minha cabeça pra outra cabeça. Por sorte eu tinha colocado uma cueca justa, porque senão a pica teria subido tão forte que o botão da calça teria saído voando e talvez arrancado o olho de alguém. Mesmo assim, sentiu minha pica dura contra a boca do estômago dela, ela se afastou do abraço, olhou de esguelha pra baixo e se virou com um sorriso cúmplice enquanto me olhava nos olhos. Naquele momento, me senti completamente vulnerável, como se alguém tivesse entrado na minha cabeça tarada sem pedir licença, senti um arrepio, um frio nas têmporas. Me recomponho porque a rata tava me interrompendo a fantasia ao apertar minha mão. Sentamos na mesa e tinham pedido sushi no sushi club. E era o sushi premium que vinha em cima de um barco de madeira, em vez da caixinha meia-boca que o sushi pop dá, que o arroz gruda nas laterais e você tem que ser o maldito Jacques Cousteau pra tirar o roll de lá debaixo. Tava preparando o molho de soja com wasabi, porque eu adoro coisa picante, e sem querer apoiei mal os hashis e um caiu no chão. Me abaixei e, de reflexo, pude ver... as trombetas do portão dourado do paraíso soaram... as pernas dela se abriram em câmera lenta na minha memória, revelando uma calcinha fio dental branca de renda que transparentava a parte frontal de um jeito que dava pra ver os pelinhos pubianos dela cortados em tirinha. E mais embaixo, a calcinha tava brilhando, ela. Tava. Molhada. Vejo a mão dela descer e com o dedo anelar acariciar sutilmente a calcinha molhada, e quando a mão dela subiu de novo, eu acompanhei, voltando pra cima da mesa, me fazendo de besta, mas de canto de olho, vejo que ela me olha e coloca o dedinho molhado dos sucos vaginais dela dentro daquela boquinha de head master. Mordi o lábio inferior pra não Ter um mini orgasmo. Ela percebeu minha mordida no lábio e fez biquinho com os lábios enquanto virava o rosto, a última coisa a se separar da minha direção foram os olhos dela, que num padrão de movimento apontavam pros meus olhos e pros meus lábios. A noite continuou, ela comeu bem gostoso, e depois de um tempo fomos pro terraço com o babaca, onde confirmei que era, de fato, um babaca. Uma pessoa muito metida, dava pra ver os ares de superioridade no tom dela. A ignorância dela. Como falava de certos assuntos com segurança e dizia coisas erradas ou polêmicas, enquanto eu tinha me dado ao trabalho de me educar direito antes de falar, mas não queria contradizer ele por vários motivos. 1) Era um quase maníaco-depressivo e estávamos no terraço. 2) Nos convidaram pra comer e, em casa alheia, eu engulo tudo o que o dono da casa diz, qualquer coisa, se não aguentar, vou embora. 3) Precisava me dar bem com ele pra continuar vendo a mãe. E ainda mais agora com o que rolou na mesa.
Depois de um tempo, ele disse algo que realmente me irritou. Eu ri como se concordasse e o interrompi pra dizer que ia ao banheiro. Desci até a mesa e perguntei pra Mariana onde era (realmente precisava ir mesmo). Mariana disse que me mostrava, fiz um gesto pra ela passar na frente (no meio da sala... nem na porta... que idiota que sou), mas ela achou graça e me agradeceu, e quando passou, passou a mão na minha cintura... minha excitação subiu de novo. Ela caminhava na frente e eu a seguia. Ela tava falando alguma coisa, com certeza, porque eu ouvia murmúrios vindo do rosto dela, mas meu olho tava fixo naquela rabeta. Chegamos no hall de entrada e... honestamente, aquilo era uma mansão, não tinha chance de não ter um banheiro no primeiro andar, ela tomou a iniciativa e foi pra escada. Começou a subir e eu deixei ela tomar uma distância considerável pra poder dar uma olhada por baixo do vestido, já uns 5 degraus na frente, me inclinei pra frente. pra dar o primeiro passo no degrau, vi uma coisa que até hoje me toco lembrando. Tinha uma mancha enorme e, pela virilha esquerda, caía uma gotinha que saía do lado da calcinha fio dental molhada dela. Ela estava encharcada. Sabia que eu tava olhando com desejo, adorava o tesão da situação e tava me dando um presentinho.
Continuamos pelos corredores intermináveis até chegar a uma porta, e ela disse "é aqui". Me inclinei pra abrir, mas ela pensou a mesma coisa. No mesmo instante em que dei um passo pra frente, ela se colocou na minha frente pra abrir a porta, e minha pica dura bateu na bunda quente dela. Por reflexo, pra ela não cair (porque foi um baita encontrão), segurei firme com as duas mãos na cinturinha frágil que ela tinha. Ela soltou um gemido baixinho e apertou a bunda molhada contra minha pica quente. No que pareceu uma eternidade, foram só alguns segundos, até ela se recompor daquele momento de êxtase onde nada mais importava. Só aquela coceira excitante que nós dois sentíamos nos nossos genitais. Mas ela, com um último gemido, um pouco mais alto, apertou mais forte e a bunda tremeu por um instante pra baixo e pra cima. Se recompôs, se virou com um pouco de vergonha. E começou a andar de volta, mas antes cravou as unhas no meu peitoral e me arranhou o peito. A bunda dela tava de fora, ela com uma rebolada e as mãos por baixo do vestido. Eu fiquei olhando, ela chegou nas escadas, virou pra elas. Parou, me olhou. Mordeu o lábio, quase voltou pra mim, mas parou, colocando a mão na barriga. Me deu um sorriso cúmplice e desceu. Eu entrei no banheiro com uma barraca armada. Tinha que fazer alguma coisa, porque aquilo não ia baixar sozinho. Quando fecho a porta do banheiro, no chão vejo a calcinha fio dental branca de renda. Claro... pensei que ela tinha terminado com aquela rebolada que deu no último empurrão pra trás. Não... ela tinha tirado a calcinha! Desabotoei a calça e minha pica, que já tava explodindo, saltou pra fora. Quase que saía vapor. Peguei a calcinha fio-dental, levei no nariz e na boca, engolindo os sucos dela, e desci e enchi de porra. A noite continuou e terminou. A gente se despediu, a rata me passou o telefone dela. E a Mariana também, pra qualquer coisa que rolasse... O tempo passou e o Miguelito gostava de jogos de tiro. Eu já gostava mais de MMORPG (mundo de fantasia, sobe de nível o personagem, magia e essas merdas). Eu não tinha muito tempo pra jogar, porque pra mim era só um passatempo. No máximo, conseguia dedicar 1 hora, 2 ou 3 dias por semana. Era o que no ramo chamariam de "Casual". Ele, pelo contrário, metia MUITA ficha. Me perguntava todo dia se eu tava afim de jogar, e eu às vezes realmente não podia ou tava com vontade de jogar meu jogo de aventura e não o de tiro. Porque eu era muito ruim e acabava me frustrando. E ele parecia se divertir me dominando fácil. Como eu disse, uma rata. Provavelmente frustrada, já que era o pior dos amigos dele e talvez ganhar de alguém desse a dopamina tão necessária. Eu realmente não ligava tanto, porque me aliviava pensando: um dia desses vou dominar a sua mãe! Mas por outro lado me incomodava porque me atrasava na faculdade, e esse atraso eu tinha que consertar sacrificando sair com meus amigos ou jogar o de aventura. Até que um dia tirei um 6 numa prova. É aprovado, sim. Mas é um 6, e eu mantinha uma ordem na minha vida e era um cara de 8 pra cima. Isso me fodeu. Me fodeu muito, de verdade. Tava no escritório, olhando pelo banco de dados online. Peguei o celular e escrevi pra Mariana. Eu: oi Mariana, pode falar um pouco? - ela não respondeu rápido, respondeu tipo uns 15 minutos depois, o que me fez ruminar minha raiva três vezes mais (não culpa dela, óbvio, mas se você deixa uma pessoa puta ruminando, em 15 minutos você tá puto x5) - Mariana: Ai P, não fala tão formal comigo, me chama de Mar. - não entrei na onda dela. Tava realmente preocupado. Tipo, essa era a primeira nota mediana. Que sacava, mas por uma sempre se começa.
Eu: Desculpa, Mariana, mas a verdade é que não sei se vou conseguir continuar jogando com o Miguel.
Mariana (mais séria): Pera, me dá um segundo que vou pro meu escritório. … … Pronto, P. O que houve? Ele te fez algo ruim? Por que do nada assim?
Eu: Bom, deixando de lado que é claro que não acho divertido ser o saco de pancadas de alguém, já que ele parece se divertir pra caralho abusando da minha falta de habilidade nos joguinhos dele. Tô me atrasando na faculdade e acabei de reprovar uma prova (um pouquinho de sal).
Mariana: Ah, não, bom, me desculpa, você não quer que eu fale com ele?
Eu: E falar o quê? Que a P veio contar pra mãe de um adulto de 23 anos que não quer mais jogar com ele? Sei lá o que você pensa, mas pra mim isso vai ser um tapa no orgulho dele…
Mariana: Cê tem razão. Olha, vou ser sincera: não vejo o Miguelito tão positivo assim desde o ensino médio. Seja lá o que ele tá fazendo desde que você apareceu, tá fazendo bem pra ele.
Eu (quase vomitando de raiva): E claro que sim, né? Tô dando confiança pra ele à custa do meu próprio tempo e bem-estar psicológico. Me desculpa, mas eu não sou o saco de pancadas gratuito de ninguém.
Tava saindo fumaça dos meus ouvidos, mais ou menos. Era igual àqueles desenhos da era de ouro da MGM. Isso tava batendo forte no meu orgulho e, na putaria, até pensei que estavam se aproveitando de mim, o que despertou meu lado frio e filho da puta que aprendi na marra a desenvolver pra conseguir coexistir com o povo dessa sociedade.
Ela escreveu e apagou várias vezes. Releio minha mensagem pra ver se tinha passado dos limites. Mas tinha que manter minha posição porque minhas notas na universidade importavam pra mim. Percebi que tinha escrito a palavra “gratuito” e isso me preocupou um pouco. Fiquei com um medinho de que ela pensasse que eu tava pedindo pra ser pago, mas ela sabia que não dava pra me comprar com dinheiro, porque umas semanas atrás o Miguel quis me comprar um jogo na Steam e eu disse não. Que friamente que não tô nem aí pra grana dela, que se ela quiser jogar um negócio novo, é só falar que eu compro. Dá pra ver que ela comentou com a mãe e a velha me escreveu agradecendo pela minha honestidade. Depois de um tempo... Mariana: podemos nos encontrar pra tomar um café hoje à tarde? Eu (inspirei e expirei fundo e soltei um pouco da raiva): sim, aonde? Mariana: conhece o xxxxx na rua xxxxx? Eu: sim, que horas? (Ficava a 7 quadras do meu escritório, então dava pra ir andando). Mariana: te vejo lá às 19. Eu: ok. Cheguei 15 minutos antes e ela já tava lá sentada. Com cara de preocupação. Eu tinha ido cedo porque a gente saía às 18 do escritório e eu já tava de saco cheio de esperar, mas ela vinha de outro rolê, então deve ter saído mais cedo. Tava vestida com uma camisa azul clara apertada, os primeiros 2 botões desabotoados, mas duvido que pelo tamanho das tetas ela conseguisse fechar. Tinha uma saia preta de trabalho subida até a metade da barriga, mostrando aquelas pernas bronzeadas — já era primavera e o clima ameno pedia menos roupa. E uns saltos altos. Ela me viu entrar e a cara preocupada dela se iluminou. Tava sentada na mesa do fundo. Levantou e me deu um daqueles beijos marca registrada dela. Sentamos e ela falou pra eu pedir o que quisesse, que ela pagava. Eu, enquanto me sentava, com cara séria, botei a mão firmemente na mesa. E falei: não se preocupa, eu pago, olhando fixo nos olhos dela. Eu sabia que ela queria me comprar, mas com um café e um misto quente não ia me convencer de nada. Isso desmontou ela um pouco. Dava pra ver que ela tinha planejado essa reunião. Ela era uma mulher muito importante. Uma mulher de negócios da san slut. Ela veio fazer negócios comigo e eu não deixei ela tomar as rédeas da situação. A postura ofensiva dela, com as costas arqueadas pra frente, vacilou com meu comentário e ela recuou contra o encosto da cadeira. Não deixei o silêncio rolar pra não dar chance dela tentar uma abordagem diferente e Eu disse: "O que você queria me dizer?" Me mostrava sério, mas no fundo já queria comer ela. Mariana não disse nada, como que me avaliando ou analisando a situação, já que eu tinha ido direto ao ponto, sem rodeios nem chance de me enrolar. Esperei uns segundos, e o silêncio constrangedor me afetou mais rápido. Eu tinha 28, ela era uma senhora experiente. Só com o silêncio, meus olhos desviaram rapidamente pro decote dela e voltaram pros olhos dela. Quando voltei a encará-la, os olhos dela tinham um brilho diferente, a postura dela se inclinou pra frente, e eu sabia que ela tava me dando xeque. Os olhos dela diziam que era xeque, mas nada tinha sido dito ainda; eu só tinha movido meu primeiro peão do bispo. Ela não tinha falado nada, mas já sabia como dar xeque-mate em mim. E no fundo, eu também sabia como ela podia fazer isso...
Mariana: "Foi divertida aquela reunião que a gente fez da última vez, né?" A expressão dela era safada. Ela tava me dizendo tudo sem dizer nada, sabia muito bem a que parte da noite se referia.
Eu: "Sim, sim, a comida tava muito gostosa." (Me arrependi na hora de responder aquilo. Não por ter desviado a conversa do assunto quente, mas por ter deixado ela me levar na conversa. Já era tarde demais, eu tava duro e já tava pensando com a outra cabeça.)
Mariana: "É, e no banheiro você comeu o presentinho que eu deixei, pelo visto..." (Fiz força pra não mostrar minha excitação, mas a filha da puta começou a passar a perna dela na minha. As pernas dela estavam depiladas, mas fazia um tempo, porque alguns pelinhos tinham começado a crescer e arranhavam minha pele, me deixando ainda mais excitado.) No auge da excitação, eu devolvi o troco.
Eu: "Adorei, mas já que você tá sabendo do que eu fiz, você também comeu meu presentinho. Meu gozo tava gostoso?" (Assim que falei isso, tirei o sapato e enfiei o pé por dentro da saia dela, colocando o dedão na buceta por cima da calcinha. Senti a meia ficar molhada com algo morno. Ela se molhou toda.) lábios e começou a morder a pele da boca atrás do lábio superior. Dava pra ver que ela ficou excitada por eu não ter me intimidado com uma mulher mais velha. A respiração dela ficou pesada e ela começou a fazer movimentos pélvicos contra meu pé. Ela se levantou, veio até mim, se inclinou com aquele decote enorme na minha cara e sussurrou no meu ouvido, esquentando minha orelha com o ar quente dela: "Quer ver se eu gostei?" Ela me deu uma lambidinha sutil na orelha (como se soubesse que ar quente ou chupar minha orelha me excita). Ela foi pro banheiro e eu contei até 30 pra disfarçar. Bati na porta e ela abriu. Era um banheiro simples, de um cliente por vez. Entrei e tava vazio. A porta se fecha atrás de mim e ouço o barulho dela trancando. Me viro e a Mariana pula em cima de mim. Enrola os braços nas minhas costas e as pernas na minha cintura, encostando a calcinha molhada em mim. Eu perco o equilíbrio e vou pra trás contra a parede, enquanto ela me beija e puxa meu cabelo. Me viro e esmago ela contra a parede com força, e encosto toda a minha pica dura nela, ela treme. Apertei ela forte, e a parede me deu uma mão pra eu poder agarrar os peitos dela com as duas mãos. Desabotoei a camisa dela e levantei o sutiã, deixando ele como colar, e aí mergulhei minha cabeça naquelas duas bolas e com minhas mãos apertava os lados pra fazer um sanduíche. Sentei ela na pia, me abaixei e mordi a virilha dela enquanto puxava a calcinha pro lado. Ela gostou porque ficou com arrepio na pele, e aí meti minha cara e comecei a chupar a buceta dela, engolia tudo. Fiz o alfabeto inteiro, o espanhol, o grego e o cirílico. Principalmente com muito "M". Até que ela gozou muito forte, pude ver as contrações dentro da buceta dela, como ela apertava minha cara contra a buceta dela com as mãos e como se arqueava e montava na minha cara. Depois de dar um respiro pra ela, levantei ela e coloquei de quatro ajoelhada contra o vaso. Me abaixei pra sentir se ela ainda tava molhada e enquanto eu chupava o cu dela. E de fato ela estava encharcada, cuspi nela. Use a palavra: buceta. Parei, desabotoei a calça, tirei ela pra fora, molhei um pouco. E comecei a esfregar a cabeça na entrada da buceta dela. Ela, tremendo de tesão, me diz: "ai, pelo amor de Deus, enfia logo, cara!" Continuei fazendo ela sofrer por mais um tempo. Nesse ponto, ela já empinava a raba e empurrava pra trás, e eu só deixava a cabeça entrar. Quando vi que ela não aguentava mais, enfiei meu pau de 20 cm inteiro. Ela explodiu. Senti que ela gozou e quase perdi o controle também. Mas me recomponho rápido e comecei a comer ela com força. Como era um banheiro público de um bar, tive medo de ouvirem os gemidos dela, então tirei o pau pra levantar e tirar a calcinha fio dental dela, sequei os sucos do meu pau nela e enfiei a calcinha molhada na boca dela pra ela não fazer tanto barulho. E assim, no seco, enfiei de novo. Ela soltou um grito de dor e prazer, eu pensei que tinha cortado o freio, mas os gritos de mulher alfa me excitaram tanto que fodi o cu e continuei comendo ela. Depois de um tempo, senti que ia gozar e pensei em tirar, mas depois de tudo que tinha aguentado, deixei dentro e comi mais rápido e forte, e depois de uma série de estocadas fora de ritmo, levantei ela segurando um peito e o pescoço, e gozei dentro tudo enquanto mordia a pele da mandíbula dela. Minhas pernas tremiam de tão forte que foi a gozada. O tesão de comer a amiga da minha mãe, que foi a autora de todas as minhas punhetas na adolescência, mais o fato de estarmos num banheiro público, foi demais. Ela se virou e limpou meu pau com a boca. O que não gostei tanto porque eu tava muito sensível da gozada que tive e a língua dela arranhava. Mas não falei nada e aguentei. Ela se levantou, deixando cair umas gotas de gozo no chão que transbordavam da buceta dela. Abaixou a mão, enfiou um dedo e tirou cheio de gozo, colocou na boca, chupou como um pirulito e me disse: "Sim, foi gostoso o presentinho que você me deixou". Fim. Bom, pessoal, espero que tenham curtido meu relato. Não me detonem tanto, porque é a primeira vez que coloco minha imaginação em palavras e depois no papel. Se gostaram, me avisem e talvez eu escreva outro. Se tiver algum erro de ortografia, foi o corretor. Abraços.
8 comentários - As amigas da minha coroa
Saludos genio...