Como eu disse na primeira parte dessa nossa história, o Enrique me tratava do jeito que eu sempre quis de um homem. Ele me enchia de carinho e atenção, mas na cama era uma puta. Naquele dia que não me lembro, longe de me vestir normalmente, mandei uma foto vestida de foxy. Me vesti igual de puta que na primeira parte dessa história, onde me masturbei no meu carro indo visitar meu ex, pra acabar sendo abordada por aqueles 5 caçadores, entre os quais estava o Enrique. Enquanto me vestia com meu top justo, minhas meias pretas de renda com ligas brancas, sem calcinha e a saia de leopardo, só o roçar daquelas roupas na minha pele me arrepiava sem parar. Me fantasiar de vadia pra ele me excitava pra caralho. Na legenda daquela mensagem, eu coloquei... — "Você vem hoje? Faz uma semana que não te vejo... Sua puta favorita..." Ao que ele respondeu... — "Vou te ver hoje à tarde, love..." Na resposta, ele mandou uma foto dele com o pau totalmente duro, me olhando com desejo. Isso me deixou louca. O pau dele tava iluminado por um abajur de tal forma que a luz projetava as sombras longas dos rios de sangue que percorriam de cima a baixo as veias inchadas do pauzão dele de 19 centímetros. Nessa altura, eu guardava essas fotos num pen drive. Tava tão acostumada a receber centenas delas que guardava pra me mastigar quando desse. Adicionei aquela foto e abri as anteriores. Eram centenas. Peguei meu dildo, liguei meu notebook e simplesmente sentei na frente daquelas fotos, passando elas pra frente e pra trás. Aquele dildo estimulava minha buceta e meu cu vibrando igual um doido, sentada em cima entre minhas pernas. Quando minha excitação caía, eu tocava meu clitóris e meus peitos de mulher madura, olhando. O orgasmo demorava a chegar sem o vibrador dentro da minha buceta, mas no final, chegava... e como chegava... No dia que comprei aquele dildo, saí da loja cheia de explicações do vendedor, que descreveu as qualidades dele. Me senti Realmente tesuda enquanto aquele homem falava comigo. Ele tinha razão, foi uma boa compra. Assim que cheguei em casa, me enfiei com ele pensando que tinha comprado algo proibido e que era uma saída pros meus 46 anos. Tava mais safada do que em qualquer fase da minha vida. Era um dildo preto. Uma das qualidades sexuais da minha idade é que mentalmente tô sempre pronta pros meus orgasmos diários. Posso me masturbar primeiro e depois deixar que meu gato, nesse caso o Enrique, me coma com o mesmo resultado como se não tivesse feito nada por um mês. Se não é ele, eu me viro sozinha. Quando ele chegou, tava realmente tesuda, como se aquele dedo que acabou de me tocar fosse coisa do passado. Esperei ele na janela e, quando vi ele aparecer, falei pra mim mesma... —Já chegou meu cliente. Ele desceu do carro de forma decidida e rápida. Dava pra ver que tava inquieto, o que interpretei como vontade de foder. Não tinha nem tocado a campainha quando eu abri a porta com cuidado, porque não queria que a vizinhança me visse vestida como uma puta. Naquele dia, ele não trouxe nem buquê de flores, nem precisava. —E aí, love? —Tudo bem... vejo que se vestiu do jeito que você gosta às vezes. —Vem... Levei ele pro meu quarto. O Enrique sempre estranhava minhas excentricidades quando entrava. Na real, mais do que o quarto de uma mulher da minha idade, parecia o de uma garota mais nova. Cheio de bichinhos de pelúcia, pôsteres, junto com uma colcha com um sol enorme rodeado de estrelas. Sentei na cama e puxei a cueca dele. De lá brotou um pau meio duro que logo cresceu inteiro na minha boca. Lambi os ovos dele e o Enrique começou a ofegar que nem um cachorro. —Como você chupa bem uns paus, Karen... Ouvir isso no plural me deixou a mil. Me senti mais promíscua assim, porque deduzi que era de mais homens e não de um só que eu amava loucamente. Ele levantou aquela saia horrível, puxou meus peitos de uma vez, me colocou de pé apoiada na minha escrivaninha e começou a me foder como se eu fosse uma qualquer. Ele nem tinha tirado a calças. No meu espelho, dava pra ver minhas tetas balançando de um lado pro outro, roçando os bicos na madeira da mesa, então eu abaixei o corpo pra elas descansarem ali e ele enfiou o pau até meu útero, me segurando forte pela bunda, e eu gozei na hora com a pressão forte do pau dele. — Continua, gato. Quer mais alguma coisa? Faz o que você quiser comigo. Sou sua. Sua putinha favorita. A que não cobra por isso. Me faz coisas... muitas. — Porra, Karen. Como você me deixa louco. Vou gozar. — Quer gozar na minha cara? Só um pouquinho. — Siiim.... Ajoelhei e comecei a chupar ele. Ele tirou no último segundo e me molhou as bochechas, o cabelo e a boca com o leite dele. Nem uma gota caiu fora do meu rosto. — Que delícia, amor. Que tesão. Me deixou toda banhada de porra de burro igual Cleópatra. Quer tirar umas fotos de mim assim, burrinho? — Bufff... deixa quieto. Não tô a fim de foto. — Beleza, outro dia então... o que meu gato quiser. Limpei a cara do sêmen dele e beijei o corpo inteiro. Enrique ofegava de prazer. — Fica dormindo, meu rei. Vou me trocar e fazer a comida. Quando acordar, vem me beijar, tá? — Tá. Enquanto eu cozinhava, ele dormia que nem uma pedra. Será que eu tinha passado da conta naquele dia?? Não sei. Mas me senti uma mulher útil e jovem. Ele acordou uma hora depois e eu vi ele coçando o saco por cima da cueca. Entrou na cozinha e me beijou no pescoço. De relance, olhei a virilha dele que, mesmo de molho, o volume ainda era realmente imponente e sedutor pra uma mulher que tem as coisas tão claras como eu do lado desse cara. Vou dizer que aquele tamanho flácido, em ereção, seria o normal de qualquer homem. De tarde, Enrique ficou fuçando meus filmes de DVD e achou dois. Um chamava "Titanic" e o outro "Tetonik". Eu curtia um pornô de vez em quando. Claro que a gente viu o do James Cameron. Os dias foram passando e meu caso com Enrique só crescia, mas aí recebi uma mensagem do meu ex. Aquele mencionei no nosso primeiro capítulo e que tanto me queria.
— Oi!!!, Karen... vou pra sua cidade daqui a um mês a trabalho. Quer me ver??.
Demorei uns minutos pra responder. Não tava nada certa disso. Mas aceitei. Também não tinha nada a perder e aquele homem sempre me atraiu. Bom... no fundo, ainda tava apaixonada por ele.
— Sim. Me avisa com uma semana de antecedência. Vale??.
— Vale. Um beijo.
Agora sim, não sabia o que fazer. Enrique de um lado. Ramón do outro. O que eu não imaginava é que ia acabar daquele jeito na cama...
Às vezes, eu me masturbava pensando no Ramón com meu vibrador preto. Enrique nunca soube disso. Também não tava nem aí, claro. Mas no fundo do meu ser, Ramón foi uma matéria que eu não passei. Bom... na real, uma reprovação. Um zero bem redondo da minha parte, fruto daquela incapacidade de me comprometer que o Enrique já tinha sacado no primeiro capítulo.
Ramón trabalhava numa navegadora que exportava produtos pra toda a África, e o dia do encontro tava chegando. Não tava muito decidida a contar pro Enrique. Reforço de novo que ele não ligava pra minha relação de cartas com o Ramón, nem que eu me masturbasse pensando nele, e muito menos tomar um simples café. Mas tenho que dizer que me sentia dividida no sentido de que gostava de dois caras e, conforme a data se aproximava, eu ficava mais agitada e, por que não dizer... com tesão.
Contei pro Enrique.
— Amanhã, vou encontrar o Ramón...
— Mas aquele cara não morava na Galícia?.
— Sim, mas ele vem pra cá a trabalho. Na real, deram essa região do sul pra ele.
— Ahhh...
— Vou ser bem clara, Enrique. Te amo pra caralho, mas não esqueci o Ramón.
— Porra, Karen. Já sei. Isso não é novidade. Já imaginava. Mas... você ainda tem desejo por ele?. Me fala sim ou não...
— Sim.
— Relaxa. Eu saio de lado e pronto.
Ele falou com um tom meio irritado.
— Não, não... não quero isso.
— Então... o que você quer?.
— Nada. Só que você entenda e saiba que você vem primeiro.
Enrique fez uma pausa. Me deixou Sozinha, foi até a cozinha pegar uma cerveja e acendeu um cigarro. Tragou a primeira baforada e soltou:
— Karen... já pensou em nos dividir?
— Ehhh??? Tá insinuando um ménage?
— Bom... chama do jeito que quiser. Até onde você quiser ir. Sei lá...
— Ele é casado e tem dois filhos. Também vai ter que opinar, né... além disso, não mora aqui. Pelo visto, vai e volta por um tempo.
— Sei não, pensa aí.
Pensei naquilo naquele dia. A verdade é que eu me masturbava várias vezes imaginando que eu era comida pelo Ramão e pelo Henrique ao mesmo tempo, mas isso sempre foi uma das minhas fantasias mais loucas e impossíveis. Me ver sendo fodida por aqueles dois caras me deixava com um tesão do caralho, porque me fazia sentir usada até o limite. Feito uma puta.
Uma das minhas fantasias era me sentir uma puta, mas com confiança.
Chegou o dia do encontro. Fazia uns 20 anos que não via ele. Mesmo assim, ele tinha me mandado tantas e tantas fotos que, quando nos encontramos, pareceu que tinha visto ele ontem. Um armário de 1,90m desceu do carro. Cheguei perto e ele me abraçou. Eu tinha me arrumado toda pra ocasião. Naquele dia, enquanto me vestia, fiquei com um tesão danado. Sim, meu instinto de mulher me disse que, irremediavelmente, eu sentia algo pelo Ramão.
Quando o Ramão me abraçou, senti a força dos braços negros dele e do peito negro. Ahhh... esqueci de falar... o Ramão é espanhol de origem senegalesa e, ao mesmo tempo, impenitentemente preto. Preto, preto...
— E aí, Karen?
— Tudo bem, Ramão. Vamos praquela varanda... tenho que apresentar alguém pra você.
Lá estava o Henrique sentado. Apresentei um ao outro e eles se cumprimentaram. Ficamos batendo papo e se deram super bem. Eu olhava fixamente pra eles, admirando aqueles homens de raças diferentes, cada um mais viril que o outro. Eu tava ficando com um tesão do caralho só de imaginar as duas pirocas deles na minha boca. De vez em quando, a consciência me mandava continuar a conversa com um par de caras que falavam das suas coisas, já quase bêbados depois de tantas cervejas. Eu gosto de homens que sabem beber. Isso deixa eles... Isso dá um plus de controle sobre si mesmos e, portanto, uma segurança avassaladora. Além de ficarem divertidos e desinibidos. Eu também tomei umas cervejas. Isso me deixou ainda mais com tesão vendo eles. Além disso, fumavam mais que chaminé. Dois caras que, se você soltasse, eram um par de caveiras... dois piratas. Dois piratas que nunca precisariam pagar puta porque sempre sobravam mulheres pra eles. E ainda tinham a sua própria putinha, que era eu... Fomos jantar num restaurante e, nos cafés, o Enrique propôs esse negócio pro Ramón. O Ramón ficou meio contrariado. Na real, ele tinha vindo sem pretensão nenhuma. Só pra me visitar. Ele se recostou no banco, esticando o torso forte, e colocou as mãos na mesa, olhando nos nossos olhos. Especialmente no do Enrique. — Fechado. Mas com a condição de ficar umas horas antes sozinho no quarto com a Karen. Faz 20 anos que não transo com ela. Eu a amo e a desejo, mas tenho medo de não estar preparado psicologicamente pra entrar e meter porque me sinto um intruso. Preciso antes conhecer nosso desejo verdadeiro, se é que ainda sentimos. Não fomos pra minha casa, mas alugamos o quarto de um hotel. Marcamos os três num sábado às 5 da tarde. Foi como o Ramón disse. Entrei com ele no quarto e, sem mais enrolação, fomos pra cama. Nenhum de nós dois parecia muito seguro. Enquanto isso, o Enrique esperava no saguão tomando alguma coisa. O Ramón começou a apalpar meus peitos, dizendo: — Como eu sentia falta disso, love... me beija. Beijei ele na boca, saboreando aqueles lábios grossos de preto, tão diferentes dos do Enrique. E ele me abraçou forte com aqueles braços enormes e mãos largas. Logo senti na minha barriga o pau dele ficar grande e duro. O Ramón tinha um pau tão grande quanto o do Enrique, mas preto. Brinquei com ele nas minhas mãos, e o Ramón começou a ofegar. — Porra, Karen... pensa que eu ficaria tão feliz só com você, e agora tenho que te dividir com outro cara. Vê se não me tens enrabichado... Beijei ele com força e paixão suficientes porque eu não sabia o que dizer pra ela e tava louca por aquele homem de cor. – Sinto o mesmo, Ramón. Mas vamos aproveitar que são muitos anos juntos, mesmo separados. – Não sei o que te dizer... tive tudo e agora não tenho nada. – E a sua família não te serve de nada? – Sim, e amo minha mulher, mas também te quero. – Eu também quero o Enrique e estou comprometida com ele. – Você?? Mas se você tem pavor de compromisso... Cai na real... você o ama, mas também quer transar comigo. Não entendo. – Agora não. Mas me sinto muito puta. Só pra nós dois. – O que você quer é satisfazer uma fantasia e me pegou porque sabe que me quer, sou sua marionete e não posso recusar. Bom... liga pro Enrique... Liguei pro Enrique e abri a porta. Ramón tava sentado numa poltrona esperando com as pernas cruzadas. Já não tava mais duro. – Oi!!! Já resolveram suas tretas? – Mais ou menos... Disse Ramón. – O de sempre... – E o que a gente faz? Isso aqui parece o camarote dos Irmãos Marx... – Vou me vestir e vazar. Não tô aqui pra satisfazer fantasias sexuais. Disse Ramón. Nós nos vestimos e pagamos um quarto à toa. – Ei... vocês querem vir jantar em casa? Pelo menos... – Eu quero. – Eu também. Não sabia que antes de chegar na minha casa, o Enrique tinha combinado de tomar umas cervejas com o Ramón. – Enrique, não sei o que tá rolando com a Karen. Que porra é essa de a gente transar com ela os dois?? – Ramón... a parada é complicada e simples ao mesmo tempo. Te digo, ela nos ama loucamente. E a única saída dela sou eu em primeira instância e você em segunda, agora que apareceu. – Mas o que ela tem? A gente tem macaco na cara? – Não... é que... ela gosta de assumir o papel de ser uma puta. – Ehhhh???? Essa mina é doente!!! – Também não é isso. Não tem problema. Na real, é um jogo de autoestima. Olha, Ramón... todo mundo tem uma parte do cérebro primitiva que bate de frente com a moral. Pra você entender, ela se sente bem eliminando essa moral e soltando as rédeas desse cérebro primitivo. E a gente é essa chave.
—Pois é, mais valia vocês se casarem e terem filhos, que comigo deu super certo.
—Nessa altura? Quase nos cinquenta???. Além disso, já tenho uma filha do meu casamento anterior.
Os dois chegaram lá pelas 9 da noite.
Enrique estava vestido com uma jeans e uma camiseta do Guns N'Roses, bem no estilo dele. E Ramón, com uma calça chino e uma camisa branca de mangas arregaçadas, que contrastava com o preto da pele dele. Aquela mistura do cheiro dos dois me deixou louca.
Eu tinha vestido um vestido que realçava minha silhueta de ampulheta. Sim, como o leitor pode imaginar, sem sutiã e marcando bem meus peitos.
Ficamos conversando e partimos para os drinks depois do Rioja do jantar. No meu som, tocava U2.
Não sei com que desculpa me levantei pra cozinha, com Ramón me seguindo, mas percebi um sinal de cumplicidade entre os dois. Senti a respiração dele na minha nuca e ele começou a apertar meus peitos com força e compulsão.
—Porra, Ramón... eu precisava desse empurrão pelo menos... só um pouco...
—Um pouco e mais, Karen.
Ele começou a esfregar o pau contra minha bunda e senti ele ficando duro enquanto meus peitos escapavam soltos por cima do decote, balançando como dois melões. Me atrevi a enfiar a mão na calça dele pra tocar no pau dele, já duro como pedra.
—Que gostosa você é, Karen... Não vai chamar o Enrique pra entrar na festa?
—Sei lá, sei lá... talvez eu queira só com você. Falei, baixando a calça dele e engolindo o pauzão preto dele, sentindo a ereção.
Era um pau lindo. Muito diferente do do Enrique, uma veia grossa saía do púbis dele e terminava na glande, percorrendo o tronco prestes a explodir. Enrique entrou na cozinha com o pau na mão.
—Chupa esse também, putona!! Como sua ex chupa... ela até revira os olhos... Disse Enrique.
Me senti sobrecarregada com aqueles dois paus na minha boca. Nem preciso dizer que já estava terrivelmente molhada por culpa desses dois, meus homens. Meus dois clientes, que ficavam avaliando o tamanho dos próprios pau pra não me machucar.
Os dois me pegaram no colo, cada um segurando uma perna, e me levaram pro meu quarto. No caminho, os paus deles balançavam de um lado pro outro entre as coxas, enquanto minha buceta ficava toda aberta.
Me deixaram na cama e começaram a me beijar que nem dois malucos, enquanto as mãos e braços grandes deles tocavam e acariciavam meu corpo inteiro. Me senti uma rainha com aqueles dois machos, um preto e um branco. Totalmente segura com eles e orgulhosa de mim e do meu corpo.
— A gente te ama, Karen... — disse Enrique. — A gente tá aqui por você...
Enrique subiu em cima de mim e me penetrou como sempre fazia, enquanto eu chupava o pau preto do Ramão, fazendo o que dava.
— Agora é sua vez, Ramão. — falou Enrique.
Aí o Ramão tirou o pau da minha boca e se preparou pra encher minha buceta com ele.
Bufff...! Isso me deixou a mil por hora. Saber que depois de 20 anos aquele pedaço de ébano ia me enfiar de novo me deixou muito puta.
— Me fode forte, Ramão. O pau do Enrique já tô de saco cheio. Vamos ver como você se sai na minha buceta...!!!
Mal terminei de falar, o Enrique já tava na minha boca mexendo o pau dele.
O Ramão se movia sem nem sentir o peso do corpo de gorila em cima de mim. Apoiava as mãos no colchão e, tanto pra esquerda quanto pra direita, dava pra ver as duas colunas negras dos braços dele, tensas e fortes, aguentando o peso.
— Vou gozar... guris... Me dá mais, Ramão. Mais forte!!!
O Enrique tirou o pau da minha boca e ficou vendo como eu gozava sem jeito debaixo do corpo preto e gostoso do Ramão.
Ele ficou vidrado, vendo a namorada dele gozar, gemendo que nem uma louca.
O Ramão tirou o pau dele, escorrendo gozo. Eu tava completamente molhada e brilhando. Minhas pernas tremiam, e os dois começaram a me acariciar com os paus duros até o talo.
— Porra, como eu gozei...
Olhei pros meus peitos e tanto os bicos quanto as auréolas grandes estavam durinhos. Excitação. Eu me toquei olhando pra aqueles dois homens me admirando como uma rainha e me beijando o corpo inteiro, dos pés à cabeça. Um em cima, outro embaixo. Longe de ficar só sendo admirada, quando já estava recuperada, voltei a chupar as picas deles pra deixá-las duras de novo pra mim. Reagiram na hora na minha boca e logo as tive prontas.
Só pra constar, eu fiz isso de um jeito meio enjoado e preguiçoso, porque depois daquela gozada eu queria era mandar os dois tomarem no cu. Mas tive pena deles porque estavam muito afim de mim. Depois daquele orgasmo, fiquei até tonta e falei...
— Vamos, gurizada... quem é o primeiro?
Deixei os dois ansiosos, tocando nas picas deles, e eles começaram a enfiar na minha boca pra gozar logo e me deixar em paz. Enquanto eu chupava um, o outro já começava a se masturbar na minha cara, vendo eu mamar o outro. Às vezes tentavam enfiar as duas picas ao mesmo tempo, grunhindo e competindo, mas minha boca não dava conta daquelas XXL de duas cores.
— Que puta minha ex virou... — disse o Ramón.
— Foi você quem me deixou assim, porco... — respondeu o Enrique.
Eu apertei eles até não aguentarem mais, porque aos poucos via que aquelas duas picas estavam se preparando pra jorrar na minha cara logo. Dava pra ver nos rostos, nos gemidos e nos corpos. Tavam cada vez mais duros e imóveis, e aquelas picas se mexiam igual loucas na minha boca, sem controle nenhum. Eu ia chupando como dava. Primeiro uma preta, depois a branca, de um lado pro outro, igual uma puta profissional.
— Que dois amantes que eu tenho... o que eu mais quero na vida!!! — exclamei.
— Vamos, gurizada... gozo preto e branco... leite cremoso na minha cara!!!
A última pica que chupei foi a do Ramón ou a do Enrique, já nem lembro. Os dois gozaram na minha cara, três boas descargas cada um, me enchendo de semente. Gemiam igual bichos.
O Ramón se afastou primeiro, depois o Enrique, com os membros tremendo ao mesmo tempo. Eu tinha deixado eles bem espremidos e aliviados.
— Muito bem, meus garotos!! Uns Campeões. Venham aqui, vocês vão cair no sono com a sua mulherzinha... Abracei eles. Fiquei no meio e dormimos os três depois de me limpar das gozadas deles, abraçados. Eram meio-dia de domingo e esses caras ainda estavam dormindo. Levantei às 10 naquele sétimo selo de responsabilidade que só nós mulheres temos, pulando por cima do Ramón porque ele estava no meio. Tomei um café da manhã leve e fiz umas torradas boas com presunto e azeite pros meus meninos. Cheguei no quarto e me joguei em cima deles. Eles reclamaram, mas perceberam que o sol já tava batendo nos ovos deles. Isso sim... uns ovos bem aliviados graças a mim.. — Vamos, galera... preparei o café da manhã pra vocês...! Com certeza teria sido mais eficaz chupar as pirocas deles pra acordarem mais cedo, mas... não pensei nisso. Bahhh...! Pra outro dia... Eles levantaram resmungando e mijaram. Sentaram na mesa pra comer e eu mostrei os peitos, dizendo... — Agora não querem chupar isso, hein...! Eles riram. Ramón me pediu um ibuprofeno e o Enrique disse... — Não tô a fim de fazer a comida de domingo, querida... — Eu faço. Tá vendo como os homens sem as mulheres não servem pra nada???? E foi o que fiz: uma paella. O porco do Ramón, enquanto eu cozinhava, tomou 6 cervejas e o Enrique, 4. Não teve um momento em que eu não tivesse que tirar ele de cima de mim pra parar de pegar nos meus peitos, aguentando o bafo de álcool dele. Isso eu gostava. Me fazia pensar que eu era ainda mais puta depois do dia anterior. Era uma reação normal num homem também: ele me desejava tanto quanto o outro e morava longe de mim. Tava ansioso, dava pra ver. Já o Enrique tava mais calmo. — Como você gosta desses peitos, hein, Ramón? — ele disse. Essa frase me fez sentir uma mulher compartilhada. O que eu não sabia era que a ressaca deixava os homens ainda mais tarados. Mais brutos e animais. E eu ali, à mercê desses homens e... como eu gostava... Sentamos os três pra comer. — Quando você vai embora, Ramón? — perguntei. disse Enrique.
—Amanhã. Ele disse, se conformando.
—Você se divertiu?
—Sim. Obrigado por tudo.
Podemos criar um grupo de WhatsApp, eu falei.
—Por mim tudo bem. Disse Ramón.
—Por mim também. Disse Enrique.
—Já criei. Vou chamar de os três mosqueteiros, embora na verdade fossem quatro...
—Ok. D'Artagnan...
Eu caí na risada.
—Mas só três, hein?. Gente...?. Nem um a mais. Isso é só de vocês...
—Sim. De mais ninguém. Disse Ramón.
Ramón foi embora meio triste. Beijei ele no rosto e falei...
—Vamos, campeão. Sua família tá te esperando...!!!! Quando chegar, manda uma mensagem. Ok?.
—Ok.
Ali ficamos naquele domingo, Enrique e eu, passando a tarde.
—Pô, Karen... que pau que teu amigo tem...
—Não inveja não, que tu também é bem dotado...
—Ahhh... sei não. Isso quem tem que dizer é você.
—Vamos ver o que você tem aí...
Chupei ele com força e ele gozou na hora na minha boca, gemendo igual um porco.
—Você é incrível, Karen.
—Assim meu garoto fica bem contentinho. Pra nunca me largar e me amar muito... Valeu?.
—Valeu. Te amo muito, Karen.
—E eu te amo, seu bobinho. Vai... pra casa dormir que amanhã tem que trabalhar.
Ele foi embora me dando um beijo na boca, todo feliz. Era um grande homem. Sem dúvida nenhuma. E... Ramón também.
FIM DA SEGUNDA PARTE.
Espero que tenham gostado.
— Oi!!!, Karen... vou pra sua cidade daqui a um mês a trabalho. Quer me ver??.
Demorei uns minutos pra responder. Não tava nada certa disso. Mas aceitei. Também não tinha nada a perder e aquele homem sempre me atraiu. Bom... no fundo, ainda tava apaixonada por ele.
— Sim. Me avisa com uma semana de antecedência. Vale??.
— Vale. Um beijo.
Agora sim, não sabia o que fazer. Enrique de um lado. Ramón do outro. O que eu não imaginava é que ia acabar daquele jeito na cama...
Às vezes, eu me masturbava pensando no Ramón com meu vibrador preto. Enrique nunca soube disso. Também não tava nem aí, claro. Mas no fundo do meu ser, Ramón foi uma matéria que eu não passei. Bom... na real, uma reprovação. Um zero bem redondo da minha parte, fruto daquela incapacidade de me comprometer que o Enrique já tinha sacado no primeiro capítulo.
Ramón trabalhava numa navegadora que exportava produtos pra toda a África, e o dia do encontro tava chegando. Não tava muito decidida a contar pro Enrique. Reforço de novo que ele não ligava pra minha relação de cartas com o Ramón, nem que eu me masturbasse pensando nele, e muito menos tomar um simples café. Mas tenho que dizer que me sentia dividida no sentido de que gostava de dois caras e, conforme a data se aproximava, eu ficava mais agitada e, por que não dizer... com tesão.
Contei pro Enrique.
— Amanhã, vou encontrar o Ramón...
— Mas aquele cara não morava na Galícia?.
— Sim, mas ele vem pra cá a trabalho. Na real, deram essa região do sul pra ele.
— Ahhh...
— Vou ser bem clara, Enrique. Te amo pra caralho, mas não esqueci o Ramón.
— Porra, Karen. Já sei. Isso não é novidade. Já imaginava. Mas... você ainda tem desejo por ele?. Me fala sim ou não...
— Sim.
— Relaxa. Eu saio de lado e pronto.
Ele falou com um tom meio irritado.
— Não, não... não quero isso.
— Então... o que você quer?.
— Nada. Só que você entenda e saiba que você vem primeiro.
Enrique fez uma pausa. Me deixou Sozinha, foi até a cozinha pegar uma cerveja e acendeu um cigarro. Tragou a primeira baforada e soltou:
— Karen... já pensou em nos dividir?
— Ehhh??? Tá insinuando um ménage?
— Bom... chama do jeito que quiser. Até onde você quiser ir. Sei lá...
— Ele é casado e tem dois filhos. Também vai ter que opinar, né... além disso, não mora aqui. Pelo visto, vai e volta por um tempo.
— Sei não, pensa aí.
Pensei naquilo naquele dia. A verdade é que eu me masturbava várias vezes imaginando que eu era comida pelo Ramão e pelo Henrique ao mesmo tempo, mas isso sempre foi uma das minhas fantasias mais loucas e impossíveis. Me ver sendo fodida por aqueles dois caras me deixava com um tesão do caralho, porque me fazia sentir usada até o limite. Feito uma puta.
Uma das minhas fantasias era me sentir uma puta, mas com confiança.
Chegou o dia do encontro. Fazia uns 20 anos que não via ele. Mesmo assim, ele tinha me mandado tantas e tantas fotos que, quando nos encontramos, pareceu que tinha visto ele ontem. Um armário de 1,90m desceu do carro. Cheguei perto e ele me abraçou. Eu tinha me arrumado toda pra ocasião. Naquele dia, enquanto me vestia, fiquei com um tesão danado. Sim, meu instinto de mulher me disse que, irremediavelmente, eu sentia algo pelo Ramão.
Quando o Ramão me abraçou, senti a força dos braços negros dele e do peito negro. Ahhh... esqueci de falar... o Ramão é espanhol de origem senegalesa e, ao mesmo tempo, impenitentemente preto. Preto, preto...
— E aí, Karen?
— Tudo bem, Ramão. Vamos praquela varanda... tenho que apresentar alguém pra você.
Lá estava o Henrique sentado. Apresentei um ao outro e eles se cumprimentaram. Ficamos batendo papo e se deram super bem. Eu olhava fixamente pra eles, admirando aqueles homens de raças diferentes, cada um mais viril que o outro. Eu tava ficando com um tesão do caralho só de imaginar as duas pirocas deles na minha boca. De vez em quando, a consciência me mandava continuar a conversa com um par de caras que falavam das suas coisas, já quase bêbados depois de tantas cervejas. Eu gosto de homens que sabem beber. Isso deixa eles... Isso dá um plus de controle sobre si mesmos e, portanto, uma segurança avassaladora. Além de ficarem divertidos e desinibidos. Eu também tomei umas cervejas. Isso me deixou ainda mais com tesão vendo eles. Além disso, fumavam mais que chaminé. Dois caras que, se você soltasse, eram um par de caveiras... dois piratas. Dois piratas que nunca precisariam pagar puta porque sempre sobravam mulheres pra eles. E ainda tinham a sua própria putinha, que era eu... Fomos jantar num restaurante e, nos cafés, o Enrique propôs esse negócio pro Ramón. O Ramón ficou meio contrariado. Na real, ele tinha vindo sem pretensão nenhuma. Só pra me visitar. Ele se recostou no banco, esticando o torso forte, e colocou as mãos na mesa, olhando nos nossos olhos. Especialmente no do Enrique. — Fechado. Mas com a condição de ficar umas horas antes sozinho no quarto com a Karen. Faz 20 anos que não transo com ela. Eu a amo e a desejo, mas tenho medo de não estar preparado psicologicamente pra entrar e meter porque me sinto um intruso. Preciso antes conhecer nosso desejo verdadeiro, se é que ainda sentimos. Não fomos pra minha casa, mas alugamos o quarto de um hotel. Marcamos os três num sábado às 5 da tarde. Foi como o Ramón disse. Entrei com ele no quarto e, sem mais enrolação, fomos pra cama. Nenhum de nós dois parecia muito seguro. Enquanto isso, o Enrique esperava no saguão tomando alguma coisa. O Ramón começou a apalpar meus peitos, dizendo: — Como eu sentia falta disso, love... me beija. Beijei ele na boca, saboreando aqueles lábios grossos de preto, tão diferentes dos do Enrique. E ele me abraçou forte com aqueles braços enormes e mãos largas. Logo senti na minha barriga o pau dele ficar grande e duro. O Ramón tinha um pau tão grande quanto o do Enrique, mas preto. Brinquei com ele nas minhas mãos, e o Ramón começou a ofegar. — Porra, Karen... pensa que eu ficaria tão feliz só com você, e agora tenho que te dividir com outro cara. Vê se não me tens enrabichado... Beijei ele com força e paixão suficientes porque eu não sabia o que dizer pra ela e tava louca por aquele homem de cor. – Sinto o mesmo, Ramón. Mas vamos aproveitar que são muitos anos juntos, mesmo separados. – Não sei o que te dizer... tive tudo e agora não tenho nada. – E a sua família não te serve de nada? – Sim, e amo minha mulher, mas também te quero. – Eu também quero o Enrique e estou comprometida com ele. – Você?? Mas se você tem pavor de compromisso... Cai na real... você o ama, mas também quer transar comigo. Não entendo. – Agora não. Mas me sinto muito puta. Só pra nós dois. – O que você quer é satisfazer uma fantasia e me pegou porque sabe que me quer, sou sua marionete e não posso recusar. Bom... liga pro Enrique... Liguei pro Enrique e abri a porta. Ramón tava sentado numa poltrona esperando com as pernas cruzadas. Já não tava mais duro. – Oi!!! Já resolveram suas tretas? – Mais ou menos... Disse Ramón. – O de sempre... – E o que a gente faz? Isso aqui parece o camarote dos Irmãos Marx... – Vou me vestir e vazar. Não tô aqui pra satisfazer fantasias sexuais. Disse Ramón. Nós nos vestimos e pagamos um quarto à toa. – Ei... vocês querem vir jantar em casa? Pelo menos... – Eu quero. – Eu também. Não sabia que antes de chegar na minha casa, o Enrique tinha combinado de tomar umas cervejas com o Ramón. – Enrique, não sei o que tá rolando com a Karen. Que porra é essa de a gente transar com ela os dois?? – Ramón... a parada é complicada e simples ao mesmo tempo. Te digo, ela nos ama loucamente. E a única saída dela sou eu em primeira instância e você em segunda, agora que apareceu. – Mas o que ela tem? A gente tem macaco na cara? – Não... é que... ela gosta de assumir o papel de ser uma puta. – Ehhhh???? Essa mina é doente!!! – Também não é isso. Não tem problema. Na real, é um jogo de autoestima. Olha, Ramón... todo mundo tem uma parte do cérebro primitiva que bate de frente com a moral. Pra você entender, ela se sente bem eliminando essa moral e soltando as rédeas desse cérebro primitivo. E a gente é essa chave.
—Pois é, mais valia vocês se casarem e terem filhos, que comigo deu super certo.
—Nessa altura? Quase nos cinquenta???. Além disso, já tenho uma filha do meu casamento anterior.
Os dois chegaram lá pelas 9 da noite.
Enrique estava vestido com uma jeans e uma camiseta do Guns N'Roses, bem no estilo dele. E Ramón, com uma calça chino e uma camisa branca de mangas arregaçadas, que contrastava com o preto da pele dele. Aquela mistura do cheiro dos dois me deixou louca.
Eu tinha vestido um vestido que realçava minha silhueta de ampulheta. Sim, como o leitor pode imaginar, sem sutiã e marcando bem meus peitos.
Ficamos conversando e partimos para os drinks depois do Rioja do jantar. No meu som, tocava U2.
Não sei com que desculpa me levantei pra cozinha, com Ramón me seguindo, mas percebi um sinal de cumplicidade entre os dois. Senti a respiração dele na minha nuca e ele começou a apertar meus peitos com força e compulsão.
—Porra, Ramón... eu precisava desse empurrão pelo menos... só um pouco...
—Um pouco e mais, Karen.
Ele começou a esfregar o pau contra minha bunda e senti ele ficando duro enquanto meus peitos escapavam soltos por cima do decote, balançando como dois melões. Me atrevi a enfiar a mão na calça dele pra tocar no pau dele, já duro como pedra.
—Que gostosa você é, Karen... Não vai chamar o Enrique pra entrar na festa?
—Sei lá, sei lá... talvez eu queira só com você. Falei, baixando a calça dele e engolindo o pauzão preto dele, sentindo a ereção.
Era um pau lindo. Muito diferente do do Enrique, uma veia grossa saía do púbis dele e terminava na glande, percorrendo o tronco prestes a explodir. Enrique entrou na cozinha com o pau na mão.
—Chupa esse também, putona!! Como sua ex chupa... ela até revira os olhos... Disse Enrique.
Me senti sobrecarregada com aqueles dois paus na minha boca. Nem preciso dizer que já estava terrivelmente molhada por culpa desses dois, meus homens. Meus dois clientes, que ficavam avaliando o tamanho dos próprios pau pra não me machucar.
Os dois me pegaram no colo, cada um segurando uma perna, e me levaram pro meu quarto. No caminho, os paus deles balançavam de um lado pro outro entre as coxas, enquanto minha buceta ficava toda aberta.
Me deixaram na cama e começaram a me beijar que nem dois malucos, enquanto as mãos e braços grandes deles tocavam e acariciavam meu corpo inteiro. Me senti uma rainha com aqueles dois machos, um preto e um branco. Totalmente segura com eles e orgulhosa de mim e do meu corpo.
— A gente te ama, Karen... — disse Enrique. — A gente tá aqui por você...
Enrique subiu em cima de mim e me penetrou como sempre fazia, enquanto eu chupava o pau preto do Ramão, fazendo o que dava.
— Agora é sua vez, Ramão. — falou Enrique.
Aí o Ramão tirou o pau da minha boca e se preparou pra encher minha buceta com ele.
Bufff...! Isso me deixou a mil por hora. Saber que depois de 20 anos aquele pedaço de ébano ia me enfiar de novo me deixou muito puta.
— Me fode forte, Ramão. O pau do Enrique já tô de saco cheio. Vamos ver como você se sai na minha buceta...!!!
Mal terminei de falar, o Enrique já tava na minha boca mexendo o pau dele.
O Ramão se movia sem nem sentir o peso do corpo de gorila em cima de mim. Apoiava as mãos no colchão e, tanto pra esquerda quanto pra direita, dava pra ver as duas colunas negras dos braços dele, tensas e fortes, aguentando o peso.
— Vou gozar... guris... Me dá mais, Ramão. Mais forte!!!
O Enrique tirou o pau da minha boca e ficou vendo como eu gozava sem jeito debaixo do corpo preto e gostoso do Ramão.
Ele ficou vidrado, vendo a namorada dele gozar, gemendo que nem uma louca.
O Ramão tirou o pau dele, escorrendo gozo. Eu tava completamente molhada e brilhando. Minhas pernas tremiam, e os dois começaram a me acariciar com os paus duros até o talo.
— Porra, como eu gozei...
Olhei pros meus peitos e tanto os bicos quanto as auréolas grandes estavam durinhos. Excitação. Eu me toquei olhando pra aqueles dois homens me admirando como uma rainha e me beijando o corpo inteiro, dos pés à cabeça. Um em cima, outro embaixo. Longe de ficar só sendo admirada, quando já estava recuperada, voltei a chupar as picas deles pra deixá-las duras de novo pra mim. Reagiram na hora na minha boca e logo as tive prontas.
Só pra constar, eu fiz isso de um jeito meio enjoado e preguiçoso, porque depois daquela gozada eu queria era mandar os dois tomarem no cu. Mas tive pena deles porque estavam muito afim de mim. Depois daquele orgasmo, fiquei até tonta e falei...
— Vamos, gurizada... quem é o primeiro?
Deixei os dois ansiosos, tocando nas picas deles, e eles começaram a enfiar na minha boca pra gozar logo e me deixar em paz. Enquanto eu chupava um, o outro já começava a se masturbar na minha cara, vendo eu mamar o outro. Às vezes tentavam enfiar as duas picas ao mesmo tempo, grunhindo e competindo, mas minha boca não dava conta daquelas XXL de duas cores.
— Que puta minha ex virou... — disse o Ramón.
— Foi você quem me deixou assim, porco... — respondeu o Enrique.
Eu apertei eles até não aguentarem mais, porque aos poucos via que aquelas duas picas estavam se preparando pra jorrar na minha cara logo. Dava pra ver nos rostos, nos gemidos e nos corpos. Tavam cada vez mais duros e imóveis, e aquelas picas se mexiam igual loucas na minha boca, sem controle nenhum. Eu ia chupando como dava. Primeiro uma preta, depois a branca, de um lado pro outro, igual uma puta profissional.
— Que dois amantes que eu tenho... o que eu mais quero na vida!!! — exclamei.
— Vamos, gurizada... gozo preto e branco... leite cremoso na minha cara!!!
A última pica que chupei foi a do Ramón ou a do Enrique, já nem lembro. Os dois gozaram na minha cara, três boas descargas cada um, me enchendo de semente. Gemiam igual bichos.
O Ramón se afastou primeiro, depois o Enrique, com os membros tremendo ao mesmo tempo. Eu tinha deixado eles bem espremidos e aliviados.
— Muito bem, meus garotos!! Uns Campeões. Venham aqui, vocês vão cair no sono com a sua mulherzinha... Abracei eles. Fiquei no meio e dormimos os três depois de me limpar das gozadas deles, abraçados. Eram meio-dia de domingo e esses caras ainda estavam dormindo. Levantei às 10 naquele sétimo selo de responsabilidade que só nós mulheres temos, pulando por cima do Ramón porque ele estava no meio. Tomei um café da manhã leve e fiz umas torradas boas com presunto e azeite pros meus meninos. Cheguei no quarto e me joguei em cima deles. Eles reclamaram, mas perceberam que o sol já tava batendo nos ovos deles. Isso sim... uns ovos bem aliviados graças a mim.. — Vamos, galera... preparei o café da manhã pra vocês...! Com certeza teria sido mais eficaz chupar as pirocas deles pra acordarem mais cedo, mas... não pensei nisso. Bahhh...! Pra outro dia... Eles levantaram resmungando e mijaram. Sentaram na mesa pra comer e eu mostrei os peitos, dizendo... — Agora não querem chupar isso, hein...! Eles riram. Ramón me pediu um ibuprofeno e o Enrique disse... — Não tô a fim de fazer a comida de domingo, querida... — Eu faço. Tá vendo como os homens sem as mulheres não servem pra nada???? E foi o que fiz: uma paella. O porco do Ramón, enquanto eu cozinhava, tomou 6 cervejas e o Enrique, 4. Não teve um momento em que eu não tivesse que tirar ele de cima de mim pra parar de pegar nos meus peitos, aguentando o bafo de álcool dele. Isso eu gostava. Me fazia pensar que eu era ainda mais puta depois do dia anterior. Era uma reação normal num homem também: ele me desejava tanto quanto o outro e morava longe de mim. Tava ansioso, dava pra ver. Já o Enrique tava mais calmo. — Como você gosta desses peitos, hein, Ramón? — ele disse. Essa frase me fez sentir uma mulher compartilhada. O que eu não sabia era que a ressaca deixava os homens ainda mais tarados. Mais brutos e animais. E eu ali, à mercê desses homens e... como eu gostava... Sentamos os três pra comer. — Quando você vai embora, Ramón? — perguntei. disse Enrique.
—Amanhã. Ele disse, se conformando.
—Você se divertiu?
—Sim. Obrigado por tudo.
Podemos criar um grupo de WhatsApp, eu falei.
—Por mim tudo bem. Disse Ramón.
—Por mim também. Disse Enrique.
—Já criei. Vou chamar de os três mosqueteiros, embora na verdade fossem quatro...
—Ok. D'Artagnan...
Eu caí na risada.
—Mas só três, hein?. Gente...?. Nem um a mais. Isso é só de vocês...
—Sim. De mais ninguém. Disse Ramón.
Ramón foi embora meio triste. Beijei ele no rosto e falei...
—Vamos, campeão. Sua família tá te esperando...!!!! Quando chegar, manda uma mensagem. Ok?.
—Ok.
Ali ficamos naquele domingo, Enrique e eu, passando a tarde.
—Pô, Karen... que pau que teu amigo tem...
—Não inveja não, que tu também é bem dotado...
—Ahhh... sei não. Isso quem tem que dizer é você.
—Vamos ver o que você tem aí...
Chupei ele com força e ele gozou na hora na minha boca, gemendo igual um porco.
—Você é incrível, Karen.
—Assim meu garoto fica bem contentinho. Pra nunca me largar e me amar muito... Valeu?.
—Valeu. Te amo muito, Karen.
—E eu te amo, seu bobinho. Vai... pra casa dormir que amanhã tem que trabalhar.
Ele foi embora me dando um beijo na boca, todo feliz. Era um grande homem. Sem dúvida nenhuma. E... Ramón também.
FIM DA SEGUNDA PARTE.
Espero que tenham gostado.
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