Chegamos na metade da semana, acordo às sete da manhã, com a pica dura e muita vontade de mijar. Depois de saciar essa necessidade de esvaziar a bexiga, escovo os dentes e lavo o rosto. Dessa vez, escolho a roupa que vou vestir e tomo banho. Enquanto me banho, decido raspar a pica e as bolas. A roupa pro trabalho foi o tênis de sempre, uma calça fina porque tava muito calor e não deixam a gente usar bermuda, e a camiseta com a marca da empresa. Lembrem-se que não uso roupa íntima, então dava pra ver o volume pequeno que tenho porque a calça às vezes gruda no corpo.
Desço e dessa vez não tinha ninguém, meus pais não tinham acordado ainda, então coloquei a chaleira no fogo e tomei um chá rápido pra ir trabalhar, porque fui de bike. Cheguei cinco minutos antes do expediente, bem cansado porque fazia tempo que não pedalava. E ainda por cima, o pedalar e o movimento das pernas me deixaram excitado, e a pica endureceu antes de eu entrar no trampo. Além disso, ela sempre ficava pra frente, fazendo uma barraca na calça. Era bem difícil esconder a ereção, mas larguei a bike, levantei a pica por cima da calça e prendi com o cordão dela, e abaixei a camiseta um pouco mais do que o normal. Entrei na empresa e cumprimentei todo mundo com um bom dia. Nessa hora, notei que minha supervisora tava olhando pro meu volume. Não liguei e sentei pra trabalhar na minha máquina, que fica na frente da mesa dela. Ela, de lá, consegue ver minhas pernas, meu volume e tudo mais. Depois de uma hora mais ou menos, a pica baixou.
Na máquina tem dois pedais, e isso me faz ficar com as pernas abertas. Lá pela metade da manhã, fiquei sem matéria-prima pra continuar operando. Então fui pro depósito, que é um lugar pequeno onde a gente se abastece pra não faltar nada. Me abaixei pra pegar um rolo de plástico e a calça rasgou entre as pernas. Comecei a rir baixinho pra ninguém ouvir, quase caí e isso fez a calça abrir um pouco mais. A pica escapou pra fora... O pau e os ovos dele, como não tinha ninguém por perto, levantei o rolo e, quando segurei ele no meu peito, apertei forte contra mim e tirei uma mão para baixar minha calça. Saí do depósito e fui direto pra minha máquina, arrumei o rolo e me sentei. Esperava que ninguém notasse o rasgo na calça, e foi assim durante todo o trajeto. Mas quando me sentei e comecei a pisar nos pedais, meu pau e meus ovos podiam ser vistos de onde minha supervisora estava sentada. Ela não tinha percebido isso porque estava anotando umas coisas no computador. Eu me concentrei em produzir e esqueci o perrengue da calça. Levanto a cabeça e vejo minha supervisora olhando pro meu pau pequeno e meus ovos recém-depilados. Parecia estranho ela não falar nada sobre a situação. Estava tão entretida que vi ela passar a língua pelos lábios, se lambendo. Essa situação me deu muito tesão, e o que mais me matava era que a fricção e o movimento das pernas, junto com o que eu via, estavam fazendo meu pau endurecer de novo. Ela continuava olhando, e eu tentava não olhar pra ela pra não perceber, então só olhava de vez em quando. Meu pau tava duro de novo. E ainda por cima, ela com 55 anos tem um corpo de uma garota de 25. As medidas dela são: 100, 70, 90, mais ou menos. Ela se cuida muito, sai pra caminhar e tudo. Ela sempre vai bem vestida e com um decote. Eu nunca conseguia disfarçar quando via o decote dela, mas hoje era diferente. Agora era ela que não conseguia disfarçar ao ver meu pau. Além disso, ela é separada há 3 anos. Não imaginava que ela sentisse falta de sexo, sendo tão gostosa. Ela parou de olhar pro meu pau e me olhou nos olhos. Não disse nada, e eu me fiz de besta. Continuei trabalhando como um bom funcionário que sou. Essa com certeza foi uma manhã longa. A jornada de trabalho não acabava mais. Meu pau demorou pra baixar, e eu via de canto de olho minha supervisora, que de vez em quando me olhava. E ainda por cima, eu também podia ver como meu pau saía da calça, mas não podia me levantar e ir ao banheiro, porque todo mundo ia notar. Pelo menos debaixo... Da minha máquina, só uma pessoa podia notar, e ela não dizia nada, só ficava me olhando. A pica broxou na hora, e quando isso aconteceu, antes de levantar da máquina, eu baixei a calça e me tapei com a camiseta pra não aparecer nada. Andava com as pernas fechadas pra isso. Chamei minha mãe pra vir me buscar. Ela colocou a bicicleta no porta-malas do carro sozinha, porque eu não podia por razões óbvias, e fomos embora. Aí mostrei bem como a calça tinha rasgado. Ela disse que ia costurar e que à noite estaria pronta. Esse dia foi tipo um estalo no meu trabalho. Algo me dizia que ia mudar, mas não sabia o quê ou como, era só um pressentimento. Quando cheguei em casa, contei o que aconteceu pra minha família, eles riram de mim. Óbvio que falei que a calça tinha rasgado, não que a pica tinha subido. Mas o que deixou eles surpresos foi que minha supervisora me viu e não falou nada. Meu pai disse: "Parece que ela não acha o nudismo tão ruim assim, afinal." Além desse acontecimento, não rolou nada importante ou que chamasse atenção durante o dia. Foi um dos mais tranquilos dos que estavam por vir. O que aconteceu foi que minha mãe me devolveu a calça e tinha feito tipo uma braguilha com zíper. Se gostaram, comentem e avaliem pra eu continuar o relato da quinta nudista 7...
Desço e dessa vez não tinha ninguém, meus pais não tinham acordado ainda, então coloquei a chaleira no fogo e tomei um chá rápido pra ir trabalhar, porque fui de bike. Cheguei cinco minutos antes do expediente, bem cansado porque fazia tempo que não pedalava. E ainda por cima, o pedalar e o movimento das pernas me deixaram excitado, e a pica endureceu antes de eu entrar no trampo. Além disso, ela sempre ficava pra frente, fazendo uma barraca na calça. Era bem difícil esconder a ereção, mas larguei a bike, levantei a pica por cima da calça e prendi com o cordão dela, e abaixei a camiseta um pouco mais do que o normal. Entrei na empresa e cumprimentei todo mundo com um bom dia. Nessa hora, notei que minha supervisora tava olhando pro meu volume. Não liguei e sentei pra trabalhar na minha máquina, que fica na frente da mesa dela. Ela, de lá, consegue ver minhas pernas, meu volume e tudo mais. Depois de uma hora mais ou menos, a pica baixou.
Na máquina tem dois pedais, e isso me faz ficar com as pernas abertas. Lá pela metade da manhã, fiquei sem matéria-prima pra continuar operando. Então fui pro depósito, que é um lugar pequeno onde a gente se abastece pra não faltar nada. Me abaixei pra pegar um rolo de plástico e a calça rasgou entre as pernas. Comecei a rir baixinho pra ninguém ouvir, quase caí e isso fez a calça abrir um pouco mais. A pica escapou pra fora... O pau e os ovos dele, como não tinha ninguém por perto, levantei o rolo e, quando segurei ele no meu peito, apertei forte contra mim e tirei uma mão para baixar minha calça. Saí do depósito e fui direto pra minha máquina, arrumei o rolo e me sentei. Esperava que ninguém notasse o rasgo na calça, e foi assim durante todo o trajeto. Mas quando me sentei e comecei a pisar nos pedais, meu pau e meus ovos podiam ser vistos de onde minha supervisora estava sentada. Ela não tinha percebido isso porque estava anotando umas coisas no computador. Eu me concentrei em produzir e esqueci o perrengue da calça. Levanto a cabeça e vejo minha supervisora olhando pro meu pau pequeno e meus ovos recém-depilados. Parecia estranho ela não falar nada sobre a situação. Estava tão entretida que vi ela passar a língua pelos lábios, se lambendo. Essa situação me deu muito tesão, e o que mais me matava era que a fricção e o movimento das pernas, junto com o que eu via, estavam fazendo meu pau endurecer de novo. Ela continuava olhando, e eu tentava não olhar pra ela pra não perceber, então só olhava de vez em quando. Meu pau tava duro de novo. E ainda por cima, ela com 55 anos tem um corpo de uma garota de 25. As medidas dela são: 100, 70, 90, mais ou menos. Ela se cuida muito, sai pra caminhar e tudo. Ela sempre vai bem vestida e com um decote. Eu nunca conseguia disfarçar quando via o decote dela, mas hoje era diferente. Agora era ela que não conseguia disfarçar ao ver meu pau. Além disso, ela é separada há 3 anos. Não imaginava que ela sentisse falta de sexo, sendo tão gostosa. Ela parou de olhar pro meu pau e me olhou nos olhos. Não disse nada, e eu me fiz de besta. Continuei trabalhando como um bom funcionário que sou. Essa com certeza foi uma manhã longa. A jornada de trabalho não acabava mais. Meu pau demorou pra baixar, e eu via de canto de olho minha supervisora, que de vez em quando me olhava. E ainda por cima, eu também podia ver como meu pau saía da calça, mas não podia me levantar e ir ao banheiro, porque todo mundo ia notar. Pelo menos debaixo... Da minha máquina, só uma pessoa podia notar, e ela não dizia nada, só ficava me olhando. A pica broxou na hora, e quando isso aconteceu, antes de levantar da máquina, eu baixei a calça e me tapei com a camiseta pra não aparecer nada. Andava com as pernas fechadas pra isso. Chamei minha mãe pra vir me buscar. Ela colocou a bicicleta no porta-malas do carro sozinha, porque eu não podia por razões óbvias, e fomos embora. Aí mostrei bem como a calça tinha rasgado. Ela disse que ia costurar e que à noite estaria pronta. Esse dia foi tipo um estalo no meu trabalho. Algo me dizia que ia mudar, mas não sabia o quê ou como, era só um pressentimento. Quando cheguei em casa, contei o que aconteceu pra minha família, eles riram de mim. Óbvio que falei que a calça tinha rasgado, não que a pica tinha subido. Mas o que deixou eles surpresos foi que minha supervisora me viu e não falou nada. Meu pai disse: "Parece que ela não acha o nudismo tão ruim assim, afinal." Além desse acontecimento, não rolou nada importante ou que chamasse atenção durante o dia. Foi um dos mais tranquilos dos que estavam por vir. O que aconteceu foi que minha mãe me devolveu a calça e tinha feito tipo uma braguilha com zíper. Se gostaram, comentem e avaliem pra eu continuar o relato da quinta nudista 7...
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