Pessoal da comunidade, antes de mais nada quero deixar claro que fiquei sumido por causa do trampo, o serviço tá tomando muito meu tempo com essa parada da pandemia. Hoje vim contar o que rolou com a mulher do meu primo. Como sempre, agradeço de antemão pelos pontos e comentários. Só pra constar, é tudo real e tô contando só o que é relevante.
Tudo começou um dia que fui jantar na casa do meu primo, que vou chamar de G. Ele mora com o filho e a mulher dele, a Marlen, que é uma morena de corpo normal, mas que sabe provocar. Naquele dia, enquanto a gente tomava umas e esperava pra começar o churrasco, ela me perguntou se a gente comprava mais cerveja. Respondi que sim, sem problema, e perguntei se ela queria que eu levasse. Ela falou: "Espera que vou tomar um banho e a gente vai." Meu primo, ciumento, perguntou se ela precisava se arrumar tanto pra ir no mercadinho, e ela respondeu que sim.
Enquanto ela tomava banho e se arrumava, eu tava tomando uma com meu primo e batendo papo.
G: Essa gostosa tá cada vez pior.
Y: Ah, você sabe como são as mulheres, vivem se arrumando.
G: Sim, mas ela tá cada vez mais complicada.
Y: Calma, cara, bola pra frente. Vocês se dão bem e se amam, isso que importa.
G: É, sei lá.
Ele continuou acendendo o fogo e ouviu a mulher chamar.
M: Vamos, priminho.
Y: Bora, vamos comprar algo pra beber.
M: Bora, priminho.
M: Você fica aqui com seu filho, já volto.
G: Beleza, gata, tchau.
No caminho pro mercadinho, começamos a conversar e ela comentou que há um tempão não era cuidada. Falei pra ela não se preocupar, que tudo ia mudar, e ela perguntou: "E você, como é que tá? Tá sozinho?" Respondi que sim. Enquanto a gente falava de tudo, chegamos pra comprar. Descemos com a porra da máscara, comprei o que precisava e voltamos. No caminho, ela pediu pra eu parar e, sem muita enrolação, perguntou se dava pra dar uns amassos. Fiquei meio sem reação, sem saber o que falar, e ela me beijou de boca aberta. Enquanto a beijava, fui apalpando os peitos dela.
M: Como você mete a mão, priminho.
Y: Você sempre me deu tesão.
M: É, dá pra ver (enquanto apalpava minha rola).
Y: Dá pra fazer um rápido?
M: Não, se quiser eu dou um beijo e pronto.
Y: Beleza.
Ela se abaixou no banco e mandou um boquete bem dado. beijo na rola e ela me fala "vamos pra casa". Voltamos e eu não parava de olhar pra ela. De repente, chega um zap meu e era ela. O zap dizia o seguinte:
Quero te comer já
E. Muita roupa kkk
M. Assim, espera dois minutos
Eu continuo bebendo e batendo papo com meu primo sobre nossos trampos, aventuras e tal, e aí chega outro zap
M. Assim você gostou mais, priminho, me deixou com tesão.
Y. Não seja assim.
M. Assim como?
Y. De putinha quero te foder já.
M. Depois invento algo e me leva lá na casa do meu sogrão?
Por sorte meu tio mora perto da minha casa.
Depois disso, ela veio pro quintal com a gente e nós três batemos papo numa boa, embora nos momentos a sós as mãos dos dois voavam. Comemos alguma coisa e na hora de eu ir embora, ela me pede pra levá-la até a casa do meu tio.
Isso continua na segunda parte pra não ficar tão longo.
Tudo começou um dia que fui jantar na casa do meu primo, que vou chamar de G. Ele mora com o filho e a mulher dele, a Marlen, que é uma morena de corpo normal, mas que sabe provocar. Naquele dia, enquanto a gente tomava umas e esperava pra começar o churrasco, ela me perguntou se a gente comprava mais cerveja. Respondi que sim, sem problema, e perguntei se ela queria que eu levasse. Ela falou: "Espera que vou tomar um banho e a gente vai." Meu primo, ciumento, perguntou se ela precisava se arrumar tanto pra ir no mercadinho, e ela respondeu que sim.
Enquanto ela tomava banho e se arrumava, eu tava tomando uma com meu primo e batendo papo.
G: Essa gostosa tá cada vez pior.
Y: Ah, você sabe como são as mulheres, vivem se arrumando.
G: Sim, mas ela tá cada vez mais complicada.
Y: Calma, cara, bola pra frente. Vocês se dão bem e se amam, isso que importa.
G: É, sei lá.
Ele continuou acendendo o fogo e ouviu a mulher chamar.
M: Vamos, priminho.
Y: Bora, vamos comprar algo pra beber.
M: Bora, priminho.
M: Você fica aqui com seu filho, já volto.
G: Beleza, gata, tchau.
No caminho pro mercadinho, começamos a conversar e ela comentou que há um tempão não era cuidada. Falei pra ela não se preocupar, que tudo ia mudar, e ela perguntou: "E você, como é que tá? Tá sozinho?" Respondi que sim. Enquanto a gente falava de tudo, chegamos pra comprar. Descemos com a porra da máscara, comprei o que precisava e voltamos. No caminho, ela pediu pra eu parar e, sem muita enrolação, perguntou se dava pra dar uns amassos. Fiquei meio sem reação, sem saber o que falar, e ela me beijou de boca aberta. Enquanto a beijava, fui apalpando os peitos dela.
M: Como você mete a mão, priminho.
Y: Você sempre me deu tesão.
M: É, dá pra ver (enquanto apalpava minha rola).
Y: Dá pra fazer um rápido?
M: Não, se quiser eu dou um beijo e pronto.
Y: Beleza.
Ela se abaixou no banco e mandou um boquete bem dado. beijo na rola e ela me fala "vamos pra casa". Voltamos e eu não parava de olhar pra ela. De repente, chega um zap meu e era ela. O zap dizia o seguinte:
Quero te comer já E. Muita roupa kkk
M. Assim, espera dois minutos
Eu continuo bebendo e batendo papo com meu primo sobre nossos trampos, aventuras e tal, e aí chega outro zap
M. Assim você gostou mais, priminho, me deixou com tesão. Y. Não seja assim.
M. Assim como?
Y. De putinha quero te foder já.
M. Depois invento algo e me leva lá na casa do meu sogrão?
Por sorte meu tio mora perto da minha casa.
Depois disso, ela veio pro quintal com a gente e nós três batemos papo numa boa, embora nos momentos a sós as mãos dos dois voavam. Comemos alguma coisa e na hora de eu ir embora, ela me pede pra levá-la até a casa do meu tio.
Isso continua na segunda parte pra não ficar tão longo.
3 comentários - A mulher do meu primo capítulo 1