Imperdoável (A mulher de um amigo)
Depois de muito tempo e vários perrengues, tô voltando a escrever, mas não pra terminar uns temas que deixei pendurados (juro que vou atualizar assim que der), e sim pra contar uma daquelas paradas que a gente não consegue confessar nem no círculo mais íntimo, porque todo mundo ia falar, e com razão, que eu sou um filho da puta sem-vergonha. Pra situar vocês no tempo e no espaço, isso aconteceu uns 3 ou 4 anos atrás. Naquela época, eu tava solteiro e oficialmente dedicado à putaria.
Bom, não quero encher o saco de vocês com julgamentos sobre minha alma irredenta, mas tenho que admitir que até eu mesmo me critico por ter feito o que fiz. Bom, depois desse desabafo, vou contar como foi a parada.
Com o Seba a gente se conhecia desde pequeno, estudamos juntos desde o pré no colégio, depois, por essas coisas da vida, não nos encontramos na faculdade nem em outras atividades e começamos a perder contato, mas sempre mantivemos aquela sintonia que só se tem com amigos de verdade. Pelo que eu lembro, o Seba só teve uma namorada, eles começaram a namorar lá pelos nossos 17 anos. Diferente da maioria das namoradas, a Macarena não afastou ele dos amigos; pelo contrário, várias vezes ela vinha com a gente pro estádio e ficava com a gente quando a gente se juntava pra comer na casa do Seba. No fim, ela mesma se chamava de "mais um dos caras". Não vou mentir falando que nunca olhei pra ela, mais de uma vez eu fixei o olho, e até tinha umas taras com o nome dela na minha cabeça, mas... era a namorada de um amigo, nem louco ia tentar algo a mais. Vou descrever ela: morena, 1,70 mais ou menos, talvez um pouco menos, cabelo castanho e aquela cor de pele tostada, que parece sempre bronzeada, que a torna tão especial. De peitos, ela tem o suficiente, nem muito grandes nem pequenos, o tamanho ideal pras mãos, hehe. E de bunda, é a típica morena argentina com um rabo bonito, tipo um butt bem definido no caso dela. De rosto, pra vocês terem uma ideia, é parecida com a da Todos Contra Juan. Feita a descrição, preciso dizer que ela sempre foi mais pra pouco feminina, mas daquelas gatinhas que têm muita sensualidade guardada, por assim dizer. Era impressionante ver ela quando a gente ia pro estádio de futebol e, com a camisa do time que não podia faltar, era uma visão completa.
Bueh, me perdi nos detalhes. Indo direto ao assunto: depois de tanto namoro, o Seba finalmente ia botar a aliança. Claro, mesmo o grupinho de amigos dele sendo mais na deles, o cara teve a despedida de solteiro como manda o figurino. Mais ainda, como o Seba é bem amigão, ele teve três despedidas seguidas, coitado, as putarias que fizemos ele fazer. Deu que, como fui um dos organizadores e na semana seguinte tinha a despedida de outro amigo, a do Seba foi uma semana antes do casamento, super conveniente, considerando como a gente terminou, porque senão no casamento iam faltar o noivo e boa parte dos convidados.
A Maca, por outro lado, fez a despedida de solteira dela um dia antes do casamento. Por coincidência, eu tive a despedida do outro casamento exatamente naquele dia, e ainda por cima no mesmo lugar — um lugar famoso aqui onde rolam essas despedidas. Questão é que a gente chegou com a galera no local e eu percebi que a Maca e as amigas dela também estavam lá. As filhas da puta vieram com tiarinha de índia e a cara pintada, e a Maca estava um absurdo: um topzinho e uma tanga com uma espécie de saia por cima, mais a tiara e a pintura — a mina tava demais. Meus amigos encheram o saco a noite toda com elas, e eu aproveitei pra chegar junto.
Faço um parêntese: não vou dizer que tava bêbado porque seria mentira, na real não tinha bebido nada porque tava tomando antigripal. Mesmo assim, quando começou a dança, fui reto pra onde ela tava, ela ficou felizona quando me viu.
Não sabia que você tinha um lado selvagem, Maqui, falei rindo.
Nada a ver, o que acontece é que as meninas insistiram, até trouxe roupa pra trocar. Morro se o Seba me vê assim vestida.
Os magrelos daqui parecem que gostaram da roupa, porque não param de vir jogar penas em você. Aliás, vou vazar porque já tão começando a olhar feio.
Não fica, Marcos, nem tenho vontade de que me encham o saco, vou casar amanhã.
E aí, cê acha que por isso vão parar? Além disso, não tô falando por você, ó (deixei claro fazendo o sério), mas sabe a quantidade de gostosas que dão uma última sentada antes de passar pro time das casadas?
Sei lá, eu nunca faria uma parada dessas. Pra isso, nem caso e pronto.
Ahh, isso é o que todas falam, e depois mais de uma pega no tranco.
É porque tu deve fazer elas pisarem na bola.
Ehh, eu não falei que tava falando de mim, até porque eu me comporto bem, eu tenho meus princípios – Falei pra ela me fazendo de ofendido.
Sisi, eu otária não sou, cê acha que não escuto as paradas que contam? Cê é mó enganador, já fiquei sabendo de umas histórias tuas.
Fiquei meio sem graça, mas me deu curiosidade o jeito que ela falou, como se estivesse meio ciumenta.
Também não é que eu tô com 20.000 gostosas, não se baseia nos comentários dos caras porque são mó zueiros – Falei tirando o peso.
Já descobri que você é bem pica-fumo – Ela disse rindo e me beliscando
Não tinha mais dúvida de que ela tava se histericando, no caso eu também, mas quem tava analisando era eu, então isso eu deixava passar. Nisso a Valentina, irmã da Maca, se aproximou e nos tirou do nosso jogo.
O que vocês dois tão fazendo aqui? — Disse com um tom que denunciava que já tinha bebido até a água dos vasos.
Nada, o Seba mandou o amigo dele pra me vigiar — disse a Maqui, sorrindo.
Então você era uma dedo-duro? Não sabia que você era assim— disse Valen me acusando entre risadas.
Não, meu botão não, isso seria a última coisa que eu faria, por mais que o Seba seja um amigo, hoje eu não tenho boca, nem ouvidos, nem olhos. Então podem fazer o que quiserem.
—Não vou fazer nada — disse Maca e cruzou os braços, toda metida a gostosa.
Uhh, deixa ela, negão, vem dançar comigo. A namorada ideal tá decidida a morrer experimentando uma única pica na vida toda.
Maca é meio como eu, não consegue ficar vermelha fácil, mas ela corou e fixou o olhar no chão de tanta vergonha que passou.
Olha, gatinha, eu não tô por aí fazendo qualquer coisa, além do mais, eu caso amanhã.
E aí, qual é o problema, tá com medo de experimentar outra pica e se arrepender?
Aí eu entrei porque achei que ia rolar confusão, peguei a Valentina e levei ela pra dançar, deixando a Maca puta da vida e sozinha.
Depois de um tempo, a Valen se perdeu de mim e fiquei completamente sozinho, porque nenhum dos caras também tava mais por perto. Fiquei dando umas voltas e, de repente, sinto alguém me chamando com um chiado — era a Maca.
Tá perdido? – Ela me disse com um sorriso.
Me deixaram mais sozinho que o Adão no Dia das Mães, respondi pra ela.
E o seu grupinho? Não era pra ser sua despedida?
Sim, mas elas querem ir dançar e eu não tô a fim. Além disso, amanhã ao meio-dia é o civil, não posso ficar com umas olheiras enormes.
Bom, já que você não vai continuar na caravana, vou te oferecer um brinde.
Beleza, aceito.
Fomos até o bar depois de nos despedir das amigas da Maca e da Valen, que iam continuar a farra sei lá por onde. Continuamos conversando e, aos poucos, o papo foi ficando cada vez mais íntimo. Juro que não fiz nada pra isso acontecer, além disso, continuava completamente na cara. Não sei se ela se soltou por causa do álcool — embora não tenha bebido muito — ou por causa da situação, mas ela engatou um papo intimista. Aos poucos, fomos nos empolgando cada vez mais, mas sempre na camisinha. Nessas horas, não dá pra pular de cabeça, é loucura. Na hora, pensei que ainda era a mesma histérica, e confesso que fiquei meio encabulado, com vontade de dar uma provocada.
É verdade o que a Valen falou?
O quê?" — Disse ela se fazendo de sonsa.
Que você nunca ficou com ninguém?
Se é verdade, com certeza você também acha que sou uma idiota – Ela me disse, meio que se irritando.
Nada a ver, pelo contrário, acho muito admirável, adoraria encontrar uma namorada assim.
O problema é que você tá atirando pra todo lado, assim nunca vai arrumar uma mina decente.
O tapa pegou e fiquei sem saber o que dizer pra ela, não queria dar em cima porque ela me conhecia bem. Parece que deu pena dela ser tão sincera, porque ela suavizou jogando
- Olha, não é que seja errado, acho que cada um vive como quer, mas se o Seba fosse igual a você, eu dava um chute na bunda dele na hora.
Não é como você, né?" — ela disse fazendo carinha.
Sei lá, não vou ficar te contando o que a gente faz quando sai, já te falei que não sou dedo-duro, além disso, nem sou lá essas coisas — falei pra provocar ela.
Mesmo que o Seba sempre se comporte bem quando a gente sai – completei rindo ao ver que ele já tava engrenando.
Tipo, não pense que eu não olho pra outros caras, a gente não é de ferro, mas eu sei me valorizar.
Resumindo, você tá curiosa pra provar outra pica – soltei sem filtro nenhum.
Pensei que tinha me ferrado assim que falei, mas ela na hora respondeu com timidez.
A verdade, sim.
Me descolei totalmente com essa resposta, e ela continuou.
O que cê pensa?! Tenho cara de otária, mas não sou. O que acontece é que eu respeito meu futuro marido, por isso não faço nada.
Bueh, hoje era sua última chance, no fundo é só uma brincadeira de solteira, a partir de amanhã já é chifre oficial" – falei, dando um tom de ponto final na frase.
É impressão minha ou você tá querendo me pegar? — Ela disse, aproximando o rosto do meu.
—Acho que você bebeu demais e isso tá te fazendo mal — soltei sem rodeios e me afastei um pouco, pra cortar a proximidade que tinha se criado.
Ufa, neném, não fica de maldade, deixa eu me divertir um pouco que amanhã eu caso.
Tudo bem, espera aí que vou chamar sua irmã pra você ir com elas.
Já foram – Ela me disse num tom debochado
Bom, se quiser, te acompanho até sua casa – falei tentando ignorar que ela tinha se grudado em mim e já tava me amassando.
Você não vai dançar um pouquinho comigo?" – Ele me disse, segurando meu rosto.
Cê tá muito doida, Maca. Vou te levar pra casa, que amanhã cê tem que estar bem.
Vai lá, gatinho, ou tu tá com medo de fazer merda? – disse ela com cara de safada.
Me senti como se tivessem me pego correndo pelado no meio da rua de pedestres, não soube o que dizer pra ela e ela, sem me deixar reagir, continuou.
Você acha que sou burra e não percebo como você me olha? Sei que, se não fosse o Seba no meio, você já teria chegado em mim há muito tempo.
Tentei dizer não, tentei explicar alguma coisa, mas acima de tudo não conseguia acreditar como a gatinha era tão direta. Só que tudo que consegui articular foi um gaguejo patético. Ela colocou um dedo nos meus lábios e me arrastou até onde todo mundo dançava. Eu estava com a certeza de que só ia fazer merda, sabia disso e não fiz nada pra evitar. Depois de dançar um pouco e nos apoiar sem nenhuma vergonha, ela me beijou, roçando só de leve nos meus lábios.
O que foi, Marcos? Viu um fantasma?" — ela disse com a cara dela a 2 cm da minha.
Se o diabo ainda não tinha se metido, aí a Booty entrou em cena, porque sem medir as consequências, puxei ela pra mim segurando na bunda dela e comi literalmente a boca dela enquanto encostava toda a minha pica, que nem preciso dizer, já tinha ficado brincalhona. Ela ronronava enquanto me oferecia o pescoço pra eu me deliciar com ele.
Vamos pra outro lugar, Maca – falei meio nervoso com medo de alguém nos pegar.
Me espera aqui que vou trocar de roupa, porque não posso sair na rua assim.
Vai, se apressa – falei, apertado de vontade de comer ela.
Parado ali, meio que reagi, não dava pra ser tão filho da puta, tinha que falar não e pronto. É inacreditável como o tempo passa devagar às vezes, eu tava ali parado que nem um idiota, esperando sei lá o quê, por um momento pensei em vazar pra merda, mas fiquei, enquanto tipo flash de filme, mil coisas vinham na minha cabeça.
Vamos — disse Maca, pendurando a mochila no ombro e me tirando do estado alucinatório.
Lá estava eu, a única coisa que precisava fazer era explicar pra ela e pronto. Enquanto a gente saía, ela me abraçava como se fosse minha namorada de uma vida inteira. Conseguimos um táxi bem rápido, e ela deu o endereço. Comecei a explicar o que tinha pensado, sem entrar em detalhes porque tava com a impressão de que o taxista era um espião mandado pelo Seba (é, tava meio paranoico). Ela me olhou como se eu tivesse explicando a teoria da fusão a frio ou alguma merda do tipo. Antes que ela respondesse, a gente chegou na casa. Paguei como um bom cavalheiro e descemos. Acompanhei ela até a porta de casa e aí veio aquele silêncio constrangedor que é difícil de quebrar.
Quer passar aqui pra tomar um café? – Ela me disse, como se estivesse arrependida.
Tá, aceito um bem carregado, a essa altura acho que já tô pronto pra aguentar até a tarde (era uma desculpa horrível, tipo aqueles roteiros merdas de filme pornô que enfiam um diálogo qualquer só pra depois continuar trepando, mas saiu assim).
Entramos no apartamento, parecia mentira, mas eu via fotos do Seba por todo lado. Fiquei sentado no sofazinho que tinha na sala enquanto ela foi buscar as coisas pra bater o café. Voltou da cozinha e sentou do meu lado, eu olhava pra ela em silêncio, ela tava uma gostosa sentada ali, se mexia como quem faz algo enquanto espera pra fazer outra coisa, ou espera que outra pessoa faça algo. Num momento, ela virou pra mim e a gente se olhou, um segundo bem longo.
Você percebe que o que a gente tá fazendo é errado, né? – falei, soando como aquelas broncas que a gente levava quando era moleque e fazia merda.
Quê? Café te faz mal?" Ela me disse, entre um sorriso e um tom provocante.
Bueh, se você diz...
Por quê? O que você vai fazer comigo? - Disse já com voz de puta tesuda.
Tudo— respondi sem mexer um músculo do rosto, segurando o bicho interno que lutava pra sair.
Mmm, e se eu não deixar? — Continuo histérica.
Não é que você vai me largar, você vai me pedir pra ficar — falei no mesmo tom de antes.
Sem dar muito tempo, me joguei em cima dela. O pote, a colher foram pra puta que pariu. Num instante deixei ela de peitos de fora e me entreti lambendo ela toda. Beijei o rosto dela, desci devagar beijando o pescoço e lambi as orelhas dela enquanto massageava os peitos dela. Os mamilos durinhos pediam minha atenção. Um gemido escapou da boca dela quando minha língua finalmente tomou conta deles. Minha mão seguiu o caminho, se entretendo na área que vai do umbigo dela até a pussy, meus dedos mal roçavam nela, mas ela gemia espasmodicamente como se estivessem eletrificados. Ela agarrou minha calça, soltou meu cinto e, ofegante, começou a me punhetar por cima da cueca, enquanto eu continuava com a boca entreaberta e os olhos dela fechados.
Abri os olhos, Maqui — falei, me levantando até ficar com a pica bem debaixo do nariz dela.
Quero que você veja bem essa pica que você vai chupar.
Ela abriu os olhos, esticou a língua pra tocar com a pontinha a cabeça da minha pica, enquanto a mão dela acariciava minhas bolas. Aos poucos, foi mostrando toda a sua safadeza, chupava como se tivesse possuída, dava pra sentir como as bochechas dela se encaixavam na minha rola e como a garganta dela se abria quando ela, sozinha, enfiava tudo até o fundo.
Que gostoso você chupa, Maqui, que puta você é – falei todo alterado
Isso a deixou excitada, porque continuou chupando ela, tirando de vez em quando pra passar a língua por todo o comprimento, e parando pra dar chupões na glande avermelhada. Terminei de despir ela e mergulhei na sua buceta inundada, ficando num lindo 69. Usei minha língua à vontade, arrancando mil e um gemidos e espasmos, chupando com devoção, sugando seu clitóris inchado sem piedade, e comendo ela com a língua, alternando com lambidas no cuzinho que a faziam tremer. Ela, enquanto isso, não ficava atrás, cuidando do meu pau; por momentos parecia que tinha uma buceta na boca de tanto que chupava. Quando não aguentei mais, falei pra ela, mas ela mal tirou a boca pra receber todo meu gozo na cara e na boca, ao mesmo tempo que minha boca também recebia seu néctar íntimo, que bebi com avidez.
Passado o calor da putaria, ficamos parados por só um segundo.
Que gostosa, toda coberta de neve, Maca.
Ela não respondeu, mas se abraçou em mim e, depois de um movimento, sentou no meu colo, enquanto com a buceta se esfregava no meu pau, era como a melhor das carícias, e ela fazia isso bem suave, dessa vez não estava de olhos fechados. Com tanto mimo, meu pau ficou duro de novo.
Mmmm, vai me comer todinha? Sou a namorada do seu amigo e você vai me comer? Cê gosta de mim, né? - Disse ela me olhando com safadeza.
Se Maqui me deixar louco, vou te comer tanto que amanhã você não vai querer casar.
Mmm, viu que puta que eu sou, e tô só começando, vai ser um puta corno, seu amigo — Ela me disse enquanto, centímetro por centímetro, enfiava minha rola até o fundo da sua buceta esfomeada.
Qualquer ser humano teria tido um pouco de vergonha, mas não me peçam isso, não é que eu me justifique, não senhor, mas tem que estar ali.
Que puta você é, Maca, vou fazer você gemer muuuuito
Ela enquanto me cavalgava, e quando digo me cavalgava é exatamente isso, quicava nas minhas bolas e subia de novo, era um movimento de pistão lindo, só interrompido pra ficar empalada em mim e se esfregar devagar. Minha boca livre naquele momento fez um banquete com os peitos dela, beijava, mordia, e meu pau sentia as batidas daquela buceta desenfreada, minha pélvis tentava acompanhar o movimento dela enquanto minha mão safada brincava na racha do cu dela, aos poucos fui dedando bem devagarinho, primeiro ao redor e depois penetrando com os dedos, provocando aquela sensação indescritível de sentir essa fina parede que separa a buceta do cu, ela estava em êxtase nessa hora.
Ahhh, assim mesmo, me dá tudo
Você gosta da Maca?
Adoro, adoro – disse ela fora de si
Os vizinhos vão te ouvir
Não tô nem aí, me fode toda, me enche todinha.
Você é uma putinha, maqui?, me diz que você é uma putinha
Sou uma puta, uma puta e adoro picaaaa
O ritmo era tão frenético que eu temia que ele fosse esmagar meu ovo, tremendo, cheguei a um orgasmo tão intenso que a putinha mijou em mim, nunca tinha acontecido algo assim, ela me abraçava como se soubesse que as pernas dela não respondiam mais nada. Quando se recuperou um pouco, saiu para o banheiro, eu a segui para me lavar um pouco, mas também porque tinha ficado cheio de porra. Ela entrou no chuveiro e ligou a água fria como se quisesse se acalmar, mas eu não ia deixar ela escapar tão fácil. Entrei no chuveiro e procurei a buceta dela para mimar, ela me beijou enquanto acariciava meu pau, nos pegamos até ficarmos duros de novo, enquanto ela chupava todo o meu pescoço e abria as pernas para eu fazer um rapidinho enquanto a água morna caía nas nossas costas. Eu poderia ter enchido ela de porra e ela não teria dito nada, mas eu queria comer ela de todas as maneiras possíveis e nem passava pela minha cabeça gozar assim à toa. Meus dedos voltaram a procurar o cu dela e brinquei com ela de verdade, não incomodava nem um pouco, pelo contrário, ela fechou o chuveiro.
Vamos pra cama – Ela me disse uma vez, depois que nos secamos e já tínhamos voltado aos carinhos.
Fica de quatro, gostosa – falei assim que entramos no quarto
Ela se fazendo de gata, rebolava a bunda pra mim de cima da cama. Sem muitos preâmbulos, me dediquei a chupar tudo, abrindo aquelas nádegas lindas e lambendo cada milímetro daquela preciosura enquanto brincava com meus dedos na pussy dela, e ela gemia feito uma puta relaxada.
Ahhh, que lindo assim, continua, buceta, assim do jeitinho que eu gostoooo
Depois de brincar com a língua naquela bunda divina, queria ver ela se abrir. Avistei um pente com cabo revestido de borracha que tava do lado de um espelho daqueles de mão.
O que cê tá fazendo? – Ela disse quando me viu agarrando ele.
Quero que você veja como eu abro essa sua buceta – falei pra ela, toda tesuda
Você não vai meter isso no meu cu.
Isso e essa também, mas primeiro quero que você veja como eu enfio o pente em você.
Nãooo, pega o vibrador na gaveta do criado-mudo – ela falou e riu da minha cara de espanto.
Olha só, que garota você acabou sendo, quer dar um beijinho antes de enfiar no seu cu?
Ela me beijou e eu coloquei a mão na massa, aos poucos enfiei a pica de borracha no cuzinho dela enquanto com a outra mão brincava com a buceta dela, que já tava bem molhadinha.
Olha como tua buceta se abre, Maqui – falei, colocando o espelho pra ela se ver sendo penetrada.
Ela gemia enquanto eu falava putaria, num momento não aguentei e tirei o vibrador do cu dela, ficou dilatado e sem pensar enfiei até o talo, joguei a pica de borracha em cima da cama e me dediquei a foder ela com gosto, aproveitando o calor do esfíncter dela, era inegável que ela adorava ser comida, gemia igual gata no cio, e se masturbava enquanto eu metia sem pressa mas sem parar. Pra terminar de pirar a minha cabeça, ela colocou o vibrador na boca.
Que buceta gostosa você tem, tanta vontade de meter em você - eu disse completamente
Já sei que você gosta, faz tempo que vejo como você olha pra mim quando acha que eu não tô vendo.
É? E também tava com vontade de eu fazer isso em você? Se não, amanhã cê não vai conseguir sentar.
Sim, sim, me fode, me arrebenta toda— ela disse, rebolando a bunda pra aumentar o prazer que já tava sentindo.
Você vai casar com o cu arrombado e vou encher ele de porra pra você lembrar de mim — falei, completamente no limite.
Sentir aquela buceta apertando em mim, ouvir ela tão louca de tesão, e a sacanagem de estar comendo a mulher do meu amigo um dia antes do casamento foi demais pra mim. Sem falar mais nada, gozei fundo pra caralho dentro dela. Continuei metendo até sentir que ela também tinha gozado. Depois, sem conseguir mais me segurar, caí em cima dela. Ficamos os dois exaustos, ofegantes, tentando recuperar o fôlego e a sanidade. A gente se lavou um pouco e voltou pra cama, nos enroscamos como se não existisse mais nada além daquele quarto, como se fôssemos os únicos habitantes do planeta.
Fui acordado pelos barulhos da porta, tava completamente perdido no tempo e no espaço, aos poucos o cérebro começou a processar a informação, tipo um quebra-cabeça. Me virei na cama, a Maca me olhava meio sonolenta, com a mão dela acariciando meu cabelo, devagar a cara de prazer dela foi trocando pela da puta realidade do que a gente tinha feito. Com o pânico estampado na cara, ela começou a falar.
Marcos, o que a gente fez, meu Deus
Maca - espera um pouquinho, se acalma, já foi.
Já era, tu é burrão mesmo, vou casar daqui a pouco e acabei de dar pro melhor amigo do meu marido" – Falou entrando em histeria.
Bom, já foi, a gente fez a merda, mas o Seba não precisa ficar sabendo, né?
Ela chorava, mas aos poucos foi se acalmando, expliquei o que a gente ia fazer, por dentro me sentia um lixo nojento, mas que outra opção essa gostosa tinha?
Gata, o que rolô no refeitório?" – A voz da Valen se ouviu com um tom de safadeza.
Maca limpou um pouco o rosto e saiu do quarto, fazendo sinal pra eu ficar parado lá dentro e em silêncio.
Nena, a gente tinha combinado que se você chegasse a qualquer hora, não ia me encher o saco – disparou a Maca, fingindo estar brava.
Garota, você foi pro caralho, deu pra um maluco na noite antes de casar, que piranha você é" – disse Valen rindo.
Cala a boca – disse a Maca e deve ter feito sinal de que eu tava ali.
Nããão, ainda tá aqui? Você saiu do assunto total, hein
Neném, cala a boca que com certeza tu vem bem macetada.
Sim, mas eu não vou casar amanhã. Além disso, que cara é esse? Parece que te comeu gostoso. Quem é? Eu conheço?
Não.
Uhh, olha só, eu sabia que não podíamos te deixar sozinha.
Bom, agora faz a boa e fica no teu quarto, que eu acordo ele e mando ele pra puta que pariu.
Naaa, quero ver como é que essa buceta tá.
Discutiram um pouco e eu já tava achando que ia ter que sair do mesmo jeito (enquanto fui me vestindo, mas a Maca entrou e falou pra eu sair rápido e sem fazer barulho. Saí cagando de medo e ela foi até a porta pra ver se não vinha ninguém.
O civil foi de boa, tentei manter distância da Maca e ela fez o mesmo. À noite, a festa foi um inferno, a culpa me corroía e eu lembrava da noite anterior e ficava duro igual uma mesa. Quando dançamos a valsa, estávamos tipo eletrificados. Ainda por cima, parecia que a Valentina me olhava como se soubesse de algo, então eu tentava evitar ela também. Num momento, ela conseguiu me pegar sozinho.
Vamos dançar, senhor — ela me disse com um sorriso.
Não muito convencido, levei ela pra pista. A gente ficou dançando um tempo até que, num dos giros, ela colou em mim.
Você é um lixo, sabia? – Ela falou quase no meu ouvido.
Olhei pra ela realmente surpreso, mas, mais do que surpresa, devia ter pânico no olhar.
Fica tranquilo, adoro minha irmã e não vou falar nada – ele disse e colocou na minha mão uma pulseira com as cores do Central e meu nome escrito.
A verdade me dá uma invejinha da minha irmã – Terminou e se afastou, me deixando plantado ali como se eu estivesse petrificado.
Senti náuseas, como se tivesse nojo da situação, e fui pro banheiro. Cruzei com a Maqui quase na porta do banheiro, contei pra ela o que tinha rolado.
Ela te deu a pulseira – Ela falou como se não tivesse importância.
Pô, verdade, nem percebi que tinha perdido ela.
Fizemos o apê tremer – Ela me disse quase num tom de segredo
Maca, eu sei que fizemos uma merda— comecei a dizer
Você passou mal ontem à noite? Porque eu não – Falou com tom de puta.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Marcos, você tava a fim de mim também, já era, a gente tira essa vontade. Completo, como quem quer deixar algo claro.
Bom, se você vê por esse lado, melhor.
Claro, neném. E mais, fica orgulhoso, foi o primeiro que eu experimentei — e deixou a frase no ar.
Fiquei gaguejando, como se tivesse dificuldade pra processar o que tinha ouvido. Ela se afastou rindo, como se eu tivesse contado uma piada ou algo assim. Desde aquele dia, tenho o castigo de saber que a mina do meu amigo é uma puta sem-vergonha e não poder falar nada. Em todo encontro, toda vez que vamos no estádio (a gente senta quase junto), eu vejo ela e a situação fode minha cabeça. Por respeito ao Seba, a única coisa que jurei é que, aconteça o que acontecer, não vou encostar nela de novo.
Depois de muito tempo e vários perrengues, tô voltando a escrever, mas não pra terminar uns temas que deixei pendurados (juro que vou atualizar assim que der), e sim pra contar uma daquelas paradas que a gente não consegue confessar nem no círculo mais íntimo, porque todo mundo ia falar, e com razão, que eu sou um filho da puta sem-vergonha. Pra situar vocês no tempo e no espaço, isso aconteceu uns 3 ou 4 anos atrás. Naquela época, eu tava solteiro e oficialmente dedicado à putaria.
Bom, não quero encher o saco de vocês com julgamentos sobre minha alma irredenta, mas tenho que admitir que até eu mesmo me critico por ter feito o que fiz. Bom, depois desse desabafo, vou contar como foi a parada.
Com o Seba a gente se conhecia desde pequeno, estudamos juntos desde o pré no colégio, depois, por essas coisas da vida, não nos encontramos na faculdade nem em outras atividades e começamos a perder contato, mas sempre mantivemos aquela sintonia que só se tem com amigos de verdade. Pelo que eu lembro, o Seba só teve uma namorada, eles começaram a namorar lá pelos nossos 17 anos. Diferente da maioria das namoradas, a Macarena não afastou ele dos amigos; pelo contrário, várias vezes ela vinha com a gente pro estádio e ficava com a gente quando a gente se juntava pra comer na casa do Seba. No fim, ela mesma se chamava de "mais um dos caras". Não vou mentir falando que nunca olhei pra ela, mais de uma vez eu fixei o olho, e até tinha umas taras com o nome dela na minha cabeça, mas... era a namorada de um amigo, nem louco ia tentar algo a mais. Vou descrever ela: morena, 1,70 mais ou menos, talvez um pouco menos, cabelo castanho e aquela cor de pele tostada, que parece sempre bronzeada, que a torna tão especial. De peitos, ela tem o suficiente, nem muito grandes nem pequenos, o tamanho ideal pras mãos, hehe. E de bunda, é a típica morena argentina com um rabo bonito, tipo um butt bem definido no caso dela. De rosto, pra vocês terem uma ideia, é parecida com a da Todos Contra Juan. Feita a descrição, preciso dizer que ela sempre foi mais pra pouco feminina, mas daquelas gatinhas que têm muita sensualidade guardada, por assim dizer. Era impressionante ver ela quando a gente ia pro estádio de futebol e, com a camisa do time que não podia faltar, era uma visão completa.
Bueh, me perdi nos detalhes. Indo direto ao assunto: depois de tanto namoro, o Seba finalmente ia botar a aliança. Claro, mesmo o grupinho de amigos dele sendo mais na deles, o cara teve a despedida de solteiro como manda o figurino. Mais ainda, como o Seba é bem amigão, ele teve três despedidas seguidas, coitado, as putarias que fizemos ele fazer. Deu que, como fui um dos organizadores e na semana seguinte tinha a despedida de outro amigo, a do Seba foi uma semana antes do casamento, super conveniente, considerando como a gente terminou, porque senão no casamento iam faltar o noivo e boa parte dos convidados.
A Maca, por outro lado, fez a despedida de solteira dela um dia antes do casamento. Por coincidência, eu tive a despedida do outro casamento exatamente naquele dia, e ainda por cima no mesmo lugar — um lugar famoso aqui onde rolam essas despedidas. Questão é que a gente chegou com a galera no local e eu percebi que a Maca e as amigas dela também estavam lá. As filhas da puta vieram com tiarinha de índia e a cara pintada, e a Maca estava um absurdo: um topzinho e uma tanga com uma espécie de saia por cima, mais a tiara e a pintura — a mina tava demais. Meus amigos encheram o saco a noite toda com elas, e eu aproveitei pra chegar junto.
Faço um parêntese: não vou dizer que tava bêbado porque seria mentira, na real não tinha bebido nada porque tava tomando antigripal. Mesmo assim, quando começou a dança, fui reto pra onde ela tava, ela ficou felizona quando me viu.
Não sabia que você tinha um lado selvagem, Maqui, falei rindo.
Nada a ver, o que acontece é que as meninas insistiram, até trouxe roupa pra trocar. Morro se o Seba me vê assim vestida.
Os magrelos daqui parecem que gostaram da roupa, porque não param de vir jogar penas em você. Aliás, vou vazar porque já tão começando a olhar feio.
Não fica, Marcos, nem tenho vontade de que me encham o saco, vou casar amanhã.
E aí, cê acha que por isso vão parar? Além disso, não tô falando por você, ó (deixei claro fazendo o sério), mas sabe a quantidade de gostosas que dão uma última sentada antes de passar pro time das casadas?
Sei lá, eu nunca faria uma parada dessas. Pra isso, nem caso e pronto.
Ahh, isso é o que todas falam, e depois mais de uma pega no tranco.
É porque tu deve fazer elas pisarem na bola.
Ehh, eu não falei que tava falando de mim, até porque eu me comporto bem, eu tenho meus princípios – Falei pra ela me fazendo de ofendido.
Sisi, eu otária não sou, cê acha que não escuto as paradas que contam? Cê é mó enganador, já fiquei sabendo de umas histórias tuas.
Fiquei meio sem graça, mas me deu curiosidade o jeito que ela falou, como se estivesse meio ciumenta.
Também não é que eu tô com 20.000 gostosas, não se baseia nos comentários dos caras porque são mó zueiros – Falei tirando o peso.
Já descobri que você é bem pica-fumo – Ela disse rindo e me beliscando
Não tinha mais dúvida de que ela tava se histericando, no caso eu também, mas quem tava analisando era eu, então isso eu deixava passar. Nisso a Valentina, irmã da Maca, se aproximou e nos tirou do nosso jogo.
O que vocês dois tão fazendo aqui? — Disse com um tom que denunciava que já tinha bebido até a água dos vasos.
Nada, o Seba mandou o amigo dele pra me vigiar — disse a Maqui, sorrindo.
Então você era uma dedo-duro? Não sabia que você era assim— disse Valen me acusando entre risadas.
Não, meu botão não, isso seria a última coisa que eu faria, por mais que o Seba seja um amigo, hoje eu não tenho boca, nem ouvidos, nem olhos. Então podem fazer o que quiserem.
—Não vou fazer nada — disse Maca e cruzou os braços, toda metida a gostosa.
Uhh, deixa ela, negão, vem dançar comigo. A namorada ideal tá decidida a morrer experimentando uma única pica na vida toda.
Maca é meio como eu, não consegue ficar vermelha fácil, mas ela corou e fixou o olhar no chão de tanta vergonha que passou.
Olha, gatinha, eu não tô por aí fazendo qualquer coisa, além do mais, eu caso amanhã.
E aí, qual é o problema, tá com medo de experimentar outra pica e se arrepender?
Aí eu entrei porque achei que ia rolar confusão, peguei a Valentina e levei ela pra dançar, deixando a Maca puta da vida e sozinha.
Depois de um tempo, a Valen se perdeu de mim e fiquei completamente sozinho, porque nenhum dos caras também tava mais por perto. Fiquei dando umas voltas e, de repente, sinto alguém me chamando com um chiado — era a Maca.
Tá perdido? – Ela me disse com um sorriso.
Me deixaram mais sozinho que o Adão no Dia das Mães, respondi pra ela.
E o seu grupinho? Não era pra ser sua despedida?
Sim, mas elas querem ir dançar e eu não tô a fim. Além disso, amanhã ao meio-dia é o civil, não posso ficar com umas olheiras enormes.
Bom, já que você não vai continuar na caravana, vou te oferecer um brinde.
Beleza, aceito.
Fomos até o bar depois de nos despedir das amigas da Maca e da Valen, que iam continuar a farra sei lá por onde. Continuamos conversando e, aos poucos, o papo foi ficando cada vez mais íntimo. Juro que não fiz nada pra isso acontecer, além disso, continuava completamente na cara. Não sei se ela se soltou por causa do álcool — embora não tenha bebido muito — ou por causa da situação, mas ela engatou um papo intimista. Aos poucos, fomos nos empolgando cada vez mais, mas sempre na camisinha. Nessas horas, não dá pra pular de cabeça, é loucura. Na hora, pensei que ainda era a mesma histérica, e confesso que fiquei meio encabulado, com vontade de dar uma provocada.
É verdade o que a Valen falou?
O quê?" — Disse ela se fazendo de sonsa.
Que você nunca ficou com ninguém?
Se é verdade, com certeza você também acha que sou uma idiota – Ela me disse, meio que se irritando.
Nada a ver, pelo contrário, acho muito admirável, adoraria encontrar uma namorada assim.
O problema é que você tá atirando pra todo lado, assim nunca vai arrumar uma mina decente.
O tapa pegou e fiquei sem saber o que dizer pra ela, não queria dar em cima porque ela me conhecia bem. Parece que deu pena dela ser tão sincera, porque ela suavizou jogando
- Olha, não é que seja errado, acho que cada um vive como quer, mas se o Seba fosse igual a você, eu dava um chute na bunda dele na hora.
Não é como você, né?" — ela disse fazendo carinha.
Sei lá, não vou ficar te contando o que a gente faz quando sai, já te falei que não sou dedo-duro, além disso, nem sou lá essas coisas — falei pra provocar ela.
Mesmo que o Seba sempre se comporte bem quando a gente sai – completei rindo ao ver que ele já tava engrenando.
Tipo, não pense que eu não olho pra outros caras, a gente não é de ferro, mas eu sei me valorizar.
Resumindo, você tá curiosa pra provar outra pica – soltei sem filtro nenhum.
Pensei que tinha me ferrado assim que falei, mas ela na hora respondeu com timidez.
A verdade, sim.
Me descolei totalmente com essa resposta, e ela continuou.
O que cê pensa?! Tenho cara de otária, mas não sou. O que acontece é que eu respeito meu futuro marido, por isso não faço nada.
Bueh, hoje era sua última chance, no fundo é só uma brincadeira de solteira, a partir de amanhã já é chifre oficial" – falei, dando um tom de ponto final na frase.
É impressão minha ou você tá querendo me pegar? — Ela disse, aproximando o rosto do meu.
—Acho que você bebeu demais e isso tá te fazendo mal — soltei sem rodeios e me afastei um pouco, pra cortar a proximidade que tinha se criado.
Ufa, neném, não fica de maldade, deixa eu me divertir um pouco que amanhã eu caso.
Tudo bem, espera aí que vou chamar sua irmã pra você ir com elas.
Já foram – Ela me disse num tom debochado
Bom, se quiser, te acompanho até sua casa – falei tentando ignorar que ela tinha se grudado em mim e já tava me amassando.
Você não vai dançar um pouquinho comigo?" – Ele me disse, segurando meu rosto.
Cê tá muito doida, Maca. Vou te levar pra casa, que amanhã cê tem que estar bem.
Vai lá, gatinho, ou tu tá com medo de fazer merda? – disse ela com cara de safada.
Me senti como se tivessem me pego correndo pelado no meio da rua de pedestres, não soube o que dizer pra ela e ela, sem me deixar reagir, continuou.
Você acha que sou burra e não percebo como você me olha? Sei que, se não fosse o Seba no meio, você já teria chegado em mim há muito tempo.
Tentei dizer não, tentei explicar alguma coisa, mas acima de tudo não conseguia acreditar como a gatinha era tão direta. Só que tudo que consegui articular foi um gaguejo patético. Ela colocou um dedo nos meus lábios e me arrastou até onde todo mundo dançava. Eu estava com a certeza de que só ia fazer merda, sabia disso e não fiz nada pra evitar. Depois de dançar um pouco e nos apoiar sem nenhuma vergonha, ela me beijou, roçando só de leve nos meus lábios.
O que foi, Marcos? Viu um fantasma?" — ela disse com a cara dela a 2 cm da minha.
Se o diabo ainda não tinha se metido, aí a Booty entrou em cena, porque sem medir as consequências, puxei ela pra mim segurando na bunda dela e comi literalmente a boca dela enquanto encostava toda a minha pica, que nem preciso dizer, já tinha ficado brincalhona. Ela ronronava enquanto me oferecia o pescoço pra eu me deliciar com ele.
Vamos pra outro lugar, Maca – falei meio nervoso com medo de alguém nos pegar.
Me espera aqui que vou trocar de roupa, porque não posso sair na rua assim.
Vai, se apressa – falei, apertado de vontade de comer ela.
Parado ali, meio que reagi, não dava pra ser tão filho da puta, tinha que falar não e pronto. É inacreditável como o tempo passa devagar às vezes, eu tava ali parado que nem um idiota, esperando sei lá o quê, por um momento pensei em vazar pra merda, mas fiquei, enquanto tipo flash de filme, mil coisas vinham na minha cabeça.
Vamos — disse Maca, pendurando a mochila no ombro e me tirando do estado alucinatório.
Lá estava eu, a única coisa que precisava fazer era explicar pra ela e pronto. Enquanto a gente saía, ela me abraçava como se fosse minha namorada de uma vida inteira. Conseguimos um táxi bem rápido, e ela deu o endereço. Comecei a explicar o que tinha pensado, sem entrar em detalhes porque tava com a impressão de que o taxista era um espião mandado pelo Seba (é, tava meio paranoico). Ela me olhou como se eu tivesse explicando a teoria da fusão a frio ou alguma merda do tipo. Antes que ela respondesse, a gente chegou na casa. Paguei como um bom cavalheiro e descemos. Acompanhei ela até a porta de casa e aí veio aquele silêncio constrangedor que é difícil de quebrar.
Quer passar aqui pra tomar um café? – Ela me disse, como se estivesse arrependida.
Tá, aceito um bem carregado, a essa altura acho que já tô pronto pra aguentar até a tarde (era uma desculpa horrível, tipo aqueles roteiros merdas de filme pornô que enfiam um diálogo qualquer só pra depois continuar trepando, mas saiu assim).
Entramos no apartamento, parecia mentira, mas eu via fotos do Seba por todo lado. Fiquei sentado no sofazinho que tinha na sala enquanto ela foi buscar as coisas pra bater o café. Voltou da cozinha e sentou do meu lado, eu olhava pra ela em silêncio, ela tava uma gostosa sentada ali, se mexia como quem faz algo enquanto espera pra fazer outra coisa, ou espera que outra pessoa faça algo. Num momento, ela virou pra mim e a gente se olhou, um segundo bem longo.
Você percebe que o que a gente tá fazendo é errado, né? – falei, soando como aquelas broncas que a gente levava quando era moleque e fazia merda.
Quê? Café te faz mal?" Ela me disse, entre um sorriso e um tom provocante.
Bueh, se você diz...
Por quê? O que você vai fazer comigo? - Disse já com voz de puta tesuda.
Tudo— respondi sem mexer um músculo do rosto, segurando o bicho interno que lutava pra sair.
Mmm, e se eu não deixar? — Continuo histérica.
Não é que você vai me largar, você vai me pedir pra ficar — falei no mesmo tom de antes.
Sem dar muito tempo, me joguei em cima dela. O pote, a colher foram pra puta que pariu. Num instante deixei ela de peitos de fora e me entreti lambendo ela toda. Beijei o rosto dela, desci devagar beijando o pescoço e lambi as orelhas dela enquanto massageava os peitos dela. Os mamilos durinhos pediam minha atenção. Um gemido escapou da boca dela quando minha língua finalmente tomou conta deles. Minha mão seguiu o caminho, se entretendo na área que vai do umbigo dela até a pussy, meus dedos mal roçavam nela, mas ela gemia espasmodicamente como se estivessem eletrificados. Ela agarrou minha calça, soltou meu cinto e, ofegante, começou a me punhetar por cima da cueca, enquanto eu continuava com a boca entreaberta e os olhos dela fechados.
Abri os olhos, Maqui — falei, me levantando até ficar com a pica bem debaixo do nariz dela.
Quero que você veja bem essa pica que você vai chupar.
Ela abriu os olhos, esticou a língua pra tocar com a pontinha a cabeça da minha pica, enquanto a mão dela acariciava minhas bolas. Aos poucos, foi mostrando toda a sua safadeza, chupava como se tivesse possuída, dava pra sentir como as bochechas dela se encaixavam na minha rola e como a garganta dela se abria quando ela, sozinha, enfiava tudo até o fundo.
Que gostoso você chupa, Maqui, que puta você é – falei todo alterado
Isso a deixou excitada, porque continuou chupando ela, tirando de vez em quando pra passar a língua por todo o comprimento, e parando pra dar chupões na glande avermelhada. Terminei de despir ela e mergulhei na sua buceta inundada, ficando num lindo 69. Usei minha língua à vontade, arrancando mil e um gemidos e espasmos, chupando com devoção, sugando seu clitóris inchado sem piedade, e comendo ela com a língua, alternando com lambidas no cuzinho que a faziam tremer. Ela, enquanto isso, não ficava atrás, cuidando do meu pau; por momentos parecia que tinha uma buceta na boca de tanto que chupava. Quando não aguentei mais, falei pra ela, mas ela mal tirou a boca pra receber todo meu gozo na cara e na boca, ao mesmo tempo que minha boca também recebia seu néctar íntimo, que bebi com avidez.
Passado o calor da putaria, ficamos parados por só um segundo.
Que gostosa, toda coberta de neve, Maca.
Ela não respondeu, mas se abraçou em mim e, depois de um movimento, sentou no meu colo, enquanto com a buceta se esfregava no meu pau, era como a melhor das carícias, e ela fazia isso bem suave, dessa vez não estava de olhos fechados. Com tanto mimo, meu pau ficou duro de novo.
Mmmm, vai me comer todinha? Sou a namorada do seu amigo e você vai me comer? Cê gosta de mim, né? - Disse ela me olhando com safadeza.
Se Maqui me deixar louco, vou te comer tanto que amanhã você não vai querer casar.
Mmm, viu que puta que eu sou, e tô só começando, vai ser um puta corno, seu amigo — Ela me disse enquanto, centímetro por centímetro, enfiava minha rola até o fundo da sua buceta esfomeada.
Qualquer ser humano teria tido um pouco de vergonha, mas não me peçam isso, não é que eu me justifique, não senhor, mas tem que estar ali.
Que puta você é, Maca, vou fazer você gemer muuuuito
Ela enquanto me cavalgava, e quando digo me cavalgava é exatamente isso, quicava nas minhas bolas e subia de novo, era um movimento de pistão lindo, só interrompido pra ficar empalada em mim e se esfregar devagar. Minha boca livre naquele momento fez um banquete com os peitos dela, beijava, mordia, e meu pau sentia as batidas daquela buceta desenfreada, minha pélvis tentava acompanhar o movimento dela enquanto minha mão safada brincava na racha do cu dela, aos poucos fui dedando bem devagarinho, primeiro ao redor e depois penetrando com os dedos, provocando aquela sensação indescritível de sentir essa fina parede que separa a buceta do cu, ela estava em êxtase nessa hora.
Ahhh, assim mesmo, me dá tudo
Você gosta da Maca?
Adoro, adoro – disse ela fora de si
Os vizinhos vão te ouvir
Não tô nem aí, me fode toda, me enche todinha.
Você é uma putinha, maqui?, me diz que você é uma putinha
Sou uma puta, uma puta e adoro picaaaa
O ritmo era tão frenético que eu temia que ele fosse esmagar meu ovo, tremendo, cheguei a um orgasmo tão intenso que a putinha mijou em mim, nunca tinha acontecido algo assim, ela me abraçava como se soubesse que as pernas dela não respondiam mais nada. Quando se recuperou um pouco, saiu para o banheiro, eu a segui para me lavar um pouco, mas também porque tinha ficado cheio de porra. Ela entrou no chuveiro e ligou a água fria como se quisesse se acalmar, mas eu não ia deixar ela escapar tão fácil. Entrei no chuveiro e procurei a buceta dela para mimar, ela me beijou enquanto acariciava meu pau, nos pegamos até ficarmos duros de novo, enquanto ela chupava todo o meu pescoço e abria as pernas para eu fazer um rapidinho enquanto a água morna caía nas nossas costas. Eu poderia ter enchido ela de porra e ela não teria dito nada, mas eu queria comer ela de todas as maneiras possíveis e nem passava pela minha cabeça gozar assim à toa. Meus dedos voltaram a procurar o cu dela e brinquei com ela de verdade, não incomodava nem um pouco, pelo contrário, ela fechou o chuveiro.
Vamos pra cama – Ela me disse uma vez, depois que nos secamos e já tínhamos voltado aos carinhos.
Fica de quatro, gostosa – falei assim que entramos no quarto
Ela se fazendo de gata, rebolava a bunda pra mim de cima da cama. Sem muitos preâmbulos, me dediquei a chupar tudo, abrindo aquelas nádegas lindas e lambendo cada milímetro daquela preciosura enquanto brincava com meus dedos na pussy dela, e ela gemia feito uma puta relaxada.
Ahhh, que lindo assim, continua, buceta, assim do jeitinho que eu gostoooo
Depois de brincar com a língua naquela bunda divina, queria ver ela se abrir. Avistei um pente com cabo revestido de borracha que tava do lado de um espelho daqueles de mão.
O que cê tá fazendo? – Ela disse quando me viu agarrando ele.
Quero que você veja como eu abro essa sua buceta – falei pra ela, toda tesuda
Você não vai meter isso no meu cu.
Isso e essa também, mas primeiro quero que você veja como eu enfio o pente em você.
Nãooo, pega o vibrador na gaveta do criado-mudo – ela falou e riu da minha cara de espanto.
Olha só, que garota você acabou sendo, quer dar um beijinho antes de enfiar no seu cu?
Ela me beijou e eu coloquei a mão na massa, aos poucos enfiei a pica de borracha no cuzinho dela enquanto com a outra mão brincava com a buceta dela, que já tava bem molhadinha.
Olha como tua buceta se abre, Maqui – falei, colocando o espelho pra ela se ver sendo penetrada.
Ela gemia enquanto eu falava putaria, num momento não aguentei e tirei o vibrador do cu dela, ficou dilatado e sem pensar enfiei até o talo, joguei a pica de borracha em cima da cama e me dediquei a foder ela com gosto, aproveitando o calor do esfíncter dela, era inegável que ela adorava ser comida, gemia igual gata no cio, e se masturbava enquanto eu metia sem pressa mas sem parar. Pra terminar de pirar a minha cabeça, ela colocou o vibrador na boca.
Que buceta gostosa você tem, tanta vontade de meter em você - eu disse completamente
Já sei que você gosta, faz tempo que vejo como você olha pra mim quando acha que eu não tô vendo.
É? E também tava com vontade de eu fazer isso em você? Se não, amanhã cê não vai conseguir sentar.
Sim, sim, me fode, me arrebenta toda— ela disse, rebolando a bunda pra aumentar o prazer que já tava sentindo.
Você vai casar com o cu arrombado e vou encher ele de porra pra você lembrar de mim — falei, completamente no limite.
Sentir aquela buceta apertando em mim, ouvir ela tão louca de tesão, e a sacanagem de estar comendo a mulher do meu amigo um dia antes do casamento foi demais pra mim. Sem falar mais nada, gozei fundo pra caralho dentro dela. Continuei metendo até sentir que ela também tinha gozado. Depois, sem conseguir mais me segurar, caí em cima dela. Ficamos os dois exaustos, ofegantes, tentando recuperar o fôlego e a sanidade. A gente se lavou um pouco e voltou pra cama, nos enroscamos como se não existisse mais nada além daquele quarto, como se fôssemos os únicos habitantes do planeta.
Fui acordado pelos barulhos da porta, tava completamente perdido no tempo e no espaço, aos poucos o cérebro começou a processar a informação, tipo um quebra-cabeça. Me virei na cama, a Maca me olhava meio sonolenta, com a mão dela acariciando meu cabelo, devagar a cara de prazer dela foi trocando pela da puta realidade do que a gente tinha feito. Com o pânico estampado na cara, ela começou a falar.
Marcos, o que a gente fez, meu Deus
Maca - espera um pouquinho, se acalma, já foi.
Já era, tu é burrão mesmo, vou casar daqui a pouco e acabei de dar pro melhor amigo do meu marido" – Falou entrando em histeria.
Bom, já foi, a gente fez a merda, mas o Seba não precisa ficar sabendo, né?
Ela chorava, mas aos poucos foi se acalmando, expliquei o que a gente ia fazer, por dentro me sentia um lixo nojento, mas que outra opção essa gostosa tinha?
Gata, o que rolô no refeitório?" – A voz da Valen se ouviu com um tom de safadeza.
Maca limpou um pouco o rosto e saiu do quarto, fazendo sinal pra eu ficar parado lá dentro e em silêncio.
Nena, a gente tinha combinado que se você chegasse a qualquer hora, não ia me encher o saco – disparou a Maca, fingindo estar brava.
Garota, você foi pro caralho, deu pra um maluco na noite antes de casar, que piranha você é" – disse Valen rindo.
Cala a boca – disse a Maca e deve ter feito sinal de que eu tava ali.
Nããão, ainda tá aqui? Você saiu do assunto total, hein
Neném, cala a boca que com certeza tu vem bem macetada.
Sim, mas eu não vou casar amanhã. Além disso, que cara é esse? Parece que te comeu gostoso. Quem é? Eu conheço?
Não.
Uhh, olha só, eu sabia que não podíamos te deixar sozinha.
Bom, agora faz a boa e fica no teu quarto, que eu acordo ele e mando ele pra puta que pariu.
Naaa, quero ver como é que essa buceta tá.
Discutiram um pouco e eu já tava achando que ia ter que sair do mesmo jeito (enquanto fui me vestindo, mas a Maca entrou e falou pra eu sair rápido e sem fazer barulho. Saí cagando de medo e ela foi até a porta pra ver se não vinha ninguém.
O civil foi de boa, tentei manter distância da Maca e ela fez o mesmo. À noite, a festa foi um inferno, a culpa me corroía e eu lembrava da noite anterior e ficava duro igual uma mesa. Quando dançamos a valsa, estávamos tipo eletrificados. Ainda por cima, parecia que a Valentina me olhava como se soubesse de algo, então eu tentava evitar ela também. Num momento, ela conseguiu me pegar sozinho.
Vamos dançar, senhor — ela me disse com um sorriso.
Não muito convencido, levei ela pra pista. A gente ficou dançando um tempo até que, num dos giros, ela colou em mim.
Você é um lixo, sabia? – Ela falou quase no meu ouvido.
Olhei pra ela realmente surpreso, mas, mais do que surpresa, devia ter pânico no olhar.
Fica tranquilo, adoro minha irmã e não vou falar nada – ele disse e colocou na minha mão uma pulseira com as cores do Central e meu nome escrito.
A verdade me dá uma invejinha da minha irmã – Terminou e se afastou, me deixando plantado ali como se eu estivesse petrificado.
Senti náuseas, como se tivesse nojo da situação, e fui pro banheiro. Cruzei com a Maqui quase na porta do banheiro, contei pra ela o que tinha rolado.
Ela te deu a pulseira – Ela falou como se não tivesse importância.
Pô, verdade, nem percebi que tinha perdido ela.
Fizemos o apê tremer – Ela me disse quase num tom de segredo
Maca, eu sei que fizemos uma merda— comecei a dizer
Você passou mal ontem à noite? Porque eu não – Falou com tom de puta.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Marcos, você tava a fim de mim também, já era, a gente tira essa vontade. Completo, como quem quer deixar algo claro.
Bom, se você vê por esse lado, melhor.
Claro, neném. E mais, fica orgulhoso, foi o primeiro que eu experimentei — e deixou a frase no ar.
Fiquei gaguejando, como se tivesse dificuldade pra processar o que tinha ouvido. Ela se afastou rindo, como se eu tivesse contado uma piada ou algo assim. Desde aquele dia, tenho o castigo de saber que a mina do meu amigo é uma puta sem-vergonha e não poder falar nada. Em todo encontro, toda vez que vamos no estádio (a gente senta quase junto), eu vejo ela e a situação fode minha cabeça. Por respeito ao Seba, a única coisa que jurei é que, aconteça o que acontecer, não vou encostar nela de novo.
5 comentários - Imperdoável (a mulher do meu melhor amigo)
si fueras buen amigo deberías haberle contado antes de casarse, seguro el boludo nunca se enteró que fue cornudo como novio con vos y varios más, pero tampoco se va a enterar que es cornudo como marido y posiblemente futuro papá garrón