Assim continua essa...história
espero que vocês estejam com tesão
bem-vindos os pontos e os comentários
parte 4
O domingo foi tranquilo, a gente realmente se divertiu pra caralho e de noite a gente ficou batendo papo.
Laura, então você vai comigo amanhã na oficina?
Não acredito, amor. Já foi tempo demais pra mim, foi só mais uma experiência e nada que valha a pena repetir.
Laura, dá o céu, se te encantei, eu sei, minha bichinha, você é único amor, adoraria que você estivesse aqui, mesmo que não participe se não quiser repetir aquela experiência que eu sei que te deu tanto prazer quanto a mim, céu, mais prazer que a pica do burro
O que foi que te deu tanto prazer, amor? Ver o burro me possuindo?
Laura, meu céu, ver como você sentia o mesmo que eu, ver como você se transformava numa putinha e quando você subiu sozinha na cama em busca de mais pica foi o melhor, você estava desesperada pra sentir aquele pedaço de carne quente entrando no seu cu e te fazendo de mulher dele, eu te vi como você se mexia, aproveitando a foda que o burro tava te dando, e se o burro quisesse, ele continuava te dando pica a tarde inteira e você feliz da vida, love. Por isso quero que você vá comigo amanhã, céu, sei que você vai se empanturrar de pica igual a mim, e mesmo que você queira negar, isso te dá muito tesão, acho que você gosta mais do que de me foder, minha vida, olha como você ficou dura, love.
Vamos pra cama, céu, você vai ver que não
Laura, nãooo, não bebe. Amanhã tenho que estar inteira porque na parada do jumento vão me detonar, e tu sabe disso.
Já sei, mas a gente pode dar um jeito com o burro. Tenho uma ideia pra acabar com isso de uma vez.
Laura, o que você acha, gostosa?
Que a gente pague entre os dois, cinco vezes você e cinco vezes eu.
Laura até que seria boa, mas depois quero poder usar essa pica quando eu quiser, amor. Talvez eu cobre uma taxa, bebê.
se for isso que você quer, por mim tá bem, meu bem
Foi assim que, no dia seguinte, chegamos na oficina e dei minha ideia pro tarado do burro, que duvidou mas aceitou. Na hora ele fechou o lugar e, com os funcionários dele, nos levaram pro escritório. Minha mulher se pelou e deitou no colchão, esperando o burro meter nela. Sérgio e Cláudio chegaram perto e enfiaram as picas na boca dela pra ela mamar.
Laura, olha amorrr, olha as picas que vou comer, cê gosta delas, céu? Eu sei que você adora, não quer me ajudar, bebê?
burro, dá-lhe, viado, mama buceta, você também, que a gente vai te deixar manco e por uns dias você não vai conseguir sentar
Sem falar nada, me coloquei do lado dela e comecei a chupar. Na hora, começaram a me xingar de tudo quanto é nome e, no meio disso, senti abrirem minhas pernas e meterem até o fundo, me fazendo ver estrelas. Fiquei imóvel enquanto as lágrimas caíam, enquanto outro pegava minha boca sem piedade. Em poucos minutos, comecei a gostar, até que encheram minha boca e não tiraram o pau até eu engolir todo o leite. Assim, os três passaram pelo meu cu, deixando ele destruído como prometeram, e me largaram de lado, deitado sobre a mesa, com um pau enfiado no rabo. Dali, pude ver como os três gozaram com a minha esposa do jeito que queriam, e ela se sentiu cheia de picas, gemendo, gritando e me humilhando o tempo todo, enquanto eu só batia uma punheta.
laura ai buceta ai buceta me perdoa mas não consigo resistir a essas picas são divinas e já sou a putinha deles amorzinho me perdoa minha vida mas não consigo parar de te meter chifre, olha como eles comem a sua amorzinho olha como tratam ela como uma putinha
Cláudio colocou o pau dele na minha boca e eu chupei pra ele ficar duro de novo e comer minha mulher de novo, depois foi a vez do Sérgio e do burro também, minha mulher terminou toda cheia de porra por todos os lados e depois foi minha vez de novo, deitado em cima da mesa, um por um foram enfiando em mim e depois ainda meteram uma vassoura no meu cu, terminei exausto de tanta rola que me deram.
Burro bom, por hoje já tá bom. Quarta-feira quero vocês aqui de novo.
nos vestimos e, como deu, fomos pro carro assim tudo sujo. ainda tive que aturar eles beijando minha esposa na despedida. já em casa, só dava pra descansar. eles pegaram pesado comigo e eu gostei que foi assim, curti pra caralho e isso deu pra perceber. tomamos banho e deitamos na hora. laura começou a me acariciar enquanto eu tava de bruços.
Laura, viu, amor? Como você aproveitou, não te deram trégua, vida. Suas perninhas tremiam, meu amor, e quando aquele bruto te comeu, você gozou sem nem se tocar, céus. Você já é toda uma maricona, e graças a isso eu me diverti pra caralho. Adoro ver como te subjugam, e olha que eles são uns perversos com você. Quarta-feira, por que não usa uma tanga, meu amor? Isso seria tipo um desafio pra eles. Nem quero imaginar o que fariam com você.
Isso ela me dizia enquanto enfiava e tirava os dedos do meu cu, como se estivesse me comendo, aí eu falei pra ela
agora quero te comer eu
laura, primeiro eu vou em você, amor
Ela subiu em cima de mim e enfiou os dedos no meu cu, me fazendo gemer e gritar de dor. Foi muito excitante pra nós dois sentir minha esposa me comendo enquanto me chamava de maricas, puta e mulherzinha. Isso me levava a um tesão supremo, gozei sem me tocar enquanto pedia mais e mais. Depois disso, fiquei tão cheio que não subiu mais e, claro, não consegui comer ela, então fiquei na cama, dormindo de bruços com o cu arrombado. Terça foi um dia normal, a Laura enchia minha cabeça me dizendo as coisas que fariam comigo na oficina na frente dela, até me fazer desejar que já começassem. A cara dela se transformava e meu pau ficava duro. Aquela noite não parei de bater uma pensando nisso, já queria estar nos braços daqueles caras e aproveitar. No dia seguinte, depois do trabalho, fui buscá-la. Ela me fez colocar uma tanga tão pequena que mal cobria meu pau. Me sentia uma puta no cio, e na real era. Assim entramos na oficina do burro e, pra minha surpresa, não tinha três caras, mas seis. Na hora, Laura e eu entendemos que teríamos uma tarde de sexo brutal. O escritório estava preparado pra isso. O burro pegou minha mulher e apresentou pros novatos, que logo a cercaram, metendo a mão por todo lado, até ela ficar nua e se mexendo como se pedisse pica aos gritos, coisa que conseguiu na hora, enquanto o burro me esfregava na cara como minha mulher era uma puta barata. Foi assim que me despi e, ao ver minha tanga, ele gritou: "Aqui tem mais uma puta!" De repente, tinha dois caras passando a mão no meu cu enquanto eu só me deixava levar, e em segundos já tava mamando e sendo submetido a picaços enquanto ouvia minha mulher gemer aos gritos.
laura siiiim quero pijamaaa me dá maiss, olha cuck como eles me comem, aprende viadão tão se esbaldando na sua mulherrrrr maricon de merda
assim que eu tava, de quatro, recebendo mais pica que minha mulher, em minutos já tava queimando meu cu e sentia que tava sendo castigado por entregar minha mulher, embora no fundo eu tava satisfazendo os desejos dela de me ver destruído e humilhado do jeito que ela queria. Assim foram passando todos enquanto eu gozava a cada sentada que me davam, e mais de uma vez cheguei a me mijar de dor, mais do que de prazer, sob as risadas de todo mundo. Não sobrou ninguém sem me usar com desprezo. Foi num momento em que me deixaram pendurado com as pernas tremendo, me dedicando a chupar as picas deles pra que eles comessem minha mulher como uma verdadeira puta.
burro, chupa ela, puto, chupa ela e deixa ela dura que depois a gente te arrebenta também, do jeito que você gosta.
Mama sem parar e goza em mim. Comeram minha boca igual cu, sentia as picas entrando e deixando tudo ardendo, enquanto a Laura só curtia a sentada que cada um dava nela. Foi assim que eles se cansaram, depois de várias horas nos largaram, e foi aí que percebi o bem que trataram ela, enquanto comigo foi tudo ao contrário. Um deles enfiou um pepino no meu cu e enterrou fundo, depois me obrigou a me vestir e levar minha esposa pra casa, pensando que só faltava mais uma parcela.
parte 5
Foi uma noite dolorosa e humilhante, chegar em casa e na hora me despir pra tirar o pepino que colocaram em mim, que a cada movimento doía a alma.
Laura, vai lá, sua vadiazinha, tira essa fio dental e fica de quatro, quero ver como ficou sua bunda de tanta pica que te deram. Sim, te comeram gostoso, como te arrebentaram toda, corna.
Por favor, tira esse pepino de dentro de mim, tá doendo pra caralho, amor, parece que ainda tão me comendo.
Laura, que lindo, céu, aproveita, bebê. Isso faz seus chifres crescerem ainda mais, maridinho.
Siii, amor, sou muito corno, mas por favor, tira ele pra mim.
Laura pegou a ponta que estava pra fora e, abrindo bem minhas nádegas, começou a tirar. Eu comecei a gemer de prazer, e foi então que a Laurita começou a mexer, enfiando e tirando o pepino do meu cu. Minha esposa estava me comendo e ria.
Laura, que divino é arrebentar essa sua buceta promíscua, aproveita, amorzinho, que você adora, como vou deixar esse seu cu de corno arrebentado essa noite, você nunca mais esquece, seu merda, siiiii, goza, viadinho, quero te comer assim a noite inteira.
Não sabia o que dizer e deixei ela fazer o que quis. Embora doesse, também era verdade que eu gozava. E assim terminei na cama, de bruços, com aquele pepino enterrado no meu cu, me retorcendo de vergonha e prazer a cada entrada e saída, enquanto pedia mais e mais. Isso me convenceu de vez que tinha perdido pra sempre a pouca hombridade que ainda me restava. Gozar sem me tocar e desejar que um pau entrasse e saísse do meu cu — isso era ser bem puto. E nem vou mencionar que adorava ver minha mulher sendo usada por outros à vontade e não ter mais vontade nem de tocá-la. A única coisa que me tirava o sono era o pau que ia arrebentar minha bunda pequena, e só. Laura e o burro me transformaram num cuck e me encheram de putaria, me tornando uma siririca arrastada, capaz de fazer qualquer coisa por uma foda. E isso me surpreendia. No dia seguinte, fui trabalhar com o cu bem dolorido — acho que ninguém percebeu. Voltei pra casa e, depois do jantar, me esperava outra sessão de sexo da minha mulherzinha. Ela já estava me preparando pro sábado, com as ideias do burro, que supostamente seria o último encontro com ele.
O sábado amanheceu e a Laura comemorava o último encontro com o burro.
Laura... bom, finalmente chegou o último dia.
Tá ansiosa, bebê?
Laura sim, não faço ideia do que vai passar na cabeça do tarado do Burro Love.
Com você, acho que só vai se dedicar a te foder o dia inteiro, meu anjo. Não sei o que vai fazer comigo.
Laura, isso é o que eu mais espero: ver o que o corno tem preparado pra você. Já não sei mais o que ele pode fazer com você, céu, porque, pra falar a verdade, eu te rebaixo ao nível mais baixo que um homem pode chegar. Nunca imaginei que você pudesse ir tão longe. Você se tornou um viciado em pica, céu, morre pra ter uma e é capaz de fazer qualquer coisa pra ser comido. Você nem me toca mais na cama, amor, meu corpo não te excita mais, bebê. Só uma pica te excita e nada mais. Isso te faz uma puta de verdade, vida. Não sei o que ele vai fazer com você, mas tenho certeza de que ele te castiga porque tem nojo de você ser tão, mas tão puto. Eu adoro ver como ele te domina, e ainda mais quando ele te faz sofrer. Isso me excita, amor, me excita de verdade.
Bom, mas tudo começou pra não te rebaixarem, meu bem. Me viciei, é verdade, mas não tive outra escolha, amor. Só foi pra te proteger, pra não te usarem como fizeram comigo.
Laura, sim, eu sei, meu bem, e por isso, quando tudo isso passar, espero que a gente volte a ser como antes.
Isso espero, amor. Ainda bem que isso tudo já tá acabando.
Laurabueno, então, vendo por esse lado, só resta aproveitar.
Chegou o meio-dia e o filho da puta apareceu com um sorriso de orelha a orelha, chegou perto da minha esposa e falou algo no ouvido dela, e depois me disse:
Burro, vai, puto, sobe no carro.
Não perguntei nada, obedeci e saímos sem rumo. Do meu lado estavam os parceiros dela, rindo e cochichando entre si. Depois de um pouco andando pela estrada, chegamos a um sítio. Ao entrar, me levaram a um quarto e me vestiram de mulher. Acabei de saia curta e blusinha, acompanhando minha mulher, que disse que essa roupa caía muito bem em mim e foi embora com o corno, me deixando com os parceiros dela. Eles já tiraram as picas pra eu entrar no calor, chupando elas. Não sei por que, mas isso me excitou tanto que eu lambia as picas deles pra depois enfiá-las na minha boca.
Onde o burro levou minha mulher
Cala a boca, puta. Essa não é mais tua mulher, agora é do burro. E tu é toda nossa, então continua chupando, puta.
Me resignei e continuei com minha tarefa até sentir o gozo de um primeiro e depois do outro dentro da minha boca, me fizeram saborear e mostrar como eu engolia tudo. Chegou outro carro na casa, eram os mesmos três da última vez. Servi cerveja pra todos como se fosse a empregada deles. Um perguntou pro outro se já tinham me comido, e responderam que primeiro íamos dar um passeio pelo sítio. Tenho que confessar que minha buceta já pedia pica e me surpreendia o quão puta eu podia ser. Saímos pro quintal e começamos a caminhar, eu rebolando o máximo que podia, e assim, no meio do mato, me colocaram de quatro e recebi o que tanto esperava. A primeira pica doeu pra caralho porque meu cu não estava lubrificado, acho que foi de propósito, queriam me fazer sofrer e eu adorava que fizessem isso, mesmo implorando pra não serem tão brutos. Isso só piorou, as picaças eram com raiva e não pararam até me ver tremendo de dor. Eu sabia que aquilo era só o começo. A minissaia ficou toda suja de gozo, assim como meu pobre cu destruído. Me levantaram e continuamos caminhando pelo sítio, pra depois voltar pra casa. Eu tava cansado de tanta pica, mas por dentro queria mais. Pude ver o burro e minha mulher sentados na mesa. Como uma boa empregada, servi eles o melhor que pude. Eles beberam e comeram enquanto me deixavam em outra mesa. Depois disso, veio a sesta. Me deitaram na sala de jantar pra me dar a segunda sessão de pica. De novo, a dor fez com que eu mijasse em mim mesmo, e isso foi pior. Depois de me comer até a exaustão, mijaram na minha cara. Fiquei um desastre completo, meu cu doía pra caralho, mal conseguia sentar de lado, e tava todo banhado em mijo. Supliquei pra me deixarem tomar um banho, mas só me deixaram depois de um bom tempo. Me despiraram por completo e me... Se inclinaram sobre uma mesa pra continuar comendo meu cu um atrás do outro sem parar. Supliquei pra eles terminarem de me foder, já não aguentava mais ficar de pé, mas eles riam e zombavam até que eu terminei ajoelhado no chão. Me chamaram de nojento e trouxeram um cachorro, jogaram ele em cima de mim e não pararam até me verem sendo penetrado por ele. Eu não tinha forças pra resistir, e mesmo gritando pra tirarem ele, só aplaudiam e caçoavam de como o cachorro me comia. Não era pra menos, ele tava me matando de pica e não parou até se esvaziar dentro de mim, depois ficou preso, e eu implorando pra tirarem. Foi assim que minha mulherzinha me viu, sem parar de rir. Quando finalmente conseguiu sair, meu cu pareceu explodir em quatro partes. Fiquei largado no chão, me contorcendo de dor, e eles me deixaram assim pra ir todos tomar umas cervejas. A noite já tinha caído, e depois da janta me deixaram tomar banho. Continuamos bebendo, e foi aí que os convidados foram embora. Eu fiquei sozinho no colchão da sala, e a Laura foi com os três pro quarto. Naquela noite, o cachorro me visitou várias vezes e não parou até me enfiar de novo, coisa que no final acabou me dando prazer, mesmo sempre ficando preso. Isso virou segredo, já que eles tavam comendo minha esposa no quarto e nunca descobriram. No dia seguinte, tomamos café, nos trocamos e voltamos pra casa. A dívida com o burro tava paga. Pra mim, tinha custado caro demais.
espero que vocês estejam com tesão
bem-vindos os pontos e os comentários
parte 4
O domingo foi tranquilo, a gente realmente se divertiu pra caralho e de noite a gente ficou batendo papo.
Laura, então você vai comigo amanhã na oficina?
Não acredito, amor. Já foi tempo demais pra mim, foi só mais uma experiência e nada que valha a pena repetir.
Laura, dá o céu, se te encantei, eu sei, minha bichinha, você é único amor, adoraria que você estivesse aqui, mesmo que não participe se não quiser repetir aquela experiência que eu sei que te deu tanto prazer quanto a mim, céu, mais prazer que a pica do burro
O que foi que te deu tanto prazer, amor? Ver o burro me possuindo?
Laura, meu céu, ver como você sentia o mesmo que eu, ver como você se transformava numa putinha e quando você subiu sozinha na cama em busca de mais pica foi o melhor, você estava desesperada pra sentir aquele pedaço de carne quente entrando no seu cu e te fazendo de mulher dele, eu te vi como você se mexia, aproveitando a foda que o burro tava te dando, e se o burro quisesse, ele continuava te dando pica a tarde inteira e você feliz da vida, love. Por isso quero que você vá comigo amanhã, céu, sei que você vai se empanturrar de pica igual a mim, e mesmo que você queira negar, isso te dá muito tesão, acho que você gosta mais do que de me foder, minha vida, olha como você ficou dura, love.
Vamos pra cama, céu, você vai ver que não
Laura, nãooo, não bebe. Amanhã tenho que estar inteira porque na parada do jumento vão me detonar, e tu sabe disso.
Já sei, mas a gente pode dar um jeito com o burro. Tenho uma ideia pra acabar com isso de uma vez.
Laura, o que você acha, gostosa?
Que a gente pague entre os dois, cinco vezes você e cinco vezes eu.
Laura até que seria boa, mas depois quero poder usar essa pica quando eu quiser, amor. Talvez eu cobre uma taxa, bebê.
se for isso que você quer, por mim tá bem, meu bem
Foi assim que, no dia seguinte, chegamos na oficina e dei minha ideia pro tarado do burro, que duvidou mas aceitou. Na hora ele fechou o lugar e, com os funcionários dele, nos levaram pro escritório. Minha mulher se pelou e deitou no colchão, esperando o burro meter nela. Sérgio e Cláudio chegaram perto e enfiaram as picas na boca dela pra ela mamar.
Laura, olha amorrr, olha as picas que vou comer, cê gosta delas, céu? Eu sei que você adora, não quer me ajudar, bebê?
burro, dá-lhe, viado, mama buceta, você também, que a gente vai te deixar manco e por uns dias você não vai conseguir sentar
Sem falar nada, me coloquei do lado dela e comecei a chupar. Na hora, começaram a me xingar de tudo quanto é nome e, no meio disso, senti abrirem minhas pernas e meterem até o fundo, me fazendo ver estrelas. Fiquei imóvel enquanto as lágrimas caíam, enquanto outro pegava minha boca sem piedade. Em poucos minutos, comecei a gostar, até que encheram minha boca e não tiraram o pau até eu engolir todo o leite. Assim, os três passaram pelo meu cu, deixando ele destruído como prometeram, e me largaram de lado, deitado sobre a mesa, com um pau enfiado no rabo. Dali, pude ver como os três gozaram com a minha esposa do jeito que queriam, e ela se sentiu cheia de picas, gemendo, gritando e me humilhando o tempo todo, enquanto eu só batia uma punheta.
laura ai buceta ai buceta me perdoa mas não consigo resistir a essas picas são divinas e já sou a putinha deles amorzinho me perdoa minha vida mas não consigo parar de te meter chifre, olha como eles comem a sua amorzinho olha como tratam ela como uma putinha
Cláudio colocou o pau dele na minha boca e eu chupei pra ele ficar duro de novo e comer minha mulher de novo, depois foi a vez do Sérgio e do burro também, minha mulher terminou toda cheia de porra por todos os lados e depois foi minha vez de novo, deitado em cima da mesa, um por um foram enfiando em mim e depois ainda meteram uma vassoura no meu cu, terminei exausto de tanta rola que me deram.
Burro bom, por hoje já tá bom. Quarta-feira quero vocês aqui de novo.
nos vestimos e, como deu, fomos pro carro assim tudo sujo. ainda tive que aturar eles beijando minha esposa na despedida. já em casa, só dava pra descansar. eles pegaram pesado comigo e eu gostei que foi assim, curti pra caralho e isso deu pra perceber. tomamos banho e deitamos na hora. laura começou a me acariciar enquanto eu tava de bruços.
Laura, viu, amor? Como você aproveitou, não te deram trégua, vida. Suas perninhas tremiam, meu amor, e quando aquele bruto te comeu, você gozou sem nem se tocar, céus. Você já é toda uma maricona, e graças a isso eu me diverti pra caralho. Adoro ver como te subjugam, e olha que eles são uns perversos com você. Quarta-feira, por que não usa uma tanga, meu amor? Isso seria tipo um desafio pra eles. Nem quero imaginar o que fariam com você.
Isso ela me dizia enquanto enfiava e tirava os dedos do meu cu, como se estivesse me comendo, aí eu falei pra ela
agora quero te comer eu
laura, primeiro eu vou em você, amor
Ela subiu em cima de mim e enfiou os dedos no meu cu, me fazendo gemer e gritar de dor. Foi muito excitante pra nós dois sentir minha esposa me comendo enquanto me chamava de maricas, puta e mulherzinha. Isso me levava a um tesão supremo, gozei sem me tocar enquanto pedia mais e mais. Depois disso, fiquei tão cheio que não subiu mais e, claro, não consegui comer ela, então fiquei na cama, dormindo de bruços com o cu arrombado. Terça foi um dia normal, a Laura enchia minha cabeça me dizendo as coisas que fariam comigo na oficina na frente dela, até me fazer desejar que já começassem. A cara dela se transformava e meu pau ficava duro. Aquela noite não parei de bater uma pensando nisso, já queria estar nos braços daqueles caras e aproveitar. No dia seguinte, depois do trabalho, fui buscá-la. Ela me fez colocar uma tanga tão pequena que mal cobria meu pau. Me sentia uma puta no cio, e na real era. Assim entramos na oficina do burro e, pra minha surpresa, não tinha três caras, mas seis. Na hora, Laura e eu entendemos que teríamos uma tarde de sexo brutal. O escritório estava preparado pra isso. O burro pegou minha mulher e apresentou pros novatos, que logo a cercaram, metendo a mão por todo lado, até ela ficar nua e se mexendo como se pedisse pica aos gritos, coisa que conseguiu na hora, enquanto o burro me esfregava na cara como minha mulher era uma puta barata. Foi assim que me despi e, ao ver minha tanga, ele gritou: "Aqui tem mais uma puta!" De repente, tinha dois caras passando a mão no meu cu enquanto eu só me deixava levar, e em segundos já tava mamando e sendo submetido a picaços enquanto ouvia minha mulher gemer aos gritos.
laura siiiim quero pijamaaa me dá maiss, olha cuck como eles me comem, aprende viadão tão se esbaldando na sua mulherrrrr maricon de merda
assim que eu tava, de quatro, recebendo mais pica que minha mulher, em minutos já tava queimando meu cu e sentia que tava sendo castigado por entregar minha mulher, embora no fundo eu tava satisfazendo os desejos dela de me ver destruído e humilhado do jeito que ela queria. Assim foram passando todos enquanto eu gozava a cada sentada que me davam, e mais de uma vez cheguei a me mijar de dor, mais do que de prazer, sob as risadas de todo mundo. Não sobrou ninguém sem me usar com desprezo. Foi num momento em que me deixaram pendurado com as pernas tremendo, me dedicando a chupar as picas deles pra que eles comessem minha mulher como uma verdadeira puta.
burro, chupa ela, puto, chupa ela e deixa ela dura que depois a gente te arrebenta também, do jeito que você gosta.
Mama sem parar e goza em mim. Comeram minha boca igual cu, sentia as picas entrando e deixando tudo ardendo, enquanto a Laura só curtia a sentada que cada um dava nela. Foi assim que eles se cansaram, depois de várias horas nos largaram, e foi aí que percebi o bem que trataram ela, enquanto comigo foi tudo ao contrário. Um deles enfiou um pepino no meu cu e enterrou fundo, depois me obrigou a me vestir e levar minha esposa pra casa, pensando que só faltava mais uma parcela.
parte 5
Foi uma noite dolorosa e humilhante, chegar em casa e na hora me despir pra tirar o pepino que colocaram em mim, que a cada movimento doía a alma.
Laura, vai lá, sua vadiazinha, tira essa fio dental e fica de quatro, quero ver como ficou sua bunda de tanta pica que te deram. Sim, te comeram gostoso, como te arrebentaram toda, corna.
Por favor, tira esse pepino de dentro de mim, tá doendo pra caralho, amor, parece que ainda tão me comendo.
Laura, que lindo, céu, aproveita, bebê. Isso faz seus chifres crescerem ainda mais, maridinho.
Siii, amor, sou muito corno, mas por favor, tira ele pra mim.
Laura pegou a ponta que estava pra fora e, abrindo bem minhas nádegas, começou a tirar. Eu comecei a gemer de prazer, e foi então que a Laurita começou a mexer, enfiando e tirando o pepino do meu cu. Minha esposa estava me comendo e ria.
Laura, que divino é arrebentar essa sua buceta promíscua, aproveita, amorzinho, que você adora, como vou deixar esse seu cu de corno arrebentado essa noite, você nunca mais esquece, seu merda, siiiii, goza, viadinho, quero te comer assim a noite inteira.
Não sabia o que dizer e deixei ela fazer o que quis. Embora doesse, também era verdade que eu gozava. E assim terminei na cama, de bruços, com aquele pepino enterrado no meu cu, me retorcendo de vergonha e prazer a cada entrada e saída, enquanto pedia mais e mais. Isso me convenceu de vez que tinha perdido pra sempre a pouca hombridade que ainda me restava. Gozar sem me tocar e desejar que um pau entrasse e saísse do meu cu — isso era ser bem puto. E nem vou mencionar que adorava ver minha mulher sendo usada por outros à vontade e não ter mais vontade nem de tocá-la. A única coisa que me tirava o sono era o pau que ia arrebentar minha bunda pequena, e só. Laura e o burro me transformaram num cuck e me encheram de putaria, me tornando uma siririca arrastada, capaz de fazer qualquer coisa por uma foda. E isso me surpreendia. No dia seguinte, fui trabalhar com o cu bem dolorido — acho que ninguém percebeu. Voltei pra casa e, depois do jantar, me esperava outra sessão de sexo da minha mulherzinha. Ela já estava me preparando pro sábado, com as ideias do burro, que supostamente seria o último encontro com ele.
O sábado amanheceu e a Laura comemorava o último encontro com o burro.
Laura... bom, finalmente chegou o último dia.
Tá ansiosa, bebê?
Laura sim, não faço ideia do que vai passar na cabeça do tarado do Burro Love.
Com você, acho que só vai se dedicar a te foder o dia inteiro, meu anjo. Não sei o que vai fazer comigo.
Laura, isso é o que eu mais espero: ver o que o corno tem preparado pra você. Já não sei mais o que ele pode fazer com você, céu, porque, pra falar a verdade, eu te rebaixo ao nível mais baixo que um homem pode chegar. Nunca imaginei que você pudesse ir tão longe. Você se tornou um viciado em pica, céu, morre pra ter uma e é capaz de fazer qualquer coisa pra ser comido. Você nem me toca mais na cama, amor, meu corpo não te excita mais, bebê. Só uma pica te excita e nada mais. Isso te faz uma puta de verdade, vida. Não sei o que ele vai fazer com você, mas tenho certeza de que ele te castiga porque tem nojo de você ser tão, mas tão puto. Eu adoro ver como ele te domina, e ainda mais quando ele te faz sofrer. Isso me excita, amor, me excita de verdade.
Bom, mas tudo começou pra não te rebaixarem, meu bem. Me viciei, é verdade, mas não tive outra escolha, amor. Só foi pra te proteger, pra não te usarem como fizeram comigo.
Laura, sim, eu sei, meu bem, e por isso, quando tudo isso passar, espero que a gente volte a ser como antes.
Isso espero, amor. Ainda bem que isso tudo já tá acabando.
Laurabueno, então, vendo por esse lado, só resta aproveitar.
Chegou o meio-dia e o filho da puta apareceu com um sorriso de orelha a orelha, chegou perto da minha esposa e falou algo no ouvido dela, e depois me disse:
Burro, vai, puto, sobe no carro.
Não perguntei nada, obedeci e saímos sem rumo. Do meu lado estavam os parceiros dela, rindo e cochichando entre si. Depois de um pouco andando pela estrada, chegamos a um sítio. Ao entrar, me levaram a um quarto e me vestiram de mulher. Acabei de saia curta e blusinha, acompanhando minha mulher, que disse que essa roupa caía muito bem em mim e foi embora com o corno, me deixando com os parceiros dela. Eles já tiraram as picas pra eu entrar no calor, chupando elas. Não sei por que, mas isso me excitou tanto que eu lambia as picas deles pra depois enfiá-las na minha boca.
Onde o burro levou minha mulher
Cala a boca, puta. Essa não é mais tua mulher, agora é do burro. E tu é toda nossa, então continua chupando, puta.
Me resignei e continuei com minha tarefa até sentir o gozo de um primeiro e depois do outro dentro da minha boca, me fizeram saborear e mostrar como eu engolia tudo. Chegou outro carro na casa, eram os mesmos três da última vez. Servi cerveja pra todos como se fosse a empregada deles. Um perguntou pro outro se já tinham me comido, e responderam que primeiro íamos dar um passeio pelo sítio. Tenho que confessar que minha buceta já pedia pica e me surpreendia o quão puta eu podia ser. Saímos pro quintal e começamos a caminhar, eu rebolando o máximo que podia, e assim, no meio do mato, me colocaram de quatro e recebi o que tanto esperava. A primeira pica doeu pra caralho porque meu cu não estava lubrificado, acho que foi de propósito, queriam me fazer sofrer e eu adorava que fizessem isso, mesmo implorando pra não serem tão brutos. Isso só piorou, as picaças eram com raiva e não pararam até me ver tremendo de dor. Eu sabia que aquilo era só o começo. A minissaia ficou toda suja de gozo, assim como meu pobre cu destruído. Me levantaram e continuamos caminhando pelo sítio, pra depois voltar pra casa. Eu tava cansado de tanta pica, mas por dentro queria mais. Pude ver o burro e minha mulher sentados na mesa. Como uma boa empregada, servi eles o melhor que pude. Eles beberam e comeram enquanto me deixavam em outra mesa. Depois disso, veio a sesta. Me deitaram na sala de jantar pra me dar a segunda sessão de pica. De novo, a dor fez com que eu mijasse em mim mesmo, e isso foi pior. Depois de me comer até a exaustão, mijaram na minha cara. Fiquei um desastre completo, meu cu doía pra caralho, mal conseguia sentar de lado, e tava todo banhado em mijo. Supliquei pra me deixarem tomar um banho, mas só me deixaram depois de um bom tempo. Me despiraram por completo e me... Se inclinaram sobre uma mesa pra continuar comendo meu cu um atrás do outro sem parar. Supliquei pra eles terminarem de me foder, já não aguentava mais ficar de pé, mas eles riam e zombavam até que eu terminei ajoelhado no chão. Me chamaram de nojento e trouxeram um cachorro, jogaram ele em cima de mim e não pararam até me verem sendo penetrado por ele. Eu não tinha forças pra resistir, e mesmo gritando pra tirarem ele, só aplaudiam e caçoavam de como o cachorro me comia. Não era pra menos, ele tava me matando de pica e não parou até se esvaziar dentro de mim, depois ficou preso, e eu implorando pra tirarem. Foi assim que minha mulherzinha me viu, sem parar de rir. Quando finalmente conseguiu sair, meu cu pareceu explodir em quatro partes. Fiquei largado no chão, me contorcendo de dor, e eles me deixaram assim pra ir todos tomar umas cervejas. A noite já tinha caído, e depois da janta me deixaram tomar banho. Continuamos bebendo, e foi aí que os convidados foram embora. Eu fiquei sozinho no colchão da sala, e a Laura foi com os três pro quarto. Naquela noite, o cachorro me visitou várias vezes e não parou até me enfiar de novo, coisa que no final acabou me dando prazer, mesmo sempre ficando preso. Isso virou segredo, já que eles tavam comendo minha esposa no quarto e nunca descobriram. No dia seguinte, tomamos café, nos trocamos e voltamos pra casa. A dívida com o burro tava paga. Pra mim, tinha custado caro demais.
2 comentários - Oficina, carro e meus chifres 4 e 5