Olá, amig@s do poringa.net.
Quero agradecer a todos meus leitores e os novos seguidores. Pela boa energia que vocês mandam toda vez que eu publico.
Sejam bem-vindos, tod@s.
Espero que gostem desse novo post.
Hoje vou contar a história de um amigo e seguidor dessa página.
Antes ele era o Luciano, mas agora o nome dele é Luci.
A gente virou amigo conversando pelo chat.
Mesmo sem saber, a gente era quase vizinho.
Então a confiança veio mais rápido.
E ele me contou a história dele e tudo que viveu.
Que não foi nada fácil pra ele.
Assim como pra tantos outros.
E ele pediu pra eu contar por ele.
Ele adorava como eu narrava minhas histórias.
E então, aqui estamos. Espero que você goste, Lu.
E todos os outros também.
Como toda garota transexual. Desde muito pequeno, ele era o Luciano.
O homem da família. O caçula de duas irmãs.
Mas por dentro, ele era uma menina.
Coisa que o pai dele não entendia. E até fazia ele sentir a rejeição.
Ele não entendia como o próprio pai não o amava nem o compreendia.
Virou um garoto solitário, triste e fechado.
E com a luta constante entre ser homem e não ser uma menina. Pra que o pai não o odiasse.
Somava-se a isso as tentativas do pai de transformá-lo em homem.
Pra piorar, Lu.
Ele se apaixonou por um garoto mais velho da escola.
Os dois descobriram o sexo. Escondido.
As primeiras brincadeiras, onde ele podia se sentir uma menina.
Onde ele podia ser como se sentia.
Mas o pai dele o pegou com aquele garoto.
O pai, furioso, bateu nele, deixou um olho roxo e o expulsou de casa.
Sem ter pra onde ir. Ele pegou um ônibus.
E foi pro sítio do avô materno.
Que perguntou o que tinha acontecido assim que ele chegou tarde, quase de noite.
Ele contou tudo pro avô.
Que o acolheu e deu comida.
Avô: — Bom, meu filho. Não se preocupe.
Agora a gente arruma o quarto e você pode ficar aqui.
Não fica triste. Essa é sua casa. Talvez amanhã tudo se resolva.
Lu: — Vô, obrigado e desculpa, não Tinha pra onde ir.
Te prometo que vou fazer de tudo pra não te envergonhar.
Amanhã vou cortar o cabelo e tentar não ser tão viado.
Avô: Não me dá vergonha, meu filho.
Na minha casa você não precisa ser algo que não é.
Se quer cortar o cabelo porque não gosta, tudo bem.
A partir de agora, essa é a sua casa.
Ninguém vai te dizer como se vestir ou como falar.
Contanto que não seja mal-educado.
Lu: Claro, vô.
Por ser assim, não vou te ajudar no campo.
Mas te prometo que não vou ser um peso.
Vou ajudar como puder. Por exemplo, em casa.
Sou bom nas tarefas domésticas.
Avô: Bom, isso é muito bom.
Mas fica tranquilo, amanhã a gente vê o que dá.
Assim os dias foram passando. A família dele não queria ele em casa.
A vida dele mudou da noite pro dia.
Ele tratava o avô muito bem e valorizava tudo que fazia em casa.
Enquanto o avô trabalhava no campo ou na oficina, onde fazia consertos e coisas pros cavalos.
O avô aceitava ele do jeito que era,
mas ele nunca se mostrava muito por respeito ao avô.
Porém, quando estava sozinho, sempre se vestia de mulher.
Antes do avô chegar, ele se trocava e tirava a maquiagem.
A roupa de mulher que lavava, deixava secar no lavador velho coberto.
No fim, o avô não ia pra lá e não se importava.
Os dias eram maravilhosos pra ele e pro avô,
com quem ele conversava e tomava mate.
Avô: E aí, meu filho, como tão os dias no campo?
Tá mais tranquilo? Precisa de alguma coisa?
Lu: Isso é maravilhoso, vô.
Nunca tive tanta paz.
Tem certeza que não te incomoda eu estar aqui?
Avô: Não, meu filho, de jeito nenhum.
A casa tá um brinco e você cozinha muito gostoso.
Além disso, é uma boa companhia.
Como eu disse, aqui não vem ninguém e é bem solitário.
Desde que sua avó, que Deus a tenha, não está mais.
Você mudou minha vida, meu filho.
Lu: É, disso eu percebi.
Mas eu lavo minha roupa e deixo no lavador, caso alguém apareça.
Avô: Sua roupa? Não... Entendo, meu filho.
Não dá pra usar o varal lá fora?
Lu: Dá sim, mas eu uso roupa feminina quando tô em casa.
Por respeito a você. Não uso quando você tá aqui.
Ou se vem alguém, deixo minha roupa perto pra trocar na hora.
Avô: Mas meu filho, aqui não vem ninguém.
Agora, nas áreas de trabalho, sim. Mas aqui não.
Mas se isso te incomoda e você não quer que te vejam assim...
Pra mim não tem problema.
Olha, vou te dar um conselho, você decide se aceita ou não.
Enquanto você não faltar com respeito com os outros,
não tem que dar satisfação de como se veste ou por quê.
Você tá aqui na sua casa nova, não pra se esconder.
Você faz mal pra alguém se vestindo de mulher?
Se não faz mal, não tem castigo. Entendeu?
Lu: Vô, tô muito surpreso.
Com sua idade e morando aqui, nunca pensei que você fosse falar assim comigo.
Com tanto preconceito que tem por aí...
Sei que não faço mal a ninguém sendo quem sou.
Em particular, gosto de me vestir de mulher. Não na rua.
Ainda não me sinto segura pra isso.
Mas em casa, enquanto faço minhas coisas, sim.
Avô: Bom, essa é sua casa.
Pode fazer o que quiser.
Nesta casa, o preconceito fica na porta.
Olha, meu filho, não gosto de maltrato.
Por isso você tá aqui. Além disso, você ajuda.
Você é afeminado e, por mais que tente, parece mulher.
A roupa não diz nada.
Lu: É, não consigo evitar que percebam, desculpa.
Avô: Você não consegue evitar algo que é natural em você.
Lu: Sei disso, vô, mas... sei lá.
Talvez te incomode.
Avô: Se me incomodasse, você não taria aqui, meu filho.
Primeiro você teria que se livrar dos seus preconceitos antes de cobrar isso dos outros.
Lu: É, você tem razão, vô.
Então não te incomoda se eu me vestir de mulher?
Avô: Não, meu filho. Desde que não seja de mau gosto, é sua casa.
Pra mim não tem problema.
Ele não podia acreditar nas liberdades que o avô dava.
Foi o pontapé inicial pra ele, aos poucos, se sentir seguro de si mesmo.
E poder ser cada dia mais uma menina naquela casa.
Ele parou. usar cuecas pra usar calcinhas e fio dental.
Um pouco de maquiagem. Mas tudo bem suave.
Nada chamativo, não queria incomodar o vô.
Finalmente, ela se tornou ela mesma.
Se sentia incrível por se ver do jeito que queria.
E com isso ela começou a se soltar mais, do que quando tinha namorado.
Tava convencida de que essa era a vida que queria.
A relação dela com o avô não tinha mudado.
Era tudo muito normal.
E com a chegada do calor, trocou as calças por umas saias que comprou na vila.
Ela e o avô estavam de boa vivendo assim.
Ele era o avô que trabalhava, e ela era a mulherzinha da casa.
Lavava, passava, cozinhava e deixava a casa um brinco.
Até o avô parou de chamar ela de "meu filho". Passou a chamar de "mocinha".
Lu: Vô, tava pensando em não estudar esse ano.
Meus pais me deixaram sozinha.
Acho que não vão falar nada se eu não for mais pra lá, ainda mais sendo uma menina agora.
Avô: Mas mocinha... como vai largar a escola?
Tem que terminar seus estudos.
Lu: Mas vô, aqui eu sou mais útil.
Não quero voltar pra minha casa pra estudar.
Posso estudar por conta e você me leva e me traz.
Faço tudo no mesmo dia.
Avô: Bom, mocinha. Tá certo, se der pra fazer assim e você fizer por mim, tá bom.
Aqui você é útil, mas o estudo é mais útil ainda.
Eu não vou viver pra sempre.
Lu: Não fala isso, vô.
Quero ajudar mais nas suas tarefas.
Quero que me ensine tudo que sabe pra ajudar melhor nas coisas do campo.
Avô: Mas mocinha, você tem medo de cavalo.
E tem que aprender tudo.
Mas pode começar cuidando dos bichos da fazenda.
Lu: Sim, essa é minha nova vida, quero aprender tudo.
Perder meus medos e ser mais útil.
E assim ela fez.
Cuidou dos animais, deixando o avô impressionado.
Mostrando que dava conta de tudo que o velho pedia.
O trabalho no campo é cansativo, mas ela fazia com alegria.
Uma tarde, o avô se acidentou. Ela cuidou dele.
Levou ele no médico,
onde colocaram um gesso no pé.
Bem na época de plantio, e sem ninguém pra substituir o velho.
Os dois não tinham outra opção a não ser usar o trator juntos.
Ela ajudou. a subir no avô dele.
E depois ele subiu. Não tinha outro jeito, os dois tinham que ficar ali. Pela complexidade daquela máquina..
Era desconfortável pros dois. Com a cabine pequena.
Lu ia cuidar dos pedais e do volante. Enquanto o avô dela. Cuidava dos controles.
E de ensinar ela a dirigir.
Lu em cima das pernas do avô. Dirigia. Com mais medo do que empolgação.
Mas não tinha outro jeito. Era um trampo que tinha que ser feito, custasse o que custasse.
O terreno irregular deixava tudo ainda mais desconfortável.
Às vezes ela sentia que tava quicando no volume do avô. Que cada vez ficava mais evidente. Ela pensou que o avô não era generoso só na vida, mas também entre as pernas.
Fazendo Lu curtir esses acidentes.
E sem perder de vista a responsabilidade dela.
O avô, por outro lado, esses roçares. Tavam deixando ele louco e com tesão ao mesmo tempo.
Os dois anos sem sexo nublavam a sanidade dele.
Esquecendo quem tava quicando no volume dele.
De vez em quando Lu se levantava pra ver se tinha algum obstáculo.
Deitada no volante pra enxergar direito.
Mas o avô não conseguia parar de olhar pra aquela bunda redonda. Quase sem cobertura pelo vestido.
A vista do velho era muito exigente.
Tava ali vendo.
Lu parecia uma mulher e cheirava como mulher.
Despertando o desejo dele.
Com o cabelo comprido dela. Um vestido inteiro e curto. Azul com um zíper nas costas. E cintura fina que destacava ainda mais a bunda redonda e perfeita de garota.
O pobre velho suava de tesão e nervoso naquela cabine pequena.
Lu: — Vô, como cê tá do pé?
Avô: — Bem. Mas esse calor tá me matando.
Tô todo suado.
Lu: — É, mesmo entrando um vento. Dá pra sentir muito calor. Mas cê tá bem?
Avô: — Sim, pelo menos você pega o vento. Eu não.
Se tivesse sozinho, tava de cueca.
Lu: hahaha e então vô, por que não tira? A gente tá no meio do campo. Longe de tudo.
Avô: — Não, mocinha. Como vou fazer isso na sua frente?
Sei que a gente tá sozinho. Mas não seria certo. Lu: Vô, não seria certo te dar um golpe de cor.
Vamos, eu prometo não incomodar ele.
Com a ajuda da luz, o velho tirou a calça.
Escondendo a ereção incrível dele.
E tirou a camisa quando Lu se virou.
Voltando às posições.
Lu conseguiu sentir melhor o volume do velho.
E o velho sentiu mais a bunda dela sem a calça jeans.
Nenhum dos dois estava mais desconfortável.
Muito pelo contrário.
Ela disfarçava sentada em cima do volume dele. E quando o vestido subia, sentia melhor.
Mas o que ela mais gostava era sentir as mãos enormes do velho segurando a cintura dela.
Ela era pequenininha e novinha. E o avô dela era alto, grandão.
Com um corpo feito na base do trabalho.
Ela se perdia em cima daquele espécime de macho.
Quando parava pra ver o terreno, levantava o vestido pra sentir mais aquele volume.
O velho curtia a roçada daquela bunda parada.
A cueca do avô era de tecido fino e a braguilha, sem botão nem costura, não conseguiu evitar que a pica saísse pelo buraco.
Bem na hora que Lu estava sentando. Sentindo aquela porra de pau quase enfiar a calcinha dela no cu apertado.
O avô segurou ela pela cintura.
Avô: Desculpa, desculpa. Saiu sozinho.
Que vergonha.
Ela olhou surpresa praquela pica descomunal, que quase a empalou.
Avô: Não me olha assim. Juro que foi sem querer.
Desculpa.
Lu: Não se preocupa, vô.
Não vou pensar mal.
Só me assustei.
Não se preocupa, tá?
Vamos continuar com o trabalho.
Diante do olhar envergonhado e surpreso,
Ele se sentou de joelhos. E deslizou a bunda dela em direção à pica ereta do avô.
A pica dele ficou como um cachorro-quente entre as nádegas dela.
Os dois não diziam nada, só curtiam aquela roçada.
Mas o avô queria mais.
Avô: Desculpa pelo que vou dizer.
Mas a roçada do tecido tá machucando.
Não que eu esteja desconfortável, mas...
Sem pensar e deixando o velho sem palavras,
Ela puxou a calcinha pro lado.
E voltou à posição.
Entre os movimentos... do trator. Com as nádegas dela, ela tava fazendo uma punheta linda pro velho.
Nada mais importava naquele momento.
Ela tava com a pica do velho entre as nádegas, esfregando no cuzinho dela. Estimulando.
O velho segurava ela pela cintura com a saia levantada.
O velho não aguentou mais.
Com os braços fortes dele, levantou ela e com decisão.
Cuspiu na pica dele.
E com muita pontaria, encaixou a cabeçona no cuzinho do neto.
E foi descendo devagar.
Lu: não, vô, é muito grande...
Aiii, não, vô...
Ai... Não, aiii, aiii.
A cabeça do velho entrou enquanto ele chorava de dor.
Apertava a bunda pra que aquela pica não partisse ele ao meio.
Chorando, pedia por favor.
Mas o avô metia a pica devagar dentro dele.
Lu: vô, espera. Não vai entrar assim...
Tá doendo muito...
Chupo você se quiser, mas tira a pica do meu cu...
Vô, não seja mau. Deixa eu te comer.
Só até aí, eu prometo, não meto tudo.
Ela conseguiu escapar.
Mas o avô.
Colocou ela deitada no volante.
Com a força dele, era inútil querer resistir.
Ela sentiu como o avô a dominou.
A saliva quente dele escorria pela bunda dela, que ardia.
Ele respirou fundo. E ela sentiu de novo aquela dor aguda.
O cuzinho dela se abria. Na passagem da pica grossa e comprida do avô.
Como ele prometeu, só meteu quase meia pica.
A dor passou. E um prazer imenso tomou conta dele.
A pica pequena dele jorrou leite preso na calcinha fio dental.
A bunda dele abria e fechava. Aguentando a bela trepada do velho.
Ela, no meio do campo, se sentiu no céu.
O avô comia ela com habilidade.
Fazendo ela se sentir uma puta como nunca.
O velho tocava os peitinhos dela. E a bunda dela.
Ninguém fez ela se sentir tão bem na vida.
Quando o velho se satisfez, comendo aquele cuzinho lindo, começou a aumentar o ritmo.
Enchendo aquela bunda de porra quente e grossa.
Lu sentiu o avô enchendo o cu dela.
E como aquela pica tinha espasmos dentro dela.
O velho Exausto, ele se sentou na poltrona.
Enquanto Lu tirava a calcinha fio dental dele.
Ela se ajoelhou na frente do avô e chupou ele. Até ele ficar mole na boca dela.
E ouvindo o avô gemer de prazer.
Quando ficaram satisfeitos.
Voltaram pra tarefa deles.
Lu: — Vô. Quero te dizer que gostei do que rolou.
Espero que você não se arrependa.
Ou me expulse também.
Avô: — Não, mocinha. Eu também gostei.
Não me arrependo nada.
E não vou te expulsar do teu quarto. Porque a partir de hoje você vai dormir comigo todas as noites, se quiser.
Lu: — Sim, vô. Vou dormir com você. Nos dias que você quiser.
E foi assim que aconteceu.
Todas as noites ela era a putinha do avô.
Aproveitando a porra enorme dele que a deixava louca.
Toda noite, ela surpreendia o avô com conjuntinhos.
Muito gostosa.
A bunda dela era a diversão do amado avô dela.
O avô dela gostava de comer ela de todo jeito.
A sua menininha gostosa. De rabo perfeito. Que aguentava a pica enorme dele.
O velho. Curtia a foda. E ela, cada vez mais puta.
Chupando a pica dele. Passava horas.
Não ligavam pra nada, só curtiam.
Trabalhando no campo ou descansando.
Não faltava nada pra terminar na putaria sem limites.
Era só aquele love. Com uma mistura de tesão e incesto.
Quanto mais transavam, o sexo ficava cada vez mais quente e gostoso.
Lu:. Vovô, me fode forte. Teu pau entra muito bem dentro de mim.
Amo tua pica enorme.
Mmm sim. Mmm. Adoro todo teu amor.
Vovô:. Meu pau já entra bem.
Essa bunda linda já se moldou...
Você me faz muito feliz.
Desde que chegou. Você me faz muito feliz.
Mas agora te curto muito mais.
Claro, Lu. Ela nunca mais voltou pra casa dela.
Transa com o avô dela quando pode, mas agora nem tanto porque ela tá estudando.
Mas assim que chega o fim de semana,
sem pensar duas vezes, volta a aproveitar o velho dela.
O avô dela e o amor. Quem faz ela feliz.
Quem faz ela gozar.
Continua?
P.S.: Então, Lu. Aqui tá o seu relato.
Aproveita. E espero que tenha comentários bem quentes, do jeito que você gosta de ler.
Maury-só-eu.
Quero agradecer a todos meus leitores e os novos seguidores. Pela boa energia que vocês mandam toda vez que eu publico.
Sejam bem-vindos, tod@s.
Espero que gostem desse novo post.
Hoje vou contar a história de um amigo e seguidor dessa página.
Antes ele era o Luciano, mas agora o nome dele é Luci.
A gente virou amigo conversando pelo chat.
Mesmo sem saber, a gente era quase vizinho.
Então a confiança veio mais rápido.
E ele me contou a história dele e tudo que viveu.
Que não foi nada fácil pra ele.
Assim como pra tantos outros.
E ele pediu pra eu contar por ele.
Ele adorava como eu narrava minhas histórias.
E então, aqui estamos. Espero que você goste, Lu.
E todos os outros também.
Como toda garota transexual. Desde muito pequeno, ele era o Luciano.
O homem da família. O caçula de duas irmãs.
Mas por dentro, ele era uma menina.
Coisa que o pai dele não entendia. E até fazia ele sentir a rejeição.
Ele não entendia como o próprio pai não o amava nem o compreendia.
Virou um garoto solitário, triste e fechado.
E com a luta constante entre ser homem e não ser uma menina. Pra que o pai não o odiasse.
Somava-se a isso as tentativas do pai de transformá-lo em homem.
Pra piorar, Lu.
Ele se apaixonou por um garoto mais velho da escola.
Os dois descobriram o sexo. Escondido.
As primeiras brincadeiras, onde ele podia se sentir uma menina.
Onde ele podia ser como se sentia.
Mas o pai dele o pegou com aquele garoto.
O pai, furioso, bateu nele, deixou um olho roxo e o expulsou de casa.
Sem ter pra onde ir. Ele pegou um ônibus.
E foi pro sítio do avô materno.
Que perguntou o que tinha acontecido assim que ele chegou tarde, quase de noite.
Ele contou tudo pro avô.
Que o acolheu e deu comida.
Avô: — Bom, meu filho. Não se preocupe.
Agora a gente arruma o quarto e você pode ficar aqui.
Não fica triste. Essa é sua casa. Talvez amanhã tudo se resolva.
Lu: — Vô, obrigado e desculpa, não Tinha pra onde ir.
Te prometo que vou fazer de tudo pra não te envergonhar.
Amanhã vou cortar o cabelo e tentar não ser tão viado.
Avô: Não me dá vergonha, meu filho.
Na minha casa você não precisa ser algo que não é.
Se quer cortar o cabelo porque não gosta, tudo bem.
A partir de agora, essa é a sua casa.
Ninguém vai te dizer como se vestir ou como falar.
Contanto que não seja mal-educado.
Lu: Claro, vô.
Por ser assim, não vou te ajudar no campo.
Mas te prometo que não vou ser um peso.
Vou ajudar como puder. Por exemplo, em casa.
Sou bom nas tarefas domésticas.
Avô: Bom, isso é muito bom.
Mas fica tranquilo, amanhã a gente vê o que dá.
Assim os dias foram passando. A família dele não queria ele em casa.
A vida dele mudou da noite pro dia.
Ele tratava o avô muito bem e valorizava tudo que fazia em casa.
Enquanto o avô trabalhava no campo ou na oficina, onde fazia consertos e coisas pros cavalos.
O avô aceitava ele do jeito que era,
mas ele nunca se mostrava muito por respeito ao avô.
Porém, quando estava sozinho, sempre se vestia de mulher.
Antes do avô chegar, ele se trocava e tirava a maquiagem.
A roupa de mulher que lavava, deixava secar no lavador velho coberto.
No fim, o avô não ia pra lá e não se importava.
Os dias eram maravilhosos pra ele e pro avô,
com quem ele conversava e tomava mate.
Avô: E aí, meu filho, como tão os dias no campo?
Tá mais tranquilo? Precisa de alguma coisa?
Lu: Isso é maravilhoso, vô.
Nunca tive tanta paz.
Tem certeza que não te incomoda eu estar aqui?
Avô: Não, meu filho, de jeito nenhum.
A casa tá um brinco e você cozinha muito gostoso.
Além disso, é uma boa companhia.
Como eu disse, aqui não vem ninguém e é bem solitário.
Desde que sua avó, que Deus a tenha, não está mais.
Você mudou minha vida, meu filho.
Lu: É, disso eu percebi.
Mas eu lavo minha roupa e deixo no lavador, caso alguém apareça.
Avô: Sua roupa? Não... Entendo, meu filho.
Não dá pra usar o varal lá fora?
Lu: Dá sim, mas eu uso roupa feminina quando tô em casa.
Por respeito a você. Não uso quando você tá aqui.
Ou se vem alguém, deixo minha roupa perto pra trocar na hora.
Avô: Mas meu filho, aqui não vem ninguém.
Agora, nas áreas de trabalho, sim. Mas aqui não.
Mas se isso te incomoda e você não quer que te vejam assim...
Pra mim não tem problema.
Olha, vou te dar um conselho, você decide se aceita ou não.
Enquanto você não faltar com respeito com os outros,
não tem que dar satisfação de como se veste ou por quê.
Você tá aqui na sua casa nova, não pra se esconder.
Você faz mal pra alguém se vestindo de mulher?
Se não faz mal, não tem castigo. Entendeu?
Lu: Vô, tô muito surpreso.
Com sua idade e morando aqui, nunca pensei que você fosse falar assim comigo.
Com tanto preconceito que tem por aí...
Sei que não faço mal a ninguém sendo quem sou.
Em particular, gosto de me vestir de mulher. Não na rua.
Ainda não me sinto segura pra isso.
Mas em casa, enquanto faço minhas coisas, sim.
Avô: Bom, essa é sua casa.
Pode fazer o que quiser.
Nesta casa, o preconceito fica na porta.
Olha, meu filho, não gosto de maltrato.
Por isso você tá aqui. Além disso, você ajuda.
Você é afeminado e, por mais que tente, parece mulher.
A roupa não diz nada.
Lu: É, não consigo evitar que percebam, desculpa.
Avô: Você não consegue evitar algo que é natural em você.
Lu: Sei disso, vô, mas... sei lá.
Talvez te incomode.
Avô: Se me incomodasse, você não taria aqui, meu filho.
Primeiro você teria que se livrar dos seus preconceitos antes de cobrar isso dos outros.
Lu: É, você tem razão, vô.
Então não te incomoda se eu me vestir de mulher?
Avô: Não, meu filho. Desde que não seja de mau gosto, é sua casa.
Pra mim não tem problema.
Ele não podia acreditar nas liberdades que o avô dava.
Foi o pontapé inicial pra ele, aos poucos, se sentir seguro de si mesmo.
E poder ser cada dia mais uma menina naquela casa.
Ele parou. usar cuecas pra usar calcinhas e fio dental.
Um pouco de maquiagem. Mas tudo bem suave. Nada chamativo, não queria incomodar o vô.
Finalmente, ela se tornou ela mesma.
Se sentia incrível por se ver do jeito que queria.
E com isso ela começou a se soltar mais, do que quando tinha namorado. Tava convencida de que essa era a vida que queria.
A relação dela com o avô não tinha mudado.
Era tudo muito normal.
E com a chegada do calor, trocou as calças por umas saias que comprou na vila.
Ela e o avô estavam de boa vivendo assim.
Ele era o avô que trabalhava, e ela era a mulherzinha da casa.
Lavava, passava, cozinhava e deixava a casa um brinco.
Até o avô parou de chamar ela de "meu filho". Passou a chamar de "mocinha".
Lu: Vô, tava pensando em não estudar esse ano.
Meus pais me deixaram sozinha.
Acho que não vão falar nada se eu não for mais pra lá, ainda mais sendo uma menina agora.
Avô: Mas mocinha... como vai largar a escola?
Tem que terminar seus estudos.
Lu: Mas vô, aqui eu sou mais útil.
Não quero voltar pra minha casa pra estudar.
Posso estudar por conta e você me leva e me traz.
Faço tudo no mesmo dia.
Avô: Bom, mocinha. Tá certo, se der pra fazer assim e você fizer por mim, tá bom.
Aqui você é útil, mas o estudo é mais útil ainda.
Eu não vou viver pra sempre.
Lu: Não fala isso, vô.
Quero ajudar mais nas suas tarefas.
Quero que me ensine tudo que sabe pra ajudar melhor nas coisas do campo.
Avô: Mas mocinha, você tem medo de cavalo.
E tem que aprender tudo.
Mas pode começar cuidando dos bichos da fazenda.
Lu: Sim, essa é minha nova vida, quero aprender tudo.
Perder meus medos e ser mais útil.
E assim ela fez.
Cuidou dos animais, deixando o avô impressionado.
Mostrando que dava conta de tudo que o velho pedia.
O trabalho no campo é cansativo, mas ela fazia com alegria.
Uma tarde, o avô se acidentou. Ela cuidou dele.
Levou ele no médico,
onde colocaram um gesso no pé.
Bem na época de plantio, e sem ninguém pra substituir o velho.
Os dois não tinham outra opção a não ser usar o trator juntos.
Ela ajudou. a subir no avô dele.
E depois ele subiu. Não tinha outro jeito, os dois tinham que ficar ali. Pela complexidade daquela máquina..
Era desconfortável pros dois. Com a cabine pequena.
Lu ia cuidar dos pedais e do volante. Enquanto o avô dela. Cuidava dos controles.
E de ensinar ela a dirigir.
Lu em cima das pernas do avô. Dirigia. Com mais medo do que empolgação.
Mas não tinha outro jeito. Era um trampo que tinha que ser feito, custasse o que custasse.
O terreno irregular deixava tudo ainda mais desconfortável.
Às vezes ela sentia que tava quicando no volume do avô. Que cada vez ficava mais evidente. Ela pensou que o avô não era generoso só na vida, mas também entre as pernas.
Fazendo Lu curtir esses acidentes.
E sem perder de vista a responsabilidade dela.
O avô, por outro lado, esses roçares. Tavam deixando ele louco e com tesão ao mesmo tempo.
Os dois anos sem sexo nublavam a sanidade dele.
Esquecendo quem tava quicando no volume dele.
De vez em quando Lu se levantava pra ver se tinha algum obstáculo.
Deitada no volante pra enxergar direito.
Mas o avô não conseguia parar de olhar pra aquela bunda redonda. Quase sem cobertura pelo vestido.
A vista do velho era muito exigente.
Tava ali vendo.
Lu parecia uma mulher e cheirava como mulher.
Despertando o desejo dele.
Com o cabelo comprido dela. Um vestido inteiro e curto. Azul com um zíper nas costas. E cintura fina que destacava ainda mais a bunda redonda e perfeita de garota.
O pobre velho suava de tesão e nervoso naquela cabine pequena.
Lu: — Vô, como cê tá do pé?
Avô: — Bem. Mas esse calor tá me matando.
Tô todo suado.
Lu: — É, mesmo entrando um vento. Dá pra sentir muito calor. Mas cê tá bem?
Avô: — Sim, pelo menos você pega o vento. Eu não.
Se tivesse sozinho, tava de cueca.
Lu: hahaha e então vô, por que não tira? A gente tá no meio do campo. Longe de tudo.
Avô: — Não, mocinha. Como vou fazer isso na sua frente?
Sei que a gente tá sozinho. Mas não seria certo. Lu: Vô, não seria certo te dar um golpe de cor.
Vamos, eu prometo não incomodar ele.
Com a ajuda da luz, o velho tirou a calça.
Escondendo a ereção incrível dele.
E tirou a camisa quando Lu se virou.
Voltando às posições.
Lu conseguiu sentir melhor o volume do velho.
E o velho sentiu mais a bunda dela sem a calça jeans.
Nenhum dos dois estava mais desconfortável.
Muito pelo contrário.
Ela disfarçava sentada em cima do volume dele. E quando o vestido subia, sentia melhor.
Mas o que ela mais gostava era sentir as mãos enormes do velho segurando a cintura dela.
Ela era pequenininha e novinha. E o avô dela era alto, grandão.
Com um corpo feito na base do trabalho.
Ela se perdia em cima daquele espécime de macho.
Quando parava pra ver o terreno, levantava o vestido pra sentir mais aquele volume.
O velho curtia a roçada daquela bunda parada.
A cueca do avô era de tecido fino e a braguilha, sem botão nem costura, não conseguiu evitar que a pica saísse pelo buraco.
Bem na hora que Lu estava sentando. Sentindo aquela porra de pau quase enfiar a calcinha dela no cu apertado.
O avô segurou ela pela cintura.
Avô: Desculpa, desculpa. Saiu sozinho.
Que vergonha.
Ela olhou surpresa praquela pica descomunal, que quase a empalou.
Avô: Não me olha assim. Juro que foi sem querer.
Desculpa.
Lu: Não se preocupa, vô.
Não vou pensar mal.
Só me assustei.
Não se preocupa, tá?
Vamos continuar com o trabalho.
Diante do olhar envergonhado e surpreso,
Ele se sentou de joelhos. E deslizou a bunda dela em direção à pica ereta do avô.
A pica dele ficou como um cachorro-quente entre as nádegas dela.
Os dois não diziam nada, só curtiam aquela roçada.
Mas o avô queria mais.
Avô: Desculpa pelo que vou dizer.
Mas a roçada do tecido tá machucando.
Não que eu esteja desconfortável, mas...
Sem pensar e deixando o velho sem palavras,
Ela puxou a calcinha pro lado.
E voltou à posição.
Entre os movimentos... do trator. Com as nádegas dela, ela tava fazendo uma punheta linda pro velho.
Nada mais importava naquele momento.
Ela tava com a pica do velho entre as nádegas, esfregando no cuzinho dela. Estimulando.
O velho segurava ela pela cintura com a saia levantada.
O velho não aguentou mais.
Com os braços fortes dele, levantou ela e com decisão.
Cuspiu na pica dele.
E com muita pontaria, encaixou a cabeçona no cuzinho do neto.
E foi descendo devagar.
Lu: não, vô, é muito grande...
Aiii, não, vô...
Ai... Não, aiii, aiii.
A cabeça do velho entrou enquanto ele chorava de dor.
Apertava a bunda pra que aquela pica não partisse ele ao meio.
Chorando, pedia por favor.
Mas o avô metia a pica devagar dentro dele.
Lu: vô, espera. Não vai entrar assim...
Tá doendo muito...
Chupo você se quiser, mas tira a pica do meu cu...
Vô, não seja mau. Deixa eu te comer.
Só até aí, eu prometo, não meto tudo.
Ela conseguiu escapar.
Mas o avô.
Colocou ela deitada no volante.
Com a força dele, era inútil querer resistir.
Ela sentiu como o avô a dominou.
A saliva quente dele escorria pela bunda dela, que ardia.
Ele respirou fundo. E ela sentiu de novo aquela dor aguda.
O cuzinho dela se abria. Na passagem da pica grossa e comprida do avô.
Como ele prometeu, só meteu quase meia pica.
A dor passou. E um prazer imenso tomou conta dele.
A pica pequena dele jorrou leite preso na calcinha fio dental.
A bunda dele abria e fechava. Aguentando a bela trepada do velho.
Ela, no meio do campo, se sentiu no céu.
O avô comia ela com habilidade.
Fazendo ela se sentir uma puta como nunca.
O velho tocava os peitinhos dela. E a bunda dela.
Ninguém fez ela se sentir tão bem na vida.
Quando o velho se satisfez, comendo aquele cuzinho lindo, começou a aumentar o ritmo.
Enchendo aquela bunda de porra quente e grossa.
Lu sentiu o avô enchendo o cu dela.
E como aquela pica tinha espasmos dentro dela.
O velho Exausto, ele se sentou na poltrona.
Enquanto Lu tirava a calcinha fio dental dele.
Ela se ajoelhou na frente do avô e chupou ele. Até ele ficar mole na boca dela.
E ouvindo o avô gemer de prazer.
Quando ficaram satisfeitos.
Voltaram pra tarefa deles.
Lu: — Vô. Quero te dizer que gostei do que rolou.
Espero que você não se arrependa.
Ou me expulse também.
Avô: — Não, mocinha. Eu também gostei.
Não me arrependo nada.
E não vou te expulsar do teu quarto. Porque a partir de hoje você vai dormir comigo todas as noites, se quiser.
Lu: — Sim, vô. Vou dormir com você. Nos dias que você quiser.
E foi assim que aconteceu.
Todas as noites ela era a putinha do avô.
Aproveitando a porra enorme dele que a deixava louca.
Toda noite, ela surpreendia o avô com conjuntinhos. Muito gostosa.
A bunda dela era a diversão do amado avô dela.
O avô dela gostava de comer ela de todo jeito. A sua menininha gostosa. De rabo perfeito. Que aguentava a pica enorme dele.
O velho. Curtia a foda. E ela, cada vez mais puta.
Chupando a pica dele. Passava horas.
Não ligavam pra nada, só curtiam. Trabalhando no campo ou descansando.
Não faltava nada pra terminar na putaria sem limites.
Era só aquele love. Com uma mistura de tesão e incesto. Quanto mais transavam, o sexo ficava cada vez mais quente e gostoso.
Lu:. Vovô, me fode forte. Teu pau entra muito bem dentro de mim. Amo tua pica enorme.
Mmm sim. Mmm. Adoro todo teu amor.
Vovô:. Meu pau já entra bem.
Essa bunda linda já se moldou...
Você me faz muito feliz.
Desde que chegou. Você me faz muito feliz.
Mas agora te curto muito mais.
Claro, Lu. Ela nunca mais voltou pra casa dela. Transa com o avô dela quando pode, mas agora nem tanto porque ela tá estudando.
Mas assim que chega o fim de semana,
sem pensar duas vezes, volta a aproveitar o velho dela.
O avô dela e o amor. Quem faz ela feliz.
Quem faz ela gozar.
Continua?
P.S.: Então, Lu. Aqui tá o seu relato.
Aproveita. E espero que tenha comentários bem quentes, do jeito que você gosta de ler.
Maury-só-eu.
5 comentários - Lucí e sua história incestuosa. Travesti gostosa.