AQUI A CONTINUAÇÃO
valeu pelos pontos e pelos comentáriosQuando ela saiu do banheiro, eu entrei. Sabia que algo estranho tinha acontecido, sentia isso. O gosto na boca dela era muito esquisito, e nem vou falar da aparência dela. O vestido manchado e todo desajeitado me chamou muito a atenção. A roupa dela estava no bidê e, quando examinei, percebi na hora que era um grande cuck. A calcinha dela estava toda manchada, o vestido também tinha as mesmas marcas. Isso me fez duvidar se aquilo era realmente sujeira de uma gozada tão grande que, pela quantidade, parecia ser de um cavalo, no mínimo. Saí do banheiro com mais dúvidas do que certezas. No jantar, Laura me contou que o mecânico tinha mostrado o serviço que precisava fazer no carro.
Laura, sim, amor. O trampo tem que ser feito, mas é você quem tem que confirmar, meu céu. Com o décimo terceiro a gente pode pagar, amor. Você não pode ficar sem carro, céu.
Sim, mas falta muito pro décimo terceiro, então vai indo devagar. Na próxima vez que for, toma cuidado, viu como ficou o vestido? Uma merda.
Laura já está no céu, igualzinho a mim.
Naquela noite, eu queria transar, mas claro que ela recusou. Não sei por quê, mas eu tava muito tarado. A ideia de que a Laura tinha dado pro mecânico não me deixava dormir, e eu tive que bater uma boa punheta, imaginando como o Jorge, o mecânico, tinha comido ela entre os carros na oficina. Gozei pra caralho, na minha mão. Ficava louco só de pensar nisso. Mesmo assim, custei a pegar no sono. Embora não tivesse grandes provas de que eu era corno, a ideia me excitava pra caralho. Eu via a Laura e imaginava aqueles peitões enormes em outras mãos, aquela boca chupando outra pica do jeito que só ela sabia fazer, e ficava me perguntando se ela deixava gozar dentro. Esperava que não deixasse, já que ela não se cuidava. Só de pensar nisso, eu já tava duro. Será que eu gostava de ser corno? Não sei se gostava, mas com certeza me excitava, e muito. Depois, pensava que a Laura não era assim, que era incapaz de me trair. Naquela tarde, chegando em casa, imaginei vê-la de novo como no dia anterior, mas não foi assim. Ela não tinha ido à oficina porque tava muito cansada da limpeza e, além disso, tinha ficado menstruada. Então, tive que me contentar com outra boa punheta, sempre pensando em como o Jorge comia ela entre os carros. Já tava começando a gostar da ideia de ser corno, ou pelo menos me excitava pra caralho. Na manhã de quarta-feira, ela me prometeu que iria falar com o Jorge pra resolver tudo do carro. Fiquei o dia todo com a ideia de que ela ia dar pro mecânico de novo, e não via a hora de voltar pra casa pra confirmar. Laura foi pra oficina ao meio-dia, com uma blusa solta e umas leggings pretas. Dessa vez, a persiana tava levantada. Ela entrou decidida a conseguir um bom desconto no conserto e um bom parcelamento, e assim encarou o burro.
Laura, a gente precisa conversar.
Burro claro, senhora. Passe no escritório, por favor.
Laura, olha, não estamos em condições de arrumar tudo no carro. Quero que você me passe um orçamento só pra deixar o carro rodando.
O burro viu que tinha minha mulher aos seus pés. Ele ficou se lambendo só de pensar em arrebentar a buceta dela de novo, mas dessa vez do jeito que ele queria.
Burro... bom, senhora, olha, eu sei que o orçamento não é barato pra tudo, mas não te convém deixar de fazer as outras coisas e só fazer o arranque. Dava pra fazer um desconto pelo trabalho todo.
Laura, por mais desconto que me dê, não daria pra bancar agora e, na real, eu preciso do carro agora.
O burro se aproximou, visivelmente muito tarado, sabia que já tinha ela na mão e naquele momento só pensava numa coisa: arrebentar a buceta da minha patroa. Pegou ela por trás e disse
Burro bom, isso a gente pode resolver se quiser.
Laura, o que aconteceu no outro dia não vai se repetir, não se iluda.
Burro bom, eu tinha uma proposta pra fazer que ia baixar o preço pra caralho.
Laura, sou todo ouvidos.
Burro (já acariciando mais forte a minha patroa) que tal se o trabalho tu me pagar em parcelas e eu só cobrar os materiais em troca de uns favores?
Laura se sentiu vencedora, deixou o burro tocar suas tetas e sua bunda sem se opor a nada.
Burro, o que você acha da ideia?
Laura, ah, já sei o que meu marido vai dizer. Outro dia ele quase descobriu o que rolou.
Burro e por que a senhora tem que ficar sabendo, senhoraaaa
O burro já tava abraçado com ela, uma mão nos peitos dela e a outra percorrendo a bunda dela por dentro da legging, que tava sem calcinha. A Laura só gemeu e deixou o burro fazer o que queria, ele comeu a boca dela. Ela se ajoelhou, baixou a calça dele e começou um boquete com um tesão do caralho, se sentindo a vencedora. O que minha mulher não sabia é que tava se transformando na puta da oficina. O burro levou ela pro colchão que tava jogado no chão, tirou a roupa dela, subiu em cima e meteu sem piedade enquanto a Laurita gemia sem parar. Não era à toa que chamavam ele de burro, tava comendo ela gostoso. Ela pediu de novo pra ele não gozar dentro, e claro, o burro encheu ela de porra aos berros, feito um verdadeiro campeão.
Laura, tu é um idiota, posso ficar grávida.
Burro, adoraria que o corno criasse um filho que não é dele. Agora vira e fica de quatro, que isso não acabou.
Foi obrigada a satisfazer ele e assim ficou, mas quando o burro molhou a bunda dela, implorou pra não ser por ali.
Laura, não, por favor, qualquer coisa menos o cu. Doeu pra caramba no outro dia, por favor, pelo cu não. Não tem pena, seu burro, tua pica é grande demais.
Burrão, vou ser bem suave, já já tu vai gostar, viu.
Não teve pena, dilatou um pouco e meteu até o fundo. A Laurita não aguentou, se agarrou como pôde no colchão, deu um grito bem forte e depois aguentou a cavalgada do burro.
O burro te come, sua puta, tô te arrombando o cu como você merece, puta. Hoje você vai ficar manca, o conserto vai sair caríssimo, puta. E a do seu marido, aquele corno manso, você não vai mais sentir. Adoro te arrebentar o rabo, puta, e você vai dar pra quem eu quiser. Agora você é minha puta até terminar de me pagar tudo.
quando finalmente encho a bunda dela de leite, ele a soltou, deixando-a cair no colchão e, enquanto a Laura tentava se levantar, ele disse
Burro, fica quieta que ainda não terminei com você.
laura sabia que o tiro tinha saído pela culatra e se queria que a entrega dela valesse alguma coisa, tinha que continuar assim, aguentando ser comida por quem o burro quisesse. foi assim de novo: sergio e depois cláudio, os dois meteram no cu dela, curtindo cada gemido de prazer e de dor. assim ela soube que podia ir embora e, ao sair, falou pro burro.
Laura, esta sexta-feira quero isso pronto e disso nem uma palavra pra ninguém.
burro, tá bem, mas você vem buscar ele
Laura, nãooo, meu marido vai vir e no sábado eu venho pagar a segunda parcela.
burro, mas não falei quantas parcelas são, senhora. E eu coloco os dias que ela vai vir pagar.
Laura, me diz quantas vezes você quer me foder assim a gente fecha tudo de uma vez.
burro com dez vezes mais, estamos feitos
Laura olhou pra ele resignada, vestiu a blusa e tentou limpar a buceta e as pernas, coisa que não conseguiu, e saiu da oficina andando como dava, por conta da foda que levou. Tinham arrebentado o cu dela à vontade e ela sabia, mas no fim das contas tinha conseguido o que queria.
valeu pelos pontos e pelos comentáriosQuando ela saiu do banheiro, eu entrei. Sabia que algo estranho tinha acontecido, sentia isso. O gosto na boca dela era muito esquisito, e nem vou falar da aparência dela. O vestido manchado e todo desajeitado me chamou muito a atenção. A roupa dela estava no bidê e, quando examinei, percebi na hora que era um grande cuck. A calcinha dela estava toda manchada, o vestido também tinha as mesmas marcas. Isso me fez duvidar se aquilo era realmente sujeira de uma gozada tão grande que, pela quantidade, parecia ser de um cavalo, no mínimo. Saí do banheiro com mais dúvidas do que certezas. No jantar, Laura me contou que o mecânico tinha mostrado o serviço que precisava fazer no carro.
Laura, sim, amor. O trampo tem que ser feito, mas é você quem tem que confirmar, meu céu. Com o décimo terceiro a gente pode pagar, amor. Você não pode ficar sem carro, céu.
Sim, mas falta muito pro décimo terceiro, então vai indo devagar. Na próxima vez que for, toma cuidado, viu como ficou o vestido? Uma merda.
Laura já está no céu, igualzinho a mim.
Naquela noite, eu queria transar, mas claro que ela recusou. Não sei por quê, mas eu tava muito tarado. A ideia de que a Laura tinha dado pro mecânico não me deixava dormir, e eu tive que bater uma boa punheta, imaginando como o Jorge, o mecânico, tinha comido ela entre os carros na oficina. Gozei pra caralho, na minha mão. Ficava louco só de pensar nisso. Mesmo assim, custei a pegar no sono. Embora não tivesse grandes provas de que eu era corno, a ideia me excitava pra caralho. Eu via a Laura e imaginava aqueles peitões enormes em outras mãos, aquela boca chupando outra pica do jeito que só ela sabia fazer, e ficava me perguntando se ela deixava gozar dentro. Esperava que não deixasse, já que ela não se cuidava. Só de pensar nisso, eu já tava duro. Será que eu gostava de ser corno? Não sei se gostava, mas com certeza me excitava, e muito. Depois, pensava que a Laura não era assim, que era incapaz de me trair. Naquela tarde, chegando em casa, imaginei vê-la de novo como no dia anterior, mas não foi assim. Ela não tinha ido à oficina porque tava muito cansada da limpeza e, além disso, tinha ficado menstruada. Então, tive que me contentar com outra boa punheta, sempre pensando em como o Jorge comia ela entre os carros. Já tava começando a gostar da ideia de ser corno, ou pelo menos me excitava pra caralho. Na manhã de quarta-feira, ela me prometeu que iria falar com o Jorge pra resolver tudo do carro. Fiquei o dia todo com a ideia de que ela ia dar pro mecânico de novo, e não via a hora de voltar pra casa pra confirmar. Laura foi pra oficina ao meio-dia, com uma blusa solta e umas leggings pretas. Dessa vez, a persiana tava levantada. Ela entrou decidida a conseguir um bom desconto no conserto e um bom parcelamento, e assim encarou o burro.
Laura, a gente precisa conversar.
Burro claro, senhora. Passe no escritório, por favor.
Laura, olha, não estamos em condições de arrumar tudo no carro. Quero que você me passe um orçamento só pra deixar o carro rodando.
O burro viu que tinha minha mulher aos seus pés. Ele ficou se lambendo só de pensar em arrebentar a buceta dela de novo, mas dessa vez do jeito que ele queria.
Burro... bom, senhora, olha, eu sei que o orçamento não é barato pra tudo, mas não te convém deixar de fazer as outras coisas e só fazer o arranque. Dava pra fazer um desconto pelo trabalho todo.
Laura, por mais desconto que me dê, não daria pra bancar agora e, na real, eu preciso do carro agora.
O burro se aproximou, visivelmente muito tarado, sabia que já tinha ela na mão e naquele momento só pensava numa coisa: arrebentar a buceta da minha patroa. Pegou ela por trás e disse
Burro bom, isso a gente pode resolver se quiser.
Laura, o que aconteceu no outro dia não vai se repetir, não se iluda.
Burro bom, eu tinha uma proposta pra fazer que ia baixar o preço pra caralho.
Laura, sou todo ouvidos.
Burro (já acariciando mais forte a minha patroa) que tal se o trabalho tu me pagar em parcelas e eu só cobrar os materiais em troca de uns favores?
Laura se sentiu vencedora, deixou o burro tocar suas tetas e sua bunda sem se opor a nada.
Burro, o que você acha da ideia?
Laura, ah, já sei o que meu marido vai dizer. Outro dia ele quase descobriu o que rolou.
Burro e por que a senhora tem que ficar sabendo, senhoraaaa
O burro já tava abraçado com ela, uma mão nos peitos dela e a outra percorrendo a bunda dela por dentro da legging, que tava sem calcinha. A Laura só gemeu e deixou o burro fazer o que queria, ele comeu a boca dela. Ela se ajoelhou, baixou a calça dele e começou um boquete com um tesão do caralho, se sentindo a vencedora. O que minha mulher não sabia é que tava se transformando na puta da oficina. O burro levou ela pro colchão que tava jogado no chão, tirou a roupa dela, subiu em cima e meteu sem piedade enquanto a Laurita gemia sem parar. Não era à toa que chamavam ele de burro, tava comendo ela gostoso. Ela pediu de novo pra ele não gozar dentro, e claro, o burro encheu ela de porra aos berros, feito um verdadeiro campeão.
Laura, tu é um idiota, posso ficar grávida.
Burro, adoraria que o corno criasse um filho que não é dele. Agora vira e fica de quatro, que isso não acabou.
Foi obrigada a satisfazer ele e assim ficou, mas quando o burro molhou a bunda dela, implorou pra não ser por ali.
Laura, não, por favor, qualquer coisa menos o cu. Doeu pra caramba no outro dia, por favor, pelo cu não. Não tem pena, seu burro, tua pica é grande demais.
Burrão, vou ser bem suave, já já tu vai gostar, viu.
Não teve pena, dilatou um pouco e meteu até o fundo. A Laurita não aguentou, se agarrou como pôde no colchão, deu um grito bem forte e depois aguentou a cavalgada do burro.
O burro te come, sua puta, tô te arrombando o cu como você merece, puta. Hoje você vai ficar manca, o conserto vai sair caríssimo, puta. E a do seu marido, aquele corno manso, você não vai mais sentir. Adoro te arrebentar o rabo, puta, e você vai dar pra quem eu quiser. Agora você é minha puta até terminar de me pagar tudo.
quando finalmente encho a bunda dela de leite, ele a soltou, deixando-a cair no colchão e, enquanto a Laura tentava se levantar, ele disse
Burro, fica quieta que ainda não terminei com você.
laura sabia que o tiro tinha saído pela culatra e se queria que a entrega dela valesse alguma coisa, tinha que continuar assim, aguentando ser comida por quem o burro quisesse. foi assim de novo: sergio e depois cláudio, os dois meteram no cu dela, curtindo cada gemido de prazer e de dor. assim ela soube que podia ir embora e, ao sair, falou pro burro.
Laura, esta sexta-feira quero isso pronto e disso nem uma palavra pra ninguém.
burro, tá bem, mas você vem buscar ele
Laura, nãooo, meu marido vai vir e no sábado eu venho pagar a segunda parcela.
burro, mas não falei quantas parcelas são, senhora. E eu coloco os dias que ela vai vir pagar.
Laura, me diz quantas vezes você quer me foder assim a gente fecha tudo de uma vez.
burro com dez vezes mais, estamos feitos
Laura olhou pra ele resignada, vestiu a blusa e tentou limpar a buceta e as pernas, coisa que não conseguiu, e saiu da oficina andando como dava, por conta da foda que levou. Tinham arrebentado o cu dela à vontade e ela sabia, mas no fim das contas tinha conseguido o que queria.
3 comentários - Oficina, carro e chifrada 2