Antes de mergulhar de cabeça na 2ª sessão da Majo, vamos explorar o passado mais sombrio do Gabriel e como um simples filme de baixo orçamento pode mudar a vida de dois irmãos.
Este capítulo tem bastante do formato fotonovela e as fotos que o Gabriel tira são mostradas de forma intercalada, além de uma ou outra surpresa ocasional.
A musa dessa história é a ucraniana.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução., trabalho para diversas empresas como Met-Art, Teen Funs, 18 Only Girls ou Fleexy Teens, sob os pseudônimos deDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isabella ADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.GraceDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.… nasceu em 1988, tem 1,65 m de altura e 87, 64, 90 de medidas.
O incidente com a Kids
Os minutos passavam e a gente ia ficando impaciente. Já estávamos perto dos 40 minutos e parecia que ia demorar mais um pouco. Majo se distraiu com o celular, mesmo eu tendo avisado pra não deixar a bateria acabar.
- Preciso atender meus inscritos. – Ela respondeu, me deixando satisfeito. Tirei fotos com vários pijamas diferentes e vou postando aos poucos. Pena que joguei fora tantos dos antigos que eu tinha.
Eu lembrava muito bem de alguns daqueles pijamas, tipo aquele que ela usou quando a gente viu a tal do filme chamado Kids. Os acontecimentos daquele dia estão gravados na minha memória como se tivessem sido um trauma.
Quando a gente pensa em filmes que mudam vidas, geralmente não pensa em Kids. A grande maioria vai escolher algum dos clássicos.Guerra nas Estrelascomo o filme que mudou a vida dela (ainda mais se viram no cinema), outros mais novos aGuerra Infinitae a culminação do universo cinematográfico mais bem-sucedido, os fãs de ação talvez optariam porArma MortalDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Exterminador 2oRobocop… muitos se tornaram fãs de dinossauros por causa do sucessoJurassic Parko do boxe pela icônicaRocky, o terror e a ficção científica nunca mais seriam os mesmos depois deAlien, o Oitavo Passageiroe o gênero slasher de assassinos em série teria sua obra-prima emDia das Bruxas, aqueles amantes do cinema mais sofisticado concordam que o melhor filme de todos os tempos éCidadão Ken... o que quero dizer é que ninguém diria que Kids, um drama sobre adolescentes marginalizados de 1995, é o filme que mudou a vida de alguém, exceto eu.
Foi num verão quente que a gente viu, igual ao verão em que o filme se passava. Na verdade, copiamos dele a ideia de refrescar os corpos suados com água fria num borrifador que às vezes deixávamos na geladeira.
Uma jovem Majo, ainda mais nova do que a de hoje, assistia ao filme no sofá da sala num domingo de manhã, de pijama e com um copo de achocolatado na mão. Como era domingo de manhã, quando sabíamos que a mãe não estaria e só voltaria no fim da tarde.
Eu tinha acabado de terminar uma lata de cerveja. A mãe desaprovava, mas como eu bebia raramente e já não era mais um moleque, ela não me enchia mais o saco por causa disso.
Percebi que ela ficou inquieta ao ver o Telly, o protagonista (uma espécie de McLovin criado na rua, na pobreza e baseado em drogas), dar o beijo mais nojento e demorado que já vi no cinema numa garota um pouco mais nova que ele. A língua dele entrava na boca dela, e eles estavam suados, grudados um no outro. Senti pelos movimentos que minha irmã fazia com as pernas que ela estava desconfortável. Elas mexiam juntas de um lado pro outro, como velas de um barco.
— Esse filme não é infantil, apesar do nome. — Ela percebeu na hora.
— Mamãe não vai gostar disso. — Comentei. — Por sorte ela não está aqui.
Desde o primeiro segundo a gente se sentiu desconfortável, porque o filme começa com o adolescente tentando convencer na cama uma jovem angelical a deixar ele tirar a virgindade dela, entre um beijo e outro, depois de amolecê-la com palavras doces e promessas vazias que cheiram a mentira de longe, ele consegue…
O filme era super realista no jeito de filmar, nada bonito, com pessoas e diálogos muito reais. Mostrando os rostos suados e desfigurados (no caso da garota, de dor) enquanto ele metia nela por cima.
- Majo, esse filme não é pra você. – Tentei botar um pouco de ordem. – Não pensei que ia ter sexo logo nos primeiros minutos, se não quiser, não olha.
- Não enche o saco, não fica igual a mamãe. – Como qualquer adolescente da idade dela, não perdia a chance de ver algo proibido. Não era mais uma criancinha nem uma mocinha, embora o documento não definisse seu estado, ela tava dando aquele salto de um limite pro outro, crescendo por todos os lados e em todas as direções, deixando pra trás uma casca que ainda tinha uns resquícios, como curvas se formando, um rostinho de bonecão e uma mente inocente faminta por informação.
- Tá bom, mas não fala nada. – Aceitei na hora, levando meu indicador aos lábios pra mandar ela manter segredo. Majo sorriu triunfante, sem disfarçar.
Majo deu um gole no achocolatado e sorriu.
Telly, apesar de prometer love e que se importava, mal saiu do quarto com a missão de desvirgar ela cumprida, nosso protagonista encontra o amigo dele chamado Casper e conta que o próximo golpe era a irmã mais nova e virgem de um conhecido chamado Darcy. Telly ainda passa os dedos no nariz do amigo pra ele cheirar a buceta que acabou de comer sem nenhum respeito pela última parceira, descartando ela como um papel amassado.
- Que nojo, odeio aquele cara. – Falei super enojada. Eu entendia ela, o filme deixava claro que não era um protagonista com quem a gente ia simpatizar, ainda mais quando ele não parava de falar em desvirgar virgens e largar elas como se tivesse virado viciado nisso.
- Definitivamente esse filme não é pra você, irmãzinha.
- Quê? Você gosta dele?
- Não é por isso. É um filme que mostra a realidade batendo, não tem personagens ruins ou bons, e sim reais.
- Pra mim todos são ruins.
O filme inteiro girou em torno das aventuras desses adolescentes, Telly e Casper roubando, bebendo, se drogando (compraram maconha noCentral Park), espancando com sua gangue até deixar um negro moribundo e participando de uma festa noturna descontrolada onde Telly convidaria sua nova vítima para tomar uma segunda virgindade no mesmo dia, como desejava. Eles vivem numa promiscuidade causada por um abandono indescritível.
Enquanto esses jovens causam estragos em cada cenário da cidade por onde andam, uma ex-namoradinha de Telly o procura por toda a cidade porque seus exames recentes deram positivo para HIV, sem conseguir impedir que, no final do filme, ele alcance seu objetivo de desvirginar uma garota chamada Darcy, contaminando-a no processo.
Era um filme pesado pra mim, pra ela e pra qualquer um, que me fazia parar a todo momento com suas perguntas e eu, como bom irmão, respondia. Foi uma faca de dois gumes: mudou minha irmã, a conscientizou sobre drogas e doenças, mas também mostrou a ela um mundo diferente de prazer e descobertas que ela desconhecia.
— O que é desvirginar? — Ela me perguntou quase no começo. — Esse cara é doido com isso...
— É quando alguém transa com uma mulher que nunca transou antes. — Respondi. — O hímen, aquela pelinha na entrada da buceta, se rompe e significa que você não é mais virgem. Pra ele é prazeroso, pra ela nem tanto.
— Ai, que dor! Por que ele é tão mau? — Ela se horrorizou, abraçando os joelhos colados com os braços, quase derrubando cum do copo.
— É algo natural que acontece na primeira vez, ele não liga pra dor da garota porque é egoísta e uma pessoa ruim. — Respondi, e naquele exato momento ele ajudava o amigo Casper a roubar uma garrafa de bebida de uma loja.
— Por que aquela garota transou com ele se é tão ruim? — Ela perguntou com uma inocência que eu não soube proteger.
— Porque as garotas adoram os caras maus, ou porque ela é muito nova e acreditou em tudo que ele disse. Ele fez o que a maioria faz: mentiu pra ela pra acabar na cama. Coitadinha.
Numa cena dupla, os dois jovens têm um encontro com uns drogados num apartamento nos subúrbios, onde se drogavam com hélio ou algum gás de um balão (não sou especialista nisso) e, ao mesmo tempo, a jovem, ainda sem saber que tinha sido infectada, batia um papo com as amigas sobre homens e sexo, especialmente sobre as primeiras experiências sexuais delas: uma fez no banco de trás de um carro, outra no mato durante um acampamento. Essa conversa desencadeou uma pergunta atrás da outra da minha irmã.
Os caras na outra reunião, entre um baseado e outro, e até na presença de crianças, tinham a mesma conversa sobre sexo oral, mas de um jeito tão machista que dava medo. O filme fazia muito bem em retratar as sexualidades de acordo com os gêneros, com todos os preconceitos, desinformação e descuidos típicos da idade e daquele grupo social marginal. As doenças não foram abordadas por nenhum dos grupos.
— Por que todas falam que é a melhor coisa do mundo se dói tanto e os homens são tão ruins? — Ela me abordou depois de alguns segundos, como se tivesse precisado criar coragem.
— Ah... os mistérios da vida. Quase ninguém tem uma primeira vez legal, mas de qualquer forma, a gente sempre continua transando, sei lá, é algo natural, algumas acabam gostando mais do que outras. Depende também de com quem você faz. E nem todos são ruins, tem homem bom assim como tem mulher ruim.
— Algumas se divertem? — Perguntou sem tirar os olhos do filme, nem quando bebia o achocolatado, fazendo a barba ficar toda suja.
— Algumas sim, senão procuram outro, se você gosta de uma pessoa, aprende ou ensina no processo, é difícil de explicar também, é mais como se você conhecesse alguém e se rolar, rola. Você nunca vai saber de antemão se ele é bom de cama ou não. Vale pra homens e mulheres também.
Majo ficou super satisfeita com a minha resposta.
Os comentários do filme eram como uma charla de educação sexual reprovada por um ministério da educação. Falaram sobre a duração do sexo, histórias sobre as preliminares, e até do gosto do sêmen e de quem do grupo teve coragem de engolir. Naquele momento, percebi que ver algo assim com minha irmã tinha sido um erro. Mais do que colocar ela pra dirigir um carro sem saber dirigir, foi como colocá-la como responsável por uma missão lunar.
- Pera… O sêmen não era a porra com bebês?
Eu ri pra caralho, sem intenção de humilhar ela, mas enternecido pela ideia que ela tinha do sêmen. Me lembrou aquelas representações antigas dos espermatozoides, que pareciam naves carregando bebês lá dentro.
- Com bebês não, com espermatozoides, essa célula, ao chegar no óvulo em grandes quantidades, dissolve os ácidos dessa célula muito maior e, se um conseguir entrar, vira bebê. – Expliquei. – Você não leu o livro de biologia que te dei?
- Não fala qual é o gosto nem tem desenhos claros. Nem fotos.Então é por isso que me pede livros de biologia? Pra esses dados específicos?Pensei com um sorriso perverso.
Bem na hora uma confessa que:É doce e amargo, tipo manteiga salgada, é desagradável...e outra adicionaVocê bebe e bebe e não consegue tirar o gosto da boca, com os espermas entalados entre os dentes. Que nojo. Tem que sentar e comer uma refeição completa.— E ele engoliu mesmo? Credo, isso não tava nos ovos de alguém? — Por outro lado, as reações tão sinceras dela eram muito engraçadas, ela torcia tanto o nariz de nojo que parecia ter batido de cara num muro. — Por que tudo que é nojento a gente tem que fazer?
— Os homens também lambem bucetas, e na maioria das vezes a gente gosta, é uma coisa mútua.
— Você lambeu a Brenda? — Perguntou na hora.
Brenda… uma das tantas namoradinhas que tive. Conheci ela quando terminei o ensino médio e durou pouco menos de dois anos. Cansada das hostilidades da minha mãe e da minha irmã ciumenta (que nem cumprimentava ela e tava possessa que nem uma puta numa caixa com cachorros), foram minando o relacionamento até que ela foi morar em Córdoba e terminamos numa boa.
— Claro, sou muito considerado, diferente daquele magrelo. — Respondi olhando de lado pra ela, surpreso com o quanto ela era ousada. Só comigo ela era tão solta assim.
— Ela te chupou então?
— Sexo não é troca, Majito… aliás, de onde tantas perguntas?ele— A repreendi, meio cansado de ela não me deixar ver o filme em paz. — Essas são perguntas muito íntimas, *sweet girl* safada.
— Você é o único que posso perguntar. — Respondeu, acertando em cheio meu coração com a sinceridade brutal dela.
— A gente fez sexo oral e penetração com camisinha umas três ou quatro vezes, não lembro direito. Sempre com proteção, anota isso na sua cabecinha louca.
— Imaginei, vi vocês se beijando com a língua de fora, igual aqueles dois negões. — De fato, enquanto Tully e Casper viajavam no metrô, um casal afro-americano se beijava sem vergonha na frente deles.
— Não tem nada a ver, e já te falei um milhão de vezes pra não ficar de xereta, fofoqueira. — Desafiei sem nenhuma credibilidade, empurrando ela pro outro lado do sofá.
— Só queria ver vocês e aprender. Onde mais se aprende a beijar? Não é como se me deixassem ver filmes ou novelas assim, muito menos sair pra matinê. — Refletiu com uma lógica que não consegui rebater.
Foi aí que eu disse as palavras mais erradas da minha vida, a substância X que, somada àquele maldito filme e à atitude de lolita involuntária da minha irmã, criou o desastre. Palavras que soltariam um feitiço que até hoje, às vezes, me atormenta, como uma invocação demoníaca.
— Quando você quiser, *fuck you* aulas às terças, mas por ser você, seria de graça. — Me desvirtuei como nunca, só pra irritar ela. Meu tom de brincadeira foi claro, mas a reação da Majo não foi de escândalo.
— Gabo, sou sua irmã, a mamãe disse que isso é errado, em Levítico 18:6-18 e Levítico 20:11-12, 14, 17 e 20 a Bíblia diz que…
— Posso mudar minha aula pros domingos, neste domingo mesmo. Última oferta. — Manipulei sem saber que estava indo longe demais.
Majo fez uma careta de irritação e continuamos vendo o filme por uns minutos. Por um momento, achei que minha piada tinha acabado, que seria mais uma das vezes que eu me desvirtuava no passado, até que Maria José pausou o filme.
— Tá bom. Disse e jurou que eu não sabia do que tava falando até que largou o copo vazio de chocolate e cruzou uma perna por cima do meu corpo, sentando no meu colo, tampando a luz da TV com a silhueta dela... os cabelos castanhos caíam dos lados do rosto como cortinas enquanto ela me encarava.
— Vai ser nosso segredo, tá? — Concordei, percebendo que ela tinha bigodinho de chocolate por causa da porra e nem tinha notado. Majo assentiu e, jogando o cabelo pra trás, eu envolvi os lábios dela com os meus, sentindo aquele gostinho delicioso de chocolate.
O som dos beijos me relaxou. Por um momento, enquanto sentia o sabor da boca dela, pensei que não tinha nada de errado em encontrar afeto em lugares inesperados, como no irmão mais velho dela. Pelo menos eu não ia quebrar o coração dela nem machucá-la. Qualquer outro diria que não era assim, que era errado, que a Majo podia entender no futuro, mas não a conheciam, não sabiam que ela não era igual às outras.
Nos separamos depois de alguns minutos e nos olhamos. Só queria que ela não notasse que, por baixo da minha calça, a ereção mais desconfortável da minha vida não parava de crescer.
— Me promete que não vai me odiar por isso, que tô fazendo só de brincadeira, uma molecagem nossa. É só falar não que eu paro.
— A gente pode continuar? Me beija igual no filme, igual você beijava a Brenda.
— Tá bom, então quando nossos lábios se encaixarem, vira um pouco o rosto e abre a boquinha...
Majo, obediente, quando encaixou os lábios nos meus, seguiu minha instrução e eu meti minha língua, minha língua grandona na boca dela toda, enchendo ela. O chocolate que ela tinha bebido deixou o gosto da saliva dela doce e encorpada. Enquanto eu não parava de remexer na boca dela com a língua, sentia os braços dela se enrolando no meu pescoço.
Com o passar dos minutos, minha irmã se soltou, virou o rosto de um lado pro outro, abrindo a boca, e foi ela que começou a me explorar com a língua inexperiente, se entrelaçando na minha e se revirando dentro de mim. boca. Não sei quanto tempo ficamos naquele primeiro beijo incestuoso, só sei que em algum momento minhas mãos apoiaram na bunda dela por cima do pijama e, quando terminamos, Majo lambeu os lábios num gesto felino.
- Não tem gosto ruim apesar de você ser meu irmão. Tem gosto de cerveja, isso sim. – Ela observou com o rosto neutro, sem saber se aquilo agradou ou desagradou.
- E você tem gosto de porra.nesquikAdorei seu gostinho.
Quando terminou, ainda em cima de mim, olhou pra cima como se tivesse ouvindo passos no teto de um filme de terror.
— O que foi? Tá ouvindo alguma coisa?
— Deus não faz nada. Pensei que se isso fosse tão errado, Ele faria alguma coisa…
— Não seja boba, não funciona assim, Ele tem coisas melhores pra fazer do que descer pra castigar um beijo… mesmo que seja entre irmãos. Pelo menos eu espero.
Minha irmã, nisso, percebeu que eu tava sentado em cima de um volume duro e olhou pra baixo, pulando pro lado do sofá quando percebeu que era meu pau. Minha calça já não conseguia esconder minha ereção nem um pouco.
— Melhor continuarmos vendo o filme, quero ver se aquele filho da puta vai ter o que merece.
— É, melhor. — Ela concordou, toda corada, ainda se lambendo e envergonhada naquele distante domingo de verão…
Nisso, as luzes do elevador acenderam de novo (só as de emergência estavam acesas) junto com a luz típica do painel de botões. Assim que a eletricidade voltou, juntamos as coisas e saímos pra fazer o resto dos andares a pé. Senti que tinha saído de uma máquina do tempo e pousado no presente, com uma Majo de 18 anos recém-completados, carregando sacolas com nossas compras.
— Finalmente! Foi uma eternidade! — Reclamou Majo, se jogando no sofá enquanto eu colocava as compras na mesa.
— Não foi tanto assim, nem uma hora demorou. — Pensei, olhando meu celular. — Me ajuda a fazer a comida, podemos tirar uma soneca e depois fazemos a sessão.
— Já tô avisando que vem um novo set, uns caras insinuaram que a assinatura é cara pelo que eu ofereço e tive que dizer que hoje mesmo vou subir conteúdo.E talvez eu consiga aumentar a intensidade. Se eu fizer ela mostrar um pouco mais, ninguém vai poder reclamar de nada...Pensei, percebendo que, aparentemente, a Majo não tinha notado que eu tive um flashback forte que me fez viajar no tempo como se o próprio elevador tivesse sido construído num daqueles clássicos inventos da ficção científica.
- Se eu conseguir mais um assinante, compro uma gozada e uma caixa deNesquik, como sinto falta disso, tô podre de chá.
—Eu também… — Murmurei sem ser ouvido enquanto arrumava as compras.
O fã número um
Como se meu corpo quisesse me levar pelo caminho errado (acontece ao contrário), acordei da sesta com outra ereção nova e uma dor nos ovos do caralho. Talvez eu tenha dormido furando o colchão ou com os testículos muito apertados, de qualquer forma, enquanto tomava um chá, preparei minha câmera deixando tudo pronto. Só faltava a estrela.
- Pra falar a verdade, também tô de saco cheio do chá, nem se eu tivesse de dieta, a puta da mãe.
Dizem que a sesta aumenta a beleza, com minha irmã desde que começou a quarentena a gente pegou o costume de tirar uma sesta e acho que a Majo já não precisava mais.
- Como é que eu tô? – Ela perguntou entrando no quarto dedicado às minhas produções caseiras e vários projetos inacabados, como fotografia de miniaturas e natureza-morta. Tinha duas paredes de cores sólidas que, graças a um programa de computador, eu podia colocar a cor que quisesse.
A Majo parecia pronta pra quebrar a quarentena e sair pra correr. Tinha pulseiras de algodão, um top de ginástica e uma calcinha combinando. Por cima, uma jaqueta de verão verde musgo.
- E aí? Gostou? Você ficou travado igual elevador.
Eu tinha notado finalmente, era incrível como ela não perdia um detalhe de nada.
- Ficou muito bom em você, não sei onde você enfia tanta comida, tá uma deusa. – Admirei ela sem vergonha, dando uma volta ao redor dela.
- Chega, irmão, vamos começar que os assinantes tão impacientes.
Com efeito, de pé, comecei a fotografar minha irmã, com as pernas torneadas nuas, assim como os pés (exquisitos pra quem tem fraqueza por essa parte do corpo, embora eu não seja desses, não acho defeito neles) e uma atitude muito mais decidida. Depois de mostrar as tetas na primeira sessão, parecia que minha irmã se sentia muito mais segura.
As primeiras fotos foram uma demonstração de flexibilidade e equilíbrio. Apesar de estar há um tempão sem malhar, a Majo não perdia suas aptidões físicas, levantando a perna, flexionando elas, esticando elas, sempre em pé, sem nem mesmo balançar.


Me impressionou que ela conseguisse levantar a perna mais alto que a cabeça, tocá-la com a mão e até balançar levemente. Não sei se ela sabia que ver uma mulher fazendo essas proezas fazia um homem imaginar todo tipo de perversão.
Fiel ao meu estilo, notei que a calcinha dela estava meio folgada e mostrava, de forma bem sutil, uma pequena fração do triângulo proibido, embora a sombra da peça não deixasse ver muito. Para distraí-la desse detalhe e continuar fotografando impunemente, puxei conversa…
— Eu não consigo nem tocar meus pés com as mãos, não dá pra acreditar como você é flexível. — Elogiei enquanto fotografava, especialmente os músculos das pernas dela, que ela levantava e contorcia com muito equilíbrio. Os fetichistas de pés iam adorar ela, assim como os amantes de mulheres torneadas; na verdade, não imagino que homem não a adoraria com aquele rostinho angelical beirando o ilegal.
— Não exagera, você também tá bem. Não faz tanto tempo que você largou os pesos. — Me elogiou. — Só precisava ter continuado com as rotinas caseiras.
— Sou meio lesma, você me conhece. Ainda mais se tô preso sem poder sair. Quando tô fazendo coisas, é mais fácil praticar atividade física, você me entende. — Falei sem parar de fotografar, tentando não me distrair com aquela janelinha entre a perna e a calcinha dela que mostrava mais do que o combinado.
— É, o isolamento meio que te deixa largado. — Sentenciou, me fazendo rir com o termo dela. — É mais fácil fazer tudo quando a gente tá no ritmo.

Cada vez tava mais difícil me concentrar e não desviar o olhar de um jeito óbvio pra buceta dela, quase toda exposta.
— Acho que não herdei o mesmo molde, não sou tão privilegiado, se não fizer algo vou sair rolando. — Falei, e como quem não quer nada: — Que tal se você tirar a jaqueta agora?
— Parece que você tá me pedindo pra me despir cada vez mais rápido. — Ela disse sem se negar, já posando sem a jaqueta depois de capturar a transição.
— Da próxima vez pode vir toda pelada, se quiser. — Zooei pra ver como ela ia se irritar.
Dessa vez ela não se irritou e ignorou minha provocação, pelo contrário, temperou a sessão:
— Não quer que eu faça a pose do Jean-Claude Van Damme?
— Sim, ótimo, com isso você vai deixar eles loucos. — Aceitei rápido demais, mostrando minhas intenções obscuras. Majo me olhou com desaprovação, mas não demorou pra sentar e, com toda facilidade, abrir as pernas até formar um ângulo de 180° quase perfeito.
— Contanto que você não fique louco, seu pervertido.
Se eu fizesse aquela pose de pernas, teria que ir pro hospital de carrinho de mão por múltiplos estiramentos. Já Majo não só fez, como se sustentou e tirou o top pra me deliciar com a visão dos peitos dela.



Pelo segundo dia consecutivo, eu podia ver os peitos dela de fora, e igualzinho ao que aconteceu no elevador, isso também trouxe lembranças, só que dessa vez eu não ia me perder nelas. Eu tinha um presente mais do que interessante pra me concentrar.
Não consegui segurar aquilo, minha própria irmã me olhava pra câmera fazendo caras de derreter até iceberg, e ainda por cima, a calcinha dela estava tão desviada que a qualquer momento mostrava algo que podia se arrepender.
- Majo, desculpa, tenho que falar pra você não pensar mal de mim, sei que vai me chamar de tarado, mas dá pra ver meio… meio… você sabe o quê.
— Já percebi. — Ela me surpreendeu com uma cara sugestiva. — Pensei em mostrar um pouquinho mais, como quem não quer nada, pra provocar eles. Isso vai agradar, né?
— Você já sabe o que vai agradar eles.
Baixei a câmera e, sem conseguir evitar, olhei pra entreperna dela. Sem dúvida, estava no limite. Vendo com meus próprios olhos, e não através da lente, notei que ela tinha um lábio impecável e delicioso à mostra.
— Você disse que insinuaram que pede muito pelo conteúdo que oferece. Acho que se tirasse a calcinha e fizéssemos umas tomadas softcore, você calaria a boca deles e ninguém poderia reclamar de nada. — Falei com toda a seriedade do mundo.
— Por enquanto não… talvez mais pra frente eu me anime. Além disso, você me veria toda se eu tirar a calcinha…
— Como se fosse a primeira vez.
— Lembra? Que louquinhos que a gente era, pelo amor de Deus. Você que aproveitava bem.
Nos beijarmos com frequência não foi a única coisa indevida que fizemos há alguns anos. Nem sempre precisávamos de um filme intenso pra desencadear comportamentos obscenos, permitidos pela minha moralidade reprimida quando se tratava da Majo e da, por algum motivo, permissividade dela. Ela parecia sempre querer entrar na minha onda.
O que começou quase como uma travessura tardia foi se desenvolvendo na velocidade que o corpo da Majo se desenvolvia. Aproveitando a sexualidade precoce dela, mudei meus treinos de beijo pra outros dias da semana, às vezes várias vezes ao dia, sempre que a mamãe não estivesse por perto.
Claro que sentia remorso frequentemente. Uma vez, de tanta raiva, quebrei o espelho do banheiro com os punhos e tive que dizer que tinha batido com o cabo da vassoura acidentalmente enquanto esfregava o chão. Todos nascemos sem maldade por dentro, e somos nós que colocamos o mal dentro dos jovens. Eu sentia que estava implantando a perversão na minha irmã mais nova sem conseguir parar. Era tão fodidamente excitante, apesar de sofrer com o remorso no dia seguinte.
O pior aconteceu no quarto dela, depois de ajudá-la com os deveres. Como bom irmão que era, cobrei minha recompensa do jeito que só um irmão safado faria. Com ela sentada no meu colo, afastei os cabelos castanhos dela e, depois de uma troca de palavras bestas onde falei que era hora de outra lição, beijei ela com delicadeza, acariciando a bochecha dela enquanto meus lábios maiores envolviam os dela.
- Sempre acaba ficando dura. – Ela disse sentindo minha ereção debaixo dela. Agora não pulava mais pro lado enojada como daquela vez. Ela já tava acostumada com minhas ereções e acho que até gostava de sentir, pelo menos minha mente podre pensava isso.
- É você que deixa ela dura. Não sei se você sabe que é minha irmã. – Falei, beijando ela de novo por mais uns minutos, ligando minha língua na dela até sentir aquele gostinho proibido. - Ou talvez você não ligue.
- Você não consegue evitar? – Ela perguntou quase com pena de mim.
- Não. Vou ter que ir no banheiro me masturbar ou ela vai ficar assim por um bom tempo. – Expliquei na maior naturalidade, ultimamente a gente não escondia nada, nem ela, nem eu. A diferença é que quem devia reprimir essas paradas era eu, e eu não fazia isso, pelo contrário, naquele dia passei dos limites como nunca.
- Você não se importaria se eu fizer aqui e agora? – Perguntei enquanto olhava ela de cima a baixo, ainda sentada em mim com a mesma roupa de escola.
- Comigo aqui?HáNão! – Ela resistiu, mas meio sem vontade. – Você é meu irmão, isso é muito pesado.
– Olha por esse lado: quando você ver o pau do seu namorado, ficante ou quem for, não vai se assustar e vai agir com maturidade. Vai tornar sua primeira vez um pouco mais fácil.
– Já vi vários em filme e você sabe disso. Além do mais, com certeza você vai querer fazer algo a mais e…
– Nada disso. – Interrompi, sincero. – Não vou encostar um dedo em você nem fazer nada que não queira. Além disso, não é a mesma coisa ver uma rola em filme do que de verdade. Uma coisa é ela dormindo, como mostram nos nus de cinema, outra é ela dura e ao vivo.
– Não sei… – Ela começou a hesitar, entregando a resposta final com um olhar curioso que se perdia na minha mão acariciando minha virilha por cima da calça. – Tô com um pouco de curiosidade, mas…
Na hora, me levantei (arrastando minha barraca) e fui até a porta, abrindo ela de par em par. Depois voltei a me deitar, passando a mão no volume.
– Vou fazer a minha parte. Se quiser ficar pra ver, fica. Se não quiser ver, vai embora. A porta tá aberta e a escolha é sua. Não vou fazer nada com você, aliás, vou agir como se você nem estivesse aqui.
Em seguida, comecei a apalpar meu pau, de um jeito que ela visse o comprimento e a grossura por baixo da calça. María José revirava os lindos olhos da minha mão para a porta, da minha mão para a porta, indecisa. A palavra final era dela, mas eu já sabia o que escolheria. Por fim, ela se decidiu e foi até a porta…
Majo fechou a porta e se virou, me encarando com determinação e um sorrisinho discreto.
– Se a mamãe vier e a gente não ouvir, ela vai nos ver. Tá, pode começar. – Ela aceitou, bem tarada, com as bochechas vermelhas como semáforos.
O que fiz em seguida foi talvez a coisa mais pervertida e condenável que já fiz na vida. Deitado, procurei no meu celular um bom vídeo pornô enquanto acariciava minha rola, enfiando a mão por dentro da calça, muito excitado pelo tesão da cena.
Fingindo que Minha irmã não estava lá (embora, pra ser sincero, a ideia dela me ver com a pica na mão, batendo uma, me deixava com um tesão danado). Peguei o celular pra ver pornô, como se fosse uma desculpa esfarrapada de normalidade — meu combustível era ser observado por ela, não a vontade de ver pornografia. Finalmente, não a fiz esperar mais e baixei as calças…
Majo sentou na escrivaninha em cima dos deveres (inacabados) enquanto eu acelerava a punheta, com as calças pelos joelhos pra ela ver a pica com todos os detalhes. Eu tinha uma peça que considerava bem apetitosa, na época tinha 16 centímetros e meio, cabeçuda e sem nenhuma curva estranha, nem muito escura nem muito peluda — podia ser modelo de pica sem dúvida nenhuma, não encontrava defeito, mesmo não sendo uma ferramenta muito grande.
Pelo visto, minha irmã pensava o mesmo, porque não tirava os olhos de mim. De vez em quando, fingia que descansava a mão, só pra eu deixar ela ali, dura e cheia de veias, em todo o seu esplendor.
— Não me faz um favor? Segura o celular pra mim, só isso, assim não fico com ele balançando numa posição desconfortável. — Pedi, olhando pro rosto dela, sondando pra tentar entender o que passava na cabeça dela.
— Falta muito? Não quero que você me respingue nada. — Perguntou, enquanto descia da escrivaninha e pegava o celular, ajoelhando do lado da minha cama, ficando com aquela carinha safada na mesma altura da minha pica. — Tá bom assim?
Majo sempre foi assim, de pouca resistência aos meus jogos perversos e, mesmo eu dando a opção dela recusar, sempre, mas sempre aceitava. Era o sonho de um tarado como eu.
— Sim, sim, não se preocupa que vai ser uma punheta rápida, tô com ela bem dura. — Embora não tivesse a menor intenção de fazer rápido.
Majo aproveitou pra ver o pornô escolhido comigo naquela tarde: Penny Pax, Sierra Day e Chastity Lynn faziam todo tipo de sacanagem com o Mike Adriano, o famoso espanhol conhecido como Rei do Sexo Anal. Embora recém- esquentavam os motores, era um dos meus vídeos mais confiáveis pra esvaziar os ovos.
- Ela tem uma rola enorme! Quanto mede? – Observou sem saber se olhava pra tela ou pro que rolava na minha virilha. – Mas a sua é mais bonitinha. – Decidindo olhar pra minha rola antes da do ator na ficção. Melhor, porque o vídeo escolhido era obsceno demais e se ela visse ia ter que responder um monte de perguntas… tava no ponto que dava pra fazer uma punheta na frente dela, mas não explicar uma centopeia humana ou um prolapso.
- Valeu, coração. Ela é bonita, né? Pode olhar sempre que quiser. – Ofereci, quase gozando tudo por causa do olhar da minha irmã e das minhas palavras ousadas.
Outra coisa que me levava ao limite do gozo era o silêncio sepulcral, só quebrado pelo monótono“toc, toc, toc, toc…”da minha mão batendo na minha virilha. Não sei como aguentei tanto, embora a Majo já estivesse ficando impaciente, queria ver o grande final.
- Sabe de uma? Larga o celular, não preciso dele, tive uma ideia melhor.
Majo me olhou com uma mistura de intriga e preocupação.
- Não vai passar dos limites, você disse que não me tocava um fio de cabelo.
- Sim, e não vou quebrar essa regra. Por quem você me toma? Tava pensando em receber algo em troca por esse ensinamento… eu tô te mostrando algo muito íntimo e você poderia me ajudar sem nenhum contato, e assim não quebrar nossa regra.
- Não, não, não, já sabia que o pervertido ia aparecer, isso é ir longe demais.
Dei um olhar sarcástico pra ela antes que começasse um chilique. Por mais gostosa que fosse brava, eu tava com a pica na mão e a cabeça rosada prestes a sair voando igual um projétil de RPG-7.
- Tô me masturbando na sua frente, você me mostrar algo em troca não me parece a coisa mais pervertida do dia… Mas se você disser que não, vou entender.
- Bom, não.
- Então me deixa gozar sozinho, por favor. – Retruquei, voltando a me masturbar. – Por favor, tô disposto a te mostrar, não tenho problema, gozar e te ensinar um orgasmo ao vivo de graça, acho que não.
Majo levou uns segundos pra decidir, mas não demorou muito. Nem nos meus sonhos mais doentios minha estratégia barata teria dado certo.
- Tá bom, mas que seja rápido, não demora tanto quanto quando você toma banho…
Do meu lado, Majo abaixou a saia de pregas (falei que ela tava de uniforme escolar? Pois tava) e eu não parei ela, me mostrou a calcinha branca e eu não parei ela, abaixou a calcinha e também não fiz nada, como o irmão pervertido e safado que eu era. Minha própria irmã me mostrou a buceta meio escondida por uns pelinhos castanhos começando a crescer, até separou os lábios sem eu pedir pra eu admirar a cavidade pequena com os lábios fechados e carnudos escondendo tudo. os lábios menores dela...
Foi quase automático, quando tentei me controlar pra olhar mais tempo, vários jatos de esperma voaram no ar e caíram como bombas de morteiro no meu corpo, ficando pior que um campo minado, com manchas de explosões leitosas no peito todo e nas laterais dos lençóis. Minhas mãos ficaram todas grudadas pelos tiros de esperma atrasados que escorreram como rios brancos pelos meus dedos. Majo, satisfeita, fechou de novo as cortinas de pelos e, depois de me dar um sorriso safado, levantou a roupa escondendo a buceta dela.
— Você ficou uma bagunça, maninho. — Ela passou o olhar por cada aterrissagem do esperma na minha pele. — Aguentou no peito igual o Bananero fala. — Sorriu, me fazendo rir com o jeito peculiar dela de levar nossas perversões.
Como se ela tivesse feito uma travessura indescritível, o lado mais infantil dela tomou conta e, se apoderando, fez ela sair do meu quarto trotando, igual quem toca a campainha de uma casa num domingo de soneca pra sair correndo, tomada por uma injeção de adrenalina sem explicação.
— Já sei no que você tá pensando. — Majo percebeu meu breve lapso, onde eu só tinha tirado umas poucas fotos no piloto automático, enquanto ela brincava com o top até jogar ele como uma flecha. — Eu também penso muito nas travessuras que a gente fazia.
Olhei ela de cima a baixo sem esconder nem um pouco minha excitação.
- Penso muito, demais, nos nossos segredos antigos, tu tá pronta pro crime, irmãzinha.
- Chega, Gabriel, se não vai tirar mais fotos me avisa pra eu editar, prometi postar material novo hoje. – Só pra manter ela com os peitos de fora, continuei tirando umas fotos.
- Isso não é tipo uma nova forma de travessura? – Refleti. – Sempre fomos transgressores, a adrenalina do proibido nos levou a fazer coisas únicas. Se ainda temos retorno financeiro, acho que não dá mais pra negar.
- Negar o quê? – Ela perguntou intrigada, mas eu tinha certeza de que já sabia.
- Que não precisamos mais esconder isso nem dar nomes infantis, a gente devia assumir o que rola entre nós, o que sempre rolou e…Hámano, para. – Ela se irritou. – Não deixa isso estranho, já é o bastante que eu tô de peitos de fora posando pra você. – Ela falou se levantando, cancelando a conversa e a sessão quando, de repente, soltou um gemido de dor.Há, a puta mãe, quebrei a perna!
- Você se levantou muito rápido depois de ficar deitada por muito tempo, espera, não se mexe. – Falei com preocupação genuína ao ver sua expressão de dor.
- Não percebi…Uggg, porra, como dói, logo agora.
– Você esqueceu que faz tempo que não faz essas posições e se exigiu demais.
Eu tinha experiência com dores musculares, não era do tipo que tinha paciência na academia e costumava levar meus treinos ao limite, me acabando todo. Sabia que estava errado e que não era jeito de treinar, mas sempre acabava fazendo a mesma coisa.
Rapidamente, voltei do banheiro comSalicrem, um creme muito potente pra qualquer tipo de dor, torção e pancada. Não me pagam pra fazer propaganda, mas admito que é bem bom.
- Me machuquei aqui, esse músculo da parte de baixo, dei um esticão bem forte. – Me informou, puxando um pouco a calcinha. Era aquele músculo fino e flexível que vai do centro da perna dela até o quadril, passando por baixo da buceta, uma buceta que, se não fosse por uns centímetros de pano, eu veria depois de anos daquela sacanagem.
Tentando me concentrar, passei creme na minha mão e, com cuidado, espalhei no músculo dolorido. Não parecia tão grave, já que consegui massagear suavemente sem causar dor.
- Se fosse uma ruptura ou algo sério, você estaria chorando de dor, não deve ser grave. – Falei tentando soar como um irmão normal, evitando fazer contato com os olhos cor de mel dela, com os peitos nus, com a beirada da buceta dela, tentando manter a sanidade e não deslizar minha mão por baixo da calcinha dela… tava tão perto.
- Você tá se sentindo melhor? – Perguntei, passando a mão em volta da perna dela na parte machucada com o creme, sentindo os músculos jovens e gostosos sob meus dedos, onde doía, eu tinha cuidado especial pra não esfregar com força.
- Melhora aos poucos, é frio, isso me acalma.
- Depois doSalicremVou colocar um pouco de gelo em você. – Falei sem parar de espalhar o analgésico, sem conseguir evitar olhar para ela, desde o pé descalço, subindo pela perna, até onde minhas mãos estavam apoiadas, subindo devagar, bem devagar.
- Vou colocar o gelo em você. – Parei de repente, tentando manter a sanidade depois de tantos minutos distraído pelas minhas lembranças esquentadas pelos meus demônios. Peguei o top da minha irmã que tinha saído voando na sessão e, com muito carinho, coloquei nele, cobrindo os peitos lindos dela, arrancando um sorriso sincero.
Ajudei a Majo a se levantar, mesmo que ela já não parecesse muito dolorida, levando ela até o quarto, segurando no meu ombro e dando pulinhos.
- Vou trazer a comida aqui, não se preocupa. Descansa. Eu cuido de tudo.Onlyfanse tudo.
Não tive problema nenhum em levar a comida pra cama dela e deixar a perversão de lado por um momento. Os inscritos e todo mundo (inclusive eu, o fã número um) podiam esperar. O momento merecia que o Gabriel responsável e irmão mais velho aparecesse e deixasse o negócio perverso de lado. No entanto, como se fosse um jogo de cabo de guerra, sempre um ou outro puxava a corda das nossas perversões quando o outro afrouxava.
– Valeu, irmão, tá doendo menos. – Ela disse pegando o gelo, na verdade um gel refrigerante pra medicamento em garrafa (uma garrafa plástica lacrada com um líquido frio que vem junto com remédios que precisam de refrigeração no transporte, é ideal pra gelar e usar em lesões) e colocando no machucado. – Pode pegar o pijama pra mim? Já que vou ficar aqui.
Não só peguei como coloquei nela. Pra minha surpresa, ela tinha tirado o top e estava de topless de novo, com os cabelos castanhos nas costas. Já nem tentava mais esconder os peitos.
– Qual é? Não vou dormir com isso apertado, para de me encarar. – Me repreendeu com um sorriso. Nunca ia me acostumar a ver os mamilos dela, sempre seria uma visão linda. – Você fica me olhando as tetas como se nunca tivesse visto umas.
– Esse é o nosso segredo, irmãzinha, elas nunca deixam de maravilhar, ainda mais umas tão lindas como as suas.
– Já começou! Nem os babões da escola são tão sem vergonha. – Resmungou. – Não sei como você consegue ser tão babaca comigo tão fácil.
– Você facilita pra mim. – Falei antes de deixar ela pra cuidar do jantar.
Enquanto cozinhava arroz com filé de frango à milanesa, passei as fotos pro pc e fui selecionando do meu jeito, além de colocar as marcas d'água (quase queimei tudo no processo). Antes de atacar meu prato, fui levar a comida numa bandeja como se ela fosse uma princesa e eu o mordomo, coisa que não me incomodava nem um pouco.
– Tô começando a achar que tô é de lesão. É um truque pra não me ajudar na cozinha, nem lavar os pratos, nem nada. Não vai se acostumar, hein. – Falei, deixando a bandeja com a comida aos pés da cama.
– Bom, além de me explorar… depois do que venho mostrando esses dias, mereço um tratamento especial. – Respondeu ela com o refri apertado entre as coxas.
– Falando em explodir, já subi as fotos no PC e coloquei as marcas d’água, você ficou uma gostosa. – Fazendo minha própria irmã corar com meus elogios.
– Para, você é um exagerado. – Disse, ajeitando a bandeja sobre ela.
– Não exagero, falo pelo público masculino: se depois desse set não ganharmos cinco inscritos, a gente desiste e tenta outra coisa.
Seria legal mais cinco inscritos, pra outras seria pouco, pra nós é um montão. – Refletiu, com toda razão. – Por isso me animei a mostrar um pouquinho mais, pra ver se eles mordem a isca mais fácil. Você podia postar aquela foto censurada onde aparece minha virilha nas minhas redes, pra eles saberem que eu posto esse conteúdo noOnlyfanse se pagar, conseguem.
- É uma ideia excelente... muito boa ideia, esperemos que seja assim, senão vou ficar muito desiludido com os homens do mundo.
Sem saber que nesse vai e vem de perversão seria minha irmã quem daria o próximo puxão, quando dei o beijo de boa noite na bochecha dela, a Majo segurou meu queixo e me deu um selinho bem gostoso.
Olhei nos olhos dela e ela devolveu o olhar com muita ternura, sem conseguir evitar, cravei outro beijo delicado nos lábios dela, sem querer forçar muito nossas brincadeiras, que, achando que eram coisa do passado, tinham voltado com mais força do que nunca.
Depois de deixar minha irmã no quarto dela, ainda com a sensação gostosa do beijo nos lábios, fui ao banheiro e me surpreendi com uma expressão encantada refletida no espelho. Sem conseguir afastar essa sensação curiosa de flutuar nas nuvens, terminei de subir as fotos noOnlyfanse de limpar a cozinha e, com a ideia de tentar pegar no sono, abri a porta do meu quarto. Ao acender a luz, notei uma penetra de cabelos castanhos na minha cama.
- Tô com dor na perna, se precisar de alguma coisa, quero você por perto pra pedir. – Se desculpou a espertinha. – Talvez um copo de coca ou me ajudar a ir ao banheiro.
- Não ia te pedir explicação nenhuma, bem-vinda de volta, Majito.
Recebi ela me deitando junto como fazia uns anos atrás, quando éramos uns pestinhas e dividíamos a cama.
Continua…

Valeu por ler, não prometo data de lançamento. Agora que já exploramos o passado, só falta escrever sobre o futuro, porque os jogos entre irmãos vão voltar. Se curtiram, agradeceria pontos, comentários ou qualquer detalhe que mostre que tão interessados na história. Também aceito ideias ou sugestões.
Capítulos anteriores:
Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4020235/El-Onlyfans-de-mi-Hermana.htmlCapítulo 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/4027496/El-Onlyfans-de-mi-Hermana-Parte-2.html
Este capítulo tem bastante do formato fotonovela e as fotos que o Gabriel tira são mostradas de forma intercalada, além de uma ou outra surpresa ocasional.
A musa dessa história é a ucraniana.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução., trabalho para diversas empresas como Met-Art, Teen Funs, 18 Only Girls ou Fleexy Teens, sob os pseudônimos deDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Isabella ADesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.GraceDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.… nasceu em 1988, tem 1,65 m de altura e 87, 64, 90 de medidas.
O incidente com a Kids
Os minutos passavam e a gente ia ficando impaciente. Já estávamos perto dos 40 minutos e parecia que ia demorar mais um pouco. Majo se distraiu com o celular, mesmo eu tendo avisado pra não deixar a bateria acabar.
- Preciso atender meus inscritos. – Ela respondeu, me deixando satisfeito. Tirei fotos com vários pijamas diferentes e vou postando aos poucos. Pena que joguei fora tantos dos antigos que eu tinha.
Eu lembrava muito bem de alguns daqueles pijamas, tipo aquele que ela usou quando a gente viu a tal do filme chamado Kids. Os acontecimentos daquele dia estão gravados na minha memória como se tivessem sido um trauma.
Quando a gente pensa em filmes que mudam vidas, geralmente não pensa em Kids. A grande maioria vai escolher algum dos clássicos.Guerra nas Estrelascomo o filme que mudou a vida dela (ainda mais se viram no cinema), outros mais novos aGuerra Infinitae a culminação do universo cinematográfico mais bem-sucedido, os fãs de ação talvez optariam porArma MortalDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Exterminador 2oRobocop… muitos se tornaram fãs de dinossauros por causa do sucessoJurassic Parko do boxe pela icônicaRocky, o terror e a ficção científica nunca mais seriam os mesmos depois deAlien, o Oitavo Passageiroe o gênero slasher de assassinos em série teria sua obra-prima emDia das Bruxas, aqueles amantes do cinema mais sofisticado concordam que o melhor filme de todos os tempos éCidadão Ken... o que quero dizer é que ninguém diria que Kids, um drama sobre adolescentes marginalizados de 1995, é o filme que mudou a vida de alguém, exceto eu.
Foi num verão quente que a gente viu, igual ao verão em que o filme se passava. Na verdade, copiamos dele a ideia de refrescar os corpos suados com água fria num borrifador que às vezes deixávamos na geladeira.
Uma jovem Majo, ainda mais nova do que a de hoje, assistia ao filme no sofá da sala num domingo de manhã, de pijama e com um copo de achocolatado na mão. Como era domingo de manhã, quando sabíamos que a mãe não estaria e só voltaria no fim da tarde.
Eu tinha acabado de terminar uma lata de cerveja. A mãe desaprovava, mas como eu bebia raramente e já não era mais um moleque, ela não me enchia mais o saco por causa disso.
Percebi que ela ficou inquieta ao ver o Telly, o protagonista (uma espécie de McLovin criado na rua, na pobreza e baseado em drogas), dar o beijo mais nojento e demorado que já vi no cinema numa garota um pouco mais nova que ele. A língua dele entrava na boca dela, e eles estavam suados, grudados um no outro. Senti pelos movimentos que minha irmã fazia com as pernas que ela estava desconfortável. Elas mexiam juntas de um lado pro outro, como velas de um barco.

— Esse filme não é infantil, apesar do nome. — Ela percebeu na hora. — Mamãe não vai gostar disso. — Comentei. — Por sorte ela não está aqui.
Desde o primeiro segundo a gente se sentiu desconfortável, porque o filme começa com o adolescente tentando convencer na cama uma jovem angelical a deixar ele tirar a virgindade dela, entre um beijo e outro, depois de amolecê-la com palavras doces e promessas vazias que cheiram a mentira de longe, ele consegue…
O filme era super realista no jeito de filmar, nada bonito, com pessoas e diálogos muito reais. Mostrando os rostos suados e desfigurados (no caso da garota, de dor) enquanto ele metia nela por cima.

- Majo, esse filme não é pra você. – Tentei botar um pouco de ordem. – Não pensei que ia ter sexo logo nos primeiros minutos, se não quiser, não olha. - Não enche o saco, não fica igual a mamãe. – Como qualquer adolescente da idade dela, não perdia a chance de ver algo proibido. Não era mais uma criancinha nem uma mocinha, embora o documento não definisse seu estado, ela tava dando aquele salto de um limite pro outro, crescendo por todos os lados e em todas as direções, deixando pra trás uma casca que ainda tinha uns resquícios, como curvas se formando, um rostinho de bonecão e uma mente inocente faminta por informação.
- Tá bom, mas não fala nada. – Aceitei na hora, levando meu indicador aos lábios pra mandar ela manter segredo. Majo sorriu triunfante, sem disfarçar.
Majo deu um gole no achocolatado e sorriu.
Telly, apesar de prometer love e que se importava, mal saiu do quarto com a missão de desvirgar ela cumprida, nosso protagonista encontra o amigo dele chamado Casper e conta que o próximo golpe era a irmã mais nova e virgem de um conhecido chamado Darcy. Telly ainda passa os dedos no nariz do amigo pra ele cheirar a buceta que acabou de comer sem nenhum respeito pela última parceira, descartando ela como um papel amassado.
- Que nojo, odeio aquele cara. – Falei super enojada. Eu entendia ela, o filme deixava claro que não era um protagonista com quem a gente ia simpatizar, ainda mais quando ele não parava de falar em desvirgar virgens e largar elas como se tivesse virado viciado nisso.
- Definitivamente esse filme não é pra você, irmãzinha.
- Quê? Você gosta dele?
- Não é por isso. É um filme que mostra a realidade batendo, não tem personagens ruins ou bons, e sim reais.
- Pra mim todos são ruins.
O filme inteiro girou em torno das aventuras desses adolescentes, Telly e Casper roubando, bebendo, se drogando (compraram maconha noCentral Park), espancando com sua gangue até deixar um negro moribundo e participando de uma festa noturna descontrolada onde Telly convidaria sua nova vítima para tomar uma segunda virgindade no mesmo dia, como desejava. Eles vivem numa promiscuidade causada por um abandono indescritível.
Enquanto esses jovens causam estragos em cada cenário da cidade por onde andam, uma ex-namoradinha de Telly o procura por toda a cidade porque seus exames recentes deram positivo para HIV, sem conseguir impedir que, no final do filme, ele alcance seu objetivo de desvirginar uma garota chamada Darcy, contaminando-a no processo.
Era um filme pesado pra mim, pra ela e pra qualquer um, que me fazia parar a todo momento com suas perguntas e eu, como bom irmão, respondia. Foi uma faca de dois gumes: mudou minha irmã, a conscientizou sobre drogas e doenças, mas também mostrou a ela um mundo diferente de prazer e descobertas que ela desconhecia.
— O que é desvirginar? — Ela me perguntou quase no começo. — Esse cara é doido com isso...
— É quando alguém transa com uma mulher que nunca transou antes. — Respondi. — O hímen, aquela pelinha na entrada da buceta, se rompe e significa que você não é mais virgem. Pra ele é prazeroso, pra ela nem tanto.
— Ai, que dor! Por que ele é tão mau? — Ela se horrorizou, abraçando os joelhos colados com os braços, quase derrubando cum do copo.
— É algo natural que acontece na primeira vez, ele não liga pra dor da garota porque é egoísta e uma pessoa ruim. — Respondi, e naquele exato momento ele ajudava o amigo Casper a roubar uma garrafa de bebida de uma loja.
— Por que aquela garota transou com ele se é tão ruim? — Ela perguntou com uma inocência que eu não soube proteger.
— Porque as garotas adoram os caras maus, ou porque ela é muito nova e acreditou em tudo que ele disse. Ele fez o que a maioria faz: mentiu pra ela pra acabar na cama. Coitadinha.
Numa cena dupla, os dois jovens têm um encontro com uns drogados num apartamento nos subúrbios, onde se drogavam com hélio ou algum gás de um balão (não sou especialista nisso) e, ao mesmo tempo, a jovem, ainda sem saber que tinha sido infectada, batia um papo com as amigas sobre homens e sexo, especialmente sobre as primeiras experiências sexuais delas: uma fez no banco de trás de um carro, outra no mato durante um acampamento. Essa conversa desencadeou uma pergunta atrás da outra da minha irmã.
Os caras na outra reunião, entre um baseado e outro, e até na presença de crianças, tinham a mesma conversa sobre sexo oral, mas de um jeito tão machista que dava medo. O filme fazia muito bem em retratar as sexualidades de acordo com os gêneros, com todos os preconceitos, desinformação e descuidos típicos da idade e daquele grupo social marginal. As doenças não foram abordadas por nenhum dos grupos.
— Por que todas falam que é a melhor coisa do mundo se dói tanto e os homens são tão ruins? — Ela me abordou depois de alguns segundos, como se tivesse precisado criar coragem.
— Ah... os mistérios da vida. Quase ninguém tem uma primeira vez legal, mas de qualquer forma, a gente sempre continua transando, sei lá, é algo natural, algumas acabam gostando mais do que outras. Depende também de com quem você faz. E nem todos são ruins, tem homem bom assim como tem mulher ruim.
— Algumas se divertem? — Perguntou sem tirar os olhos do filme, nem quando bebia o achocolatado, fazendo a barba ficar toda suja.
— Algumas sim, senão procuram outro, se você gosta de uma pessoa, aprende ou ensina no processo, é difícil de explicar também, é mais como se você conhecesse alguém e se rolar, rola. Você nunca vai saber de antemão se ele é bom de cama ou não. Vale pra homens e mulheres também.
Majo ficou super satisfeita com a minha resposta.
Os comentários do filme eram como uma charla de educação sexual reprovada por um ministério da educação. Falaram sobre a duração do sexo, histórias sobre as preliminares, e até do gosto do sêmen e de quem do grupo teve coragem de engolir. Naquele momento, percebi que ver algo assim com minha irmã tinha sido um erro. Mais do que colocar ela pra dirigir um carro sem saber dirigir, foi como colocá-la como responsável por uma missão lunar.
- Pera… O sêmen não era a porra com bebês?
Eu ri pra caralho, sem intenção de humilhar ela, mas enternecido pela ideia que ela tinha do sêmen. Me lembrou aquelas representações antigas dos espermatozoides, que pareciam naves carregando bebês lá dentro.
- Com bebês não, com espermatozoides, essa célula, ao chegar no óvulo em grandes quantidades, dissolve os ácidos dessa célula muito maior e, se um conseguir entrar, vira bebê. – Expliquei. – Você não leu o livro de biologia que te dei?
- Não fala qual é o gosto nem tem desenhos claros. Nem fotos.Então é por isso que me pede livros de biologia? Pra esses dados específicos?Pensei com um sorriso perverso.
Bem na hora uma confessa que:É doce e amargo, tipo manteiga salgada, é desagradável...e outra adicionaVocê bebe e bebe e não consegue tirar o gosto da boca, com os espermas entalados entre os dentes. Que nojo. Tem que sentar e comer uma refeição completa.— E ele engoliu mesmo? Credo, isso não tava nos ovos de alguém? — Por outro lado, as reações tão sinceras dela eram muito engraçadas, ela torcia tanto o nariz de nojo que parecia ter batido de cara num muro. — Por que tudo que é nojento a gente tem que fazer?
— Os homens também lambem bucetas, e na maioria das vezes a gente gosta, é uma coisa mútua.
— Você lambeu a Brenda? — Perguntou na hora.
Brenda… uma das tantas namoradinhas que tive. Conheci ela quando terminei o ensino médio e durou pouco menos de dois anos. Cansada das hostilidades da minha mãe e da minha irmã ciumenta (que nem cumprimentava ela e tava possessa que nem uma puta numa caixa com cachorros), foram minando o relacionamento até que ela foi morar em Córdoba e terminamos numa boa.
— Claro, sou muito considerado, diferente daquele magrelo. — Respondi olhando de lado pra ela, surpreso com o quanto ela era ousada. Só comigo ela era tão solta assim.
— Ela te chupou então?
— Sexo não é troca, Majito… aliás, de onde tantas perguntas?ele— A repreendi, meio cansado de ela não me deixar ver o filme em paz. — Essas são perguntas muito íntimas, *sweet girl* safada.
— Você é o único que posso perguntar. — Respondeu, acertando em cheio meu coração com a sinceridade brutal dela.
— A gente fez sexo oral e penetração com camisinha umas três ou quatro vezes, não lembro direito. Sempre com proteção, anota isso na sua cabecinha louca.
— Imaginei, vi vocês se beijando com a língua de fora, igual aqueles dois negões. — De fato, enquanto Tully e Casper viajavam no metrô, um casal afro-americano se beijava sem vergonha na frente deles.
— Não tem nada a ver, e já te falei um milhão de vezes pra não ficar de xereta, fofoqueira. — Desafiei sem nenhuma credibilidade, empurrando ela pro outro lado do sofá.
— Só queria ver vocês e aprender. Onde mais se aprende a beijar? Não é como se me deixassem ver filmes ou novelas assim, muito menos sair pra matinê. — Refletiu com uma lógica que não consegui rebater.
Foi aí que eu disse as palavras mais erradas da minha vida, a substância X que, somada àquele maldito filme e à atitude de lolita involuntária da minha irmã, criou o desastre. Palavras que soltariam um feitiço que até hoje, às vezes, me atormenta, como uma invocação demoníaca.
— Quando você quiser, *fuck you* aulas às terças, mas por ser você, seria de graça. — Me desvirtuei como nunca, só pra irritar ela. Meu tom de brincadeira foi claro, mas a reação da Majo não foi de escândalo.
— Gabo, sou sua irmã, a mamãe disse que isso é errado, em Levítico 18:6-18 e Levítico 20:11-12, 14, 17 e 20 a Bíblia diz que…
— Posso mudar minha aula pros domingos, neste domingo mesmo. Última oferta. — Manipulei sem saber que estava indo longe demais.
Majo fez uma careta de irritação e continuamos vendo o filme por uns minutos. Por um momento, achei que minha piada tinha acabado, que seria mais uma das vezes que eu me desvirtuava no passado, até que Maria José pausou o filme.
— Tá bom. Disse e jurou que eu não sabia do que tava falando até que largou o copo vazio de chocolate e cruzou uma perna por cima do meu corpo, sentando no meu colo, tampando a luz da TV com a silhueta dela... os cabelos castanhos caíam dos lados do rosto como cortinas enquanto ela me encarava.
— Vai ser nosso segredo, tá? — Concordei, percebendo que ela tinha bigodinho de chocolate por causa da porra e nem tinha notado. Majo assentiu e, jogando o cabelo pra trás, eu envolvi os lábios dela com os meus, sentindo aquele gostinho delicioso de chocolate.
O som dos beijos me relaxou. Por um momento, enquanto sentia o sabor da boca dela, pensei que não tinha nada de errado em encontrar afeto em lugares inesperados, como no irmão mais velho dela. Pelo menos eu não ia quebrar o coração dela nem machucá-la. Qualquer outro diria que não era assim, que era errado, que a Majo podia entender no futuro, mas não a conheciam, não sabiam que ela não era igual às outras.
Nos separamos depois de alguns minutos e nos olhamos. Só queria que ela não notasse que, por baixo da minha calça, a ereção mais desconfortável da minha vida não parava de crescer.
— Me promete que não vai me odiar por isso, que tô fazendo só de brincadeira, uma molecagem nossa. É só falar não que eu paro.
— A gente pode continuar? Me beija igual no filme, igual você beijava a Brenda.
— Tá bom, então quando nossos lábios se encaixarem, vira um pouco o rosto e abre a boquinha...
Majo, obediente, quando encaixou os lábios nos meus, seguiu minha instrução e eu meti minha língua, minha língua grandona na boca dela toda, enchendo ela. O chocolate que ela tinha bebido deixou o gosto da saliva dela doce e encorpada. Enquanto eu não parava de remexer na boca dela com a língua, sentia os braços dela se enrolando no meu pescoço.
Com o passar dos minutos, minha irmã se soltou, virou o rosto de um lado pro outro, abrindo a boca, e foi ela que começou a me explorar com a língua inexperiente, se entrelaçando na minha e se revirando dentro de mim. boca. Não sei quanto tempo ficamos naquele primeiro beijo incestuoso, só sei que em algum momento minhas mãos apoiaram na bunda dela por cima do pijama e, quando terminamos, Majo lambeu os lábios num gesto felino.
- Não tem gosto ruim apesar de você ser meu irmão. Tem gosto de cerveja, isso sim. – Ela observou com o rosto neutro, sem saber se aquilo agradou ou desagradou.
- E você tem gosto de porra.nesquikAdorei seu gostinho.
Quando terminou, ainda em cima de mim, olhou pra cima como se tivesse ouvindo passos no teto de um filme de terror.
— O que foi? Tá ouvindo alguma coisa?
— Deus não faz nada. Pensei que se isso fosse tão errado, Ele faria alguma coisa…
— Não seja boba, não funciona assim, Ele tem coisas melhores pra fazer do que descer pra castigar um beijo… mesmo que seja entre irmãos. Pelo menos eu espero.
Minha irmã, nisso, percebeu que eu tava sentado em cima de um volume duro e olhou pra baixo, pulando pro lado do sofá quando percebeu que era meu pau. Minha calça já não conseguia esconder minha ereção nem um pouco.
— Melhor continuarmos vendo o filme, quero ver se aquele filho da puta vai ter o que merece.
— É, melhor. — Ela concordou, toda corada, ainda se lambendo e envergonhada naquele distante domingo de verão…
Nisso, as luzes do elevador acenderam de novo (só as de emergência estavam acesas) junto com a luz típica do painel de botões. Assim que a eletricidade voltou, juntamos as coisas e saímos pra fazer o resto dos andares a pé. Senti que tinha saído de uma máquina do tempo e pousado no presente, com uma Majo de 18 anos recém-completados, carregando sacolas com nossas compras.
— Finalmente! Foi uma eternidade! — Reclamou Majo, se jogando no sofá enquanto eu colocava as compras na mesa.
— Não foi tanto assim, nem uma hora demorou. — Pensei, olhando meu celular. — Me ajuda a fazer a comida, podemos tirar uma soneca e depois fazemos a sessão.
— Já tô avisando que vem um novo set, uns caras insinuaram que a assinatura é cara pelo que eu ofereço e tive que dizer que hoje mesmo vou subir conteúdo.E talvez eu consiga aumentar a intensidade. Se eu fizer ela mostrar um pouco mais, ninguém vai poder reclamar de nada...Pensei, percebendo que, aparentemente, a Majo não tinha notado que eu tive um flashback forte que me fez viajar no tempo como se o próprio elevador tivesse sido construído num daqueles clássicos inventos da ficção científica.
- Se eu conseguir mais um assinante, compro uma gozada e uma caixa deNesquik, como sinto falta disso, tô podre de chá.
—Eu também… — Murmurei sem ser ouvido enquanto arrumava as compras.
O fã número um
Como se meu corpo quisesse me levar pelo caminho errado (acontece ao contrário), acordei da sesta com outra ereção nova e uma dor nos ovos do caralho. Talvez eu tenha dormido furando o colchão ou com os testículos muito apertados, de qualquer forma, enquanto tomava um chá, preparei minha câmera deixando tudo pronto. Só faltava a estrela.
- Pra falar a verdade, também tô de saco cheio do chá, nem se eu tivesse de dieta, a puta da mãe.
Dizem que a sesta aumenta a beleza, com minha irmã desde que começou a quarentena a gente pegou o costume de tirar uma sesta e acho que a Majo já não precisava mais.
- Como é que eu tô? – Ela perguntou entrando no quarto dedicado às minhas produções caseiras e vários projetos inacabados, como fotografia de miniaturas e natureza-morta. Tinha duas paredes de cores sólidas que, graças a um programa de computador, eu podia colocar a cor que quisesse.
A Majo parecia pronta pra quebrar a quarentena e sair pra correr. Tinha pulseiras de algodão, um top de ginástica e uma calcinha combinando. Por cima, uma jaqueta de verão verde musgo.
- E aí? Gostou? Você ficou travado igual elevador.
Eu tinha notado finalmente, era incrível como ela não perdia um detalhe de nada.
- Ficou muito bom em você, não sei onde você enfia tanta comida, tá uma deusa. – Admirei ela sem vergonha, dando uma volta ao redor dela.
- Chega, irmão, vamos começar que os assinantes tão impacientes.
Com efeito, de pé, comecei a fotografar minha irmã, com as pernas torneadas nuas, assim como os pés (exquisitos pra quem tem fraqueza por essa parte do corpo, embora eu não seja desses, não acho defeito neles) e uma atitude muito mais decidida. Depois de mostrar as tetas na primeira sessão, parecia que minha irmã se sentia muito mais segura.
As primeiras fotos foram uma demonstração de flexibilidade e equilíbrio. Apesar de estar há um tempão sem malhar, a Majo não perdia suas aptidões físicas, levantando a perna, flexionando elas, esticando elas, sempre em pé, sem nem mesmo balançar.



Me impressionou que ela conseguisse levantar a perna mais alto que a cabeça, tocá-la com a mão e até balançar levemente. Não sei se ela sabia que ver uma mulher fazendo essas proezas fazia um homem imaginar todo tipo de perversão.Fiel ao meu estilo, notei que a calcinha dela estava meio folgada e mostrava, de forma bem sutil, uma pequena fração do triângulo proibido, embora a sombra da peça não deixasse ver muito. Para distraí-la desse detalhe e continuar fotografando impunemente, puxei conversa…
— Eu não consigo nem tocar meus pés com as mãos, não dá pra acreditar como você é flexível. — Elogiei enquanto fotografava, especialmente os músculos das pernas dela, que ela levantava e contorcia com muito equilíbrio. Os fetichistas de pés iam adorar ela, assim como os amantes de mulheres torneadas; na verdade, não imagino que homem não a adoraria com aquele rostinho angelical beirando o ilegal.
— Não exagera, você também tá bem. Não faz tanto tempo que você largou os pesos. — Me elogiou. — Só precisava ter continuado com as rotinas caseiras.
— Sou meio lesma, você me conhece. Ainda mais se tô preso sem poder sair. Quando tô fazendo coisas, é mais fácil praticar atividade física, você me entende. — Falei sem parar de fotografar, tentando não me distrair com aquela janelinha entre a perna e a calcinha dela que mostrava mais do que o combinado.
— É, o isolamento meio que te deixa largado. — Sentenciou, me fazendo rir com o termo dela. — É mais fácil fazer tudo quando a gente tá no ritmo.


Cada vez tava mais difícil me concentrar e não desviar o olhar de um jeito óbvio pra buceta dela, quase toda exposta.— Acho que não herdei o mesmo molde, não sou tão privilegiado, se não fizer algo vou sair rolando. — Falei, e como quem não quer nada: — Que tal se você tirar a jaqueta agora?
— Parece que você tá me pedindo pra me despir cada vez mais rápido. — Ela disse sem se negar, já posando sem a jaqueta depois de capturar a transição.
— Da próxima vez pode vir toda pelada, se quiser. — Zooei pra ver como ela ia se irritar.
Dessa vez ela não se irritou e ignorou minha provocação, pelo contrário, temperou a sessão:
— Não quer que eu faça a pose do Jean-Claude Van Damme?
— Sim, ótimo, com isso você vai deixar eles loucos. — Aceitei rápido demais, mostrando minhas intenções obscuras. Majo me olhou com desaprovação, mas não demorou pra sentar e, com toda facilidade, abrir as pernas até formar um ângulo de 180° quase perfeito.
— Contanto que você não fique louco, seu pervertido.
Se eu fizesse aquela pose de pernas, teria que ir pro hospital de carrinho de mão por múltiplos estiramentos. Já Majo não só fez, como se sustentou e tirou o top pra me deliciar com a visão dos peitos dela.




Pelo segundo dia consecutivo, eu podia ver os peitos dela de fora, e igualzinho ao que aconteceu no elevador, isso também trouxe lembranças, só que dessa vez eu não ia me perder nelas. Eu tinha um presente mais do que interessante pra me concentrar.Não consegui segurar aquilo, minha própria irmã me olhava pra câmera fazendo caras de derreter até iceberg, e ainda por cima, a calcinha dela estava tão desviada que a qualquer momento mostrava algo que podia se arrepender.
- Majo, desculpa, tenho que falar pra você não pensar mal de mim, sei que vai me chamar de tarado, mas dá pra ver meio… meio… você sabe o quê.
— Já percebi. — Ela me surpreendeu com uma cara sugestiva. — Pensei em mostrar um pouquinho mais, como quem não quer nada, pra provocar eles. Isso vai agradar, né?— Você já sabe o que vai agradar eles.
Baixei a câmera e, sem conseguir evitar, olhei pra entreperna dela. Sem dúvida, estava no limite. Vendo com meus próprios olhos, e não através da lente, notei que ela tinha um lábio impecável e delicioso à mostra.
— Você disse que insinuaram que pede muito pelo conteúdo que oferece. Acho que se tirasse a calcinha e fizéssemos umas tomadas softcore, você calaria a boca deles e ninguém poderia reclamar de nada. — Falei com toda a seriedade do mundo.
— Por enquanto não… talvez mais pra frente eu me anime. Além disso, você me veria toda se eu tirar a calcinha…
— Como se fosse a primeira vez.
— Lembra? Que louquinhos que a gente era, pelo amor de Deus. Você que aproveitava bem.
Nos beijarmos com frequência não foi a única coisa indevida que fizemos há alguns anos. Nem sempre precisávamos de um filme intenso pra desencadear comportamentos obscenos, permitidos pela minha moralidade reprimida quando se tratava da Majo e da, por algum motivo, permissividade dela. Ela parecia sempre querer entrar na minha onda.
O que começou quase como uma travessura tardia foi se desenvolvendo na velocidade que o corpo da Majo se desenvolvia. Aproveitando a sexualidade precoce dela, mudei meus treinos de beijo pra outros dias da semana, às vezes várias vezes ao dia, sempre que a mamãe não estivesse por perto.
Claro que sentia remorso frequentemente. Uma vez, de tanta raiva, quebrei o espelho do banheiro com os punhos e tive que dizer que tinha batido com o cabo da vassoura acidentalmente enquanto esfregava o chão. Todos nascemos sem maldade por dentro, e somos nós que colocamos o mal dentro dos jovens. Eu sentia que estava implantando a perversão na minha irmã mais nova sem conseguir parar. Era tão fodidamente excitante, apesar de sofrer com o remorso no dia seguinte.
O pior aconteceu no quarto dela, depois de ajudá-la com os deveres. Como bom irmão que era, cobrei minha recompensa do jeito que só um irmão safado faria. Com ela sentada no meu colo, afastei os cabelos castanhos dela e, depois de uma troca de palavras bestas onde falei que era hora de outra lição, beijei ela com delicadeza, acariciando a bochecha dela enquanto meus lábios maiores envolviam os dela.
- Sempre acaba ficando dura. – Ela disse sentindo minha ereção debaixo dela. Agora não pulava mais pro lado enojada como daquela vez. Ela já tava acostumada com minhas ereções e acho que até gostava de sentir, pelo menos minha mente podre pensava isso.
- É você que deixa ela dura. Não sei se você sabe que é minha irmã. – Falei, beijando ela de novo por mais uns minutos, ligando minha língua na dela até sentir aquele gostinho proibido. - Ou talvez você não ligue.
- Você não consegue evitar? – Ela perguntou quase com pena de mim.
- Não. Vou ter que ir no banheiro me masturbar ou ela vai ficar assim por um bom tempo. – Expliquei na maior naturalidade, ultimamente a gente não escondia nada, nem ela, nem eu. A diferença é que quem devia reprimir essas paradas era eu, e eu não fazia isso, pelo contrário, naquele dia passei dos limites como nunca.
- Você não se importaria se eu fizer aqui e agora? – Perguntei enquanto olhava ela de cima a baixo, ainda sentada em mim com a mesma roupa de escola.
- Comigo aqui?HáNão! – Ela resistiu, mas meio sem vontade. – Você é meu irmão, isso é muito pesado.
– Olha por esse lado: quando você ver o pau do seu namorado, ficante ou quem for, não vai se assustar e vai agir com maturidade. Vai tornar sua primeira vez um pouco mais fácil.
– Já vi vários em filme e você sabe disso. Além do mais, com certeza você vai querer fazer algo a mais e…
– Nada disso. – Interrompi, sincero. – Não vou encostar um dedo em você nem fazer nada que não queira. Além disso, não é a mesma coisa ver uma rola em filme do que de verdade. Uma coisa é ela dormindo, como mostram nos nus de cinema, outra é ela dura e ao vivo.
– Não sei… – Ela começou a hesitar, entregando a resposta final com um olhar curioso que se perdia na minha mão acariciando minha virilha por cima da calça. – Tô com um pouco de curiosidade, mas…
Na hora, me levantei (arrastando minha barraca) e fui até a porta, abrindo ela de par em par. Depois voltei a me deitar, passando a mão no volume.
– Vou fazer a minha parte. Se quiser ficar pra ver, fica. Se não quiser ver, vai embora. A porta tá aberta e a escolha é sua. Não vou fazer nada com você, aliás, vou agir como se você nem estivesse aqui.
Em seguida, comecei a apalpar meu pau, de um jeito que ela visse o comprimento e a grossura por baixo da calça. María José revirava os lindos olhos da minha mão para a porta, da minha mão para a porta, indecisa. A palavra final era dela, mas eu já sabia o que escolheria. Por fim, ela se decidiu e foi até a porta…
Majo fechou a porta e se virou, me encarando com determinação e um sorrisinho discreto.
– Se a mamãe vier e a gente não ouvir, ela vai nos ver. Tá, pode começar. – Ela aceitou, bem tarada, com as bochechas vermelhas como semáforos.
O que fiz em seguida foi talvez a coisa mais pervertida e condenável que já fiz na vida. Deitado, procurei no meu celular um bom vídeo pornô enquanto acariciava minha rola, enfiando a mão por dentro da calça, muito excitado pelo tesão da cena.
Fingindo que Minha irmã não estava lá (embora, pra ser sincero, a ideia dela me ver com a pica na mão, batendo uma, me deixava com um tesão danado). Peguei o celular pra ver pornô, como se fosse uma desculpa esfarrapada de normalidade — meu combustível era ser observado por ela, não a vontade de ver pornografia. Finalmente, não a fiz esperar mais e baixei as calças…
Majo sentou na escrivaninha em cima dos deveres (inacabados) enquanto eu acelerava a punheta, com as calças pelos joelhos pra ela ver a pica com todos os detalhes. Eu tinha uma peça que considerava bem apetitosa, na época tinha 16 centímetros e meio, cabeçuda e sem nenhuma curva estranha, nem muito escura nem muito peluda — podia ser modelo de pica sem dúvida nenhuma, não encontrava defeito, mesmo não sendo uma ferramenta muito grande.
Pelo visto, minha irmã pensava o mesmo, porque não tirava os olhos de mim. De vez em quando, fingia que descansava a mão, só pra eu deixar ela ali, dura e cheia de veias, em todo o seu esplendor.
— Não me faz um favor? Segura o celular pra mim, só isso, assim não fico com ele balançando numa posição desconfortável. — Pedi, olhando pro rosto dela, sondando pra tentar entender o que passava na cabeça dela.
— Falta muito? Não quero que você me respingue nada. — Perguntou, enquanto descia da escrivaninha e pegava o celular, ajoelhando do lado da minha cama, ficando com aquela carinha safada na mesma altura da minha pica. — Tá bom assim?
Majo sempre foi assim, de pouca resistência aos meus jogos perversos e, mesmo eu dando a opção dela recusar, sempre, mas sempre aceitava. Era o sonho de um tarado como eu.
— Sim, sim, não se preocupa que vai ser uma punheta rápida, tô com ela bem dura. — Embora não tivesse a menor intenção de fazer rápido.
Majo aproveitou pra ver o pornô escolhido comigo naquela tarde: Penny Pax, Sierra Day e Chastity Lynn faziam todo tipo de sacanagem com o Mike Adriano, o famoso espanhol conhecido como Rei do Sexo Anal. Embora recém- esquentavam os motores, era um dos meus vídeos mais confiáveis pra esvaziar os ovos.
- Ela tem uma rola enorme! Quanto mede? – Observou sem saber se olhava pra tela ou pro que rolava na minha virilha. – Mas a sua é mais bonitinha. – Decidindo olhar pra minha rola antes da do ator na ficção. Melhor, porque o vídeo escolhido era obsceno demais e se ela visse ia ter que responder um monte de perguntas… tava no ponto que dava pra fazer uma punheta na frente dela, mas não explicar uma centopeia humana ou um prolapso.
- Valeu, coração. Ela é bonita, né? Pode olhar sempre que quiser. – Ofereci, quase gozando tudo por causa do olhar da minha irmã e das minhas palavras ousadas.
Outra coisa que me levava ao limite do gozo era o silêncio sepulcral, só quebrado pelo monótono“toc, toc, toc, toc…”da minha mão batendo na minha virilha. Não sei como aguentei tanto, embora a Majo já estivesse ficando impaciente, queria ver o grande final.
- Sabe de uma? Larga o celular, não preciso dele, tive uma ideia melhor.
Majo me olhou com uma mistura de intriga e preocupação.
- Não vai passar dos limites, você disse que não me tocava um fio de cabelo.
- Sim, e não vou quebrar essa regra. Por quem você me toma? Tava pensando em receber algo em troca por esse ensinamento… eu tô te mostrando algo muito íntimo e você poderia me ajudar sem nenhum contato, e assim não quebrar nossa regra.
- Não, não, não, já sabia que o pervertido ia aparecer, isso é ir longe demais.
Dei um olhar sarcástico pra ela antes que começasse um chilique. Por mais gostosa que fosse brava, eu tava com a pica na mão e a cabeça rosada prestes a sair voando igual um projétil de RPG-7.
- Tô me masturbando na sua frente, você me mostrar algo em troca não me parece a coisa mais pervertida do dia… Mas se você disser que não, vou entender.
- Bom, não.
- Então me deixa gozar sozinho, por favor. – Retruquei, voltando a me masturbar. – Por favor, tô disposto a te mostrar, não tenho problema, gozar e te ensinar um orgasmo ao vivo de graça, acho que não.
Majo levou uns segundos pra decidir, mas não demorou muito. Nem nos meus sonhos mais doentios minha estratégia barata teria dado certo.
- Tá bom, mas que seja rápido, não demora tanto quanto quando você toma banho…
Do meu lado, Majo abaixou a saia de pregas (falei que ela tava de uniforme escolar? Pois tava) e eu não parei ela, me mostrou a calcinha branca e eu não parei ela, abaixou a calcinha e também não fiz nada, como o irmão pervertido e safado que eu era. Minha própria irmã me mostrou a buceta meio escondida por uns pelinhos castanhos começando a crescer, até separou os lábios sem eu pedir pra eu admirar a cavidade pequena com os lábios fechados e carnudos escondendo tudo. os lábios menores dela...
Foi quase automático, quando tentei me controlar pra olhar mais tempo, vários jatos de esperma voaram no ar e caíram como bombas de morteiro no meu corpo, ficando pior que um campo minado, com manchas de explosões leitosas no peito todo e nas laterais dos lençóis. Minhas mãos ficaram todas grudadas pelos tiros de esperma atrasados que escorreram como rios brancos pelos meus dedos. Majo, satisfeita, fechou de novo as cortinas de pelos e, depois de me dar um sorriso safado, levantou a roupa escondendo a buceta dela.
— Você ficou uma bagunça, maninho. — Ela passou o olhar por cada aterrissagem do esperma na minha pele. — Aguentou no peito igual o Bananero fala. — Sorriu, me fazendo rir com o jeito peculiar dela de levar nossas perversões.
Como se ela tivesse feito uma travessura indescritível, o lado mais infantil dela tomou conta e, se apoderando, fez ela sair do meu quarto trotando, igual quem toca a campainha de uma casa num domingo de soneca pra sair correndo, tomada por uma injeção de adrenalina sem explicação.
— Já sei no que você tá pensando. — Majo percebeu meu breve lapso, onde eu só tinha tirado umas poucas fotos no piloto automático, enquanto ela brincava com o top até jogar ele como uma flecha. — Eu também penso muito nas travessuras que a gente fazia.
Olhei ela de cima a baixo sem esconder nem um pouco minha excitação.- Penso muito, demais, nos nossos segredos antigos, tu tá pronta pro crime, irmãzinha.
- Chega, Gabriel, se não vai tirar mais fotos me avisa pra eu editar, prometi postar material novo hoje. – Só pra manter ela com os peitos de fora, continuei tirando umas fotos.
- Isso não é tipo uma nova forma de travessura? – Refleti. – Sempre fomos transgressores, a adrenalina do proibido nos levou a fazer coisas únicas. Se ainda temos retorno financeiro, acho que não dá mais pra negar.
- Negar o quê? – Ela perguntou intrigada, mas eu tinha certeza de que já sabia.
- Que não precisamos mais esconder isso nem dar nomes infantis, a gente devia assumir o que rola entre nós, o que sempre rolou e…Hámano, para. – Ela se irritou. – Não deixa isso estranho, já é o bastante que eu tô de peitos de fora posando pra você. – Ela falou se levantando, cancelando a conversa e a sessão quando, de repente, soltou um gemido de dor.Há, a puta mãe, quebrei a perna!
- Você se levantou muito rápido depois de ficar deitada por muito tempo, espera, não se mexe. – Falei com preocupação genuína ao ver sua expressão de dor.
- Não percebi…Uggg, porra, como dói, logo agora.
– Você esqueceu que faz tempo que não faz essas posições e se exigiu demais.
Eu tinha experiência com dores musculares, não era do tipo que tinha paciência na academia e costumava levar meus treinos ao limite, me acabando todo. Sabia que estava errado e que não era jeito de treinar, mas sempre acabava fazendo a mesma coisa.
Rapidamente, voltei do banheiro comSalicrem, um creme muito potente pra qualquer tipo de dor, torção e pancada. Não me pagam pra fazer propaganda, mas admito que é bem bom.
- Me machuquei aqui, esse músculo da parte de baixo, dei um esticão bem forte. – Me informou, puxando um pouco a calcinha. Era aquele músculo fino e flexível que vai do centro da perna dela até o quadril, passando por baixo da buceta, uma buceta que, se não fosse por uns centímetros de pano, eu veria depois de anos daquela sacanagem.
Tentando me concentrar, passei creme na minha mão e, com cuidado, espalhei no músculo dolorido. Não parecia tão grave, já que consegui massagear suavemente sem causar dor.
- Se fosse uma ruptura ou algo sério, você estaria chorando de dor, não deve ser grave. – Falei tentando soar como um irmão normal, evitando fazer contato com os olhos cor de mel dela, com os peitos nus, com a beirada da buceta dela, tentando manter a sanidade e não deslizar minha mão por baixo da calcinha dela… tava tão perto.
- Você tá se sentindo melhor? – Perguntei, passando a mão em volta da perna dela na parte machucada com o creme, sentindo os músculos jovens e gostosos sob meus dedos, onde doía, eu tinha cuidado especial pra não esfregar com força.
- Melhora aos poucos, é frio, isso me acalma.
- Depois doSalicremVou colocar um pouco de gelo em você. – Falei sem parar de espalhar o analgésico, sem conseguir evitar olhar para ela, desde o pé descalço, subindo pela perna, até onde minhas mãos estavam apoiadas, subindo devagar, bem devagar.
- Vou colocar o gelo em você. – Parei de repente, tentando manter a sanidade depois de tantos minutos distraído pelas minhas lembranças esquentadas pelos meus demônios. Peguei o top da minha irmã que tinha saído voando na sessão e, com muito carinho, coloquei nele, cobrindo os peitos lindos dela, arrancando um sorriso sincero.
Ajudei a Majo a se levantar, mesmo que ela já não parecesse muito dolorida, levando ela até o quarto, segurando no meu ombro e dando pulinhos.
- Vou trazer a comida aqui, não se preocupa. Descansa. Eu cuido de tudo.Onlyfanse tudo.
Não tive problema nenhum em levar a comida pra cama dela e deixar a perversão de lado por um momento. Os inscritos e todo mundo (inclusive eu, o fã número um) podiam esperar. O momento merecia que o Gabriel responsável e irmão mais velho aparecesse e deixasse o negócio perverso de lado. No entanto, como se fosse um jogo de cabo de guerra, sempre um ou outro puxava a corda das nossas perversões quando o outro afrouxava.
– Valeu, irmão, tá doendo menos. – Ela disse pegando o gelo, na verdade um gel refrigerante pra medicamento em garrafa (uma garrafa plástica lacrada com um líquido frio que vem junto com remédios que precisam de refrigeração no transporte, é ideal pra gelar e usar em lesões) e colocando no machucado. – Pode pegar o pijama pra mim? Já que vou ficar aqui.
Não só peguei como coloquei nela. Pra minha surpresa, ela tinha tirado o top e estava de topless de novo, com os cabelos castanhos nas costas. Já nem tentava mais esconder os peitos.
– Qual é? Não vou dormir com isso apertado, para de me encarar. – Me repreendeu com um sorriso. Nunca ia me acostumar a ver os mamilos dela, sempre seria uma visão linda. – Você fica me olhando as tetas como se nunca tivesse visto umas.
– Esse é o nosso segredo, irmãzinha, elas nunca deixam de maravilhar, ainda mais umas tão lindas como as suas.
– Já começou! Nem os babões da escola são tão sem vergonha. – Resmungou. – Não sei como você consegue ser tão babaca comigo tão fácil.
– Você facilita pra mim. – Falei antes de deixar ela pra cuidar do jantar.
Enquanto cozinhava arroz com filé de frango à milanesa, passei as fotos pro pc e fui selecionando do meu jeito, além de colocar as marcas d'água (quase queimei tudo no processo). Antes de atacar meu prato, fui levar a comida numa bandeja como se ela fosse uma princesa e eu o mordomo, coisa que não me incomodava nem um pouco.
– Tô começando a achar que tô é de lesão. É um truque pra não me ajudar na cozinha, nem lavar os pratos, nem nada. Não vai se acostumar, hein. – Falei, deixando a bandeja com a comida aos pés da cama.
– Bom, além de me explorar… depois do que venho mostrando esses dias, mereço um tratamento especial. – Respondeu ela com o refri apertado entre as coxas.
– Falando em explodir, já subi as fotos no PC e coloquei as marcas d’água, você ficou uma gostosa. – Fazendo minha própria irmã corar com meus elogios.
– Para, você é um exagerado. – Disse, ajeitando a bandeja sobre ela.
– Não exagero, falo pelo público masculino: se depois desse set não ganharmos cinco inscritos, a gente desiste e tenta outra coisa.
Seria legal mais cinco inscritos, pra outras seria pouco, pra nós é um montão. – Refletiu, com toda razão. – Por isso me animei a mostrar um pouquinho mais, pra ver se eles mordem a isca mais fácil. Você podia postar aquela foto censurada onde aparece minha virilha nas minhas redes, pra eles saberem que eu posto esse conteúdo noOnlyfanse se pagar, conseguem.
- É uma ideia excelente... muito boa ideia, esperemos que seja assim, senão vou ficar muito desiludido com os homens do mundo.
Sem saber que nesse vai e vem de perversão seria minha irmã quem daria o próximo puxão, quando dei o beijo de boa noite na bochecha dela, a Majo segurou meu queixo e me deu um selinho bem gostoso.
Olhei nos olhos dela e ela devolveu o olhar com muita ternura, sem conseguir evitar, cravei outro beijo delicado nos lábios dela, sem querer forçar muito nossas brincadeiras, que, achando que eram coisa do passado, tinham voltado com mais força do que nunca.
Depois de deixar minha irmã no quarto dela, ainda com a sensação gostosa do beijo nos lábios, fui ao banheiro e me surpreendi com uma expressão encantada refletida no espelho. Sem conseguir afastar essa sensação curiosa de flutuar nas nuvens, terminei de subir as fotos noOnlyfanse de limpar a cozinha e, com a ideia de tentar pegar no sono, abri a porta do meu quarto. Ao acender a luz, notei uma penetra de cabelos castanhos na minha cama.
- Tô com dor na perna, se precisar de alguma coisa, quero você por perto pra pedir. – Se desculpou a espertinha. – Talvez um copo de coca ou me ajudar a ir ao banheiro.
- Não ia te pedir explicação nenhuma, bem-vinda de volta, Majito.
Recebi ela me deitando junto como fazia uns anos atrás, quando éramos uns pestinhas e dividíamos a cama.
Continua…

Valeu por ler, não prometo data de lançamento. Agora que já exploramos o passado, só falta escrever sobre o futuro, porque os jogos entre irmãos vão voltar. Se curtiram, agradeceria pontos, comentários ou qualquer detalhe que mostre que tão interessados na história. Também aceito ideias ou sugestões.
Capítulos anteriores:
Capítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4020235/El-Onlyfans-de-mi-Hermana.htmlCapítulo 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/4027496/El-Onlyfans-de-mi-Hermana-Parte-2.html
12 comentários - A buceta da minha irmã. Parte 3