Relato Já de fio dental e calcinha, sem uma gota de porra, Juan me levou quase na ponta dos pés, porque vinha me levantando pela bunda enquanto enfiava um dedo e eu tentava resistir sem muito sucesso. Juan tinha mãos realmente grandes e cada vez que dedilhava meu cu com aquele gel íntimo frio, sentia uma mistura de dor e tesão que tentava resistir, me convencendo na minha cabeça de que eu gostava de carinhas fofos e não daquele dedo que tentava entrar no meu cu à força, enquanto caminhávamos até o quarto. Entramos e as cortinas estavam fechadas, de modo que o quarto estava super escuro, mas assim que entramos, Carlos veio na minha direção e começou a beijar minha boca com um abraço que mais parecia um agarro, enquanto Juan aproveitava e enfiava e tirava o dedo no meu cu. Depois de um bom tempo, Juan sussurra: "Tá afrouxando esse cu", enquanto já enfiava dois dedos, que entravam e saíam quase sem problemas. Enquanto isso, Carlos me fazia chupar e beijar as axilas dele, e bater uma pra ele ao mesmo tempo. Quase na hora que Juan soltou essa frase, Carlos completa: "Ajoelha, putinha minha, e engole minha pica", e num instante eu estava ajoelhado com a pica inteira na boca, enquanto ele me segurava pela nuca com as duas mãos, e mesmo eu engasgando, ele não parava de foder minha boca. Depois de um tempo, uma luz que claramente era de celular começa a me iluminar enquanto a pica de Juan se aproxima do meu rosto, então se eu olhasse pra cima, só via a luz, as barrigas e as picas. E lá estava eu, chupando um tempo cada pica, até que Carlos me ordena: "Me pede pra gozar na sua boca, sua putinha". Quase sem conseguir falar, porque toda vez que eu tirava a boca de uma pica, me arrastavam pra outra. Até que eu digo: "Goza na minha boca, que sou sua putinha..." quase não terminei a frase e ele me agarrou de novo pela nuca e começou a bombar, depois de uns minutos a pica ficou duríssima e começou a cuspir porra como se não houvesse amanhã, mas ele não parava de bombar minha boca. Eu tentando tirar a boca pra fora pra cuspir aquele rio de porra e enquanto Carlos alivia a pressão mas sem tirar a pica da minha boca, ele ordena de novo "não, não, nada de cuspir, continua chupando e engole tudo, e até ficar bem limpinha você não tira ela da boca". E mesmo com nojo e ânsia, continuei chupando e engolindo toda a porra, enquanto não parava de bater uma pro Juan e ao mesmo tempo ele tinha um dedo enfiado no meu cu, entrando e saindo. Depois de um bom tempo, Carlos tira a pica, satisfeito com o quanto tinha ficado limpa, e quase sem respirar, Juan enfiou a dele na minha boca. E embora ele tenha tirado o dedo do meu cu, quase na mesma hora os dedos de Carlos entraram. Entre o cansaço e a pica do Juan ser bem mais grossa, minha mandíbula não aguentava mais, mesmo assim ele comeu minha boca por um bom tempo, até que num momento ele se afasta um pouco e fala "abre bem a boquinha e põe a linguinha pra fora", ofegante e enquanto se masturbava com força. Eu obedeço. Depois de alguns segundos, a porra jorrou e caiu toda na minha cara, boca, e depois de esfregar a pica no meu rosto inteiro, ele ordenou a mesma coisa que o Carlos, que eu chupasse até deixar bem limpinha. Enquanto isso, Carlos continuava enfiando os dedos e "iluminando" com o celular. Quando Juan ficou satisfeito com a chupada, e eu com a mandíbula quase travada, Carlos passou o celular pra ele e mandou eu apoiar as mãos na cama, de um jeito que ficasse com a bunda inclinada pra ele, mas sem parar de meter e tirar o que já eram três dedos. Depois de um tempo, ele tira os dedos e em segundos sinto ele colocando uma camisinha, tenta enfiar de uma vez e eu quase pulo pro meio da cama, então depois que eles riram pra caralho de mim, eu me arrastei de volta, e ele meteu devagar, e mesmo eu gemendo, metade dor, metade prazer, a única coisa que eu ouvia era "grita, puta, grita" enquanto ele aumentava o ritmo. A dor era tremenda, depois de uns minutos que nem sei quantos foram, Carlos diminui o ritmo e Juan fica na minha frente e Ele coloca o pau na minha boca, de um jeito que fico com o pau do Carlos no cu e chupando o do Juan, enquanto os dois começam a acelerar o ritmo. Enquanto isso, o Juan me iluminava com o celular e mandava o tempo todo: fala "meu papai", "me dá mais pau", "sou sua". Eu obedecia, mas por dentro não acreditava. Depois de um bom tempo, que pareceu uma eternidade, o Carlos goza e, mesmo com a camisinha, deu pra sentir o pau dele ficar duro. Quase na mesma hora, trocaram de lugar. Aí já tava com o Juan atrás, metendo o pau, e o Carlos na frente, escorrendo a porra da camisinha em cima da cabeça do próprio pau e enfiando na minha boca, mandando: "deixa bem limpinha, puta". Eu chupava, mas o pau do Juan era bem mais grosso e batia forte no cu. Quando terminei de chupar o Carlos, o Juan continuava, sem parar. Eu só ouvia ele ofegar, até que de repente sinto a porrada quente dentro do cu — ele tava me comendo sem camisinha. Quando tirou o pau, eu quase caí na cama, exausto. Olhei o relógio e eram 20h, e lembrei que aquela noite era pra jantar com meus sogros, então já tava super atrasado. Pulei da cama e fui no banheiro me limpar, mas lembrei que não tinha água. Me limpei com uma toalha do jeito que deu, peguei minhas coisas e saí quase correndo, sem nem processar o que tinha rolado.
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