Aventura no México II

Comida na varanda

Sentamos na varanda numa mesa à sombra porque tava bem quente e pedimos algo leve, uma salada pra dividir e um peixe grelhado, acompanhado de mais duas margaritas. O povo acha que coquetel não combina com comida, mas na minha opinião são perfeitos, de qualquer forma, na minha experiência, eles caem muito melhor do que trocar pra vinho — as misturas são terríveis. Sentamos numa mesa um de frente pro outro. Era uma mesa não muito grande e quase nossas pernas se encostavam.

— Quais são seus planos pra esses dias? — ela me perguntou.
— Contratei um passeio pra Xcaret e também queria dar uma chegada em Chichén Itzá pra ver as pirâmides. E você, o que tá pensando?
— Bom, nosso plano era vir pra cá e passar o tempo todo no resort, conhecer uns caras e transar que nem loucas até cair mortas, mas a Ximena me deixou na mão, então... vai no que der.
— Entendo. É um bom plano... eu não descartaria ele de jeito nenhum, sempre dá pra conhecer alguém interessante.
— Você me parece interessante — respondeu Andre, tão direta como sempre. Imediatamente meu pau endureceu e eu fiquei vermelho.
— Na sua idade ainda fica corado? — ela perguntou rindo. Aposto que você teve uma ereção, e sem mais cerimônia colocou o pé no meu pau. — Pois é, não me enganei — disse com um sorriso safado.Aventura en México IIVocê topa me acompanhar em Xcaret? Me falaram que dá pra nadar com golfinhos e tem umas áreas muito fodas pra fazer snorkel.
— Talvez, ela respondeu. Me dá licença um instante? Minha bexiga precisa filtrar as margaritas, ha ha ha. Aproveita e dá mais uma olhada na minha bunda, ha ha ha.casal—Você tem dons de adivinha, respondi. Sabe ler a mente das pessoas, ha ha ha.
André, eu realmente gostava dela, era quase 30 anos mais nova que eu, mas sabia muito bem o que queria. Sua desenvoltura e safadeza tinham me conquistado, além de ela ser uma gostosa. Os peitos dela tinham o tamanho certo, e eu me perguntava como seriam as aréolas dos mamilos, que se marcavam tão bem no biquíni dela. Seja como fosse, era só curiosidade, porque eu ia rodeá-los com minha língua do mesmo jeito, enquanto apertava os peitos dela com minhas mãos. Imerso nesses pensamentos, ela me disse, se aproximando por trás e colocando na minha mão a parte de baixo do biquíni: — Você se importaria de guardar pra mim? Está meio molhada e me sinto um pouco desconfortável. Escondi na minha mão e fechei ela nervoso, reparando nas marcas de umidade que a bunda dela tinha deixado no saída de praia. Quando ela sentou, levei a mão fechada ao nariz e cheirei. Tem cheiro de uma mistura de sexo e mar, uma combinação magnífica. Sua buceta deve estar uma delícia agora, falei.
— Com certeza — ela baixou uma mão debaixo da mesa e, ao tirá-la, colocou o dedo indicador na boca. — E então? Está do seu gosto?
— Exquisito — respondi.
O garçom trouxe o peixe grelhado quando quase tínhamos terminado a salada, e não demoramos muito para comer. Tomamos nossos margaritas de uma vez e perguntei: — Sobremesa?
— Claro — ela respondeu. Levantei a mão para chamar o garçom, e ela a abaixou. — A sobremesa que eu quero não tem aqui.erotismo

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