Primeiramente, quero me apresentar. Meu nome é Luis e queria comentar que é minha primeira vez fazendo um relato erótico, e que sou promíscuo no armário. E, mais importante ainda, todos os relatos que eu fizer são FICTÍCIOS, são basicamente fantasias e coisas assim. Por favor, não sejam tão ruins nos comentários. Obrigado pela atenção.
- Como eu gostaria que tivessem me feito promíscuo
[tudo é fictício e hoje em dia já tenho 20 anos, então não se preocupem com o que vão ler]
Quando eu era pequeno, tinha mais ou menos uns 13 anos, já estava no segundo ano do ensino médio. E, para meu azar, diferente dos meus outros colegas de sala, eu era meio baixinho, tinha muito mais bunda do que o normal e, pra falar a verdade, meu pau também não era muito grande. E, como eu usava o cabelo um pouco comprido e liso, não era raro que, de vez em quando, gente que não me conhecia achasse que eu era menina, principalmente porque minha voz não era muito grossa, era um pouco mais aguda, quase de uma garotinha.
Mas enfim, no final do ano, já nas férias, na minha casa teve uma festa com toda a família: tios, primos, primas e outros parentes. Nessa festa, decidi me vestir como normalmente vestia: uns jeans que ficavam meio justos, deixando mais à mostra o formato da minha bunda redondinha, e uma camisa preta de botões. Enquanto brincava com os primos, percebi que um dos meus primos, o José, de 16 anos, se aproximava muito de repente da minha bunda e tocava "discretamente" enquanto brincávamos de pega-pega, esconde-esconde e outras coisas. Conforme a noite ia passando, já com a maioria das pessoas bêbadas e na delas, eu fiquei com sono e, aproveitando que estava na minha casa, fui para o meu quarto, que naquele dia eu dividiria com meus três primos e duas primas, e me deitei um pouco cedo. Sem perceber que o José tinha me seguido, mal me deitei na cama e ouvi a porta sendo fechada com chave. Quando virei, vi o José e, enquanto ele se sentava na beirada da cama, ele me disse: J- E aí primo, posso te perguntar uma coisa?? Assim, entre brothers??
L- Claro, José, fala aí- (dizia virando de lado, com minha bunda de frente pra José)
J- Sério mesmo, mano, você é macho?? Tipo, hehe... (risada nervosa) espero que não fique bolado, mas na moral, você tem uma bunda... que... nem minhas amigas do colégio, hehe... (continuava rindo nervoso e se aproximando um pouco mais de mim)
L- Haha, claro, e então que colégio ruim, hein, haha (José começa a tocar minha bunda por cima da roupa, bem de leve) ei, o que você tá fazendo, hahaha, não é minha culpa se suas amigas do colégio são tão sem graça, hahaha (ria meio de brincadeira, um pouco confiante)
J- Desculpa, preciso tirar essa vontade... (disse logo antes de se jogar em cima de mim, tapando minha boca imediatamente pra eu não gritar, enfiando uma das mãos por dentro da minha calça e começando a apalpar minhas nádegas completamente, fazendo círculos perto da minha bunda enquanto eu tentava me soltar, mas era muito mais fraco que ele) calma, Luis, sei que você vai gostar, hehe, dá pra ver que você é promíscuo na cara dura... (me dá uma lambida na bochecha até chegar no pescoço e começa a beijá-lo)
L- Não... para... por favor... me solta... eu não sou put......Mmm...mm...mm... (soltou um pequeno gemido quando ele beijou meu pescoço, ao mesmo tempo que meu pauzinho de 4-6 cm ficava ereto)
J- Mmm... Parece que eu tava certo, hein... (disse enquanto zombava de mim, ao mesmo tempo que, com um puxão, me virou pra ficar de frente pra ele, se colocando debaixo de mim como se eu fosse montar nele, e tirando a mão da minha boca, começou a me beijar à força de um jeito tão safado que me perdi no momento, enfiando a língua quase até minha garganta, passando muita saliva, me fazendo sentir muito sujo, enquanto fazia isso começou a desabotoar minha calça e a baixá-la devagar, ficando praticamente só na cueca ainda com a calça nos joelhos, e já começou a meter a mão dentro da própria cueca, começando a me tocar, apalpando tudo, começando a apertar, começando a moldear com as mãos como se fossem bolas de Depois disso, ele logo levou uma das mãos até meu pau pequeno e começou a mover de cima para baixo lentamente, uma vez, outra e mais outra, fazendo com que eu começasse a gemer enquanto o beijava, até o ponto em que gozei nele. Com um sorriso no rosto, ele disse:
— Muito safado… gostou, né? Agora é a minha vez, sabe… hehehe…
Disse enquanto me colocava debaixo dele, agora ele por cima de mim, mas muito mais perto — a cintura dele sobre meu peito. Com um sorriso de pervertido, ele puxou o zíper da calça. Mal abriu o zíper, o pau dele, grosso, com uns 13–15 cm de comprimento, saltou para fora, me dando uma pequena tapa. Sem avisar nem pedir permissão, quando eu tentei abrir a boca para perguntar o que ele ia fazer, ele pegou minha cabeça por trás e, de uma só estocada, enfiou o pau até minha garganta, fazendo com que eu engasgasse e meus olhos enchessem de lágrimas. Ele começou a mover o pau na minha boca com bastante rudeza, fazendo com que a cada ida, as bolas dele batessem no meu queixo. E ele continuava com esse vai e vem, de novo e de novo, enquanto dizia:
— J: Olha só que safadinho você é, priminho. Me surpreende que, mesmo sendo sua primeira mamada, você faz tão bem. E uma coisa eu te prometo, priminho: essa não vai ser a única que você vai fazer. E te aviso: de agora em diante, você vai ser minha putinha.
Enquanto isso, eu, totalmente submisso, apenas abria os olhos e olhava nos dele, o que pareceu excitá-lo ainda mais. Enquanto ele continuava com o vai e vem dentro da minha boca, eu, por puro instinto e excitação, comecei a me tocar devagar, tocando meu pauzinho como ele tinha feito. Assim ficamos por uns 5 minutos, até que de repente senti um gosto estranho na boca — algo salgado, líquido, saindo do pau dele. E, para minha surpresa, acho que foi o que mais gostei naquele dia. Depois de tirar o pau da minha boca, ele disse:
— J: Engole, safado. Ainda não acabamos, ainda… preciso experimentar esse rabo gostoso que você carrega (eu, completamente submisso, obedeci sua ordem, abrindo a boca para que ela visse como minha boca estava cheia de seu sêmen e engolia tudo de uma vez, então a abri novamente para mostrar que tinha engolido. ao abrir a boca, coloquei a língua para fora e ela disse) J- mmmm... isso, promíscuo... você gostou... he... bem, putinha prodigiosa) Ela disse, segurando um dos meus braços e, com um único movimento, me virou novamente, ficando agora de bruços e começou a descer enquanto apalpava minhas pernas, subindo até minha bunda e, assim que chegou lá, começou a beijar minha bunda. ficou ali um momento, como se tentando me retribuir o favor, comendo meu cu, o que me excitou totalmente de novo. ela dava pequenos beijos nas minhas nádegas, depois lambidas, uma ou outra mordida, embora me fizesse esperar para me fazer gozar. depois, me fez inclinar um pouco mais os joelhos, ficando como em quatro, e abrindo totalmente minhas nádegas, começou a comer meu rabo, metendo a língua. começou a comer meu cu com muita luxúria, muita saliva, eu podia sentir como alguma que outra gota escorria sobre minhas pequenas bolas e meu pequeno pênis, o que me fazia sentir ainda mais excitado e, dando uma pequena palmada na minha bunda, ela cuspiu no meu cu, e de uma só estocada enfiou completamente seu pênis, enquanto eu mordia um dos travesseiros que tinha na frente – foi o único modo que consegui abafar meu grito, que, embora tenha sido bastante doloroso, uma parte de mim realmente gostou, e ainda mais quando ele começou novamente com um vai e vem bastante brusco, bastante violento da parte dele, enquanto continuava com seus deliciosos comentários) J- você é uma puta excelente e de agora em diante esse rabo gostoso será meu, entende? nunca comi um cu de puta tão delicioso assim, então eu vou te ensinar a ser a puta ideal de todo homem e te aviso que toda vez que eu quiser, vou te foder como eu quiser, onde eu quiser e se um dia eu quiser também oferecer sua bunda aos meus amigos, eu vou fazer que tenho certeza que vocês vão gostar, assim como uma vadia bunduda... só te visto de menininha e hmm... Você não vai aguentar, promíscua... (e entre tapa na bunda e tapa na bunda e vai-e-vem violento, ele acabou gozando pela segunda vez dentro de mim, ficando exausto, deixou-se cair um pouco sobre minhas costas, deixando eu ouvir sua respiração ofegante no meu ouvido e mal tirou o pau, eu podia sentir como aquele mesmo líquido que antes estava na minha boca agora escorria do meu cu, e como comecei a pingar dele e começou a escorrer sobre minhas pequenas bolas e meu pau, assim como ele fez com sua saliva e, ao terminar de se recuperar, simplesmente se levantou um pouco, guardou de novo aquele pau delicioso e, me dando outro tapa na bunda, disse) J- acho que na próxima não seremos só eu e você, vadia, e vou te trazer uns presentinhos... (me deixando completamente deitado e escorrendo porra na cama como uma boa vadia barata, dando assim o início da minha putaria) ---fim--- Espero que tenham gostado dessa fantasia, não sei como chamar realmente, alguma sugestão por favor deixem nos comentários e agradeceria qualquer conselho. Até mais, meus bebês.
- Como eu gostaria que tivessem me feito promíscuo
[tudo é fictício e hoje em dia já tenho 20 anos, então não se preocupem com o que vão ler]
Quando eu era pequeno, tinha mais ou menos uns 13 anos, já estava no segundo ano do ensino médio. E, para meu azar, diferente dos meus outros colegas de sala, eu era meio baixinho, tinha muito mais bunda do que o normal e, pra falar a verdade, meu pau também não era muito grande. E, como eu usava o cabelo um pouco comprido e liso, não era raro que, de vez em quando, gente que não me conhecia achasse que eu era menina, principalmente porque minha voz não era muito grossa, era um pouco mais aguda, quase de uma garotinha.
Mas enfim, no final do ano, já nas férias, na minha casa teve uma festa com toda a família: tios, primos, primas e outros parentes. Nessa festa, decidi me vestir como normalmente vestia: uns jeans que ficavam meio justos, deixando mais à mostra o formato da minha bunda redondinha, e uma camisa preta de botões. Enquanto brincava com os primos, percebi que um dos meus primos, o José, de 16 anos, se aproximava muito de repente da minha bunda e tocava "discretamente" enquanto brincávamos de pega-pega, esconde-esconde e outras coisas. Conforme a noite ia passando, já com a maioria das pessoas bêbadas e na delas, eu fiquei com sono e, aproveitando que estava na minha casa, fui para o meu quarto, que naquele dia eu dividiria com meus três primos e duas primas, e me deitei um pouco cedo. Sem perceber que o José tinha me seguido, mal me deitei na cama e ouvi a porta sendo fechada com chave. Quando virei, vi o José e, enquanto ele se sentava na beirada da cama, ele me disse: J- E aí primo, posso te perguntar uma coisa?? Assim, entre brothers??
L- Claro, José, fala aí- (dizia virando de lado, com minha bunda de frente pra José)
J- Sério mesmo, mano, você é macho?? Tipo, hehe... (risada nervosa) espero que não fique bolado, mas na moral, você tem uma bunda... que... nem minhas amigas do colégio, hehe... (continuava rindo nervoso e se aproximando um pouco mais de mim)
L- Haha, claro, e então que colégio ruim, hein, haha (José começa a tocar minha bunda por cima da roupa, bem de leve) ei, o que você tá fazendo, hahaha, não é minha culpa se suas amigas do colégio são tão sem graça, hahaha (ria meio de brincadeira, um pouco confiante)
J- Desculpa, preciso tirar essa vontade... (disse logo antes de se jogar em cima de mim, tapando minha boca imediatamente pra eu não gritar, enfiando uma das mãos por dentro da minha calça e começando a apalpar minhas nádegas completamente, fazendo círculos perto da minha bunda enquanto eu tentava me soltar, mas era muito mais fraco que ele) calma, Luis, sei que você vai gostar, hehe, dá pra ver que você é promíscuo na cara dura... (me dá uma lambida na bochecha até chegar no pescoço e começa a beijá-lo)
L- Não... para... por favor... me solta... eu não sou put......Mmm...mm...mm... (soltou um pequeno gemido quando ele beijou meu pescoço, ao mesmo tempo que meu pauzinho de 4-6 cm ficava ereto)
J- Mmm... Parece que eu tava certo, hein... (disse enquanto zombava de mim, ao mesmo tempo que, com um puxão, me virou pra ficar de frente pra ele, se colocando debaixo de mim como se eu fosse montar nele, e tirando a mão da minha boca, começou a me beijar à força de um jeito tão safado que me perdi no momento, enfiando a língua quase até minha garganta, passando muita saliva, me fazendo sentir muito sujo, enquanto fazia isso começou a desabotoar minha calça e a baixá-la devagar, ficando praticamente só na cueca ainda com a calça nos joelhos, e já começou a meter a mão dentro da própria cueca, começando a me tocar, apalpando tudo, começando a apertar, começando a moldear com as mãos como se fossem bolas de Depois disso, ele logo levou uma das mãos até meu pau pequeno e começou a mover de cima para baixo lentamente, uma vez, outra e mais outra, fazendo com que eu começasse a gemer enquanto o beijava, até o ponto em que gozei nele. Com um sorriso no rosto, ele disse:
— Muito safado… gostou, né? Agora é a minha vez, sabe… hehehe…
Disse enquanto me colocava debaixo dele, agora ele por cima de mim, mas muito mais perto — a cintura dele sobre meu peito. Com um sorriso de pervertido, ele puxou o zíper da calça. Mal abriu o zíper, o pau dele, grosso, com uns 13–15 cm de comprimento, saltou para fora, me dando uma pequena tapa. Sem avisar nem pedir permissão, quando eu tentei abrir a boca para perguntar o que ele ia fazer, ele pegou minha cabeça por trás e, de uma só estocada, enfiou o pau até minha garganta, fazendo com que eu engasgasse e meus olhos enchessem de lágrimas. Ele começou a mover o pau na minha boca com bastante rudeza, fazendo com que a cada ida, as bolas dele batessem no meu queixo. E ele continuava com esse vai e vem, de novo e de novo, enquanto dizia:
— J: Olha só que safadinho você é, priminho. Me surpreende que, mesmo sendo sua primeira mamada, você faz tão bem. E uma coisa eu te prometo, priminho: essa não vai ser a única que você vai fazer. E te aviso: de agora em diante, você vai ser minha putinha.
Enquanto isso, eu, totalmente submisso, apenas abria os olhos e olhava nos dele, o que pareceu excitá-lo ainda mais. Enquanto ele continuava com o vai e vem dentro da minha boca, eu, por puro instinto e excitação, comecei a me tocar devagar, tocando meu pauzinho como ele tinha feito. Assim ficamos por uns 5 minutos, até que de repente senti um gosto estranho na boca — algo salgado, líquido, saindo do pau dele. E, para minha surpresa, acho que foi o que mais gostei naquele dia. Depois de tirar o pau da minha boca, ele disse:
— J: Engole, safado. Ainda não acabamos, ainda… preciso experimentar esse rabo gostoso que você carrega (eu, completamente submisso, obedeci sua ordem, abrindo a boca para que ela visse como minha boca estava cheia de seu sêmen e engolia tudo de uma vez, então a abri novamente para mostrar que tinha engolido. ao abrir a boca, coloquei a língua para fora e ela disse) J- mmmm... isso, promíscuo... você gostou... he... bem, putinha prodigiosa) Ela disse, segurando um dos meus braços e, com um único movimento, me virou novamente, ficando agora de bruços e começou a descer enquanto apalpava minhas pernas, subindo até minha bunda e, assim que chegou lá, começou a beijar minha bunda. ficou ali um momento, como se tentando me retribuir o favor, comendo meu cu, o que me excitou totalmente de novo. ela dava pequenos beijos nas minhas nádegas, depois lambidas, uma ou outra mordida, embora me fizesse esperar para me fazer gozar. depois, me fez inclinar um pouco mais os joelhos, ficando como em quatro, e abrindo totalmente minhas nádegas, começou a comer meu rabo, metendo a língua. começou a comer meu cu com muita luxúria, muita saliva, eu podia sentir como alguma que outra gota escorria sobre minhas pequenas bolas e meu pequeno pênis, o que me fazia sentir ainda mais excitado e, dando uma pequena palmada na minha bunda, ela cuspiu no meu cu, e de uma só estocada enfiou completamente seu pênis, enquanto eu mordia um dos travesseiros que tinha na frente – foi o único modo que consegui abafar meu grito, que, embora tenha sido bastante doloroso, uma parte de mim realmente gostou, e ainda mais quando ele começou novamente com um vai e vem bastante brusco, bastante violento da parte dele, enquanto continuava com seus deliciosos comentários) J- você é uma puta excelente e de agora em diante esse rabo gostoso será meu, entende? nunca comi um cu de puta tão delicioso assim, então eu vou te ensinar a ser a puta ideal de todo homem e te aviso que toda vez que eu quiser, vou te foder como eu quiser, onde eu quiser e se um dia eu quiser também oferecer sua bunda aos meus amigos, eu vou fazer que tenho certeza que vocês vão gostar, assim como uma vadia bunduda... só te visto de menininha e hmm... Você não vai aguentar, promíscua... (e entre tapa na bunda e tapa na bunda e vai-e-vem violento, ele acabou gozando pela segunda vez dentro de mim, ficando exausto, deixou-se cair um pouco sobre minhas costas, deixando eu ouvir sua respiração ofegante no meu ouvido e mal tirou o pau, eu podia sentir como aquele mesmo líquido que antes estava na minha boca agora escorria do meu cu, e como comecei a pingar dele e começou a escorrer sobre minhas pequenas bolas e meu pau, assim como ele fez com sua saliva e, ao terminar de se recuperar, simplesmente se levantou um pouco, guardou de novo aquele pau delicioso e, me dando outro tapa na bunda, disse) J- acho que na próxima não seremos só eu e você, vadia, e vou te trazer uns presentinhos... (me deixando completamente deitado e escorrendo porra na cama como uma boa vadia barata, dando assim o início da minha putaria) ---fim--- Espero que tenham gostado dessa fantasia, não sei como chamar realmente, alguma sugestão por favor deixem nos comentários e agradeceria qualquer conselho. Até mais, meus bebês.
3 comentários - Como me deixaram safada 😈🔥