Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Quando ela parou pra pensar um segundo, disse pra si mesma que talvez tivesse entendido errado. Não era possível que o irmão do marido estivesse dando em cima dela. Se olhou no espelhinho que fica antes da porta da cozinha e percebeu que estava corada. Quis se matar. Fechou a porta ao entrar e se encostou nela, atordoada. Uma coisa era aceitar de boa quando alguém dava em cima dela ou queria alguma coisa, isso ela gostava, sem dúvida. Mas outra coisa bem diferente era ficar exposta, com o rosto vermelho, deixando claro que aquelas indiretas mexiam com alguma coisa lá no fundo dos seus pensamentos, das suas fantasias. Se sentiu vulnerada no mais oculto dos seus segredos: aquele que ela tinha se esforçado pra esconder até de si mesma.
Era uma sexta à noite e Andrés, o irmão de Mariano, o marido dela, tinha vindo convidado pelo próprio irmão. A ideia era sair pra jantar os dois casais, aproveitando que estavam de visita no país. Andrés e a mulher só iam ficar duas semanas e já tinha passado uma inteira sem terem tido tempo de se juntar pra conversar sossegados um pouco.
Pontualmente às 8 da noite, tocou a campainha lá em cima do apartamento e Camila, só de roupão, acabando de sair do banho, se surpreendeu ao descobrir que Andrés tinha chegado sozinho. Depois de um abraço carinhoso de reencontro, que pra Camila pareceu, talvez, um pouco mais demorado e apertado do que o necessário, ela fez ele entrar e ficar à vontade e se desculpou por ter que fazê-lo esperar enquanto se vestia.
- Mas se você tá perfeita assim... - disse ele, brincando, o cunhado, examinando ela de cima a baixo, no comprimento e na largura toda.
- Kkkk... - respondeu Camila. - Sua mulher chega agora ou vem mais tarde?
E enquanto ele desaparecia no corredor que leva ao quarto dela, ela ouviu ele dizer que a esposa dele tinha aproveitado pra se encontrar com umas amigas e que ele ia se juntar a eles na hora das sobremesas, mais tarde, naquela noite.
Essa resposta deixou ela meio desconfortável.
No chão ficou o roupão de banho. O corpo nu dela a confrontava do espelho. Os peitos dela pendiam com graça. Sempre achou eles bonitos, bem proporcionados. O brilho no corpo, por causa do creme que ela estava passando bem na hora que a campainha tocou, tirava uns anos da pele dela e isso, ela adorava. Nas coxas dela, descobriu um pouco de creme sem espalhar. Ao se inclinar, levemente, pra se massagear, um pensamento ousado cruzou a mente dela: ela estava completamente pelada a uns 2 ou 3 metros do cunhado dela. Um homem que, ela tinha que admitir, sempre foi mais que interessante. E mesmo que tivesse duas paredes entre eles, o fato de se saber assim, nua da cabeça aos pés, perto de um homem que não era o marido dela, com a bunda um pouco levantada na direção da porta e os peitos balançando no vai e vem do movimento que ela mesma fazia ao roçar a pele, espalhando o creme, gerava nela algo estranho, uma sensação nova...
Ela semicerrrou os olhos por um instante, sentiu um calor subir e logo entendeu que os dedos dela ainda estavam molhados, mas já não era por causa do creme, e sim pelo tesão da própria buceta dela, que era o que ela estava realmente acariciando... Assustada, parou o movimento. Achou que viu no espelho um movimento atrás dela. Com medo, descobriu que a porta do quarto dela não tinha fechado direito.
Ao olhar pelo corredor, não viu nada. A sensação de insegurança corroía a cabeça dela. Alguém tinha estado olhando ela ou foi só o movimento da porta que ela viu no reflexo...?
Pela culpa que sentiu, depois do longo tempo que passou desde que deixou o cunhado dela sozinho. Lei na sala, vestiu o primeiro vestido que encontrou, sem perceber direito o quão provocante ele era. Um vestidinho azul furioso, com uma saia bem curta cujo tecido deixava transparecer o fundo do calce da sua tanguinha, quando não, em alguns movimentos rápidos, simplesmente deixava tudo à mostra. O vestido era tão aberto que o decote também ficava generosamente exibido e permitia, a um olhar sagaz, apreciar, conforme o movimento, a redondeza dos peitos e até os biquinhos da dona.
Logo Camila entendeu a situação em que se meteu. Os olhares e os comentários de Andrés foram evidentes. Infelizmente, trocar de roupa agora teria sido estranho, como um desaforo. Quando ofereceu algo pra ele beber, seu cunhado respondeu sério:
– De você, eu tomo o que quiser me oferecer...
Apoiada agora na porta da cozinha, ela pensava no sem-noção do cunhado dela. Era verdade que ela gostava, como mulher, de ser elogiada daquele jeito, de receber cantadas. Isso aumentava a autoestima dela. Mas o Andrés... o irmão do Mariano... Sim, ele era um homem desejável, claro. Mas era o cunhado dela... Sempre bem vestido, bem arrumado... um perfume gostoso... o cheiro da nuca e do pescoço dele quando o abraçou mais cedo a invadiu de repente. É verdade que ele é um homem que se cuida... ela lembrou da força com que ele apertou ela antes, da firmeza dos músculos dos braços e das costas dele quando ela roçou a palma da mão naquele abraço...
O celular tocou. Estava ali, apoiado na bancada. Camila suspirou, saindo confusa do devaneio. A mensagem era do Mariano. Era a quinta mensagem que ela recebia. Pelo visto, ele tinha ficado preso no meio da Panamericana voltando pra casa. E o nível de desespero e tesão aumentava de mensagem em mensagem. Na última, entre xingamentos, ele entendia que a coisa ia demorar um bom tempo. Ela ligou pra ele na hora. Contou que o irmão tinha acabado de chegar e que estavam esperando ele pra sair, que a mulher dele chegava a qualquer momento com certeza a tempo de saírem todos juntos. Que eles não se preocupassem, que esperavam. No pior dos casos, pediam comida e jantavam ali, e depois saíam pra beber algo mais tarde. Conseguiu acalmá-lo um pouco. "Te amo, amor. Te espero. Não demora tanto. Não me deixa aqui sozinha presa com seu irmão, haha..."
Da cozinha, ela saiu com dois drinks prontos e uma certa calma. O olhar tarado que o cunhado dela lançava, agora não a perturbava tanto.
Ela sentou ao lado dele no sofá. Levantando as pernas e apoiando-as, flexionadas, sobre o couro, deixando à mostra a pele lisa e perfeita. Ela se inclinava pra frente enquanto conversava com o Andrés, e os movimentos dela eram alegres, de uma eloquência exagerada. Ela tinha plena consciência da atenção que os peitos dela, mal cobertos, geravam.
Para o segundo Rodada de drinks, a desinibição dos dois era nítida e o clima que se formou entre eles era de total intimidade.
Camila sentia os olhares lascivos de Andrés quase como carícias na pele. Ela o encarava. Ficou um tempão focada na boca dele, gostou do formato dos lábios. Se perguntou se a saliva de Andrés teria um gosto parecido com a do irmão dele...
Aos poucos, foi criando coragem pra tocá-lo. Primeiro os ombros. Só um pouquinho. Ajeitou a gola da camisa dele. Com alguma desculpa, colocou as mãos no peito dele, queria sentir a batida do coração. A firmeza daqueles peitorais trabalhados fez ela apertar as pernas. De repente, estava tão perto do cunhado que dava pra sentir o cheiro do hálito dele. Se deitou no peito dele. Sabia que nessa posição os peitos dela ficavam totalmente à mostra pra Andrés. Adorou a sensação de se deixar ver por outro homem que não fosse o marido. O fato de ser o próprio irmão dele deixava tudo mais picante. Se sentiu ousada. A excitação marcava o centro da calcinha branca dela, que mostrava uma mancha de umidade crescendo aos poucos. As mãos dela brincavam entre os botões da camisa, indo de cima pra baixo. Sentia no ouvido o coração do cunhado acelerar conforme ela descia. Quando as mãos chegaram no zíper da calça, as batidas do coração não dava só pra ouvir, mas também sentir na pele do peito dela. Antes de soltar a rola dele, procurou a boca dele. Foi beijando pra cima, começando pelo peito, passando pelo pescoço, aspirando aquele perfume gostoso que a enlouqueceu desde o primeiro momento, e depois a boca...
As mãos dela não pararam, enquanto beijava ele, terminou de abrir o zíper. Quando a pica dele já estava pra fora, meio dura, ela agarrou com força e apertou até sentir bem durinha. Ele gemia, louco de tesão. Ela lambia a boca dele, encantada com o gosto da saliva, tão diferente do que o irmão dele tinha acostumado ela. Num instante, ele Ela se contorceu, talvez um pouco surpresa ou dolorida com a pressão das mãos dela, mas claramente excitada.
Camila, ajoelhada no sofá, baixou devagar o rosto até encostar a ponta da língua na pica dele. Saboreou suavemente porque fazia tempo que não provava outra pica que não a do marido. E não fazia isso porque a excitava o gosto ser diferente. Não. O que a excitava era ser outra pica, uma diferente, mas principalmente por ser a pica do irmão do marido... isso deixava tudo ainda mais gostoso. Percebeu que o formato era muito parecido, talvez um pouco mais grosso, e já se deliciava de antemão ao pensar em sentir ela entrando, abrindo caminho dentro dela.
Ele, mesmo concentrado em aproveitar a língua da cunhada, aproximou as mãos até a bunda dela e começou a acariciar. Com suavidade, chegou até a virilha. Percorreu ela com os próprios fluidos dela. Enfiou os dedos com segurança e conhecimento. Os dedos dele, apertados pela tensão daquela calcinha fio-dental minúscula, brincaram por fora e por dentro. A boca de Camila, faminta por aquela pica proibida, se ajudava com as mãos, que também acariciavam as bolas de Andrés, para dar mais prazer a ele. O corpo dela dançava para os dedos dele, o prazer que sentia dava vontade de morder a pica dele, se pudesse, teria arrancado um pedaço.
No auge daquele momento, o telefone tocou. A frustração fez ela chutar o aparelho, que caiu no chão, reproduzindo a mensagem de áudio que acabara de chegar: "Amor, a estrada desbloqueou. Esperem aí que em 5 minutos chego no apartamento...
Olharam-se por um instante. Mariano podia chegar a qualquer momento...
Cinco minutos...
A situação era extrema. O tesão que os dois sentiam era inadiável, mas o risco era grande demais.
Tinham se deixado levar...
Com a boca brilhando de saliva, Camila virou a cabeça para Andrés, que lentamente começava a perder a ereção.
Quatro minutos.
Ainda absortos pelo que acabara de acontecer, nenhum dos dois se mexia. O coração acelerado de Camila não diminuía o ritmo. A primeira coisa que sentiu depois foi raiva. Raiva dele por ter se insinuado tanto, por ter provocado ela, por ter deixado chegar naquela situação. Ficava assustada ao pensar que estiveram prestes a ir mais longe...
"Não dá. Não podemos fazer isso com o Mariano...", disse Camila em voz alta.
Três minutos.
Mas percebeu que, ao falar, o membro semiduro do cunhado voltou a ficar rígido... "não dá pra eu dar pra irmão do meu marido...", repetiu Camila, esperando atentamente a reação dele.
Ficou mais dura ainda.
Naquele instante, Andrés se perguntava se a cunhada era capaz de provocá-lo daquele jeito e deixá-lo na mão. 'Não pode ser tão piranha. Não. Isso não pode acabar assim', pensava.
Com uma sensação misturada de raiva e tesão, Camila começou a gritar com Andrés, mas quando terminou de dizer: "Você é um filho da puta se acha que vai comer a mulher do seu irmão na casa dele..." já tinha subido em cima dele, rebolando pra se ajeitar e sentir bem lá dentro aquela pica disposta.
Os movimentos da bacia dela sobre ele o dominavam completamente. Na verdade, ela se mexia do jeito que mais gostava, da forma que mais curtia. Era exatamente do mesmo jeito que adorava dar pro Mariano, mas dessa vez realizando uma das suas fantasias: transar com o cunhado...
Dois minutos.
Bem perto, tinham os rostos um de frente pro outro e se seguravam no olhar... ela pulando em cima dele. Ele enfiando cada vez mais fundo. lá dentro, tentando fazer ele sentir o pau dela inchado e quente.
"Você gosta de foder sua cunhada... Né? Filho da puta!", ela disse com o rosto transtornado.
"E você, puta de merda? Na sua própria casa chupa o pau do irmão do seu marido...?", ele investia, com raiva e tesão.
"Sim. Adoro seu pau. Sempre quis provar. Adoro que seja o seu. Siiim. Siiim", ela admitiu finalmente.
Suas bocas brincaram, naquele momento, mais um round dessa luta épica.
Um minuto.
"Então você gosta do meu pau, filha da puta? Sim...? E a porra, você quer? Quer agora?", ele disse, todo suado e com o rosto vermelho prestes a explodir.
"Sim. Sim. Sim. A porra agora. Agora." Ela gritou na cara dele e continuou pedindo, "Me dá! Não ligo pra nada! Me dá a porra agora, cunhado...!"
"Toma. Tomaaaaa...!" – gritou Andrés cravando o pau o mais fundo possível, espalhando vários jatos quentes de sêmen dentro da cunhada, a mulher do irmão dele, que continuava se mexendo, espasmodicamente, gozando um dos orgasmos mais intensos da vida dela, em cima dele.
Porta...
..
Obrigado por ler.
Pra cada história eu dedico várias horas de trabalho, agora você pode dar sua opinião:
Avaliar meu trampo de 1 a 10 do seu jeito.
Deixar um comentário, bom ou ruim.
Me seguir se curtiu a história. (Posto material próprio toda semana)
Otras historias:
https://poringa.net/posts/relatos/3893443/El-primer-secreto-con-mi-hermana-1.html
https://poringa.net/posts/relatos/3730621/Noche-secreta-en-la-casa-de-mi-tia.html
https://poringa.net/posts/relatos/3864079/La-Noche-de-Mamis-solas.html
Más en:
https://poringa.net/martinfcd/posts
..
Era uma sexta à noite e Andrés, o irmão de Mariano, o marido dela, tinha vindo convidado pelo próprio irmão. A ideia era sair pra jantar os dois casais, aproveitando que estavam de visita no país. Andrés e a mulher só iam ficar duas semanas e já tinha passado uma inteira sem terem tido tempo de se juntar pra conversar sossegados um pouco.
Pontualmente às 8 da noite, tocou a campainha lá em cima do apartamento e Camila, só de roupão, acabando de sair do banho, se surpreendeu ao descobrir que Andrés tinha chegado sozinho. Depois de um abraço carinhoso de reencontro, que pra Camila pareceu, talvez, um pouco mais demorado e apertado do que o necessário, ela fez ele entrar e ficar à vontade e se desculpou por ter que fazê-lo esperar enquanto se vestia.
- Mas se você tá perfeita assim... - disse ele, brincando, o cunhado, examinando ela de cima a baixo, no comprimento e na largura toda.
- Kkkk... - respondeu Camila. - Sua mulher chega agora ou vem mais tarde?
E enquanto ele desaparecia no corredor que leva ao quarto dela, ela ouviu ele dizer que a esposa dele tinha aproveitado pra se encontrar com umas amigas e que ele ia se juntar a eles na hora das sobremesas, mais tarde, naquela noite.
Essa resposta deixou ela meio desconfortável.
No chão ficou o roupão de banho. O corpo nu dela a confrontava do espelho. Os peitos dela pendiam com graça. Sempre achou eles bonitos, bem proporcionados. O brilho no corpo, por causa do creme que ela estava passando bem na hora que a campainha tocou, tirava uns anos da pele dela e isso, ela adorava. Nas coxas dela, descobriu um pouco de creme sem espalhar. Ao se inclinar, levemente, pra se massagear, um pensamento ousado cruzou a mente dela: ela estava completamente pelada a uns 2 ou 3 metros do cunhado dela. Um homem que, ela tinha que admitir, sempre foi mais que interessante. E mesmo que tivesse duas paredes entre eles, o fato de se saber assim, nua da cabeça aos pés, perto de um homem que não era o marido dela, com a bunda um pouco levantada na direção da porta e os peitos balançando no vai e vem do movimento que ela mesma fazia ao roçar a pele, espalhando o creme, gerava nela algo estranho, uma sensação nova...
Ela semicerrrou os olhos por um instante, sentiu um calor subir e logo entendeu que os dedos dela ainda estavam molhados, mas já não era por causa do creme, e sim pelo tesão da própria buceta dela, que era o que ela estava realmente acariciando... Assustada, parou o movimento. Achou que viu no espelho um movimento atrás dela. Com medo, descobriu que a porta do quarto dela não tinha fechado direito.
Ao olhar pelo corredor, não viu nada. A sensação de insegurança corroía a cabeça dela. Alguém tinha estado olhando ela ou foi só o movimento da porta que ela viu no reflexo...?
Pela culpa que sentiu, depois do longo tempo que passou desde que deixou o cunhado dela sozinho. Lei na sala, vestiu o primeiro vestido que encontrou, sem perceber direito o quão provocante ele era. Um vestidinho azul furioso, com uma saia bem curta cujo tecido deixava transparecer o fundo do calce da sua tanguinha, quando não, em alguns movimentos rápidos, simplesmente deixava tudo à mostra. O vestido era tão aberto que o decote também ficava generosamente exibido e permitia, a um olhar sagaz, apreciar, conforme o movimento, a redondeza dos peitos e até os biquinhos da dona.
Logo Camila entendeu a situação em que se meteu. Os olhares e os comentários de Andrés foram evidentes. Infelizmente, trocar de roupa agora teria sido estranho, como um desaforo. Quando ofereceu algo pra ele beber, seu cunhado respondeu sério:
– De você, eu tomo o que quiser me oferecer...
Apoiada agora na porta da cozinha, ela pensava no sem-noção do cunhado dela. Era verdade que ela gostava, como mulher, de ser elogiada daquele jeito, de receber cantadas. Isso aumentava a autoestima dela. Mas o Andrés... o irmão do Mariano... Sim, ele era um homem desejável, claro. Mas era o cunhado dela... Sempre bem vestido, bem arrumado... um perfume gostoso... o cheiro da nuca e do pescoço dele quando o abraçou mais cedo a invadiu de repente. É verdade que ele é um homem que se cuida... ela lembrou da força com que ele apertou ela antes, da firmeza dos músculos dos braços e das costas dele quando ela roçou a palma da mão naquele abraço...
O celular tocou. Estava ali, apoiado na bancada. Camila suspirou, saindo confusa do devaneio. A mensagem era do Mariano. Era a quinta mensagem que ela recebia. Pelo visto, ele tinha ficado preso no meio da Panamericana voltando pra casa. E o nível de desespero e tesão aumentava de mensagem em mensagem. Na última, entre xingamentos, ele entendia que a coisa ia demorar um bom tempo. Ela ligou pra ele na hora. Contou que o irmão tinha acabado de chegar e que estavam esperando ele pra sair, que a mulher dele chegava a qualquer momento com certeza a tempo de saírem todos juntos. Que eles não se preocupassem, que esperavam. No pior dos casos, pediam comida e jantavam ali, e depois saíam pra beber algo mais tarde. Conseguiu acalmá-lo um pouco. "Te amo, amor. Te espero. Não demora tanto. Não me deixa aqui sozinha presa com seu irmão, haha..."
Da cozinha, ela saiu com dois drinks prontos e uma certa calma. O olhar tarado que o cunhado dela lançava, agora não a perturbava tanto.
Ela sentou ao lado dele no sofá. Levantando as pernas e apoiando-as, flexionadas, sobre o couro, deixando à mostra a pele lisa e perfeita. Ela se inclinava pra frente enquanto conversava com o Andrés, e os movimentos dela eram alegres, de uma eloquência exagerada. Ela tinha plena consciência da atenção que os peitos dela, mal cobertos, geravam.
Para o segundo Rodada de drinks, a desinibição dos dois era nítida e o clima que se formou entre eles era de total intimidade.
Camila sentia os olhares lascivos de Andrés quase como carícias na pele. Ela o encarava. Ficou um tempão focada na boca dele, gostou do formato dos lábios. Se perguntou se a saliva de Andrés teria um gosto parecido com a do irmão dele...
Aos poucos, foi criando coragem pra tocá-lo. Primeiro os ombros. Só um pouquinho. Ajeitou a gola da camisa dele. Com alguma desculpa, colocou as mãos no peito dele, queria sentir a batida do coração. A firmeza daqueles peitorais trabalhados fez ela apertar as pernas. De repente, estava tão perto do cunhado que dava pra sentir o cheiro do hálito dele. Se deitou no peito dele. Sabia que nessa posição os peitos dela ficavam totalmente à mostra pra Andrés. Adorou a sensação de se deixar ver por outro homem que não fosse o marido. O fato de ser o próprio irmão dele deixava tudo mais picante. Se sentiu ousada. A excitação marcava o centro da calcinha branca dela, que mostrava uma mancha de umidade crescendo aos poucos. As mãos dela brincavam entre os botões da camisa, indo de cima pra baixo. Sentia no ouvido o coração do cunhado acelerar conforme ela descia. Quando as mãos chegaram no zíper da calça, as batidas do coração não dava só pra ouvir, mas também sentir na pele do peito dela. Antes de soltar a rola dele, procurou a boca dele. Foi beijando pra cima, começando pelo peito, passando pelo pescoço, aspirando aquele perfume gostoso que a enlouqueceu desde o primeiro momento, e depois a boca...
As mãos dela não pararam, enquanto beijava ele, terminou de abrir o zíper. Quando a pica dele já estava pra fora, meio dura, ela agarrou com força e apertou até sentir bem durinha. Ele gemia, louco de tesão. Ela lambia a boca dele, encantada com o gosto da saliva, tão diferente do que o irmão dele tinha acostumado ela. Num instante, ele Ela se contorceu, talvez um pouco surpresa ou dolorida com a pressão das mãos dela, mas claramente excitada.
Camila, ajoelhada no sofá, baixou devagar o rosto até encostar a ponta da língua na pica dele. Saboreou suavemente porque fazia tempo que não provava outra pica que não a do marido. E não fazia isso porque a excitava o gosto ser diferente. Não. O que a excitava era ser outra pica, uma diferente, mas principalmente por ser a pica do irmão do marido... isso deixava tudo ainda mais gostoso. Percebeu que o formato era muito parecido, talvez um pouco mais grosso, e já se deliciava de antemão ao pensar em sentir ela entrando, abrindo caminho dentro dela.
Ele, mesmo concentrado em aproveitar a língua da cunhada, aproximou as mãos até a bunda dela e começou a acariciar. Com suavidade, chegou até a virilha. Percorreu ela com os próprios fluidos dela. Enfiou os dedos com segurança e conhecimento. Os dedos dele, apertados pela tensão daquela calcinha fio-dental minúscula, brincaram por fora e por dentro. A boca de Camila, faminta por aquela pica proibida, se ajudava com as mãos, que também acariciavam as bolas de Andrés, para dar mais prazer a ele. O corpo dela dançava para os dedos dele, o prazer que sentia dava vontade de morder a pica dele, se pudesse, teria arrancado um pedaço.
No auge daquele momento, o telefone tocou. A frustração fez ela chutar o aparelho, que caiu no chão, reproduzindo a mensagem de áudio que acabara de chegar: "Amor, a estrada desbloqueou. Esperem aí que em 5 minutos chego no apartamento...
Olharam-se por um instante. Mariano podia chegar a qualquer momento...
Cinco minutos...
A situação era extrema. O tesão que os dois sentiam era inadiável, mas o risco era grande demais.
Tinham se deixado levar...
Com a boca brilhando de saliva, Camila virou a cabeça para Andrés, que lentamente começava a perder a ereção.
Quatro minutos.
Ainda absortos pelo que acabara de acontecer, nenhum dos dois se mexia. O coração acelerado de Camila não diminuía o ritmo. A primeira coisa que sentiu depois foi raiva. Raiva dele por ter se insinuado tanto, por ter provocado ela, por ter deixado chegar naquela situação. Ficava assustada ao pensar que estiveram prestes a ir mais longe...
"Não dá. Não podemos fazer isso com o Mariano...", disse Camila em voz alta.
Três minutos.
Mas percebeu que, ao falar, o membro semiduro do cunhado voltou a ficar rígido... "não dá pra eu dar pra irmão do meu marido...", repetiu Camila, esperando atentamente a reação dele.
Ficou mais dura ainda.
Naquele instante, Andrés se perguntava se a cunhada era capaz de provocá-lo daquele jeito e deixá-lo na mão. 'Não pode ser tão piranha. Não. Isso não pode acabar assim', pensava.
Com uma sensação misturada de raiva e tesão, Camila começou a gritar com Andrés, mas quando terminou de dizer: "Você é um filho da puta se acha que vai comer a mulher do seu irmão na casa dele..." já tinha subido em cima dele, rebolando pra se ajeitar e sentir bem lá dentro aquela pica disposta.
Os movimentos da bacia dela sobre ele o dominavam completamente. Na verdade, ela se mexia do jeito que mais gostava, da forma que mais curtia. Era exatamente do mesmo jeito que adorava dar pro Mariano, mas dessa vez realizando uma das suas fantasias: transar com o cunhado...
Dois minutos.
Bem perto, tinham os rostos um de frente pro outro e se seguravam no olhar... ela pulando em cima dele. Ele enfiando cada vez mais fundo. lá dentro, tentando fazer ele sentir o pau dela inchado e quente.
"Você gosta de foder sua cunhada... Né? Filho da puta!", ela disse com o rosto transtornado.
"E você, puta de merda? Na sua própria casa chupa o pau do irmão do seu marido...?", ele investia, com raiva e tesão.
"Sim. Adoro seu pau. Sempre quis provar. Adoro que seja o seu. Siiim. Siiim", ela admitiu finalmente.
Suas bocas brincaram, naquele momento, mais um round dessa luta épica.
Um minuto.
"Então você gosta do meu pau, filha da puta? Sim...? E a porra, você quer? Quer agora?", ele disse, todo suado e com o rosto vermelho prestes a explodir.
"Sim. Sim. Sim. A porra agora. Agora." Ela gritou na cara dele e continuou pedindo, "Me dá! Não ligo pra nada! Me dá a porra agora, cunhado...!"
"Toma. Tomaaaaa...!" – gritou Andrés cravando o pau o mais fundo possível, espalhando vários jatos quentes de sêmen dentro da cunhada, a mulher do irmão dele, que continuava se mexendo, espasmodicamente, gozando um dos orgasmos mais intensos da vida dela, em cima dele.
Porta...
..
Obrigado por ler.
Pra cada história eu dedico várias horas de trabalho, agora você pode dar sua opinião:
Avaliar meu trampo de 1 a 10 do seu jeito.
Deixar um comentário, bom ou ruim.
Me seguir se curtiu a história. (Posto material próprio toda semana)
Otras historias:
https://poringa.net/posts/relatos/3893443/El-primer-secreto-con-mi-hermana-1.html
https://poringa.net/posts/relatos/3730621/Noche-secreta-en-la-casa-de-mi-tia.html
https://poringa.net/posts/relatos/3864079/La-Noche-de-Mamis-solas.html
Más en:
https://poringa.net/martinfcd/posts
..
1 comentários - Cinco minutos a solas con el cuñado.