Me deitei com a cabeça a mil, não conseguia acreditar no que tinha acontecido. No dia seguinte, a gente se evitava. Eu me escondia e o Seba se trancava. A noite chegou. Todo mundo dormia, mas eu não conseguia. Bateram na minha porta. S- Sou eu. Posso entrar? Y- Pode. Entra. Ele estava só de cueca. O volume dele já era visível, mesmo dormindo. Eu só tinha um pijama de seda de verão. S- Com licença, Carli. Quero me desculpar pela noite passada. Perdi o controle e acabei fazendo a pior coisa como irmão. Y- Nós dois passamos dos limites. Eu... Uma parte de mim queria ver se você era capaz... S- Agora a gente sabe... Mas ainda tive um pouco de controle! Y- Ah é? Como assim? S- É... Eu não... Y- Não o quê? (Que mina você é, quer que eu fale!) S- Não enfiei em você... Y- Mas queria? S- ... Sim. Olhei pro volume dele crescendo apertado. A sacanagem voltava... Algo brilhava nos olhos dele e nos meus, porque a gente se olhava como dois animais no cio. Senti calor e frio ao mesmo tempo... S- Mas desejar é uma coisa, fazer coisas erradas com você é outra. Nem perguntei se podia te chupar. Y- Eu também não te parei... S- Você gostou? Y- Sim... Tipo... Nunca ninguém fez aquilo comigo daquele jeito... S- Você gozou forte... Aí ele me pegou. Era impossível mentir sobre isso. Fiquei vermelha e baixei o olhar. Ele segurou meu rosto e me deu um beijo suave nos lábios. S- Isso não é algo pra você se envergonhar. Me excitou pra caralho! Olhei pro pacote dele e vi que ia explodir a qualquer momento. Y- Imagino... Você gozou na hora! S- É... Desculpa por isso. Mas era bater uma ou meter. E meter teria sido muito errado, não acha? Imagina se eu tivesse te comido? Isso ele falou com uma voz cheia de luxúria, não como um irmão. Claro que imaginei aquela beleza dentro de mim, me deixou com tesão e a Carla, a putinha, não recua. Y- Pra imaginar melhor... Você mostraria de novo? S- Ok. Mas fica quietinha. Sentei com as mãos segurando firme na cama. Ele tirou a cueca e aproximou o pau da minha cara. Fechei os olhos e senti o cheiro dele. Olhei bem pra ele e depois pra ele. S- Abre a boca. boca. A Carla, a putinha, obedeceu por mim. Ela enfiou um pouco. O gosto dela era delicioso. S- Chupa. Assim, sem as mãos. Ela mexia o quadril devagar, entrando e saindo da minha boca. Só a cabeça. Eu não conseguia pensar em nada além daquela sensação. S- Agora vou mais fundo. Y- Mmhm. (Como você deixa ela te comer a boca! Mexe, gostosa, chupa a pica dela!) A putinha tinha razão. Comecei a mexer o pescoço e a usar melhor a língua. S- Aaah... Como chupa bem! Mas chega! Deita. Deitei e ajudei ele a tirar meu shortinho. Ele ficou ajoelhado aos meus pés. S- Agora abre as pernas e deixa comigo. A suavidade dos gestos dele e o tom da voz me hipnotizavam. Eu só obedecia. Ele abriu minha buceta e lambeu tudo por inteiro. Eu me arrepiei. S- Mmm... Já tá molhada! Você ficou com tesão! (Cala a boca e continua chupando!) Y- mmm ahh Como ele usava bem a boca! Fazia devagar, com amor e muita habilidade. Foi fácil pra ele me fazer gozar. Eu teria deixado ele continuar, mas ele se levantou e apoiou a pica no meu monte de Vênus. Senti ela quente. Olhei nos olhos dele e entendi as intenções... Ele começou a esfregar a ponta pra cima e pra baixo, como se fosse um pincel na minha buceta. Me deixou aberta e entregue. Ele enfiou só a cabeça e mexia em círculos. Tava me deixando louca! S- Tiro ou enfio mais? Você decide! Como resposta, prendi ele com minhas pernas e segurei os braços dele pra puxar ele contra mim. Y- Aaahhhh... S- Uuuhh... Siii... Ele tinha entrado em mim. Meu irmão tava me comendo e eu aceitava. A putinha que existe em mim tomou controle do meu corpo e mente, eu me deixei levar. (Fiiinalmente! Uma pica perfeita! E sendo a do Seba é ainda melhor! Sempre perto, sempre nossa!) O incesto já não era mais uma palavra feia, e sim algo muito excitante! Seba me comia suave, sem pressa. Nossos corpos se encaixavam como peças de um quebra-cabeça. O cheiro dele, a pele, o olhar, a boca... Tudo nele era desejável. Continuamos no papai-e-mamãe até ele me virar de bruços e meter de novo. Dessa vez, a A penetração ficou mais profunda e mais intensa. E- Aaaah... Sebaaaa! S- Cê gosta assim, Carilta? Toma tudo! Ele empurrou com força contra minha bunda e me enterrou até o fundo. Que prazer! Eu tava prestes a ter o melhor orgasmo da minha vida com o pau do meu irmão. Esse pensamento tão proibido acelerou tudo. E- Aaaaahh... Aah... Aaay... Sim, sim, siiiim! Seba ficou parado dentro de mim por uns segundos enquanto todo o meu interior apertava ele. S- Agora cê é toda minha! E vai fazer eu gozar! E- Não... Cê não pode... Dentro! S- Eu sei. Cê vai sentar no chão. Me adiantando aos desejos dele, sentei sobre minhas pernas, feito uma gueixa, e me preparei pra receber. Eu masturbei ele com uma mão e chupei o pau dele cheio dos meus fluidos. Só queria dar prazer pra ele. Fiz ele gozar rapidinho. S- Aaah sim, mana! Gozei! Recebi todo o sêmen dele na minha boca e engoli o máximo que pude sem soltar. S- Aaaahhhh cê é a melhoooor! Ele caiu exausto na cama dele, me olhando com um sorriso cúmplice. Retribuí o gesto e ele me deu um beijo na boca. Me desejou boa noite e fui pro meu quarto.
2 comentários - Entreguei pro meu irmão