
Essa história que vou contar pra vocês aconteceu há muito tempo, uns 5 anos atrás, mas até hoje lembro de cada detalhe do que rolou.
Era mais novo e tava namorando uma mina que foi minha colega no colégio, com quem eu transava, claro, mas tava muito longe do que eu via em filmes e vídeos eróticos. Minha intenção não era pressionar minha namorada, mas, mesmo tentando e sugerindo coisas novas, ela não topava. Primeiro, ela tinha pouca experiência no sexo (eu fui o primeiro dela) e, segundo, era extremamente religiosa, muitas vezes se sentindo culpada depois do ato sexual.
Então, além de eu tocar um pouco na minha rola e fazer o papai-e-mamãe, não passava disso... ela nem deixava eu chupar a buceta dela, porque dizia que gostava de me beijar quando a gente transava e tinha nojo de pensar que minha língua tinha estado numa ppk, mesmo que fosse a dela.
Já expliquei como tava minha situação amorosa naquela época, agora vou contar como foi minha primeira traição com ela. Não me orgulho nem um pouco de ter feito isso, mas talvez depois dessa história vocês consigam entender por que eu pulei a cerca.
A história começou numa sexta à noite. Tenho uma amiga desde pequeno, somos super parceiros e sempre saíamos pra farrear juntos. Na real, a gente saía às sextas porque sábado geralmente tava com nossos respectivos parceiros.
Pra não ficar contando a história da minha vida e entrar em detalhes que valem a pena mais pra frente, vou dizer que naquela noite ela me falou que ia me buscar no carro dela e que depois a gente passaria pra pegar uma amiga dela, uma amiga que eu não conhecia. Era estranho eu não conhecer ela, já que a gente saía junto várias vezes, tínhamos um grupo de amigos em comum, mas eu realmente não a conhecia.
A primeira coisa que lembro é que, quando a amiga dela subiu no carro, aquele perfume doce e suave dela tomou conta de cada cantinho…
Eu tava no banco do carona, preparando o fernet que já tinha comprado, e larguei o copo pela metade pra observar ela, porque foi um cheiro tão gostoso e apetitoso quanto a imagem que veio na sequência… Era uma loira, mina, baixinha, peitinhos pequenos mas bem empinados e uma raba que até hoje eu dedico uma punheta ou outra…
Minha reação ao ver ela foi de um idiota, realmente cumprimentei com um "oi" e senti que fiquei vermelho de vergonha, um imbecil...
A mina em questão me cumprimentou, falou o nome dela e aí eu me toquei um pouco e falei o meu.
Bom, elas começaram a bater um papo entre si, eu continuei preparando o fernet, fui me soltando aos poucos até que chegamos no estacionamento pra fazer a prévia. Aí percebi que, além de ser uma belezinha tanto visual quanto aromática, era uma puta no cio, gaudéria, boca suja e uma gostosa que eu escolheria sempre pra sair pra farra.
Tendo tomado vários copos, começaram a falar com minha amiga sobre as posições que curtiam na cama, como ela engolia a porra, quantos já tinha comido, que alguns gostavam de levar dedo no cu e mais… às vezes lembravam que eu também tava ali e me perguntavam ou criticavam alguns dos nossos gostos, costumes e tal, como se eu fosse um representante da categoria dos homens.
A parada é que eu tava muito excitado…
Quando a gente entrou na balada, a mina me agarrou e a gente começou a dançar. Minha amiga foi pegar uma bebida no bar, e nós ficamos lá. A gente se pegou um tempão, dançava colado, ela encostava a raba em mim enquanto tocava um cuarteto, e eu fazia a volta nela. Num dado momento, ela chegou a boca perto pra eu dar um beijo, e claro que eu beijei… a gente ficou se beijando um tempo até eu cair na real e a imagem da minha namorada veio na cabeça. Aí eu parei, expliquei qual era a minha situação, ela riu e falou: “Fica tranquilo que não sou ciumenta…”
Naquela noite, não rolou muito mais.
Eu tinha ficado muito excitado, com culpa mas muito excitado, fiquei pensando nas coisas que a gente conversou antes e sentia que tava ficando louco… tanto que até mandei umas mensagens pra ela, a gente conversou e combinou de se encontrar de novo.
Na sexta seguinte, conversando com minha amiga e outros amigos, organizei um churrasco na casa de um parente que tinha viajado por uns dias. Elas chegaram com mais umas amigas, e a gente, os caras e eu, ficamos esperando elas enquanto preparava a carne. Lembro que naquela noite me despedi cedo da minha namorada, falando que meus amigos tinham chegado — claro, não mencionei nada sobre as minas virem — e ela me mandou um “vai, te amo, se comporta”. Aí me senti culpado de novo, porque claramente minhas intenções naquela noite era acabar na cama com aquela puta que tinha na cabeça a semana inteira. A culpa sumiu rapidinho quando vi ela entrar com uma saia curta que deixaria qualquer um louco. Lembro que comemos, ela tava sentada um pouco longe de mim, e depois do jantar eu levantei e fui tomar um banho, já que era eu quem tinha feito o churrasco.
Saí do banho, atravessei o quarto pra me trocar e lá estava ela, me olhando passar com um sorriso safado. Eu tava com o torso todo nu, só a toalha cobrindo a parte de baixo. Minha cabeça deu um BOOOM! e eu já sabia como aquela noite ia terminar. Bom, começamos a beber, olha vai, olha vem — a gente fez uns joguinhos bestas que o povo faz quando não tem nada pra fazer — e aí, depois de vários drinks, ela chegou junto e me beijou na frente de todo mundo. Assim, sem explicação nenhuma (nenhuma explicação pros outros, a gente sabia bem), ela me beijou e eu me joguei, tava completamente maravilhado, apaixonado e excitado por aquela mulher. As minhas meio que se irritaram, porque diziam que a gente tava sem noção, que era um momento constrangedor pra todo mundo e talvez elas tivessem razão, mas eu tava pouco me lixando, a única coisa que eu queria era ficar com ela.
Minhas amigas tentaram levar ela, ela me perguntou e eu disse pra ela ficar… assim que as minhas amigas foram embora, meus amigos também foram e eu levei ela pro quarto da cama grande.
Nós nos beijamos apaixonadamente, meu pau tava prestes a explodir, queria meter nele, mas também queria sentir com minha língua cada pedaço do corpo dela…
Ela, que tinha muita experiência no assunto… me beijava, me dava beijos no pescoço, mordia minha orelha, enfiava a língua dentro dela e eu tentava acompanhar o ritmo.
A primeira coisa que fiz quando tirei o sutiã dela foi chupar aqueles biquinhos durinhos que ela tinha, minha língua girava e girava sem parar em volta daqueles mamilos vermelhos, enquanto ela gemia e me dizia: “morde eles um pouquinho, bebê, morde eles pra mamãe um pouquinho”. Acho que tive que me segurar, porque com a excitação que eu tava, ia acabar arrancando eles fora.
Ô meu amor, parece que a corna da sua namorada não te atende muito bem, olha como você tá..." ela me dizia
Quando os mamilos já não foram suficientes, desci e me ajoelhei pra tirar a calça dela. A imagem daquela calcinha fio dental que ela chamava de "thong vermelha" vai me acompanhar até o último dia da minha vida…
Você gosta da fio dental vermelha que eu coloquei pra você?", ela me dizia
Sua namorada usa dessas ou daquelas de coroa?
Não sei como ela sabia disso, mas era verdade, eu usava umas calcinhas enormes, que não eram nada sexys.
E aí, ela continuava: "Olha essa buceta, senti o cheiro de uma mulher de verdade", "cheira minha buceta, bebé, vai lá".
Eu cheirava e chupava por cima da fio dental como um desesperado, e sentia o líquido pré-seminal já manchando minha cueca sem que ela sequer tivesse tocado na minha pica.
Naquele momento, puxei a tanga dela pro lado e enfiei a língua naquela buceta depilada que eu tanto tinha imaginado…
Comi aquela buceta com tanta desesperação que ela começou a gemer e gritar de prazer, eu enfiava os dedos, agarrava bem aquela bundinha minúscula pra chegar o mais fundo possível, sentia aquele clitóris delicioso se mexendo de um lado pro outro na ponta da minha língua, aquele gosto inexplicável de uma mistura de urina e fluidos, ou sei lá o quê, mas que é tão gostoso quando você chupa uma buceta.
Enquanto isso, ela gritava pra mim:
Minha vida, como você tá... como você chupa a buceta da mamãe" "Aquela conchuda corna também come assim?
Aí tirei a cabeça de dentro por um segundo e falei pra ela:
Não, nunca chupei a buceta dela porque ela tem nojo de eu chupar ela.
Aí ela soltou uma gargalhada, pegou minha cabeça de novo e colocou entre as pernas dela, e disse:
Além de corna, frígida… quero que você soletre o nome dela enquanto chupa minha buceta, com sua língua, letra por letra, o nome da sua namorada
Aquela sensação de fazer outra de corna, excitava ela pra caralho, dava pra notar… e depois de um tempinho senti todo aquele squirt dentro da minha boca. Claro que não ia desperdiçar a porra daquele caminhão de gostosa e engoli tudo.
Aí ela me levantou e me beijou, me deu um beijo de língua apaixonado e desabotoou meu cinto. Me jogou na cama, ajoelhou e pediu pra eu colocar uma foto da minha namorada no celular.
Coloca uma foto da corna no teu celular, quero mostrar pra ela como se chupa uma pica, com certeza ela nunca vai te chupar igual eu.
Aí eu falei pra ela que minha namorada nunca tinha me chupado…
Aí ela soltou outra gargalhada e engoliu a pica toda de uma bocada só. Tragou até o fundo, o queixo dela encostava nas minhas bolas, enquanto eu, desesperado, procurava alguma foto da pobre corna pra satisfazer ela…
Quando consegui encontrar a foto, ela pegou o celular e apoiou num travesseiro.
Olhava a foto e dizia:
Olha, corno manso, olha como eu chupo a pica do teu namorado… é assim que se atende um macho, sua burra.
Ele xingava e humilhava ela com um ódio e uma tesão que nunca tinha visto numa mulher…
Ela chupava minha rola, minhas bolas, até passava a língua no meu cu.
Chegou uma hora que pedi pra ela parar, porque senão eu não ia conseguir foder, ia gozar antes...
Aí mesmo ela subiu em cima, cavalgava que nem uma cowgirl profissional… se mexia com muita experiência enquanto eu dava uns tapas na bunda dela.
Depois ela desceu e ficou de quatro, meu celular já tava no chão nessa hora, então ela pediu pra eu parar, pegou o celular, colocou na mesinha de cabeceira e, rindo, disse:
Não quero que a corna perca isso...
Eu tava comendo ela de quatro e não conseguia acreditar, falava pra ela que desde que vi ela, esperava um dia ter ela nessa posição, que era a mulher mais gostosa que já tinha comido e que adoraria chupar a bucetinha dela de novo, mas antes de ver minha namorada pra depois poder ir e beijar ela com o cheiro na boca de uma verdadeira mulher.
A gostosa claramente ficava excitada com o fato de ser corneadora, e aí então ela soltou outro grito ensurdecedor e eu senti os fluidos dela escorrendo pelas minhas duas pernas.
Pra não prolongar, vou contar que a gente continuou transando por várias horas, gozei dentro dela, em todo lugar.
Na minha última vez, ela foi pegar meu celular de novo, arrumou ele e se ajoelhou de novo enquanto me dizia:
Preciso que você goze na minha cara porque quero ver como a corna me olha enquanto o macho dela joga a porra..." claro, eu dei o gosto pra ela...
Pra terminar (eu já não aguentava mais dar a pica, pelo menos por umas horas), ela me disse:
Buceta, a noite foi fantástica, mas você atende meu último pedido?
Eu aceitei.
Então pegou meu celular, passou ele na buceta (feito uma cadela marcando território) e enfiou os dedos até gozar em cima do mesmo, onde tava a foto da minha já pobre e corna namorada.
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5 comentários - Faço minha namorada de corna (com fotos)