un viaje para cerrar 2020 6

Aldi entrou no chuveiro, e começamos a nos beijar e acariciar debaixo d'água. Acho que pela primeira vez estávamos sendo carinhosos e não sexuais, mas aos poucos a paixão foi vencendo a ternura. Os beijos ficaram mais ardentes e as mãos, além de acariciar, apertavam, beliscavam, as unhas dela se cravavam nas minhas costas.

Me afastei um pouco dela e comecei a ensaboar o corpo dela. A pele dela se arrepiou toda e ela suspirava. Enquanto isso, a mão dela pegou no meu pau e começou a me masturbar bem devagar. Quando finalmente ela estava toda cheia de espuma, coloquei ela debaixo da água para enxaguar. E assim que o corpo dela ficou sem uma gota de espuma, foi ela quem começou a me ensaboar. Não deixou um canto sem fazer, embora tenha dedicado um interesse especial ao meu pau.

A: Você limpa minha bunda pequena, primo?
Y: Claro, gostosa – enquanto procurava o sabão para limpar ela –
A: Não, com isso.

Aí ela se virou, me mostrando toda a bunda dela e pegou no meu pau cheio de sabão e começou a guiar ele até o rabo dela. Sem oferecer resistência, comecei a penetrar ela bem devagar. Quando meu pau chegou até o fundo, peguei ela pela cintura e comecei a comer ela cada vez mais forte. Mas não era algo selvagem, era apaixonado, mas com carinho.

A: Ahhh, mais, primo. Me dá mais, quero que você me coma como se eu fosse uma puta. Esquece que sou sua prima.
Y: Mas eu fico tesudo sabendo que você é minha prima, e que você é uma puta do caralho.
A: Então come a sua prima, vai. Enche meu rabo de porra.

Enquanto eu comia ela cada vez mais forte, Aldi começou a se masturbar. Não sei como ela fez, mas de repente tinha um desodorante na mão e começou a enfiar na buceta dela. Como tinha acontecido uns dias antes com a Barbi, eu conseguia sentir a pressão do desodorante no meu pau, até que de repente Aldana explodiu num orgasmo sonoro e foi como se ela tivesse mijado em cima de mim. Os tremores do corpo dela, somados à pressão que a bunda dela fez no meu pau, me fizeram gozar, jogando toda a porra dentro dela. Aos poucos, meu pau começou a perder força dentro dela e começou a sair. que tentava segurar a Aldi, que não tinha força nas pernas. Aos poucos, fomos nos deitando na banheira até ficarmos os dois sentados, ela em cima de mim. Ficamos uns minutos em silêncio debaixo da chuva do chuveiro, recuperando as energias. Quando sentimos que estávamos prontos, levantamos e começamos a nos secar e trocar de roupa, entre beijos e carícias.

Depois de trocados, fomos preparar o jantar. No meio do caminho, a Barbi chegou com várias sacolas, cumprimentou a gente e foi pro quarto dela tomar banho e guardar as coisas. Quando ela saiu, o jantar já estava servido. Jantamos falando qualquer besteira, como se todo o sexo que rolava naquela casa nunca tivesse acontecido. Assim que terminamos de jantar, saímos pro quintal pra pegar um ar fresco e curtir a noite. Só aí, pela primeira vez desde que sentamos pra jantar, rolaram uns beijos e carícias entre os três, até chegar a hora de voltar pra dentro. E aí a Barbi falou:

B: Bom, galera, proponho que essa noite a gente passe junto, nada de quartos separados, o que acham?
A: Adoro a ideia, a gente pode trazer dois colchões e montar algo na sala, né?
B: Seria demais, vamos ficar mais confortáveis.
Y: Não é má ideia.
B: Beleza, então faz o seguinte: Aldi, deixei um saquinho no seu quarto, vai lá que você vai entender — minha prima nem discutiu e foi pro quarto dela — Lau, você cuida dos colchões, vem pegar o meu primeiro e depois traz o seu.
Y: Ok, capitã.

Entramos os dois juntos no quarto. A Barbi começou a se despir com total confiança enquanto eu pegava o colchão. Em nenhum momento ela fez questão de se vestir; pelo contrário, estava esperando e me apressando pra eu ir embora. Deixei o colchão na sala e fui buscar o meu. Arrumei tudo e me joguei de cueca pra esperar as meninas.

A primeira a aparecer foi minha prima. Ela estava com um baby doll de renda branco lindo, com uma tanga que deixava pouco pra imaginação. A safada tinha se maquiado e penteado, estava uma gostosa. Deitou comigo na cama e eu não consegui evitar começar a beijá-la e acariciar ela, o que mais me surpreendeu foi que quando minha mão passou pela calcinha fio dental dela, já estava completamente molhada. Nesse momento apareceu a Barbi, com um babydoll parecido com o da Aldi, mas preto, e em vez de fio dental, ela tava usando um strap-on mais ou menos do tamanho do meu pau, não era uma cinturonga, era um consolador com uma parte que entrava dentro da buceta dela e ficava encaixado de um jeito que parecia que ela tinha um pau.

Nós duas olhamos surpresas, a Barbi chegou perto da gente, deitou e começou a se beijar com a Aldi. Eu entrei no beijo delas e ficamos as três nos tocando, admito que o roçar do brinquedo dela às vezes me desconcertava, mas não me dava nojo. Ficamos um tempão assim até que a Aldi ficou de quatro na cama improvisada e começou a brincar com a língua no brinquedo da Barbi.

A: Adoro isso, por que não comprei antes? Muito melhor que a cinturonga.
B: Você tem cinturonga, amiguinha?
A: Meu ex gostava.
Y: Olha só, você não para de me surpreender, priminha.
A: Mas isso é muito melhor.

A Aldi voltou a chupar o brinquedinho e eu não consegui evitar ficar atrás dela, puxei a calcinha fio dental e comecei a brincar com minha língua, os gemidos da minha prima só eram abafados pelo brinquedo que ela tinha na boca. Embora ela não aguentasse muito naquela posição, aos poucos foi subindo, beijando o corpo da Barbi até chegar na boca dela, eu fui acompanhando, beijando a buceta dela até que o brinquedo apareceu na minha frente. Sem hesitar um segundo, guiei ele até a buceta dela, que recebeu com prazer, um gemido duplo das minhas amigas me encheu, me afastei um pouco pra olhar o espetáculo, a Aldi se movia suavemente em cima da Barbi enquanto a beijava e as mãos dela agarravam a bunda dela e apertavam.

B: Você só vai olhar? – ela disse, parando de beijar minha prima e me olhando – ou vai brincar com a gente?
A: É, primo, vai, enfia no meu cuzinho, por favor.

A Barbi separou as nádegas da minha prima e eu não resisti, voltei a brincar um pouco com minha língua percorrendo desde o final. da buceta dela que deixava o brinquedo livre até aquele furinho que horas antes eu tinha limpado com meu pau

Y: barbi, deixa eu lubrificar um pouco o pau
B: sim, papai, mete ele todo

Assim que penetrei a buceta da aldana, ela já me molhou mais do que eu esperava. Dei duas estocadas e tirei. Foi a vez da barbi guiar o brinquedo pra dentro da buceta dela, e eu comecei, como mais cedo, a penetrar devagar o cuzinho da minha prima. Pela primeira vez desde que tava em cima da amiga, ela tinha parado de se mexer. Finalmente, quando tava completamente dentro dela, comecei a comer ela devagar e cada vez mais forte. Eu marcava o ritmo da foda dos três. A barbi tinha tirado os peitos da aldi e começado a chupar eles, então os gemidos da minha prima ficavam cada vez mais altos, dava pra ouvir em toda a casa.

Depois de dar um tapa forte na bunda dela, comecei a penetrar mais forte. O ritmo era lento, mas eram estocadas profundas. Foi aí que veio o primeiro orgasmo da barbi, que parou de chupar os peitos da aldi pra agarrar ela forte pelas bochechas e soltar um grito de prazer.

A: quero que ela coma minha bunda agora
Y: o que você quiser, putinha

A aldi se mexeu, virou e pediu minha ajuda pra guiar o brinquedo. A barbi, enquanto isso, amassava os peitos da minha prima. Quando o brinquedo finalmente tava todo dentro dela, comecei a passar a ponta do meu pau pela buceta dela. Sabia que isso deixava ela louca, e provoquei um novo orgasmo nela. Só aí eu penetrei. A pressão do brinquedo era ainda maior nessa posição, mas o bom é que eu podia beijar as duas. Alternava entre as bocas delas e os peitos da minha prima. Não sei quanto tempo a gente ficou assim, mas as duas gozaram de novo e começaram a pedir minha porra. E a real é que eu não ia aguentar muito mais. Quando tava quase gozando, saí de dentro da minha prima. Ela, sabendo o que vinha, num movimento que nunca entendi, tirou o brinquedo da bunda dela e meteu na buceta, e eu aproximei meu pau da boca dela. Primeiro a da Barbie, depois. Me separei delas e comecei a bater uma vendo minha prima comendo ela, até que finalmente gozei por cima das duas, enchendo elas de porra. Quando o último jato de porra saiu do meu pau, a Barbie pegou ele e levou pra boca, começou a limpar e depois passou pra minha prima, que fez o mesmo.

Quando meu pau já tinha perdido boa parte da dureza, as minas se viraram e começaram a limpar a porra que tinha no corpo delas, principalmente na bunda. Tiraram toda a roupa e deitaram, me deixando no meio. Tava todo mundo exausto e a gente dormiu naquela posição.

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