Família em Apuros (1)

Esta série de relatos é totalmente inspirada na Fernanda (instagram f.mpz), caso vocês queiram segui-la.Família em Apuros (1)




Neste capítulo, vamos conhecer Fer e Sebas, os protagonistas dessa história cheia de luxúria, sexo e incesto.




Era quinta-feira, por volta das 21h30. Fer e Sebas estavam novamente em uma longa sessão de masturbação. Fer movia a mão por todo o comprimento e largura do pau do irmão, olhando hipnotizada enquanto a enorme cabeça ficava cada vez mais vermelha, sentindo como a dureza daquela barra de carne não diminuía nem um pouco. Já fazia quase 40 minutos que ela tinha começado a masturbá-lo, mas não via nenhum progresso em fazê-lo gozar. O nervosismo nela só aumentava, eles tinham que terminar rápido porque o pai tinha avisado que chegaria cedo, o que significava que ele provavelmente estaria aí em uma hora.
 
No entanto, Fer e Sebas ainda tinham que limpar a enorme gozada que ele costumava dar e que deixava o chão e os lençóis da cama pegajosos e molhados. Além de ventilar um pouco o quarto e Sebas tomar um banho para não levantar suspeitas. Então, decidida, seguro o pau com as duas mãos e aumento a velocidade, fazendo alguns círculos por todo o comprimento do pau.
 
Mas como foi que ela chegou a esse ponto? Estar no quarto do irmão, masturbando ele descaradamente pra tirar a porra dele... até algumas semanas atrás, essa imagem teria sido uma cena nojenta e a última coisa que ela, como irmã fiel e carinhosa, pensaria em fazer. E no entanto, desde segunda-feira, tudo tinha dado uma virada de 180 graus pra ela.
Embora Sebas estivesse de olhos fechados, aproveitando as mãos da irmã, de vez em quando abria os olhos para admirar o bumbum enorme da Fer. Uma bunda gigante, um par de nádegas que nem com as duas mãos ele conseguiria abraçar e que parecia tão redondo e apetitoso dentro da legging preta, e pela posição de Fer (ajoelhada), ele achava que a qualquer momento o tecido ia estourar. Fer percebeu isso — um olhar fixo na sua bunda era algo tão natural para ela que automaticamente notava, mesmo que fosse do irmão mais velho. Por isso, rapidamente, puxou a legging para baixo, deixando que ele visse suas nádegas e um fio dental preto bem enfiado entre elas.
 
Diante disso, Sebas apenas esticou a mão e, com uma palmada bem firme, agarrou aquele cuzão. Essa visão, a da mão dele agarrando aquelas nádegas enormes, o fez chegar ao clímax. Esticando-se e gemendo, seu pau começou a disparar jatos grandes e longos de sêmen diante do olhar atônito de Fer, que, como sempre, observava incrédula como saía e saía porra daquele pau como se fosse uma fonte.
 
 
 
 
Antes de chegarmos naquela cena de incesto, precisamos saber o que rolava naquela família.
Vamos começar falando da protagonista, Fernanda, uma linda jovem que mora na Cidade do México com o pai e o irmão. Ela tem 21 anos, mede 1,55 m, o cabelo é totalmente liso e preto, o rostinho parece o de uma menininha e ela aparenta menos idade do que tem. É morena, tem nariz arrebitado e perfeito, boca pequena assim como os lábios, uns olhinhos castanhos muito lindos. A Fer se sentia feliz com sua beleza, mas não com seu corpo, e não é que fosse ruim, mas às vezes ele tinha trazido complicações de vários tipos. Vamos começar dizendo que ela tem peitos pequenos, muito menores do que gostaria, nunca foi gorda mas também nunca foi magra, porém, pelo tamanho dos quadris e pela baixa estatura, facilmente alguém poderia pensar que ela realmente tinha uns quilinhos a mais. E é esse o ponto que mais conflito causava nela em relação ao corpo: seus quadris são largos, o que faz ela ter uma bunda gorda, muito grande, muito redonda, uma bunda de atriz pornô. Claro, ela tinha pernas firmes para aguentar esse par de nádegas tremendo, principalmente as coxas que eram muito grossas e maciças.
 
A bunda da Fer era a perdição de qualquer um que a visse. Desde a adolescência, começou a crescer de um jeito muito irregular, então não é surpresa que, aos 14 ou 15 anos, muitos dos seus colegas e amigos começaram a vê-la de outra forma. Claro, algumas outras pessoas começaram a tirar sarro dela por causa do tamanho da sua bunda, o que naquela época a deixava extremamente triste, fazendo com que ela tentasse esconder ao máximo aquela parte. Depois de alguns anos, aos 18, quando terminou o ensino médio, essas inseguranças foram desaparecendo, de forma que ela foi, cada vez mais, se soltando e exibindo, do seu jeito, seu encantador e hipnótico rabão.
 
Agora, aos 21 anos, aquela insegurança tinha desaparecido e, pelo contrário, ela usava calças justas, saias, leggings e até alguns shorts que deixavam suas pernas carnudas à mostra e davam uma ótima visão daquele traseiro imenso.
O irmão dela, Sebastian, é o segundo protagonista da história. Ele tem 24 anos e é engenheiro civil, atualmente trabalha num escritório de arquitetura (graças a um amigo), onde sua principal função é fazer análise estrutural. Ele é gato, tem 1,75 m, um pouco menos moreno que o Fer. Na verdade, quem os visse na rua jamais imaginaria que eram irmãos, porque, mesmo prestando atenção, a semelhança era mínima. Ele tinha um corpo malhado, já que adorava exercício, embora não conseguisse treinar tão constantemente quanto queria, porque o trabalho às vezes era muito cansativo.
Olhos castanhos, mãos grandes, antebraços peludos, usava óculos e uma barba que davam um visual bem sério.
 
Mas nada poderia estar mais longe da realidade, porque o Sebas era muito alegre e comunicativo, conseguia conversar facilmente com as pessoas, talvez por isso ele tinha bastante sucesso com as mulheres. Atualmente, porém, ele tinha terminado com a namorada, já que ela tinha traído ele numa viagem para Cancún. O Sebas tentava se ocupar ao máximo no trabalho e em outras atividades para não pensar nisso, porque eles estavam juntos desde quase o início da faculdade e agora, cinco anos depois, tinham se separado.
 
Sebas sempre foi um bom irmão para Fer, a relação deles sempre foi carinhosa e de amizade, a ponto de Fer até contar alguns de seus segredos ou pedir conselhos sobre os caras. Nesse ponto, às vezes isso dava um nó na cabeça do Sebas, porque a irmã não tinha muito bom senso na hora de escolher os caras, era apaixonadinha e risonha, razão pela qual muitas vezes acabava no quarto chorando por algum idiota que só queria se aproveitar dela.
E o Sebas podia até ser seu irmão, mas continuava sendo homem (assim como seu pai) e tendo uma bunda daquelas em casa era impossível não notar, principalmente quando a Fer andava pela casa com algum shortinho ou de pijama, sem mencionar as vezes que tinham ido à praia e ele tinha podido vê-la de biquíni. E mesmo tentando não olhar com desejo, a verdade é que de vez em quando, a imagem daquele par de nádegas balançando enquanto ela subia as escadas, tinha invadido sua mente em momentos de excitação.
 
Por fim, seu pai, Tom (Tomás), um homem maduro de 48 anos, alto e bonitão. Ainda muito bem conservado pelo trabalho constante na obra, tem 1,70 m, sua cabeleira já começa a mostrar algumas entradas, mas isso, em vez de prejudicá-lo, o faz parecer ainda mais gato. Mais de uma vez, alguma das amigas da filha, quando foram à casa, ficou olhando para ele, e ele, inocente, achando que era alguma espécie de brincadeira infantil, dirige a elas um olhar sério e frio, apenas para, momentos depois, diante do nervosismo delas, mostrar um sorriso de orelha a orelha. Faz dois anos que a construtora o promoveu, por isso ele já não precisa fazer o trabalho pesado, apenas dirigir os trabalhadores na obra. Embora ele, como muitos adultos, seja uma pessoa trabalhadora, por isso muitas vezes os ajuda a mover ou carregar algo, mesmo quando não é sua obrigação.
Ela vive confortavelmente em uma casa ao sul da Cidade do México com seus dois filhos, mas, mesmo que não pareça, Tomas não é feliz.
 
Já faz 3 anos que sua esposa Cristina morreu, vítima inocente que ficou presa no meio do fogo em um shopping do norte do país, enquanto estava visitando a família com seus parentes. Isso o destruiu. Foram dias difíceis e cinzentos para ele e para os filhos, mas ele tirou só alguns dias para ficar com eles e chorar. Sebas estava perto de terminar a faculdade e Fer ia entrar na Universidade, então ele precisava continuar trabalhando e foi o que fez.
 
No entanto, diante dessa situação, Fer decidiu parar de estudiar (além do fato de que nenhum curso a interessava). Isso gerou uma discussão acalorada entre ela e Tom, e depois de quase 2 horas e meia trocando palavras, Tom e Fer foram cada um para seu quarto. Por cinco longos dias, eles não trocaram uma única palavra, o que partia o coração de Fer, pois ela amava como ninguém aquele homem que a cuidou e mimou tanto desde que era bebê. Então, no quinto dia, não aguentando mais, ela se aproximou dele enquanto ele jantava em silêncio e o abraçou por trás.
 
-Te amo, papai – disse suavemente com a cabeça enterrada nas costas de Tom.
-Eu também te amo, filha – respondeu depois de uma eternidade.
 
Naquela noite, acompanhado apenas pelo travesseiro, Tom refletiu sobre os motivos da filha para não continuar os estudos: a falta de dinheiro, a lembrança constante da mãe que não a deixava em paz e, claro, não saber o que estudar. Pensou e meditou até adormecer, mas não sem antes chegar a uma solução.
 
Naquele dia, enquanto os dois tomavam café da manhã, ela contou para o Fer.
 
-Filha, eu estava pensando no que você disse. – Fer desviou o olhar, que até aquele momento estava fixo no cereal – e quero dizer que, mesmo não achando que seja o melhor, acho que você tem razão em não querer estudar.
No entanto – acrescentou imediatamente, observando o sorriso que se desenhara no rosto da filha – quero que me prometa que isso será momentâneo. Assim que o Sebas terminar a escola e conseguirmos uma estabilidade financeira melhor, quero que você estude alguma coisa, qualquer coisa que você queira, mas que seja algo com o qual você possa trabalhar e se sustentar sozinha quando eu ou seu irmão não estivermos mais aqui.
-Claro, pai – respondeu Fer com um sorriso e os olhos brilhando.
 
Para fechar aquele acordo entre eles, ao irem embora Tom e sua filha deram um forte abraço e ele a beijou como sempre, na testa.
 
Desde então, Fer costumava participar com alguma amiga como sua modelo de maquiagem, e mesmo que não fosse muito nem constante, isso era uma grana que ela podia usar pra si mesma pra não depender do pai. Por outro lado, foi assim que ela foi se interessando por aquele mundo, e quando chegou a hora de tomar sua decisão, não foi surpresa pra ninguém saber que ela tinha decidido virar maquiadora profissional.
 
 
 
 
Segunda-feira.
20h. Fer estava chegando em casa, tinha ido com um dos seus melhores amigos assistir a um filme, então só agora estava chegando. Percebeu que poucas luzes estavam acesas, o que a estranhou, pois nessa hora Sebas já devia estar em casa. Acendeu a luz da rua e do quintal e subiu pesadamente as escadas. Aquele dia tinha sido muito longo para ela, então o que mais queria era encontrar sua cama e deitar um bom tempo.

 
No entanto, ao se aproximar do quarto do irmão, ela ouviu alguns gemidos e percebeu que a porta estava entreaberta. Nervosa, Fer se aproximou devagar e espiou pela fresta. Naquele momento, ficou tão chocada que abriu a boca e teve que tapá-la com a mão para não fazer nenhum barulho.
Deitado na cama, Sebas estava completamente pelado, exibindo seu peito e abdômen definidos, suas pernas fortes e seus braços peludos. Em uma das mãos, ele segurava sua...tablete(onde se adivinava, via algum vídeo pornô) e na outra, masturbava furiosamente seu pauzão.
 
Fer observava atônita enquanto Sebas se masturbava com muita vontade naquela pica ereta. Era grande, muito grande, grossa e cheia de veias. Claro, essa não era a primeira vez que Fer via a pica do irmão. Em ocasiões anteriores ela tinha conseguido vê-lo enquanto ele tomava banho ou trocava de roupa, é claro, naquelas vezes mal tinha conseguido ver uma parte, principalmente a cabeça, e ela sempre estava mole, embora isso bastasse para intuir que seria de bom tamanho.
E naquele momento, lá estava ela, totalmente ereta e prestes a explodir enquanto o irmão dele não parava de bater uma. Fer não sabia o que fazer, só ficou olhando sem piscar. Sempre imaginou que ele teria um pau grande, mas aquilo era demais. Fer se perguntou se seria possível que alguma mulher aguentasse aquela besta inteira, e sem perceber, sua buceta começou a ficar molhada.
 
A mão do Sebas não parava de subir e descer pelo seu tronco, e quando chegava na cabeça, fazia um movimento circular que, pelos gestos no seu rosto, devia ser extremamente prazeroso. Ele estava absorto no próprio prazer, assistindo a um vídeo pornô da famosa atriz Mandy Muse, um dos tantos em que um cara com um pauzão enfiava tudo no cu dela.
Sebas, até aquele dia, nunca tinha conseguido fazer anal com uma mulher, porque todas se assustavam quando viam o tamanho do seu pauzão. Por isso, elas se limitavam a masturbá-lo, a chupá-lo ou só faziam sexo vaginal. E mesmo que isso satisfizesse o Sebas, a fantasia de arregaçar um cu, como ele via tantas vezes nos pornôs, nunca saía da sua cabeça. Talvez por isso, quando ele precisava se masturbar, era essa a cena que mais usava, porque o excitava demais.
 
Já haviam se passado 5 minutos, Fer continuava olhando atenta, esperando que a qualquer momento aquela rola começasse a esvaziar toda a porra que carregava. Sua boca estava seca, ela vinha engolindo saliva sem perceber desde que começou a contemplar a cena. E naquele momento, nem se lembrava que aquele homem que via se masturbando era seu irmão, ou melhor, que aquela rola tão grande pertencia ao seu irmão mais velho. Isso tinha sumido de sua mente, ela só via um enorme pedaço de carne totalmente vermelho pela fricção e com as veias bem marcadas.
 
Depois de mais 5 minutos batendo uma freneticamente, Sebas já estava quase pronto para soltar a porra que vinha acumulando há dias. Ele sentia na ponta e no tronco, aquele formiguinho prévio que os homens tanto gostam e que dá tanto prazer, que em vez de ir devagar ou parar, pelo contrário, aceleram mais para, com muito prazer, gozar feito um animal.
Fer estava olhando com tanta atenção que quase desmaiou quando sentiu um toque na perna - era seu cachorro Rufito que tinha saído do quarto para cumprimentá-la. Isso a assustou e a fez gritar, além de que, com um leve empurrão do ombro dele, a porta se abriu.
Sebas só conseguiu bloquear o tablet e desesperadamente procurou sua cueca para esconder a ereção obscena de cavalo que estava com, o que demorou quase 1 minuto. Um minuto que passou lentamente enquanto ele via o rosto absorto de sua irmã Fer encarando-o fixamente da porta.
Fer, por sua vez, ficou paralisada ali, sem saber o que fazer ou dizer, só ficou olhando como Sebas, da maneira mais rápida possível, tenta esconder seu enorme pau ereto.

Continua...

1 comentários - Família em Apuros (1)

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
Se ve muy interesante 😃😁🤠