Vicente é um cara de 1,75m, pele branca e magro, é o subgerente da filial e invadiu o escritório bem na hora que Marisela estava enfiando a pica do gerente. Com uma expressão de surpresa no rosto, comentou: "Bom, como dizem, antes tarde do que nunca ser convidado". E o gerente disse: "Eu não tenho problema nenhum em você se juntar a gente, não é, doutora Marisela?" Ela, já superquente, respondeu: "Por mim, adorada."
Enquanto Vicente tirava a roupa, Manuel carregou Marisela e a deitou na mesa, levantou as pernas dela e as apoiou nos ombros dele, colocou a pica na entrada da buceta dela e começou a meter com força, enquanto Marisela gemia que nem uma puta no cio. A cabeça de Marisela pendia do outro lado da mesa, e Vicente, já completamente nu e com a pica dura, aproveitou para começar a enfiar na boca dela, fazendo um boquete delicioso. Aquele som da pica entalando na garganta de Marisela era excitante. Vicente tirava a pica da boca dela até a metade e depois enfiava de novo com tudo. Marisela não conseguia falar nada; o único som que saía da boca dela era "arrrghhh, aaarrrghhh" com a pica de Vicente até o fundo da garganta.
Depois de alguns minutos, decidiram trocar de posição. Vicente disse para Manuel: "Deixa eu foder essa bucetinha que eu tanto queria." Pegou os tornozelos de Marisela, colocou nos ombros dele e, com a ponta da pica na entrada da ppk, foi enfiando devagar. Muito devagar, até ter ela inteira dentro de Marisela. Enquanto enfiava, Marisela levantava o quadril para sentir melhor. Quando ela levantava, ele empurrava para que toda a pica entrasse até as bolas. Fazia devagar. Enfiava tudo, apertando até o fundo da buceta, deixava lá dentro por alguns segundos, depois tirava e enfiava de novo. Assim, uma e outra vez, enquanto Manuel descansava um pouco sentado.
Marisela não Não demoro nem cinco minutos pra ter um orgasmo foda. Ela começou a gritar sem parar.
Tô gozando. Meu Deus, tô gozando... Tô vindo. Tô vindo. Por favor, não para... não para... Não para. ...continua...continua...Mais rápido... Mais rápido.
Ele começou a meter nela como um possesso, e naquela hora Marisela arqueou o corpo todo e gritou.
- Siiiiiiim. Siiiiiiiiiiim. Tô gozandooo. Tô gozandooo... Deus... Deus... Siiiiiiiiiiim.
Manuel se deitou no chão e falou: "vem, Marisela, quero que você monte em mim". Ela rapidamente subiu em cima da pica dele e enfiou até o fundo, arqueando as costas ao sentir a pica grossa dentro dela, e começou a reboltar como se tivesse possuída em cima da pica do Manuel.
Enquanto ele dizia: "que gostosa se mexe, Doutora, quem diria que é uma putinha". Ela, apoiando as mãos no peito do Manuel, levantava e descia a bunda rapidamente, enfiando a pica do Manuel uma e outra vez. No escritório, só se ouvia o "clap clap" da bunda da Marisela quicando.
De repente, Vicente falou: "espera, não mexe a bunda tão rápido que quero fazer uma coisa". Marisela começou a se mover devagar em cima da pica do Manuel, e Vicente começou a molhar o cu dela enquanto enfiava um dedo lá dentro. Ao sentir o dedo entrando no cu, ela começou a reclamar bem baixinho, dizendo:
- Por favor, pelo cu não... Pelo cu não... Vai doer... Nunca fui comida no cu.
Enquanto Vicente respondia:
- Não se preocupa, Doutora, vou fazer com calma, tentando não doer muito.
Ela começou a falar:
- Por favor, só não me machuca... Que não doa... Se vocês querem fazer, tudo bem... Mas que não doa... Por favor, que não doa.
Vicente continuava molhando o cu dela enquanto, com o dedo, ia abrindo aos poucos. Quando o dedo entrou fácil, ele começou a enfiar outro dedo. Manuel começou a brincar com os peitos dela, o que a excitou ainda mais e fez com que ela fosse cedendo mais rápido à vontade de ser comida pelo cu. cu quando os dois dedos começaram a entrar e sair com facilidade do cu dela, ele soube que era hora.
Ele se ajoelhou atrás de Marisela e, molhando bem a pica com saliva, começou a meter bem devagar. Primeiro só a ponta, tirava e metia de novo, cada vez que entrava, enfiava um pouco mais fundo no cu dela. Mantinha lá dentro uns segundos e tirava de novo. Assim, metendo e tirando com cuidado, ficou até que a pica dele entrava e saía com mais ou menos suavidade, até conseguir enfiar a metade.
Quando tinha mais ou menos a metade dentro, de uma só tacada de quadril, enfiou inteira. Marisela deu um grito e arqueou as costas. Mordeu os lábios e, abrindo a boca de novo, começou a gemer e chorar, dizendo:
- Chega, por favor, chega… não continua… tira… tira… tá doendo… tá doendo muito…
Mas Vicente, ignorando os pedidos da minha Marisela, começou a bombar o cu dela. Dentro. Fora. Dentro. Fora. Assim ficaram comendo ela pelos dois buracos por uns dez minutos. De vez em quando, Vicente cuspia na pica dele pra lubrificar o buraco de Marisela, deixando que a cada estocada a pica entrasse inteira até o saco. Às vezes, tirava do cu de Marisela e via que ele tava totalmente dilatado, a ponto de, quando enfiava de novo, a pica entrar sem esforço nenhum até as bolas.
Depois de uns minutos, Marisela parou de reclamar e começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, acompanhando o ritmo das estocadas dos dois.
- Meu Deus… tô gostando… tô gostando… não pode ser… tô gostando… continuem, por favor… não parem… não parem… Deus… vou gozar de novo… vou gozar… não parem… façam eu gozar… por favor… façam eu gozar…
E ela gozou. Claro que gozou. Teve um orgasmo tão intenso que fez Vicente e Manuel também gozarem, enchendo de jorros grossos de porra a buceta e o cu dela, e os três ficaram exaustos. Jogados no chão do escritório enquanto o sêmen começava a escorrer pela virilha e pelas nádegas de Marisela, depois de alguns minutos começaram a se vestir e Manuel disse a Marisela:
- Viu só, doutora? E a senhora que não queria dar o cu, e olha como aproveitou bem.
- E ela respondeu: - Só espero agora ter meu aumento.
E os dois responderam em uníssono:
- Claro que sim, a senhora merece muito. Embora Manuel tenha retrucado: - Eu fiquei com vontade daquela buceta. Ao que ela respondeu: - Tudo vai ser questão de acertar com um aumento mais pra frente.
Enquanto Vicente tirava a roupa, Manuel carregou Marisela e a deitou na mesa, levantou as pernas dela e as apoiou nos ombros dele, colocou a pica na entrada da buceta dela e começou a meter com força, enquanto Marisela gemia que nem uma puta no cio. A cabeça de Marisela pendia do outro lado da mesa, e Vicente, já completamente nu e com a pica dura, aproveitou para começar a enfiar na boca dela, fazendo um boquete delicioso. Aquele som da pica entalando na garganta de Marisela era excitante. Vicente tirava a pica da boca dela até a metade e depois enfiava de novo com tudo. Marisela não conseguia falar nada; o único som que saía da boca dela era "arrrghhh, aaarrrghhh" com a pica de Vicente até o fundo da garganta.
Depois de alguns minutos, decidiram trocar de posição. Vicente disse para Manuel: "Deixa eu foder essa bucetinha que eu tanto queria." Pegou os tornozelos de Marisela, colocou nos ombros dele e, com a ponta da pica na entrada da ppk, foi enfiando devagar. Muito devagar, até ter ela inteira dentro de Marisela. Enquanto enfiava, Marisela levantava o quadril para sentir melhor. Quando ela levantava, ele empurrava para que toda a pica entrasse até as bolas. Fazia devagar. Enfiava tudo, apertando até o fundo da buceta, deixava lá dentro por alguns segundos, depois tirava e enfiava de novo. Assim, uma e outra vez, enquanto Manuel descansava um pouco sentado.
Marisela não Não demoro nem cinco minutos pra ter um orgasmo foda. Ela começou a gritar sem parar.
Tô gozando. Meu Deus, tô gozando... Tô vindo. Tô vindo. Por favor, não para... não para... Não para. ...continua...continua...Mais rápido... Mais rápido.
Ele começou a meter nela como um possesso, e naquela hora Marisela arqueou o corpo todo e gritou.
- Siiiiiiim. Siiiiiiiiiiim. Tô gozandooo. Tô gozandooo... Deus... Deus... Siiiiiiiiiiim.
Manuel se deitou no chão e falou: "vem, Marisela, quero que você monte em mim". Ela rapidamente subiu em cima da pica dele e enfiou até o fundo, arqueando as costas ao sentir a pica grossa dentro dela, e começou a reboltar como se tivesse possuída em cima da pica do Manuel.
Enquanto ele dizia: "que gostosa se mexe, Doutora, quem diria que é uma putinha". Ela, apoiando as mãos no peito do Manuel, levantava e descia a bunda rapidamente, enfiando a pica do Manuel uma e outra vez. No escritório, só se ouvia o "clap clap" da bunda da Marisela quicando.
De repente, Vicente falou: "espera, não mexe a bunda tão rápido que quero fazer uma coisa". Marisela começou a se mover devagar em cima da pica do Manuel, e Vicente começou a molhar o cu dela enquanto enfiava um dedo lá dentro. Ao sentir o dedo entrando no cu, ela começou a reclamar bem baixinho, dizendo:
- Por favor, pelo cu não... Pelo cu não... Vai doer... Nunca fui comida no cu.
Enquanto Vicente respondia:
- Não se preocupa, Doutora, vou fazer com calma, tentando não doer muito.
Ela começou a falar:
- Por favor, só não me machuca... Que não doa... Se vocês querem fazer, tudo bem... Mas que não doa... Por favor, que não doa.
Vicente continuava molhando o cu dela enquanto, com o dedo, ia abrindo aos poucos. Quando o dedo entrou fácil, ele começou a enfiar outro dedo. Manuel começou a brincar com os peitos dela, o que a excitou ainda mais e fez com que ela fosse cedendo mais rápido à vontade de ser comida pelo cu. cu quando os dois dedos começaram a entrar e sair com facilidade do cu dela, ele soube que era hora.
Ele se ajoelhou atrás de Marisela e, molhando bem a pica com saliva, começou a meter bem devagar. Primeiro só a ponta, tirava e metia de novo, cada vez que entrava, enfiava um pouco mais fundo no cu dela. Mantinha lá dentro uns segundos e tirava de novo. Assim, metendo e tirando com cuidado, ficou até que a pica dele entrava e saía com mais ou menos suavidade, até conseguir enfiar a metade.
Quando tinha mais ou menos a metade dentro, de uma só tacada de quadril, enfiou inteira. Marisela deu um grito e arqueou as costas. Mordeu os lábios e, abrindo a boca de novo, começou a gemer e chorar, dizendo:
- Chega, por favor, chega… não continua… tira… tira… tá doendo… tá doendo muito…
Mas Vicente, ignorando os pedidos da minha Marisela, começou a bombar o cu dela. Dentro. Fora. Dentro. Fora. Assim ficaram comendo ela pelos dois buracos por uns dez minutos. De vez em quando, Vicente cuspia na pica dele pra lubrificar o buraco de Marisela, deixando que a cada estocada a pica entrasse inteira até o saco. Às vezes, tirava do cu de Marisela e via que ele tava totalmente dilatado, a ponto de, quando enfiava de novo, a pica entrar sem esforço nenhum até as bolas.
Depois de uns minutos, Marisela parou de reclamar e começou a mexer a bunda pra frente e pra trás, acompanhando o ritmo das estocadas dos dois.
- Meu Deus… tô gostando… tô gostando… não pode ser… tô gostando… continuem, por favor… não parem… não parem… Deus… vou gozar de novo… vou gozar… não parem… façam eu gozar… por favor… façam eu gozar…
E ela gozou. Claro que gozou. Teve um orgasmo tão intenso que fez Vicente e Manuel também gozarem, enchendo de jorros grossos de porra a buceta e o cu dela, e os três ficaram exaustos. Jogados no chão do escritório enquanto o sêmen começava a escorrer pela virilha e pelas nádegas de Marisela, depois de alguns minutos começaram a se vestir e Manuel disse a Marisela:
- Viu só, doutora? E a senhora que não queria dar o cu, e olha como aproveitou bem.
- E ela respondeu: - Só espero agora ter meu aumento.
E os dois responderam em uníssono:
- Claro que sim, a senhora merece muito. Embora Manuel tenha retrucado: - Eu fiquei com vontade daquela buceta. Ao que ela respondeu: - Tudo vai ser questão de acertar com um aumento mais pra frente.
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