Com meu Irmão 1

Relato da RED

Pois é, queridos amigos e amigas, o tesão de uma noite de verão que me deixou faminta e a relação sexual daquela noite com meu irmão, que foi a primeira vez, me marcou pra sempre, mas não só não me arrependo, como sou feliz e estou totalmente entregue ao sexo. Me chamo María, tenho 1,73m, visto manequim 38 e uso 90B, tenho 26 anos, sou bissexual e moro em Valência. Tudo o que vou relatar é verdade.

Aconteceu no fim de junho, quando eu tinha 19 anos. Um sábado à noite. Eu tinha ido jantar com um grupinho de amigos e amigas e depois a gente planejava ir estudar na biblioteca da universidade, já que as provas estavam chegando e eu não queria vacilar, queria ter um "bom verão", vocês me entendem. Meus pais estavam em Madri a negócios e pra visitar a família, e meu irmão, eu achava que estava com uma das namoradas dele. Meu irmão Juan tinha 25 anos, tem mais de 1,80m e a pica dele era famosa entre as mulheres.

Lá pelas 2 da madrugada, larguei os livros na mesa e fui na cafeteria tomar um café duplo e fumar um cigarro. Depois de descansar um pouco e trocar ideia com uns colegas, fui ao banheiro e, ao passar pelo corredor que leva até lá, ouvi através de uma janela aberta uns gemidos de sexo. Espiei um pouco e vi uma conhecida se deixando "apalpar gostoso" por outra mulher. Nunca imaginei a Marta sendo lésbica ou bi, então pulei pela janela e me escondi, como uma frustrada, atrás de um arbusto. Nunca tinha tido a oportunidade de ser bissexual — teria aceitado só pra experimentar! Só fui possuída por homens até então. Então, ali escondida, fui me masturbando enquanto aquelas duas mulheres se acabavam de prazer. Quando as duas foram embora, pulei a janela de novo, entrei no banheiro e limpei os fluidos que escorriam pelas minhas pernas. Mas, ao voltar pra biblioteca, lá estava a Marta, só duas mesas na minha frente e de frente pra mim, então me virei. Me excitando, eu olhava mais pra ela do que pros livros e, no final, ela também me olhava de um jeito especial. Então larguei os livros e voltei pra casa com uma vontade de ser fodida que era impressionante!

Quando cheguei em casa, ouvi mais gemidos de sexo e imaginei que fosse meu irmão com a tia do mês. Então tentei não fazer barulho pra não atrapalhar, odiando eles por não ser eu quem tava sendo penetrada. Mas, ao passar pela porta entreaberta da sala, percebi que os sons vinham da televisão. Meio estranhada, espiei e vi meu irmão, completamente nu, se masturbando — ou seja, batendo uma vendo um filme pornô. Ali estava ele, com aquela pica famosa e linda de 20 centímetros, grossa como um braço (era o que as amigas diziam). Aquilo me deixou mais quente que um forno de fundição de aço: meu irmão sem uma buceta e minha buceta ardendo, desejando exatamente o que ele segurava na mão. Comecei a me masturbar como uma louca, tanto que bati com o cotovelo na porta, e ela se abriu. Meu irmão levantou o olhar, e ali estávamos: ele no sofá se punhetando e eu de pé na porta, fazendo o mesmo.

Meu irmão Juan reagiu rapidinho. Levantou, veio na minha direção, ergueu a mão direita (achei que fosse me agredir), mas acariciou minha bochecha e disse bem alto:
— Poxa, parece que hoje à noite estamos os dois condenados a nos satisfazer sozinhos!

E eu, engolindo seco, falei bem baixinho:
— Preciso dessa noite fazer amor, sexo, ser fodida, o que for, mas não quero me satisfazer sozinha!

Meu irmão respondeu:
— Maria, somos irmãos. Se não fosse por isso, já teria te comido há muito tempo. Você me atrai como mulher, e sei por um amigo seu que você fode divinamente! Mas somos irmãos, e isso pode ser um jogo perigoso.

Eu peguei no pau dele, ainda duro, e falei com toda a cara:
— Eu só vejo um corpo que me agrada e toco numa pica que desejo e preciso! Se não fizermos hoje, nunca mais vamos fazer! A gente precisa de sexo. Os dois, então o que impede?
Meu irmão João acariciou meu rosto de novo, foi até a TV, desligou ela e, do jeito que eu estava, ainda vestida, me levantou, me jogou no sofá, puxou minha minissaia, arrancou minha calcinha e, se jogando em cima de mim sem nenhum cuidado, me penetrou selvagemente. Gritei de dor, de susto. Ele não teve nenhum pudor. O pau grosso dele entrou com força dentro de mim, me destruindo, me partindo ao meio, abrindo minhas pernas bruscamente. Mesmo estando super molhada, doeu e comecei a chorar enquanto meu irmão continuava metendo e tirando com toda a força, esmagando meu clitóris e dilatando brutalmente minha buceta. De repente ele diz:
– Neném, isso é só sexo, relaxa, que a parte boa vem depois! Você mesma disse antes, se não fizermos hoje à noite, nunca vamos fazer, mas a noite é muito longa. Então aproveita cada segundo. Agora, vamos os dois extravasar nossa frustração, que depois o prazer vai ser prazer de verdade.
Isso me relaxou e comecei a aproveitar o que estava dentro de mim. Fui me soltando e me virei um pouco pra ele entrar melhor. Meu irmão disse:
– Parece que a menina tá gostando agora!
Menina, ele tinha me chamado de menina! Ia mostrar pra ele que, se ele era homem, eu também era mulher, então comecei a mexer minha bunda devagar, deixando o bruto do meu irmão terminar "o serviço dele" com minha ajuda. O pau dele me destruía, era muito grosso, mas estava me dando um prazer enorme e comecei a gozar. Meu irmão pegou não sei de onde uns guardanapos e colocou debaixo da minha bunda pra não sujar o tecido do sofá. Uma, duas, três vezes gozei e fiquei fora de mim. Tinha um macho em cima de mim metendo de verdade, abrindo minhas pernas como ninguém nunca tinha feito e, ainda por cima, era meu irmão! De repente, senti que ele ia gozar e ajudei, cobri ele de beijos, de carícias... e ele me encheu de porra. Porra de macho, de homem... de irmão.
Peguei o rosto dele com as duas mãos e aproximei meus lábios dos dele, Beijei devagar, e ele me pegou e me beijou com paixão, com força, com raiva, com desejo. Nossas línguas se amarravam e se desamarravam, nossos lábios queriam ser fixados e cravados. E parou de repente. Meu irmão me olhou, tirou o pau de dentro de mim e se levantou. E então me disse:

– Esta noite pode ser muito longa! Você também quer que seja?

Assenti com a cabeça enquanto sorria ao pensar que todo aquele pedaço enorme de carne seria meu para sempre. Eu o tinha na minha casa e não pensava em deixar ele gozar na buceta de outras, o que podia ser meu. Ele foi até o balcão do bar, serviu dois uísques, e eu me levantei e comecei a me despir. Ele me olhou e disse:

– Espera, Maria! Ouvi nas baladas que a gente frequenta que você é muito sexual e safada. Até uns meses atrás, briguei com um "amigo" seu por ele dizer que você era uma puta na cama. Eu te penetrei daquele jeito brutal, não sei por que razão, mas percebi que você tava gostando e me fez gozar. Mas poucas teriam aguentado o que você aguentou com meu pau grosso. Eu sou tarado e muito viciado. Até onde posso ir com você?

Eu só disse:

– Faz em mim teus piores sonhos sexuais e serei sua puta pessoal, se você quiser!

E foi isso que ele fez de mim. Ele se aproximou, me deu o copo de bebida, me empurrou no sofá, acendemos uns cigarros e, de vez em quando, ele me pegava e tirava uma peça de roupa, até me deixar completamente nua, enquanto beliscava meu clitóris. Apagou o cigarro no cinzeiro, pegou um charuto da mesa de centro, abriu minhas pernas e foi enfiando ele na minha rachinha supermolhada. Eu tava excitada e não demorei a gozar de novo. Meu irmão acendeu o charuto, cheio dos meus sucos, e me deu pra fumar. Ao ver minha cara meio assustada, ele disse:

– Não esquece: você é minha puta e vai fazer TUDO o que eu pedir, tá de acordo? Ou será que você não é a mulher que me disseram e que você mesma se gaba?

Assenti, um pouco assustada com o tom da voz dele. mas algo fez com que uma longa descarga elétrica percorresse meu corpo e, de todo coração, eu disse:
– Juan, até
hoje você era só meu irmão e, a partir de hoje, será TUDO o que desejar ser e eu serei TUDO o que você desejar que eu seja. Meu limite será sempre o que você decidir.
E para fazer ele entender, comecei a fumar o primeiro cigarro (charuto) dos milhares que fumei até hoje. Ele pegou minhas pernas e as abriu mais, me puxou para frente, colocando minha buceta na borda do sofá, enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a me foder com a língua enquanto suas mãos agarravam meus peitos e os apertavam com força. Comecei a gozar, comecei a me entregar a ele, entre a fumaça do charuto que me engasgava e me deixava tonta, o "trabalho" que ele fazia e do qual eu curtia como uma louca, meus fluidos escorriam sem parar. De repente, meu irmão tirou o charuto da minha boca e o deixou no cinzeiro, me pegou no colo e me levou para o quarto dele, me deitou na cama e me penetrou de novo com força.
Eu me rendi, me entreguei totalmente a ele, meu corpo ia de um lado para o outro da cama. Já estive com três homens ao mesmo tempo, já participei de várias orgias, mas nunca senti nada parecido. Éramos duas feras se fodendo mutuamente, sabia que não tinha volta, tinha consciência de que meu irmão era o homem perfeito para mim — como poderia existir um homem mais perfeito para mim do que meu próprio irmão?! Entendi na hora, tinha que mostrar pro meu irmão que eu não era mais "a menininha", e sim a puta que ele queria. Então, enquanto o abraçava e beijava, totalmente entregue ao macho, eu disse:
– Juan, arrebenta meu clitóris, destrói minha buceta, enfia meus ovários no estômago, me fode com toda sua força e paixão e depois, abre meu cu!. Já levei por ali várias vezes, mas se você meter sua pica, vou ser verdadeiramente sua puta. Não se preocupa com minha dor, assim você e eu saberemos para sempre que meu cu foi realmente aberto pelo meu irmão.
– Maria, você é louca!, minha pica é muito grossa.
– Juan, você Quero tudo pra mim e pra sempre, entendeu?
E sim, ele entendeu. Terminou de me foder, descansou um pouco do meu lado, levantou e, do criado-mudo, pegou um pote de vaselina. Me deu um beijo na boca, sorriu e perguntou:
– Tem certeza?
Eu concordei. Ele me virou, colocou um travesseiro debaixo da minha barriga, passou vaselina no meu cu e começou a me penetrar com um dedo. Foi massageando e colocou mais um dedo. Eu comecei a me masturbar igual uma louca. Ele enfiou um terceiro dedo, meu cu parecia que ia rasgar. Me queixei, e meu irmão disse:
– Até eu enfiar quatro dedos, não vou te comer. Se quiser, a gente para.
Eu pensei: "quatro dedos, ele vai me matar!", mas não respondi e continuei me masturbando. Pouco depois, o quarto dedo entrou no meu cu. Subiu um calor do caralho, o prazer era maior que a dor, nunca tinha sentido algo assim. De repente, os quatro dedos saíram do meu cu, e meu irmão passou mais creme em mim. Ele se ajoelhou na frente do meu rosto e disse:
– Chupa ele, deixa ele duro e besunta com sua saliva, e olha bem o que vou meter em você!
E eu olhei bem. Quando tentei colocar na boca, percebi de verdade a grossura daquele pau. Admirei como a cirurgia de fimose que ele fez aos 12 anos tinha dado certo — a cabeça era enorme e maravilhosa. Do jeito que dava, chupei, besuntei e preparei direitinho. Ele se levantou, ficou atrás de mim, me pegou pelos dois glúteos e os separou. Senti ele encostar na "porta" do meu cu e começar a empurrar. Tentou várias vezes, eu chorava de dor e de tesão — queria aquilo dentro de mim e não ligava pro preço! De repente, ele se levantou, pegou um pano grande (não sei o que era) e colocou na minha boca como mordaça. Apoiou a cabeça do pau no meu cu e, pra minha desgraça, não entrou — a dor, sim. Mas ele empurrou de novo e soltou um berro enorme, e eu um grito imenso de dor e desespero, abafado pelo pano. Ele estava dentro de mim… completamente dentro de mim. Por uns segundos, eu apaguei. perdi os sentidos e quando voltei a mim, meu irmão continuava metendo e tirando. A dor era imensa, o calor, abrasador, mas aos poucos foi dando lugar ao prazer mais extraordinário que eu jamais conhecera, e comecei a me masturbar de novo e tirei o pano da boca. Instantes depois, segurando firme minha cintura, ele gozou dentro do meu cu. Os lençóis estavam encharcados com meus fluidos e o esperma dele. No fim, nós dois caímos destruídos, exaustos, vazios, secos e muito felizes.
E eu comecei uma nova vida sexual, que me fez imensamente feliz. Casei-me há dois meses, mas sou e sempre serei do meu irmão. Ele é o único homem que eu amo, é o homem da minha vida.
Mas isso vai ser outra história, se essa primeira parte da minha entrega ao meu irmão tiver agradado. Não tenham preconceito com relações sexuais entre irmãos. Se fecharem os olhos, ou apagarem a luz, somos só dois corpos que se amam.

2 comentários - Com meu Irmão 1

Ojala mi hermana venga y me digas que la penetre...van 10
Deje se hacerme la paja, solo para aplaudir!!!👏👏👏 van 10 puntos y una deslechada abundante!!!😋🍑🍆💦💦💦