E aí, depois dessa saída foda, a gente continuou se falando e ainda teve mais uns encontros.
Uma semana depois do encontro, me mandaram mensagem no grupo do zap que queriam continuar com os jogos de dominação. Tinham ficado muito tesudos e queriam ir um pouco mais além.
Me chamaram pro meu jogo, então passei uma lista de acessórios pra comprar...
Jaula de castidade masculina, chicote, choker, corrente e booty de raposa. Quando viram todos os acessórios que tem além dos que fiz eles comprarem, ficaram empolgados e queriam comprar tudo, mas como eu gosto de ir passo a passo, não deixei que comprassem.
Passaram a semana inteira escrevendo e mandando mensagem pra eu contar o que a gente ia fazer, qual era meu plano e quando a gente ia estrear. Claro que não contei nem uma palavra e, cada vez que perguntavam demais, eu dava um castigo pra eles.
Tudo isso de dominação realmente me excita e é o que mais me deixa com tesão, mas a gente tinha deixado uma tarefa pendente do encontro anterior. Formar uma hotwife é fácil, mas exige dedicação.
Mandei uma mensagem separada pra ela e falei que ele não precisava ficar sabendo. A gente teve uma conversa inicial de meia hora, o que eu propus era simples. Se você vai trair seu marido, tem que fazer direito… vamos ter encontros sem ele saber…
Ela adorou desde o começo, tem um certo tesão que muitas hotwife guardam, que é: mesmo tendo toda a liberdade do mundo de dar pra outros caras e poder contar pro marido, elas não querem fazer isso. De certa forma, se sentem mais putas se mantêm em segredo.
Na semana seguinte, ela tirou um dia de folga no trabalho e a gente combinou de se encontrar. Claro que, pra ele não desconfiar e pra humilhá-lo (o que ela adora), ela pediu pra ele levá-la até o trabalho.
Aluguei um hotel tipo fazenda pra passar o dia, fui buscar ela no trampo e começamos a viagem até o hotel. Quando ela entrou no carro, se inclinou pra minha boca pra me beijar, eu me recostei pra trás e perguntei o que cê tá fazendo, puta?
Ela - Queria te dar um oi.
Eu - Só eu posso beijar sua boca, você em mim só quando eu pedir.
Ela - Desculpa, senhor.
Eu - De agora em diante, quando a gente se ver, você vai pedir permissão pra me cumprimentar, e se eu disser "foda-se", ok, você vai me cumprimentar, mas chupando minha pica.
Ela - Tá bom, senhor…
Eu - … o que você tá esperando pra me perguntar?
Ela - Posso cumprimentá-lo?
Eu - Isso, sua puta, desabotoa meu cinto e o botão da calça, abaixa o zíper e chupa minha pica, bem devagar.
Claramente fiz ela chupar minha pica durante toda a viagem enquanto eu dirigia. A 20 minutos de chegar no hotel, parei num bar, falei vamos tomar café, mas antes quero que você saiba de uma coisa. Se em algum momento do dia você se sentir desorientada, olha seu celular...
Sentamos, pedimos dois cafés com medialunas e tomamos café da manhã…
Levei um vibrador bluetooth que tinha comprado. Falei pra ela que antes de chegar no hotel colocasse na bolsa e deixasse aberta pra dar pra ver de fora. Ela colocou num bolso da frente da bolsa e deixou o zíper aberto, dava pra ver de longe. Dei instruções pra que quando chegasse no balcão do hotel apoiasse a bolsa em cima pra recepcionista ver o vibrador.
Ficamos quase uma hora, eu tinha um plano, mas não estava rolando o que eu precisava.
Eu - Quer ir no banheiro antes de sair?
Ela - É longe?
Eu - Sim
Ela - Bem, vou indo.
Levantou, foi pro banheiro e, assim que entrou, deixei grana suficiente na mesa pra pagar a conta e ainda dar pra pedir mais alguma coisa, e vazei...
Peguei o caminho pro hotel, depois de uns quinze/vinte minutos ela me ligou…
Ela - Cadê você?
Eu - Você viu seu celular?
Ela - Ah não!, desculpa…
Eu - Você tá de castigo.
E corta...
Ela tinha mandado uma mensagem que dizia:
Se quiser ser uma foxy, vai chegar no hotel como tal… Vou te mandar um Cabify pra te buscar e te levar até o hotel. Quando chegar, se apresenta na recepção e fala que tem uma reserva no quarto A332, que o senhor "XXX" tá te esperando.
Ela respondeu minha mensagem falando "ok".
Cheguei no hotel, fui até o balcão e falei com um cara que tava de recepcionista.
Eu - Tenho uma reserva no nome de “XXX”.
El - Perfeito, senhor.
Fica de olho no sistema...
O - Senhor, vejo que o senhor já está cadastrado no sistema, quer conferir seus dados?
Eu – Não, obrigado.
El - Perfeito, já vou entregar seu cartão.
Passaram 5 minutos e ela me entrega o cartão...
Eu - Gatinho, quero te pedir um favor, tô esperando uma acompanhante e quero a maior discrição… você pode entregar isso pra ela quando chegar e acompanhar ela até a porta do quarto? Dá um cartão pra ela entrar e me avisa quando tiver feito isso, eu vou estar lá fora no bar. Dei uma gorjeta pra ele e, meio na dúvida, ele aceitou…
El - Perfeito, senhor. Deseja mais alguma coisa?
Eu - Não, obrigado.
O que eu entreguei pro rapaz era um vestido de empregada que tinha comprado junto com o vibrador, tinha um cabide e eu me certifiquei de que o nylon preto que cobria ficasse mais curto do que a fantasia pra aparecer.
Fui rápido pro quarto, coloquei uma legging e uma regata, pedi um Cabify e mandei uma mensagem pra ela com print do carro que ia buscar ela.
Já que o app mostra o trajeto, quando ela tava chegando, desci pra recepção e me escondi sentado nuns sofás atrás de umas plantas. Ela entra, chega no balcão e eu percebo que fiz merda… por causa do distanciamento social, ela não conseguia chegar perto o suficiente pra apoiar a bolsa. Por outro lado, quem tava atendendo ela era uma mina, colega do cara com quem eu tinha falado. Quase tendo que improvisar um plano B, vejo o cara se aproximar, falar algo com a colega e começar a atender a minha putinha. Ele dá o cartão, entrega o vestido na mão dela e acompanha ela até o elevador. Nessa hora, a cara da minha putinha não acreditava no que tava rolando. Embora a ideia original fosse fazer quando ela tivesse a bolsa em cima do balcão, antes do elevador chegar, tive a ideia de ligar o vibrador pelo app do celular (tive que chegar um pouco mais perto porque não conectava). Se minha putinha já tava envergonhada quando ele entregou o vestido, nessa hora ela queria que o chão a engolisse.
Deixa eu acompanhar você até meu quarto, eu fui pro bar e esperei o moleque vir me avisar que a putinha tinha chegado.
Depois de no máximo dez minutos, o moleque já tava me avisando e ela me ligando no celular.
Ela - Já tô no quarto.
Eu - Te perguntei?
Ela - Desculpa, senhor.
Eu - Me espera de quatro, igual uma gata, do lado da cama até eu chegar.
Corte...
O moleque – Senhor, a moça já tá no quarto dela.
Eu - Ela é gostosa?
O rapaz - Desconcertado… S..S..Sim, senhor
Eu - Quer usar ela depois?
O moleque - Sorri… não senhor, muito obrigado
Terminei de tomar minha cerveja, que tinha acabado de pedir, e subi. Ela já tava cansada de ficar de quatro, mas tentou sorrir mesmo assim.
Ela - Senhor, posso cumprimentá-lo?
Eu - De novo, vadia? Como você gosta dessa pica… vem, mas faz de quatro, igual a gata que você é.
Ela se aproximou bem sensual, rebolando aquela bunda linda que tem, chegou até meus pés, se ajoelhou e bem devagarinho desabotoou meu cinto e o botão da calça, abaixou o zíper e colocou a pica na boca com uma suavidade, como se estivesse chupando o sorvete mais gostoso do planeta.
Tinha preparado meu cinto pra usar como coleira sadomasô nela. Na noite anterior, fiz uma série de furos pra ajustar bem na largura do pescoço dela…
A situação me deixou tão excitado que na hora quis sodomizar ela. Tirei o cinto, ajustei no pescoço dela e peguei a outra ponta… Dei duas voltas no meu pulso e fiquei com a mão na nuca dela. Com força, comecei a enfiar o meu pau bem fundo na boca dela até a garganta, mas ainda sobrou um pouco pra fora.
Salivando, me olho nos olhos e tento me convencer de que não dava…
Eu - vadia, agora você é minha e vou fazer o que eu quiser com você. Quem decide o que pode e o que não pode sou eu.
Retomei o controle e enfiei a pica um pouco mais. Nunca cheguei a colocar ela inteira na boca, mas era muito cedo pra eu vomitar na calça.
Usando a cinta, eu a levei até a cama como se estivesse passeando com uma puta no cio e a fiz deitar na cama, com os dois pés no chão e os braços esticados para frente.
Eu - sua putinha, queria dominação? Vou te açoitar com o mesmo cinto que você tem no pescoço.
E dei uma palmada nela com a mão aberta que ecoou pelo quarto inteiro... Ela soltou um grito igual ao gemido da primeira vez que agarrei a bunda dela, e se remexeu pra um lado e pro outro.
Eu - cê ficou com a buceta ardendo, vadia?
Ela - S... s... sim senhor, doeu pra caralho.
Eu - Quer mais?
Ela - Nããão..
Pafff, mais uma palmada na bunda…
Ela - Aiiii!
Eu - A gente tá só começando, que decepção…
Ela - Não aguento, tá doendo…
Eu - Não te perguntei
Pedi pra ela virar e ficar com a boca na beirada da cama.
Eu - Abre bem essa boca, sua puta
Muito obediente, ela abriu a boca e eu comi a buceta dela como se fosse a melhor pussy do universo.
Vendo ela desnorteada pela mamada que eu dei nela, pedi pra ela sentar em cima de mim e me montar. Essa posição é uma das mais fodas pra mim, consigo aguentar o tempo que eu quiser sem gozar.
Eu - puta, cavalga mas não goza, hein…
Não passaram nem 10 minutos e ela já não aguentava, queria gozar. Então joguei ela de novo em cima da cama, de bruços, com os pés no chão e os braços esticados.
Tirei o cinto que ele ainda tinha no pescoço e dei uma cintada (leve) nele.
Ela - AIISSSS… suspiro pra dentro
Eu - Cê curte, puta?
Ela - Um pouco
Eu - Pafff, mais um cinturãozinho bem de leve também.
Ela - SSSS. Assim sim…
Eu - Não te perguntei
Ela - Perdão, senhor.
Eu - Quer leite?
Ela - Sim, por favor.
Eu - Você tem que aguentar eu te surrar enquanto isso…
Pafff... e dessa vez foi um pouco forte...
Ela - Aiiiiii!
Levei ela até o limite do orgasmo várias vezes e fiz o mesmo jogo, tirei a rola bem na hora e bati na bunda dela.
Ela - Não aguento mais! Me enche de porrada, mas me faz gozar!
Eu - Era exatamente o que eu tava esperando, sua puta…
Coloquei ela de novo com os pés no chão e as mãos na cama, encostei a piroca na buceta dela e falei no ouvido…
Eu - Toda vez que você se mexer, eu vou te dar com o cinto.
Ela - Não tô nem aí…
Ela se mexia pra enfiar meu pau na buceta dela e eu... pafff.
Ela Aiii!, se mexia de volta e eu pafff…
Assim ficamos vários minutos até que a coisa foi pegando ritmo e o Aiii! se transformou num Aiiimmmm, e depois num aahhhhhhh, e no final num hmmmmm… Isso… Isso. me dá… me dêeee. aaaaaaahhhh!!!!, até que explodiu em orgasmo…
Acabo de me virar de lado, exausta, me contorcendo de dor na bunda.
Eu - vadia, o que cê tá fazendo? Eu não gozei… vem aqui e chupa minha pica
Ela, bem obediente mas dolorida, se aproximou e fez isso. Gozei em menos de 2 minutos e joguei toda a porra na cara e no cabelo dela.
Eu - Não descansa muito, putinha, que ainda tem muito trabalho pela frente.
Deixei ela processar tudo por 15 minutos. Nesse tempo, ela me chamou de filho da puta, disse que nunca tinha sido tratada assim, mas que adorou.
Me sentei contra o encosto da cama e falei: vai, sua putinha, começa a chupar meu pau de novo e se toca.
Comecei a chupar minha pica quase sem vontade, mas com o passar das chupadas e dela enfiar os dedos, foi pegando ritmo. Quando minha pica ficou dura de novo, sentei no sofá e pedi pra ela se tocar até gozar na minha frente. Ela teve muita dificuldade pra gozar; levantei duas vezes pra ela chupar minha pica, e isso a deixava com tesão, mas quando eu me afastava, ela voltava a ter dificuldade. Então me aproximei e falei pra ela se tocar e chupar minha pica ao mesmo tempo até gozar. A putinha fez isso e gozou na hora.
Novamente se jogou para o lado, agitada e acabada.
Eu - Putilda… que cê tá fazendo descansando?
Ela - Pra você não aguentar mais!
Eu - Quanto tempo falta, sua puta...
Houve um silêncio, e pedi serviço de quarto.
Eu - Oi, queria duas águas com gás, limão, uma vodka e uma sprite.
Enquanto a bebida chegava, pedi pra ela deitar de barriga pra cima, com a boca aberta na beirada da cama, e me masturbei olhando nos olhos dela. Obviamente, gozei na cara dela de novo e mandei ela não limpar.
O serviço de quarto demorou um pouco mais do que eu tinha calculado e, quando chegaram, eu já estava com toda a porra seca na cara.
Serviço de quarto - TOC, TOC
Eu - Vai assim mesmo, sua puta.
Ela - Cê tá louco? Tô pelada!
Eu - Tá me contradizendo?
Ela - N...N..N...Não, senhor
Foi um dos momentos mais engraçados do dia, ela tava desmontada, não sabia como fazer pra abrir daquele jeito… Vestiu a calcinha e atendeu de peito pelado com a cara toda cheia de porra. Apressada, pegou a bandeja onde traziam as coisas e fechou a porta. Olhou pra mim e se cagou de rir, cê é um filho da puta!
Tomamos uns drinks, Sprite e água, tomamos banho juntos, fiz ela me ensaboar, enxaguar e secar, e não fomos pra piscina.
Chegamos, me sentei numa cadeira de praia, ela arrumou outra do meu lado e antes que se sentasse, lembrei… Você tá de castigo… não olhou seu celular. Quase sem aguentar a raiva, ela me perguntou… qual é o meu castigo?
Eu - Vai me buscar uma bebida, nem muito doce nem muito seca, e quando voltar me entrega, mas não senta, fica em pé do meu lado.
O rosto dela era uma delícia, me dava vontade de comer ela ali mesmo. Pedi minha bebida, ela demorou uns 15 minutos, me entregou na mão e ficou parada do meu lado com a mão no meu ombro. Depois de 20 minutos, eu já não aguentava mais, tava terminando meu drink e ela já tinha cruzado as pernas umas 38 vezes, se apoiando primeiro numa e depois na outra. Nessa hora, o pessoal tava olhando pra gente, alguns poucos sacavam o jogo e riam, e a grande maioria não sacava, mas olhava do mesmo jeito.
Eu - Vou te dar uma escolha, putinha: ou você arruma uma garçonete ou uma gostosa do hotel, falando que tem uma fantasia de ver ela foder comigo enquanto você assiste, ou a gente volta pro quarto e você me entrega essa buceta.
Ela - Que filho da puta… Sei lá, não consigo nenhuma das duas, é demais.
Eu - Você vai jogar a toalha?
Ela - Nunca, mas me trata com cuidado…
Voltamos pro quarto, ela me olhava totalmente submissa, entregue pra eu meter no cu dela, mas com medo. Raramente eu gosto que a outra pessoa saiba o que vai rolar, então não comecei direto pelo rabo. Pedi pra ela me montar em todas as posições que pudesse imaginar, enquanto eu ficava numa só, sentado encostado na cabeceira da cama. Pra ser sincero, me surpreendeu, teve umas posições que eu não esperava, mas nada disso fazia ela gozar. Precisava de um pouco de amor, era novinha…
Vem aqui, putinha, senta em cima de mim olhando nos meus olhos. Ela fez isso, começou a se mexer e eu dei o beijo mais molhado da história. Beijei o pescoço dela, os peitos e fiquei por ali, ela adorava... Não durou nem 10 minutos e ela gozou.
Quis sair de cima de mim e eu segurei ela… Que que cê tá fazendo, putinha? Continua no teu ritmo. Se contorcendo de prazer e sensações que nem ela conseguia entender, ela continuou se mexendo. Primeiro senti a buceta apertada e seca, mas com o passar dos movimentos e os beijos nos peitos, foi se dilatando… e molhando… e molhando mais…
Não aguentava mais, me pediu pra parar, falei que podia parar mas que tinha que continuar se masturbando. No começo não quis, mas depois aceitou, o que ela não sabia era que eu ia fazer ela chupar minha rola enquanto se masturbava.
Incrivelmente descobri que ela adorava isso, fica toda molhada quando chupa pau e isso me ajudou pra caralho. Mesmo que estivesse exausta, essa situação fazia ela se molhar e eu aproveitei pra surrá-la de novo e invadir a área mais preciosa dela.
Peguei o cinto, e enquanto ela me chupava a pica e se tocava, bati de leve na bunda dela... Pafff... ela não reclamou... Pafff... nada... Dei um pouco mais forte e ela olhou nos meus olhos sorrindo...
Eu - Cê gosta de mim, né, foxy?
Ela - Gostosa Demais
Naquele momento, me dava vontade de enfiar toda a pica na bunda dela até sentir o gosto da minha porra na garganta, mas sei que não dá pra apressar as coisas, então comecei com um dedo…
A posição estava desconfortável, então mandei ela ficar de quatro me chupando enquanto a gente fazia 69. Acho que juntos descobrimos um mundo nessa posição, os dedos entravam sozinhos, ela empurrava pedindo mais, e minha pica jorrava porra sem parar.
Teve um momento em que não aguentamos mais, coloquei ela de papo pra cima e, dando o beijo mais profundo, comecei a penetrar ela pelo cu. Primeiro só a cabeça da pica, depois um pouquinho mais, aí ficamos quase na metade da pica, mas tava doendo se entrasse mais. Chupei o pescoço e a orelha dela por uns 5 minutos, e isso me deixou enfiar mais uns 2 cm de pica dentro daquele cuzão gostoso dela.
Eu - Brinca com essa buceta, vagabunda, não enfia mais que vai se machucar
Ela - Quero mais, mas tô com medo. Me sinto uma puta gostosa.
Eu - Você é, vou gozar dentro da sua buceta
Seguimos, brincamos, ela se tocou enquanto eu tinha a pica dentro do cu dela, mas não conseguia gozar. Quase não tinha mais porra, mas ainda sobrava um pouco mais do dia pra continuar trepando.
Eu - piranha, eu não tiro até gozar dentro de você.
Ela - Eu não quero que você tire ela.
Me masturbei com uma mão o tronco que não tinha entrado, coloquei os dedos da minha outra mão na boca dela pra ela chupar e me balançava nela pra provocar que o pau saísse e entrasse um pouco do cu dela. Não aguentei nem 5 minutos e já tava gozando dentro do cu dela a pouca porra que me restava.
Faltavam algumas horas de hotel, mas já tínhamos que voltar. Deixei passar meia hora, me levantei, agarrei ela pelo pescoço, coloquei a pica de novo na boca dela e fiz ela começar a chupar.
Eu - Coloca o vibrador que eu te comprei…
Ela - Não aguento mais!
Eu - não te perguntei.
Coloquei o vibrador e liguei na velocidade máxima, ela tremia pra todo lado e eu enfiava minha pica meia-bomba na boca dela. Ficamos assim por um bom tempo, penetrei ela de novo, fiz ela sentar em cima de mim até gozar mais duas vezes com um orgasmo suave e quase sem força.
Já estávamos quase no fim do expediente dela e ainda faltava a viagem de volta. Tive que ligar pro marido e inventar alguma desculpa. Mandei um WP pra ele dizendo que ia voltar com uma colega porque tinha atrasado com uns papéis, e comprei uma ou duas horas a mais de tempo. Claramente não liguei pra ele porque sabia que ia fazer alguma coisa com ela enquanto conversava.
Tomamos banho, dessa vez tomei banho sozinho, nos trocamos e antes de sair falei pra ela ir sozinha e me esperar na esquina. Se quer ser uma foxy, vai ter que ir como uma foxy.
Sem muito, mas deu certo. Ela me esperou na esquina, que nesse tipo de hotel é bem mais que um quarteirão de cidade. Fui buscá-la e levei ela até a casa dela. Antes de chegar, na esquina da casa dela, peguei a boca dela de novo no banco de trás do carro pra ela não esquecer quem manda, e mandei ela ir andando, olhando de longe.
Depois daquele encontro, a gente teve um na casa dela com o marido presente. Mas isso fica pra outra história, hoje quero terminar de escrever pra poder gozar na boca dessa puta que tá me chupando a rola enquanto escrevo a história dela.
Uma semana depois do encontro, me mandaram mensagem no grupo do zap que queriam continuar com os jogos de dominação. Tinham ficado muito tesudos e queriam ir um pouco mais além.
Me chamaram pro meu jogo, então passei uma lista de acessórios pra comprar...
Jaula de castidade masculina, chicote, choker, corrente e booty de raposa. Quando viram todos os acessórios que tem além dos que fiz eles comprarem, ficaram empolgados e queriam comprar tudo, mas como eu gosto de ir passo a passo, não deixei que comprassem.
Passaram a semana inteira escrevendo e mandando mensagem pra eu contar o que a gente ia fazer, qual era meu plano e quando a gente ia estrear. Claro que não contei nem uma palavra e, cada vez que perguntavam demais, eu dava um castigo pra eles.
Tudo isso de dominação realmente me excita e é o que mais me deixa com tesão, mas a gente tinha deixado uma tarefa pendente do encontro anterior. Formar uma hotwife é fácil, mas exige dedicação.
Mandei uma mensagem separada pra ela e falei que ele não precisava ficar sabendo. A gente teve uma conversa inicial de meia hora, o que eu propus era simples. Se você vai trair seu marido, tem que fazer direito… vamos ter encontros sem ele saber…
Ela adorou desde o começo, tem um certo tesão que muitas hotwife guardam, que é: mesmo tendo toda a liberdade do mundo de dar pra outros caras e poder contar pro marido, elas não querem fazer isso. De certa forma, se sentem mais putas se mantêm em segredo.
Na semana seguinte, ela tirou um dia de folga no trabalho e a gente combinou de se encontrar. Claro que, pra ele não desconfiar e pra humilhá-lo (o que ela adora), ela pediu pra ele levá-la até o trabalho.
Aluguei um hotel tipo fazenda pra passar o dia, fui buscar ela no trampo e começamos a viagem até o hotel. Quando ela entrou no carro, se inclinou pra minha boca pra me beijar, eu me recostei pra trás e perguntei o que cê tá fazendo, puta?
Ela - Queria te dar um oi.
Eu - Só eu posso beijar sua boca, você em mim só quando eu pedir.
Ela - Desculpa, senhor.
Eu - De agora em diante, quando a gente se ver, você vai pedir permissão pra me cumprimentar, e se eu disser "foda-se", ok, você vai me cumprimentar, mas chupando minha pica.
Ela - Tá bom, senhor…
Eu - … o que você tá esperando pra me perguntar?
Ela - Posso cumprimentá-lo?
Eu - Isso, sua puta, desabotoa meu cinto e o botão da calça, abaixa o zíper e chupa minha pica, bem devagar.
Claramente fiz ela chupar minha pica durante toda a viagem enquanto eu dirigia. A 20 minutos de chegar no hotel, parei num bar, falei vamos tomar café, mas antes quero que você saiba de uma coisa. Se em algum momento do dia você se sentir desorientada, olha seu celular...
Sentamos, pedimos dois cafés com medialunas e tomamos café da manhã…
Levei um vibrador bluetooth que tinha comprado. Falei pra ela que antes de chegar no hotel colocasse na bolsa e deixasse aberta pra dar pra ver de fora. Ela colocou num bolso da frente da bolsa e deixou o zíper aberto, dava pra ver de longe. Dei instruções pra que quando chegasse no balcão do hotel apoiasse a bolsa em cima pra recepcionista ver o vibrador.
Ficamos quase uma hora, eu tinha um plano, mas não estava rolando o que eu precisava.
Eu - Quer ir no banheiro antes de sair?
Ela - É longe?
Eu - Sim
Ela - Bem, vou indo.
Levantou, foi pro banheiro e, assim que entrou, deixei grana suficiente na mesa pra pagar a conta e ainda dar pra pedir mais alguma coisa, e vazei...
Peguei o caminho pro hotel, depois de uns quinze/vinte minutos ela me ligou…
Ela - Cadê você?
Eu - Você viu seu celular?
Ela - Ah não!, desculpa…
Eu - Você tá de castigo.
E corta...
Ela tinha mandado uma mensagem que dizia:
Se quiser ser uma foxy, vai chegar no hotel como tal… Vou te mandar um Cabify pra te buscar e te levar até o hotel. Quando chegar, se apresenta na recepção e fala que tem uma reserva no quarto A332, que o senhor "XXX" tá te esperando.
Ela respondeu minha mensagem falando "ok".
Cheguei no hotel, fui até o balcão e falei com um cara que tava de recepcionista.
Eu - Tenho uma reserva no nome de “XXX”.
El - Perfeito, senhor.
Fica de olho no sistema...
O - Senhor, vejo que o senhor já está cadastrado no sistema, quer conferir seus dados?
Eu – Não, obrigado.
El - Perfeito, já vou entregar seu cartão.
Passaram 5 minutos e ela me entrega o cartão...
Eu - Gatinho, quero te pedir um favor, tô esperando uma acompanhante e quero a maior discrição… você pode entregar isso pra ela quando chegar e acompanhar ela até a porta do quarto? Dá um cartão pra ela entrar e me avisa quando tiver feito isso, eu vou estar lá fora no bar. Dei uma gorjeta pra ele e, meio na dúvida, ele aceitou…
El - Perfeito, senhor. Deseja mais alguma coisa?
Eu - Não, obrigado.
O que eu entreguei pro rapaz era um vestido de empregada que tinha comprado junto com o vibrador, tinha um cabide e eu me certifiquei de que o nylon preto que cobria ficasse mais curto do que a fantasia pra aparecer.
Fui rápido pro quarto, coloquei uma legging e uma regata, pedi um Cabify e mandei uma mensagem pra ela com print do carro que ia buscar ela.
Já que o app mostra o trajeto, quando ela tava chegando, desci pra recepção e me escondi sentado nuns sofás atrás de umas plantas. Ela entra, chega no balcão e eu percebo que fiz merda… por causa do distanciamento social, ela não conseguia chegar perto o suficiente pra apoiar a bolsa. Por outro lado, quem tava atendendo ela era uma mina, colega do cara com quem eu tinha falado. Quase tendo que improvisar um plano B, vejo o cara se aproximar, falar algo com a colega e começar a atender a minha putinha. Ele dá o cartão, entrega o vestido na mão dela e acompanha ela até o elevador. Nessa hora, a cara da minha putinha não acreditava no que tava rolando. Embora a ideia original fosse fazer quando ela tivesse a bolsa em cima do balcão, antes do elevador chegar, tive a ideia de ligar o vibrador pelo app do celular (tive que chegar um pouco mais perto porque não conectava). Se minha putinha já tava envergonhada quando ele entregou o vestido, nessa hora ela queria que o chão a engolisse.
Deixa eu acompanhar você até meu quarto, eu fui pro bar e esperei o moleque vir me avisar que a putinha tinha chegado.
Depois de no máximo dez minutos, o moleque já tava me avisando e ela me ligando no celular.
Ela - Já tô no quarto.
Eu - Te perguntei?
Ela - Desculpa, senhor.
Eu - Me espera de quatro, igual uma gata, do lado da cama até eu chegar.
Corte...
O moleque – Senhor, a moça já tá no quarto dela.
Eu - Ela é gostosa?
O rapaz - Desconcertado… S..S..Sim, senhor
Eu - Quer usar ela depois?
O moleque - Sorri… não senhor, muito obrigado
Terminei de tomar minha cerveja, que tinha acabado de pedir, e subi. Ela já tava cansada de ficar de quatro, mas tentou sorrir mesmo assim.
Ela - Senhor, posso cumprimentá-lo?
Eu - De novo, vadia? Como você gosta dessa pica… vem, mas faz de quatro, igual a gata que você é.
Ela se aproximou bem sensual, rebolando aquela bunda linda que tem, chegou até meus pés, se ajoelhou e bem devagarinho desabotoou meu cinto e o botão da calça, abaixou o zíper e colocou a pica na boca com uma suavidade, como se estivesse chupando o sorvete mais gostoso do planeta.
Tinha preparado meu cinto pra usar como coleira sadomasô nela. Na noite anterior, fiz uma série de furos pra ajustar bem na largura do pescoço dela…
A situação me deixou tão excitado que na hora quis sodomizar ela. Tirei o cinto, ajustei no pescoço dela e peguei a outra ponta… Dei duas voltas no meu pulso e fiquei com a mão na nuca dela. Com força, comecei a enfiar o meu pau bem fundo na boca dela até a garganta, mas ainda sobrou um pouco pra fora.
Salivando, me olho nos olhos e tento me convencer de que não dava…
Eu - vadia, agora você é minha e vou fazer o que eu quiser com você. Quem decide o que pode e o que não pode sou eu.
Retomei o controle e enfiei a pica um pouco mais. Nunca cheguei a colocar ela inteira na boca, mas era muito cedo pra eu vomitar na calça.
Usando a cinta, eu a levei até a cama como se estivesse passeando com uma puta no cio e a fiz deitar na cama, com os dois pés no chão e os braços esticados para frente.
Eu - sua putinha, queria dominação? Vou te açoitar com o mesmo cinto que você tem no pescoço.
E dei uma palmada nela com a mão aberta que ecoou pelo quarto inteiro... Ela soltou um grito igual ao gemido da primeira vez que agarrei a bunda dela, e se remexeu pra um lado e pro outro.
Eu - cê ficou com a buceta ardendo, vadia?
Ela - S... s... sim senhor, doeu pra caralho.
Eu - Quer mais?
Ela - Nããão..
Pafff, mais uma palmada na bunda…
Ela - Aiiii!
Eu - A gente tá só começando, que decepção…
Ela - Não aguento, tá doendo…
Eu - Não te perguntei
Pedi pra ela virar e ficar com a boca na beirada da cama.
Eu - Abre bem essa boca, sua puta
Muito obediente, ela abriu a boca e eu comi a buceta dela como se fosse a melhor pussy do universo.
Vendo ela desnorteada pela mamada que eu dei nela, pedi pra ela sentar em cima de mim e me montar. Essa posição é uma das mais fodas pra mim, consigo aguentar o tempo que eu quiser sem gozar.
Eu - puta, cavalga mas não goza, hein…
Não passaram nem 10 minutos e ela já não aguentava, queria gozar. Então joguei ela de novo em cima da cama, de bruços, com os pés no chão e os braços esticados.
Tirei o cinto que ele ainda tinha no pescoço e dei uma cintada (leve) nele.
Ela - AIISSSS… suspiro pra dentro
Eu - Cê curte, puta?
Ela - Um pouco
Eu - Pafff, mais um cinturãozinho bem de leve também.
Ela - SSSS. Assim sim…
Eu - Não te perguntei
Ela - Perdão, senhor.
Eu - Quer leite?
Ela - Sim, por favor.
Eu - Você tem que aguentar eu te surrar enquanto isso…
Pafff... e dessa vez foi um pouco forte...
Ela - Aiiiiii!
Levei ela até o limite do orgasmo várias vezes e fiz o mesmo jogo, tirei a rola bem na hora e bati na bunda dela.
Ela - Não aguento mais! Me enche de porrada, mas me faz gozar!
Eu - Era exatamente o que eu tava esperando, sua puta…
Coloquei ela de novo com os pés no chão e as mãos na cama, encostei a piroca na buceta dela e falei no ouvido…
Eu - Toda vez que você se mexer, eu vou te dar com o cinto.
Ela - Não tô nem aí…
Ela se mexia pra enfiar meu pau na buceta dela e eu... pafff.
Ela Aiii!, se mexia de volta e eu pafff…
Assim ficamos vários minutos até que a coisa foi pegando ritmo e o Aiii! se transformou num Aiiimmmm, e depois num aahhhhhhh, e no final num hmmmmm… Isso… Isso. me dá… me dêeee. aaaaaaahhhh!!!!, até que explodiu em orgasmo…
Acabo de me virar de lado, exausta, me contorcendo de dor na bunda.
Eu - vadia, o que cê tá fazendo? Eu não gozei… vem aqui e chupa minha pica
Ela, bem obediente mas dolorida, se aproximou e fez isso. Gozei em menos de 2 minutos e joguei toda a porra na cara e no cabelo dela.
Eu - Não descansa muito, putinha, que ainda tem muito trabalho pela frente.
Deixei ela processar tudo por 15 minutos. Nesse tempo, ela me chamou de filho da puta, disse que nunca tinha sido tratada assim, mas que adorou.
Me sentei contra o encosto da cama e falei: vai, sua putinha, começa a chupar meu pau de novo e se toca.
Comecei a chupar minha pica quase sem vontade, mas com o passar das chupadas e dela enfiar os dedos, foi pegando ritmo. Quando minha pica ficou dura de novo, sentei no sofá e pedi pra ela se tocar até gozar na minha frente. Ela teve muita dificuldade pra gozar; levantei duas vezes pra ela chupar minha pica, e isso a deixava com tesão, mas quando eu me afastava, ela voltava a ter dificuldade. Então me aproximei e falei pra ela se tocar e chupar minha pica ao mesmo tempo até gozar. A putinha fez isso e gozou na hora.
Novamente se jogou para o lado, agitada e acabada.
Eu - Putilda… que cê tá fazendo descansando?
Ela - Pra você não aguentar mais!
Eu - Quanto tempo falta, sua puta...
Houve um silêncio, e pedi serviço de quarto.
Eu - Oi, queria duas águas com gás, limão, uma vodka e uma sprite.
Enquanto a bebida chegava, pedi pra ela deitar de barriga pra cima, com a boca aberta na beirada da cama, e me masturbei olhando nos olhos dela. Obviamente, gozei na cara dela de novo e mandei ela não limpar.
O serviço de quarto demorou um pouco mais do que eu tinha calculado e, quando chegaram, eu já estava com toda a porra seca na cara.
Serviço de quarto - TOC, TOC
Eu - Vai assim mesmo, sua puta.
Ela - Cê tá louco? Tô pelada!
Eu - Tá me contradizendo?
Ela - N...N..N...Não, senhor
Foi um dos momentos mais engraçados do dia, ela tava desmontada, não sabia como fazer pra abrir daquele jeito… Vestiu a calcinha e atendeu de peito pelado com a cara toda cheia de porra. Apressada, pegou a bandeja onde traziam as coisas e fechou a porta. Olhou pra mim e se cagou de rir, cê é um filho da puta!
Tomamos uns drinks, Sprite e água, tomamos banho juntos, fiz ela me ensaboar, enxaguar e secar, e não fomos pra piscina.
Chegamos, me sentei numa cadeira de praia, ela arrumou outra do meu lado e antes que se sentasse, lembrei… Você tá de castigo… não olhou seu celular. Quase sem aguentar a raiva, ela me perguntou… qual é o meu castigo?
Eu - Vai me buscar uma bebida, nem muito doce nem muito seca, e quando voltar me entrega, mas não senta, fica em pé do meu lado.
O rosto dela era uma delícia, me dava vontade de comer ela ali mesmo. Pedi minha bebida, ela demorou uns 15 minutos, me entregou na mão e ficou parada do meu lado com a mão no meu ombro. Depois de 20 minutos, eu já não aguentava mais, tava terminando meu drink e ela já tinha cruzado as pernas umas 38 vezes, se apoiando primeiro numa e depois na outra. Nessa hora, o pessoal tava olhando pra gente, alguns poucos sacavam o jogo e riam, e a grande maioria não sacava, mas olhava do mesmo jeito.
Eu - Vou te dar uma escolha, putinha: ou você arruma uma garçonete ou uma gostosa do hotel, falando que tem uma fantasia de ver ela foder comigo enquanto você assiste, ou a gente volta pro quarto e você me entrega essa buceta.
Ela - Que filho da puta… Sei lá, não consigo nenhuma das duas, é demais.
Eu - Você vai jogar a toalha?
Ela - Nunca, mas me trata com cuidado…
Voltamos pro quarto, ela me olhava totalmente submissa, entregue pra eu meter no cu dela, mas com medo. Raramente eu gosto que a outra pessoa saiba o que vai rolar, então não comecei direto pelo rabo. Pedi pra ela me montar em todas as posições que pudesse imaginar, enquanto eu ficava numa só, sentado encostado na cabeceira da cama. Pra ser sincero, me surpreendeu, teve umas posições que eu não esperava, mas nada disso fazia ela gozar. Precisava de um pouco de amor, era novinha…
Vem aqui, putinha, senta em cima de mim olhando nos meus olhos. Ela fez isso, começou a se mexer e eu dei o beijo mais molhado da história. Beijei o pescoço dela, os peitos e fiquei por ali, ela adorava... Não durou nem 10 minutos e ela gozou.
Quis sair de cima de mim e eu segurei ela… Que que cê tá fazendo, putinha? Continua no teu ritmo. Se contorcendo de prazer e sensações que nem ela conseguia entender, ela continuou se mexendo. Primeiro senti a buceta apertada e seca, mas com o passar dos movimentos e os beijos nos peitos, foi se dilatando… e molhando… e molhando mais…
Não aguentava mais, me pediu pra parar, falei que podia parar mas que tinha que continuar se masturbando. No começo não quis, mas depois aceitou, o que ela não sabia era que eu ia fazer ela chupar minha rola enquanto se masturbava.
Incrivelmente descobri que ela adorava isso, fica toda molhada quando chupa pau e isso me ajudou pra caralho. Mesmo que estivesse exausta, essa situação fazia ela se molhar e eu aproveitei pra surrá-la de novo e invadir a área mais preciosa dela.
Peguei o cinto, e enquanto ela me chupava a pica e se tocava, bati de leve na bunda dela... Pafff... ela não reclamou... Pafff... nada... Dei um pouco mais forte e ela olhou nos meus olhos sorrindo...
Eu - Cê gosta de mim, né, foxy?
Ela - Gostosa Demais
Naquele momento, me dava vontade de enfiar toda a pica na bunda dela até sentir o gosto da minha porra na garganta, mas sei que não dá pra apressar as coisas, então comecei com um dedo…
A posição estava desconfortável, então mandei ela ficar de quatro me chupando enquanto a gente fazia 69. Acho que juntos descobrimos um mundo nessa posição, os dedos entravam sozinhos, ela empurrava pedindo mais, e minha pica jorrava porra sem parar.
Teve um momento em que não aguentamos mais, coloquei ela de papo pra cima e, dando o beijo mais profundo, comecei a penetrar ela pelo cu. Primeiro só a cabeça da pica, depois um pouquinho mais, aí ficamos quase na metade da pica, mas tava doendo se entrasse mais. Chupei o pescoço e a orelha dela por uns 5 minutos, e isso me deixou enfiar mais uns 2 cm de pica dentro daquele cuzão gostoso dela.
Eu - Brinca com essa buceta, vagabunda, não enfia mais que vai se machucar
Ela - Quero mais, mas tô com medo. Me sinto uma puta gostosa.
Eu - Você é, vou gozar dentro da sua buceta
Seguimos, brincamos, ela se tocou enquanto eu tinha a pica dentro do cu dela, mas não conseguia gozar. Quase não tinha mais porra, mas ainda sobrava um pouco mais do dia pra continuar trepando.
Eu - piranha, eu não tiro até gozar dentro de você.
Ela - Eu não quero que você tire ela.
Me masturbei com uma mão o tronco que não tinha entrado, coloquei os dedos da minha outra mão na boca dela pra ela chupar e me balançava nela pra provocar que o pau saísse e entrasse um pouco do cu dela. Não aguentei nem 5 minutos e já tava gozando dentro do cu dela a pouca porra que me restava.
Faltavam algumas horas de hotel, mas já tínhamos que voltar. Deixei passar meia hora, me levantei, agarrei ela pelo pescoço, coloquei a pica de novo na boca dela e fiz ela começar a chupar.
Eu - Coloca o vibrador que eu te comprei…
Ela - Não aguento mais!
Eu - não te perguntei.
Coloquei o vibrador e liguei na velocidade máxima, ela tremia pra todo lado e eu enfiava minha pica meia-bomba na boca dela. Ficamos assim por um bom tempo, penetrei ela de novo, fiz ela sentar em cima de mim até gozar mais duas vezes com um orgasmo suave e quase sem força.
Já estávamos quase no fim do expediente dela e ainda faltava a viagem de volta. Tive que ligar pro marido e inventar alguma desculpa. Mandei um WP pra ele dizendo que ia voltar com uma colega porque tinha atrasado com uns papéis, e comprei uma ou duas horas a mais de tempo. Claramente não liguei pra ele porque sabia que ia fazer alguma coisa com ela enquanto conversava.
Tomamos banho, dessa vez tomei banho sozinho, nos trocamos e antes de sair falei pra ela ir sozinha e me esperar na esquina. Se quer ser uma foxy, vai ter que ir como uma foxy.
Sem muito, mas deu certo. Ela me esperou na esquina, que nesse tipo de hotel é bem mais que um quarteirão de cidade. Fui buscá-la e levei ela até a casa dela. Antes de chegar, na esquina da casa dela, peguei a boca dela de novo no banco de trás do carro pra ela não esquecer quem manda, e mandei ela ir andando, olhando de longe.
Depois daquele encontro, a gente teve um na casa dela com o marido presente. Mas isso fica pra outra história, hoje quero terminar de escrever pra poder gozar na boca dessa puta que tá me chupando a rola enquanto escrevo a história dela.
1 comentários - Encontro sem o marido