Desculpa pelo tempo que deixei essas histórias abandonadas.
Tive um problema com meu computador, praticamente perdi todas as imagens, gifs, vídeos e conversas que tinha pra compartilhar com vocês. Perdi textos já prontos e só tenho 4 rascunhos aqui (nota mental: escrever tudo daqui pra frente).
Vou postar as histórias, mas agora não vou perder tempo com imagens. De vez em quando vou colocar alguma com foto ilustrativa, mas não em todas. Na verdade, eu tinha um monte de conteúdo e agora não tenho nada.
Os detalhes vão ajudar a imaginação de vocês.
Com esse problema, vou tentar narrar tudo com ainda mais detalhes pra vocês aproveitarem.
Meninas e meninos (será que alguma menina vai me ler?), vou tentar escrever com mais frequência. Deixo vocês com a continuação do meu encontro com os amigos.
Aproveitem…
Durante várias semanas, a gente foi correr no barranco. Pra ser sincero, não lembro quantas semanas se passaram desde que começamos até o pequeno evento que a gente presenciou...
Acordei cedo, umas 7 da manhã, vesti um moletom esportivo, uma camisa qualquer e um casaco. Tava frio lá fora e eu não queria passar aperto. Arrumei minha mochila com uma garrafa d'água e um dinheiro, decidi pegar o primeiro ônibus que viesse. Não costumo ser pontual, mas queria causar uma boa impressão na Karla e na "prima" dela. No caminho, lembrei do que tinha vivido na semana. A Mony tava falando um pouco mais comigo, e até convidamos ela pra comer na escola. Ela me disse que não achava legal eu falar muito com ela, porque as fofocas se espalhavam rápido e ela não queria me prejudicar. Eu tava pouco me lixando pro que os outros pensavam, mas ela se afastou. Durante aquela semana, a gente se via e voltava junto, com conversas safadas e promessas ao vento. O que tinha rolado naquela noite foi sorte, e quem sabe se ia acontecer de novo.
Quase passei do lugar onde ia encontrar a Karla e a "prima" dela. Tinha certeza de que, por ser um namorado muito ciumento, ele mandava ela convidar uma "prima" pra não vai pensar mal, pelo menos não conhecia a prima da nossa idade e olha que fomos na casa dela várias vezes quando estávamos no colégio.
Quando desci do ônibus, reconheci na hora a Karla, que tava sentada me esperando num banco. Baixinha, rostinho bonito, moreninha e de tranças, tava vestindo uma legging preta e cinza e um moletom combinando, não dava pra ver mais nada, as pernas apareciam mas o moletom cobria inteiro o par de peitos que ela tinha. Do lado dela tava uma mina, morena, baixinha também, um pouco mais alta que ela, com uma camisa azul justa e uma calça preta, a mina era muito gostosa, tinha uma barriga sequinha, um quadril sexy, uma bunda boa e peitos médios.
Quando cheguei perto delas, a Karla deu um pulo com aquele sorriso dela e me cumprimentou.
— Ela é minha prima.
— Oi, prazer. — Falei levantando a mão num gesto de saudação. — Achei que era só uma desculpa pro teu marido não marido.
— Também, mas ela realmente queria vir.
— Então bora, não vamos perder tempo. — Partimos.
O que aconteceu depois disso não tem muita importância.
Descemos andando e conversando até a pista de corrida, e quando chegamos vimos todo tipo de figura:
Os velhinhos caminhando, uns coroas barrigudos que só vão pra olhar, os moleques e as minas que treinam pra maratona, as tias que querem emagrecer, as vadias que só vão esquentar os ovos, os caras que se acham super bombados e vão se exibir, e as gatinhas que vão lá fazer cardio.
E lá estávamos no nosso primeiro dia, alongamos e demos uma volta na pista caminhando, encontramos cada personagem que já descrevi e quando chegamos de novo no começo, decidimos trotar. Durante um tempo a gente trotava e caminhava, de novo trotava e caminhava.
Nesse percurso, duas pessoas me chamaram a atenção: um coroa de cabelo cacheado que facilmente deu umas 4 voltas correndo enquanto a gente só fez 2, e a segunda pessoa era uma loira, com um corpo espetacular e muito Gostosa. Só vimos ela passar uma vez, depois sumiu.
Depois de dar 3 voltas, decidimos subir de novo pra voltar. Era excitante ver a camisa de Karla suada na altura do peito, além de vê-las de legging. Compramos uns sucos pra nos recuperar do pouco-muito que fizemos e combinamos de nos ver na semana seguinte.
Me ofereci pra acompanhá-las até em casa, mas elas tinham que ir pra outro lugar.
Durante várias semanas, a mesma coisa se repetia: eu as via de legging ou moletom, caminhávamos uma volta e outra, meio que trotávamos. Aos poucos, a confiança entre mim e elas foi crescendo.
Depois de algumas semanas, a prima e eu corríamos um trecho maior, ou às vezes Karla cansava e nos esperava no início do circuito.
Numa dessas vezes em que a prima e eu trotávamos sozinhos, ela me disse:
— Ei, encontrei umas embalagens de camisinha perto do circuito quando me adiantei.
— Sério? — perguntei, meio intrigado.
A área é cheia de trilhas diferentes que parecem levar só ao mato, mas nunca tínhamos investigado.
— Sim, e que tal a gente dar uma olhada numa dessas trilhas que vimos?
— Haha, seria foda, mas agora não. Que tal na semana que vem? Karla tá cansada e já tá no início. — falei enquanto trotávamos.
Quando chegamos de novo no início, Karla estava se alongando. Não culpava os olhares grudados no decote dela: os peitos dela eram grandes, firmes e redondos, além da pele morena delicada. É hipnotizante.
Enquanto subíamos, contamos pra ela o que tínhamos planejado e chamamos pra se juntar a nós, mas ela recusou o convite, porque não gostava de ficar no meio do mato.
Assim ficou aquela conversa: elas foram pra casa, e eu voltei pra minha.
O dia tinha chegado. Naquela manhã, chegamos e fizemos o de sempre: alongar e trotar. Eu estava de olho em Karla, porque ela disse que tava sentindo algo estranho enquanto trotávamos. No meio do circuito, a prima se adiantou e nós ficamos pra trás. Não passaram nem 10 minutos quando Karla saiu da pista e vomitou.
Me apressei pra segurar o cabelo dela. Parece que algo tinha caído mal no O estômago, depois de ter vomitado tudo, dei um pouco de água pra ela e a gente foi caminhando até o início da trilha pra esperar a prima dela e vazar.
Ficamos uns 15 minutos esperando, conversando enquanto eu abraçava ela e fazia ela rir.
— Tem certeza que não tá grávida ou algo assim?
— Kkkkkkk é impossível, precisa transar pra isso acontecer e na minha casa isso já era. — Ela disse enquanto esperava.
— Nada de nada?
— Nada de nada, já fiz várias coisas. Mas nada. Quando ele me conheceu, eu tinha a barriga chapada, mais bunda e as pernas super definidas, então acho que foi por isso que comecei a vir correr, se nem pelo físico for, então não sei.
— Vai lá, cara, não acho que seja necessário, talvez ele esteja cansado.
— Cansado?? Não tô pedindo pra ele me dar uma foda, tem vezes que eu tomo banho, me depilo, fico gostosa, e fico toda carinhosa e quero chupar ele, mas nem isso ele quer, cara, às vezes eu fico pelada na frente dele e ele pede pra eu me vestir. Por isso acho que é o físico. — Ela disse olhando pra baixo.
— Mas se você é uma gostosa, olha só, carinha linda, uma pele maravilhosa, e tá toda mãe.
— Kkkk você acha? Pois pra ele não parece ser suficiente. Mas vou ficar igualmente gostosa como antes e espero que nossa intimidade volte, eu preciso disso.
— Porra, o que eu não daria pra ter você na minha cama todo dia... Pera, ter algo assim como o que você faz por ele. — Eu fiquei vermelho.
As palavras tinham saído sozinhas e pelo visto ela não ficou incomodada ou ofendida.
— Sua puta. O que ela pensa que é? Você devia ir atrás dela, sério, me sinto mal, vai, corre.
Eu não recusei, me senti meio envergonhado pelo que tinha dito, tipo, é verdade o que eu falo, mas ela não era a pessoa que deveria saber disso.
Por uns minutos procurei a prima no circuito, até que vi ela saindo por um dos caminhos no meio do mato.
— Ei, vamos embora, cadê você? A Karla tá se sentindo mal e...
— Por que vocês são tão cuzões? — Ela me perguntou irritada.
— Nós?
— Sim!! Vocês... — Ela parecia furiosa.
— Cara, sua prima tá mal, Se quiser ficar sozinho, é só falar.
— Você não entende.
— Então vou entender menos ainda se você não me explicar.
— Ah, credo! Os homens... Por que são tão cuzões assim?
— Ainda não entendi direito. — Começamos a andar enquanto conversávamos.
Ela cobriu o rosto, ficou em silêncio e, depois de enxugar as lágrimas, continuou.
— Segui um dos caminhos, vi uma mulher andando por ali. Depois de um tempo, um cara seguiu ela.
— Você tá bem?
— NÃO!! Eu fui atrás, o cara pagou a mina e eu vi eles trepando, nada que me surpreendesse, na real. Pouco depois que o cara foi embora, outro chegou, então fiquei vendo por sacanagem. Mas enquanto ele tava comendo ela, ficava falando que era melhor do que transar com a própria esposa. — Ela parou no caminho, me olhou e me abraçou.
Eu entendia que o cara pagava por sexo mesmo tendo esposa e os riscos que isso envolve, mas não sacava por que isso era motivo pra ficar sentimental.
— O Arón tá me enchendo o saco.
— Arón?
— O namorado da minha prima. Me manda fotos e me convida pra um monte de lugar, eu nunca fui, ignoro ele, não gosto de ficar na casa da Karla porque ele fica me procurando o tempo todo e grudando em mim. Não contei nada pra Karla, tenho medo dela acreditar mais nele do que em mim. Minha prima é linda, tem uma barriga bonita, uns peitões enormes (Muito bons, pensei), mas o filho da puta vem atrás de mim. Então não entendo que porra se passa na cabeça deles, se têm uma parceira que cuida deles, por que ficar procurando mais?
Não soube o que responder pra aquilo, foi algo muito repentino pra mim.
— Não conta nada pra minha prima, vou dar um jeito de falar com ela, ok?
— Sim, qualquer coisa é só me chamar.
Caminhamos em silêncio até encontrar a Karla.
— Finalmente!! Vamos embora. — Disse Karla pulando do banco.
Não falamos nada durante toda a subida e, quando chegamos, nos despedimos sem mais...
Durante várias semanas continuamos indo correr e o mais interessante eram as histórias do que a prima tinha visto.
— Juro pra vocês, era mais barriga e pelo pubiano do que pinto. Meu polegar é maior e a mina chupava ele sem dó, juro, acho que demoraram mais pra se vestir do que ele pra gozar.
— Que nojo do caralho. — Disse Karla fazendo gestos de vômito.
— Mas não foi só isso. Continuei andando e encontrei dois caras mais novos que eu com uma senhora, a tia chupava os dois e chamava eles de filhos. Pegou o mais alto pela cintura e deixou ele seco, como é que fala? — Perguntou enquanto olhava pra mim e pra Karla.
— Garganta profunda... — Disse Karla meio vermelha.
— Uau.
— Valeu, prima. Enquanto fazia garganta profunda num, masturbava o outro e o cara aaaahahaha falava com uma vozinha "Já não aguento mais", me deu muita risada ouvir isso. O cara gozou nos peitos dela e, pelo visto, o outro na boca dela, porque a senhora só se afastou e o cara caiu. —No chão.
—Mães que delícia, hahaha. —Falei com ironia, as duas me olharam quando eu disse isso. —É brincadeira.
—Bom, a piada é que a tia tava vestida e aí sujaram a blusa dela. Ela pegou o cara que sujou a blusa, sentou ele num muro e falou: "Ainda serve". Baixou a calcinha que tava usando, montou no cara e gritou pro outro que ainda tava sentado: "Desconta, amor", e levantou a bunda. O cara se levantou com dificuldade, mas tava todo mole...
—Sem tanto detalhe. —Falou a Karla.
—Pfff, bom, o cara que tava sendo comido dizia: "Já não aguento mais", e a tia falava: "Deixa comigo". Deu uns 5 sentões até que o amigo chegou, montou e tentou endurecer, mas não conseguiu. Aí a tia disse: "Se não vai meter, sai", mas o cara começou a esfregar o pau entre as nádegas da tia. O cara que tava deitado já nem fazia barulho, a tia só montava sem parar. Nisso, me assustei porque outro cara alto e bombado entrou na cena e falou: "Já é minha vez, né?" A tia olhou pro relógio e disse que sim, mandando os caras embora correndo. O cara do pau mole teve que ajudar o amigo a andar, hahahaha.
—Hahahaha, na próxima eu vou com você. —Falei pra prima.
—Eu não tô a fim de ir. —Falou a Karla, cruzando os braços.
—Ainda não terminei. —Disse a prima. —O bombado falou: "Qual buceta não foi usada?" A tia respondeu que ele podia usar qualquer uma e tirou uma camisinha. O cara baixou a calça e tinha um pauzão!!
—Sem detalhes!! —Falou a Karla, parando de repente.
—Pronto, até aí, porque não fiquei pra ver o que mais rolou, mas semana que vem quero ir de novo.
—Dessa vez eu vou com você... vamos? —Falei, olhando pra Karla.
—Já falei que não.
E foi assim que nossa conversa ficou. Na semana seguinte, a gente ia explorar esses caminhos juntos pra ver que situações loucas a gente ia encontrar. Elas se despediram de mim e eu fui direto pra casa...
Pffffff, vão me odiar, hahaha, sempre falo que vou ser mais consistente e acabo demorando mais.
Valeu pra quem tá ligado nos meus relatos, me desculpa pela demora. Perdi tudo que tinha pra compartilhar em imagens, conversas e vídeos. Se eu usar alguma imagem, tenho que dizer que não é minha, vai ser só ilustrativa pra vocês se deliciarem. Espero que curtam esse relato, que estejam bem e qualquer dúvida, é só mandar mensagem.
Chauuuu.
Tive um problema com meu computador, praticamente perdi todas as imagens, gifs, vídeos e conversas que tinha pra compartilhar com vocês. Perdi textos já prontos e só tenho 4 rascunhos aqui (nota mental: escrever tudo daqui pra frente).
Vou postar as histórias, mas agora não vou perder tempo com imagens. De vez em quando vou colocar alguma com foto ilustrativa, mas não em todas. Na verdade, eu tinha um monte de conteúdo e agora não tenho nada.
Os detalhes vão ajudar a imaginação de vocês.
Com esse problema, vou tentar narrar tudo com ainda mais detalhes pra vocês aproveitarem.
Meninas e meninos (será que alguma menina vai me ler?), vou tentar escrever com mais frequência. Deixo vocês com a continuação do meu encontro com os amigos.
Aproveitem…
Durante várias semanas, a gente foi correr no barranco. Pra ser sincero, não lembro quantas semanas se passaram desde que começamos até o pequeno evento que a gente presenciou...
Acordei cedo, umas 7 da manhã, vesti um moletom esportivo, uma camisa qualquer e um casaco. Tava frio lá fora e eu não queria passar aperto. Arrumei minha mochila com uma garrafa d'água e um dinheiro, decidi pegar o primeiro ônibus que viesse. Não costumo ser pontual, mas queria causar uma boa impressão na Karla e na "prima" dela. No caminho, lembrei do que tinha vivido na semana. A Mony tava falando um pouco mais comigo, e até convidamos ela pra comer na escola. Ela me disse que não achava legal eu falar muito com ela, porque as fofocas se espalhavam rápido e ela não queria me prejudicar. Eu tava pouco me lixando pro que os outros pensavam, mas ela se afastou. Durante aquela semana, a gente se via e voltava junto, com conversas safadas e promessas ao vento. O que tinha rolado naquela noite foi sorte, e quem sabe se ia acontecer de novo.
Quase passei do lugar onde ia encontrar a Karla e a "prima" dela. Tinha certeza de que, por ser um namorado muito ciumento, ele mandava ela convidar uma "prima" pra não vai pensar mal, pelo menos não conhecia a prima da nossa idade e olha que fomos na casa dela várias vezes quando estávamos no colégio.
Quando desci do ônibus, reconheci na hora a Karla, que tava sentada me esperando num banco. Baixinha, rostinho bonito, moreninha e de tranças, tava vestindo uma legging preta e cinza e um moletom combinando, não dava pra ver mais nada, as pernas apareciam mas o moletom cobria inteiro o par de peitos que ela tinha. Do lado dela tava uma mina, morena, baixinha também, um pouco mais alta que ela, com uma camisa azul justa e uma calça preta, a mina era muito gostosa, tinha uma barriga sequinha, um quadril sexy, uma bunda boa e peitos médios.
Quando cheguei perto delas, a Karla deu um pulo com aquele sorriso dela e me cumprimentou.
— Ela é minha prima.
— Oi, prazer. — Falei levantando a mão num gesto de saudação. — Achei que era só uma desculpa pro teu marido não marido.
— Também, mas ela realmente queria vir.
— Então bora, não vamos perder tempo. — Partimos.
O que aconteceu depois disso não tem muita importância.
Descemos andando e conversando até a pista de corrida, e quando chegamos vimos todo tipo de figura:
Os velhinhos caminhando, uns coroas barrigudos que só vão pra olhar, os moleques e as minas que treinam pra maratona, as tias que querem emagrecer, as vadias que só vão esquentar os ovos, os caras que se acham super bombados e vão se exibir, e as gatinhas que vão lá fazer cardio.
E lá estávamos no nosso primeiro dia, alongamos e demos uma volta na pista caminhando, encontramos cada personagem que já descrevi e quando chegamos de novo no começo, decidimos trotar. Durante um tempo a gente trotava e caminhava, de novo trotava e caminhava.
Nesse percurso, duas pessoas me chamaram a atenção: um coroa de cabelo cacheado que facilmente deu umas 4 voltas correndo enquanto a gente só fez 2, e a segunda pessoa era uma loira, com um corpo espetacular e muito Gostosa. Só vimos ela passar uma vez, depois sumiu.
Depois de dar 3 voltas, decidimos subir de novo pra voltar. Era excitante ver a camisa de Karla suada na altura do peito, além de vê-las de legging. Compramos uns sucos pra nos recuperar do pouco-muito que fizemos e combinamos de nos ver na semana seguinte. Me ofereci pra acompanhá-las até em casa, mas elas tinham que ir pra outro lugar.
Durante várias semanas, a mesma coisa se repetia: eu as via de legging ou moletom, caminhávamos uma volta e outra, meio que trotávamos. Aos poucos, a confiança entre mim e elas foi crescendo.
Depois de algumas semanas, a prima e eu corríamos um trecho maior, ou às vezes Karla cansava e nos esperava no início do circuito.
Numa dessas vezes em que a prima e eu trotávamos sozinhos, ela me disse:
— Ei, encontrei umas embalagens de camisinha perto do circuito quando me adiantei.
— Sério? — perguntei, meio intrigado.
A área é cheia de trilhas diferentes que parecem levar só ao mato, mas nunca tínhamos investigado.
— Sim, e que tal a gente dar uma olhada numa dessas trilhas que vimos?
— Haha, seria foda, mas agora não. Que tal na semana que vem? Karla tá cansada e já tá no início. — falei enquanto trotávamos.
Quando chegamos de novo no início, Karla estava se alongando. Não culpava os olhares grudados no decote dela: os peitos dela eram grandes, firmes e redondos, além da pele morena delicada. É hipnotizante.
Enquanto subíamos, contamos pra ela o que tínhamos planejado e chamamos pra se juntar a nós, mas ela recusou o convite, porque não gostava de ficar no meio do mato.
Assim ficou aquela conversa: elas foram pra casa, e eu voltei pra minha.
O dia tinha chegado. Naquela manhã, chegamos e fizemos o de sempre: alongar e trotar. Eu estava de olho em Karla, porque ela disse que tava sentindo algo estranho enquanto trotávamos. No meio do circuito, a prima se adiantou e nós ficamos pra trás. Não passaram nem 10 minutos quando Karla saiu da pista e vomitou.
Me apressei pra segurar o cabelo dela. Parece que algo tinha caído mal no O estômago, depois de ter vomitado tudo, dei um pouco de água pra ela e a gente foi caminhando até o início da trilha pra esperar a prima dela e vazar.
Ficamos uns 15 minutos esperando, conversando enquanto eu abraçava ela e fazia ela rir.
— Tem certeza que não tá grávida ou algo assim?
— Kkkkkkk é impossível, precisa transar pra isso acontecer e na minha casa isso já era. — Ela disse enquanto esperava.
— Nada de nada?
— Nada de nada, já fiz várias coisas. Mas nada. Quando ele me conheceu, eu tinha a barriga chapada, mais bunda e as pernas super definidas, então acho que foi por isso que comecei a vir correr, se nem pelo físico for, então não sei.
— Vai lá, cara, não acho que seja necessário, talvez ele esteja cansado.
— Cansado?? Não tô pedindo pra ele me dar uma foda, tem vezes que eu tomo banho, me depilo, fico gostosa, e fico toda carinhosa e quero chupar ele, mas nem isso ele quer, cara, às vezes eu fico pelada na frente dele e ele pede pra eu me vestir. Por isso acho que é o físico. — Ela disse olhando pra baixo.
— Mas se você é uma gostosa, olha só, carinha linda, uma pele maravilhosa, e tá toda mãe.
— Kkkk você acha? Pois pra ele não parece ser suficiente. Mas vou ficar igualmente gostosa como antes e espero que nossa intimidade volte, eu preciso disso.
— Porra, o que eu não daria pra ter você na minha cama todo dia... Pera, ter algo assim como o que você faz por ele. — Eu fiquei vermelho.
As palavras tinham saído sozinhas e pelo visto ela não ficou incomodada ou ofendida.
— Sua puta. O que ela pensa que é? Você devia ir atrás dela, sério, me sinto mal, vai, corre.
Eu não recusei, me senti meio envergonhado pelo que tinha dito, tipo, é verdade o que eu falo, mas ela não era a pessoa que deveria saber disso.
Por uns minutos procurei a prima no circuito, até que vi ela saindo por um dos caminhos no meio do mato.
— Ei, vamos embora, cadê você? A Karla tá se sentindo mal e...
— Por que vocês são tão cuzões? — Ela me perguntou irritada.
— Nós?
— Sim!! Vocês... — Ela parecia furiosa.
— Cara, sua prima tá mal, Se quiser ficar sozinho, é só falar.
— Você não entende.
— Então vou entender menos ainda se você não me explicar.
— Ah, credo! Os homens... Por que são tão cuzões assim?
— Ainda não entendi direito. — Começamos a andar enquanto conversávamos.
Ela cobriu o rosto, ficou em silêncio e, depois de enxugar as lágrimas, continuou.
— Segui um dos caminhos, vi uma mulher andando por ali. Depois de um tempo, um cara seguiu ela.
— Você tá bem?
— NÃO!! Eu fui atrás, o cara pagou a mina e eu vi eles trepando, nada que me surpreendesse, na real. Pouco depois que o cara foi embora, outro chegou, então fiquei vendo por sacanagem. Mas enquanto ele tava comendo ela, ficava falando que era melhor do que transar com a própria esposa. — Ela parou no caminho, me olhou e me abraçou.
Eu entendia que o cara pagava por sexo mesmo tendo esposa e os riscos que isso envolve, mas não sacava por que isso era motivo pra ficar sentimental.— O Arón tá me enchendo o saco.
— Arón?
— O namorado da minha prima. Me manda fotos e me convida pra um monte de lugar, eu nunca fui, ignoro ele, não gosto de ficar na casa da Karla porque ele fica me procurando o tempo todo e grudando em mim. Não contei nada pra Karla, tenho medo dela acreditar mais nele do que em mim. Minha prima é linda, tem uma barriga bonita, uns peitões enormes (Muito bons, pensei), mas o filho da puta vem atrás de mim. Então não entendo que porra se passa na cabeça deles, se têm uma parceira que cuida deles, por que ficar procurando mais?
Não soube o que responder pra aquilo, foi algo muito repentino pra mim.
— Não conta nada pra minha prima, vou dar um jeito de falar com ela, ok?
— Sim, qualquer coisa é só me chamar.
Caminhamos em silêncio até encontrar a Karla.
— Finalmente!! Vamos embora. — Disse Karla pulando do banco.
Não falamos nada durante toda a subida e, quando chegamos, nos despedimos sem mais...
Durante várias semanas continuamos indo correr e o mais interessante eram as histórias do que a prima tinha visto.
— Juro pra vocês, era mais barriga e pelo pubiano do que pinto. Meu polegar é maior e a mina chupava ele sem dó, juro, acho que demoraram mais pra se vestir do que ele pra gozar.
— Que nojo do caralho. — Disse Karla fazendo gestos de vômito.
— Mas não foi só isso. Continuei andando e encontrei dois caras mais novos que eu com uma senhora, a tia chupava os dois e chamava eles de filhos. Pegou o mais alto pela cintura e deixou ele seco, como é que fala? — Perguntou enquanto olhava pra mim e pra Karla.
— Garganta profunda... — Disse Karla meio vermelha.
— Uau.
— Valeu, prima. Enquanto fazia garganta profunda num, masturbava o outro e o cara aaaahahaha falava com uma vozinha "Já não aguento mais", me deu muita risada ouvir isso. O cara gozou nos peitos dela e, pelo visto, o outro na boca dela, porque a senhora só se afastou e o cara caiu. —No chão.
—Mães que delícia, hahaha. —Falei com ironia, as duas me olharam quando eu disse isso. —É brincadeira.
—Bom, a piada é que a tia tava vestida e aí sujaram a blusa dela. Ela pegou o cara que sujou a blusa, sentou ele num muro e falou: "Ainda serve". Baixou a calcinha que tava usando, montou no cara e gritou pro outro que ainda tava sentado: "Desconta, amor", e levantou a bunda. O cara se levantou com dificuldade, mas tava todo mole...
—Sem tanto detalhe. —Falou a Karla.
—Pfff, bom, o cara que tava sendo comido dizia: "Já não aguento mais", e a tia falava: "Deixa comigo". Deu uns 5 sentões até que o amigo chegou, montou e tentou endurecer, mas não conseguiu. Aí a tia disse: "Se não vai meter, sai", mas o cara começou a esfregar o pau entre as nádegas da tia. O cara que tava deitado já nem fazia barulho, a tia só montava sem parar. Nisso, me assustei porque outro cara alto e bombado entrou na cena e falou: "Já é minha vez, né?" A tia olhou pro relógio e disse que sim, mandando os caras embora correndo. O cara do pau mole teve que ajudar o amigo a andar, hahahaha.
—Hahahaha, na próxima eu vou com você. —Falei pra prima.
—Eu não tô a fim de ir. —Falou a Karla, cruzando os braços.
—Ainda não terminei. —Disse a prima. —O bombado falou: "Qual buceta não foi usada?" A tia respondeu que ele podia usar qualquer uma e tirou uma camisinha. O cara baixou a calça e tinha um pauzão!!
—Sem detalhes!! —Falou a Karla, parando de repente.
—Pronto, até aí, porque não fiquei pra ver o que mais rolou, mas semana que vem quero ir de novo.
—Dessa vez eu vou com você... vamos? —Falei, olhando pra Karla.
—Já falei que não.
E foi assim que nossa conversa ficou. Na semana seguinte, a gente ia explorar esses caminhos juntos pra ver que situações loucas a gente ia encontrar. Elas se despediram de mim e eu fui direto pra casa...Pffffff, vão me odiar, hahaha, sempre falo que vou ser mais consistente e acabo demorando mais.
Valeu pra quem tá ligado nos meus relatos, me desculpa pela demora. Perdi tudo que tinha pra compartilhar em imagens, conversas e vídeos. Se eu usar alguma imagem, tenho que dizer que não é minha, vai ser só ilustrativa pra vocês se deliciarem. Espero que curtam esse relato, que estejam bem e qualquer dúvida, é só mandar mensagem.
Chauuuu.
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