Beleza, amigues! Valeu pelos pontos, aqui vai a continuação da história:
Como eu tava contando, depois do sexo no sofá da sala com o Lautaro, a campainha tocou e, espiando pela janela, vi que era meu filho e meu ex-marido.
Na correria, peguei uma legging, escovei os dentes pra disfarçar o cheiro, vesti a camiseta dele que tava por perto já que a minha tinha respingado de porra, e tentei arrumar o cabelo no meio do caos. O Lautaro foi pro quarto do Julián seguindo minhas instruções, calcei as havaianas e saí:
Meu filho tava de cabeça baixa, olhando pro chão. Meu ex me encarou:
- No que você se transformou, Sílvia? O Julián tá muito deprimido com o jeito que você mudou. Cê tá louca? Tá destruindo a família! – falou num tom furioso, quase pirado.
- Olha, Esteban – falei, olhando pro meu filho Julián. – Eu não destruí nada. Só tô num relacionamento que me faz feliz, e o menino, em vez de me apoiar, só cria barreiras. Ele me abandonou, eu não expulsei ele...
Quando o Julián me ouviu chamar ele de menino, a cara dele se transformou de raiva:
- Menino é o cara que você tá comendo! – disse quase chorando. Nisso, o Esteban interrompeu:
- Você sustenta esse vagabundo, começou a se drogar, vou te denunciar por abandono do nosso filho!! – gritou, e eu pedi pra eles se acalmarem por causa dos vizinhos fofoqueiros que depois ficam comentando.
Nisso, o Lauti apareceu com uma camiseta do meu filho que ele encontrou no quarto:
- Qual é, mano? Deixa o povo viver – falou, com os olhos vermelhos de quem tinha fumado um baseado. Chegou perto de mim e me agarrou pela cintura.
- Tira minha camiseta, seu nojento! – gritou meu filho.
Nisso, o Esteban tava transtornado de raiva:
- A gente vai embora porque isso vai acabar mal – disse sem olhar pra gente. – Vou conseguir apoio psicológico pro Julián, e você não vai chegar perto dele. Cê é um mau exemplo. Vou avisar na delegacia, sua drogada de merda!
- Qual é, seu careta? – rebateu o Lautaro. – A gente não incomoda ninguém, só curte a vida. Nunca ouviu sua mulher? Eu levo... Vida de merda do teu lado.
Nisso vejo o Julinho ameaçando pegar uma pedra e o Esteban tentando se jogar em cima do Lautaro.
Nisso a vizinha passa e eles fingem que não é nada..
_ Vamos, filho, isso não acaba aqui, disse o Esteban num tom ameaçador e entraram no carro.
Tchau Julinho, se cuida, falou o Lauti como se estivesse debochando da situação enquanto passava a mão na minha bunda e ria feito um doido.
Eu tava nervosa pra caralho, explodindo de raiva, entro, bato a porta quando o Lauti me abraça por trás e fala:
_ Como me excita te ver discutindo com essa legging que marca tua bunda. ele dizia sem tirar a mão das minhas nádegas.
Assim, coladinhos, ele me leva pro quarto do meu filho, sem tirar a camiseta dele, que eu tinha dado de aniversário.
Ele tira minha camiseta, me ajoelha na cama, ele fica em pé em cima dela, puxa a pica enorme dele ainda inchada e vermelha e olha pra baixo na direção dela:
_ Me denuncia por roubo de pica, ele fala, segurando minha cabeça e guiando pra região genital dele.
Eu sorrio e começo a chupar a cabeça, dando beijinhos, depois no tronco e quando chego nos ovos já começo com lambidas.
Lautaro fecha os olhos e pergunta:
_ Qual é a pica maior e mais bonita que você comeu, Silvi? a do infeliz que foi embora?
entre chupadas com a boca cheia de pica eu falo gaguejando:
_ nãooo, a sua, gostoso, sinto que fica mais dura dentro da minha boca.
Quer que eu meta? ou quer ir consolar teu filho? ele fala enquanto tira toda a roupa mas deixa só a camiseta.
_ Me fode, Lauti, por favor, eu falo num tom de êxtase.
Eu fico de quatro, a cama do meu filho é pequena, ele puxa a cômoda e coloca na minha frente um porta-retrato que tô junto com meu filho.
_ Pra ele estar sempre presente, ele fala sorrindo e como se nada começa a bombar minha buceta.
Ele dá estocadas curtas mas rápidas, minha buceta tá bem escorregadia.
Enquanto continua me comendo, ele pega o quadro e coloca na minha cara, eu, de tanto tesão que Voei, começo a dar chupadas no vidro.
— Olha como a mamãe fode. — gritava enquanto esfregava o dedo indicador no meu cu. — Essa bunda tá no ponto, mas vou te dar tempo, gosto das coisas que custam.
— Não para, continua, por favor. — eu tinha acabado, mas não me contentava.
Nisso, ele me faz deitar de conchinha, tira a camiseta do meu filho, manda eu morder e mete em mim enquanto apalpava meus peitos.
Eu via que ele controlava os movimentos, tava curtindo pra caralho, a pélvis suada dele no meu rabo me deixava doida.
Era uma imagem contrastante no espelho: meu corpão, tenho 1,79 e peso 76, e a imagem dele, magrinho mas com um pouco de buchinho, se fundindo, se misturando no suor. Eu não queria desgrudar dele até que ele fala:
— Usa a buceta da sua mãe, Silvi, abre a boca.
Eu fiquei na mesma posição, abri a boca e ele apontou o pau duro pra lá.
— Enfia tudo, Silvi.
Obedeço e começo a sentir aquele gozo fervendo na minha garganta.
Sai um jorro gostoso, eu bato uma e chupo o resto.
Lauti pega o quadro que a gente tinha deixado, limpa o pau e manda eu beijar ele.
Obedeço, passo a língua toda e depois continuo chupando até ele amolecer, mas ainda fica inchado e borrachudo.
— Primeiro a família. — ele fala antes de ir pro banheiro.
Fico espalhada na cama, pego o celular e minha irmã me manda zap: diz que arrumou um salão pra festejar as bodas de ouro dos meus pais.
Respondo seca: ok, vou com o Lauti.
(Outra treta de família a caminho, pensei enquanto ia pro banheiro.)
Entro no chuveiro, Lauti tava ensaboando o pau, falo do convite e ele responde:
— Vamos, Sil, de boa, primeiro a família. — repete enquanto faz sinal pra eu chupar ele...
CONTINUA...
Como eu tava contando, depois do sexo no sofá da sala com o Lautaro, a campainha tocou e, espiando pela janela, vi que era meu filho e meu ex-marido.
Na correria, peguei uma legging, escovei os dentes pra disfarçar o cheiro, vesti a camiseta dele que tava por perto já que a minha tinha respingado de porra, e tentei arrumar o cabelo no meio do caos. O Lautaro foi pro quarto do Julián seguindo minhas instruções, calcei as havaianas e saí:
Meu filho tava de cabeça baixa, olhando pro chão. Meu ex me encarou:
- No que você se transformou, Sílvia? O Julián tá muito deprimido com o jeito que você mudou. Cê tá louca? Tá destruindo a família! – falou num tom furioso, quase pirado.
- Olha, Esteban – falei, olhando pro meu filho Julián. – Eu não destruí nada. Só tô num relacionamento que me faz feliz, e o menino, em vez de me apoiar, só cria barreiras. Ele me abandonou, eu não expulsei ele...
Quando o Julián me ouviu chamar ele de menino, a cara dele se transformou de raiva:
- Menino é o cara que você tá comendo! – disse quase chorando. Nisso, o Esteban interrompeu:
- Você sustenta esse vagabundo, começou a se drogar, vou te denunciar por abandono do nosso filho!! – gritou, e eu pedi pra eles se acalmarem por causa dos vizinhos fofoqueiros que depois ficam comentando.
Nisso, o Lauti apareceu com uma camiseta do meu filho que ele encontrou no quarto:
- Qual é, mano? Deixa o povo viver – falou, com os olhos vermelhos de quem tinha fumado um baseado. Chegou perto de mim e me agarrou pela cintura.
- Tira minha camiseta, seu nojento! – gritou meu filho.
Nisso, o Esteban tava transtornado de raiva:
- A gente vai embora porque isso vai acabar mal – disse sem olhar pra gente. – Vou conseguir apoio psicológico pro Julián, e você não vai chegar perto dele. Cê é um mau exemplo. Vou avisar na delegacia, sua drogada de merda!
- Qual é, seu careta? – rebateu o Lautaro. – A gente não incomoda ninguém, só curte a vida. Nunca ouviu sua mulher? Eu levo... Vida de merda do teu lado.
Nisso vejo o Julinho ameaçando pegar uma pedra e o Esteban tentando se jogar em cima do Lautaro.
Nisso a vizinha passa e eles fingem que não é nada..
_ Vamos, filho, isso não acaba aqui, disse o Esteban num tom ameaçador e entraram no carro.
Tchau Julinho, se cuida, falou o Lauti como se estivesse debochando da situação enquanto passava a mão na minha bunda e ria feito um doido.
Eu tava nervosa pra caralho, explodindo de raiva, entro, bato a porta quando o Lauti me abraça por trás e fala:
_ Como me excita te ver discutindo com essa legging que marca tua bunda. ele dizia sem tirar a mão das minhas nádegas.
Assim, coladinhos, ele me leva pro quarto do meu filho, sem tirar a camiseta dele, que eu tinha dado de aniversário.
Ele tira minha camiseta, me ajoelha na cama, ele fica em pé em cima dela, puxa a pica enorme dele ainda inchada e vermelha e olha pra baixo na direção dela:
_ Me denuncia por roubo de pica, ele fala, segurando minha cabeça e guiando pra região genital dele.
Eu sorrio e começo a chupar a cabeça, dando beijinhos, depois no tronco e quando chego nos ovos já começo com lambidas.
Lautaro fecha os olhos e pergunta:
_ Qual é a pica maior e mais bonita que você comeu, Silvi? a do infeliz que foi embora?
entre chupadas com a boca cheia de pica eu falo gaguejando:
_ nãooo, a sua, gostoso, sinto que fica mais dura dentro da minha boca.
Quer que eu meta? ou quer ir consolar teu filho? ele fala enquanto tira toda a roupa mas deixa só a camiseta.
_ Me fode, Lauti, por favor, eu falo num tom de êxtase.
Eu fico de quatro, a cama do meu filho é pequena, ele puxa a cômoda e coloca na minha frente um porta-retrato que tô junto com meu filho.
_ Pra ele estar sempre presente, ele fala sorrindo e como se nada começa a bombar minha buceta.
Ele dá estocadas curtas mas rápidas, minha buceta tá bem escorregadia.
Enquanto continua me comendo, ele pega o quadro e coloca na minha cara, eu, de tanto tesão que Voei, começo a dar chupadas no vidro.
— Olha como a mamãe fode. — gritava enquanto esfregava o dedo indicador no meu cu. — Essa bunda tá no ponto, mas vou te dar tempo, gosto das coisas que custam.
— Não para, continua, por favor. — eu tinha acabado, mas não me contentava.
Nisso, ele me faz deitar de conchinha, tira a camiseta do meu filho, manda eu morder e mete em mim enquanto apalpava meus peitos.
Eu via que ele controlava os movimentos, tava curtindo pra caralho, a pélvis suada dele no meu rabo me deixava doida.
Era uma imagem contrastante no espelho: meu corpão, tenho 1,79 e peso 76, e a imagem dele, magrinho mas com um pouco de buchinho, se fundindo, se misturando no suor. Eu não queria desgrudar dele até que ele fala:
— Usa a buceta da sua mãe, Silvi, abre a boca.
Eu fiquei na mesma posição, abri a boca e ele apontou o pau duro pra lá.
— Enfia tudo, Silvi.
Obedeço e começo a sentir aquele gozo fervendo na minha garganta.
Sai um jorro gostoso, eu bato uma e chupo o resto.
Lauti pega o quadro que a gente tinha deixado, limpa o pau e manda eu beijar ele.
Obedeço, passo a língua toda e depois continuo chupando até ele amolecer, mas ainda fica inchado e borrachudo.
— Primeiro a família. — ele fala antes de ir pro banheiro.
Fico espalhada na cama, pego o celular e minha irmã me manda zap: diz que arrumou um salão pra festejar as bodas de ouro dos meus pais.
Respondo seca: ok, vou com o Lauti.
(Outra treta de família a caminho, pensei enquanto ia pro banheiro.)
Entro no chuveiro, Lauti tava ensaboando o pau, falo do convite e ele responde:
— Vamos, Sil, de boa, primeiro a família. — repete enquanto faz sinal pra eu chupar ele...
CONTINUA...
1 comentários - Silvia (39) vs Lauti (19): guerra de bucetas