Desde que eu tinha 14 anos e minha mãe, 46, a gente morava só nós dois. Meu pai largou a gente por uma colega de trabalho e a gente quase nunca mais ouviu falar dele. A gente morava numa casa bem humilde, sem portas, só cortinas. Uma casa com dois quartos: o meu e o do lado, que era dos meus pais.
Eu achava que eles se davam bem, mas pelo visto não era assim. Até ouvia eles à noite quando transavam. O rangido da cama de metal e a batida da cabeceira na parede às vezes me acordavam de madrugada. Minha mãe gemia baixinho, com certeza pra não me acordar, e meu pai não fazia barulho, só em alguns momentos. Eu via ele quando passava na frente da minha cama indo pro banheiro se limpar.
Nada me fazia imaginar o que aconteceu depois, mas a verdade é que aconteceu. Um dia, quando voltei da escola, encontrei minha mãe chorando na cama dela e ela me deu a notícia: seu pai foi embora e não vai voltar mais. Foi com outra mulher. Eu me assustei e fui pro meu quarto, enquanto ouvia ela chorar sem parar. Chorou a noite inteira, mas no dia seguinte saiu cedo e depois de algumas horas voltou dizendo que tinha conseguido um emprego como faxineira. Esse foi o começo da nossa convivência sozinhos em casa.
Com o tempo, a gente começou a ter muita intimidade. Logo percebi que minha mãe era daquelas mulheres que precisam de um homem por perto. Ela pedia pra eu ir junto no supermercado ou em qualquer compra, até quando comprava calcinha e sutiã. A gente passava quase o dia inteiro juntos, ela comigo e eu com ela. Além disso, a casa não dava pra muito mais. A intimidade era tanta que a gente nem ligava de se ver com pouca roupa.
Foi assim que cheguei na adolescência. Minha mãe, de vez em quando, me perguntava se eu já tinha namorada ou se gostava de alguma garota. Eu respondia meio bravo que não. Que ainda era muito novo. Ela ria e concordava… “Tudo tem seu tempo”… Mas a real é que eu já sentia atração por garotas, por mulheres, e principalmente por ver minha mãe, quando dava. fazer isso, de calcinha e sutiã.
Uma noite de inverno em que chovia torrencialmente, desatou uma tempestade de raios e trovões. Nós dois temos medo e a casa se iluminava a cada relâmpago. Minha mãe, Carmen, me chamou pra ver se eu estava acordado.
- José, você está acordado?
Respondi que sim e que não conseguia dormir com os trovões. Eles me deixavam muito nervoso e ainda por cima eu suava. Ela me disse pra ir dormir com ela pra fazermos companhia um ao outro. Vi o céu aberto e fui na hora. Ela me fez um lugar e, bem quietos e assustados os dois, esperamos aquela longa tempestade passar até pegarmos no sono. A partir daquele dia, mamãe me disse que não se importava que eu dormisse junto com ela, "afinal, somos mãe e filho e me sinto mais segura".
Certa vez, quando eu estava tomando banho, minha mãe, com uma risadinha safada, me perguntou: "O que você está fazendo que está demorando tanto?" E começou a rir... Fiquei desconfortável porque naquele momento eu estava me masturbando e pensei se mamãe tinha percebido. Quando terminou, mamãe me perguntou de novo. Acho que me entreguei quando ela percebeu como eu fiquei vermelho... E ela me disse pra não me preocupar, que na minha idade era normal.
De vez em quando eu perguntava pra mamãe por que ela não reconstruía a vida dela. A resposta era sempre a mesma: "com um único homem em casa já é o bastante". Então eu beijava ela na bochecha e me sentia um verdadeiro homem, o homem da casa, como ela às vezes me chamava.
Nossa confiança continuava crescendo, pois estávamos quase sempre um para o outro. Ela com o trabalho dela e eu na universidade.
Certo dia, quando eu tinha 19 anos e minha mãe 51, aconteceu a maior coisa da minha vida.
Fazia uns dois anos que já dormíamos juntos desde aquela tempestade. Era primavera, quase verão. Eu dormia de cueca boxer e minha mãe só de calcinha e sutiã. Afinal, eu via ela de biquíni todo verão, aquilo era a mesma coisa. Fazia calor e estávamos descobertos. A temperatura estava muito agradável. Minha mãe trabalhava no dia seguinte e eu tinha faculdade. O quarto estava quase totalmente escuro, e só entrava pela janela uma claridade bem fraca, bem leve.
A gente começou a conversar sobre nossas coisas. Naquele dia eu tinha me masturbado à tarde, mas ainda tava com tesão. A voz da minha mãe e tudo que envolvia o momento fez eu ficar de pau duro. Ainda bem que as circunstâncias faziam com que ela não percebesse. A gente continuava conversando quando, de repente, minha mãe me surpreende e coloca uma perna dela em cima de mim, mas nisso ela encosta no meu pau que tava duro. Surpresa, ela fala rindo: ha ha ha "parece que alguma coisa no homem da casa tá acordada" e pega no meu pau. Na hora eu gritei "Mãããe!!" e tirei a mão dela. Minha surpresa foi enorme. Mas minha mãe, com aquela risada de quem não quer nada, continuou na dela, tentando me tocar, e eu me defendendo pra não deixar. Assim a gente ficou um tempão, entre risadas, reclamações e movimentos bruscos na cama. Nossa brincadeira de luta fazia a gente se tocar por todo lado, e a gente se revirava na cama sem parar.
Em uma dessas, eu acabei por cima da minha mãe, segurando as mãos dela pelos pulsos na altura do rosto dela. Naquele momento a gente parou. Minha mãe com certeza sentia a dureza do meu pau na buceta dela. Nossa respiração tava ofegante. Nossos olhares se cruzaram e a gente ficou se encarando. Naquele momento eu vi uma mulher carente de amor. Uma mulher linda e madura que, mesmo sendo minha mãe, eu tinha ela numa cama debaixo de mim.
Não pensei duas vezes. Manobre rápido pra abrir as pernas da minha mãe com meus joelhos e com uma mão puxei minha cueca pra baixo.
- O que cê tá fazendo? Perguntou minha mãe
Mas eu não respondi, tava super excitado e, ajudado pela penumbra do momento, com a mesma mão afastei o tecido da calcinha dela, deixando livre a buceta dela, que eu senti depilada. Minha mãe percebeu minhas intenções na hora, quis resistir, mas meu peso impedia, e surpresa eu ouvi ela dizer.
- José, não faz isso faça por favor!!
Não levei em consideração o que ela me dizia. Nós dois forcejamos. Eu para abrir caminho e ela para me impedir. Foi um momento rápido e nossas respirações ofegantes se ouviam cada vez mais. Meu coração batia rapidíssimo e supunha que o dela também.
Com a mesma rapidez, aproximei a ponta do meu pau e a coloquei entre os lábios dela. Por um instante, nos olhamos cara a cara, nos olhos. Era um momento lindo entre um homem e uma mulher. Mamãe se deu por vencida ao não ter liberdade de movimento. Não quis voltar atrás. Já não podia.
- Por favor, te peço. Não faça isso… Por favor.
Mas eu estava decidido e dei um empurrão que fez a cabeça do meu pau entrar na buceta dela…
- Por favor, José, sai de cima. Por…
Ela não tinha terminado de falar quando continuei com um segundo empurrão e meti meu pau até a metade, conseguindo arrancar dela um gemido abafado… aaaahhhhh.
Eu estava abrindo caminho na buceta da mamãe, que não recebia ninguém há mais de 5 anos… Ela respirou fundo, compreendendo o inevitável; seu filho estava penetrando ela. Passaram uns dois ou três segundos que me pareceram minutos… Não dissemos mais nada.
Me acomodei sobre a mamãe, jogando meu peso sobre ela. Coloquei minha cabeça no ombro esquerdo dela, bochecha com bochecha, e já sem o olhar dela fixo nos meus olhos, empurrei até o fundo, arrancando da mamãe um “aaaayyyyyy” quando ela me sentiu todo dentro dela. Fiquei imóvel, por cima, sentindo o peito dela subir e descer. Ela respirava fundo. Muito fundo… Nenhum de nós falava…
Passaram mais alguns segundos… Depois desse tempo, me mexi me ajustando a ela para começar meu movimento de vai e vem. Minha mãe fez o mesmo, se abrindo mais para me receber melhor. Reconheço que estava alucinado, mas já não era questão de ter remorso. Mamãe não falava. Depois de nos acomodarmos, comecei a me mover decidido a foder minha mãe.
Ambos tentávamos controlar nossa respiração excitada… Joguei minha pélvis para trás, tirando ele Coloquei meu pau pela primeira vez e voltei a meter com decisão. Mamãe continuava sem dizer nada, com os braços estendidos sobre a cama, resignada. Eu sentia que ela ainda não estava lubrificada e fiz mais uma metida e tirada, e depois outra, e mais outra… E depois de algumas, minha mãe começou a ofegar levemente… aaaahhhhh, o que me deu mais confiança… na hora senti as mãos dela na minha nuca… Minha mãe estava aceitando o que estava acontecendo e me abraçava!!
Continuei penetrando ela enquanto ela acariciava o cabelo da minha cabeça, e foi então que ela disse num tom bem baixinho: “devagar, filho. Faz tempo que não faço isso com um homem”
Naquele momento, me senti o homem mais feliz e realizado do mundo. Continuei com mais algumas estocadas e comecei a notar que mamãe estava lubrificando mais.
Depois de alguns minutos, cada um estava preocupado com o seu próprio prazer; eu me dedicava a dar prazer à mulher que estava debaixo de mim, e minha mãe se deixava levar pelo seu homem.
Aaaaahhhh ela começou a gemer… Numa dessas, meti com força em mamãe, fazendo ela reclamar de novo aaaaaayyyyyyyyy… O gemido dela e o barulho metálico da cama me fizeram lembrar quando eu ouvia minha mãe transando com papai, o que sempre me excitava tanto, mas agora quem estava por cima, montando nela, entre as pernas dela, era eu.
Mamãe me repreendeu pelo excesso de força viril, aproximando a boca do meu ouvido e com voz suave comentou: “não bate tão forte”… E continuamos os dois dando prazer um ao outro. Aproveitando o momento.
Foi numa dessas que me apoiei nos braços, e nossos olhares se cruzaram de novo na escuridão quase absoluta da noite. Parei um instante. Mamãe aproveitou e colocou as mãos nos meus antebraços para se apoiar nos movimentos da pelve, e imediatamente voltei a penetrá-la, e ela recebeu fechando os olhos e gemendo aaaaaaahhhhhhh.
Nós dois ficávamos em silêncio, e o silêncio da noite só era quebrado pelo rangido da cama no ritmo das minhas estocadas, pelos gemidos leves da minha mãe quando me sentia dentro dela e pela respiração profunda. meu. Nós dois respirávamos fundo. Ela tossiu... e eu continuei metendo... Gemi e mamãe apertou ainda mais minha nuca.
Então comecei a dar estocadas mais fortes e profundas em mamãe, que percebeu que eu ia gozar logo e começou a mover a pélvis mais para cima no meu ritmo. O barulho cada vez maior da cama denunciava meu movimento de vai e vem. Sentia mamãe muito molhada, o que aumentava meu ego. Minha virilidade.
O prazer que eu sentia era cada vez maior e o atrito com as paredes da buceta de mamãe já estava incontrolável. Senti que em breve ia gozar. Mamãe, como boa mulher, percebeu; "goza dentro. Não tem risco" ela disse... Isso foi o ápice, o máximo para mim... e cruzando meu olhar com o dela... fechei meus olhos e gemi profundamente aaahhhhhhhhhhh no exato momento em que comecei a expelir meu esperma nas entranhas da minha mãe....
Terminei extasiado em cima dela. Nossos peitos subindo e descendo denunciavam o esforço feito. Mamãe continuava com as mãos acariciando minha cabeça. Enquanto isso, meu pau perdia força dentro dela.
Quando finalmente consegui me recuperar e sair de mamãe, desci dela e me deitei ao seu lado. Ambos em silêncio. O que significaria aquele silêncio? Senti medo então. Muitas coisas passaram pela minha cabeça... mas já estava feito. Foi mamãe quem quebrou o silêncio: "vai no banheiro se limpar e me traz papel". Foi o que fiz. Me levantei e fui ao banheiro, lembrando quando meu pai passava na frente da minha cama. Limpei meu pau ainda com restos do meu esperma e fluidos de mamãe.
Caminhei de volta para a cama e dei a mamãe um bom pedaço de papel. Ela pegou e imediatamente, como se tivesse pressa, levou até sua racha e se limpou várias vezes o esperma que ainda escorria. Quando terminou e depois de deixar o papel na mesinha de cabeceira, veio até mim e colocou novamente uma de suas pernas sobre mim e a cabeça no meu peito. Eu passei meu braço pela cintura dela e a abracei.
Depois de alguns minutos, mamãe levantou a cabeça e, me olhando, disse; "isso não foi ninguém pode saber. Só nosso, meu e seu.” Eu concordei. Naquele momento, por um impulso de amor, beijei a mamãe; “te amo muito, mamãe”, falei. “E eu você, filho”, ela respondeu, e completou: “Não esquece; você é o homem da casa.” Naquela hora, me senti muito orgulhoso da mulher que me dizia aquilo e beijei ela de novo. Ela apoiou a cabeça no meu peito de novo, e nós dois, abraçados, ficamos assim até o sono da noite chegar.
Eu achava que eles se davam bem, mas pelo visto não era assim. Até ouvia eles à noite quando transavam. O rangido da cama de metal e a batida da cabeceira na parede às vezes me acordavam de madrugada. Minha mãe gemia baixinho, com certeza pra não me acordar, e meu pai não fazia barulho, só em alguns momentos. Eu via ele quando passava na frente da minha cama indo pro banheiro se limpar.
Nada me fazia imaginar o que aconteceu depois, mas a verdade é que aconteceu. Um dia, quando voltei da escola, encontrei minha mãe chorando na cama dela e ela me deu a notícia: seu pai foi embora e não vai voltar mais. Foi com outra mulher. Eu me assustei e fui pro meu quarto, enquanto ouvia ela chorar sem parar. Chorou a noite inteira, mas no dia seguinte saiu cedo e depois de algumas horas voltou dizendo que tinha conseguido um emprego como faxineira. Esse foi o começo da nossa convivência sozinhos em casa.
Com o tempo, a gente começou a ter muita intimidade. Logo percebi que minha mãe era daquelas mulheres que precisam de um homem por perto. Ela pedia pra eu ir junto no supermercado ou em qualquer compra, até quando comprava calcinha e sutiã. A gente passava quase o dia inteiro juntos, ela comigo e eu com ela. Além disso, a casa não dava pra muito mais. A intimidade era tanta que a gente nem ligava de se ver com pouca roupa.
Foi assim que cheguei na adolescência. Minha mãe, de vez em quando, me perguntava se eu já tinha namorada ou se gostava de alguma garota. Eu respondia meio bravo que não. Que ainda era muito novo. Ela ria e concordava… “Tudo tem seu tempo”… Mas a real é que eu já sentia atração por garotas, por mulheres, e principalmente por ver minha mãe, quando dava. fazer isso, de calcinha e sutiã.
Uma noite de inverno em que chovia torrencialmente, desatou uma tempestade de raios e trovões. Nós dois temos medo e a casa se iluminava a cada relâmpago. Minha mãe, Carmen, me chamou pra ver se eu estava acordado.
- José, você está acordado?
Respondi que sim e que não conseguia dormir com os trovões. Eles me deixavam muito nervoso e ainda por cima eu suava. Ela me disse pra ir dormir com ela pra fazermos companhia um ao outro. Vi o céu aberto e fui na hora. Ela me fez um lugar e, bem quietos e assustados os dois, esperamos aquela longa tempestade passar até pegarmos no sono. A partir daquele dia, mamãe me disse que não se importava que eu dormisse junto com ela, "afinal, somos mãe e filho e me sinto mais segura".
Certa vez, quando eu estava tomando banho, minha mãe, com uma risadinha safada, me perguntou: "O que você está fazendo que está demorando tanto?" E começou a rir... Fiquei desconfortável porque naquele momento eu estava me masturbando e pensei se mamãe tinha percebido. Quando terminou, mamãe me perguntou de novo. Acho que me entreguei quando ela percebeu como eu fiquei vermelho... E ela me disse pra não me preocupar, que na minha idade era normal.
De vez em quando eu perguntava pra mamãe por que ela não reconstruía a vida dela. A resposta era sempre a mesma: "com um único homem em casa já é o bastante". Então eu beijava ela na bochecha e me sentia um verdadeiro homem, o homem da casa, como ela às vezes me chamava.
Nossa confiança continuava crescendo, pois estávamos quase sempre um para o outro. Ela com o trabalho dela e eu na universidade.
Certo dia, quando eu tinha 19 anos e minha mãe 51, aconteceu a maior coisa da minha vida.
Fazia uns dois anos que já dormíamos juntos desde aquela tempestade. Era primavera, quase verão. Eu dormia de cueca boxer e minha mãe só de calcinha e sutiã. Afinal, eu via ela de biquíni todo verão, aquilo era a mesma coisa. Fazia calor e estávamos descobertos. A temperatura estava muito agradável. Minha mãe trabalhava no dia seguinte e eu tinha faculdade. O quarto estava quase totalmente escuro, e só entrava pela janela uma claridade bem fraca, bem leve.
A gente começou a conversar sobre nossas coisas. Naquele dia eu tinha me masturbado à tarde, mas ainda tava com tesão. A voz da minha mãe e tudo que envolvia o momento fez eu ficar de pau duro. Ainda bem que as circunstâncias faziam com que ela não percebesse. A gente continuava conversando quando, de repente, minha mãe me surpreende e coloca uma perna dela em cima de mim, mas nisso ela encosta no meu pau que tava duro. Surpresa, ela fala rindo: ha ha ha "parece que alguma coisa no homem da casa tá acordada" e pega no meu pau. Na hora eu gritei "Mãããe!!" e tirei a mão dela. Minha surpresa foi enorme. Mas minha mãe, com aquela risada de quem não quer nada, continuou na dela, tentando me tocar, e eu me defendendo pra não deixar. Assim a gente ficou um tempão, entre risadas, reclamações e movimentos bruscos na cama. Nossa brincadeira de luta fazia a gente se tocar por todo lado, e a gente se revirava na cama sem parar.
Em uma dessas, eu acabei por cima da minha mãe, segurando as mãos dela pelos pulsos na altura do rosto dela. Naquele momento a gente parou. Minha mãe com certeza sentia a dureza do meu pau na buceta dela. Nossa respiração tava ofegante. Nossos olhares se cruzaram e a gente ficou se encarando. Naquele momento eu vi uma mulher carente de amor. Uma mulher linda e madura que, mesmo sendo minha mãe, eu tinha ela numa cama debaixo de mim.
Não pensei duas vezes. Manobre rápido pra abrir as pernas da minha mãe com meus joelhos e com uma mão puxei minha cueca pra baixo.
- O que cê tá fazendo? Perguntou minha mãe
Mas eu não respondi, tava super excitado e, ajudado pela penumbra do momento, com a mesma mão afastei o tecido da calcinha dela, deixando livre a buceta dela, que eu senti depilada. Minha mãe percebeu minhas intenções na hora, quis resistir, mas meu peso impedia, e surpresa eu ouvi ela dizer.
- José, não faz isso faça por favor!!
Não levei em consideração o que ela me dizia. Nós dois forcejamos. Eu para abrir caminho e ela para me impedir. Foi um momento rápido e nossas respirações ofegantes se ouviam cada vez mais. Meu coração batia rapidíssimo e supunha que o dela também.
Com a mesma rapidez, aproximei a ponta do meu pau e a coloquei entre os lábios dela. Por um instante, nos olhamos cara a cara, nos olhos. Era um momento lindo entre um homem e uma mulher. Mamãe se deu por vencida ao não ter liberdade de movimento. Não quis voltar atrás. Já não podia.
- Por favor, te peço. Não faça isso… Por favor.
Mas eu estava decidido e dei um empurrão que fez a cabeça do meu pau entrar na buceta dela…
- Por favor, José, sai de cima. Por…
Ela não tinha terminado de falar quando continuei com um segundo empurrão e meti meu pau até a metade, conseguindo arrancar dela um gemido abafado… aaaahhhhh.
Eu estava abrindo caminho na buceta da mamãe, que não recebia ninguém há mais de 5 anos… Ela respirou fundo, compreendendo o inevitável; seu filho estava penetrando ela. Passaram uns dois ou três segundos que me pareceram minutos… Não dissemos mais nada.
Me acomodei sobre a mamãe, jogando meu peso sobre ela. Coloquei minha cabeça no ombro esquerdo dela, bochecha com bochecha, e já sem o olhar dela fixo nos meus olhos, empurrei até o fundo, arrancando da mamãe um “aaaayyyyyy” quando ela me sentiu todo dentro dela. Fiquei imóvel, por cima, sentindo o peito dela subir e descer. Ela respirava fundo. Muito fundo… Nenhum de nós falava…
Passaram mais alguns segundos… Depois desse tempo, me mexi me ajustando a ela para começar meu movimento de vai e vem. Minha mãe fez o mesmo, se abrindo mais para me receber melhor. Reconheço que estava alucinado, mas já não era questão de ter remorso. Mamãe não falava. Depois de nos acomodarmos, comecei a me mover decidido a foder minha mãe.
Ambos tentávamos controlar nossa respiração excitada… Joguei minha pélvis para trás, tirando ele Coloquei meu pau pela primeira vez e voltei a meter com decisão. Mamãe continuava sem dizer nada, com os braços estendidos sobre a cama, resignada. Eu sentia que ela ainda não estava lubrificada e fiz mais uma metida e tirada, e depois outra, e mais outra… E depois de algumas, minha mãe começou a ofegar levemente… aaaahhhhh, o que me deu mais confiança… na hora senti as mãos dela na minha nuca… Minha mãe estava aceitando o que estava acontecendo e me abraçava!!
Continuei penetrando ela enquanto ela acariciava o cabelo da minha cabeça, e foi então que ela disse num tom bem baixinho: “devagar, filho. Faz tempo que não faço isso com um homem”
Naquele momento, me senti o homem mais feliz e realizado do mundo. Continuei com mais algumas estocadas e comecei a notar que mamãe estava lubrificando mais.
Depois de alguns minutos, cada um estava preocupado com o seu próprio prazer; eu me dedicava a dar prazer à mulher que estava debaixo de mim, e minha mãe se deixava levar pelo seu homem.
Aaaaahhhh ela começou a gemer… Numa dessas, meti com força em mamãe, fazendo ela reclamar de novo aaaaaayyyyyyyyy… O gemido dela e o barulho metálico da cama me fizeram lembrar quando eu ouvia minha mãe transando com papai, o que sempre me excitava tanto, mas agora quem estava por cima, montando nela, entre as pernas dela, era eu.
Mamãe me repreendeu pelo excesso de força viril, aproximando a boca do meu ouvido e com voz suave comentou: “não bate tão forte”… E continuamos os dois dando prazer um ao outro. Aproveitando o momento.
Foi numa dessas que me apoiei nos braços, e nossos olhares se cruzaram de novo na escuridão quase absoluta da noite. Parei um instante. Mamãe aproveitou e colocou as mãos nos meus antebraços para se apoiar nos movimentos da pelve, e imediatamente voltei a penetrá-la, e ela recebeu fechando os olhos e gemendo aaaaaaahhhhhhh.
Nós dois ficávamos em silêncio, e o silêncio da noite só era quebrado pelo rangido da cama no ritmo das minhas estocadas, pelos gemidos leves da minha mãe quando me sentia dentro dela e pela respiração profunda. meu. Nós dois respirávamos fundo. Ela tossiu... e eu continuei metendo... Gemi e mamãe apertou ainda mais minha nuca.
Então comecei a dar estocadas mais fortes e profundas em mamãe, que percebeu que eu ia gozar logo e começou a mover a pélvis mais para cima no meu ritmo. O barulho cada vez maior da cama denunciava meu movimento de vai e vem. Sentia mamãe muito molhada, o que aumentava meu ego. Minha virilidade.
O prazer que eu sentia era cada vez maior e o atrito com as paredes da buceta de mamãe já estava incontrolável. Senti que em breve ia gozar. Mamãe, como boa mulher, percebeu; "goza dentro. Não tem risco" ela disse... Isso foi o ápice, o máximo para mim... e cruzando meu olhar com o dela... fechei meus olhos e gemi profundamente aaahhhhhhhhhhh no exato momento em que comecei a expelir meu esperma nas entranhas da minha mãe....
Terminei extasiado em cima dela. Nossos peitos subindo e descendo denunciavam o esforço feito. Mamãe continuava com as mãos acariciando minha cabeça. Enquanto isso, meu pau perdia força dentro dela.
Quando finalmente consegui me recuperar e sair de mamãe, desci dela e me deitei ao seu lado. Ambos em silêncio. O que significaria aquele silêncio? Senti medo então. Muitas coisas passaram pela minha cabeça... mas já estava feito. Foi mamãe quem quebrou o silêncio: "vai no banheiro se limpar e me traz papel". Foi o que fiz. Me levantei e fui ao banheiro, lembrando quando meu pai passava na frente da minha cama. Limpei meu pau ainda com restos do meu esperma e fluidos de mamãe.
Caminhei de volta para a cama e dei a mamãe um bom pedaço de papel. Ela pegou e imediatamente, como se tivesse pressa, levou até sua racha e se limpou várias vezes o esperma que ainda escorria. Quando terminou e depois de deixar o papel na mesinha de cabeceira, veio até mim e colocou novamente uma de suas pernas sobre mim e a cabeça no meu peito. Eu passei meu braço pela cintura dela e a abracei.
Depois de alguns minutos, mamãe levantou a cabeça e, me olhando, disse; "isso não foi ninguém pode saber. Só nosso, meu e seu.” Eu concordei. Naquele momento, por um impulso de amor, beijei a mamãe; “te amo muito, mamãe”, falei. “E eu você, filho”, ela respondeu, e completou: “Não esquece; você é o homem da casa.” Naquela hora, me senti muito orgulhoso da mulher que me dizia aquilo e beijei ela de novo. Ela apoiou a cabeça no meu peito de novo, e nós dois, abraçados, ficamos assim até o sono da noite chegar.
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