Continuamos depois de vários meses com a nossa história....
- Eze, como você tá? Hoje é sábado e tem planos... marquei com o Cláudio, vamos pra um hotel.
- Meu amor, a gente tinha combinado de sair juntos hoje...
- Sim, Eze, e vamos sair juntos: falei com o Cláudio e ele topa você estar presente, então vem pra casa me buscar, passa aqui às 21h.
- Ceci, não dá, é seu parceiro, fico com vergonha.
- Vaiii, se prepara kkk, já tá tudo acertado, ele é casado, fica tudo por aqui. Combinamos um encontro especial, te peço por favor que não interfira a não ser que eu peça.
Me troquei pensando que um novo capítulo se aproximava, e quando achava que nada podia superar o anterior, ou que nada seria diferente, pá... me surpreendi de novo.
O Cláudio passou às 21h em ponto, me cumprimentou com a mão timidamente, quase sem cruzar olhares. Subi atrás e ela na frente com ele, e fomos pra um hotel que fica a poucas quadras do apto dela. Claro que me perguntei por que um hotel tendo o apto, mas a Ceci não me deixou espaço pra muitas perguntas.
Ela estava radiante. Cabelo liso e bem escovado, perfume em quantidade, e muita maquiagem (caprichada, mas bem marcada). Chegamos no quarto e a Ceci, com um tom firme e sério, me disse:
- Tá tudo preparado, corno manso, você senta aí naquela cadeira que pedimos e só fica olhando, outra coisa com o CB você não vai poder fazer kkk - ela riu me humilhando -
Ela tirou o casaco que estava usando e, pra minha surpresa, por baixo só estava de lingerie. Um conjunto erótico novo, vermelho, de renda, que unia as duas peças na altura da barriga, a calcinha fio dental tinha um buraco horizontal na parte mais íntima. Ela olhou pra ele de forma insinuante e, deixando o casaco cair, disse:
- Gostou do conjuntinho?
- Tô louco por ele - respondeu o Cláudio, se aproximando dela e puxando ela pelas costas -
Eles se beijaram rapidamente e ele, de um puxão, rasgou o conjunto, deixando os peitos dela à mostra. Ele chupava apaixonada e lentamente enquanto a Ceci... Gemia e dava a entender pra ele continuar fazendo daquele jeito. Ficaram assim por uns minutos, e ela gemia cada vez mais forte. Não vou entrar em comparações longas, mas claramente nunca fiz ela sentir aquilo daquele jeito.
— Que vontade de ser comida por você.
— Shhh, isso você tem que merecer... ajoelha.
Ceci se ajoelhou e eu conferi o que ela tinha me dito ao ver o pau ereto de Claudio. Um tamanho descomunal.
— Agora me olha, Cecilia, vamos aperfeiçoar o que fizemos outro dia. Me escuta e faz o que eu mandar, igual combinamos à tarde. Quero que você aprenda, que se torne a melhor chupadora de pica de todas.
— Sim, Claudio, pode falar — respondeu submissa e ao mesmo tempo nervosa.
— Prende o cabelo e começa a chupar devagar tudo, desde minhas bolas até meu pau, inteiro. Quero ver tudo brilhando.
Ceci obedecia e lambia todas as partes dele devagar, desde as bolas até a cabeça.
— Não, não segura com a mão. Faz sem as mãos — ordenou Claudio. — Isso, agora começa a chupar num ritmo médio. Vai assim, chupa e não para, desse jeito. Vamos batizar essa carinha.
Ele tirou o pau com líquido pré-seminal visível e começou a esfregar no rosto dela. Não acreditei no que via. Ela fechava os olhos, e ele esfregou o pau em tudo quanto é lugar: nas bochechas, nas orelhas, no nariz, parou até nos buracos do nariz. Um filho da puta. Era uma humilhação pra minha mulher, mas eu não podia me meter. Prometi, e se ela não parasse, eu não podia interferir. O rosto dela coberto de porra, meio despenteada porque ele até esfregou na testa e deixou alguns fios dos lindos cachos dela à mostra.
— Muito bem. Abre os olhos e me olha agora. Começa a chupar de novo e não para de me encarar — ela obedecia ao que ouvia. — Não, não, sem mãos. Continua, continua e não desvia o olhar. Gosto de ver esse batom vermelho borrando, como você vai se desmontando enquanto faz seu trabalho. Tá gostando?
— Tô sim, e você?
— Muito. Dá pra ver que antes você era uma... chupa pica chata. Beleza, então vamos lá, bate uma pra mim com a mão esquerda.
Ceci começou a bater uma pra ele e na mesma hora pediu pra ela abrir a boca e enfiou a pica até o fundo, o que fez ela engasgar.
— Não gostei do jeito que você bateu, mereceu isso haha.
— Ai, seu filho da puta.
— Vem ver agora com a direita — ela fez o que ele pediu —
— Beleza, você merece algo mais leve, é melhor batendo com a direita, então de agora em diante sempre com a direita, mas...
Mais uma enfiada e outro engasgo da Ceci. Com os olhos meio lacrimejando e tentando se recuperar, ela olhou pra ele de novo.
— Vem, chupa sem as mãos — ele disse enquanto olhava fixo pra ela, segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder a boca dela —
Não contei o tempo, mas não menos de 2 minutos ele meteu e tirou a pica num ritmo rápido e constante da boca da Ceci. Enquanto isso, ele gemia forte e ela começou a babar tudo. Quando ela tentou parar pra se limpar, ele afastou as mãos dela e continuou sem deixar. A saliva escorria pelos cantos da boca dela, e os olhos fechados mostravam a submissão que ela tava sofrendo.
Do meu lado, eu sentia a humilhação na pele como nunca, e me perguntava se a Ceci realmente gostava daquilo. Até aquele momento, parecia que ela tinha esquecido que eu tava ali, nem olhava pra mim.
— Beleza, descansa uns segundos, Ceci. Uffff — ele disse enquanto esfregava a pica de novo na cara dela, e a saliva já sujava o rosto todo e estragava a maquiagem — Agora vamos de novo.
Contei no máximo 10 segundos e ele enfiou de novo, e o ritmo já tava muito mais rápido e fundo. Logo veio outro engasgo, e quase sem deixar ela se recuperar, ele meteu de novo na boca dela e recomeçou. Empurrava a cabeça dela por alguns segundos suave e depois duas ou três enfiadas fortes até o fundo, causando o engasgo inevitável. Os olhos da Ceci, cada vez mais lacrimejando, já mostravam o delineador todo borrado, respiração cansada e engasgos a cada cada vez mais frequentes.
- Para, para, me dá um segundo - Naquele momento ela me chamou e meu coração começou a bater forte - Vem cá, Eze, ela dizia com voz ofegante e cansada - Ajoelha aqui do meu lado.
Eu me ajoelhei ao lado dela, e com o rosto cheio de líquidos pré-seminais e saliva, ela segurou minha cabeça e me beijou, enfiando a língua e mantendo aquele beijo por alguns segundos. Apaixonada, safada, sabia que eu não gostava, mas que nunca a rejeitaria. Senti cheiro de "tudo que estava rolando" junto, claro que ao ver toda a sequência já estar ali, tudo era mais intenso e recente. Ela mandou eu sentar de novo e disse pra eu continuar.
- Não, vou te comer.
- Então espera, vem Ezequiel, chupa minha buceta, do mesmo jeito tô toda molhada.
Efetivamente, ela se deitou na cama e quando me aproximei da buceta dela, descobri que estava molhada como poucas vezes. Me aproximei e ela empurrou minha cabeça e apertou, sentindo minha língua que lambia com gosto e velocidade ao ouvir os gemidos fortes.
- Aiii sim, Eze, chupa minha buceta, deixa ela preparada pro corninho que esse pau vai me comer como nunca. Olha só - ela disse me puxando pelo cabelo e me mostrando o Cláudio que colocava a camisinha - Até a camisinha quase não entra, esse pau me deixa louca, corno, continua chupando, vai.
Continuei por uns instantes e, quando o Cláudio se aproximou, ele me tirou de lá e mandou eu voltar pro canto. Ele começou a comer ela e a Cecília gemia forte, em poucos instantes ela gozou uma vez e gritou como nunca tinha ouvido:
- Ahhhhhhh que filho da puta, vale a pena a submissão, me come por favor, me come mais.
Realmente o parceiro dela era admirável, comia ela rápido, quase sem dar trégua aos gemidos que cada vez eram mais curtos e agudos... ela gozou de novo e o Cláudio disse que queria comer ela de quatro. Naquele momento, a Ceci pediu pra eu sentar de frente pra cama a alguns metros e olhar pra ela.
- Devagar, Cláudio, que eu sinto muito assim.
Ele começou a meter devagar e se movia lentamente, ela se Ela tremia e se deitava na cama conforme ele ia entrando. Quando ele entrou tudo, começou a se mover mais rápido e ela, com caretas de prazer, tremia e me olhava desfigurada:
— Tá vendo como me fode? É assim que me sinto com uma pica dessa, é únicaaaa. Me come, me come, me come, me come, não para, não paraaaaa — gritava e gemia com força —
Rapidamente ele gozou uma vez e, logo em seguida, outra vez. Ele não só era dotado, mas tinha um corpo atlético e muito fôlego.
— Vem, ajoelha, não aguento mais, Ceci.
Ela se ajoelhou, exausta e cansada, e olhou pra ele:
— De novo? — exclamou, cansada e esgotada —
— Sim, vem, você já sabe quais são as regras... quero foder essa sua boca e encher você de porra.
Nessa altura, Ceci estava toda despenteada, com a maquiagem e o delineador completamente borrados, e mostrava um cansaço típico de uma "maratona" sexual pesada.
Ele começou a foder a boca dela de novo e, depois de duas ânsias e engasgos que praticamente não o fizeram parar, ordenou:
— Diz que quer a porra, vai, que vou gozar...
Ela interrompeu, tirou a pica da boca e obedeceu.
— Não, não, diz sem tirar a pica da boca.
— Não consigo, Claudio.
— Consegue sim, vai — ordenou enquanto apertava, ouvindo a voz embargada e pouco clara — Vai, com a boca cheia de pica, quero ouvir você, fala: eu gosto da sua porra quente.
— Ahrhrhme guusto daa sua porraa quente.
Logo depois, ele enfiou até a garganta, causando uma ânsia forte, e de novo:
— Vai, diz: quero sua porra, quero tudo.
— Quero sua porra, quero tudo.
— Aiiii, sim, vou gozar, puta.
Nesse momento, ela virou pra mim:
— Vem cá, corno, ajoelha e olha pras minhas tetas, quero você bem perto. Isso, Claudio, goza nas minhas tetas — ela dizia enquanto juntava os peitos e olhava pra ele com cara de puta.
Claudio gozou um jato enorme de porra e cobriu os mamilos dela rapidamente, não parava de gozar, e eu assistia "o espetáculo" de perto. Enquanto ele... continuava pagando e soltava o resto do porraço dela, minha mulher virou pra mim:
– Mmmm que carinha é essa?, sabe o que vem agora né, corno?, tá com fome? vem chupar meus peitos, limpa tudo.
Resignado e já submisso ao desejo dela, me aproximei e comecei a lamber timidamente os bicos dos peitos dela.
– Aiii sim haha lambe tudo, corno, se alimenta, vai, que desceu muito pra baixo e é pouquinho.
Ao mesmo tempo, Claudio se aproximou e encostou a pica na boca dela pra ela chupar naqueles instantes pós-orgasmo de prazer que todo homem curte. Ela "limpou" o pau dele direitinho:
– Vem, abre a boca – ela falou como quem segura líquido na boca –
– Não, Ceci, espera
– Abre a boca, corno
Abri minha boca piscando e ela cuspiu sem cerimônia uma mistura de saliva e porra que bateu na minha boca e sobrou um pouco pra fora, que ela mesma tratou de empurrar com os dedos pra dentro.
– Engole tudo, corno, vai, chupa meus dedos, tudo limpinho, como o bom cuck que você é.
CONTINUA
É isso. Se tiverem comentários ou perguntas pra Ceci ou Eze, a gente vai respondendo!
- Eze, como você tá? Hoje é sábado e tem planos... marquei com o Cláudio, vamos pra um hotel.
- Meu amor, a gente tinha combinado de sair juntos hoje...
- Sim, Eze, e vamos sair juntos: falei com o Cláudio e ele topa você estar presente, então vem pra casa me buscar, passa aqui às 21h.
- Ceci, não dá, é seu parceiro, fico com vergonha.
- Vaiii, se prepara kkk, já tá tudo acertado, ele é casado, fica tudo por aqui. Combinamos um encontro especial, te peço por favor que não interfira a não ser que eu peça.
Me troquei pensando que um novo capítulo se aproximava, e quando achava que nada podia superar o anterior, ou que nada seria diferente, pá... me surpreendi de novo.
O Cláudio passou às 21h em ponto, me cumprimentou com a mão timidamente, quase sem cruzar olhares. Subi atrás e ela na frente com ele, e fomos pra um hotel que fica a poucas quadras do apto dela. Claro que me perguntei por que um hotel tendo o apto, mas a Ceci não me deixou espaço pra muitas perguntas.
Ela estava radiante. Cabelo liso e bem escovado, perfume em quantidade, e muita maquiagem (caprichada, mas bem marcada). Chegamos no quarto e a Ceci, com um tom firme e sério, me disse:
- Tá tudo preparado, corno manso, você senta aí naquela cadeira que pedimos e só fica olhando, outra coisa com o CB você não vai poder fazer kkk - ela riu me humilhando -
Ela tirou o casaco que estava usando e, pra minha surpresa, por baixo só estava de lingerie. Um conjunto erótico novo, vermelho, de renda, que unia as duas peças na altura da barriga, a calcinha fio dental tinha um buraco horizontal na parte mais íntima. Ela olhou pra ele de forma insinuante e, deixando o casaco cair, disse:
- Gostou do conjuntinho?
- Tô louco por ele - respondeu o Cláudio, se aproximando dela e puxando ela pelas costas -
Eles se beijaram rapidamente e ele, de um puxão, rasgou o conjunto, deixando os peitos dela à mostra. Ele chupava apaixonada e lentamente enquanto a Ceci... Gemia e dava a entender pra ele continuar fazendo daquele jeito. Ficaram assim por uns minutos, e ela gemia cada vez mais forte. Não vou entrar em comparações longas, mas claramente nunca fiz ela sentir aquilo daquele jeito.
— Que vontade de ser comida por você.
— Shhh, isso você tem que merecer... ajoelha.
Ceci se ajoelhou e eu conferi o que ela tinha me dito ao ver o pau ereto de Claudio. Um tamanho descomunal.
— Agora me olha, Cecilia, vamos aperfeiçoar o que fizemos outro dia. Me escuta e faz o que eu mandar, igual combinamos à tarde. Quero que você aprenda, que se torne a melhor chupadora de pica de todas.
— Sim, Claudio, pode falar — respondeu submissa e ao mesmo tempo nervosa.
— Prende o cabelo e começa a chupar devagar tudo, desde minhas bolas até meu pau, inteiro. Quero ver tudo brilhando.
Ceci obedecia e lambia todas as partes dele devagar, desde as bolas até a cabeça.
— Não, não segura com a mão. Faz sem as mãos — ordenou Claudio. — Isso, agora começa a chupar num ritmo médio. Vai assim, chupa e não para, desse jeito. Vamos batizar essa carinha.
Ele tirou o pau com líquido pré-seminal visível e começou a esfregar no rosto dela. Não acreditei no que via. Ela fechava os olhos, e ele esfregou o pau em tudo quanto é lugar: nas bochechas, nas orelhas, no nariz, parou até nos buracos do nariz. Um filho da puta. Era uma humilhação pra minha mulher, mas eu não podia me meter. Prometi, e se ela não parasse, eu não podia interferir. O rosto dela coberto de porra, meio despenteada porque ele até esfregou na testa e deixou alguns fios dos lindos cachos dela à mostra.
— Muito bem. Abre os olhos e me olha agora. Começa a chupar de novo e não para de me encarar — ela obedecia ao que ouvia. — Não, não, sem mãos. Continua, continua e não desvia o olhar. Gosto de ver esse batom vermelho borrando, como você vai se desmontando enquanto faz seu trabalho. Tá gostando?
— Tô sim, e você?
— Muito. Dá pra ver que antes você era uma... chupa pica chata. Beleza, então vamos lá, bate uma pra mim com a mão esquerda.
Ceci começou a bater uma pra ele e na mesma hora pediu pra ela abrir a boca e enfiou a pica até o fundo, o que fez ela engasgar.
— Não gostei do jeito que você bateu, mereceu isso haha.
— Ai, seu filho da puta.
— Vem ver agora com a direita — ela fez o que ele pediu —
— Beleza, você merece algo mais leve, é melhor batendo com a direita, então de agora em diante sempre com a direita, mas...
Mais uma enfiada e outro engasgo da Ceci. Com os olhos meio lacrimejando e tentando se recuperar, ela olhou pra ele de novo.
— Vem, chupa sem as mãos — ele disse enquanto olhava fixo pra ela, segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a foder a boca dela —
Não contei o tempo, mas não menos de 2 minutos ele meteu e tirou a pica num ritmo rápido e constante da boca da Ceci. Enquanto isso, ele gemia forte e ela começou a babar tudo. Quando ela tentou parar pra se limpar, ele afastou as mãos dela e continuou sem deixar. A saliva escorria pelos cantos da boca dela, e os olhos fechados mostravam a submissão que ela tava sofrendo.
Do meu lado, eu sentia a humilhação na pele como nunca, e me perguntava se a Ceci realmente gostava daquilo. Até aquele momento, parecia que ela tinha esquecido que eu tava ali, nem olhava pra mim.
— Beleza, descansa uns segundos, Ceci. Uffff — ele disse enquanto esfregava a pica de novo na cara dela, e a saliva já sujava o rosto todo e estragava a maquiagem — Agora vamos de novo.
Contei no máximo 10 segundos e ele enfiou de novo, e o ritmo já tava muito mais rápido e fundo. Logo veio outro engasgo, e quase sem deixar ela se recuperar, ele meteu de novo na boca dela e recomeçou. Empurrava a cabeça dela por alguns segundos suave e depois duas ou três enfiadas fortes até o fundo, causando o engasgo inevitável. Os olhos da Ceci, cada vez mais lacrimejando, já mostravam o delineador todo borrado, respiração cansada e engasgos a cada cada vez mais frequentes.
- Para, para, me dá um segundo - Naquele momento ela me chamou e meu coração começou a bater forte - Vem cá, Eze, ela dizia com voz ofegante e cansada - Ajoelha aqui do meu lado.
Eu me ajoelhei ao lado dela, e com o rosto cheio de líquidos pré-seminais e saliva, ela segurou minha cabeça e me beijou, enfiando a língua e mantendo aquele beijo por alguns segundos. Apaixonada, safada, sabia que eu não gostava, mas que nunca a rejeitaria. Senti cheiro de "tudo que estava rolando" junto, claro que ao ver toda a sequência já estar ali, tudo era mais intenso e recente. Ela mandou eu sentar de novo e disse pra eu continuar.
- Não, vou te comer.
- Então espera, vem Ezequiel, chupa minha buceta, do mesmo jeito tô toda molhada.
Efetivamente, ela se deitou na cama e quando me aproximei da buceta dela, descobri que estava molhada como poucas vezes. Me aproximei e ela empurrou minha cabeça e apertou, sentindo minha língua que lambia com gosto e velocidade ao ouvir os gemidos fortes.
- Aiii sim, Eze, chupa minha buceta, deixa ela preparada pro corninho que esse pau vai me comer como nunca. Olha só - ela disse me puxando pelo cabelo e me mostrando o Cláudio que colocava a camisinha - Até a camisinha quase não entra, esse pau me deixa louca, corno, continua chupando, vai.
Continuei por uns instantes e, quando o Cláudio se aproximou, ele me tirou de lá e mandou eu voltar pro canto. Ele começou a comer ela e a Cecília gemia forte, em poucos instantes ela gozou uma vez e gritou como nunca tinha ouvido:
- Ahhhhhhh que filho da puta, vale a pena a submissão, me come por favor, me come mais.
Realmente o parceiro dela era admirável, comia ela rápido, quase sem dar trégua aos gemidos que cada vez eram mais curtos e agudos... ela gozou de novo e o Cláudio disse que queria comer ela de quatro. Naquele momento, a Ceci pediu pra eu sentar de frente pra cama a alguns metros e olhar pra ela.
- Devagar, Cláudio, que eu sinto muito assim.
Ele começou a meter devagar e se movia lentamente, ela se Ela tremia e se deitava na cama conforme ele ia entrando. Quando ele entrou tudo, começou a se mover mais rápido e ela, com caretas de prazer, tremia e me olhava desfigurada:
— Tá vendo como me fode? É assim que me sinto com uma pica dessa, é únicaaaa. Me come, me come, me come, me come, não para, não paraaaaa — gritava e gemia com força —
Rapidamente ele gozou uma vez e, logo em seguida, outra vez. Ele não só era dotado, mas tinha um corpo atlético e muito fôlego.
— Vem, ajoelha, não aguento mais, Ceci.
Ela se ajoelhou, exausta e cansada, e olhou pra ele:
— De novo? — exclamou, cansada e esgotada —
— Sim, vem, você já sabe quais são as regras... quero foder essa sua boca e encher você de porra.
Nessa altura, Ceci estava toda despenteada, com a maquiagem e o delineador completamente borrados, e mostrava um cansaço típico de uma "maratona" sexual pesada.
Ele começou a foder a boca dela de novo e, depois de duas ânsias e engasgos que praticamente não o fizeram parar, ordenou:
— Diz que quer a porra, vai, que vou gozar...
Ela interrompeu, tirou a pica da boca e obedeceu.
— Não, não, diz sem tirar a pica da boca.
— Não consigo, Claudio.
— Consegue sim, vai — ordenou enquanto apertava, ouvindo a voz embargada e pouco clara — Vai, com a boca cheia de pica, quero ouvir você, fala: eu gosto da sua porra quente.
— Ahrhrhme guusto daa sua porraa quente.
Logo depois, ele enfiou até a garganta, causando uma ânsia forte, e de novo:
— Vai, diz: quero sua porra, quero tudo.
— Quero sua porra, quero tudo.
— Aiiii, sim, vou gozar, puta.
Nesse momento, ela virou pra mim:
— Vem cá, corno, ajoelha e olha pras minhas tetas, quero você bem perto. Isso, Claudio, goza nas minhas tetas — ela dizia enquanto juntava os peitos e olhava pra ele com cara de puta.
Claudio gozou um jato enorme de porra e cobriu os mamilos dela rapidamente, não parava de gozar, e eu assistia "o espetáculo" de perto. Enquanto ele... continuava pagando e soltava o resto do porraço dela, minha mulher virou pra mim:
– Mmmm que carinha é essa?, sabe o que vem agora né, corno?, tá com fome? vem chupar meus peitos, limpa tudo.
Resignado e já submisso ao desejo dela, me aproximei e comecei a lamber timidamente os bicos dos peitos dela.
– Aiii sim haha lambe tudo, corno, se alimenta, vai, que desceu muito pra baixo e é pouquinho.
Ao mesmo tempo, Claudio se aproximou e encostou a pica na boca dela pra ela chupar naqueles instantes pós-orgasmo de prazer que todo homem curte. Ela "limpou" o pau dele direitinho:
– Vem, abre a boca – ela falou como quem segura líquido na boca –
– Não, Ceci, espera
– Abre a boca, corno
Abri minha boca piscando e ela cuspiu sem cerimônia uma mistura de saliva e porra que bateu na minha boca e sobrou um pouco pra fora, que ela mesma tratou de empurrar com os dedos pra dentro.
– Engole tudo, corno, vai, chupa meus dedos, tudo limpinho, como o bom cuck que você é.
CONTINUA
É isso. Se tiverem comentários ou perguntas pra Ceci ou Eze, a gente vai respondendo!
5 comentários - Cornudo con Cecilia por primera vez (08 Sorpresa 2)
saludos Misko