Hoje vou contar uma das histórias que aconteceu com a gente não faz muito tempo e que deixa a gente muito excitado só de lembrar.
Por sorte nunca tive problemas com os carros que tive. É verdade que nunca fui de usar muito e trocava com poucos quilômetros, então não sabia o que era levar no mecânico, só nas revisões oficiais. Mas como em tudo, sempre tem uma primeira vez.
Num sábado de manhã, a gente tinha decidido ir visitar uns parentes que moram a uns 100 quilômetros daqui. Mas a gente teve que cancelar, o carro não quis dar partida. Nunca imaginamos que a amargura e a raiva daquele momento iam terminar numa das situações mais excitantes que já vivemos.
While my wife was on the phone with relatives explaining what had happened, I went out to find someone who could solve our problem.
Há alguns meses tinha se instalado uma oficina a uns 3 quarteirões de casa. Não tinha nenhuma referência deles, mas na real também não conhecia outro lugar, então fui até lá atrás de ajuda.
Quando cheguei, fiquei impressionado com o tamanho do lugar e a quantidade de carros. Ocupava uma área enorme e tinha umas 10 pessoas trabalhando, entre mecânica e funilaria e pintura.
Mal entrei pela porta da oficina e um rapaz já me recebeu:
– Meu nome é Carlos, em que posso ajudá-lo, senhor? – ele me perguntou com muita gentileza.
Carlos devia ter uns 35 anos, pele morena, magro mas bem musculoso. Estava vestindo uma regata branca e uma calça cinza, ambas cheias de manchas de graxa, o que dava a ele uma aparência bem nojenta.
– Oi, meu nome é Jorge e gostaria de falar com o responsável, eu disse.
– Me segue, por favor.
Atravessamos todo o local até chegar a um pequeno escritório que ficava no fundo.
– Senta aà que já aviso o patrão.
Agradeci e me sentei numa cadeira que estava atrás de uma mesa cheia de papéis, revistas de mecânica e algumas ferramentas.
O escritório era tÃpico de uma oficina. Estava "decorado" com pôsteres de carros e principalmente de mulheres peladas em poses bem gostosas. Parei para olhar uma morena que estava de costas, empinando a bunda para fora. Imaginei quantas punhetas os mecânicos já tinham batido vendo aquele pôster e automaticamente me veio a imagem da minha esposa naquela posição, de pé na frente dos mecânicos. Um arrepio terrÃvel percorreu toda a minha coluna a ponto de eu ficar de pau duro na hora.

Que rabo hein?, ouvi atrás de mim.
– Como consegui recuperar o fôlego e virei a cabeça para ver quem era.
– E aÃ, beleza? Sou o Oscar, o responsável pela oficina – ele disse enquanto me estendia a mão.
– Jorge, muito prazer.
Oscar era um cara rústico de uns 50 anos, muito forte, cabelo bem comprido e, assim como Carlos, tinha as roupas todas sujas de graxa.
– E aÃ, o que você me diz, uma bunda desse tamanho, não acha?
– Claro, eu disse, sem conseguir tirar minha mulher da cabeça.
– Eu adoro as morenas, são todas putinhas, riu
Só sorri. Que péssimo momento eu ia fazer ela passar se, como resposta, dissesse que minha esposa é morena, pensei e sorri de novo.
– Bom, o que posso fazer por você? – continuou ele.
– Olha Oscar, eu moro a três quadras daqui e há pouco tentei dar partida no carro mas não consegui, queria saber se é possÃvel mandar alguém dar uma olhada pra ver qual é o defeito.
– Sabe que aos sábados a gente fecha às 2 da tarde e estamos lotados de serviço, vamos ter que deixar pra segunda, ele me disse.
– Que sacanagem ficar o fim de semana inteiro sem o carro. Bom, mas se não tem jeito, passo na segunda, valeu mesmo assim – eu disse enquanto estendia a mão.
– Olha só, pode me esperar um momento? Vou entregar o carro para um cliente e, como favor, eu mesmo dou uma olhada no seu.
– Eu agradeceria muito.
Enquanto esperava, voltei a observar o pôster e novamente imaginei a Marce naquela foto exibindo sua bunda linda e eu ali curtindo como a desejavam.
– Tô vendo que essa raba tá deixando você doido, né? – ouvi atrás de mim. Era o Oscar que tinha voltado e me trouxe de volta à realidade.
– Vou ficar com ciúmes, essa é minha bunda preferida, riu, enquanto dava um beijo no pôster.
– Sorria.
– Como eu adoro essa putinha, que aqui tenho dois pôsteres iguais, disse ele.
– Tome, eu te dou um de presente, continuou, enquanto me entregava um lácutie enrolado.
– Não, tá bom, valeu
– Toma, cara, é um presente da casa.
– Bom, obrigado.
– Se quiser, vamos dar uma olhada no seu carro – ele disse, pegando uma maleta cheia de ferramentas.
No caminho pra casa ele não fez outra coisa senão me contar como ele adorava as morenas e me afirmar o quanto elas eram putinhas. Ele narrou algumas histórias com umas vizinhas do bairro que eu não conhecia, então me limitei a ouvir sem fazer nenhum comentário.
Ao chegar na garagem de casa, ele me pediu para abrir o capô e dar partida no carro. Foi o que fiz.
– Tá bom, chega, ele me disse.
Aqui tá meio escuro, se não se importar a gente empurra ele pra rua.
– Sem problema, respondi.
– Espere que eu chamo minha esposa para ela guiar enquanto a gente empurra, continuei.
Não acho que fosse necessário a Marce nos ajudar, foi só uma desculpa para o Oscar conhecê-la. Eu ficava excitado com a ideia dele vê-la depois do que a gente tinha conversado.
– Marce, dá pra dar uma passada aqui um minuto?, gritei.
Bastou ela aparecer na porta para que Oscar cravasse o olhar nela e mostrasse no rosto uma expressão de vergonha misturada com desejo.
Não era pra menos, por um lado ele tinha falado sobre como as morenas eram umas putas, e por outro eu estava vendo uma morena que estava vestida só com uma camiseta e uma legging de algodão cinza que marcavam sua bunda fabulosa.

Te apresento o Oscar, é o mecânico, eu disse.
– Muito prazer, disse Oscar, ainda perturbado.
– Igualmente, disse ela, estendendo a mão para ele.
– Precisamos tirar o carro daÃ, você pode dirigir enquanto a gente empurra.
Marce subiu no carro e com o Oscar fomos para a parte de trás.
– Desculpe o que eu disse sobre as morenas, não sabia, ele me disse.
– Fica tranquilo, não tem problema – respondi.
– E eu acho a mesma coisa, continuei, enquanto ria.
Oscar só me olhou e sorriu, tentando entender o que tinha ouvido.
Tiramos o carro na rua e quando a Marce desceu, o Oscar não conseguiu evitar de cravar os olhos na bunda dela, sem se importar que eu estivesse na frente, ação que começou a me deixar excitado.

Já te trago algo pra beber, eu disse, enquanto o Oscar botava a mão na massa.
– Não se incomode, ele me disse.
– Não é incômodo, é em troca do seu presente – eu disse rindo.
– Que presente? – perguntou Marcela.
– Nada, só um pôster que o Oscar me deu de presente, eu disse.
Oscar espiou por trás do capô e me olhou surpreso.
– Cadê, quero ver, disse ela, com certeza é foto de mulher pelada, tÃpico de oficina, continuou.
Oscar continuou me encarando e não disse uma palavra.
– É mesmo e ela é parecida com você, eu disse rindo.
– Deixa eu ver, quero ver ela, disse.
Oscar sorriu nervioso enquanto dava partida no carro e o motor pegava. Eu já estava com tesão e estava gostando daquele joguinho.
– Já acabou? Que rápido você consertou, falei.
– Foi de boa, ele respondeu.
– Vamos, Oscar, já que acabou, vamos lá dentro tomar alguma coisa e enquanto isso eu mostro o pôster pra minha mulher.
Percebi que o olhar do Oscar estava se transformando de surpresa para perplexidade.
Peguei a Marce pela mão e entramos em casa. O Oscar vinha atrás e eu apostava que ele estava devorando com os olhos a bunda da minha esposa. Não só eu tinha certeza, ela também tinha percebido e, como é seu costume quando isso acontece, arqueou mais as costas para empinar ainda mais o bumbum, enquanto apertava minha mão e me lançava um olhar cúmplice.
– Marce, acompanha o senhor até a sala que vou buscar algo pra ele beber, falei.
Oscar nessa altura já não falava mais nada, só balançava a cabeça.
– E o pôster? – ela perguntou.
Tirei do meu casaco e entreguei a ele. Foi assim que os vi se afastarem em direção à sala, ela na frente com o pôster na mão e ele atrás, visivelmente excitado, com o olhar grudado na bunda da Marce.
Corri até a cozinha, enchi dois copos com suco e fui atrás dela.
Ao atravessar o corredor que dava para a sala, parei antes de chegar. Queria espiar o que estava acontecendo.
A cena estava pegando fogo. Tudo estava em silêncio. Oscar estava sentado em uma poltrona dupla e minha esposa tinha desenrolado o pôster e, de costas para ele, estava observando a foto daquele rabo delicioso.
A visão que ela estava dando era fabulosa. Oscar podia ver a morena e, por sua vez, seu bumbum que, dava pra notar, ela tinha parado de propósito.
– Pra falar a verdade, tenho que admitir que ela tem uma bunda linda, disse ela.
– Seu marido ficou babando quando te viu, por isso eu dei o pôster pra ele, disse ele.
– Sério mesmo? – ela perguntou.
– Sim, e sinceramente não entendo por que, você tem uma bunda linda, disse um pouco tÃmido.
– Valeu, respondeu ela, puxando mais pra fora.
– Na verdade, eu até me arrisco a dizer que ela é mais gostosa que aquela, continuou Oscar, já um pouco mais confiante.
– Que tal?, respondeu ela, aproximando um pouco mais a bunda e já claramente excitada.
Ver minha esposa empinando a bunda a um palmo do rosto de um desconocido me deixou louco. Na hora decidi entrar, queria ver aquilo de perto.
Aqui estão os sucos, falei e estendi um para cada um.
– Valeu, falou ele, com a voz meio embargada.
Minha esposa continuava na mesma posição. Eu pensava na tremenda força de vontade que o Oscar tinha para não estender a mão e acariciar aquela leggings enfiada na bunda da minha mulher.
– Então você ficou babando por essa raba? – disse Marce, fingindo estar brava, enquanto me mostrava o pôster e largou a pose para ir se sentar num sofá em frente ao Oscar.
– Não, meu amor, o que acontece é que, como já te falei, achei que essa raba era parecida com a sua, respondi.
– Aqui o senhor diz que a minha é mais bonita, né? – perguntou, enquanto se levantava de novo para mostrar a bunda pra ele.

Sim, respondeu Oscar. Dava pra ver na cara dele que a situação estava deixando ele desconfortável, mas que também tinha deixado ele muito excitado.
– Na verdade, não posso comparar muito porque você está vestida, disse um pouco tÃmido.
– E o que você quer, que minha mulher se desnude? – falei com cara de bravo.
– Não, por favor, não leve a mal, eu só estava dizendo, respondi todo corado.
– Na verdade o senhor tem razão, vestida assim não dá pra conferir se minha bunda é mais gostosa que essa, disse ela, apontando para o pôster.
– Você sabe que eu adoro quando elogiam minha bunda, deixa eu mostrar pro senhor, assim ele pode me dizer o que achou? – continuou, já totalmente excitada.
Oscar me olhou sem entender nada. Eu estava com uma ereção que já não dava mais pra disfarçar.
– Tá bom, mas só a bunda, hein, eu disse, pra botar um limite e evitar que a coisa toda saia do controle.
Marce, de costas para o Oscar, enfiou dois dedos na lateral da leggings e a puxou até os joelhos. Pegou o pôster e o colocou ao lado dela, tentando imitar a pose da foto.

– E agora, o que o senhor me diz? – perguntou ela com cara de puta safada.

Lá estava minha esposa, como tantas outras vezes, mostrando a bunda para um desconhecido, coberta apenas por uma calcinha fio dental rosa que sumia entre suas nádegas.
Sim, ela é muito gostosa, é, é melhor ainda a bunda dela, gaguejou Oscar, enquanto se ajustava no sofá.
– Bom, já chega, sobe essa calça, eu disse
Marce puxou suas leggins de um jeito bem sensual e se sentou de novo.
– Você poderia muito bem ser a garota do pôster, sério, não fica nada a dever a ela, quebrou o silêncio Oscar.
– Obrigada, eu adoraria estar num pôster colado numa oficina e que todos fiquem excitados com minha bunda, é minha fantasia, disse ela, olhando nos olhos dele.
– E você não se incomodaria de ver sua mulher esquentando outros caras?, ele me perguntou.
– Não, pelo contrário, me deixa muito excitado que outros a desejem, respondi.
– Se não se importar, posso chamar os caras da oficina, disse Oscar.
– Pra quê?, perguntei, me fazendo de desentendido.
– Para que sua esposa se exiba na nossa frente como se fosse uma foto e a gente realize a fantasia dela, me respondeu Oscar, já totalmente solto.
– Deixa eu chamar os caras, amor? – ela me perguntou, cheia de tesão.
Tava muito gostosa pra recusar.
– Tá bom, mas no máximo 4 e sem arrumar confusão, é só pra olhar, tá claro, eu disse.
– Claro que sim, disse Oscar, enquanto discava no celular.
– Oi Carlos, quem ainda está na oficina?… Bom, deixa tudo e vem agora com o Alberto e com o Fabián que eu preciso de vocês aqui, anota o endereço… não, não tragam ferramentas…
– Eles já estão chegando, são uns caras legais, não vai dar problema, disse ele.
A espera parecia uma eternidade. Nós três estávamos muito excitados e tentávamos disfarçar falando de qualquer coisa. O Oscar ficava se ajustando no sofá toda hora, o que mostrava que ele tava de pau duro que não baixava. Comigo era a mesma coisa, e dava pra ver que a Marce tava super ansiosa pra se mostrar.
A conversa já não rendia mais quando a campainha tocou. Eu me levantei para atender.
O Carlos eu já tinha visto na oficina, o Alberto era moreno e corpulento, aparentava uns 50 anos como o Oscar, e o Fabián era mais magro e mais jovem, uns 40 anos. Todos estavam com a roupa da oficina bem suja de graça por todo lado. Só o Alberto usava uma regata branca que deixava ver uma tatuagem grande no ombro.
– Passem por aqui, eu disse, enquanto os guiava para a sala.
– Apresento a minha esposa, o nome dela é Marcela.
Todos estenderam a mão enquanto olhavam desorientados. Ela, sorrindo, apertou a mão de cada um. Dava pra ver que ela adorava a situação
– Venham sentar aqui, assim não sujam nada, disse Oscar, apontando para o chão na frente do sofá onde ele estava sentado.
– Eu chamei vocês porque a patroa precisa de um favor, né? – perguntou Oscar, me encarando.
Eu só concordei com a cabeça, estava com muito tesão pra falar.
– Fique de pé, senhora, e vire de costas para nós, por favor, continuou.
Minha esposa obedeceu. Oscar pegou o pôster e o estendeu perto dela.
– Vocês não acham que a mina tem uma bunda mais gostosa que a da foto? – perguntou aos colegas.
Os caras com cara de espanto, pregaram o olho na bunda da minha mulher. Ficou um silêncio total. A Marce deu uma empinada a mais na raba e olhou pra eles com cara de inocente.
– Vocês gostam da minha bundinha, perguntou.
A cara de espanto dos mecânicos se transformou imediatamente em cara de desejo. Oscar, já sem disfarce, enfiou a mão na virilha, como se tentasse aliviar a dor que a ereção dele estava causando.
– Sim, responderam quase em unÃssono.
Eu me segurei como pôde, agarrei sua mão e a afastei alguns metros deles. Ela estava muito perto e eu temia que algum deles não conseguisse se controlar. Eu gostava demais daquela situação para que acabasse rápido.
Marce continuou com a bunda empinada apontando pros quatro caras. Eu me coloquei na frente dela e ouvi o que eu estava esperando
– Senhora, não mostra a raba pros meus colegas como mostrou pra mim, pediu Oscar.
Eu me olho, fecho os olhos e mordo o lábio inferior. Ouvir aquele pedido e ver como ela estava me encheu de perversão. Minha ereção já não me permitia ficar de pé, então agarrei a lateral da leggings dela e puxei de uma vez, deixando sua bunda ao ar.

– Tá bom assim, pergunta, enquanto voltava pro meu lugar.
Oscar me encarou firme e, sem dizer uma palavra, desabotoou a calça e tirou o pau completamente duro. Eu só fiz um gesto de aprovação, enquanto fazia o mesmo. Isso foi aproveitado pelo resto, que acabaram também sem as calças.
– Meu amor, olha como os senhores estão se masturbando com sua bunda, falei para deixar o momento ainda mais quente.
Ela olhou para os membros deles com aquele olhar de puta que só ela sabe dar.
– Tire tudo, senhora, que a gente quer ver você peladinha pra comparar com a foto – pediu Oscar.
– Desde que o senhor não se importe, continuou.
– Não, tá bom, é necessário pra que comparem, falei me fazendo de desentendido
Marce se ajoelhou, desamarrou os tênis, tirou as leggings e depois a camiseta, ficando só com o fio dental rosa enfiado na bunda e um par de meias da mesma cor. Ela se levantou na mesma posição em que estava e me perguntou:
A calcinha também, meu amor?
– Não acho que seja necessário, você quer tirar ela?, perguntei.
– E… a garota da foto não está de calcinha fio-dental, não sei se eles vão conseguir verificar assim se minha bunda é mais gostosa, disse com a voz embargada de tão excitada que estava.
– Sua esposa tem razão, disse Oscar. Os outros não falavam, só se masturbavam de um jeito frenético.
– Tá bom, amor, tira essa calcinha fio dental, eu disse.
Isso foi demais para Carlos, que não aguentou mais e gozou, espalhando porra por todo o chão. Perguntou onde era o banheiro e se dirigiu para lá.
Enquanto ele se afastava, Marce olhou para ele e passou a lÃngua pelos lábios, enquanto abaixava sensual seu thong, deixando à vista de todos sua bunda linda.
– Que raba gostosa que sua esposa tem, me disse o Oscar.

Obrigado, respondi enquanto fazia um esforço desgraçado para não gozar.
– Mostra o cuzinho, amor, eu pedi.
Marce abriu um pouco as pernas, se agachou e colocou um dedo na bunda, enquanto presenteava a todos com gemidos constantes devido ao primeiro orgasmo que estava tendo.
Até aqui chegaram Alberto, Fabián e Oscar, que quase ao mesmo tempo esparramaram toda a sua porra.
Eu me deixei levar e também tive um orgasmo incrÃvel. Marce, ao ver isso, se levantou, pegou suas roupas e saiu correndo para o banheiro.
Levamos alguns minutos para recuperar o fôlego. Oscar tentava limpar o chão com a calça, enquanto Alberto e Fabián estavam exaustos, encostados no sofá.
– Viu que os caras foram bem potados, disse Oscar
– Sim, obrigado, vocês se divertiram? Só perguntei pra falar alguma coisa.
– Sim, senhor, sua esposa é muito gostosa – disse Alberto.
– A gente pode voltar de novo?, ela continuou.
– Enquanto se comportarem assim não tem problema, respondi, enquanto me dirigia à cozinha para pegar algo para beber.
Ao atravessar o corredor, passei pelo banheiro dos visitantes e não tinha ninguém. Imaginei que a Marce estivesse no banheiro que fica colado no nosso quarto. Fui pra cozinha e enquanto servia as bebidas, lembrei do Carlos, cadê ele?, pensei.
Entrei correndo no quarto e tive um pensamento que, longe de me irritar, fez um frio percorrer minha espalha e me deixou de pau duro de novo. Eu estava certo.
– Desculpa, amor, não consegui me segurar, disse ela entre gemidos.
Minha esposa estava ali na nossa cama, completamente nua, de quatro com a bunda bem empinada, e no meio daquele rabo fabuloso, o rosto do Carlos, com a lÃngua entrando e saindo na velocidade máxima do cuzinho dela.
Ele nem me olhou, estava tipo alienado. A Marce gritava cada vez mais alto e eu me sentei na beirada da cama pra não perder nada.
De repente, Carlos saiu da posição, apoiou o pau na bunda e entrou até o fundo. Marce gritou.

Leve todos eles, meu amor, por favor, ela pediu, já com a buceta exposta e enquanto se balançava no ritmo das enfiadas.
– Isso mesmo, senhor, vá buscar meus companheiros, porque a puta da sua mulher precisa de paus – disse Carlos, descontrolado.
Hesitei por um instante, mas a minha tesão foi mais forte.
– Galera, podem vir, gritei pra vocês saindo no corredor.
Um minuto depois, eu tinha os três na porta do meu quarto. Eles ainda estavam sem calça e o Oscar tinha tirado a parte de cima.
– Ainda bem que seus amigos iam se comportar, reclamei com Oscar enquanto apontava para Carlos metendo na bunda da minha esposa.

Na real, não sei se ela me ouviu. Todo mundo subiu na cama e ficou apalpando a Marce por todo lado. O Alberto e o Fabián foram pra cara dela e enfiaram os paus na boca dela, enquanto o Oscar tirou o Carlos do lugar e começou a meter a lÃngua no cu dela, enquanto as mãos dele acariciavam os peitos dela.
Marcela só gemeu descontroladamente.
– Que bunda linda que sua mulher tem, ele disse tirando o rosto da raba dela.
Ela ouviu, tirou os paus da boca e o procurou com o olhar.
– Se você gosta da minha bunda, come ela por favor, eu grito, e ele voltou a lamber.
– Primeiro eu quero sua buceta, disse ele, enquanto enfiava o pau ali e dois dedos no cu.
A Marce adorava e eu queria que aquilo nunca acabasse.

Quer um na bunda também, meu amor?, perguntei. Minha rola já estava doendo de tanto eu me masturbar.
– Sim, sim, sim, sim, ela gritava.
Oscar a levantou, mandou Alberto deitar e empurrou Marce para cima dele. Ele buscou com seu pau a buceta e a penetrou, enquanto Oscar, por trás, a enfiou pelo cu.
– Filha da puta, que rabo gostoso você tem, gritava Oscar. Ela respondia com mais gemidos.
Ficaram assim por um bom tempo e depois foram se revezando, não deixando nenhuma parte do corpo da minha esposa sem explorar. Eu estava exausto, tinha gozado três vezes.

– Goza dentro da bunda que ela gosta, eu disse com meu último suspiro.
Eles me obedeceram, um por um gozaram dentro do meu cu.

Ela gozou como nunca antes.
Elas voltaram mais algumas vezes. Mas isso é outra história.
Por sorte nunca tive problemas com os carros que tive. É verdade que nunca fui de usar muito e trocava com poucos quilômetros, então não sabia o que era levar no mecânico, só nas revisões oficiais. Mas como em tudo, sempre tem uma primeira vez.
Num sábado de manhã, a gente tinha decidido ir visitar uns parentes que moram a uns 100 quilômetros daqui. Mas a gente teve que cancelar, o carro não quis dar partida. Nunca imaginamos que a amargura e a raiva daquele momento iam terminar numa das situações mais excitantes que já vivemos.
While my wife was on the phone with relatives explaining what had happened, I went out to find someone who could solve our problem.
Há alguns meses tinha se instalado uma oficina a uns 3 quarteirões de casa. Não tinha nenhuma referência deles, mas na real também não conhecia outro lugar, então fui até lá atrás de ajuda.
Quando cheguei, fiquei impressionado com o tamanho do lugar e a quantidade de carros. Ocupava uma área enorme e tinha umas 10 pessoas trabalhando, entre mecânica e funilaria e pintura.
Mal entrei pela porta da oficina e um rapaz já me recebeu:
– Meu nome é Carlos, em que posso ajudá-lo, senhor? – ele me perguntou com muita gentileza.
Carlos devia ter uns 35 anos, pele morena, magro mas bem musculoso. Estava vestindo uma regata branca e uma calça cinza, ambas cheias de manchas de graxa, o que dava a ele uma aparência bem nojenta.
– Oi, meu nome é Jorge e gostaria de falar com o responsável, eu disse.
– Me segue, por favor.
Atravessamos todo o local até chegar a um pequeno escritório que ficava no fundo.
– Senta aà que já aviso o patrão.
Agradeci e me sentei numa cadeira que estava atrás de uma mesa cheia de papéis, revistas de mecânica e algumas ferramentas.
O escritório era tÃpico de uma oficina. Estava "decorado" com pôsteres de carros e principalmente de mulheres peladas em poses bem gostosas. Parei para olhar uma morena que estava de costas, empinando a bunda para fora. Imaginei quantas punhetas os mecânicos já tinham batido vendo aquele pôster e automaticamente me veio a imagem da minha esposa naquela posição, de pé na frente dos mecânicos. Um arrepio terrÃvel percorreu toda a minha coluna a ponto de eu ficar de pau duro na hora.

Que rabo hein?, ouvi atrás de mim.
– Como consegui recuperar o fôlego e virei a cabeça para ver quem era.
– E aÃ, beleza? Sou o Oscar, o responsável pela oficina – ele disse enquanto me estendia a mão.
– Jorge, muito prazer.
Oscar era um cara rústico de uns 50 anos, muito forte, cabelo bem comprido e, assim como Carlos, tinha as roupas todas sujas de graxa.
– E aÃ, o que você me diz, uma bunda desse tamanho, não acha?
– Claro, eu disse, sem conseguir tirar minha mulher da cabeça.
– Eu adoro as morenas, são todas putinhas, riu
Só sorri. Que péssimo momento eu ia fazer ela passar se, como resposta, dissesse que minha esposa é morena, pensei e sorri de novo.
– Bom, o que posso fazer por você? – continuou ele.
– Olha Oscar, eu moro a três quadras daqui e há pouco tentei dar partida no carro mas não consegui, queria saber se é possÃvel mandar alguém dar uma olhada pra ver qual é o defeito.
– Sabe que aos sábados a gente fecha às 2 da tarde e estamos lotados de serviço, vamos ter que deixar pra segunda, ele me disse.
– Que sacanagem ficar o fim de semana inteiro sem o carro. Bom, mas se não tem jeito, passo na segunda, valeu mesmo assim – eu disse enquanto estendia a mão.
– Olha só, pode me esperar um momento? Vou entregar o carro para um cliente e, como favor, eu mesmo dou uma olhada no seu.
– Eu agradeceria muito.
Enquanto esperava, voltei a observar o pôster e novamente imaginei a Marce naquela foto exibindo sua bunda linda e eu ali curtindo como a desejavam.
– Tô vendo que essa raba tá deixando você doido, né? – ouvi atrás de mim. Era o Oscar que tinha voltado e me trouxe de volta à realidade.
– Vou ficar com ciúmes, essa é minha bunda preferida, riu, enquanto dava um beijo no pôster.
– Sorria.
– Como eu adoro essa putinha, que aqui tenho dois pôsteres iguais, disse ele.
– Tome, eu te dou um de presente, continuou, enquanto me entregava um lácutie enrolado.
– Não, tá bom, valeu
– Toma, cara, é um presente da casa.
– Bom, obrigado.
– Se quiser, vamos dar uma olhada no seu carro – ele disse, pegando uma maleta cheia de ferramentas.
No caminho pra casa ele não fez outra coisa senão me contar como ele adorava as morenas e me afirmar o quanto elas eram putinhas. Ele narrou algumas histórias com umas vizinhas do bairro que eu não conhecia, então me limitei a ouvir sem fazer nenhum comentário.
Ao chegar na garagem de casa, ele me pediu para abrir o capô e dar partida no carro. Foi o que fiz.
– Tá bom, chega, ele me disse.
Aqui tá meio escuro, se não se importar a gente empurra ele pra rua.
– Sem problema, respondi.
– Espere que eu chamo minha esposa para ela guiar enquanto a gente empurra, continuei.
Não acho que fosse necessário a Marce nos ajudar, foi só uma desculpa para o Oscar conhecê-la. Eu ficava excitado com a ideia dele vê-la depois do que a gente tinha conversado.
– Marce, dá pra dar uma passada aqui um minuto?, gritei.
Bastou ela aparecer na porta para que Oscar cravasse o olhar nela e mostrasse no rosto uma expressão de vergonha misturada com desejo.
Não era pra menos, por um lado ele tinha falado sobre como as morenas eram umas putas, e por outro eu estava vendo uma morena que estava vestida só com uma camiseta e uma legging de algodão cinza que marcavam sua bunda fabulosa.

Te apresento o Oscar, é o mecânico, eu disse.
– Muito prazer, disse Oscar, ainda perturbado.
– Igualmente, disse ela, estendendo a mão para ele.
– Precisamos tirar o carro daÃ, você pode dirigir enquanto a gente empurra.
Marce subiu no carro e com o Oscar fomos para a parte de trás.
– Desculpe o que eu disse sobre as morenas, não sabia, ele me disse.
– Fica tranquilo, não tem problema – respondi.
– E eu acho a mesma coisa, continuei, enquanto ria.
Oscar só me olhou e sorriu, tentando entender o que tinha ouvido.
Tiramos o carro na rua e quando a Marce desceu, o Oscar não conseguiu evitar de cravar os olhos na bunda dela, sem se importar que eu estivesse na frente, ação que começou a me deixar excitado.

Já te trago algo pra beber, eu disse, enquanto o Oscar botava a mão na massa.
– Não se incomode, ele me disse.
– Não é incômodo, é em troca do seu presente – eu disse rindo.
– Que presente? – perguntou Marcela.
– Nada, só um pôster que o Oscar me deu de presente, eu disse.
Oscar espiou por trás do capô e me olhou surpreso.
– Cadê, quero ver, disse ela, com certeza é foto de mulher pelada, tÃpico de oficina, continuou.
Oscar continuou me encarando e não disse uma palavra.
– É mesmo e ela é parecida com você, eu disse rindo.
– Deixa eu ver, quero ver ela, disse.
Oscar sorriu nervioso enquanto dava partida no carro e o motor pegava. Eu já estava com tesão e estava gostando daquele joguinho.
– Já acabou? Que rápido você consertou, falei.
– Foi de boa, ele respondeu.
– Vamos, Oscar, já que acabou, vamos lá dentro tomar alguma coisa e enquanto isso eu mostro o pôster pra minha mulher.
Percebi que o olhar do Oscar estava se transformando de surpresa para perplexidade.
Peguei a Marce pela mão e entramos em casa. O Oscar vinha atrás e eu apostava que ele estava devorando com os olhos a bunda da minha esposa. Não só eu tinha certeza, ela também tinha percebido e, como é seu costume quando isso acontece, arqueou mais as costas para empinar ainda mais o bumbum, enquanto apertava minha mão e me lançava um olhar cúmplice.
– Marce, acompanha o senhor até a sala que vou buscar algo pra ele beber, falei.
Oscar nessa altura já não falava mais nada, só balançava a cabeça.
– E o pôster? – ela perguntou.
Tirei do meu casaco e entreguei a ele. Foi assim que os vi se afastarem em direção à sala, ela na frente com o pôster na mão e ele atrás, visivelmente excitado, com o olhar grudado na bunda da Marce.
Corri até a cozinha, enchi dois copos com suco e fui atrás dela.
Ao atravessar o corredor que dava para a sala, parei antes de chegar. Queria espiar o que estava acontecendo.
A cena estava pegando fogo. Tudo estava em silêncio. Oscar estava sentado em uma poltrona dupla e minha esposa tinha desenrolado o pôster e, de costas para ele, estava observando a foto daquele rabo delicioso.
A visão que ela estava dando era fabulosa. Oscar podia ver a morena e, por sua vez, seu bumbum que, dava pra notar, ela tinha parado de propósito.
– Pra falar a verdade, tenho que admitir que ela tem uma bunda linda, disse ela.
– Seu marido ficou babando quando te viu, por isso eu dei o pôster pra ele, disse ele.
– Sério mesmo? – ela perguntou.
– Sim, e sinceramente não entendo por que, você tem uma bunda linda, disse um pouco tÃmido.
– Valeu, respondeu ela, puxando mais pra fora.
– Na verdade, eu até me arrisco a dizer que ela é mais gostosa que aquela, continuou Oscar, já um pouco mais confiante.
– Que tal?, respondeu ela, aproximando um pouco mais a bunda e já claramente excitada.
Ver minha esposa empinando a bunda a um palmo do rosto de um desconocido me deixou louco. Na hora decidi entrar, queria ver aquilo de perto.
Aqui estão os sucos, falei e estendi um para cada um.
– Valeu, falou ele, com a voz meio embargada.
Minha esposa continuava na mesma posição. Eu pensava na tremenda força de vontade que o Oscar tinha para não estender a mão e acariciar aquela leggings enfiada na bunda da minha mulher.
– Então você ficou babando por essa raba? – disse Marce, fingindo estar brava, enquanto me mostrava o pôster e largou a pose para ir se sentar num sofá em frente ao Oscar.
– Não, meu amor, o que acontece é que, como já te falei, achei que essa raba era parecida com a sua, respondi.
– Aqui o senhor diz que a minha é mais bonita, né? – perguntou, enquanto se levantava de novo para mostrar a bunda pra ele.

Sim, respondeu Oscar. Dava pra ver na cara dele que a situação estava deixando ele desconfortável, mas que também tinha deixado ele muito excitado.
– Na verdade, não posso comparar muito porque você está vestida, disse um pouco tÃmido.
– E o que você quer, que minha mulher se desnude? – falei com cara de bravo.
– Não, por favor, não leve a mal, eu só estava dizendo, respondi todo corado.
– Na verdade o senhor tem razão, vestida assim não dá pra conferir se minha bunda é mais gostosa que essa, disse ela, apontando para o pôster.
– Você sabe que eu adoro quando elogiam minha bunda, deixa eu mostrar pro senhor, assim ele pode me dizer o que achou? – continuou, já totalmente excitada.
Oscar me olhou sem entender nada. Eu estava com uma ereção que já não dava mais pra disfarçar.
– Tá bom, mas só a bunda, hein, eu disse, pra botar um limite e evitar que a coisa toda saia do controle.
Marce, de costas para o Oscar, enfiou dois dedos na lateral da leggings e a puxou até os joelhos. Pegou o pôster e o colocou ao lado dela, tentando imitar a pose da foto.

– E agora, o que o senhor me diz? – perguntou ela com cara de puta safada.

Lá estava minha esposa, como tantas outras vezes, mostrando a bunda para um desconhecido, coberta apenas por uma calcinha fio dental rosa que sumia entre suas nádegas.
Sim, ela é muito gostosa, é, é melhor ainda a bunda dela, gaguejou Oscar, enquanto se ajustava no sofá.
– Bom, já chega, sobe essa calça, eu disse
Marce puxou suas leggins de um jeito bem sensual e se sentou de novo.
– Você poderia muito bem ser a garota do pôster, sério, não fica nada a dever a ela, quebrou o silêncio Oscar.
– Obrigada, eu adoraria estar num pôster colado numa oficina e que todos fiquem excitados com minha bunda, é minha fantasia, disse ela, olhando nos olhos dele.
– E você não se incomodaria de ver sua mulher esquentando outros caras?, ele me perguntou.
– Não, pelo contrário, me deixa muito excitado que outros a desejem, respondi.
– Se não se importar, posso chamar os caras da oficina, disse Oscar.
– Pra quê?, perguntei, me fazendo de desentendido.
– Para que sua esposa se exiba na nossa frente como se fosse uma foto e a gente realize a fantasia dela, me respondeu Oscar, já totalmente solto.
– Deixa eu chamar os caras, amor? – ela me perguntou, cheia de tesão.
Tava muito gostosa pra recusar.
– Tá bom, mas no máximo 4 e sem arrumar confusão, é só pra olhar, tá claro, eu disse.
– Claro que sim, disse Oscar, enquanto discava no celular.
– Oi Carlos, quem ainda está na oficina?… Bom, deixa tudo e vem agora com o Alberto e com o Fabián que eu preciso de vocês aqui, anota o endereço… não, não tragam ferramentas…
– Eles já estão chegando, são uns caras legais, não vai dar problema, disse ele.
A espera parecia uma eternidade. Nós três estávamos muito excitados e tentávamos disfarçar falando de qualquer coisa. O Oscar ficava se ajustando no sofá toda hora, o que mostrava que ele tava de pau duro que não baixava. Comigo era a mesma coisa, e dava pra ver que a Marce tava super ansiosa pra se mostrar.
A conversa já não rendia mais quando a campainha tocou. Eu me levantei para atender.
O Carlos eu já tinha visto na oficina, o Alberto era moreno e corpulento, aparentava uns 50 anos como o Oscar, e o Fabián era mais magro e mais jovem, uns 40 anos. Todos estavam com a roupa da oficina bem suja de graça por todo lado. Só o Alberto usava uma regata branca que deixava ver uma tatuagem grande no ombro.
– Passem por aqui, eu disse, enquanto os guiava para a sala.
– Apresento a minha esposa, o nome dela é Marcela.
Todos estenderam a mão enquanto olhavam desorientados. Ela, sorrindo, apertou a mão de cada um. Dava pra ver que ela adorava a situação
– Venham sentar aqui, assim não sujam nada, disse Oscar, apontando para o chão na frente do sofá onde ele estava sentado.
– Eu chamei vocês porque a patroa precisa de um favor, né? – perguntou Oscar, me encarando.
Eu só concordei com a cabeça, estava com muito tesão pra falar.
– Fique de pé, senhora, e vire de costas para nós, por favor, continuou.
Minha esposa obedeceu. Oscar pegou o pôster e o estendeu perto dela.
– Vocês não acham que a mina tem uma bunda mais gostosa que a da foto? – perguntou aos colegas.
Os caras com cara de espanto, pregaram o olho na bunda da minha mulher. Ficou um silêncio total. A Marce deu uma empinada a mais na raba e olhou pra eles com cara de inocente.
– Vocês gostam da minha bundinha, perguntou.
A cara de espanto dos mecânicos se transformou imediatamente em cara de desejo. Oscar, já sem disfarce, enfiou a mão na virilha, como se tentasse aliviar a dor que a ereção dele estava causando.
– Sim, responderam quase em unÃssono.
Eu me segurei como pôde, agarrei sua mão e a afastei alguns metros deles. Ela estava muito perto e eu temia que algum deles não conseguisse se controlar. Eu gostava demais daquela situação para que acabasse rápido.
Marce continuou com a bunda empinada apontando pros quatro caras. Eu me coloquei na frente dela e ouvi o que eu estava esperando
– Senhora, não mostra a raba pros meus colegas como mostrou pra mim, pediu Oscar.
Eu me olho, fecho os olhos e mordo o lábio inferior. Ouvir aquele pedido e ver como ela estava me encheu de perversão. Minha ereção já não me permitia ficar de pé, então agarrei a lateral da leggings dela e puxei de uma vez, deixando sua bunda ao ar.

– Tá bom assim, pergunta, enquanto voltava pro meu lugar.
Oscar me encarou firme e, sem dizer uma palavra, desabotoou a calça e tirou o pau completamente duro. Eu só fiz um gesto de aprovação, enquanto fazia o mesmo. Isso foi aproveitado pelo resto, que acabaram também sem as calças.
– Meu amor, olha como os senhores estão se masturbando com sua bunda, falei para deixar o momento ainda mais quente.
Ela olhou para os membros deles com aquele olhar de puta que só ela sabe dar.
– Tire tudo, senhora, que a gente quer ver você peladinha pra comparar com a foto – pediu Oscar.
– Desde que o senhor não se importe, continuou.
– Não, tá bom, é necessário pra que comparem, falei me fazendo de desentendido
Marce se ajoelhou, desamarrou os tênis, tirou as leggings e depois a camiseta, ficando só com o fio dental rosa enfiado na bunda e um par de meias da mesma cor. Ela se levantou na mesma posição em que estava e me perguntou:
A calcinha também, meu amor?
– Não acho que seja necessário, você quer tirar ela?, perguntei.
– E… a garota da foto não está de calcinha fio-dental, não sei se eles vão conseguir verificar assim se minha bunda é mais gostosa, disse com a voz embargada de tão excitada que estava.
– Sua esposa tem razão, disse Oscar. Os outros não falavam, só se masturbavam de um jeito frenético.
– Tá bom, amor, tira essa calcinha fio dental, eu disse.
Isso foi demais para Carlos, que não aguentou mais e gozou, espalhando porra por todo o chão. Perguntou onde era o banheiro e se dirigiu para lá.
Enquanto ele se afastava, Marce olhou para ele e passou a lÃngua pelos lábios, enquanto abaixava sensual seu thong, deixando à vista de todos sua bunda linda.
– Que raba gostosa que sua esposa tem, me disse o Oscar.

Obrigado, respondi enquanto fazia um esforço desgraçado para não gozar.
– Mostra o cuzinho, amor, eu pedi.
Marce abriu um pouco as pernas, se agachou e colocou um dedo na bunda, enquanto presenteava a todos com gemidos constantes devido ao primeiro orgasmo que estava tendo.
Até aqui chegaram Alberto, Fabián e Oscar, que quase ao mesmo tempo esparramaram toda a sua porra.
Eu me deixei levar e também tive um orgasmo incrÃvel. Marce, ao ver isso, se levantou, pegou suas roupas e saiu correndo para o banheiro.
Levamos alguns minutos para recuperar o fôlego. Oscar tentava limpar o chão com a calça, enquanto Alberto e Fabián estavam exaustos, encostados no sofá.
– Viu que os caras foram bem potados, disse Oscar
– Sim, obrigado, vocês se divertiram? Só perguntei pra falar alguma coisa.
– Sim, senhor, sua esposa é muito gostosa – disse Alberto.
– A gente pode voltar de novo?, ela continuou.
– Enquanto se comportarem assim não tem problema, respondi, enquanto me dirigia à cozinha para pegar algo para beber.
Ao atravessar o corredor, passei pelo banheiro dos visitantes e não tinha ninguém. Imaginei que a Marce estivesse no banheiro que fica colado no nosso quarto. Fui pra cozinha e enquanto servia as bebidas, lembrei do Carlos, cadê ele?, pensei.
Entrei correndo no quarto e tive um pensamento que, longe de me irritar, fez um frio percorrer minha espalha e me deixou de pau duro de novo. Eu estava certo.
– Desculpa, amor, não consegui me segurar, disse ela entre gemidos.
Minha esposa estava ali na nossa cama, completamente nua, de quatro com a bunda bem empinada, e no meio daquele rabo fabuloso, o rosto do Carlos, com a lÃngua entrando e saindo na velocidade máxima do cuzinho dela.
Ele nem me olhou, estava tipo alienado. A Marce gritava cada vez mais alto e eu me sentei na beirada da cama pra não perder nada.
De repente, Carlos saiu da posição, apoiou o pau na bunda e entrou até o fundo. Marce gritou.

Leve todos eles, meu amor, por favor, ela pediu, já com a buceta exposta e enquanto se balançava no ritmo das enfiadas.
– Isso mesmo, senhor, vá buscar meus companheiros, porque a puta da sua mulher precisa de paus – disse Carlos, descontrolado.
Hesitei por um instante, mas a minha tesão foi mais forte.
– Galera, podem vir, gritei pra vocês saindo no corredor.
Um minuto depois, eu tinha os três na porta do meu quarto. Eles ainda estavam sem calça e o Oscar tinha tirado a parte de cima.
– Ainda bem que seus amigos iam se comportar, reclamei com Oscar enquanto apontava para Carlos metendo na bunda da minha esposa.

Na real, não sei se ela me ouviu. Todo mundo subiu na cama e ficou apalpando a Marce por todo lado. O Alberto e o Fabián foram pra cara dela e enfiaram os paus na boca dela, enquanto o Oscar tirou o Carlos do lugar e começou a meter a lÃngua no cu dela, enquanto as mãos dele acariciavam os peitos dela.
Marcela só gemeu descontroladamente.
– Que bunda linda que sua mulher tem, ele disse tirando o rosto da raba dela.
Ela ouviu, tirou os paus da boca e o procurou com o olhar.
– Se você gosta da minha bunda, come ela por favor, eu grito, e ele voltou a lamber.
– Primeiro eu quero sua buceta, disse ele, enquanto enfiava o pau ali e dois dedos no cu.
A Marce adorava e eu queria que aquilo nunca acabasse.

Quer um na bunda também, meu amor?, perguntei. Minha rola já estava doendo de tanto eu me masturbar.
– Sim, sim, sim, sim, ela gritava.
Oscar a levantou, mandou Alberto deitar e empurrou Marce para cima dele. Ele buscou com seu pau a buceta e a penetrou, enquanto Oscar, por trás, a enfiou pelo cu.
– Filha da puta, que rabo gostoso você tem, gritava Oscar. Ela respondia com mais gemidos.
Ficaram assim por um bom tempo e depois foram se revezando, não deixando nenhuma parte do corpo da minha esposa sem explorar. Eu estava exausto, tinha gozado três vezes.

– Goza dentro da bunda que ela gosta, eu disse com meu último suspiro.
Eles me obedeceram, um por um gozaram dentro do meu cu.

Ela gozou como nunca antes.
Elas voltaram mais algumas vezes. Mas isso é outra história.
3 comentários - Mi novia y su culo irresistible ðŸ˜