Uma mina dessa comunidade que eu converso há muito tempo me chamou outro dia porque o marido descobriu que ela tava dando pra outro.
Faz uns meses, ela saiu como todo dia pro trabalho e esqueceu o celular em casa... percebeu no meio do caminho, e o trampo fica a quase uma hora de casa. Pediu permissão no serviço pra chegar mais tarde e voltou pra buscar o celular, mas
já era tarde...
Quando entro em casa, viu o marido com o celular na mão, quase sem saber como reagir, ele perguntou: "Faz quanto tempo que você tá dando pra ele?
Ela quase tirando uma mochila das costas respondeu, tá feliz agora que sabe?. Tirou o celular da mão dele e foi embora.
Quase meio-dia eles não se escreveram, até que à tarde chegou uma mensagem dele: "É só isso que você vai me dizer? Passamos 10 anos juntos, pelo menos me diz quem é e se você tá apaixonada por ele". Ela não respondeu, mas quando voltou pra casa, ele tava esperando ela pra conversar...
Ei— Você vai falar comigo ou vai continuar sem dizer uma palavra?
Ela— O que você quer que eu te diga?! Você já sabe de tudo! Não basta ficar revirando meu celular?!
Embora ela estivesse com sentimentos confusos, me conta que se sentia tranquila e que essa resposta foi até meio fingida. Sentia que não tinha que dar satisfação pra ele e até sentiu alívio porque ele tinha descoberto.
Depois de chamar ela de puta, vagabunda e todos os sinônimos possíveis, ele ficou em silêncio, preparou o jantar e comeu sozinho. Depois tomou banho e arrumou o sofá onde dormiu por 3 noites seguidas.
Durante os 3 dias seguintes, só trocaram palavras quando era estritamente necessário, todas as respostas eram monossílabas e as perguntas quase obrigatórias.
No terceiro dia ela voltou tarde do trabalho, deixei um carro na porta e ele tinha cheiro de álcool. Assim que ela entrou em casa, ele disse que queria conversar, ela pediu para esperar até o dia seguinte, mas ele não aguentava mais esperar... Ele confessou que sabia há tempos que ela estava com outro cara. Não era a primeira vez que ele mexia no celular dela, e dessa vez ele se animou a falar porque a pegou com o celular na mão. Sem saber o que responder, ela perguntou como ele conseguiu ficar todo esse tempo sabendo disso sem dizer nada, e ele respondeu que não contou porque senão eles teriam que terminar, e ele não queria isso. Nesse ponto, ela pirou, já que sempre teve o papel dominante na relação, mas isso a excitou muito, era outro nível, sem dúvida. Ela o tinha nas mãos, muitas vezes brincaram na cama fantasiando que ele era o amante e que o marido dela estava trabalhando. De certa forma, era o que eles tinham desejado, só que da fantasia para a realidade há um longo caminho...
Ela – E por que, se até agora eu não te incomodava, hoje você fez essa cena? Agora te incomodo? Não entendo.
É... sei lá, é estranho... me incomoda às vezes, mas o que mais importa é estar com você. A real é que se você quiser ficar com outra pessoa na cama, eu topo.
Sem que nenhum dos dois derrame uma lágrima, quase cúmplices em pensamento, sem falar mais nada foram dormir e no dia seguinte a conversa continuou pelo WP.
Ela – Você sabe o que tá me propondo, né? Vai aguentar o tranco?
É- Sim, você é tudo pra mim, não me incomoda.
Ela – A gente sempre fantasiou sobre foder, em algum momento isso te excita?
Demorei pra responder, escrevi e apaguei várias vezes...
El- Acho que sim...
Ela— Sabia! Comigo é a mesma coisa!
A conversa durou quase o dia inteiro, mas teve um momento em que ela me contou que foi o mais importante... Ele confessou que bateu uma punheta vendo um vídeo dela chupando a rola do amante.
Não pude evitar perguntar como ela tinha aquele vídeo, as conversas e fotos com o amante no celular, sabendo que o marido sabia a senha. Ela me respondeu, acho que com a pura verdade. Consciente ou inconscientemente, ela queria que ele encontrasse.
Depois dessa declaração, ela me conta que a história tomou outro rumo. Os dois começaram a fantasiar e até trocar mensagens enquanto ela estava com o amante. Chegou a mandar fotos e vídeos dela transando com o amante pra deixar o marido excitado. Passaram dois meses e perceberam que a parada tava indo pra outro lado. Ela queria ser uma hotwife e subjugá-lo completamente.
Leram na internet e entraram em grupos até que decidiram contar pro amante. Ela queria dar pra ele na frente do outro e humilhar o cara.
Inesperadamente, quando ela propôs isso ao amante, ele ficou puto. Parece que tava apaixonado por ela e não conseguiu entender a fantasia dela.
Eles tiveram mais dois encontros e ele terminou com ela, não conseguia continuar sabendo que ela não ia largar o marido, a fantasia foi forte demais pra ele.
Depois de uns dias que isso aconteceu, ela me manda um Direct Message, porque mais de uma vez a gente ficava conversando até tarde, trocando fantasias e experiências. Ela sabia que eu era desse meio e queria tirar umas dúvidas. Me perguntou se não me incomodava estar num grupo do WhatsApp com ela e o marido, queria que eu desse uma guiada, ajudasse eles a entender e seguir com tudo isso que tava rolando, que ainda era muito novo pra eles.
A gente mal tinha começado a conversar os três no grupo, já dava pra ver que era ela quem mandava. O marido fazia perguntas, mas nunca tinha lidado com um corno manso nem jogado o jogo do cuckold, só tinham começado o caminho dela como hotwife.
Me pediram pra fazer de boi, mas só pra praticar, queriam que eu introduzisse eles nesse mundo, mas primeiro queriam ter prática.
A primeira coisa que fizemos foi ele me tratar de senhor e ela se submeter a ele. Fizemos videochamada e enquanto ele chupava a buceta dela, ela me contou quanta vontade tinha de chupar um pau, mas não um igual ao dele, e sim um pau de verdade... Também pedi pra ela me contar como era o sexo com os ex dela, ela teve dois, um meia-boca como o marido dela e outro que dava pra ver que ela adorava. Contando sobre esse último, ela gozou...
Fizemos ele vestir a calcinha suja dela, pesquisar putaria na internet pra ela bater uma, postar fotos do micro-pau dele, comprar lingerie pra ela dar pra outro e todas essas brincadeiras que a gente tanto curte.
Depois de algumas semanas, a situação tava tão quente que a gente não aguentou mais e decidiu se encontrar... Pra esse encontro, ela me pediu uma coisa, meio arriscada, mas fazer o quê, são as coisas boas da vida. Ela pediu uma amostra grátis, mas que não fosse suave, que não fosse um primeiro passo. Eles queriam conhecer um dia de um casal hotwife-cuck submisso avançado, então as coisas que a gente ia fazer não podiam ser pra iniciantes.
Primeiro a gente se encontrou num bar longe da casa dela. Quando elas chegaram, eu já tava sentado. Geralmente gosto de chegar um pouco mais tarde pra me esperarem, mas tinha planejado fazer uma parada que mais ou menos saiu como eu esperava.
Aella, eu escolhi o vestido que ela tinha que usar e dei instruções de como eu estava vestido e onde estava sentado. Quando estavam se aproximando da mesa, eu me levantei, nos olhamos e na hora pegamos fogo. Nem olhei pra ele, ele ficou com o punho levantado, como é costume cumprimentar agora. Olhei bem nos olhos dela e, com muita firmeza, agarrei a bunda dela com uma mão na frente do moço e das pessoas sentadas no bar. A situação a pegou tão de surpresa que soltou um gritinho (quase um gemido) curto e agudo. Mas ainda não tinha acabado, os dois estavam duros com o que tinha acontecido, esperando pra ver o que eu faria pra saber o que fazer. Dez segundos depois de terem chegado, já eram meus submissos.
Sem pensar muito mais e sem soltar a bunda dela, dei um beijo na boca bem longo, molhado e de língua pra ela saber que a partir daquele momento tudo ia ser sexo, lubrificação e submissão.
Tomamos uns drinks por quase uma hora, trocamos um pouco de história e sobre os limites que cada um tava disposto a ultrapassar. Quase indo embora, pedi pra ela tirar a calcinha e me entregar na mão. Ela se levantou, foi no banheiro e voltou toda obediente com o que eu tinha pedido. Quando a fio dental tocou minha mão, já tava molhada, com certeza ela adorava tudo aquilo.
Nós levantamos e fomos até o carro dele. No caminho, óbvio que teve aquela mão boba dos dois (ela em mim e eu nela), e fizemos o corno andar um passo atrás, como manda o figurino.
Já era tarde/noite, a ideia era ir num shopping passear e, antes de sair, dar uma trepada no estacionamento. Como de costume, o corno dirigiu até o centro comercial e ela foi atrás comigo a viagem toda. Foram 25 minutos de viagem, fiz ela chupar minha pica e enfiei os dedos na buceta dela o caminho inteiro. Quando chegamos no lugar, o corno estacionou e ela, quase como se já tivesse planejado, virou e beijou ele na boca, enfiando a língua e olhando nos olhos dele pra ver a reação... Claramente ela é muito tarada...
Antes de descer do carro, peguei ela pela nuca e beijei a boca dela, mas dessa vez fiz o cuck chupar a buceta dela com a instrução de não deixar ela gozar, se isso acontecesse, o jogo acabava ali. Ficamos uns 15 minutos até eu gozar, joguei tudo nos peitos dela, dentro do sutiã. Gozei tanto que molhou até o vestido, ela ficou com vergonha de sair do carro assim. Mas como sempre, isso não terminava aí, sempre tem que ir um pouco além... Dei um dildo pequeno pra ela e mandei ela deixar enfiado durante todo o passeio. Também pedi a máscara pra ele, limpei os restos de porra da minha pica, limpei um pouco os peitos dela e entreguei pro cuck pra ele colocar. Eles se olharam, o olhar dela brilhou e ela até esqueceu que tinha o decote cheio de leite. Saiu do carro e chamou ele: "Vamos! Não temos o dia todo!". Quase sem reclamar, ele colocou a máscara com cara de nojo e fomos passear os três no shopping.
Dentro do shopping, ficamos cerca de uma hora e meia. Fizemos aqueles joguinhos típicos de cuckold. Eu entrava numa loja, daí a pouco eles entravam também. Na frente de todos os funcionários, trocávamos olhares, roçávamos as mãos quando ele não tava olhando (de propósito), flertávamos, piscávamos um pro outro. Eu ficava de olho nela enquanto ela experimentava roupa, e ela em mim também. Até mandei ele comprar chiclete num quiosque fora da loja só pra dar um beijo nela e anotar o telefone. Depois eu vazei, ele voltou com o chiclete e foi procurar ela dentro da loja, deixando ele no papel de cuck que é, na frente de todo mundo da loja.
Passou o tempo e não voltávamos pro carro, ela tava pegando fogo, o dildo tava deixando ela louca, queria transar já. Ela chegou perto e falou no meu ouvido quando a gente ia voltar pro carro. Falei que se ela quisesse ir, tinha que pedir na frente dele pra eu comer ela. Nessa altura, isso não era muito esforço pra ela, então ela me olhou nos olhos e falou alto: "quero que você me coma agora!".
Olhei pro cuck e falei que só ia comer ela se ele pedisse do jeito certo. "Senhor touro, por favor, peço que coma ela". Ele demorou um pouco mais, lembramos que ele tava com uma máscara cheia do meu gozo, e quase na hora ele falou... "Senhor touro, por favor, peço que coma ela".
Fui até o carro e, sem calcinha, enfiei a mão por baixo do vestido dela. A putinha estava com o dildo meio solto, quase caindo, e toda melada.
Nos dias antes de nos encontrarmos, perguntei pra ela quais fantasias o cuck tinha contado que ainda não tinham realizado. Ela me disse que uma das fantasias do cuck era ficar com ela e uma mulata, e outra que ela não sabia se era bem uma fantasia... ele sempre quis dar a bunda pra ela, mas nunca se entregou.
Esse último era meu objetivo de alguma forma naquela noite, o corno tinha que sair do encontro sabendo que ela entregou a buceta pra alguém que "acabou" de conhecer e não pra ele, que tava junto há anos.
Chegamos no carro, de novo eu e ela sentados atrás. Pedi pra ela me chupar a pica e pro cara chupar a buceta dela, se ela gozasse o jogo acabava. Depois de 10 minutos percebi que ela não tava nem aí pra avisar que ia gozar, e tava com sérias dúvidas se o corno ia sacar quando ela tivesse perto, então mandei ele parar de chupar a buceta dela e só olhar. Pedi pra ela sentar em cima de mim, de frente pra frente e de costas pra mim. Ela tava ardendo, não aguentava mais, sentia o calor dela no meu pau antes mesmo dela sentar. Quando ela ia colocar meu pau na buceta dela, segurei a mão dela e falei que ainda não... que brincasse um pouco na beirada do cu... Ela disse que não, que queria na buceta, aí respondi que não importava mais o que ela queria. Quase brava, mas muito excitada com a situação, ela segurou meu pau com força de novo e começou a brincar no cu dela. Com toda a lubrificação que a gente tinha, a ponta do pau ia entrando sozinha no rabo dela, mas ela não deixava entrar, logo se levantava e tentava levar o pau com a mão pra buceta.
Falei que ela era uma menina muito desobediente, mandei ela segurar com as mãos nos dois encostos dos bancos da frente e pedi pro cuck segurar as mãos dela. Ela ficou com a bunda no ar, roçando a ponta da minha pica na parte molhada dela. Segurei minha pica com uma mão e com a outra ajudei ela a se equilibrar no ar, sem sentar, pra que o movimento fosse suave. Encostei a ponta da pica no cu dela e mandei ela começar a se mexer. Ela disse que queria que eu metesse na buceta, mas isso não ia rolar.
Eu- "vadia, se quer a pica na sua buceta, primeiro tem que gozar na minha piroca enfiada no seu cu
Ela– Não, por favor, não aguento mais.
Eu– Melhor ainda, vai te custar menos gozar assim…
Demorou uns segundos, mas ela começou a se mexer.
Ela– corno! O que cê tá fazendo aí olhando?! Chupa meus peitos, não tá vendo como eu tô?!
O corno obediente atendeu na hora o chamado e começou a chupar as tetas dela. Pegando cada vez mais ritmo e gostando cada vez mais, ela foi esfregando o cu na ponta da minha pica, que aos poucos ia entrando um pouco mais… Quase sem perceber, depois de uns minutos já tinha 5 cm de pau dentro daquele rabo gostoso.
Ela– Não dói… mas me dá um nojo…
Eu– Não te perguntei, continua se mexendo, puta.
Ela – Sim, senhor.
Continuou se movendo com os 5 cm de pau dentro do cu dela até que, aos poucos, ela começou a querer sentar e sentir o pau mais fundo.
Ei– Devagar, gulosinha, vai se machucar
Ela– Tô gostando muito, tô quase gozando
Eu– Continua se mexendo, sua puta nojenta
Ela se moveu ainda mais energicamente por mais 5 ou 6 sentadas até que, finalmente! Sentou com mais força, com a intenção de enfiar a rola ainda mais fundo. Minha pica entrou uns 3 cm a mais e, com essa sensação, ela explodiu num orgasmo.
Tremendo de prazer, virei ela e fiz ela chupar minha pica até gozar, dessa vez tudo dentro da boca…
A cara do corno tava desfigurada, indignado porque nunca tinha dado a bunda pra ele daquele jeito, mas muito excitado com a situação, começou a aceitar e entender o lugar dele no jogo.
Eu– corno, viu que o problema não era ela? Precisava de um macho de verdade.
cuck – Sim, senhor.
Ela– Adorei
En todo isso, o corno tinha se tocado enquanto a gente transava e sujou a calça toda.
Eu– Putin tá pagando o estacionamento senão não deixam a gente sair, quando você voltar vou falar seu castigo. Ninguém te disse que podia bater punheta.
O corno manso desceu obediente com a calça molhada e pagou o estacionamento. Quando voltou, já tinha pensado no castigo certo pra ele.
Eu– Putin, como castigo você vai ter que usar o consolo que dei pra minha mulher, porque agora ela é minha, e você vai ter que usar hoje até ela decidir.
cuck – Isso não!
Eu– Você ainda não sabe, mas além de corno submisso, você é promíscuo. A partir de agora, você é a putinha da sua mulher.
O corno ficou calado e à noite me mandou uma foto dela, a putinha, com o dildo enfiado no cu.
No caminho de volta, ainda tinha resto de porra na minha pica, obviamente pedi pra ela limpar. Ela disse que queria foder pela buceta, e eu respondi:
Eu— Hoje não, já tô satisfeito e esse é seu objetivo a partir de hoje. Fica com vontade pra outro encontro. Se quiser gozar de volta hoje, se esfrega no banco. Quase sem acreditar no que ele tava falando, mas com um sorriso ela respondeu:
Ela – Sim, senhor.
Numa posição bem engraçada, com uma perna entre o banco da frente e o de trás e a outra perna em cima do banco, começou a se esfregar na borda do assento. Meio envergonhada, tentando disfarçar o rosto enquanto se esfregava, ficava olhando pro teto do carro, desviando o olhar de mim.
Eu– Não, sua vadia, olha nos meus olhos.
Ela – Sim… senhor…
Custou muito, mas ela insistiu até que no final gozou.
Os dois ficaram muito excitados com o encontro. No dia seguinte, me escreveram no grupo do WhatsApp e a gente riu porque os dois estavam com a bunda dolorida.
Já tivemos vários encontros e conheci alguns amigos deles. A mulher do outro casal é amiga íntima dela e as duas têm um jeito muito parecido. Ambas dominam seus parceiros. Embora estejamos avançando rápido em algumas coisas, em outras elas querem ir devagar, e contar pra amiga é uma delas. Elas me perguntaram e também acho que foi a decisão certa, mas tanto ela quanto eu já ficamos fantasiando que a amiga fique sabendo, mas o marido dela não. Isso abriria um jogo imenso...
Faz uns meses, ela saiu como todo dia pro trabalho e esqueceu o celular em casa... percebeu no meio do caminho, e o trampo fica a quase uma hora de casa. Pediu permissão no serviço pra chegar mais tarde e voltou pra buscar o celular, mas
já era tarde...
Quando entro em casa, viu o marido com o celular na mão, quase sem saber como reagir, ele perguntou: "Faz quanto tempo que você tá dando pra ele?
Ela quase tirando uma mochila das costas respondeu, tá feliz agora que sabe?. Tirou o celular da mão dele e foi embora.
Quase meio-dia eles não se escreveram, até que à tarde chegou uma mensagem dele: "É só isso que você vai me dizer? Passamos 10 anos juntos, pelo menos me diz quem é e se você tá apaixonada por ele". Ela não respondeu, mas quando voltou pra casa, ele tava esperando ela pra conversar...
Ei— Você vai falar comigo ou vai continuar sem dizer uma palavra?
Ela— O que você quer que eu te diga?! Você já sabe de tudo! Não basta ficar revirando meu celular?!
Embora ela estivesse com sentimentos confusos, me conta que se sentia tranquila e que essa resposta foi até meio fingida. Sentia que não tinha que dar satisfação pra ele e até sentiu alívio porque ele tinha descoberto.
Depois de chamar ela de puta, vagabunda e todos os sinônimos possíveis, ele ficou em silêncio, preparou o jantar e comeu sozinho. Depois tomou banho e arrumou o sofá onde dormiu por 3 noites seguidas.
Durante os 3 dias seguintes, só trocaram palavras quando era estritamente necessário, todas as respostas eram monossílabas e as perguntas quase obrigatórias.
No terceiro dia ela voltou tarde do trabalho, deixei um carro na porta e ele tinha cheiro de álcool. Assim que ela entrou em casa, ele disse que queria conversar, ela pediu para esperar até o dia seguinte, mas ele não aguentava mais esperar... Ele confessou que sabia há tempos que ela estava com outro cara. Não era a primeira vez que ele mexia no celular dela, e dessa vez ele se animou a falar porque a pegou com o celular na mão. Sem saber o que responder, ela perguntou como ele conseguiu ficar todo esse tempo sabendo disso sem dizer nada, e ele respondeu que não contou porque senão eles teriam que terminar, e ele não queria isso. Nesse ponto, ela pirou, já que sempre teve o papel dominante na relação, mas isso a excitou muito, era outro nível, sem dúvida. Ela o tinha nas mãos, muitas vezes brincaram na cama fantasiando que ele era o amante e que o marido dela estava trabalhando. De certa forma, era o que eles tinham desejado, só que da fantasia para a realidade há um longo caminho...
Ela – E por que, se até agora eu não te incomodava, hoje você fez essa cena? Agora te incomodo? Não entendo.
É... sei lá, é estranho... me incomoda às vezes, mas o que mais importa é estar com você. A real é que se você quiser ficar com outra pessoa na cama, eu topo.
Sem que nenhum dos dois derrame uma lágrima, quase cúmplices em pensamento, sem falar mais nada foram dormir e no dia seguinte a conversa continuou pelo WP.
Ela – Você sabe o que tá me propondo, né? Vai aguentar o tranco?
É- Sim, você é tudo pra mim, não me incomoda.
Ela – A gente sempre fantasiou sobre foder, em algum momento isso te excita?
Demorei pra responder, escrevi e apaguei várias vezes...
El- Acho que sim...
Ela— Sabia! Comigo é a mesma coisa!
A conversa durou quase o dia inteiro, mas teve um momento em que ela me contou que foi o mais importante... Ele confessou que bateu uma punheta vendo um vídeo dela chupando a rola do amante.
Não pude evitar perguntar como ela tinha aquele vídeo, as conversas e fotos com o amante no celular, sabendo que o marido sabia a senha. Ela me respondeu, acho que com a pura verdade. Consciente ou inconscientemente, ela queria que ele encontrasse.
Depois dessa declaração, ela me conta que a história tomou outro rumo. Os dois começaram a fantasiar e até trocar mensagens enquanto ela estava com o amante. Chegou a mandar fotos e vídeos dela transando com o amante pra deixar o marido excitado. Passaram dois meses e perceberam que a parada tava indo pra outro lado. Ela queria ser uma hotwife e subjugá-lo completamente.
Leram na internet e entraram em grupos até que decidiram contar pro amante. Ela queria dar pra ele na frente do outro e humilhar o cara.
Inesperadamente, quando ela propôs isso ao amante, ele ficou puto. Parece que tava apaixonado por ela e não conseguiu entender a fantasia dela.
Eles tiveram mais dois encontros e ele terminou com ela, não conseguia continuar sabendo que ela não ia largar o marido, a fantasia foi forte demais pra ele.
Depois de uns dias que isso aconteceu, ela me manda um Direct Message, porque mais de uma vez a gente ficava conversando até tarde, trocando fantasias e experiências. Ela sabia que eu era desse meio e queria tirar umas dúvidas. Me perguntou se não me incomodava estar num grupo do WhatsApp com ela e o marido, queria que eu desse uma guiada, ajudasse eles a entender e seguir com tudo isso que tava rolando, que ainda era muito novo pra eles.
A gente mal tinha começado a conversar os três no grupo, já dava pra ver que era ela quem mandava. O marido fazia perguntas, mas nunca tinha lidado com um corno manso nem jogado o jogo do cuckold, só tinham começado o caminho dela como hotwife.
Me pediram pra fazer de boi, mas só pra praticar, queriam que eu introduzisse eles nesse mundo, mas primeiro queriam ter prática.
A primeira coisa que fizemos foi ele me tratar de senhor e ela se submeter a ele. Fizemos videochamada e enquanto ele chupava a buceta dela, ela me contou quanta vontade tinha de chupar um pau, mas não um igual ao dele, e sim um pau de verdade... Também pedi pra ela me contar como era o sexo com os ex dela, ela teve dois, um meia-boca como o marido dela e outro que dava pra ver que ela adorava. Contando sobre esse último, ela gozou...
Fizemos ele vestir a calcinha suja dela, pesquisar putaria na internet pra ela bater uma, postar fotos do micro-pau dele, comprar lingerie pra ela dar pra outro e todas essas brincadeiras que a gente tanto curte.
Depois de algumas semanas, a situação tava tão quente que a gente não aguentou mais e decidiu se encontrar... Pra esse encontro, ela me pediu uma coisa, meio arriscada, mas fazer o quê, são as coisas boas da vida. Ela pediu uma amostra grátis, mas que não fosse suave, que não fosse um primeiro passo. Eles queriam conhecer um dia de um casal hotwife-cuck submisso avançado, então as coisas que a gente ia fazer não podiam ser pra iniciantes.
Primeiro a gente se encontrou num bar longe da casa dela. Quando elas chegaram, eu já tava sentado. Geralmente gosto de chegar um pouco mais tarde pra me esperarem, mas tinha planejado fazer uma parada que mais ou menos saiu como eu esperava.
Aella, eu escolhi o vestido que ela tinha que usar e dei instruções de como eu estava vestido e onde estava sentado. Quando estavam se aproximando da mesa, eu me levantei, nos olhamos e na hora pegamos fogo. Nem olhei pra ele, ele ficou com o punho levantado, como é costume cumprimentar agora. Olhei bem nos olhos dela e, com muita firmeza, agarrei a bunda dela com uma mão na frente do moço e das pessoas sentadas no bar. A situação a pegou tão de surpresa que soltou um gritinho (quase um gemido) curto e agudo. Mas ainda não tinha acabado, os dois estavam duros com o que tinha acontecido, esperando pra ver o que eu faria pra saber o que fazer. Dez segundos depois de terem chegado, já eram meus submissos.
Sem pensar muito mais e sem soltar a bunda dela, dei um beijo na boca bem longo, molhado e de língua pra ela saber que a partir daquele momento tudo ia ser sexo, lubrificação e submissão.
Tomamos uns drinks por quase uma hora, trocamos um pouco de história e sobre os limites que cada um tava disposto a ultrapassar. Quase indo embora, pedi pra ela tirar a calcinha e me entregar na mão. Ela se levantou, foi no banheiro e voltou toda obediente com o que eu tinha pedido. Quando a fio dental tocou minha mão, já tava molhada, com certeza ela adorava tudo aquilo.
Nós levantamos e fomos até o carro dele. No caminho, óbvio que teve aquela mão boba dos dois (ela em mim e eu nela), e fizemos o corno andar um passo atrás, como manda o figurino.
Já era tarde/noite, a ideia era ir num shopping passear e, antes de sair, dar uma trepada no estacionamento. Como de costume, o corno dirigiu até o centro comercial e ela foi atrás comigo a viagem toda. Foram 25 minutos de viagem, fiz ela chupar minha pica e enfiei os dedos na buceta dela o caminho inteiro. Quando chegamos no lugar, o corno estacionou e ela, quase como se já tivesse planejado, virou e beijou ele na boca, enfiando a língua e olhando nos olhos dele pra ver a reação... Claramente ela é muito tarada...
Antes de descer do carro, peguei ela pela nuca e beijei a boca dela, mas dessa vez fiz o cuck chupar a buceta dela com a instrução de não deixar ela gozar, se isso acontecesse, o jogo acabava ali. Ficamos uns 15 minutos até eu gozar, joguei tudo nos peitos dela, dentro do sutiã. Gozei tanto que molhou até o vestido, ela ficou com vergonha de sair do carro assim. Mas como sempre, isso não terminava aí, sempre tem que ir um pouco além... Dei um dildo pequeno pra ela e mandei ela deixar enfiado durante todo o passeio. Também pedi a máscara pra ele, limpei os restos de porra da minha pica, limpei um pouco os peitos dela e entreguei pro cuck pra ele colocar. Eles se olharam, o olhar dela brilhou e ela até esqueceu que tinha o decote cheio de leite. Saiu do carro e chamou ele: "Vamos! Não temos o dia todo!". Quase sem reclamar, ele colocou a máscara com cara de nojo e fomos passear os três no shopping.
Dentro do shopping, ficamos cerca de uma hora e meia. Fizemos aqueles joguinhos típicos de cuckold. Eu entrava numa loja, daí a pouco eles entravam também. Na frente de todos os funcionários, trocávamos olhares, roçávamos as mãos quando ele não tava olhando (de propósito), flertávamos, piscávamos um pro outro. Eu ficava de olho nela enquanto ela experimentava roupa, e ela em mim também. Até mandei ele comprar chiclete num quiosque fora da loja só pra dar um beijo nela e anotar o telefone. Depois eu vazei, ele voltou com o chiclete e foi procurar ela dentro da loja, deixando ele no papel de cuck que é, na frente de todo mundo da loja.
Passou o tempo e não voltávamos pro carro, ela tava pegando fogo, o dildo tava deixando ela louca, queria transar já. Ela chegou perto e falou no meu ouvido quando a gente ia voltar pro carro. Falei que se ela quisesse ir, tinha que pedir na frente dele pra eu comer ela. Nessa altura, isso não era muito esforço pra ela, então ela me olhou nos olhos e falou alto: "quero que você me coma agora!".
Olhei pro cuck e falei que só ia comer ela se ele pedisse do jeito certo. "Senhor touro, por favor, peço que coma ela". Ele demorou um pouco mais, lembramos que ele tava com uma máscara cheia do meu gozo, e quase na hora ele falou... "Senhor touro, por favor, peço que coma ela".
Fui até o carro e, sem calcinha, enfiei a mão por baixo do vestido dela. A putinha estava com o dildo meio solto, quase caindo, e toda melada.
Nos dias antes de nos encontrarmos, perguntei pra ela quais fantasias o cuck tinha contado que ainda não tinham realizado. Ela me disse que uma das fantasias do cuck era ficar com ela e uma mulata, e outra que ela não sabia se era bem uma fantasia... ele sempre quis dar a bunda pra ela, mas nunca se entregou.
Esse último era meu objetivo de alguma forma naquela noite, o corno tinha que sair do encontro sabendo que ela entregou a buceta pra alguém que "acabou" de conhecer e não pra ele, que tava junto há anos.
Chegamos no carro, de novo eu e ela sentados atrás. Pedi pra ela me chupar a pica e pro cara chupar a buceta dela, se ela gozasse o jogo acabava. Depois de 10 minutos percebi que ela não tava nem aí pra avisar que ia gozar, e tava com sérias dúvidas se o corno ia sacar quando ela tivesse perto, então mandei ele parar de chupar a buceta dela e só olhar. Pedi pra ela sentar em cima de mim, de frente pra frente e de costas pra mim. Ela tava ardendo, não aguentava mais, sentia o calor dela no meu pau antes mesmo dela sentar. Quando ela ia colocar meu pau na buceta dela, segurei a mão dela e falei que ainda não... que brincasse um pouco na beirada do cu... Ela disse que não, que queria na buceta, aí respondi que não importava mais o que ela queria. Quase brava, mas muito excitada com a situação, ela segurou meu pau com força de novo e começou a brincar no cu dela. Com toda a lubrificação que a gente tinha, a ponta do pau ia entrando sozinha no rabo dela, mas ela não deixava entrar, logo se levantava e tentava levar o pau com a mão pra buceta.
Falei que ela era uma menina muito desobediente, mandei ela segurar com as mãos nos dois encostos dos bancos da frente e pedi pro cuck segurar as mãos dela. Ela ficou com a bunda no ar, roçando a ponta da minha pica na parte molhada dela. Segurei minha pica com uma mão e com a outra ajudei ela a se equilibrar no ar, sem sentar, pra que o movimento fosse suave. Encostei a ponta da pica no cu dela e mandei ela começar a se mexer. Ela disse que queria que eu metesse na buceta, mas isso não ia rolar.
Eu- "vadia, se quer a pica na sua buceta, primeiro tem que gozar na minha piroca enfiada no seu cu
Ela– Não, por favor, não aguento mais.
Eu– Melhor ainda, vai te custar menos gozar assim…
Demorou uns segundos, mas ela começou a se mexer.
Ela– corno! O que cê tá fazendo aí olhando?! Chupa meus peitos, não tá vendo como eu tô?!
O corno obediente atendeu na hora o chamado e começou a chupar as tetas dela. Pegando cada vez mais ritmo e gostando cada vez mais, ela foi esfregando o cu na ponta da minha pica, que aos poucos ia entrando um pouco mais… Quase sem perceber, depois de uns minutos já tinha 5 cm de pau dentro daquele rabo gostoso.
Ela– Não dói… mas me dá um nojo…
Eu– Não te perguntei, continua se mexendo, puta.
Ela – Sim, senhor.
Continuou se movendo com os 5 cm de pau dentro do cu dela até que, aos poucos, ela começou a querer sentar e sentir o pau mais fundo.
Ei– Devagar, gulosinha, vai se machucar
Ela– Tô gostando muito, tô quase gozando
Eu– Continua se mexendo, sua puta nojenta
Ela se moveu ainda mais energicamente por mais 5 ou 6 sentadas até que, finalmente! Sentou com mais força, com a intenção de enfiar a rola ainda mais fundo. Minha pica entrou uns 3 cm a mais e, com essa sensação, ela explodiu num orgasmo.
Tremendo de prazer, virei ela e fiz ela chupar minha pica até gozar, dessa vez tudo dentro da boca…
A cara do corno tava desfigurada, indignado porque nunca tinha dado a bunda pra ele daquele jeito, mas muito excitado com a situação, começou a aceitar e entender o lugar dele no jogo.
Eu– corno, viu que o problema não era ela? Precisava de um macho de verdade.
cuck – Sim, senhor.
Ela– Adorei
En todo isso, o corno tinha se tocado enquanto a gente transava e sujou a calça toda.
Eu– Putin tá pagando o estacionamento senão não deixam a gente sair, quando você voltar vou falar seu castigo. Ninguém te disse que podia bater punheta.
O corno manso desceu obediente com a calça molhada e pagou o estacionamento. Quando voltou, já tinha pensado no castigo certo pra ele.
Eu– Putin, como castigo você vai ter que usar o consolo que dei pra minha mulher, porque agora ela é minha, e você vai ter que usar hoje até ela decidir.
cuck – Isso não!
Eu– Você ainda não sabe, mas além de corno submisso, você é promíscuo. A partir de agora, você é a putinha da sua mulher.
O corno ficou calado e à noite me mandou uma foto dela, a putinha, com o dildo enfiado no cu.
No caminho de volta, ainda tinha resto de porra na minha pica, obviamente pedi pra ela limpar. Ela disse que queria foder pela buceta, e eu respondi:
Eu— Hoje não, já tô satisfeito e esse é seu objetivo a partir de hoje. Fica com vontade pra outro encontro. Se quiser gozar de volta hoje, se esfrega no banco. Quase sem acreditar no que ele tava falando, mas com um sorriso ela respondeu:
Ela – Sim, senhor.
Numa posição bem engraçada, com uma perna entre o banco da frente e o de trás e a outra perna em cima do banco, começou a se esfregar na borda do assento. Meio envergonhada, tentando disfarçar o rosto enquanto se esfregava, ficava olhando pro teto do carro, desviando o olhar de mim.
Eu– Não, sua vadia, olha nos meus olhos.
Ela – Sim… senhor…
Custou muito, mas ela insistiu até que no final gozou.
Os dois ficaram muito excitados com o encontro. No dia seguinte, me escreveram no grupo do WhatsApp e a gente riu porque os dois estavam com a bunda dolorida.
Já tivemos vários encontros e conheci alguns amigos deles. A mulher do outro casal é amiga íntima dela e as duas têm um jeito muito parecido. Ambas dominam seus parceiros. Embora estejamos avançando rápido em algumas coisas, em outras elas querem ir devagar, e contar pra amiga é uma delas. Elas me perguntaram e também acho que foi a decisão certa, mas tanto ela quanto eu já ficamos fantasiando que a amiga fique sabendo, mas o marido dela não. Isso abriria um jogo imenso...
5 comentários - gozei na máscara do corno
van sus merecidos 10 puntos