No desperdiciar un chongo que hace dedos

No desperdiciar un chongo que hace dedos
analTive que viajar a trabalho pra uma área perto de Chascomús pela rodovia 2, não entrava na cidade mas ia perto. Ao descer da ponte Echeverry, vejo um cara de uns vinte anos pedindo carona. Tava calor e me deu pena deixar ele lá, falei que ia até o pedágio de Samborombón e se ele quisesse, dava uma carona. O cara era gente boa, bermuda e regata com uma mochila, entrou e colocou as coisas no banco de trás pra viajar mais confortável. Falei que ia parar no posto YPF pra ir ao banheiro porque tava morrendo de vontade de mijar. Ele disse que também ia descer. Foi assim, fomos mijar e o cara, bem sem vergonha, já puxou o pau pra fora, tava sem cueca. Não consegui evitar de olhar e ver que ele era bem dotado, ele fez a dele, sacudiu o pau pra caralho e brincou um pouco enquanto eu tentava não deixar o meu endurecer. Subimos no carro como se nada tivesse acontecido, no fundo não tinha rolado nada mesmo. Eu tenho o costume de sempre tocar em quem tô conversando e, se tô viajando, colocar a mão na perna, faço isso sempre, sem perceber. Arrancamos a viagem e eu colocava a mão na perna dele, de repente o cara levantou a bermuda e ficou tipo sunga. Eu nem prestei atenção nisso, continuei colocando a mão na perna dele e ele não reclamava. Minha mão cada vez mais perto do pau dele. Passou um tempo e o cara, bem descarado, me fala: "Pô, para de me tocar que você me deixou com o pau duro feito pedra." Eu comecei a rir e falei: "Para de encher, sério?" E na hora ele abaixou o short e ficou com o pau todo duro pra fora. Peguei na hora e ele disse: "Se começou, vai ter que terminar." "Com prazer", respondi. Encostei o carro no acostamento e chupei o pau dele como nunca, o cara relinchava de prazer. Gozou pra caralho e, pra não sujar o carro, tive que engolir tudo. Seguimos viagem e uns quilômetros adiante ele fala: "Pô, quero te comer, preciso arrebentar teu cu." Eu falei: "Não tem lugar, talvez no pedágio." Chegamos, parei o carro e fomos os dois pro banheiro. Não tinha ninguém, percorremos um... Pouco depois do espaço verde, fomos pra dentro de umas árvores. Nos últimos metros, o cara já tava pelado. Ele me pegou, me fez ajoelhar e chupar a pica dele de novo. Ele tirou minha calça e meteu de uma vez. Foi uma dor do caralho, mas eu me deixei levar. Fazia muito tempo que ninguém me comia daquele jeito, de todas as posições que eu conhecia e outras que não. Juro que ele me macetou por meia hora sem parar. Quando ele cansou e meu cu literalmente não aguentava mais, ele encheu minha boca de porra de novo. Demorei um pouco pra me recuperar. Depois, voltamos pro carro, ele pegou a mochila, me cumprimentou, agradeceu pelas duas gozadas que eu tirei dele e foi embora continuar pedindo carona. Eu, já meio recuperado, segui meu caminho. Adorei o sexo entre caras, ser obediente, as putarias com ativos pra mim.

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