A história da Victoria é ainda mais notória que a da minha mãe Beatriz, por ser a caçula dos 5 irmãos e ser filha só do meu avô, já que ele optou por se casar de novo quando minha avó faleceu. Dessa nova relação do meu avô, nasceu a Victoria numa época em que meus tios e minha mãe já tinham idades entre os 10 anos da Betty, que até então era a mais nova, e os 13 do meu tio Henrique, o mais velho. Por causa da grande diferença de idade com os irmãos mais velhos e com a morte do meu avô e da companheira dele, a Vicky se tornou uma mulher totalmente dependente de afeto e amor fraternal, por assim dizer, já que com o passar dos anos começou a se sentir deixada de lado. Por isso, a necessidade constante e crescente dela, dia após dia, de ganhar o amor dos meus tios fez com que ela implorasse por um pouco de “amor” fraternal, e como todos já sabemos, o amor fraternal na minha família é vivido e aproveitado de um jeito bem diferente do resto das famílias. Devo dizer que foi com minha tia Vicky que comecei minha vida sexual e quem me apresentou ao mundo do incesto; além disso, todo mundo sabia que desde que minha mãe Betty se mudou da casa dos meus falecidos avós pra ir morar com meu pai aos 20 anos, a Vicky ficou sozinha na casa dos meus avós sob os cuidados dos meus 3 tios. E quando finalmente ela entrou naquela idade em que o corpo floresce e se desenvolve de um jeito delicioso (não vou colocar idades pra não ser banido, mas vocês sabem que idade é), meus tios aproveitaram, moldaram e forjaram ela do jeito que queriam no quesito prazer, já que por não considerarem ela irmã, realizaram com ela todas as fantasias que não tinham conseguido fazer quando jovens com a Beatriz. Já a Vicky, se sentindo em dívida pelos cuidados dos meus tios e desesperada por aprovação, decidiu se entregar de forma submissa e complacente às ordens e desejos carnais dos 3 irmãos, de corpo e alma. E que buceta gostosa eles aproveitaram! Irmãos! Quando eu tive a maravilhosa oportunidade de possuí-la, ela tinha cerca de 26 anos e eu acabava de completar 16. Foi meu presente de aniversário, minha "iniciação", por assim dizer (quero deixar claro de novo, pra não me meter em problemas de ban ou censura, que eu estava ciente do que fazia, apesar de ser menor de idade, e fiz por vontade própria). Enfim, esse relato vai contar como comecei minha vida sexual com ela e como meus tios e vários primos, motivados pela fama que a precedia, participamos de muitas experiências com a Vitória, que sempre esteve disposta a receber carinho da gente até hoje. Não vou mais encher o saco e, pra entrar no assunto, preciso acrescentar que minha mãe, Beatriz, apesar de ser uma delícia de mulher, sempre ficou devendo perto da Vitória. A bunda da Vicky é ainda mais majestosa que a da Betty — e de longe! Sem falar nos peitos e no rostinho lindo dela, que ofuscam a Betty sempre que estão juntas. Por isso que Beatriz reclamou quando teve que cuidar dela no momento em que meus tios decidiram casar e tiveram que deixar a responsabilidade de criar a Vitória. Meu pai foi peça fundamental na decisão de a Vitória ir morar com a gente, coisa que não entendi muito bem até um tempo depois, quando comprei um monte de coisas que rolavam na minha casa. Pessoalmente, não tive problema nenhum em minha tia morar com a gente. Gostava de passar tempo com ela, tinha uma certa paixão infantil, porque na época eu tinha uns 5 anos e ela 15. Ela me parecia bonita, e eu percebia que os homens gostavam da minha tia, mas obviamente não sentia nenhum tipo de atração sexual por ela — era criança. Lembro que adorava ficar no quarto dela, achava ela alguém "descolada", porque ouvia música da moda, mas a Betty não me deixava passar muito tempo lá. O tempo passou e, desde que me entendo por gente, minha mãe tinha discussões pesadas com a Vicky por causa do jeito dela. se vestir em casa, na frente do meu pai era óbvio que ele sentia ciúmes, porque meu pai às vezes não resistia à tentação de dar uma olhada na cunhada quando ela usava saias curtas para fazer os serviços de casa. Aos 10 anos, eu ainda não entendia essa situação, até ficava irritado que minha mãe gritava com quem, até aquele momento, era a pessoa mais "descolada" que eu conhecia. Até o dia em que cheguei na puberdade, a idade do tesão, agora eu gostava ainda mais de passar tempo no quarto da minha deliciosa tia de 24 anos e entendia o porquê do ciúme da minha mãe. A bunda dela era deliciosa, me atrevo a dizer que é uma das melhores rabetas que já vi na vida, as pernas carnudas dela destacavam ainda mais aquele maravilhoso par de nádegas que ficava magnífico junto com a cintura bem definida, e que foi motivo de intermináveis punhetas em sua homenagem. Victoria obviamente percebia o que causava em mim e adorava, ainda adora, mas naquela época eu era um moleque punheteiro e ela se divertia com meu pai sem que ninguém soubesse. Geralmente nos fins de semana, meus três tios chegavam e a levavam para "passear", coisa que também não entendia até que, numa festa de família, vi como a apalpavam à vontade e ela nem se importava, pelo contrário, incentivava, então entendi a natureza dos passeios de fim de semana. Normalmente, ela chegava completamente bêbada e toda marcada no corpo com chupões ou "hickies", como chamam nos EUA. Minha mãe geralmente recebia meus tios para que entregassem a Vicky, e ela obviamente sabia o que faziam. Muito tempo atrás, tinham tentado fazer o mesmo com ela, mas nunca passaram de algumas punhetas e um boquete fracassado. Com Victoria era diferente, o fim de semana inteiro os quatro fugiam para a casa dos meus avós e a possuíam à vontade. Quando a traziam de volta para nossa casa, minha mãe a despia e a colocava no banho para diminuir a intoxicação. vestia ela e a colocava na cama pra que no dia seguinte ela acordasse com uma puta ressaca e jurando que não lembrava de nada do que tinha feito. A Vicky era ainda mais vadia e complacente que minha mãe quando tava bêbada. No puteiro onde minha mãe foi uma das melhores putas antes de casar com meu pai, a Vitória tinha superado ela de longe, fazendo muito nome e grana boa, mas também tinha se enredado num mundo de álcool e drogas sem controle que todo mundo aproveitava pra se esbaldar com ela. O ponto de virada que definiu pra melhor a relação que tenho hoje com a Vitória chegou num daqueles tantos fins de semana em que meus tios Henrique, Roberto e Luís vieram buscar a Vicky. Começaram a conversar um pouco com minha mãe enquanto minha tia terminava de arrumar as coisas, e aí começaram a brincar com ela, dando tapas na bunda, se esfregando, falando um monte de putaria do que queriam fazer com as duas, etc. Esse tipo de coisa que a gente, homem, faz quando quer penetrar uma mulher que tá resistindo. Pra variar, começaram a convencer ela a ir com eles, achando que ninguém tava olhando, mas não contavam que eu, um punheteiro curioso de 14 anos, tava observando tudo escondido, esperando o momento de ver como iam levar a Vitória pra fazer dela a vadia deles o fim de semana inteiro. Na cozinha, começaram a dizer pra minha mãe ir junto, que iam passar gostoso, e isso me pegou, me deixou com muito tesão. O Henrique se posicionou por trás da Bete, que tava em pé, meio encostada na bancada da cozinha, colou o pau na bunda dela e começou a se mexer devagar, como se tivesse metendo, enquanto com a mão esquerda acariciava um dos peitos dela e com a direita começou a apalpar a virilha da minha mãe, que só começou a rir: — Me deixa, idiota! Já te falei que não! Além disso, meu marido chega logo, se acalma, por favor. — Falou num tom muito safado que sempre amei nela. — Vai, gatinha, bora, não faz isso com a gente — comentou o Luís enquanto pegava um peito dela. seio... minha mãe
— Que não! — respondeu brincando enquanto dava um tapa no Luis pra ele soltar ela.
— Vamos, Betty, eu sei que você também quer — disse Enrique enquanto passava a mão na bunda da minha mãe por trás e se aproximava pra dar uma mordida na orelha dela.
— Que isso, seus tarados do caralho, já tão levando uma puta, pra que querem mais? — falou Betty rindo, sem resistir aos carinhos.
E de repente, pra surpresa de todo mundo, finalmente apareceu a Victoria. Ela tava mais puta que o normal, naquele fim de semana dava pra ver que tava morrendo de vontade de ser comida de um jeito obsceno.
— Deixem essa puta sonsa quieta, ela não quer ir, qual é o problema de vocês? Não aguentam só comigo? Hoje me vesti do jeito que vocês gostam — exclamou minha tia Vicky ao ver que a irmã, com quem sempre brigava, tava roubando a atenção dos três irmãos dela.
Meus tios ficaram pasados ao ver a Victoria. Ela tava uma delícia com a roupa que usava naquele dia, e eles se jogaram nela, passando as mãos de um jeito quase selvagem, como se não vissem uma mulher há anos. Quase aos empurrões, levaram ela pro carro onde tinham chegado, e assim, mais uma vez, foram aproveitar aqueles fins de semana gostosos que passavam direto.
Eu, por minha vez, corri na hora pro quarto da Victoria procurar nas gavetas dela um bom par de calcinhas fio dental e cortininhas que me ajudavam a bater uma pensando em todas as coisas que meus três tios iam fazer com ela naquele fim de semana. Minhas gozadas eram deliciosas, semana após semana, vendo como eles levavam ela desesperados pra meter nela uma vez atrás da outra em todos os buracos do corpo dela, e eu só podia esperar até domingo pra ver em que estado a Victoria ia voltar.
Chegou o domingo e, pra minha surpresa, meus pais estavam de bom humor e resolveram sair pra passear com minha irmã Fátima. Eu não quis ir porque tava com muita vontade de bater uma, então decidi ficar em casa. Além disso, quem vai receber minha tia Vicky? — respondi. E foi assim que eles partiram e Fiquei sozinho em casa esperando meus tios. Lá pelas 8:15 eles chegaram e pelo interfone me pediram pra abrir o portão porque a Vicky não conseguia andar e tavam quase carregando ela. Quando vi, fiquei excitado pra caralho — ela tava com a mesma roupa que usou pra sair, mas toda bagunçada, parecia que tinham acabado de abusar dela. Meus tios me ajudaram a levar ela pro quarto e falaram: "Você já sabe o que fazer." Fiquei paralisado, pensei que tavam insinuando que eu fizesse algo com ela e minha cara me entregou. — Seu filho da puta tarado — meu tio Enrique falou — Tô falando pra você dar um banho nela e botar ela na cama. — Respondi que sim, meio envergonhado, e acompanhei eles até a porta, mas meu tio não conseguiu tirar minha reação da cabeça. — Sua tia é uma gostosa, né? Fala na confiança, não vou ficar puto. — Sim... — falei gaguejando. Ele sorriu e disse: — Olha, agora a puta da sua tia não sente nada, não lembra de porra nenhuma — se meteu com coisa que não devia. Então se diverte um pouco, você sabe do que tô falando, já tá grandinho. Fim de semana que vem me conta como foi. — Falou enquanto batia no meu ombro e piscava o olho. Ele atravessou a porta e eu saí correndo praquele quarto onde sempre gostava de ficar. Cheguei e vi ela lá, totalmente apagada. Meu pau começou a escorrer quando vi o vestido dela levantado de um lado, mostrando uma calcinha de renda preta com a qual eu já tinha me masturbado tantas vezes. Me aproximei dela e comecei a tremer igual um desgraçado, senti a mesma coisa que uma pessoa sente quando vai transar pela primeira vez e não sabe de nada. Cheguei perto e com o dedo indicador toquei a bochecha dela de leve pra ver se ela não percebia nada. Não teve reação, só um suspiro. Minha mão direita ganhou vida própria e foi direto pro peito esquerdo da Vicky — ela não tava de sutiã, e mesmo assim os peitos dela estavam firmes e empinados. Toquei no biquinho lindo dela e ali começou minha aventura. Tirei meu pau do short e encostei ele O rosto dela, me senti no paraíso, comecei a massagear os dois peitos dela e ela só soltava uns gemidos, meu pau estava a poucos centímetros da boca dela e com o movimento da minha mão meu pau roçava os lábios dela de um jeito delicioso, isso fez com que minha inexperiência no sexo me levasse a gozar, jatos de porra aterrissaram no rosto da Vicky e enquanto uns escorriam pelas bochechas dela, outras gotas escapavam pelo canto dos lábios até chegar na língua dela, isso fez meu membro ficar duro de novo, enfiei meus braços entre as costas da Vicky e o colchão para empurrá-la com força e deixá-la de bruços. A manobra não poderia ter dado mais certo, o corpo dela ficou de um jeito que a bunda formava uma elevação deliciosa e o vestido só cobria a metade das nádegas gostosas dela, que se destacavam firmes como uma montanha por estar de bruços à minha mercê. Virei para olhar o relógio, ainda tinha tempo de sobra e ia aproveitar, nesse ponto eu já estava dominado pela luxúria, tirei o vestido dela e amei ver que ela estava cheia daquelas marcas que tanto me excitavam, as nádegas, costas, pescoço e nuca estavam cheias delas, além disso, as nádegas estavam com um tom mais vermelho que o resto da pele, como se tivessem dado palmadas nela o fim de semana inteiro, não queria esquecer esse momento nunca e fui correndo pegar minha câmera digital para tirar uma foto dela.
Notei que ela também tinha marcas de mordida nas nádegas e logo me apressei pra deixar minha marca também. Dei uma mordida na bunda direita dela, acompanhada de um beijo que virou uma lambida de cu. Comecei a lamber à vontade aquelas nádegas e, com os dentes, tirei a calcinha fio dental que ela tava usando — uma das tantas fantasias que eu já tinha tido antes. Quando consegui tirar a peça, comecei a lamber de novo, à vontade, aquele par delicioso de nádegas, como se fosse um sorvete que eu tava aproveitando pra caralho. Victoria só se mexia de vez em quando, acho que sentia o que tavam fazendo com ela, mas não sabia quem era, nem conseguia resistir. Fiquei assim uns minutos e decidi realizar outra das minhas fantasias. Com a bunda tão carnuda e enorme, sempre sonhei em me masturbar com as nádegas dela. Não sei se me expliquei direito: meu sonho era colocar meu pau entre aquelas duas nádegas carnudas e fazer uma punheta com os dois glúteos, no estilo mais puro de uma masturbação russa. Do jeito que dava, levantei um pouco mais a bunda dela e posei meu pau no meio daquele par delicioso de nádegas carnudas. Com uma mão, peguei o glúteo direito; com a outra, o esquerdo, até que os dois abraçaram meu pau e o fizeram desaparecer. Assim começou o vai e vem das "estocadas", até que eu explodi de novo e meu gozo encheu toda a área das nádegas dela. Fiquei exausto, mas meu tesão era tão grande que decidi realizar minha última fantasia. Levantei da cama e fui até o rostinho lindo dela, que ainda tava cheio do gozo que eu tinha jorrado quando comecei a façanha. Apertei um pouco as bochechas dela e, com um pouco de resistência, meu pau foi abrindo espaço na boca dela. Senti um prazer inimaginável — era meu primeiro boquete, por assim dizer — mas o clímax chegou quando, acho que por instinto, Victoria começou inconscientemente a chupar meu pau como se fosse uma mamadeira. Um arrepio percorreu da sola dos meus pés até a medula espinhal e, num ato de tesão total, segurei ela pela nuca. Enfiei meu pau até o fundo, a ponto de sentir minha cabeça tocar a campainha dela, e enchi a garganta dela com uma quantidade inimaginável de porra, aí ela começou a engasgar porque não conseguia respirar, e isso me assustou. Tirei meu pau da boca dela, e ela deu um suspiro fundo enquanto abria os olhos, o que me deixou paralisado, mas ela não ligou, só virou de lado e continuou dormindo. Felizmente, ela ainda tava totalmente apagada por causa do abuso de drogas do fim de semana. Saí devagar do quarto e fui pro meu, me joguei na cama, maravilhado com todas as sensações que tinha acabado de sentir, e quando menos esperava, apaguei de sono. Acordei no dia seguinte com uma ereção enorme, que acalmei batendo uma pra foto que tinha tirado da minha tia, lembrando de tudo que tinha feito com ela na noite anterior. Tomei um banho e, meio na dúvida, fui pra cozinha comer algo, mas tava com medo de trombar com minha tia, com receio de que ela tivesse percebido tudo que fiz. Mas pensei bem e não... ela não ia acreditar que eu era capaz de fazer essas coisas; pra ela, eu ainda era um moleque punheteiro que se animava quando via ela se abaixando pra fazer os serviços de casa, mas ela tava muito enganada. Então saí do quarto e lá na cozinha vi ela. Hesitei em cumprimentar, mas quando ela me viu, só sorriu e me saudou como se nada tivesse acontecido. — Valeu por me carregar até a cama ontem à noite, Carlos, não lembro nem como cheguei. — De nada, tia. — Respondi, já mais relaxado. — Ia te colocar no banho, mas você tava muito ruim e preferi não. — Ah, não me chama de tia! Me faz sentir velha. Sério que não me colocou no banho? — Não, tia. — Agora entendi por que acordei assim — ela murmurou. — Como é? — Perguntei. — Nada, não — ela respondeu. Chegou perto de mim e falou no meu ouvido: — Poxa, que bobo, podia ter me dado um banho, era sua chance de me ver pelada e você não aproveitou — comentou enquanto mostrava a língua, soltou uma risadinha e piscou pra mim. olho. Ela saiu da cozinha e eu fiquei sozinho, tomando café da manhã satisfeito e tranquilo, pronto pra ir pra escola sabendo que minha tia não tinha percebido nada do que tinha rolado. Os dias passavam normal, a semana toda eu fui pra escola e quando voltava ficava com minha tia no quarto dela. Ela começou a perceber que eu olhava pra ela de um jeito diferente e começou a ficar mais brincalhona, digamos assim, no jeito de falar comigo ou de se mexer no quarto. Acho que ela gostava que eu olhasse pra ela com desejo, e isso começou a me excitar pra caralho. Chegou sexta-feira, fui pra escola e o dia inteiro fiquei ansioso pensando que roupa a Victoria ia usar naquele dia. Não consegui pensar em mais nada. Quando voltei, entrei correndo em casa direto pro quarto da minha tia, na esperança de ver aquela bunda mais uma vez antes dos meus tios virem buscá-la. Pra minha sorte, ela estava lá deitada e quando me viu entrar, disse: — Que bom que você chegou, preciso da sua ajuda com uma coisa. — Claro! O que foi? — Fecha a porta pra sua mãe não ouvir. Fechei a porta devagar e me preparei pra ouvir a Vicky. — Quero que me ajude a escolher o que vou vestir hoje pra passar o fim de semana com seus tios. — Ela falou num tom meio sexy. — Não sei se você me entende, mas eles gostam que eu me vista bonita pra eles. Me ajuda? Fiquei louco de excitação na hora, não consigo descrever o que senti, só consegui balançar a cabeça que sim. — Vou experimentar umas coisas e você me diz qual você gosta mais, ok? — Mais uma vez balancei a cabeça, completamente mudo, e ela só disse: — Acho que você vai gostar disso. Além do mais, você merece por ser tão bom comigo. Ela começou a experimentar primeiro peças de lingerie e aos poucos o clima foi ficando mais quente. Pegou uma tanga preta que sumiu no meio daquele par de nádegas gostoso e por cima vestiu uma saia curta da mesma cor. — Você gosta de como fica essa conjunto? - Comecei a passar a mão no meu pau por cima da calça e ela começou a se virar devagar. - Esse é o vencedor, dá pra sentir que você adorou, Dany - Ela disse enquanto acariciava meu pau por cima da calça. - Rápido, vai buscar seu camarada pra tirar uma foto minha, mas só uma, hein! - Saí correndo e quando voltei, a Vicky estava de costas, e tirei a foto como ela tinha mandado.
-Vai pro teu quarto e faz comigo o que quiser enquanto olha a fotografia- Com essa frase simples, me fez gozar horrores. Fui pro meu quarto e, com a fotografia, me masturbei de um jeito tão violento que meu pau ficou meio rosado. Voltei pra Victoria e, ao entrar, ela me recebeu com um sorriso. -E aí? Gostoso?- perguntou. -Demais- respondi. -Que bom, eu também vou passar um fim de semana delicioso.- Ela mandou eu ir embora pra continuar se preparando, e eu saí do quarto dela com um sorriso enorme no rosto. Horas depois, vieram buscá-la, e meu tio Enrique me chamou pra conversar um pouco. -Como foi?- -Delicioso, tio, valeu- -O que você fez? Conta com confiança- Comecei a contar tudo o que tinha feito, e ele ficou maravilhado, o sobrinho dele era um verdadeiro garanhão como ele. Sem perceber, tinha feito tudo certo. -Você foi esperto em não meter o pau na boceta, podia ter dado problema no futuro, mas por que não enfiou no cu?- foram as palavras dele. Não soube o que responder. -Enfim, talvez depois você consiga, sua tia é super putinha.- Aqui começa a melhor parte da história, na minha opinião. Quando estavam quase indo embora, meu tio voltou pra porta e disse. -Quer ir?- Olhei pros meus pais, confuso, sem saber o que fazer. Obviamente queria ir pra ver o que rolava nesses passeios, mas nem fodendo iam me deixar ir sendo tão menor. -Nem louca- minha mãe respondeu. -Deixa ele ir.- meu pai respondeu. E naquela casa, naquela época, se fazia o que meu pai mandava e ponto. -Não quero que ele beba álcool, nem que faça nada que ele não queira.- minha mãe respondeu, resignada. Foi assim que entrei naquele carro com meus três tíos doentes por sexo e minha tia, que era a putinha complacente deles. Desde o momento em que saímos da garagem de casa, meus tios se apressaram pra apalpar Victoria e falar o quanto ela tava gostosa com aquela roupa que ela tava usando. -Foi o Danny quem escolheu- Agradeçam a ele- -Já se acalmem um pouco porque vamos assustar.- -Ele sabe bem o que a gente veio fazer aqui, já tá na idade de entender.- Completaram meus tios. E quando chegamos na casa dos meus avós falecidos, tudo ficou ainda mais quente, já dentro de casa e com as portas trancadas. Tudo virou carícias obscenas dos meus tios na Victoria. -Você só vai olhar, não vai fazer nada.- Me disse meu tio Enrique e, claro, eu tava morrendo de felicidade. Roberto agarrou Vicky pelas nádegas e colou ela na parede enquanto ela abria as pernas pra abraçar ele com elas, Luis se aproximou por um lado e começou a lamber do pescoço até a orelha esquerda da minha tia e meu pau subiu igual bandeira num instante. -Te falei que ela era uma puta.- Me disse meu tio Enrique enquanto abria uma cerveja e me oferecia, aceitei e comecei a beber. -Daqui a pouco a gente volta, você pode chegar na porta e ouvir, mas não entra.- Os quatro entraram no quarto principal e minutos depois começou a se ouvir um show de gemidos gostosos femininos e meus tios berrando feito touros montando uma mulher. Cheguei mais perto pra ouvir melhor e dava pra distinguir palmadas, tapas, chibatadas e o som dos colhões dos meus tios batendo na bunda deliciosa da Vicky, além disso bombardeavam ela com palavras de baixo calão humilhando ela e claro que ela merecia, merecia ser chamada de boneca engole-pau, puta, puta, rabuda, porque é isso que ela é e sempre vai ser. -DEIXA ELE ENTRAR PRA ELE VER!-. Foi a frase que me tirou do estado de prazer que eu tava enquanto batia uma ouvindo tudo, e não saiu da boca de nenhum dos meus tios, foi a própria Victoria quem deu a ordem entre gemidos. Entrei rápido, não quis perder a oportunidade, e lá estava ela: como sempre sonhei, de quatro enquanto Enrique metia o pau no cu dela e ela, habilidosa, com cada uma das mãos enfiava alternadamente na boquinha linda dela os outros dois paus pra dar prazer a todos os irmãos. -Chega aqui!- Ela ordenou entre Gemidos. Obedeci.
—Bate uma punheta, pode me tocar se quiser, eu sei que você quer, você passa o dia olhando pra minha bunda e roubando minhas calcinhas, aproveita. —
Comecei a me masturbar de um jeito delicioso e Enrique acelerou o ritmo das estocadas dele, os gritos da Victoria começaram a me excitar demais e ela, percebendo isso, se colocou perto de mim pra minha porra cair na cara dela. Gozei e eles continuaram com ela, sentei pra observar enquanto terminavam, e o que mais me encantava era vê-la chupar e receber o pau ainda com meu gozo cobrindo o rosto todo dela. Essa foi a primeira experiência sexual em grupo que tive, não precisei penetrá-la e mesmo assim a sensação foi magnífica. No dia seguinte a história se repetiu, mas dessa vez Victoria colocou a bunda toda empinada na minha frente pra minha porra cair direto no cu dela. Posso garantir que foi o melhor fim de semana da minha vida, de longe.
Assim continuamos por cerca de um ano — nem todo fim de semana eu tinha chance de ir, mas durante a semana eu, um garoto que já tava quase fazendo 16 anos, comecei a ter um pouco mais de "ação" com a Victoria, por assim dizer: ela começou a me deixar tocar nela e me masturbar na frente dela, até me deu uns beijinhos no pau, mas sem chegar a fazer um boquete de verdade. Às vezes, quando a putinha tava mais a fim, me deixava gozar na boca dela, e isso me deixava louco, porque ela me deixava espremer até a última gota de porra na língua dela, e eu aproveitava pra tentar enfiar meu pau nela. Às vezes ela ria, às vezes ficava "brava", mas eu tava nem aí. Foi uma época muito gostosa naqueles dias.
Aqui começa o resto do que é hoje a delícia de aproveitar a Victoria. No dia do meu aniversário de 16 anos, como de costume, acordei cedo pra ir pro colégio. Lembro que minha mãe saiu pras aulas de yoga dela usando umas leggings deliciosas que destacavam a bunda dela de um jeito fenomenal. Foi a primeira vez que olhei pra bunda dela de uma de um jeito doentio, mas eu ignorei; já que eu tava muito feliz com os benefícios que minha tia Vitória me dava naquela época. No caminho pro colégio, eu ia pensando que não queria ir mesmo e no meio do caminho voltei e decidi parar num McDonald's pra tomar café da manhã e matar um tempo, pensei "se eu voltar agora pra casa, a Vicky vai estar sozinha e eu posso pedir meu presente de aniversário" e sem hesitar, fui cumprir meu objetivo. Chegando em casa, me certifiquei de que não tinha ninguém e subi pro quarto da Vicky pra pedir uma ação, quanto mais eu me aproximava do quarto, mais começava a ouvir uns gemidos e pensei "tô com sorte, a puta tá se dedando, é minha chance de pedir pra ela transar comigo" abri a porta do quarto devagar e em silêncio, tentando surpreendê-la, e fiquei paralisado: lá estava a Vitória pulando intensamente e quicando as carnes deliciosas dela no pau do meu pai. – Sua puta mãe! – Gritou meu pai ao me ver parado na porta do quarto. A Vitória se apressou pra se cobrir, tentando disfarçar o que já era óbvio, e ali se esclareceram muitas dúvidas que eu tinha desde pequeno, por isso minha mãe odiava minha tia, sabia que a qualquer momento ela podia roubar o homem dela. – O que cê tá fazendo aqui? Devia tar na porra da escola, filho. – Por favor, não vai contar nada. – Me escuta, não vai contar nada pra sua mãe. – Eram as frases que saíam da boca do meu pai, enquanto a Vitória, já mais calma, entendeu o que tinha que fazer pra se livrar do problema em que estavam metidos. – Sai. – Ela ordenou pro meu pai – Deixa a gente só, ele não vai contar nada. – Meu pai entendeu e obedeceu, fiquei sozinho com ela e imediatamente a Vitória assumiu a posição que eu mais amava: de quatro, como a puta que era. Me aproximei dela, mas não fui pro cu dela, peguei o cabelo dela com força e enfiei o pau na boca dela, comecei a foder a boca dela enquanto repetia. – Você é uma puta, e merece isso, puta. enquanto meu pau saía e entrava até o fundo da boca dela sem deixar ela respirar direito. Virei ela com força e apontei meu pau direto pro cu dela e meti com tanta força que ela só conseguia gemer de dor enquanto se agarrava nos lençóis pra amenizar a ardência que devia sentir por causa da loucura das minhas estocadas, fiquei assim uns minutos até explodir dentro dela, tirei meu pau do cu dela e falei. —Chupa meu pau, puta.— Tava há meses querendo falar desse jeito com ela e ela não me decepcionou, até curtiu, fez tudo que eu pedi naquela tarde. —De hoje em diante você vai me dar essa bunda quando eu quiser.— A Vicky disse que era um trato e assim saí daquele quarto me sentindo o tal, e com a satisfação de finalmente ter aquela bunda que tanto sonhava. Ainda tenho muitas histórias com ela pra contar, até agora continuo felizão de comer ela quando eu quero, compartilho essas fotos dela com vocês, aos 31 anos é assim que ela tá atualmente.




CONTINUA...
— Que não! — respondeu brincando enquanto dava um tapa no Luis pra ele soltar ela.
— Vamos, Betty, eu sei que você também quer — disse Enrique enquanto passava a mão na bunda da minha mãe por trás e se aproximava pra dar uma mordida na orelha dela.
— Que isso, seus tarados do caralho, já tão levando uma puta, pra que querem mais? — falou Betty rindo, sem resistir aos carinhos.
E de repente, pra surpresa de todo mundo, finalmente apareceu a Victoria. Ela tava mais puta que o normal, naquele fim de semana dava pra ver que tava morrendo de vontade de ser comida de um jeito obsceno.
— Deixem essa puta sonsa quieta, ela não quer ir, qual é o problema de vocês? Não aguentam só comigo? Hoje me vesti do jeito que vocês gostam — exclamou minha tia Vicky ao ver que a irmã, com quem sempre brigava, tava roubando a atenção dos três irmãos dela.
Meus tios ficaram pasados ao ver a Victoria. Ela tava uma delícia com a roupa que usava naquele dia, e eles se jogaram nela, passando as mãos de um jeito quase selvagem, como se não vissem uma mulher há anos. Quase aos empurrões, levaram ela pro carro onde tinham chegado, e assim, mais uma vez, foram aproveitar aqueles fins de semana gostosos que passavam direto.
Eu, por minha vez, corri na hora pro quarto da Victoria procurar nas gavetas dela um bom par de calcinhas fio dental e cortininhas que me ajudavam a bater uma pensando em todas as coisas que meus três tios iam fazer com ela naquele fim de semana. Minhas gozadas eram deliciosas, semana após semana, vendo como eles levavam ela desesperados pra meter nela uma vez atrás da outra em todos os buracos do corpo dela, e eu só podia esperar até domingo pra ver em que estado a Victoria ia voltar.
Chegou o domingo e, pra minha surpresa, meus pais estavam de bom humor e resolveram sair pra passear com minha irmã Fátima. Eu não quis ir porque tava com muita vontade de bater uma, então decidi ficar em casa. Além disso, quem vai receber minha tia Vicky? — respondi. E foi assim que eles partiram e Fiquei sozinho em casa esperando meus tios. Lá pelas 8:15 eles chegaram e pelo interfone me pediram pra abrir o portão porque a Vicky não conseguia andar e tavam quase carregando ela. Quando vi, fiquei excitado pra caralho — ela tava com a mesma roupa que usou pra sair, mas toda bagunçada, parecia que tinham acabado de abusar dela. Meus tios me ajudaram a levar ela pro quarto e falaram: "Você já sabe o que fazer." Fiquei paralisado, pensei que tavam insinuando que eu fizesse algo com ela e minha cara me entregou. — Seu filho da puta tarado — meu tio Enrique falou — Tô falando pra você dar um banho nela e botar ela na cama. — Respondi que sim, meio envergonhado, e acompanhei eles até a porta, mas meu tio não conseguiu tirar minha reação da cabeça. — Sua tia é uma gostosa, né? Fala na confiança, não vou ficar puto. — Sim... — falei gaguejando. Ele sorriu e disse: — Olha, agora a puta da sua tia não sente nada, não lembra de porra nenhuma — se meteu com coisa que não devia. Então se diverte um pouco, você sabe do que tô falando, já tá grandinho. Fim de semana que vem me conta como foi. — Falou enquanto batia no meu ombro e piscava o olho. Ele atravessou a porta e eu saí correndo praquele quarto onde sempre gostava de ficar. Cheguei e vi ela lá, totalmente apagada. Meu pau começou a escorrer quando vi o vestido dela levantado de um lado, mostrando uma calcinha de renda preta com a qual eu já tinha me masturbado tantas vezes. Me aproximei dela e comecei a tremer igual um desgraçado, senti a mesma coisa que uma pessoa sente quando vai transar pela primeira vez e não sabe de nada. Cheguei perto e com o dedo indicador toquei a bochecha dela de leve pra ver se ela não percebia nada. Não teve reação, só um suspiro. Minha mão direita ganhou vida própria e foi direto pro peito esquerdo da Vicky — ela não tava de sutiã, e mesmo assim os peitos dela estavam firmes e empinados. Toquei no biquinho lindo dela e ali começou minha aventura. Tirei meu pau do short e encostei ele O rosto dela, me senti no paraíso, comecei a massagear os dois peitos dela e ela só soltava uns gemidos, meu pau estava a poucos centímetros da boca dela e com o movimento da minha mão meu pau roçava os lábios dela de um jeito delicioso, isso fez com que minha inexperiência no sexo me levasse a gozar, jatos de porra aterrissaram no rosto da Vicky e enquanto uns escorriam pelas bochechas dela, outras gotas escapavam pelo canto dos lábios até chegar na língua dela, isso fez meu membro ficar duro de novo, enfiei meus braços entre as costas da Vicky e o colchão para empurrá-la com força e deixá-la de bruços. A manobra não poderia ter dado mais certo, o corpo dela ficou de um jeito que a bunda formava uma elevação deliciosa e o vestido só cobria a metade das nádegas gostosas dela, que se destacavam firmes como uma montanha por estar de bruços à minha mercê. Virei para olhar o relógio, ainda tinha tempo de sobra e ia aproveitar, nesse ponto eu já estava dominado pela luxúria, tirei o vestido dela e amei ver que ela estava cheia daquelas marcas que tanto me excitavam, as nádegas, costas, pescoço e nuca estavam cheias delas, além disso, as nádegas estavam com um tom mais vermelho que o resto da pele, como se tivessem dado palmadas nela o fim de semana inteiro, não queria esquecer esse momento nunca e fui correndo pegar minha câmera digital para tirar uma foto dela.
Notei que ela também tinha marcas de mordida nas nádegas e logo me apressei pra deixar minha marca também. Dei uma mordida na bunda direita dela, acompanhada de um beijo que virou uma lambida de cu. Comecei a lamber à vontade aquelas nádegas e, com os dentes, tirei a calcinha fio dental que ela tava usando — uma das tantas fantasias que eu já tinha tido antes. Quando consegui tirar a peça, comecei a lamber de novo, à vontade, aquele par delicioso de nádegas, como se fosse um sorvete que eu tava aproveitando pra caralho. Victoria só se mexia de vez em quando, acho que sentia o que tavam fazendo com ela, mas não sabia quem era, nem conseguia resistir. Fiquei assim uns minutos e decidi realizar outra das minhas fantasias. Com a bunda tão carnuda e enorme, sempre sonhei em me masturbar com as nádegas dela. Não sei se me expliquei direito: meu sonho era colocar meu pau entre aquelas duas nádegas carnudas e fazer uma punheta com os dois glúteos, no estilo mais puro de uma masturbação russa. Do jeito que dava, levantei um pouco mais a bunda dela e posei meu pau no meio daquele par delicioso de nádegas carnudas. Com uma mão, peguei o glúteo direito; com a outra, o esquerdo, até que os dois abraçaram meu pau e o fizeram desaparecer. Assim começou o vai e vem das "estocadas", até que eu explodi de novo e meu gozo encheu toda a área das nádegas dela. Fiquei exausto, mas meu tesão era tão grande que decidi realizar minha última fantasia. Levantei da cama e fui até o rostinho lindo dela, que ainda tava cheio do gozo que eu tinha jorrado quando comecei a façanha. Apertei um pouco as bochechas dela e, com um pouco de resistência, meu pau foi abrindo espaço na boca dela. Senti um prazer inimaginável — era meu primeiro boquete, por assim dizer — mas o clímax chegou quando, acho que por instinto, Victoria começou inconscientemente a chupar meu pau como se fosse uma mamadeira. Um arrepio percorreu da sola dos meus pés até a medula espinhal e, num ato de tesão total, segurei ela pela nuca. Enfiei meu pau até o fundo, a ponto de sentir minha cabeça tocar a campainha dela, e enchi a garganta dela com uma quantidade inimaginável de porra, aí ela começou a engasgar porque não conseguia respirar, e isso me assustou. Tirei meu pau da boca dela, e ela deu um suspiro fundo enquanto abria os olhos, o que me deixou paralisado, mas ela não ligou, só virou de lado e continuou dormindo. Felizmente, ela ainda tava totalmente apagada por causa do abuso de drogas do fim de semana. Saí devagar do quarto e fui pro meu, me joguei na cama, maravilhado com todas as sensações que tinha acabado de sentir, e quando menos esperava, apaguei de sono. Acordei no dia seguinte com uma ereção enorme, que acalmei batendo uma pra foto que tinha tirado da minha tia, lembrando de tudo que tinha feito com ela na noite anterior. Tomei um banho e, meio na dúvida, fui pra cozinha comer algo, mas tava com medo de trombar com minha tia, com receio de que ela tivesse percebido tudo que fiz. Mas pensei bem e não... ela não ia acreditar que eu era capaz de fazer essas coisas; pra ela, eu ainda era um moleque punheteiro que se animava quando via ela se abaixando pra fazer os serviços de casa, mas ela tava muito enganada. Então saí do quarto e lá na cozinha vi ela. Hesitei em cumprimentar, mas quando ela me viu, só sorriu e me saudou como se nada tivesse acontecido. — Valeu por me carregar até a cama ontem à noite, Carlos, não lembro nem como cheguei. — De nada, tia. — Respondi, já mais relaxado. — Ia te colocar no banho, mas você tava muito ruim e preferi não. — Ah, não me chama de tia! Me faz sentir velha. Sério que não me colocou no banho? — Não, tia. — Agora entendi por que acordei assim — ela murmurou. — Como é? — Perguntei. — Nada, não — ela respondeu. Chegou perto de mim e falou no meu ouvido: — Poxa, que bobo, podia ter me dado um banho, era sua chance de me ver pelada e você não aproveitou — comentou enquanto mostrava a língua, soltou uma risadinha e piscou pra mim. olho. Ela saiu da cozinha e eu fiquei sozinho, tomando café da manhã satisfeito e tranquilo, pronto pra ir pra escola sabendo que minha tia não tinha percebido nada do que tinha rolado. Os dias passavam normal, a semana toda eu fui pra escola e quando voltava ficava com minha tia no quarto dela. Ela começou a perceber que eu olhava pra ela de um jeito diferente e começou a ficar mais brincalhona, digamos assim, no jeito de falar comigo ou de se mexer no quarto. Acho que ela gostava que eu olhasse pra ela com desejo, e isso começou a me excitar pra caralho. Chegou sexta-feira, fui pra escola e o dia inteiro fiquei ansioso pensando que roupa a Victoria ia usar naquele dia. Não consegui pensar em mais nada. Quando voltei, entrei correndo em casa direto pro quarto da minha tia, na esperança de ver aquela bunda mais uma vez antes dos meus tios virem buscá-la. Pra minha sorte, ela estava lá deitada e quando me viu entrar, disse: — Que bom que você chegou, preciso da sua ajuda com uma coisa. — Claro! O que foi? — Fecha a porta pra sua mãe não ouvir. Fechei a porta devagar e me preparei pra ouvir a Vicky. — Quero que me ajude a escolher o que vou vestir hoje pra passar o fim de semana com seus tios. — Ela falou num tom meio sexy. — Não sei se você me entende, mas eles gostam que eu me vista bonita pra eles. Me ajuda? Fiquei louco de excitação na hora, não consigo descrever o que senti, só consegui balançar a cabeça que sim. — Vou experimentar umas coisas e você me diz qual você gosta mais, ok? — Mais uma vez balancei a cabeça, completamente mudo, e ela só disse: — Acho que você vai gostar disso. Além do mais, você merece por ser tão bom comigo. Ela começou a experimentar primeiro peças de lingerie e aos poucos o clima foi ficando mais quente. Pegou uma tanga preta que sumiu no meio daquele par de nádegas gostoso e por cima vestiu uma saia curta da mesma cor. — Você gosta de como fica essa conjunto? - Comecei a passar a mão no meu pau por cima da calça e ela começou a se virar devagar. - Esse é o vencedor, dá pra sentir que você adorou, Dany - Ela disse enquanto acariciava meu pau por cima da calça. - Rápido, vai buscar seu camarada pra tirar uma foto minha, mas só uma, hein! - Saí correndo e quando voltei, a Vicky estava de costas, e tirei a foto como ela tinha mandado.
-Vai pro teu quarto e faz comigo o que quiser enquanto olha a fotografia- Com essa frase simples, me fez gozar horrores. Fui pro meu quarto e, com a fotografia, me masturbei de um jeito tão violento que meu pau ficou meio rosado. Voltei pra Victoria e, ao entrar, ela me recebeu com um sorriso. -E aí? Gostoso?- perguntou. -Demais- respondi. -Que bom, eu também vou passar um fim de semana delicioso.- Ela mandou eu ir embora pra continuar se preparando, e eu saí do quarto dela com um sorriso enorme no rosto. Horas depois, vieram buscá-la, e meu tio Enrique me chamou pra conversar um pouco. -Como foi?- -Delicioso, tio, valeu- -O que você fez? Conta com confiança- Comecei a contar tudo o que tinha feito, e ele ficou maravilhado, o sobrinho dele era um verdadeiro garanhão como ele. Sem perceber, tinha feito tudo certo. -Você foi esperto em não meter o pau na boceta, podia ter dado problema no futuro, mas por que não enfiou no cu?- foram as palavras dele. Não soube o que responder. -Enfim, talvez depois você consiga, sua tia é super putinha.- Aqui começa a melhor parte da história, na minha opinião. Quando estavam quase indo embora, meu tio voltou pra porta e disse. -Quer ir?- Olhei pros meus pais, confuso, sem saber o que fazer. Obviamente queria ir pra ver o que rolava nesses passeios, mas nem fodendo iam me deixar ir sendo tão menor. -Nem louca- minha mãe respondeu. -Deixa ele ir.- meu pai respondeu. E naquela casa, naquela época, se fazia o que meu pai mandava e ponto. -Não quero que ele beba álcool, nem que faça nada que ele não queira.- minha mãe respondeu, resignada. Foi assim que entrei naquele carro com meus três tíos doentes por sexo e minha tia, que era a putinha complacente deles. Desde o momento em que saímos da garagem de casa, meus tios se apressaram pra apalpar Victoria e falar o quanto ela tava gostosa com aquela roupa que ela tava usando. -Foi o Danny quem escolheu- Agradeçam a ele- -Já se acalmem um pouco porque vamos assustar.- -Ele sabe bem o que a gente veio fazer aqui, já tá na idade de entender.- Completaram meus tios. E quando chegamos na casa dos meus avós falecidos, tudo ficou ainda mais quente, já dentro de casa e com as portas trancadas. Tudo virou carícias obscenas dos meus tios na Victoria. -Você só vai olhar, não vai fazer nada.- Me disse meu tio Enrique e, claro, eu tava morrendo de felicidade. Roberto agarrou Vicky pelas nádegas e colou ela na parede enquanto ela abria as pernas pra abraçar ele com elas, Luis se aproximou por um lado e começou a lamber do pescoço até a orelha esquerda da minha tia e meu pau subiu igual bandeira num instante. -Te falei que ela era uma puta.- Me disse meu tio Enrique enquanto abria uma cerveja e me oferecia, aceitei e comecei a beber. -Daqui a pouco a gente volta, você pode chegar na porta e ouvir, mas não entra.- Os quatro entraram no quarto principal e minutos depois começou a se ouvir um show de gemidos gostosos femininos e meus tios berrando feito touros montando uma mulher. Cheguei mais perto pra ouvir melhor e dava pra distinguir palmadas, tapas, chibatadas e o som dos colhões dos meus tios batendo na bunda deliciosa da Vicky, além disso bombardeavam ela com palavras de baixo calão humilhando ela e claro que ela merecia, merecia ser chamada de boneca engole-pau, puta, puta, rabuda, porque é isso que ela é e sempre vai ser. -DEIXA ELE ENTRAR PRA ELE VER!-. Foi a frase que me tirou do estado de prazer que eu tava enquanto batia uma ouvindo tudo, e não saiu da boca de nenhum dos meus tios, foi a própria Victoria quem deu a ordem entre gemidos. Entrei rápido, não quis perder a oportunidade, e lá estava ela: como sempre sonhei, de quatro enquanto Enrique metia o pau no cu dela e ela, habilidosa, com cada uma das mãos enfiava alternadamente na boquinha linda dela os outros dois paus pra dar prazer a todos os irmãos. -Chega aqui!- Ela ordenou entre Gemidos. Obedeci. —Bate uma punheta, pode me tocar se quiser, eu sei que você quer, você passa o dia olhando pra minha bunda e roubando minhas calcinhas, aproveita. —
Comecei a me masturbar de um jeito delicioso e Enrique acelerou o ritmo das estocadas dele, os gritos da Victoria começaram a me excitar demais e ela, percebendo isso, se colocou perto de mim pra minha porra cair na cara dela. Gozei e eles continuaram com ela, sentei pra observar enquanto terminavam, e o que mais me encantava era vê-la chupar e receber o pau ainda com meu gozo cobrindo o rosto todo dela. Essa foi a primeira experiência sexual em grupo que tive, não precisei penetrá-la e mesmo assim a sensação foi magnífica. No dia seguinte a história se repetiu, mas dessa vez Victoria colocou a bunda toda empinada na minha frente pra minha porra cair direto no cu dela. Posso garantir que foi o melhor fim de semana da minha vida, de longe.
Assim continuamos por cerca de um ano — nem todo fim de semana eu tinha chance de ir, mas durante a semana eu, um garoto que já tava quase fazendo 16 anos, comecei a ter um pouco mais de "ação" com a Victoria, por assim dizer: ela começou a me deixar tocar nela e me masturbar na frente dela, até me deu uns beijinhos no pau, mas sem chegar a fazer um boquete de verdade. Às vezes, quando a putinha tava mais a fim, me deixava gozar na boca dela, e isso me deixava louco, porque ela me deixava espremer até a última gota de porra na língua dela, e eu aproveitava pra tentar enfiar meu pau nela. Às vezes ela ria, às vezes ficava "brava", mas eu tava nem aí. Foi uma época muito gostosa naqueles dias.
Aqui começa o resto do que é hoje a delícia de aproveitar a Victoria. No dia do meu aniversário de 16 anos, como de costume, acordei cedo pra ir pro colégio. Lembro que minha mãe saiu pras aulas de yoga dela usando umas leggings deliciosas que destacavam a bunda dela de um jeito fenomenal. Foi a primeira vez que olhei pra bunda dela de uma de um jeito doentio, mas eu ignorei; já que eu tava muito feliz com os benefícios que minha tia Vitória me dava naquela época. No caminho pro colégio, eu ia pensando que não queria ir mesmo e no meio do caminho voltei e decidi parar num McDonald's pra tomar café da manhã e matar um tempo, pensei "se eu voltar agora pra casa, a Vicky vai estar sozinha e eu posso pedir meu presente de aniversário" e sem hesitar, fui cumprir meu objetivo. Chegando em casa, me certifiquei de que não tinha ninguém e subi pro quarto da Vicky pra pedir uma ação, quanto mais eu me aproximava do quarto, mais começava a ouvir uns gemidos e pensei "tô com sorte, a puta tá se dedando, é minha chance de pedir pra ela transar comigo" abri a porta do quarto devagar e em silêncio, tentando surpreendê-la, e fiquei paralisado: lá estava a Vitória pulando intensamente e quicando as carnes deliciosas dela no pau do meu pai. – Sua puta mãe! – Gritou meu pai ao me ver parado na porta do quarto. A Vitória se apressou pra se cobrir, tentando disfarçar o que já era óbvio, e ali se esclareceram muitas dúvidas que eu tinha desde pequeno, por isso minha mãe odiava minha tia, sabia que a qualquer momento ela podia roubar o homem dela. – O que cê tá fazendo aqui? Devia tar na porra da escola, filho. – Por favor, não vai contar nada. – Me escuta, não vai contar nada pra sua mãe. – Eram as frases que saíam da boca do meu pai, enquanto a Vitória, já mais calma, entendeu o que tinha que fazer pra se livrar do problema em que estavam metidos. – Sai. – Ela ordenou pro meu pai – Deixa a gente só, ele não vai contar nada. – Meu pai entendeu e obedeceu, fiquei sozinho com ela e imediatamente a Vitória assumiu a posição que eu mais amava: de quatro, como a puta que era. Me aproximei dela, mas não fui pro cu dela, peguei o cabelo dela com força e enfiei o pau na boca dela, comecei a foder a boca dela enquanto repetia. – Você é uma puta, e merece isso, puta. enquanto meu pau saía e entrava até o fundo da boca dela sem deixar ela respirar direito. Virei ela com força e apontei meu pau direto pro cu dela e meti com tanta força que ela só conseguia gemer de dor enquanto se agarrava nos lençóis pra amenizar a ardência que devia sentir por causa da loucura das minhas estocadas, fiquei assim uns minutos até explodir dentro dela, tirei meu pau do cu dela e falei. —Chupa meu pau, puta.— Tava há meses querendo falar desse jeito com ela e ela não me decepcionou, até curtiu, fez tudo que eu pedi naquela tarde. —De hoje em diante você vai me dar essa bunda quando eu quiser.— A Vicky disse que era um trato e assim saí daquele quarto me sentindo o tal, e com a satisfação de finalmente ter aquela bunda que tanto sonhava. Ainda tenho muitas histórias com ela pra contar, até agora continuo felizão de comer ela quando eu quero, compartilho essas fotos dela com vocês, aos 31 anos é assim que ela tá atualmente.





CONTINUA...
11 comentários - Minha tia Victoria.