Recien casada necesitada....

Meu marido, Alejandro, é advogado e trabalha num escritório grande, mas como ainda tá há pouco tempo lá, as condições não são lá essas coisas, ou seja, jornadas exaustivas e salário meia-boca.
Dá pra dizer que minha vida é feliz, embora sinta falta do meu marido, porque as jornadas dele são intermináveis, então só vejo ele no café da manhã e no jantar, e como ele chega em casa morto, nossa vida sexual fica só nos fins de semana. Isso sim, sábados e domingos a gente compensa tudo que perdeu durante a semana, já teve dia de ficar a manhã inteira entregues um ao outro, em verdadeiras maratonas de sexo e amor, mas o resto da semana eu fico bem entediada, porque além do tempo que tomo café com ele, o resto se resume a limpar a casa, fazer compras, preparar alguma comida e ver TV, até a noite quando Alejandro chega.
Não sei por quê, se por causa do calorão que faz em Buenos Aires nesse verão ou pela falta da companhia dele e de sexo, mas ultimamente ando num tesão danado, e assim que meu marido sai pro trabalho, a primeira coisa que faço é tirar a camisola e andar pelada pela casa. Adoro fazer os serviços domésticos nua, porque além de ficar mais fresca, me dá muito tesão, ainda mais se penso que algum vizinho pode me ver pelas janelas. Isso sim, quando saio na rua vou bem discreta e toda bonitinha arrumada, porque sempre gostei de me arrumar e cuidar dos detalhes e acessórios, e além disso no bairro já comecei a ter vizinhas conhecidas, com quem às vezes tomo café, e procuro não dar motivo pra fofoca em nenhum sentido.
Na sexta-feira da semana passada, eu tava meio excitada, porque o fim de semana já tava chegando, e queria dedicar ele inteiro a aproveitar com Alejandro o que não dava durante a semana e que eu tinha acumulado, então depois de dar uma arrumada na casa e me arrumar toda bonitinha, desci pro supermercado pra estocar comida e bebida pros próximos dias, e pra comprar Algumas guloseimas especiais pro fim de semana.
Comprei tanto que, quando cheguei no caixa, percebi que não dava conta de todas as sacolas, acho que eram umas sete ou oito, e ainda tinha várias garrafas de vinho que pesam pra caramba, então não sabia como me virar pra levar tudo pra casa. Porque, mesmo morando a duas quadras do supermercado, era peso demais pra mim. Manolo, o dono do super, me viu tão apertada que mandou um funcionário deles me ajudar a subir as compras. Não é algo que eles costumem fazer, mas eu era uma boa cliente da loja e sempre tratava todo mundo com educação, coisa que não é comum com as madames.

Então, entre o Victor, o funcionário, que pegou a maior parte das sacolas e as mais pesadas, e eu, subimos as compras pra casa numa viagem só.

Quando entrei em casa, passei na frente pra mostrar o caminho, e ao chegar na cozinha, o tapete estava todo desarrumado e atravessado no chão. Parei de repente pra me abaixar, ajeitar ele e poder passar. Quando fiz isso, o rapaz que vinha atrás com os dois braços cheios de sacolas não percebeu a manobra e, sem querer, tropeçou em mim. Preciso deixar claro que, como eu estava abaixada, o que realmente esbarrou foram os genitais dele na minha bunda.

Ele ficou super nervoso pela cagada, e também pelas conotações do esbarrão, todo vermelho de vergonha, não parava de me pedir desculpa:
— Perdoa, senhora, perdoa. Tava distraído e não vi.
— Relaxa, não foi nada. Sério, não tem importância.

A verdade é que o moleque parecia bem sem graça, então não dei importância pra ele não ficar constrangido.

Acompanhei ele até a porta, abri, e antes de me despedir, dei cinquenta pesos de gorjeta. Ele não quis aceitar, mas insisti:
— Pega, pra você pagar um café pra um amigo, ou pra sua namorada.
— Muito obrigado, senhora, mas não tenho namorada, e a senhora não precisa me dar nada.
— Insisto, Victor, pega, porque você me fez um favorzão me ajudando com as sacolas.
Enquanto isso acontecia, notei que o olhar dele não se desviava de mim, e embora estivesse muito sério pelo ocorrido, havia algo de especial naquele jeito de olhar, porque por um lado parecia querer pedir desculpas, e por outro, intimidava.
Tenho que dizer que o cara era bonito de se ver, pois era alto, tipo um metro e noventa, magro, cabelo bem preto, pele morena, um pouco de traços ciganos, e com um olhar muito intenso. É de se imaginar que não faltariam mulheres na vida curta dele.
O resto do dia passou sem graça nem glória, terminei de guardar as compras, comi uma salada, vi um bom tempo uma série na TV, e depois comecei a preparar um jantar especial para aquela noite.
O fim de semana não foi nem de longe como eu esperava, porque o Alejandro, além de vir muito cansado, veio de mau humor pra caralho, pois acontece que ele tinha perdido no tribunal um caso que estava cuidando de um cliente, e embora não tenha me confessado, é de se imaginar que no escritório devem ter dado uma bela bronca nele. Não passamos mal, mas também não foi nada demais, porque o Alejandro não estava pra celebrações, e embora eu percebesse que ele queria evitar me passar os problemas dele, também notava que ele estava ausente.
Na segunda, depois de tomar café da manhã e me despedir do meu marido, como estava um calor infernal, apesar de ser cedo, decidi passar o dia na piscina, para me refrescar e pegar sol pra manter meu bronzeado.
Costumo ir a uma piscina de um clube privado que aceita gente que não é sócia, mediante pagamento, mas que é muito boa, pois é bem tranquila, ainda mais num dia de semana, e além disso o pessoal é bem normal e educado. Além do mais, a maioria das minas e senhoras tomam sol de topless, e muitas de fio dental, como eu e meu marido gostamos, que adora me ver com as tetinhas e a bunda morenas e sem marcas de sol.
Fiquei o dia inteiro na piscina, tomando sol e me banhando de vez em quando pra me refrescar do calorão que fazia, e pra as delícias de alguns olheiros que não tiravam os olhos de mim toda vez que eu levantava da espreguiçadeira e entrava na água, e depois quando voltava. A verdade é que não os culpo, porque aos meus vinte e oito anos tenho um corpo bonito, com uns peitinhos não muito grandes, mas bem colocados, uma boa bunda, e se juntarmos isso a um pequeno fio dental amarelo, o coquetel devia ser bem apetitoso.
Pra falar a verdade, me lisonjeava me sentir olhada e desejada, mas como não queria dar chance pra nada, evitava cruzar o olhar com ninguém, me mantendo distante, embora tenha que admitir que gostava de tê-los na minha cola, e de vez em quando, especialmente quando me levantava pra ir à piscina, ou ao voltar pra espreguiçadeira, fazia isso com poses um pouco sensuais, abrindo bem as pernas, ou colocando a bunda um pouco empinada.
Assim passei o dia, tomando sol, me banhando, e brincando de excitar meus admiradores anônimos, até que chegou a hora de voltar pra casa.
Já em casa, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho refrescante, depois peguei um refrigerante, e fiquei vendo TV, completamente pelada, até meu marido chegar. Ia recebê-lo assim, nua e toda pra ele.
A verdade é que não prestei atenção em nada do que passava na TV, porque por alguma razão estranha eu tava meio excitada, e na minha cabeça vinham cenas como flashes da piscina, da sensação de ser olhada e desejada pelos homens, de andar entre as pessoas praticamente nua, só com um fio dental bem pequeno, dos movimentos de pernas e bunda que eu dava de presente pros meus admiradores, e do Victor, o funcionário da loja. Lembrei do Victor e da cara que ele fez quando esbarrou na minha bunda, e do olhar que me deu quando se despediu.
Nesses pensamentos minha cabeça tava, quando percebi que, sem ter consciência disso, eu tava me acariciando levemente. Me surpreendi comigo mesma, porque não é algo que eu costumo fazer, e comecei a pensar em outras coisas, entre elas preparar um jantar gostoso pro Alejandro, acompanhado de um vinho fresquinho, e esperar que depois ele me dedicasse um pouco de love.
Alejandro chegou tarde e com um humor insuportável, tanto que mal jantou, e estava totalmente ausente. Ele me disse que tinha tido um dia fodido, porque ainda tava naquela do caso perdido, e que me desculpasse, mas ia pra cama. Então, de novo, fiquei na vontade.

Fiquei um tempão vendo TV, e depois me deitei em silêncio, deixando a imaginação voar.

No dia seguinte, depois de tomar café e ele sair, fiquei de novo pensando e remoendo na cabeça. Não aguentava mais essa situação, porque eu passava o dia inteiro sozinha e entediada em casa, e o pouco tempo que tinha pra compartilhar com meu marido, ele nem ligava pra mim. Além disso, tava com tesão e toda excitada, e não tinha ninguém pra apagar o fogo que queimava dentro de mim, e a vontade de homem que me corroía. E com esses pensamentos, lembrei de novo do gato do supermercado, e comecei a pensar no corpo alto e magro dele, no cabelo preto, na pele morena, nos traços ciganos e no olhar perturbador, e quanto mais pensava nisso, mais molhada eu ficava.

Então fui tomar um banho pra clarear a cabeça, e depois do banho percebi que o pelo da buceta já tinha crescido um pouco, então raspei tudo, deixando lisinha igual boneca. Depois comecei a passar creme pra não coçar, e ao fazer isso e acariciar os lábios, comecei a me excitar de novo, e continuei me tocando, até que a umidade lá dentro começou a escorrer, e sem perceber direito, comecei a enfiar dois dedos, movendo pra frente e pra trás, com movimentos circulares. Ardia por dentro e entendi que o que eu precisava era de um homem de verdade, que saciasse toda a paixão que eu tinha guardada.

Me vesti, como sempre toda gostosa, passei um perfume leve, e saí pra rua, até uma cafeteria pra tomar um café e Esvaziar minha mente.
Quando voltava de tomar meu café, e já estava quase passando na frente do supermercado, comecei de novo a pensar no funcionário, e no quanto eu precisava de um homem, então, sem pensar duas vezes, entrei na loja para comprar alguma coisa, embora logo entendesse que, se quisesse que o garoto levasse minhas compras para casa, tinha que ser uma compra grande. Por isso, comecei a encher o carrinho de refrigerantes e cervejas, porque pesavam muito e, mesmo que eu não precisasse deles naquele momento, nunca era demais tê-los.

Cheguei ao caixa com o carrinho cheio e, depois de colocar tudo em várias sacolas e pagar, perguntei ao Manolo, o dono, se eles podiam levar minhas compras para casa, já que eu não aguentava aquele peso todo. Ele disse para eu não me preocupar, que o garoto não estava no momento, mas que ao longo da manhã levariam para mim.

Assim que saí da loja, comecei a pensar e imaginar o que fazer quando o funcionário chegasse, que roupa vestir, que atitude tomar, se eu teria coragem de tomar a iniciativa ou esperar que ele fizesse isso, como ele reagiria se eu tomasse a iniciativa, etc. Eu estava mergulhada em um mar de dúvidas e, por outro lado, pensava que, embora o Alejandro não estivesse me dando muita atenção ultimamente, eu também não deveria traí-lo com outro homem, ainda mais com apenas dois meses de casados.

Já em casa, me deitei no sofá e acendi um cigarro, tentando colocar calma e ordem nos meus pensamentos, mas minha cabeça estava totalmente descontrolada. Então, decidi tomar outro banho para me refrescar e clarear as ideias. Depois, vesti uma camiseta branca larga e uma minissaia jeans bem curtinha que comprei na praia e que em Madrid eu não me atrevia a usar, porque era um pouco exagerada, e saí para a varanda esperar que trouxessem minhas compras.

Passou um bom tempo, acho que já eram umas duas da tarde, e quando eu já estava mais calma, de repente a campainha tocou. Me deu a mesma sensação de quando soa o alarme de incêndio. Meu coração começou a bater descontrolado, me pus Nervosíssima, sem saber o que fazer ou dizer. Corri pra porta feito uma colegial nervosa e, quando abri, lá estava ele, o Victor: alto, moreno, gostoso, vestindo uma jeans, uma camiseta e um tênis, me dando um sorriso de orelha a orelha. Fiquei meio travada, mal consegui dar um "oi" e levei ele até a cozinha pra deixar as sacolas. Mostrei onde largar, mas tava tão nervosa e tensa que mal sabia o que falar.

Tirei da minha bolsa uma nota de cinquenta pra dar de gorjeta, mas ele logo disse que não, que não queria gorjeta. Que a melhor gorjeta que ele podia ganhar era me ver de novo. Fiquei pasma, porque não conseguia imaginar o que ele acabava de me dizer, mas com certeza me senti lisonjeada. Agradeci pelo elogio e fiquei feito uma boba, apoiada num móvel da cozinha, sem saber o que mais dizer. Tava totalmente travada.

Aí ele começou a andar como se fosse sair, e eu, vendo que ele ia embora e sem saber o que falar, a única coisa que me veio na cabeça foi perguntar se ele queria um refrigerante. Ele disse que sim, que tava com muito calor e que adoraria tomar um refri.

Fui até a geladeira, abri a porta e, olhando o que tinha, perguntei qual ele queria: laranja, limão ou Booty. Não tinha terminado de falar quando senti umas mãos me pegando pela cintura e uma boca que se aproximou do meu ouvido sussurrando que o que eu quisesse tava bom. Me arrepiei toda. Senti tipo um choque elétrico percorrendo meu corpo inteiro, me deixando travada de novo.

Fazia muito tempo que não sentia uma sensação igual. Não conseguia abrir a boca e tava num estado de excitação nervosa que me deixava paralisada.

Me virei como quem tenta colocar distância entre nós, mas aí ele se aproximou, passou uma mão no meu pescoço, acariciando e segurando minha cabeça, e bem devagar, como em câmera lenta, foi aproximando a boca da minha. até alcançar meus lábios e me dar um beijo suave. Eu fiquei travada, não sabia o que fazer, se deixar pra lá e criar distância entre mim e ele, ou me jogar e me entregar à paixão.
Victor não me deu escolha nenhuma, porque, cravando o olhar intenso nos meus olhos, foi aproximando de novo bem devagar os lábios dos meus, me dando tempo suficiente pra recuar se eu quisesse, enquanto com a mão acariciava meu pescoço, e aí sim, me deixei beijar, abrindo minha boca colada na dele, brincando com nossas línguas, e nos entregando um ao outro através das nossas bocas, enquanto nossos corpos se abraçavam.
Sentia meus peitos se apertando contra o dele, a mão dele deslizando pelas minhas costas e acariciando primeiro minhas costas, e depois minha bunda por cima da saia, enquanto eu fazia o mesmo, sentindo como ele era durinho, redondinho e bem definido.
Eu tava muito excitada, mas ao mesmo tempo muito nervosa e meio travada, porque nunca tinha estado numa situação parecida com nenhum outro homem que não fosse meu marido, então optei por me deixar levar e deixar que ele tomasse a iniciativa.
Ele continuou acariciando minha bunda, e começou a descer a mão e a levantar minha saia aos poucos, tudo isso sem parar de nos beijar, até que conseguiu acariciar direto minha pele, apertando minhas nádegas com a mão, e bem devagar continuou explorando minha parte de trás, até que chegou na minha bucetinha, e aí percebeu que eu não tava de calcinha. Ele me olhou nos olhos com uma expressão misturada de surpresa gostosa e safadeza, e eu deduzi que aquilo tinha deixado ele ainda mais excitado, se é que era possível.
Ele continuou avançando e começou a acariciar minha xoxotinha, que nessa altura parecia mais uma fonte de tanto melado que saía dela, e que começava a escorrer pelas minhas coxas, até que ele alcançou meu clitóris e começou a acariciar com movimentos circulares.
Eu já tava fora de mim. Não lembrava de ter estado nunca num estado de excitação tão intensa como naquele momento, e enquanto eu deixava acariciar, comecei a desabotoar a calça jeans dele e abaixar o zíper, pra poder acariciar melhor aquele rabo lindo. Que beleza de rabo que ele tinha.
Depois de um tempo me deixando acariciar, e depois de pensar duas vezes, me atrevi a dar o passo que sabia que não teria volta, e enfiando a mão pela cueca dele, consegui acariciar a rola dele, tirando ela do esconderijo pra poder aproveitar ela em todo o esplendor. Era muito linda, e de bom tamanho, tanto de comprimento quanto de grossura, e tava dura como uma barra de aço, então não conseguia resistir a acariciar ela com movimentos pra cima e pra baixo, passando de vez em quando um dedo na cabecinha dela.
Eu não aguentava mais, e me contorcia igual uma cobra, com as pernas bem abertas pra facilitar as carícias dele na minha bucetinha, totalmente ensopada, e prestes a gozar.
Então ele me pegou pela cintura, me levantou e me sentou na bancada da cozinha, com a saia subida até a cintura, feito um cinto, e com toda a minha xota depilada e molhada no ar, ele se abaixou e começou a passar a língua na minha bucetinha, desde o cu até o clitóris, onde ele se demorava fazendo movimentos circulares com a língua, e voltando do clitóris até o cu, saboreando meus sucos, e fazendo com que saísse ainda mais.
Quando eu já tava prestes a gozar, ele se levantou, pegou a rola linda dele e apontou pra minha bucetinha, enfiando bem devagar a ponta da cabecinha, e ficou ali, me olhando intensamente nos olhos, como se buscasse minha aprovação pro que ia rolar. Eu me abracei com as duas mãos no pescoço dele pra não cair, porque tava totalmente entregue, e dos meus olhos saiu um olhar cheio de safadeza e luxúria, que fez ele entender que eu era toda dele, e que podia fazer comigo o que quisesse.
Então, num movimento brusco de quadril, ele empurrou toda a barra de aço dele pra dentro de mim, até enfiar ela inteira, provocando em mim um arrepio interno que me fez me contorcer de luxúria e plenitude, ao mesmo tempo que não consegui segurar um gemido intenso de prazer. Ele começou a me sacudir forte pra frente e pra trás com a vara poderosa dele, fazendo eu ficar tonta e perder as forças e a consciência de tanto prazer que tava me dando, e me deixando levar pela intensidade do momento, me entreguei totalmente a ele até ter o orgasmo mais maravilhoso que já senti…
Eu tava praticamente inconsciente de tão intenso que foi o orgasmo, enquanto ele continuou metendo por mais uns segundos, até eu sentir ele gozar e bombear o leite dele dentro de mim. Fiquei em êxtase e totalmente cheia de homem.
Ficamos abraçados por uns minutos, com o pau dele dentro de mim, com nossos corpos encharcados de suor, com minha buceta escorrendo fluidos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego depois da intensidade dos nossos orgasmos, e trocávamos os melhores beijos.
Quando já tínhamos voltado ao ritmo normal do coração, ficamos nos olhando fixamente um pro outro, e sem falar nada, os dois caímos na gargalhada, que era só o reconhecimento da loucura que a gente tinha acabado de fazer e que tinha sido uma foda maravilhosa.
Continuamos mais um tempo nos beijando e nos acariciando pelo corpo todo, enquanto terminávamos de nos despir, porque na pressa da paixão eu ainda tava com a camiseta, que tava encharcada de suor, e a saia na cintura, e o Victor tava com a camiseta dele, a calça jeans e a cueca no tornozelo, e aí peguei ele pela mão e levei até o chuveiro.
Nós nos ensaboávamos enquanto nos acariciávamos, sentindo nossas mãos deslizando na pele um do outro por causa da água e do sabão. Ele mexia nos meus peitinhos enquanto chupava meus bicos, depois com uma mão acariciava minha bucetinha depilada, enquanto eu ensaboava o pau lindo dele que já começava a dar sinais de vida de novo. A gente se beijava com paixão, sentindo a água escorrer. pelos nossos rostos e pelos nossos corpos, e voltamos a recuperar a paixão depois da pausa.
A visão da pica do Victor ereta de novo, molhada pela água e com um pouco de espuma do sabão, era maravilhosa, e não consegui resistir a ela, então me agachei, peguei ela com minhas mãos, olhei com admiração, como se fosse um deus, e beijei. Primeiro na ponta da cabecinha, passando a língua ao redor, depois enfiando na boca, até quase tocar a campainha, e depois chupando pra frente e pra trás, mamando com uma mistura de admiração, carinho e luxúria.
Sentia que ele estava chegando no limite de novo, e que a qualquer momento ia gozar na minha boca, então, muito a contragosto, abandonei meu tesouro, me levantei, virei de costas e me agachei com uma perna apoiada na borda do banheiro, oferecendo minha bucetinha pra ele me comer por trás.
Ele ficou um tempinho mais me acariciando a bunda e a bucetinha com água e sabão, passando os dedos pelos meus lábios, e acariciando meu clitóris, fazendo eu me excitar de novo, começar a ficar louca, e desejar ser penetrada outra vez.
Então ele, segurando a pica com a mão, começou a passar ela pelos meus lábios, depois pela entrada da minha buceta, e depois pelo buraquinho do meu cu, repetindo a manobra várias vezes, me deixando cada vez mais desesperada pra receber meu tesouro, e de repente senti a ponta da cabecinha entrando no buraco do meu cu, parada naquela posição.
Eu dei um pequeno susto, porque nunca tinham me tocado ali, e sempre achei que era coisa exclusiva de gay. Ele percebeu perfeitamente a situação, e entendeu que eu ainda era virgem de cu, e quis facilitar pra mim, então começou a empurrar devagar um pouquinho, e depois recuava também bem suave, e assim, aos poucos, sem quase doer, com avanços e recuos, conseguiu meter ela toda. tudo. Ele ficou parado por uns instantes, mantendo ela enfiada por completo, como se quisesse que eu me acostumasse a ter ela lá dentro, enquanto eu sentia uma sensação estranha, porque por um lado gostava de me sentir preenchida ali, mas por outro tinha medo do que viria depois.

Ele começou a me sacudir, primeiro bem devagar, mas aos poucos foi aumentando o ritmo e a intensidade, até pegar um ritmo forte, me empurrando com muita força e vigor, batendo o púbis dele nas minhas nádegas, socando minha bucetinha com as bolas dele, e de vez em quando dando uns tapas fortes na minha bunda. Eu tava meio desnorteada, porque por um lado doía um pouco, mas por outro eu me derretia de prazer e me sentia tremer. Aquilo era totalmente novo pra mim, e embora parecesse depravado e safado, a verdade é que eu tava ficando louca de tesão.

Ele continuou me comendo com força por um bom tempo, fazendo eu começar a perder a razão, me sentindo como se estivesse possuída por um demônio safado e lascivo que me levava ao êxtase total. Eu me contorcia de gosto e prazer, minha visão ficava turva, minhas pernas tremiam e perdiam a força, minha barriga se arqueava com contrações, enquanto ele me segurava com um braço na minha cintura e me empurrava com toda a vontade. Até que senti os espasmos do pau dele e o jato de porra dentro de mim, e me afoguei num orgasmo novo e diferente…

Depois de tomar outro banho e nos acalmar, convidei ele pra beber um refri e comer alguma coisa, porque faltavam quinze pras quatro e a gente ainda não tinha almoçado. Além disso, ele tinha que voltar pra loja pra trabalhar.

Aí ele se vestiu e foi em direção à porta pra ir embora, enquanto eu o acompanhava. Ele abriu a porta e saiu um pouco no corredor, e eu, mesmo completamente pelada, saí um pouquinho também, me abracei no pescoço dele e me entreguei num beijo que foi um ato de entrega total a ele.

Depois voltei pra mesa da sala pra terminar meu sanduíche, e como em... Um êxtase, comecei a lembrar de tudo que aconteceu. Na minha cabeça, pensamentos muito diferentes se amontoavam, porque por um lado eu sabia que tinha traído meu marido com apenas dois meses de casada, mas por outro lado, não só não me arrependia de nada, como me sentia uma adolescente que descobriu o sexo e a paixão, e que precisei de vinte e oito anos para saber o que é um homem de verdade.
Não conseguia adivinhar o que seria da minha vida e do meu casamento a partir de agora, mas a dor na minha bunda me dizia que eu não ia abrir mão dessa nova mulher que acabara de descobrir, e que estava absolutamente atraída e possuída pelo meu macho….

2 comentários - Recien casada necesitada....

No todo es trabajo en la vida señores, se descuidan un poco y ocurre algo asi.