Meu marido, Alejandro, é advogado e trabalha num escritório grande, mas como ainda tá há pouco tempo lá, as condições não são lá essas coisas, ou seja, jornada exaustiva e salário meia-boca.
Dá pra dizer que minha vida é feliz, embora sinta falta do meu marido, porque as jornadas dele são intermináveis, então só vejo ele no café da manhã e no jantar, e como ele chega em casa morto de cansado, nossa vida sexual fica só pros fins de semana. Isso sim, sábado e domingo a gente compensa tudo que perdeu durante a semana, já teve dia de ficar a manhã inteira um pro outro, em verdadeiras maratonas de sexo e amor, mas o resto da semana eu fico bem entediada, porque além do tempo que tomo café com ele, o resto se resume a limpar a casa, fazer compras, preparar alguma comida e ver TV, até a noite quando o Alejandro chega.
Não sei se é por causa do calorão que tá fazendo em Buenos Aires nesse verão ou pela falta da companhia dele e de sexo, mas ultimamente ando num tesão danado, e assim que meu marido sai pro trabalho, a primeira coisa que faço é tirar a camisola e andar pelada pela casa. Adoro fazer os serviços de casa nua, porque além de ficar mais fresca, me dá muito tesão, ainda mais se eu penso que algum vizinho pode me ver pelas janelas. Isso sim, quando saio na rua vou bem discreta e toda bonitinha arrumada, porque sempre gostei de me arrumar e cuidar dos detalhes e acessórios, e além disso no bairro já comecei a ter vizinhas conhecidas, com quem às vezes tomo café, e procuro não dar motivo pra fofoca de jeito nenhum.
Na sexta-feira da semana passada, eu tava meio excitada, porque o fim de semana já tava chegando, e queria dedicar ele inteiro a aproveitar com o Alejandro o que não dava durante a semana e que eu tinha acumulado, então depois de dar uma arrumada na casa e me arrumar toda bonitinha, desci pro supermercado pra estocar comida e bebida pros próximos dias, e pra comprar Algumas delicatessen especiais para o fim de semana.
Comprei tanto que, quando cheguei no caixa, percebi que não dava conta de todas as sacolas, acho que eram umas sete ou oito, e ainda tinha várias garrafas de vinho que pesam pra caramba, então não sabia como me virar pra levar tudo pra casa. Porque, mesmo morando a duas quadras do supermercado, era peso demais pra mim. Manolo, o dono do super, me viu tão apertada que mandou um funcionário deles me ajudar a subir as compras. Não é algo que eles costumam fazer, mas eu era uma boa cliente da loja e sempre tratava todo mundo com muita educação, coisa que não é comum com as madames.
Então, entre o Victor, o funcionário, que pegou a maior parte das sacolas e as mais pesadas, e eu, subimos as compras pra casa numa viagem só.
Quando entrei em casa, passei na frente pra mostrar o caminho e, ao chegar na cozinha, o tapete estava todo desarrumado e atravessado no chão. Parei de repente pra me abaixar, ajeitar ele e poder passar. Quando fiz isso, o rapaz que vinha atrás com os dois braços cheios de sacolas não percebeu a manobra e, sem querer, tropeçou em mim. Preciso esclarecer que, como eu estava abaixada, o que realmente esbarrou foram os genitais dele na minha bunda.
Ele ficou super nervoso pela cagada, e também pelas conotações do esbarrão, todo vermelho de vergonha, não parava de me pedir desculpa:
— Perdoa, senhora, perdoa. Eu ia distraído e não percebi.
— Não se preocupa, não tem problema. De verdade, não tem importância.
A verdade é que o menino parecia bem sem graça, então não dei a menor importância pra ele não ficar constrangido.
Acompanhei ele até a porta, abri e, antes de me despedir, dei cinquenta pesos de gorjeta. Ele não quis aceitar, mas eu insisti:
— Pega, pra você pagar um café pra um amigo, ou pra sua namorada.
— Muito obrigado, senhora, mas não tenho namorada, e a senhora não precisa me dar nada.
— Insisto, Victor, pega, porque você me fez um favorzão me ajudando com as sacolas.
Enquanto isso rolava, percebi que o olhar dele não desgrudava de mim, e mesmo estando muito sério pelo que tinha acontecido, tinha algo de especial naquele jeito de olhar, porque por um lado parecia querer pedir desculpas, e por outro, intimidava.
Tenho que dizer que o cara era bonito pra caralho, porque era alto, tipo um metro e noventa, magro, cabelo bem preto, pele morena, um pouco de traços ciganos, e com um olhar muito intenso. É de se imaginar que não faltariam mulheres na vida curta dele.
O resto do dia passou sem graça nem glória, terminei de guardar as compras, comi uma salada, vi um bom tempo uma série na TV, e depois comecei a preparar um jantar especial pra aquela noite.
O fim de semana não foi nem de longe como eu esperava, porque o Alejandro, além de vir muito cansado, veio de muito mau humor, já que tinha perdido no tribunal um caso que estava cuidando de um cliente, e embora não tenha confessado pra mim, é de se imaginar que no escritório devem ter dado uma baita bronca nele. Não passamos mal, mas também não foi nada demais, porque o Alejandro não estava pra celebrações, e embora eu percebesse que ele queria evitar passar os problemas dele pra mim, também notava que ele estava ausente.
Na segunda, depois de tomar café da manhã e me despedir do meu marido, como tava um calor infernal, apesar de ser cedo, decidi ir passar o dia na piscina, pra me refrescar e pegar sol pra manter meu bronzeado.
Costumo ir a uma piscina de um clube privado que aceita gente que não é sócia, mediante pagamento, mas que é muito boa, porque é bem tranquila, ainda mais num dia de semana, e além disso o pessoal é bem normal e educado. E a maioria das meninas e senhoras tomam sol de topless, e muitas de fio dental, como eu e meu marido gostamos, que adora me ver com as tetinhas e a bunda morenas e sem marcas de sol.
Fiquei o dia todo na piscina, tomando sol e me banhando de vez em quando pra me refrescar do calorão que fazia, e pra as delícias de alguns olheiros que não tiravam os olhos de mim toda vez que eu me levantava da espreguiçadeira e entrava na água, e depois quando voltava. A verdade é que não os culpo, pois aos meus vinte e oito anos tenho um corpo bonito, com uns peitinhos não muito grandes, mas bem colocados, uma boa bunda, e se isso combinamos com uma pequena tanga amarela fio dental, o coquetel devia ser bem apetitoso.
Pra falar a verdade, me lisonjeava me sentir olhada e desejada, mas como não queria dar margem pra nada, evitava cruzar o olhar com ninguém, me mantendo distante, embora tenha que admitir que gostava de tê-los na minha cola, e de vez em quando, especialmente quando me levantava pra ir à piscina, ou ao voltar pra espreguiçadeira, fazia isso com poses um pouco sensuais, abrindo bem as pernas, ou colocando a bunda um pouco empinada.
Assim passei o dia, tomando sol, me banhando, e brincando de excitar meus admiradores anônimos, até que chegou a hora de voltar pra casa.
Já em casa, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho refrescante, depois me servi um refrigerante, e fiquei vendo TV, completamente pelada, até meu marido chegar. Ia recebê-lo assim, peladinha e toda pra ele.
A verdade é que não prestei atenção em nada do que passava na TV, porque por alguma razão estranha eu tava meio excitada, e na minha cabeça vinham cenas como flashes da piscina, da sensação de ser olhada e desejada pelos homens, de andar entre as pessoas pratic preparar um jantar gostoso pro Alejandro, e acompanhar com um vinho fresquinho, esperando que depois ele me dedicasse um pouco de amor.
O Alejandro chegou tarde e num humor insuportável, tanto que mal jantou, e estava totalmente ausente. Ele me disse que tinha tido um dia péssimo, que ainda tava sofrendo com aquele caso perdido, e que me desculpasse, mas ia pra cama. Então, de novo, fiquei na vontade.
Fiquei um tempinho vendo TV, e depois me deitei em silêncio, deixando minha imaginação voar.
No dia seguinte, depois de tomar café e o Alejandro ir embora, fiquei de novo pensando e remoendo na cabeça. Não aguentava mais essa situação, porque eu passava o dia inteiro sozinha e entediada em casa, e o pouco tempo que tinha pra compartilhar com meu marido, ele nem ligava pra mim. Além disso, eu tava com tesão e toda molhada, e não tinha ninguém pra apagar o fogo que ardia dentro de mim, e a vontade de homem que me consumia. E foi com esses pensamentos que me lembrei de novo do garoto do supermercado, e comecei a pensar no corpo alto e magro dele, no cabelo preto, na pele morena, nos traços ciganos e no olhar perturbador dele, e quanto mais eu pensava nisso, mais excitada eu ficava.
Então fui tomar um banho pra clarear a cabeça, e depois de me lavar, percebi que o pelo da buceta já tinha crescido um pouco, então raspei tudo, deixando lisinha que nem uma boneca. Depois comecei a passar creme pra não coçar, e ao fazer isso, acariciando meus lábios, comecei a me excitar de novo, e continuei me acariciando, até que a umidade lá dentro começou a escorrer, e sem perceber direito, comecei a enfiar dois dedos, movendo pra frente e pra trás, junto com movimentos circulares. Ardia por dentro e entendi que o que eu precisava era de um homem de verdade, que saciasse toda a paixão que eu tinha guardada.
Me vesti, como sempre, toda gostosa, passei um perfume leve, e saí pra rua, até uma cafeteria pra tomar um café e Esvaziar minha mente. Quando voltava de tomar meu café, e já estava quase passando na frente do supermercado, comecei de novo a pensar no funcionário, e em como eu precisava muito de um homem, então, sem pensar duas vezes, entrei na loja para comprar alguma coisa, embora logo entendesse que, se quisesse que o garoto levasse minhas compras para casa, tinha que ser uma compra grande. Por isso, comecei a encher o carrinho com refrigerantes e cervejas, porque pesavam muito e, mesmo que não precisasse deles naquele momento, nunca era demais tê-los.
Cheguei ao caixa com o carrinho cheio e, depois de colocar tudo em várias sacolas e pagar, perguntei ao Manolo, o dono, se eles podiam levar minhas compras para casa, já que eu não aguentava aquele peso todo. Ele me disse para não me preocupar, que o garoto não estava ali na hora, mas que ao longo da manhã levariam para mim.
Assim que sa Nervosíssima, sem saber o que fazer ou dizer. Corri pra porta que nem uma colegial nervosa e, quando abri, lá estava ele: Victor, alto, moreno, gostoso, vestindo jeans, camiseta e tênis, me dando um sorriso de orelha a orelha. Fiquei meio travada, mal consegui dar um "oi" e levei ele até a cozinha pra deixar as sacolas. Mostrei onde colocar, mas tava tão nervosa e tensa que mal sabia o que falar.
Tirei da minha bolsa uma nota de cinquenta pra dar de gorjeta, mas ele logo disse que não, que não queria gorjeta. Que a melhor gorjeta que ele podia ganhar era me ver de novo. Fiquei pasma, porque não conseguia acreditar no que ele tinha acabado de me dizer, mas com certeza me senti lisonjeada. Agradeci pelo elogio e fiquei feito uma boba, apoiada no balcão da cozinha, sem saber mais o que dizer. Tava até alcançar meus lábios e me dar um beijo suave. Eu fiquei travada, não sabia o que fazer, se deixar pra lá e criar distância entre nós, ou me jogar e me entregar à paixão.
Victor não me deu escolha nenhuma, porque, cravando o olhar intenso nos meus olhos, foi aproximando de novo bem devagar os lábios dos meus, me dando tempo suficiente pra recuar se eu quisesse, enquanto com a mão acariciava meu pescoço. E aí sim, me deixei beijar, abrindo minha boca colada na dele, brincando com nossas línguas, e nos entregando um ao outro através das nossas bocas, enquanto nossos corpos se abraçavam.
Sentia meus peitos se apertando contra o peito dele, a mão dele deslizando pelas minhas costas e me acariciando primeiro as costas, e depois a bunda por cima da minha saia, enquanto eu fazia o mesmo, sentindo como ele era durinho, redondinho e bem definido.
Eu tava muito excitada, mas ao mesmo tempo muito nervosa e meio travada, porque nunca tinha estado numa situação parecida com nenhum outro homem que não fosse meu marido, então optei por me deixar levar e deixar que ele tomasse a iniciativa.
Ele continuou acariciando minha bunda, e começou a descer a mão e a levantar minha saia aos poucos, tudo isso sem parar de nos beijar, até que conseguiu acariciar minha pele diretamente, apertando minhas nádegas com a mão, e bem devagar continuou explorando minha parte de trás, até chegar na minha bucetinha, e aí percebeu que eu não tava de calcinha. Ele me olhou nos olhos com uma expressão misturada de surpresa gostosa e safadeza, e eu deduzi que aquilo tinha deixado ele ainda mais excitado.
Ele continuou avançando e começou a acariciar minha xerequinha, que a essa altura parecia mais uma fonte, de tanto líquido que saía dela, e que começava a escorrer pelas minhas coxas, até que ele alcançou meu clitóris e começou a acariciar ele com movimentos circulares.
Eu já tava fora de mim. Não lembrava de ter estado nunca num estado de excitação tão intensa como naquele momento, e enquanto eu deixava acariciar, comecei a desabotoar a calça jeans dele e abaixar a braguilha, pra poder acariciar melhor aquele culo lindo. Que beleza de culo que ele tinha.
Depois de um tempo me deixando acariciar, e depois de pensar duas vezes, me atrevi a dar o passo que sabia que não teria volta, e enfiando a mão pela cueca dele, alcancei pra acariciar o pau dele, tirando ele do esconderijo pra poder curtir ele em todo seu esplendor. Era muito bonito, e de bom tamanho, tanto de comprimento quanto de grossura, e tava duro como uma barra de aço, então não conseguia resistir a acariciar ele com movimentos pra cima e pra baixo, passando de vez em quando um dedo na cabecinha dele.
Eu não aguentava mais, e me contorcia igual uma cobra, com as pernas bem abertas pra facilitar as carícias dele na minha bucetinha, completamente ensopada, e quase gozando.
Então ele me pegou pela cintura, me levantou e me sentou na bancada da cozinha, com a saia levantada até a cintura, feito um cinto, e com toda a minha xota depilada e molhada no ar, ele se abaixou e começou a passar a língua na minha bucetinha, do cuzinho até o clitóris, onde ele se demorava fazendo movimentos circulares com a língua, e voltando do clitóris até o cuzinho, saboreando meus fluidos, e fazendo com que saísse ainda mais.
Quando eu já tava quase gozando, ele se levantou, pegou o pau lindo dele e apontou pra minha bucetinha, enfiando bem devagar a ponta da cabecinha, e ficou ali parado, me olhando fundo nos olhos, como se buscasse minha aprovação pro que ia rolar. Eu me abracei com as duas mãos no pescoço dele pra não cair, porque tava totalmente entregue, e dos meus olhos saiu um olhar cheio de safadeza e luxúria, que fez ele entender que eu era toda dele, e que podia fazer comigo o que quisesse.
Então, num movimento brusco de quadril, ele empurrou toda aquela barra de aço pra dentro de mim, até enfiar inteira, me dando um arrepio por dentro que me fez me contorcer de luxúria e plenitude, ao mesmo tempo que não consegui reprimir um intenso grito de prazer. Ele começou a me dar fortes sacudidas pra frente e pra trás com sua vara poderosa, fazendo com que eu começasse a ficar tonta e a perder as forças e a consciência de tanto prazer que ele tava me dando, e me deixando levar pela intensidade do momento, me entreguei totalmente a ele até alcançar o orgasmo mais maravilhoso que eu nunca tinha sentido…
Eu tava praticamente inconsciente pela intensidade do orgasmo, enquanto ele continuou empurrando ainda por uns segundos, até que eu pude sentir ele gozar e bombear o esperma dentro de mim. Fiquei extasiada e completamente cheia de homem.
Ficamos abraçados por uns minutos, com o pau dele dentro de mim, com nossos corpos encharcados de suor, com minha buceta escorrendo fluidos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego depois da intensidade dos nossos orgasmos, e nos presenteávamos com os melhores beijos.
Quando já tínhamos recuperado o ritmo cardíaco, ficamos nos olhando fixamente um pro outro, e sem dizer uma palavra, os dois explodimos numa gargalhada enorme, que não era nada mais que o reconhecimento da loucura que a gente tinha acabado de fazer e que tinha sido uma transa maravilhosa.
Continuamos por mais um tempo nos beijando e nos acariciando pelo corpo todo, enquanto terminávamos de nos despir, porque com a pressa da paixão eu ainda tava com a camiseta, que tava encharcada de suor, e a saia na cintura, e o Victor tava com a camiseta dele, a calça jeans e a cueca nos tornozelos, e então peguei ele pela mão e levei até o chuveiro.
Nós nos ensaboávamos enquanto nos acariciávamos, sentindo como nossas mãos deslizavam na pele um do outro por causa da água e do sabão. Ele tocava meus peitinhos enquanto chupava meus mamilos, depois com uma mão acariciava minha bucetinha depilada, enquanto eu ensaboava o pau lindo dele que já começava a dar sinais de vida de novo. A gente se beijava com paixão, sentindo a água escorrer. across our faces and our bodies, and we reignited our passion after that brief pause.
The sight of Victor's cock standing erect again, wet from the water and with some soap foam, was marvelous, and I couldn't resist it. So I crouched down, took it in my hands, gazed at it with admiration as if it were a god, and kissed it. First on the tip of the head, running my tongue around it, then taking it into my mouth until it almost touched my uvula, and then sucking it back and forth, pleasuring him with a mix of admiration, affection, and lust.
I could feel he was reaching his limit again, and that at any moment he was going to explode in my mouth, so much to my regret, I abandoned my treasure, stood up, turned around, and bent over with one leg resting on the edge of the bathtub, offering him my pussy so he could take me from behind.
He spent a while longer caressing my ass and my pussy with the water and soap, running his fingers over my lips, and stroking my clit, making me heat up again, start to lose control, and yearn to be penetrated once more.
Then he, holding his cock with his hand, began to rub it over my lips, then at the entrance of my vagina, and then at the opening of my ass, repeating the maneuver several times, which made me more and more desperate to receive my treasure. Suddenly, I felt the tip of his head enter the opening of my ass, staying still in that position.
I gave a little start, because no one had ever touched me there, and I had always thought that was something exclusive to gay men. He noticed the situation perfectly and understood that I was still an anal virgin. He wanted to make it easy for me, so he began to push gently, just a little, and then pull back very softly. And so, little by little, with hardly any pain, through advancing and retreating, he managed to slide it all the way in. everything. He stayed still for a few moments, keeping it all the way in, as if to let me get used to having him inside me, while I felt a strange sensation—on one hand, I liked feeling full down there, but on the other, I was scared of what would come next.
He started thrusting into me, first very gently, but gradually with more rhythm and intensity, until he reached a strong pace, pushing into me with great force and vigor, smashing his pubic bone against my ass, his balls slapping against my pussy, and every now and then giving me hard spanks on my butt. I was a bit bewildered—on one hand, it hurt a little, but on the other, I was doubled over with pleasure, trembling all over. This was totally new to me, and even though it felt depraved and wicked, the truth is it was driving me crazy with pleasure.
He kept going hard for a long time, making me start to lose my mind, feeling like I was possessed by a vicious, lustful demon leading me to total ecstasy. I writhed with delight and pleasure, my vision blurred, my legs trembled and gave out, my belly arched with contractions, while he held me with one arm around my waist and pushed into me like a man possessed. Until I felt the spasms of his cock and the pumping of his semen inside me, and I drowned in a new, different orgasm…
After we showered again and calmed down, I invited him to have a soda and something to eat, since it was fifteen minutes to four and we hadn't eaten. Plus, he had to go back to the store to work.
Then he got dressed and headed for the door to leave, while I walked with him. He opened it and stepped a little into the hallway, and I, even though I was completely naked, stepped out a bit, wrapped my arms around his neck, and gave myself over to a kiss that was an act of total surrender to him.
Afterward, I went back to the dining table to finish my sandwich, and as if in Um
Dá pra dizer que minha vida é feliz, embora sinta falta do meu marido, porque as jornadas dele são intermináveis, então só vejo ele no café da manhã e no jantar, e como ele chega em casa morto de cansado, nossa vida sexual fica só pros fins de semana. Isso sim, sábado e domingo a gente compensa tudo que perdeu durante a semana, já teve dia de ficar a manhã inteira um pro outro, em verdadeiras maratonas de sexo e amor, mas o resto da semana eu fico bem entediada, porque além do tempo que tomo café com ele, o resto se resume a limpar a casa, fazer compras, preparar alguma comida e ver TV, até a noite quando o Alejandro chega.
Não sei se é por causa do calorão que tá fazendo em Buenos Aires nesse verão ou pela falta da companhia dele e de sexo, mas ultimamente ando num tesão danado, e assim que meu marido sai pro trabalho, a primeira coisa que faço é tirar a camisola e andar pelada pela casa. Adoro fazer os serviços de casa nua, porque além de ficar mais fresca, me dá muito tesão, ainda mais se eu penso que algum vizinho pode me ver pelas janelas. Isso sim, quando saio na rua vou bem discreta e toda bonitinha arrumada, porque sempre gostei de me arrumar e cuidar dos detalhes e acessórios, e além disso no bairro já comecei a ter vizinhas conhecidas, com quem às vezes tomo café, e procuro não dar motivo pra fofoca de jeito nenhum.
Na sexta-feira da semana passada, eu tava meio excitada, porque o fim de semana já tava chegando, e queria dedicar ele inteiro a aproveitar com o Alejandro o que não dava durante a semana e que eu tinha acumulado, então depois de dar uma arrumada na casa e me arrumar toda bonitinha, desci pro supermercado pra estocar comida e bebida pros próximos dias, e pra comprar Algumas delicatessen especiais para o fim de semana.
Comprei tanto que, quando cheguei no caixa, percebi que não dava conta de todas as sacolas, acho que eram umas sete ou oito, e ainda tinha várias garrafas de vinho que pesam pra caramba, então não sabia como me virar pra levar tudo pra casa. Porque, mesmo morando a duas quadras do supermercado, era peso demais pra mim. Manolo, o dono do super, me viu tão apertada que mandou um funcionário deles me ajudar a subir as compras. Não é algo que eles costumam fazer, mas eu era uma boa cliente da loja e sempre tratava todo mundo com muita educação, coisa que não é comum com as madames.
Então, entre o Victor, o funcionário, que pegou a maior parte das sacolas e as mais pesadas, e eu, subimos as compras pra casa numa viagem só.
Quando entrei em casa, passei na frente pra mostrar o caminho e, ao chegar na cozinha, o tapete estava todo desarrumado e atravessado no chão. Parei de repente pra me abaixar, ajeitar ele e poder passar. Quando fiz isso, o rapaz que vinha atrás com os dois braços cheios de sacolas não percebeu a manobra e, sem querer, tropeçou em mim. Preciso esclarecer que, como eu estava abaixada, o que realmente esbarrou foram os genitais dele na minha bunda.
Ele ficou super nervoso pela cagada, e também pelas conotações do esbarrão, todo vermelho de vergonha, não parava de me pedir desculpa:
— Perdoa, senhora, perdoa. Eu ia distraído e não percebi.
— Não se preocupa, não tem problema. De verdade, não tem importância.
A verdade é que o menino parecia bem sem graça, então não dei a menor importância pra ele não ficar constrangido.
Acompanhei ele até a porta, abri e, antes de me despedir, dei cinquenta pesos de gorjeta. Ele não quis aceitar, mas eu insisti:
— Pega, pra você pagar um café pra um amigo, ou pra sua namorada.
— Muito obrigado, senhora, mas não tenho namorada, e a senhora não precisa me dar nada.
— Insisto, Victor, pega, porque você me fez um favorzão me ajudando com as sacolas.
Enquanto isso rolava, percebi que o olhar dele não desgrudava de mim, e mesmo estando muito sério pelo que tinha acontecido, tinha algo de especial naquele jeito de olhar, porque por um lado parecia querer pedir desculpas, e por outro, intimidava.
Tenho que dizer que o cara era bonito pra caralho, porque era alto, tipo um metro e noventa, magro, cabelo bem preto, pele morena, um pouco de traços ciganos, e com um olhar muito intenso. É de se imaginar que não faltariam mulheres na vida curta dele.
O resto do dia passou sem graça nem glória, terminei de guardar as compras, comi uma salada, vi um bom tempo uma série na TV, e depois comecei a preparar um jantar especial pra aquela noite.
O fim de semana não foi nem de longe como eu esperava, porque o Alejandro, além de vir muito cansado, veio de muito mau humor, já que tinha perdido no tribunal um caso que estava cuidando de um cliente, e embora não tenha confessado pra mim, é de se imaginar que no escritório devem ter dado uma baita bronca nele. Não passamos mal, mas também não foi nada demais, porque o Alejandro não estava pra celebrações, e embora eu percebesse que ele queria evitar passar os problemas dele pra mim, também notava que ele estava ausente.
Na segunda, depois de tomar café da manhã e me despedir do meu marido, como tava um calor infernal, apesar de ser cedo, decidi ir passar o dia na piscina, pra me refrescar e pegar sol pra manter meu bronzeado.
Costumo ir a uma piscina de um clube privado que aceita gente que não é sócia, mediante pagamento, mas que é muito boa, porque é bem tranquila, ainda mais num dia de semana, e além disso o pessoal é bem normal e educado. E a maioria das meninas e senhoras tomam sol de topless, e muitas de fio dental, como eu e meu marido gostamos, que adora me ver com as tetinhas e a bunda morenas e sem marcas de sol.
Fiquei o dia todo na piscina, tomando sol e me banhando de vez em quando pra me refrescar do calorão que fazia, e pra as delícias de alguns olheiros que não tiravam os olhos de mim toda vez que eu me levantava da espreguiçadeira e entrava na água, e depois quando voltava. A verdade é que não os culpo, pois aos meus vinte e oito anos tenho um corpo bonito, com uns peitinhos não muito grandes, mas bem colocados, uma boa bunda, e se isso combinamos com uma pequena tanga amarela fio dental, o coquetel devia ser bem apetitoso.
Pra falar a verdade, me lisonjeava me sentir olhada e desejada, mas como não queria dar margem pra nada, evitava cruzar o olhar com ninguém, me mantendo distante, embora tenha que admitir que gostava de tê-los na minha cola, e de vez em quando, especialmente quando me levantava pra ir à piscina, ou ao voltar pra espreguiçadeira, fazia isso com poses um pouco sensuais, abrindo bem as pernas, ou colocando a bunda um pouco empinada.
Assim passei o dia, tomando sol, me banhando, e brincando de excitar meus admiradores anônimos, até que chegou a hora de voltar pra casa.
Já em casa, a primeira coisa que fiz foi tomar um banho refrescante, depois me servi um refrigerante, e fiquei vendo TV, completamente pelada, até meu marido chegar. Ia recebê-lo assim, peladinha e toda pra ele.
A verdade é que não prestei atenção em nada do que passava na TV, porque por alguma razão estranha eu tava meio excitada, e na minha cabeça vinham cenas como flashes da piscina, da sensação de ser olhada e desejada pelos homens, de andar entre as pessoas pratic preparar um jantar gostoso pro Alejandro, e acompanhar com um vinho fresquinho, esperando que depois ele me dedicasse um pouco de amor.
O Alejandro chegou tarde e num humor insuportável, tanto que mal jantou, e estava totalmente ausente. Ele me disse que tinha tido um dia péssimo, que ainda tava sofrendo com aquele caso perdido, e que me desculpasse, mas ia pra cama. Então, de novo, fiquei na vontade.
Fiquei um tempinho vendo TV, e depois me deitei em silêncio, deixando minha imaginação voar.
No dia seguinte, depois de tomar café e o Alejandro ir embora, fiquei de novo pensando e remoendo na cabeça. Não aguentava mais essa situação, porque eu passava o dia inteiro sozinha e entediada em casa, e o pouco tempo que tinha pra compartilhar com meu marido, ele nem ligava pra mim. Além disso, eu tava com tesão e toda molhada, e não tinha ninguém pra apagar o fogo que ardia dentro de mim, e a vontade de homem que me consumia. E foi com esses pensamentos que me lembrei de novo do garoto do supermercado, e comecei a pensar no corpo alto e magro dele, no cabelo preto, na pele morena, nos traços ciganos e no olhar perturbador dele, e quanto mais eu pensava nisso, mais excitada eu ficava.
Então fui tomar um banho pra clarear a cabeça, e depois de me lavar, percebi que o pelo da buceta já tinha crescido um pouco, então raspei tudo, deixando lisinha que nem uma boneca. Depois comecei a passar creme pra não coçar, e ao fazer isso, acariciando meus lábios, comecei a me excitar de novo, e continuei me acariciando, até que a umidade lá dentro começou a escorrer, e sem perceber direito, comecei a enfiar dois dedos, movendo pra frente e pra trás, junto com movimentos circulares. Ardia por dentro e entendi que o que eu precisava era de um homem de verdade, que saciasse toda a paixão que eu tinha guardada.
Me vesti, como sempre, toda gostosa, passei um perfume leve, e saí pra rua, até uma cafeteria pra tomar um café e Esvaziar minha mente. Quando voltava de tomar meu café, e já estava quase passando na frente do supermercado, comecei de novo a pensar no funcionário, e em como eu precisava muito de um homem, então, sem pensar duas vezes, entrei na loja para comprar alguma coisa, embora logo entendesse que, se quisesse que o garoto levasse minhas compras para casa, tinha que ser uma compra grande. Por isso, comecei a encher o carrinho com refrigerantes e cervejas, porque pesavam muito e, mesmo que não precisasse deles naquele momento, nunca era demais tê-los.
Cheguei ao caixa com o carrinho cheio e, depois de colocar tudo em várias sacolas e pagar, perguntei ao Manolo, o dono, se eles podiam levar minhas compras para casa, já que eu não aguentava aquele peso todo. Ele me disse para não me preocupar, que o garoto não estava ali na hora, mas que ao longo da manhã levariam para mim.
Assim que sa Nervosíssima, sem saber o que fazer ou dizer. Corri pra porta que nem uma colegial nervosa e, quando abri, lá estava ele: Victor, alto, moreno, gostoso, vestindo jeans, camiseta e tênis, me dando um sorriso de orelha a orelha. Fiquei meio travada, mal consegui dar um "oi" e levei ele até a cozinha pra deixar as sacolas. Mostrei onde colocar, mas tava tão nervosa e tensa que mal sabia o que falar.
Tirei da minha bolsa uma nota de cinquenta pra dar de gorjeta, mas ele logo disse que não, que não queria gorjeta. Que a melhor gorjeta que ele podia ganhar era me ver de novo. Fiquei pasma, porque não conseguia acreditar no que ele tinha acabado de me dizer, mas com certeza me senti lisonjeada. Agradeci pelo elogio e fiquei feito uma boba, apoiada no balcão da cozinha, sem saber mais o que dizer. Tava até alcançar meus lábios e me dar um beijo suave. Eu fiquei travada, não sabia o que fazer, se deixar pra lá e criar distância entre nós, ou me jogar e me entregar à paixão.
Victor não me deu escolha nenhuma, porque, cravando o olhar intenso nos meus olhos, foi aproximando de novo bem devagar os lábios dos meus, me dando tempo suficiente pra recuar se eu quisesse, enquanto com a mão acariciava meu pescoço. E aí sim, me deixei beijar, abrindo minha boca colada na dele, brincando com nossas línguas, e nos entregando um ao outro através das nossas bocas, enquanto nossos corpos se abraçavam.
Sentia meus peitos se apertando contra o peito dele, a mão dele deslizando pelas minhas costas e me acariciando primeiro as costas, e depois a bunda por cima da minha saia, enquanto eu fazia o mesmo, sentindo como ele era durinho, redondinho e bem definido.
Eu tava muito excitada, mas ao mesmo tempo muito nervosa e meio travada, porque nunca tinha estado numa situação parecida com nenhum outro homem que não fosse meu marido, então optei por me deixar levar e deixar que ele tomasse a iniciativa.
Ele continuou acariciando minha bunda, e começou a descer a mão e a levantar minha saia aos poucos, tudo isso sem parar de nos beijar, até que conseguiu acariciar minha pele diretamente, apertando minhas nádegas com a mão, e bem devagar continuou explorando minha parte de trás, até chegar na minha bucetinha, e aí percebeu que eu não tava de calcinha. Ele me olhou nos olhos com uma expressão misturada de surpresa gostosa e safadeza, e eu deduzi que aquilo tinha deixado ele ainda mais excitado.
Ele continuou avançando e começou a acariciar minha xerequinha, que a essa altura parecia mais uma fonte, de tanto líquido que saía dela, e que começava a escorrer pelas minhas coxas, até que ele alcançou meu clitóris e começou a acariciar ele com movimentos circulares.
Eu já tava fora de mim. Não lembrava de ter estado nunca num estado de excitação tão intensa como naquele momento, e enquanto eu deixava acariciar, comecei a desabotoar a calça jeans dele e abaixar a braguilha, pra poder acariciar melhor aquele culo lindo. Que beleza de culo que ele tinha.
Depois de um tempo me deixando acariciar, e depois de pensar duas vezes, me atrevi a dar o passo que sabia que não teria volta, e enfiando a mão pela cueca dele, alcancei pra acariciar o pau dele, tirando ele do esconderijo pra poder curtir ele em todo seu esplendor. Era muito bonito, e de bom tamanho, tanto de comprimento quanto de grossura, e tava duro como uma barra de aço, então não conseguia resistir a acariciar ele com movimentos pra cima e pra baixo, passando de vez em quando um dedo na cabecinha dele.
Eu não aguentava mais, e me contorcia igual uma cobra, com as pernas bem abertas pra facilitar as carícias dele na minha bucetinha, completamente ensopada, e quase gozando.
Então ele me pegou pela cintura, me levantou e me sentou na bancada da cozinha, com a saia levantada até a cintura, feito um cinto, e com toda a minha xota depilada e molhada no ar, ele se abaixou e começou a passar a língua na minha bucetinha, do cuzinho até o clitóris, onde ele se demorava fazendo movimentos circulares com a língua, e voltando do clitóris até o cuzinho, saboreando meus fluidos, e fazendo com que saísse ainda mais.
Quando eu já tava quase gozando, ele se levantou, pegou o pau lindo dele e apontou pra minha bucetinha, enfiando bem devagar a ponta da cabecinha, e ficou ali parado, me olhando fundo nos olhos, como se buscasse minha aprovação pro que ia rolar. Eu me abracei com as duas mãos no pescoço dele pra não cair, porque tava totalmente entregue, e dos meus olhos saiu um olhar cheio de safadeza e luxúria, que fez ele entender que eu era toda dele, e que podia fazer comigo o que quisesse.
Então, num movimento brusco de quadril, ele empurrou toda aquela barra de aço pra dentro de mim, até enfiar inteira, me dando um arrepio por dentro que me fez me contorcer de luxúria e plenitude, ao mesmo tempo que não consegui reprimir um intenso grito de prazer. Ele começou a me dar fortes sacudidas pra frente e pra trás com sua vara poderosa, fazendo com que eu começasse a ficar tonta e a perder as forças e a consciência de tanto prazer que ele tava me dando, e me deixando levar pela intensidade do momento, me entreguei totalmente a ele até alcançar o orgasmo mais maravilhoso que eu nunca tinha sentido…
Eu tava praticamente inconsciente pela intensidade do orgasmo, enquanto ele continuou empurrando ainda por uns segundos, até que eu pude sentir ele gozar e bombear o esperma dentro de mim. Fiquei extasiada e completamente cheia de homem.
Ficamos abraçados por uns minutos, com o pau dele dentro de mim, com nossos corpos encharcados de suor, com minha buceta escorrendo fluidos, enquanto tentávamos recuperar o fôlego depois da intensidade dos nossos orgasmos, e nos presenteávamos com os melhores beijos.
Quando já tínhamos recuperado o ritmo cardíaco, ficamos nos olhando fixamente um pro outro, e sem dizer uma palavra, os dois explodimos numa gargalhada enorme, que não era nada mais que o reconhecimento da loucura que a gente tinha acabado de fazer e que tinha sido uma transa maravilhosa.
Continuamos por mais um tempo nos beijando e nos acariciando pelo corpo todo, enquanto terminávamos de nos despir, porque com a pressa da paixão eu ainda tava com a camiseta, que tava encharcada de suor, e a saia na cintura, e o Victor tava com a camiseta dele, a calça jeans e a cueca nos tornozelos, e então peguei ele pela mão e levei até o chuveiro.
Nós nos ensaboávamos enquanto nos acariciávamos, sentindo como nossas mãos deslizavam na pele um do outro por causa da água e do sabão. Ele tocava meus peitinhos enquanto chupava meus mamilos, depois com uma mão acariciava minha bucetinha depilada, enquanto eu ensaboava o pau lindo dele que já começava a dar sinais de vida de novo. A gente se beijava com paixão, sentindo a água escorrer. across our faces and our bodies, and we reignited our passion after that brief pause.
The sight of Victor's cock standing erect again, wet from the water and with some soap foam, was marvelous, and I couldn't resist it. So I crouched down, took it in my hands, gazed at it with admiration as if it were a god, and kissed it. First on the tip of the head, running my tongue around it, then taking it into my mouth until it almost touched my uvula, and then sucking it back and forth, pleasuring him with a mix of admiration, affection, and lust.
I could feel he was reaching his limit again, and that at any moment he was going to explode in my mouth, so much to my regret, I abandoned my treasure, stood up, turned around, and bent over with one leg resting on the edge of the bathtub, offering him my pussy so he could take me from behind.
He spent a while longer caressing my ass and my pussy with the water and soap, running his fingers over my lips, and stroking my clit, making me heat up again, start to lose control, and yearn to be penetrated once more.
Then he, holding his cock with his hand, began to rub it over my lips, then at the entrance of my vagina, and then at the opening of my ass, repeating the maneuver several times, which made me more and more desperate to receive my treasure. Suddenly, I felt the tip of his head enter the opening of my ass, staying still in that position.
I gave a little start, because no one had ever touched me there, and I had always thought that was something exclusive to gay men. He noticed the situation perfectly and understood that I was still an anal virgin. He wanted to make it easy for me, so he began to push gently, just a little, and then pull back very softly. And so, little by little, with hardly any pain, through advancing and retreating, he managed to slide it all the way in. everything. He stayed still for a few moments, keeping it all the way in, as if to let me get used to having him inside me, while I felt a strange sensation—on one hand, I liked feeling full down there, but on the other, I was scared of what would come next.
He started thrusting into me, first very gently, but gradually with more rhythm and intensity, until he reached a strong pace, pushing into me with great force and vigor, smashing his pubic bone against my ass, his balls slapping against my pussy, and every now and then giving me hard spanks on my butt. I was a bit bewildered—on one hand, it hurt a little, but on the other, I was doubled over with pleasure, trembling all over. This was totally new to me, and even though it felt depraved and wicked, the truth is it was driving me crazy with pleasure.
He kept going hard for a long time, making me start to lose my mind, feeling like I was possessed by a vicious, lustful demon leading me to total ecstasy. I writhed with delight and pleasure, my vision blurred, my legs trembled and gave out, my belly arched with contractions, while he held me with one arm around my waist and pushed into me like a man possessed. Until I felt the spasms of his cock and the pumping of his semen inside me, and I drowned in a new, different orgasm…
After we showered again and calmed down, I invited him to have a soda and something to eat, since it was fifteen minutes to four and we hadn't eaten. Plus, he had to go back to the store to work.
Then he got dressed and headed for the door to leave, while I walked with him. He opened it and stepped a little into the hallway, and I, even though I was completely naked, stepped out a bit, wrapped my arms around his neck, and gave myself over to a kiss that was an act of total surrender to him.
Afterward, I went back to the dining table to finish my sandwich, and as if in Um
2 comentários - Recém-casada e precisando...