Sábado à noite, depois de sair com minhas amigas, fui pra uma festa numa chácara, cada uma produzida pro crime. Pegamos um Uber até o destino. Eu tava vestida com uma saia de couro bem curta e uma camiseta decotada em V que só não deixava os peitos pularem pra fora por causa de um cordão fino demais. Lábios pintados com um batom vermelho carmesim e minha fiel bolsa que me acompanha em todas.
Ao chegar às 4 no local, começamos a ver como era a parada. Tinha casais, caras sozinhos, minas sozinhas, parecia um clima bom, com respeito, música boa e drinks. Tinha segurança e uns reservados, como se fosse uma balada, mas num esquema mais privado. A conversa se desenrolou assim:
EU: e aí, flor, que lugar é esse?
Flor: o Juan me convidou, ele disse que aqui é uma festa mais tranquila.
Eu: e quem porra é o Juan?
Flor: é o cara da balada.
YO: ahhh, bom, vamos ver o que acontece
Depois de observar um pouco o movimento do lugar, parecia muito mais uma festa liberal do que qualquer outra coisa. Pra mim, zero drama, já tinha experiência nessa área, mas valeu, e as minhas amigas estavam mais perdidas que cego em tiroteio, embora de vez em quando vissem uns caras com cara de safado. Fomos dançar e, assim que pisamos na pista, chegaram uns caras, de boa aparência, pra nos convidar pra uns drinks e uma dança. A Flor, a Noe e eu aceitamos sem pensar duas vezes. Depois de vários drinks e músicas demais, um dos caras acabou me beijando com uma paixão danada, como se meus lábios fossem o doce daquele menino que prova pela primeira vez. Começamos a nos afastar das minhas amigas pra evitar ficar sozinhas, mas a regra era que às 4h a gente se encontrava todas na mesa, assim ninguém ficava perdida. Fui com o cara tomar uns drinks, e enquanto a gente se aproximava do bar, ele passava a mão na minha cintura e, aos poucos, se aproximava perigosamente da minha bunda. Ele elogiava meus peitos, dizia que ia morder até esvaziar eles de tanto morder, e que se me pegasse, nem ordem judicial tirava ele de dentro de mim. Eu, aos poucos, ia ficando com tesão e percebia que alguma coisa na calça dele começava a crescer, e pra variar, crescia demais. Minha mente já viajava com um milhão de ideias loucas passando pela minha cabecinha doida. A gente foi pra fora, caminhando entre as árvores, enquanto ele falava umas coisas pesadas e eu ficava mais quente que chaleira no fogo. Chegamos num cantinho escondido pela escuridão, onde eu falei que se não tivesse camisinha, não rolava festa. Ele tirou a carteira do bolso da calça e, dentro dela, tinha uma camisinha. Me olhou e disse: "Não vou perder uma foda com você, nem louco!
Aí, só de leve, meti a mão pra sentir a mercadoria, e senti uma coisa grande, venosa e pulsando, mal dava pra segurar com a mão. Quando saiu da calça, era uma rola como nunca tinha visto antes. Pasma, dei a melhor chupada de rola da vida dele, enquanto a saliva jorrava da minha boca, escorria pelo queixo e caía nos meus peitos. Ele olhava pra minha cara de sádica sexual e pros meus peitos quicando. Aí ele colocou a camisinha e, sem dizer uma palavra, me encostou na árvore e começou a meter com uma raiva, como se tivesse descontando toda a frustração da semana. Eu gemia pra caralho enquanto apertava um peito e enfiava os dedos na minha buceta. Depois de um tempo, ele fala: "Vou gozar, gostosa". E em segundos, a respiração dele ficou mais forte e ele parou de se mexer. Eu já tinha gozado, toda molhada, muito tesuda. Quando vi a camisinha como tinha ficado, pra minha surpresa, ele tinha enchido uma parte boa. Olhei pra ele e falei:
Você é muito gozador, hein!
- Se sabia que ela dava, eu não batia uma...
eu: ....(cara de surpresa), naquela noite eu levei o balão de presente e o número de telefone dela... 😉
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AVISO!!! :Se o post tiver boa repercussão, eu subo conteúdo variado.OS FATOS SÃOVERÍDICOSDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.TEXTUAIS,as imagens estão marcadas (com marca d'água) para evitar oROBO,fiz a história mais detalhada a pedido dos usuários (não é meu estilo)Se vocês gostaram, me avisem que eu continuo fazendo.desde já, obrigado por ler!


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Ao chegar às 4 no local, começamos a ver como era a parada. Tinha casais, caras sozinhos, minas sozinhas, parecia um clima bom, com respeito, música boa e drinks. Tinha segurança e uns reservados, como se fosse uma balada, mas num esquema mais privado. A conversa se desenrolou assim:
EU: e aí, flor, que lugar é esse?
Flor: o Juan me convidou, ele disse que aqui é uma festa mais tranquila.
Eu: e quem porra é o Juan?
Flor: é o cara da balada.
YO: ahhh, bom, vamos ver o que acontece
Depois de observar um pouco o movimento do lugar, parecia muito mais uma festa liberal do que qualquer outra coisa. Pra mim, zero drama, já tinha experiência nessa área, mas valeu, e as minhas amigas estavam mais perdidas que cego em tiroteio, embora de vez em quando vissem uns caras com cara de safado. Fomos dançar e, assim que pisamos na pista, chegaram uns caras, de boa aparência, pra nos convidar pra uns drinks e uma dança. A Flor, a Noe e eu aceitamos sem pensar duas vezes. Depois de vários drinks e músicas demais, um dos caras acabou me beijando com uma paixão danada, como se meus lábios fossem o doce daquele menino que prova pela primeira vez. Começamos a nos afastar das minhas amigas pra evitar ficar sozinhas, mas a regra era que às 4h a gente se encontrava todas na mesa, assim ninguém ficava perdida. Fui com o cara tomar uns drinks, e enquanto a gente se aproximava do bar, ele passava a mão na minha cintura e, aos poucos, se aproximava perigosamente da minha bunda. Ele elogiava meus peitos, dizia que ia morder até esvaziar eles de tanto morder, e que se me pegasse, nem ordem judicial tirava ele de dentro de mim. Eu, aos poucos, ia ficando com tesão e percebia que alguma coisa na calça dele começava a crescer, e pra variar, crescia demais. Minha mente já viajava com um milhão de ideias loucas passando pela minha cabecinha doida. A gente foi pra fora, caminhando entre as árvores, enquanto ele falava umas coisas pesadas e eu ficava mais quente que chaleira no fogo. Chegamos num cantinho escondido pela escuridão, onde eu falei que se não tivesse camisinha, não rolava festa. Ele tirou a carteira do bolso da calça e, dentro dela, tinha uma camisinha. Me olhou e disse: "Não vou perder uma foda com você, nem louco!
Aí, só de leve, meti a mão pra sentir a mercadoria, e senti uma coisa grande, venosa e pulsando, mal dava pra segurar com a mão. Quando saiu da calça, era uma rola como nunca tinha visto antes. Pasma, dei a melhor chupada de rola da vida dele, enquanto a saliva jorrava da minha boca, escorria pelo queixo e caía nos meus peitos. Ele olhava pra minha cara de sádica sexual e pros meus peitos quicando. Aí ele colocou a camisinha e, sem dizer uma palavra, me encostou na árvore e começou a meter com uma raiva, como se tivesse descontando toda a frustração da semana. Eu gemia pra caralho enquanto apertava um peito e enfiava os dedos na minha buceta. Depois de um tempo, ele fala: "Vou gozar, gostosa". E em segundos, a respiração dele ficou mais forte e ele parou de se mexer. Eu já tinha gozado, toda molhada, muito tesuda. Quando vi a camisinha como tinha ficado, pra minha surpresa, ele tinha enchido uma parte boa. Olhei pra ele e falei:
Você é muito gozador, hein!
- Se sabia que ela dava, eu não batia uma...
eu: ....(cara de surpresa), naquela noite eu levei o balão de presente e o número de telefone dela... 😉
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6 comentários - Festa com prêmio gostosa