A parada é a seguinte: depois de 12 anos casados e muita fantasia, ela, bem fogosa e tarada, eu propus por anos fazer um menage e dar uma festa pra ela, até que um dia, há 3 anos, ela topou. Tentamos com um amigo nosso, mas não funcionou direito, porque o cara, toda vez que se encontravam, gozava na hora. É bom reconhecer que ela é uma gostosa, você fica de pau duro só de ficar perto e até acelera o coração. Então ela acabou contatando um amigo da adolescência dela, mais especificamente o primeiro namorado. Primeiro ele veio em casa com a desculpa de ajudar na jardinagem, já que ele trabalha com isso, e ficou pra tomar uns mates. Eu olhei pra ela e vi o tesão, então naquela mesma noite falei o que ia rolar, que ele ia acabar comendo ela. Ela disse que eu era louco e tal, mas a vontade tava estampada na carinha da minha raposa.
Com o passar dos dias e muito WhatsApp no meio, ela acabou vindo comer aqui. E aí vai um esclarecimento: da proposta de ménage que eu tinha feito, o que realmente esquentava ela era outra coisa — os dois maridos. Li um conto há um tempão onde um casal convidava um amigo solteiro pra comer e conversar, e no final acabavam transando. Acontece que eles viajavam num barquinho, e naquele fim de semana ela dava de dia com o marido e à noite entregava o cu pro amigo. Passaram o fim de semana inteiro nessa rotina: ela tirava um dia com o amante e outro com o marido, entregava a buceta pra um e o cu pro outro. Com esse conto resumido, minha mulher ficou de cabeça virada e amou a ideia.
Então, com o amigo dele, começou a trazer ele pra comer em casa. Ela fica excitada com todo mundo comendo e se divertindo junto, se sente uma rainha com dois homens pra ela. Aí, um dia à tarde, os caras foram pro esporte e ela comeu ele na nossa cama. O cara, com a calientura acumulada desde a adolescência por ela, gozou na hora, mas surpresa: ele tinha uma pica enorme. Com isso, ela ficou doida e deu outra chance, e o moleque não desperdiçou. A gente armou melhor: comida, cerveja, tudo relaxado, e ela pegou ele pela mão e levou pra cima pra foder. E foi o que ele fez. Ela ficou louca pela pica do amigo e pelo jeito que ele comeu ela, selvagem, do jeito que ela gosta. Devo dizer que fiquei com um pouco de ciúme do que rolou no dia seguinte: ela chamou ele de novo. A mina tinha viciado, chupou ele, montou sem camisinha e gozaram três vezes os dois, uma transa atrás da outra, exausta de tanto foder. Aliás, agora enquanto escrevo, eles tão lá em cima transando e eu aqui passando o tempo com a calientura que tô, porque ela não quer ménage nem chapada. Ela fica louca de tesão por a gente ser exclusivo dela e ela ficar com cada um no seu tempo, dando prazer pra cada um. Tudo isso deixou ela mais gostosa, o olhar mudou, virou uma pantera no cio. Dá pra ver que ela tá com tesão o dia inteiro e arranja todos os esquemas pra mandar os moleques pra algum lugar e poder foder igual louca. E ela adora que eu fique esperando ela, ama ter marido e namorado, uma deusa completa.
Com o passar dos dias e muito WhatsApp no meio, ela acabou vindo comer aqui. E aí vai um esclarecimento: da proposta de ménage que eu tinha feito, o que realmente esquentava ela era outra coisa — os dois maridos. Li um conto há um tempão onde um casal convidava um amigo solteiro pra comer e conversar, e no final acabavam transando. Acontece que eles viajavam num barquinho, e naquele fim de semana ela dava de dia com o marido e à noite entregava o cu pro amigo. Passaram o fim de semana inteiro nessa rotina: ela tirava um dia com o amante e outro com o marido, entregava a buceta pra um e o cu pro outro. Com esse conto resumido, minha mulher ficou de cabeça virada e amou a ideia.
Então, com o amigo dele, começou a trazer ele pra comer em casa. Ela fica excitada com todo mundo comendo e se divertindo junto, se sente uma rainha com dois homens pra ela. Aí, um dia à tarde, os caras foram pro esporte e ela comeu ele na nossa cama. O cara, com a calientura acumulada desde a adolescência por ela, gozou na hora, mas surpresa: ele tinha uma pica enorme. Com isso, ela ficou doida e deu outra chance, e o moleque não desperdiçou. A gente armou melhor: comida, cerveja, tudo relaxado, e ela pegou ele pela mão e levou pra cima pra foder. E foi o que ele fez. Ela ficou louca pela pica do amigo e pelo jeito que ele comeu ela, selvagem, do jeito que ela gosta. Devo dizer que fiquei com um pouco de ciúme do que rolou no dia seguinte: ela chamou ele de novo. A mina tinha viciado, chupou ele, montou sem camisinha e gozaram três vezes os dois, uma transa atrás da outra, exausta de tanto foder. Aliás, agora enquanto escrevo, eles tão lá em cima transando e eu aqui passando o tempo com a calientura que tô, porque ela não quer ménage nem chapada. Ela fica louca de tesão por a gente ser exclusivo dela e ela ficar com cada um no seu tempo, dando prazer pra cada um. Tudo isso deixou ela mais gostosa, o olhar mudou, virou uma pantera no cio. Dá pra ver que ela tá com tesão o dia inteiro e arranja todos os esquemas pra mandar os moleques pra algum lugar e poder foder igual louca. E ela adora que eu fique esperando ela, ama ter marido e namorado, uma deusa completa.
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