Faz uns 5 ou 6 anos, a gente se reuniu na casa de um colega de trabalho pra comer um churrasco. Fui o último a chegar, já tava todo mundo e o churrasco praticamente pronto. O lugar era um terreno com várias casas, uma atrás da outra, tudo parente da mulher do meu colega. Ele morava no fundo com a esposa e a filha, e praticamente do lado morava a sogra, uns 50 anos, mas muito bem cuidada. Loira, pintada, uns peitos de cair o cu da bunda, decotada numa roupa de casa, e muito putona. Na hora que cheguei, ela tava no meio da gente como se fosse mais uma do trabalho, todo mundo dando em cima, fazendo piada de duplo sentido, e ela comprando tudo. Pedi pra ir no banheiro e meu amigo falou pra esperar que a mulher dele tava tomando banho. Aí a sogra disse pra eu usar o dela. Fui, voltei, tudo normal. A noite foi passando, comemos, bebemos, demos risada, continuamos com as piadas, fotos, e num momento ela falou que ia tomar banho porque ia sair com as amigas. A gente convidou ela pra chamar as amigas pra virem, mas ela disse que elas não queriam, que ficavam com vergonha porque a gente era desconhecido e não sei o quê. Resumo: ela foi tomar banho e ficou só os homens. Daí um tempo ela saiu e voltou toda produzida. A coroa, baixinha, peituda, era um sonho, arrasava demais, e ainda por cima falando dava pra ver que era mais putona ainda. Levantei e fui no banheiro. A mulher do meu amigo já tinha saído fazia tempo, mas alguma coisa me dizia pra voltar no banheiro da sogra... Quando entrei, não acreditei. Ela tinha deixado lá, à mão, bem à vista, uma tanga vermelha. Melhor dizendo, um fio dental vermelho com cheiro de usada, de suada, de cu e de corrimento pra caralho. Peguei, cheirei, coloquei na boca, passei na pica que já tava dura e coloquei de volta no lugar. Saí de lá e não acreditava. Com aquilo já confirmei que a coroa queria esquentar a gente, e quem sabe até dar pra alguns. Resumo da ópera: ela combinou com as amigas e foi pra casa de uma delas, mas antes disse que com certeza iam pra uma balada. Daí perto, falou que se a gente quisesse, podia ir e que ia nos apresentar pras amigas dela. A gente foi num bar jogar sinuca, continuamos bebendo e uns dois decidiram ir buscar a sogra, então partimos. Entramos na balada e começamos a sondar o lugar, demos umas voltas e não vimos ela, achamos que no fim não tinha ido, mas tava lá ela com um drink na mão dançando, e quando nos viu, sorriu. Dançamos em roda um tempo até que decidi puxar ela pra dançar e encarar. Como contei em posts anteriores, gosto de paquerar com piadas e fazer elas rirem, então comecei assim e ela cada vez mais putinha. Num momento pergunto se podia confessar uma coisa, ela ri e diz que sim, aí conto que tinha visto a calcinha fio dental dela no banheiro há um tempo e que tinha me excitado muito. Ela sorriu e com uma grande encenação tapa o rosto e fala "que vergonha" — "Daleeee!!! Se fez de propósito!" — "Não, sempre deixo assim mas esqueci de tirar quando saí" — "Te confesso que também cheirei, coloquei na boca e passei na pica, me deixou muito tesudo, quase roubei" — "Ai, como isso vai te excitar?" — "Você me excitou, olha o que você é, olha esses peitos que você tem" — "Mas sou muito grande eu, como vou te excitar?" Faço que na dança dou uma voltinha, encosto minha pica na bunda dela e quando ficamos de frente, beijo ela na boca. Ela se entregou que parecia que ia me comer ali na balada. Ficamos um tempo se apertando e se apalpando até que falo pra sairmos dali. Vamos pro meu carro estacionado e falo de ir pra casa que era perto, mas como tava meu colega e a filha dele, ela não quis. — "Tira a calça que eu chupo sua pica aqui" Não termino de falar isso e eu já tava pelado. Ela se entregou que parecia um bebê com a mamadeira. Chupava como a melhor. "Me fode, faz tempo que não como, quero foder" Sério, parecia desesperada, num momento me assustei porque achei que não ia sair inteiro do carro. Ela abaixou a calça e se colocou. Em 4. Fiquei chocado com tudo que tava rolando, cheguei a colocar a camisinha e meter umas bombadas e gozei, é a real.
— "Não vai gozar dentro que eu quero tomar"
Assim que terminei de gozar, ouvi essas palavras, e eu, feito um idiota, deixei toda a porra dentro da camisinha.
— "Tarde, não consegui me segurar com tanta tesão"
Ela riu, tirou a camisinha de mim e me empurrou no banco, com o pau ainda meio melado e duro, enfiou na boca de novo, limpando tudo... — "Um pouquinho eu consegui provar" — e montou em cima de mim.
Começou a cavalgar que o carro parecia um zamba, se alguém passou pela marginal da panamericana e viu o carro, com certeza sacou que tinha coisa rolando dentro. Abaixei o decote que ela tava e comecei a chupar aqueles peitos que eram uma loucura, com minha mão não conseguia pegar um de tão grande que era, bizarro. Ela cavalgou e num momento senti que ela se jogou no volante e gritou alto "siim". Aquela imagem foi de doido, eu com uma coroa, a sogra do meu colega, tão puta, comendo ela ali, gozando no meu carro.
A gente se trocou, levei ela em casa e voltei pra buscar meus outros colegas que ainda tavam no rolê.
Infelizmente nunca mais vi ela, meu colega de trabalho ficou sabendo que comi a sogra e riu, mas não queria que a mulher dele descobrisse, então nunca mais rolou nada.
— "Não vai gozar dentro que eu quero tomar"
Assim que terminei de gozar, ouvi essas palavras, e eu, feito um idiota, deixei toda a porra dentro da camisinha.
— "Tarde, não consegui me segurar com tanta tesão"
Ela riu, tirou a camisinha de mim e me empurrou no banco, com o pau ainda meio melado e duro, enfiou na boca de novo, limpando tudo... — "Um pouquinho eu consegui provar" — e montou em cima de mim.
Começou a cavalgar que o carro parecia um zamba, se alguém passou pela marginal da panamericana e viu o carro, com certeza sacou que tinha coisa rolando dentro. Abaixei o decote que ela tava e comecei a chupar aqueles peitos que eram uma loucura, com minha mão não conseguia pegar um de tão grande que era, bizarro. Ela cavalgou e num momento senti que ela se jogou no volante e gritou alto "siim". Aquela imagem foi de doido, eu com uma coroa, a sogra do meu colega, tão puta, comendo ela ali, gozando no meu carro.
A gente se trocou, levei ela em casa e voltei pra buscar meus outros colegas que ainda tavam no rolê.
Infelizmente nunca mais vi ela, meu colega de trabalho ficou sabendo que comi a sogra e riu, mas não queria que a mulher dele descobrisse, então nunca mais rolou nada.
3 comentários - La suegra de un amigo