Trio com meu irmão e o amigo dele na viagem pro Paraguai

A vila era linda pra caralho, rodeada de montanhas e mato, meu irmão abriu o próprio restaurante no Paraguai. Desde que cheguei, só me tratavam super bem. Um dia, a gente tava no restaurante dele e, depois de várias cervejas com tequila, a gente se despediu dos clientes e dos funcionários, ficando só nós três numa mesa com três copos e uma garrafa de tequila. Tom, o amigo do meu irmão, me perguntava como era viver na Argentina e como tava meu marido e minhas filhas. Meu marido não viajou porque tava meio complicado por causa da covid, igual minhas filhas. Eu contava e, entre as cervejas e as tequilas, as tequilas e as cervejas, a conversa foi esquentando, tanto que me desafiaram a mostrar que uma mulher conseguia deixar um homem tão tesudo em questão de minutos que ele perdia a razão…

Saí pra pista de dança perto da mesa, vestindo um vestido curto azul marinho com flores brancas, um vestido de gaze bem confortável que se amarrava no meu pescoço com duas fitas, deixando minhas costas nuas. Comecei a rebolar na frente deles, fazendo meu vestido dançar junto comigo em cada movimento, me abaixando e levantando, abrindo as pernas e subindo um pouco o vestido com as mãos, mas sem deixar eles verem nada — a imaginação deles teria que fazer o resto. Eu tava meio tonta e sem vergonha na cara por causa de tanto álcool, mas o show tinha que continuar, assim como minhas idas constantes até a mesa pra beber o copo de tequila que acabavam de encher pra mim.

Às vezes, pra deixar eles mais excitados, eu derramava o conteúdo do copo por baixo do meu pescoço e a tequila escorria na direção dos meus peitos. Tom já tava muito tesudo, se tocando com a mão na virilha, dava pra ver bem o volume que tinha crescido por baixo da calça dele, e já fazia um tempo que ele tava me filmando com a câmera dele. Meu irmão, meu irmão parecia não querer olhar pra mim, mas eu imaginava que ele tava tão ou mais excitado e tesudo que o Tom.

Minhas mãos começaram a descendo pelo meu corpo serpentino, passando primeiro de novo no meu cabelo, bagunçando ele outra vez com meus dedos pra descer bem devagar pelo meu pescoço até chegar nos meus peitos, acariciando meus bicos e apertando um peito contra o outro, aos poucos, bem devagar, as palmas das mãos abertas acariciando minhas cadeiras, nesses momentos eu me sentia também extremamente excitada, molhada, olhando fixo pro Tom, quase convidando ele a se aproximar e, virando de costas pra ele, levantava meu vestido até a cintura, dobrando meio corpo com as pernas totalmente esticadas, abrindo um pouco as pernas pra ele ver minha calcinha fio-dental preta, balançando a bunda de um lado pro outro... eu tava muito quente e bêbada.

Quando me virei, o Tom já não estava mais, tinha ido embora, não sabia pra onde, mas quem estava me encarando era meu irmão e os copos de tequila cheios em cima da mesa. Tomei primeiro um e depois o outro e continuei minha dança serpentina na frente do meu irmão, mostrando minha buceta de novo pra ele. Já me sentia meio bêbada, igual meu irmão, que nessa hora aproveitou pra colocar as mãos na minha bunda quando passei na frente dele. Tirei as mãos dele, mas não saí dali, me virei e comecei a rebolar na frente dele, sabia que o movimento das minhas cadeiras e a dança do meu vestido de um lado pro outro estavam deixando ele muito excitado, tão excitado e bêbado quanto eu. Comecei a levantar o vestido, rebocando agora pra frente e pra trás, praticamente na altura da boca dele, depois que coloquei uma perna em cima da cadeira dele.

Minha buceta quase roçava nele, quase sentando em cima do meu irmão, sentindo a ereção enorme que ele tinha e sabendo que ele tava me desejando. Abaixei minha perna da cadeira, me virei de novo de costas pra ele, muito bêbada, muito quente, quando sentei em cima dele, esfregando minha buceta com paixão contra o volume que ele tinha na calça, as mãos dele... Me abraçaram e apertaram meus peitos, naquele momento perdi o controle e não sabia se era meu irmão, se era o Tom, só queria me virar e beijar ele, sentir o pau dele no meu sexo, acariciar o corpo dele e o meu, o jogo tinha acabado e eu tinha vencido, tinha deixado os dois excitados, em muito pouco tempo tinha os dois comendo na minha mão, mas não contei com o tequila que eu continuava bebendo, não contei que eu também ia ficar tão excitada, tão excitada que agora só queria transar.

Sentei na cadeira em cima dele, começamos a nos beijar apaixonadamente, mordendo os lábios um do outro, uma dança de paixão que começou dentro da minha boca com gosto de tequila, as mãos dele atrás do meu pescoço desabotoando as fitas do meu vestido amarradas nele e fazendo a parte de cima cair até meus peitos ficarem nas mãos dele e a boca dele nas minhas aréolas, saboreando meus mamilos, brincando com a língua neles, minha cabeça jogada para trás.

Meu irmão me levantando um pouco, tirou o pau dele enquanto eu afastava um pouco a calcinha da entrada da minha buceta pra ele ir enfiando bem devagar até sentir ele tão dentro de mim quanto possível, começando a gemer um atrás do outro, mas no momento que comecei a sentir ele deslizando dentro de mim, um gemido abafado com minha boca aberta olhando fixo pra ele até ele tirar e enfiar de novo, aí o gemido deixou de ser abafado pra sair do meu interior transformado num gritinho de prazer e não foi o último, meu corpo começou a subir e descer, enfiando e tirando o pau do meu irmão da minha buceta, nós dois nos olhando fixo quando não estávamos nos beijando, nós dois nos sentindo, minhas mãos no pescoço dele e as dele na minha cintura me levantando devagar pra depois me deixar cair.

O Tom já tinha voltado, eu e meu irmão estávamos transando, primeiro devagar e depois mais rápido até que meu irmão se levantou da cadeira e me pegando pelas nádegas sem tirar o pau de dentro, me deitou em cima da mesa e rasgando minha calcinha liberou mais meu sexo. metendo com força, sentindo ela mais fundo e me fazendo sentir e gritar ainda mais, eu apertava minhas coxas contra ele, apertava minha buceta no pau dele dentro de mim, o atrito dos nossos sexos era sensacional, minha buceta extremamente molhada facilitava ele chegar onde quisesse, onde eu desejava, e depois eu apertava pra ele não tirar.

Não parava de gritar de prazer ali deitada na mesa até que Tom enfiou o pau na minha boca, comecei a chupar, lamber, sugar, ele mexia os quadris pra frente e pra trás e eu engolia e engolia enquanto gravava como ele fazia, enquanto gravava o pau do meu irmão em close entrando na minha buceta, deslizando pra dentro até sumir, os gemidos dos três era a nova trilha sonora do lugar, meu irmão metia tão fundo que não aguentei mais e meu corpo começou a tremer, a gritar, e alguns segundos depois meu irmão ia começar a gozar dentro da minha buceta.

Ele se afastou rápido e gozou entre meus lábios e nos meus peitos, meu irmão pegou o pau e passou a cabeça como se fosse um pincel entre meus lábios, arrastando o esperma e enfiando um pouquinho na minha buceta, nessa hora Tom pegou a garrafa de tequila e derramou nos meus peitos pra que os dois pudessem lamber e beber dela.

Tom com a boca num dos meus mamilos e meu irmão entre minhas pernas, deixando o pau dele de novo enfiado na minha buceta, se animava a lamber o outro mamilo, os dois aproveitando meus peitos de tequila, bebendo dela a tequila que iam derramando sobre eles, e eu gritando de prazer mais uma vez por ter os dois lambendo meus mamilos e sentindo os paus deles entrando e saindo de mim, da minha buceta e da minha boca, Tom começava a gozar dentro dela, comecei a sentir os jatos batendo em mim, engolindo e saboreando o esperma dele.

, realmente estávamos tão bêbados que não sabia como tínhamos chegado em casa do meu irmão. continua... beijos

1 comentários - Trio com meu irmão e o amigo dele na viagem pro Paraguai

Sisub
Queremos fotos de ese fiestón !!