Infiel en vacaciones de verano familiares(gorda en la playa)

Bom, como vocês sabem, eu sou a Valentina, uma gordinha gostosa de 23 anos com peitões, e estou namorando o Juany. Mas agora vou contar o que aconteceu nas férias com a minha família (sem o meu namorado). Tudo começou nos primeiros dias de janeiro, quando descobri que meus pais iam viajar para o litoral junto com minhas duas irmãs e minha avó, e me disseram que eu podia ir, mas o Juany não porque não cabia na caminhonete. Depois de conversar bem com o Juany, decidi ir sozinha com eles. Os primeiros dias foram umas férias familiares típicas, bem tranquilas, a gente ia na praia que ficava perto da casa onde estávamos hospedados, que por sinal estava cheia de gente jovem, muitos garotos e garotas entre 17 e 25 anos, uma praia bem juvenil mas com várias famílias. Tudo estava indo muito bem até que, com o passar dos dias, comecei a notar que na praia tinha uma família argentina típica (mãe, pai e dois filhos, um de 22 e outro de 17), e percebia que o garoto, que depois descobri que se chamava Nicolás, me olhava muito, especialmente quando eu voltava do mar e deitava de costas na toalha para pegar sol. Mas como eram só olhares, não falei nada nem mudei meu comportamento e continuei como se nada estivesse acontecendo. Até que um dia fui entrar no mar para brincar um pouco com as ondas, e vi que ele estava entrando também. No começo estávamos bem distantes, mas com o passar do tempo e com o movimento normal dentro d'água, acabamos ficando a poucos metros de distância, eu um pouco mais na frente que ele. O interessante é que eu percebia que toda vez que uma onda vinha, ele aproveitava para olhar minha bunda e como meus peitões balançavam. Até que notei que vinha uma onda bem grande e não ia conseguir pular, então decidi tentar passar por baixo, uma decisão bem errada porque, ao passar por baixo, não percebi e a parte de cima do biquíni saiu, coisa que só notei quando saí de baixo d'água, então tentei me cobrir rápido para que não me vissem nada, mas já era bem tarde, porque o Nicolás, que estava atrás de mim, já tinha visto meus dois peitões. Eu me cobrindo como dava, comecei a procurar minha maiô, e vi ele flutuando a uns metros do Nicolás, então comecei a andar para pegar, mas já era tarde demais porque o Nicolás já tinha agarrado e estava trazendo para mim. Quando ele se aproximou, vi que embaixo do short de praia tinha um baita volume, obviamente ver meus peitos fez o pau dele ficar duro, eu já estava vermelha de vergonha, ele me disse, olhando para meus peitões que eu me esforçava para cobrir "Toma, acho que isso é seu" e me deu o maiô na mão, eu agradeci e virei para colocar, quando ele disse "quer que eu te ajude a amarrar atrás?" e eu respondi "não, obrigada, eu consigo sozinha", já tinha ficado com muita vergonha do que aconteceu antes, não queria ele perto, mas obviamente sozinha não conseguia amarrar, então sem me dizer nada ele se aproximou e amarrou meu maiô, eu agradeci e perguntei o nome dele (Nicolás). Depois disso ficamos conversando, ele era um cara que estudava Medicina numa universidade da cidade dele. Mas depois de uns vinte minutos conversando, senti frio e decidi sair, então ele me seguiu e também saiu, depois cada um foi para sua família e naquele dia não aconteceu mais nada, só os olhares que ele me dava. Passou o dia todo, voltamos para casa, comemos, fomos ao centro em família, e quando voltei me deitei e lembrei do que aconteceu no mar com o Nicolás, então fiquei com tesão e comecei a me tocar pensando naquele volume enorme, primeiro disfarçadamente tocava devagar meu clitóris, mas depois já estava muito excitada e enfiava os dedos com muita velocidade, o que me levou a um orgasmo intenso, nunca tinha me tocado pensando em outro homem, mas aquele volume me deixou louca. No outro dia fomos para a praia cedo, devia ser umas 10 da manhã, não tinha muita gente, mas o Nicolás e a família dele já estavam lá no lugar de sempre, nós também A gente se posicionou no lugar de sempre, perto deles. Passei protetor e deitei para pegar sol por meia hora, até que comecei a sentir calor e fui entrar no mar. O Nicolás, nem lento nem distraído, me viu e também foi entrar. Dessa vez ele veio direto para onde eu estava e disse: "A água tá muito gostosa, né?" Eu respondi que sim, e ele falou: "Mas não tá tão gostosa quanto você". E logo em seguida disse: "Desculpa ser direto, mas eu gosto muito de você. Ontem te dei de cara com os peitos e fiquei muito excitado". Eu fiquei gelada, não esperava que ele chegasse do nada falando tudo aquilo. Então respondi: "Foi um acidente, desculpa se te provoquei alguma coisa, mas não foi intencional". Ele retrucou: "Não tenho nada para perdoar, pelo contrário, adorei te ver. E desculpa a ousadia, mas te confesso uma coisa: ontem tive que me masturbar algumas vezes para baixar o tesão que você me provocou".

Nessa altura, ele já estava de pau duro, então eu dava uma olhadinha disfarçada de vez em quando. Até que, em uma das minhas olhadas, ele perguntou: "Gosta do que vê?" E não sei se foi porque já estava bem excitada, mas eu disse: "Sim, desculpa, é que você tem um volume muito grande". Depois de ouvir isso, ele simplesmente puxa o pau todo duro para eu ver e pergunta: "Acha que é grande?" Mas eu fiquei perplexa olhando para a pica dele. Não conseguia acreditar que ele tivesse mostrado assim, do nada, aquele pauzão. Dava para ver a olho nu que devia ter uns 19 ou 20 cm, mas não era isso que mais me surpreendia. O que realmente me atraía era a grossura: era uma rola bem gorda, do jeito que eu gosto.

Sem dizer nada, ele se aproximou de mim com o pau à mostra e sussurrou no meu ouvido: "Gosta mais assim, né? Assim você pode ver bem". Eu já estava entregue e ouvi ele dizer: "Toca nele. Sei que você quer tocar. Manda ver sem vergonha". Ele começou a me dar beijos no pescoço — coisa que me deixa muito excitada — e a apertar meus peitos. Eu já estava com muito tesão e tinha esquecido que tinha namorado e que minha família estava ali na praia. Mas não me importei e... Deixei levar pelo tesão, então decidi pegar naquele pau lindo dele. Comecei a masturbá-lo enquanto ele puxou a parte de cima do meu biquíni, deixando meus pezões enormes à mostra e começou a chupá-los e mordê-los. Quanto mais ele chupava, mais desesperado ficava, parecia que nunca tinha chupado uma teta na vida. Me chupava toda, mordia meus mamilos, até que se decidiu e desceu a mão, puxando minha calcinha de lado e começou a tocar meu clitóris e a enfiar os dedos. Eu já estava quase gozando e ele também, então me agarrou e me levantou, deixando o pau dele na altura da minha buceta e meus peitos bem perto da boca dele, então continuou chupando minhas tetas por um tempinho enquanto eu esfregava meu clitóris no pau dele. Até que ele se decidiu e começou a enfiar devagar até entrar todo, e aí comecei a rebolar, primeiro devagar, depois mais rápido. Queria fazê-lo gozar, e consegui depois de uns árduos 20 minutos. Tinha pedido por favor para ele gozar fora, mas parece que não ligou muito, porque acabou me enchendo a buceta de porra, literalmente gozou pra caralho, tanto que quando ele tirou senti algo escorrendo como se estivesse fazendo xixi, mas era o sêmen dele. Não conseguia acreditar no que tinha acontecido, tinha transado com um cara dentro do mar com meus pais na praia, e ainda por cima terminei com a buceta cheia de porra. Terminamos a foda e saímos do mar, primeiro eu, e cinco minutos depois o Nico. Quando cheguei onde minha família estava, minha mãe me chamou e, nos afastando um pouco de todos, disse: "O que aconteceu com aquele garoto na água? Te vi muito entretida, e parecia que ele estava chupando seus peitos. Cuidado com o que faz, porque seu pai não percebeu, mas eu sim. Além disso, você tem o Juany te esperando quando voltar, não vá estragar tudo por um tesão de verão. Homens bons como o Juany não aparecem toda hora, cuide dele, não seja burra". Eu disse que não tinha acontecido nada, que só estávamos conversando enquanto brincávamos com as ondas, mas por... por dentro eu pensava se minha mãe me viu, qualquer um podia ter visto. Mas nem liguei muito, porque mais tarde, à noite, quando já não tinha muita gente na praia, e minha família e a do Nico foram embora, a gente foi para umas dunas bem afastadas que tinham uns arbustos e transamos de novo por um bom tempo. Eu sabia que era errado, que estava traindo a Juany, mas a tesão era tanta, o tesão de sermos descobertos, e o mais importante, o quanto o Nicolás me comia gostoso, que não me importei de continuar transando com ele por uns dias. Depois trocamos Instagram e telefone e nos vimos de novo na cidade, mas isso vou deixar para outro relato porque é uma história longa e aí sim a Juany já estava na jogada. Espero que tenham gostado desse relato do que aconteceu comigo durante umas férias em família não tão familiares.

2 comentários - Infiel en vacaciones de verano familiares(gorda en la playa)

Muy exitante tu relato y caliente. Segui contando como sigue. Van puntitos