Pouco a pouco, minha vida mudou. Comecei como uma pessoa normal que gostava de mulheres, paquerar elas e transar com elas sempre que podia. Aos 20 anos, encontrei a Mônica, com quem fiquei de namorado por 5 anos e depois nos casamos. Nosso relacionamento era normal, mas eu cada vez queria coisas novas na parte sexual. Filmes pornô, sexo em lugares arriscados, fantasias, etc. Mas o que realmente me excitava era que ela provocasse outros homens, que me contasse suas experiências com os ex-namorados dela. Chegou um ponto em que eu não pensava em outra coisa senão nela fodendo com os ex-namorados dela. Toda vez que a gente transava, eu dizia que ela era outra, que queria vê-la a todo custo fodendo com outro, que ela tinha me contado tantas vezes e eu tinha curtido tanto, que queria vê-la fodendo e aproveitando com outra pica. Fui tão insistente que, para ela também, virou um desejo muito forte. Num dado momento, ela decidiu dar um passo no nosso relacionamento e assumir o controle. Ela me disse que não podíamos continuar assim, que ou eu aceitava que ela comandasse nossa vida sexual ou teríamos que deixar as fantasias pra sempre. Eu, claro, não hesitei e aceitei a proposta dela, e disse que faria o que ela quisesse, quando, como e onde ela quisesse, que estaria sempre às ordens dela. Que hora eu me coloquei nas mãos dela! Ela decidiu dar uma reviravolta na nossa vida sexual e dar um passo à frente, trocando fantasias por realidades cruas. A primeira coisa que ela disse foi que eu aceitava porque queria, mas que nunca poderia desobedecê-la e, a partir daquele momento, seria escravo dela. Pra começar, você não vai usar mais cueca, vai andar sempre de calcinha fio dental, pra não esquecer que é meu escravo. Nunca mais vai se masturbar sem minha permissão, e só vai poder me foder quando eu mandar. Eu fodo com quem eu quiser e quando eu quiser. Todos esses avisos me deixaram louco, e quando fui abraçá-la pra foder ela, ela me parou na hora e me lembrou que eu teria que esperar até que ela quisesse me deixar foder. Passaram-se alguns dias em que ela me fazia desfilar pela casa de tanga, me deixava me masturbar um pouco, mas quando me via mais excitado, me mandava parar e me deixava super tarado. Depois de vários dias de submissão, chegou a primeira grande surpresa. "Luis, hoje à noite o Alfonso vai vir jantar, o homem que me tirou a virgindade e com quem eu mais gozei na cama. Quero que você sirva o jantar pra gente e nos atenda o tempo todo, vai ficar de tanga e avental, quero que ele veja como eu te domino e que ele goze como nunca na vida. Finalmente você vai ver como eu sou fodida de verdade, vai ver como fodem a sua mulher na sua cara, como o homem que te tirou a virgindade pode continuar fazendo o que quiser comigo". O anúncio quase me fez gozar só de pensar, mas ela não me deixou tocar na pica, porque queria que eu estivesse mais tesudo do que nunca quando visse os dois, por isso fiquei a semana inteira me excitando sem deixar eu gozar. A verdade é que eu tava cagado de medo, porque uma coisa é fantasiar e outra é estar na sua casa esperando de tanga um cara vir foder sua mulher. Quanto mais o momento se aproximava, mais eu pensava e quanto mais eu pensava, mais tesudo eu ficava. Finalmente chegou a hora e a campainha tocou. A Mônica mandou eu abrir a porta e me apresentou pro Alfonso como o escravo submisso dela. Eles se beijaram de língua e foi a primeira vez na minha vida que vi minha mulher beijando outro homem. Era só um beijo, mas eu já tava vendo outro cara com a minha mulher. Fomos pra sala e eles sentaram. Minha mulher me deu as ordens: "Serve a gente e fica aqui do nosso lado em pé, caso a gente precise de algo". Eles não paravam de rir e de dizer como iam se divertir relembrando os velhos tempos. Ficaram a ceia inteira se apalpando e se beijando. Tive que ver por quase meia hora o Alfonso passando a mão na Mônica na minha cara, enquanto eu olhava vestido de tanga e avental. A humilhação era enorme. Mas, apesar disso, eu continuava sentindo prazer. Quanto mais me humilhava, mais prazer sentia. Quando terminaram de jantar, sentaram no sofá da sala e começaram a se acariciar e se beijar. Nesse momento, Alfonso se virou pra mim: "Como eu gosto dessa cadela. Vou foder ela como nunca fodi antes, e ela vai gozar como nunca gozou com você". Mônica assumiu o controle e me disse: "Então, maridinho, aqui começa sua verdadeira submissão. Você vai ver como eu sou comida, como Alfonso pode fazer coisas comigo que você nunca vai conseguir, começando que foi ele quem me tirou a virgindade, uma honra que sempre será dele. Agora, pra começar, você vai me despir pra me entregar ao homem que vai te fazer de corno pela primeira vez. Quero que seja você quem me entregue a ele". Eu a despi inteira. Depois de nua, aproximei ela de Alfonso e disse: "Aqui está minha mulher, come ela, faz o que quiser com ela, é toda sua". Nesse momento, chegou uma hora muito delicada, porque Mônica me disse: "Quero que você respeite o homem que tirou a virgindade da sua mulher e que vai te fazer de corno. Tire a roupa dele e prepare ele pra mim". "O que você quer dizer, não...". Ela não me deixou terminar e ameaçou que eu teria que ir embora e não poderia ver eles fodendo. "Nem pense em desobedecer minhas ordens". Segui em frente e despi o Alfonso. Depois que os dois estavam pelados, Mônica ordenou: "Agora, quero que você beije o pau dele em sinal de respeito e gratidão, coloca ele todo na sua boca com muito cuidado e deixa ele bem lubrificado pra mim. Quero que você admire ele, porque é o pau que vai te fazer de corno". Sem reclamar, me abaixei e cumpri as ordens dela. Nunca na minha vida pensei que viveria uma situação tão humilhante, chupando o pau do cara que ia me fazer de corno. Quando decidiram que já era o suficiente, se deitaram e começaram a foder como loucos. Pedi permissão pra Mônica pra bater uma punheta, mas ela negou e eu tive que continuar olhando sem alívio. Enquanto continuavam fodendo, Mônica me disse pra beijar ela e então falou: "Você não sabe o quão feliz você me faz. Adoro que você seja meu corno submisso". Tô curtindo como nunca imaginei que fosse possível. Te garanto que vou te humilhar como você nunca sonhou e vou te transformar no maior corno manso do mundo, que é o que você mais gosta". Naquele momento, Alfonso gozou e Mônica teve um orgasmo como eu nunca tinha visto. Ele tirou o pau da buceta da minha mulher e eu recebi novas ordens: "quero que você limpe minha buceta com sua língua, que beba até a última gota do esperma que Alfonso enfiou na minha buceta". Não hesitei em obedecer e tive que lamber toda a gozada do Alfonso da buceta da minha mulher. Cada situação que eu vivia parecia a maior humilhação que um homem pode aguentar, mas com certeza viriam mais humilhações. Quando terminei de chupar a buceta dela, ela disse: "E o pau do Alfonso, o pau que desvirginou sua mulher, o pau que te fez corno? Limpa ele e deixa brilhando". Como sempre, cumpri as ordens e chupei o pau do Alfonso até deixar ele reluzente. Nós três dormimos e, umas três horas depois, acordei vendo Mônica chupando o pau do Alfonso. Na hora, ele gozou na boca da minha mulher. Fiquei surpreso porque ela nunca deixou eu gozar na boca dela. A explicação dela foi: "Maridinho, nunca deixei você gozar na minha boca e nunca vou deixar. Tem coisas que você nunca vai poder fazer, e se quiser ver, vai ter que ver outros fazendo. Se quiser ver esperma na minha boca, vai ter que ver outros homens gozando nela, porque você nunca, repito, nunca vai gozar na minha boca". Me senti terrivelmente humilhado de novo, enquanto Alfonso me olhava com um sorriso de orelha a orelha. Assim o tempo foi passando, com Alfonso e com outros homens com quem minha mulher me fazia cada vez mais corno. De vez em quando, ela deixava eu comer ela ou bater uma. Ela continuava curtindo cada vez que me humilhava e eu continuava adorando as humilhações dela. Fizemos disso nosso estilo de vida, ela era minha dona e eu seu puto escravo. cuck-submisso. Depois de alguns anos, ela teve uma ideia ainda mais humilhante, que eu nem imaginava. Ela disse: "Querido, cada dia que te humilho, eu curto mais, e quanto mais cuck você é, mais realizado se sente. Quero te humilhar ainda mais, e fazer você curtir ainda mais seus chifres. Quero que você seja o marido mais humilhado e cuck do mundo, e estou decidida a conseguir isso. Você vai ficar um tempinho sem foder, e eu vou foder mais do que nunca. A partir de hoje, vou parar de tomar anticoncepcional, quero engravidar e ter um filho, mas quero ter certeza de que não é seu, que você sinta a maior humilhação do mundo e se sinta o maior cuck do mundo. Então, até eu não estar grávida, você não vai mais me comer." Passaram-se dois meses e Mônica me deu a notícia: estava grávida, não sabia de quem, mas o que sabia era que eu não era o pai, que outro homem tinha engravidado minha mulher. E foi exatamente isso: me senti absolutamente humilhado e cuck, mas era o que eu tinha escolhido, e depois de tantos anos não dava mais pra voltar atrás. Eram centenas de homens que tinham comido minha mulher, que tinham lambido a buceta dela, enfiado o pau na boca dela, e centenas pra quem minha mulher me obrigou a chupar o pau e limpar o esperma da buceta dela, que era o que ela mais gostava. Pra piorar, teríamos um filho que não era meu, mas era pra eu sempre lembrar que sou o maior e mais puto cuck submisso do mundo.
3 comentários - Como me converti en Cornudo Sumiso