Minha primeira amante virtual (parte 2)

A gente já tava conversando fazia um tempinho. Às vezes a gente se enchia, às vezes era só carinho. De vez em quando a gente trocava umas fotos e fazia videochamada. A gente tentava ser criativo e que cada vez que a gente se tocasse tivesse surpresa. Era muito divertido. Mas nunca conseguimos nos ver cara a cara. Eu acho que com toda a paixão acumulada e o quanto a gente se conhecia, a gente ia se dar muito bem. O tempo passou e a chama foi se apagando. Ela arrumou um namorado e me contou. Parecia ser sério. —Bom, espero que você se divirta muito com ele e que ele te faça feliz. —Valeu. Você é muito gente boa. —Ela falou, percebendo que eu não fiz cena. —A gente pode continuar conversando? —Pode. —Respondi. A gente manteve contato, mas não tinha mais nenhuma carga erótica, mesmo que os dois ainda tivessem vontade. Uma vez eu tentei tirar um cochilo e ela me chamou. Começou a me provocar e eu topei sem medo. A conversa esquentou, mas num momento ela recuou quando eu pedi fotos. Aí eu falei pra ela não me provocar então, e passou uns 15 minutos. "Eu me molhei", ela disse, e me mandou pela primeira vez uma foto da buceta dela. Ela segurava a calcinha com as pernas e a mão dela estava toda melada. Aquela foto me deixou louco por uma semana. Passaram umas semanas e a gente se conectou pela webcam. A gente conversou sobre tudo de novo. Ela mencionou que o namorado morava longe e eles se viam de vez em quando. Eu vi como um sinal e também como o motivo dela pra continuar a gente se vendo. Talvez tenha sido uma desculpa, mas não era problema meu. Ser eu quem atende a namorada de alguém sempre me deu mais tesão do que o normal, mas com cuidado. Em algum momento eu falei pra ela que as mãos dela fossem as minhas. Ela passou a mão no rosto e nos peitos. Ela era meio sardenta e tinha bochechas grandes. Eu falei que se eu tivesse lá, daria muitos beijos no corpo todo dela. —Por onde você começaria? Por aqui? —Ela apontou pros lábios, pra bochecha, depois pro pescoço e começou a descer devagar. Ela pegou o sutiã e puxou com malícia. Mais uma vez, os peitos dela pareciam enormes à Apesar de estar deitada de barriga pra cima.
—Gosto que mordam meus mamilos de leve. — Ela disse. E achei estranho, mas intrigante. Em algum momento ela ficou meio envergonhada, não sei por quê, e eu mostrei meu pau pra ela. Tava durasso, e eu peguei ele com a mão e fiquei movendo pra cima e pra baixo. Às vezes.
—É muito grande. É muito gostoso. — Respondeu, e não hesitou em continuar. Ela tava na cama dela no escuro, mostrando o corpo dela aos pedaços. Virava de lado e a silhueta dela era uma delícia. Parecia modelo de revista. Eu tava com todas as luzes acesas. Mostrava meu pau e minha barriga.
Mais uma vez, vi a buceta dela molhada. Aquilo me enlouquecia. Ela tava curtindo pra valer minha companhia, e eu também.
—Desculpa te provocar — falei.
—Tá de boa. Eu precisava disso.

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