História de chifre ou não

essa é uma história diferente que levanta a questão se tem chifre ou não tem quando sua mina dá pra outro
Espero que vocês gostem e comentem o que acharam.
em breve a segunda parte dessa história
OBRIGADO POR PASSAR E POR TIRAR UM TEMPO PRA ME LER








Minha namorada é muito provocante, talvez até demais pro meu gosto. Ela se veste muito sexy e desperta admiração masculina só com a presença dela, mas sempre do meu lado. Quando saímos pra caminhar, ela adora que olhem pra bunda dela — que, por sinal, é bem grande. No começo, eu não gostava muito disso, mas depois me acostumei e até passei a gostar que fizessem isso. Nosso relacionamento era muito bom e decidimos morar juntos. Foi a melhor decisão que a gente tinha tomado, mesmo que a convivência às vezes complicasse, sempre superávamos, já que tínhamos quase os mesmos gostos. As saídas pra balada já não eram prioridade; preferíamos ficar em casa, pedir algo pra jantar, ver uns filmes, tomar uns drinks e ter o melhor sexo pra depois descansar. Nossa vida era tranquila. Eu tenho uma grande loja de ferragens e ela me ajuda com isso à tarde. Aos poucos, percebi que o trabalho crescia naqueles momentos. Além de cobrar, ela também atendia alguns clientes e, como eu disse antes, as roupas dela chamavam muita atenção, a tal ponto que um dia um deles me perguntou se eu sabia se ela tinha namorado. Eu disse que não, de puro tarado que sou. Adorava ver como ele ficava besta olhando pra bunda da minha mulher, e não o culpava em nada. No fim das contas, tinha que aceitar o fato de que a desejavam tanto, e essa era com certeza a causa do aumento das vendas. Uma noite, depois do jantar, comentei o assunto e ela ria quando eu contava quem tinha olhado pra bunda dela até devorar com os olhos. Percebi, quando chegamos na cama, que ela estava muito excitada. A buceta dela estava ensopada, e a gente teve o sexo mais selvagem, a ponto de ficarmos exaustos, abraçados, sem nem ter tomado banho. De manhã, eu abria o ponto e ela cuidava da casa. Ao meio-dia, eu voltava pra almoçar e, à tarde, já abríamos juntos. dois, a gente atendia até fechar e voltava pra casa. Naquela noite, comentei de novo quem tinha ficado babando com a bunda dela, e dessa vez a gente viu um filme antes de dormir, mas não chegamos a terminar porque eu ficava toda hora falando como olhavam pra ela, coisa que eu sabia que a deixava com tesão, até que finalmente a gente transou no sofá. Foi foda levantar a saia dela e fazer assim vestidos, como se fosse escondido, só pela pura safadeza dos dois. Naquela mesma noite, já na caminha, não aguentei meu tesão e pedi a tiny ass dela.
 
Ai não, minha vida, vai doer pra caramba, céu.
 
Você vai ver que não, e te garanto que vai gozar pra caralho.
 
Mas eu tenho medo, amor.
 
Dá, minha vida, sabe que o que menos quero é te machucar
 
Finalmente convenci ela. Ela ficou de quatro na cama enquanto eu procurava um lubrificante. A primeira coisa que fiz foi meter a língua no cuzinho dela, o que a deixou muito excitada. Ela começou a gemer como nunca e não conseguia parar de mexer aquele rabo lindo e desejável. Consegui enfiar minha língua no cuzinho dela, isso a fez tremer. Minha língua entrava e saía várias vezes, o que a deixava ainda mais quente. Depois, enfiei um dedo e, aos poucos, entrei ele todo. Comecei um vai e vem enquanto ela se esfregava na bucetinha, gritando "QUE DELÍCIA". Fui dilatando bem devagar e, depois de um bom tempo, enfiei outro. Ela já não dizia nada, só continuava gemendo. Com o tempo, já entravam quatro dedos, que entravam e saíam do cu virgem dela. Foi aí que ela mesma me implorou para colocar. Então, passei xilocaína e apoiei a cabeça do meu pau, que estava mais duro que um ferro. Empurrei e pude sentir o cuzinho dela se abrindo, dando passagem pro meu pau. A xilocaína fez efeito, quase não doeu. Pedi pra ela relaxar, e ela relaxou. Foi lindo poder fazer sem dor. Quando consegui enfiar meus 23 centímetros e ela sentiu minhas bolas batendo na bunda dela, ela suspirou e começou a gemer na hora. O vai e vem no começo foi devagar, até que ela, louca de tesão, me pediu pra arrebentar tudo. Foi demais. Eu meti cada vez mais forte, enquanto ela gritava "MAIS, MAIS, ME DÁ MAIS, ARREBENTA TUDO, É SEU". Fiquei assim um bom tempo até que finalmente enchi ela. Na mesma hora, gritamos os dois juntos. Depois disso, tomamos banho juntos, com beijos e abraços, e fomos deitar pra descansar. Me senti verdadeiramente dono daquele rabo que muitos desejavam, mas não sabiam que era meu por completo. E por isso, não me importava que olhassem. Dois dias depois, depois do jantar, decidi repetir a dose naquele cuzinho apertado. Pra isso, puxei o assunto dos caras que olhavam pra bunda dela. Sabia que com isso ela... Esquentaria e não me enganei nem um pouco.
 
Hoje o Tomás não conseguiu disfarçar como os olhos dele iam, tava vidrado na sua bunda e ainda por cima você aí agachada procurando aquela chave de registro, acho que demorou pra tirar de propósito, cê gosta de deixar ele com tesão, né?
 
Senti os olhos dela na minha pica e sabe que adoro quando olham assim, então dei um belo ângulo e, de brinde, deixei ela brincar por um tempo.
 
Você gosta, Tomas? Você gostaria que eu arrombasse essa sua bucetinha apertada?
 
Não isso não, mas ver como ela fica excitada me dá muito tesão.
 
E aí, o que você faria se estivesse sozinha e ele quisesse te comer no cuzinho? Tão tesuda assim, acho que você deixaria.
 
Você ia gostar, amor? Ia gostar de ver outro me comendo essa bucetinha?
 
Você sabe que essa bunda é minha, mas seria bom saber se é mesmo minha, meu bem, ou se ela gosta de outra pica.
 
Ah não, amor, você viciou na minha bucetinha, mas de verdade eu acho que igual você não tem outro.
 
Já tá molhadinha, não, sua puta?
 
Peguei ela nos meus braços, abracei e beijei enquanto acariciava aquele rabão dela, não dei chance pra ela recusar e assim fomos parar na cama. Dessa vez não teve xilocaína e ela sentiu tudo, agora ela pôde sentir meu pau entrando no cu aberto dela, sentiu o calor da minha carne invadindo o interior dela. Os gemidos não paravam enquanto ela pedia mais e mais, enquanto eu metia na bunda dela, ela torcia os próprios mamilos e só se masturbava a buceta. Dessa vez foi um anal de verdade. Quando caímos exaustos, tomamos um banho quente gostoso, mas quando voltamos pra cama, ela queria leite como manda o figurino. Então dessa vez tive que fazer ela gozar do jeito que ela mais gosta. Ficamos realmente acabados, ou pelo menos eu fiquei. No dia seguinte, no café da manhã, tivemos uma conversa rápida sobre o que tinha rolado naquela noite.
 
Você tá falando sério que quer que eu experimente outro pelo meu cuzinho gostoso?
 
Falei isso pra te esquentar e deu muito certo, ou não, amor?
 
Mas você não respondeu minha pergunta.
 
Bom, se for pra valer, nem ia gostar nem deixar de gostar. Se você der a buceta pro Tomás, acho que não vai gozar tanto ou igual goza comigo.
 
 
Então não te importa se eu cair nas garras dela uma tarde dessas?
 
Isso quer dizer que você tá afim dela, amor?
 
Sem amor, mas cada vez me excita mais ela ficar olhando tanto pra minha bunda pequena. Se ela avançar, não sei se vou conseguir me segurar.
 
Por mim, não se segura não, amorzinho, acho que você não vai curtir mais do que comigo, bebê.
 
Então, quando ele vier, você vai embora e vai me deixar sozinha?
 
Ahh, vagabunda... já tem tudo planejado, né? Tá morrendo de vontade de dar pra ele, mas com uma condição: só pela bunda, bebê. Até porque ele não sabe que você é minha mulher.
 
Tá bom, amorrr siiiim, só vou dar minha bucetinha pequena pra ele, céu, te prometo, love
 
Que tremenda puta que você é, bebê, você é tão gostosa que depois de arrebentar seu cu com certeza vai deixar ele arrebentar sua buceta
 
Essa manhã fiquei pensando que a minha novinha gostosa ia dar a buceta pro idiota do Tomás. Não gostava muito da ideia, mas quanto mais pensava nisso, mais me excitava. Não podia perder de ver o Tomás comendo a rabuda da minha mina. Por outro lado, pensava que ele não ia foder ela que nem eu, não acreditava que ele tivesse uma pica maior que a minha. Ao meio-dia, falei pra minha mina
 
Bom, eu sei que você tá muito tesuda com o Tomás desde que te contei como ele fica todo arrepiado com a sua bunda, então tá beleza, mata essa vontade com ele, mas isso tem um preço: o que ele comprar tem que pagar cinco vezes mais. Você fala pra ele que é pelo serviço extra, não quero que ele pense que você é uma putinha que dá de graça fácil.
 
 
Então, quando ele vier, você vai embora? Vai me deixar sozinha com o amor, que lindo, céu, de verdade fiquei com tesão com o que você me disse, amor, mas depois não quero reclamação por ter te feito corno, céu, a culpa é toda sua, meu amor.
 
Que tu dê pra Tomas não me faz de corno, amor. Primeiro, ninguém sabe que você é minha namorada, love. E segundo, chifre é só quando você sente algo por outro, e eu sei que você não vai amar ninguém além de mim.
 
Naquela tarde, pra nossa decepção, o Tomás não veio buscar nada, então, com a putaria que a gente tava, naquela noite a gente se acabou na cama. Mas no dia seguinte, à tarde, o Tomás apareceu com um pedidão. Eu falei que ia ver um cliente que tinha que me entregar um pedido, abri a porta e fechei. Claro que não fui a lugar nenhum, me escondi atrás de uma estante. Nenhum dos dois percebeu que eu tava ali vendo tudo. Em minutos, o Tomás passou pro outro lado do balcão e chegou perto da minha mina, falou algo no ouvido dela enquanto encostava o pau na bunda dela. Ela começou a gemer, com certeza por causa do tesão que tava sentindo. O Tomás levou ela pra trás das estantes e entraram no escritório. Ela levantou na hora a minissaia justa que tava usando, deixando o Tomás ver a fio dental que ela tinha. Ele puxou o pau pra fora e empurrou ela em cima da mesa, puxou a fio dental de lado e cuspiu no cuzinho dela. Minha mina tava perdida, em segundos a rabeta dela engoliu o pau dele e ela começou a gemer que nem uma puta de verdade. Ela tava cavalgando com muita raiva enquanto falava que tava doida pra arrebentar o cu dela até que, finalmente, ele gozou dentro do cu dela. Guardou o pau e saiu, deixando ela escorrendo de porra. Ela se levantou, ajeitou a fio dental e a minissaia, e voltou pra completar o pedido. Eu entrei rápido, mas só abri a porta. Tava com o pau duro pra caralho. Comprimentei o Tomás e fui direto pro escritório. Ouvi uma discussãozinha e depois senti a porta fechar. Saí do escritório e falei com minha mina.
 
E aí, se satisfez? Como foi? Ela te deu aquela bundinha pequena, não deu? Ela fez melhor do que eu? Não mente em nada, por favor.
 
Bom, se quer saber, ela me aliviou o tesão, mas não foi o que eu esperava.
 
Dale, gata, não mente pra mim, você gozou pra caralho
 
E você, como sabe disso?
 
Porque eu vi vocês por trás das prateleiras, te ouvi gemer aos berros, amor, então não me mente. Cê acha que eu ia te deixar sozinha com ele? E se ele te machucasse, hein?
 
Bom, tá tudo bem, foi realmente muito bom e me deu a impressão de que queria me comer de novo. Ele me perguntou a que horas eu saio, quer vir me buscar, quer que eu passe a noite com ele, tá louco por mim, amor.
 
E você, o que quer fazer? O que você disse pra ela?
 
Nada, amor. Falei pra ele que você me leva pra casa quando a gente terminar de trabalhar, mas pensa bem, amor. Desse tarado aí eu posso tirar muita grana, meu bem. Afinal, é só uma noite.
 
Não sei, vou pensar, mas de uma vez é perigoso, aí sim pode gerar algum sentimento
 
Pra nada, amor, é só transar, céu, é só tesão, meu bem, vaiii, me deixa
 
Você gostou tanto da pica dele, vadia?
 
A verdade é que sim, adorei. Consegui gozar sem sofrer igual sofro com você, e ainda não perdi o tesão.
 
Sabe o que rola, eu não vou te ver, love, e isso não me agrada nada.
 
Ei, ei, ei, vou te contar tudo, mas tudinho mesmo, quando eu voltar, meu amorzinho, vai, me deixa irrr, bebê, até porque foi ideia sua.
 
Bom, não sei... tenho medo. Nunca pensei que você fosse tão puta.
 
Depois fomos dormir. A mina, assim que chegou na cama, me chupou como nunca e até engoliu toda minha porra. Depois de chupar de novo até ficar duro, sentou em cima de mim e enfiou na buceta — tava toda molhada. Me cavalgou um tempão, gemendo igual uma louca, gritando: "VOCÊ ME MATA, BESTA! TE AMOOOO, MEU CÉU!" Depois, ficou de quatro e abriu bem as nádegas. Não pensei duas vezes: enfiei tudo de uma só vez. A pobre tarada deu um grito, mas aguentou firme, amassando os lençóis e mordendo o travesseiro. Montei nela o mais forte que pude, parecia que eu tava mostrando quem é o verdadeiro macho dela. Ela não aguentou, implorou pra ir mais devagar, mas continuei até encher o cu dela de porra. E assim a gente dormiu. No dia seguinte, no café da manhã, depois do banho, ela me disse...
 
Como você ficou toda excitada ontem à noite, bebê, não dá pra negar, você adora que outro me coma, isso te deixa doida de tesão, meu bem, você me matou de prazer, amor, mas não tirou minha vontade de dar pro Tomás.
 
Será que ele te come melhor do que eu?
 
Pra nada, meu anjo, é que ele me trata como uma puta divina, fica o tempo todo admirando minha bunda pequena, isso deixa ele louco e eu adoro, você sabe como eu gosto de esquentar com minha raba, meu bem, mas do jeito que você me come, ninguém me come, isso é certeza.
 
E aí, o que será que ia rolar se você encontrasse outro que te comesse melhor do que eu? Que te fizesse gozar mais do que eu? E se, além disso, te tratasse super bem?
 
Com certeza eu daria muito com ele, bebê, mas meu amor, só tem você, meu céu. Você eu não troco por nada desse mundo, amor. Você já sabe que quando querem te conquistar, todos os homens são bons, mas depois que te pegam, mostram quem realmente são. E eu te adoro, você não é bom só na cama, mas também fora dela, e isso me faz feliz. Você é minha vida, amor.
 
Tem razão, amor, me excita muito outro te comer, acho que é minha competição pra saber que sou o melhor, bebê, é o ego de ser um bom macho, meu céu.
 
Com vontade de te levar até Luján, meu bem, mas tenho que confirmar porque ontem foi só uma rapidinha.
 
Tá bom, meu bem, vou te buscar meio-dia e te trazer pro local de manhã cedo. Tira essa vontade toda e depois me conta com todos os detalhes.
 
Fui trabalhar pensando em como a puta gostosa da minha namorada tinha me convencido. Era verdade, eu gostava de ver outro comendo ela, mas ao mesmo tempo tinha medo de perdê-la. Naquela tarde, Tomas não apareceu na loja de ferragens. Aquela noite foi majestosa, transamos de um jeito diferente, com carícias e beijos de muita língua, com muitos "te amo" e "você é uma deusa", com penetrações prazerosas e orgasmos longuíssimos cheios de gemidos. Definitivamente era diferente, tinha amor naquela sessão de sexo e isso realmente foi muito bom, nós dois percebemos isso.
 
Vê, amorzinho, com quem mais eu poderia viver algo assim além de com você? Não tenha medo, meu céu, você transaria com outra e sentiria a mesma coisa que sente comigo, love? Eu tô convencida que não.
 
Você tem toda razão, isso não é transar, claro que não é.
 
Isso é fazer amor, bebê. Isso só se faz com uma pessoa, meu bem. Com os outros é só transar, ou não?
 
Assim chegou a tarde em que o Tomás veio, a sorte já estava lançada, minha mina tinha feito todo o trabalho pra passar a noite com ele.
 

5 comentários - História de chifre ou não

Jaja, que ilusos somos los hombres cuando creemos que lo controlamos todo con nuestras mujeres, cuando en realidad ellas hacen lo que se les venga en gana, y además nos hacen creer que todo es idea nuestra ja
eswa22 +2
Realmente muy buen relato me te calentó toda la situación de como te fue llevando tu novia a estar en esa posición de cornudo
Con tu pareja marido o novio , siempre haces el amor , en algunas ocasones tenes sexo pasion y morbo pero para esto ultimo se necesita EL MORBO de ir un paso mas alla de hacer el amor , la teoria de estar con otro hombre , el morbo en si es muy simple con tu marido haces el amor con tu amante es solo sexo No hay mucho mas que explicar o comprender
asi llo entiendo yo
como pueden permitir que vaya y este una noche sola con el amante? es inentendible la verdad, el primer paso para que se den sentimientos y empezar a perder a sus mujeres
otra cosa sería un encuentro sw con otra pareja, un rato cada uno y a la casa o un trio donde en todo momento se está presente y se controla lo que se hace