A quarentena, minha gêmea e eu, Cap. 2

(a história é completamente fictícia, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência)

- O quê? - perguntei me fazendo de surpreso, não tinha desculpa, precisava ganhar tempo, pensar em algo pra sair dessa, mas ter ela a centímetros de mim, com a legging e a tanga no chão, somado ao som do jato de mijo, que de alguma forma me excitava, tudo isso não me deixava pensar direito. Meu pau pulava pedindo pra continuar o que tinha começado.
- Se você tava batendo uma pra foto que te mandei, seu idiota, mesmo que tenha sido sem querer, você me viu pelada e não é de pau mole. Ou você é viado? - ela tinha terminado, pegou um pouco de papel, se secou e ainda continuava sentada, esperando minha resposta. Eu de costas e meu pau duro ainda.
- Pra que você quer saber? Se já sabe a resposta. Não sou viado, sua burra, mas também não sou tão doente pra bater uma com foto da minha irmã. Agora sai que quero terminar de tomar banho. - Menti mesmo sabendo que ela não acreditava, porque com certeza não acreditava, nem eu mesmo acreditava.
- Tá bom, se você diz... Mas hoje eu cozinho. Continua com teu "banho" - Ela se levantou, vestiu a tanga e a legging e saiu do banheiro rindo. Eu me virei de frente pro chuveiro e continuei o banho.
Quando saí, vi ela preparando as coisas pro mate, já eram quase seis da tarde e tínhamos que ligar pros meus pais, então quase não falamos do "incidente". Meu pai perguntou como estava a convivência, e ela respondeu que melhor do que esperava, que aos poucos estávamos começando a nos comportar mais como irmãos. Debaixo da mesa, ela apertou minha coxa, como me trazendo de volta à realidade, eu ainda estava perdido pensando na imagem da buceta molhada dela. Eu concordei com as palavras dela, dizendo que sim, que estávamos nos dando muito bem. Minha mãe disse pra Mica não me encher o saco, que eu era um "homem ocupado", ela disse pra não se preocupar... Mas quem tava preocupado era eu. Depois disso viria a rotina de yoga. Desligamos a chamada e ela foi me surpreender quando voltou de pijama e top esportivo. A calça leve que eu vestia não ajudaria muito a esconder a ereção, ainda mais que o outono tinha começado, mas o verão se recusava a ir embora, nos dando mais alguns dias de calor.
— Hoje não vai de legging? — perguntei, estranhando.
— Não, hoje vou mais confortável, além disso manchou e não tenho outra. — disse Mica, dando de ombros. — Vamos começar? — Ela sorriu e sentou no chão com as pernas abertas, o tecido mal cobria a buceta dela enquanto eu tentava olhar o mínimo possível.
O melhor momento, sem dúvida, foi vê-la de quatro, na posição de "Saudação ao sol". Vi perfeitamente o tecido da tanga tentando cobrir o máximo possível da superfície da buceta, mas sem sucesso. Eu já não aguentava mais, e estávamos só na terceira semana.
Naquela noite, Mica cumpriu a promessa e cozinhou uns macarrões com molho deliciosos. Depois de dois pratos e uma taça de vinho, não conseguia me mexer de tão cheio que estava. Ela percebeu e foi lavar tudo enquanto eu, da minha cadeira, via aquela raba se mexer. Talvez fosse efeito do vinho ou do tesão, ou as duas coisas, mas eu sentia vontade de comer minha gêmea. Levantei, caminhei até ela e quase abracei ela por trás, mas ela se virou no último instante.
— O que foi? — perguntou, com um olhar fixo e calmo.
— Faltou isso... — falei e entreguei minha taça. Ela abriu a torneira e o jato saiu tão forte que, ao bater no fundo da taça, a água espirrou pra todo lado, caindo um pouco no top, marcando os mamilos da Mica. Ela não deu importância, terminou de lavar e foi pro banheiro. Disse que precisava tomar banho. Eu vi ela ir embora rebolando a raba, fiquei atordoado na cozinha.
Minutos depois, me preparei pra deitar, coloquei um filme na TV da sala e me deitei. Pouco tempo depois, Mica sai do banheiro, com a blusa do pijama e de tanga.
— O que cê tá fazendo assim, Mimi? — acho que ela se surpreendeu ainda mais por eu ter chamado ela assim. Forma, que era um apelido que a gente usava quando era moleque, por causa da pergunta que eu fiz.
— Lá em casa durmo de fio dental, só trouxe pijama por sua causa, mas já que você me viu até a alma... Boa noite, Chito... — ela me chamava assim antes...

*

Era de madrugada, o calor me acordou, tava tanto que eu suava pra caralho, fiquei só de boxer. Depois levantei, fui no banheiro e na cozinha, tava com a garganta seca. Daí a pouco a porta do meu quarto abriu, a Mica saiu bocejando e com um peito pra fora.
— Também não consegue dormir? — perguntou esfregando os olhos. Abriu a geladeira e se abaixou, mostrando aquela bunda inteira, o cu quase coberto pelo fio do fio dental e os lábios brilhando da buceta dela, pelo visto ela tinha se tocado antes de dormir... — Você precisa comprar um ar-condicionado, senão a gente tá ferrado... E bota gelo aí embaixo, ou vai acabar esfaqueando alguém. — Não tinha percebido, mas meu pau tinha reagido ao que eu vi e tava mostrando todo o seu esplendor, transformando o boxer numa barraca bem visível.

De novo ela me deixou atordoado na cozinha e voltou pro quarto.

Quando me deitei, tive uma ideia, tirei umas fotos e mandei pra ela, seguidas de um vídeo curto onde dava pra ver meu pau cuspindo porra. Ela viu as mensagens e, depois de uns segundos, apaguei tudo. Por último, um texto que dizia "Agora estamos quites". Mandei, virei de lado e dormi.

*

Abri os olhos, já tinha amanhecido, o sol entrava pela janela, sentia um perfume suave no ar e uma sensação gostosa na virilha, como se alguém estivesse se esfregando nela. Puxo o lençol, abro os olhos e... Meu pau tava entre as bandas da bunda da Mica! Quando é que isso tinha acontecido?! Como é que eu fui parar na minha cama?! E o mais importante: por que ela apertava a bunda dela contra o meu pau?

Continua...

7 comentários - A quarentena, minha gêmea e eu, Cap. 2

Hacelos mas largos, q estan buenísimos!!
Bro no se si seas nuevo oh no pero no importa por lo menos si llega 600 publicalo oh antes porfa
Nos dejas re manijas a todos con un final así de abierto jajajaj! Seguí así que es tremenda la historia