Olá!!!! Vou contar a história da minha primeira vez que tive uma experiência com outro gay. Esse capítulo da minha vida aconteceu quando eu tinha 17 anos, estudava num colégio em Bogotá (Colômbia), e fazia o noturno. Era meu segundo semestre na universidade, estudava à noite e saía às 22h. Costumava pegar o Transmilenio (transporte de Bogotá) nesse horário. Mal saía, não tinha muitos amigos, então ia logo pra casa. Quando eu subia, era raro encontrar algum banco vazio, todos estavam sempre ocupados e algumas pessoas em pé. Então eu optava por sentar no chão, na parte de trás do ônibus, onde não tinha banco, e geralmente ficava sozinho. Sentava na saída de emergência, que em todos os ônibus o design era barras por todos os lados formando uma espécie de gaiola. Enfim, nesse dia eu sentei no chão com as pernas cruzadas, tipo posição de yoga. Na estação seguinte, subiu um senhor normal, uns 50 anos, um pouco alto, magro, de pele morena. Ele parou na minha frente, encostado numa barra, mas de pé, bem na minha frente. De repente, ele me perguntou as horas, eu disse e não trocamos mais palavras. De uma hora pra outra, ele começou a acariciar o pau por cima da calça. Eu estava olhando pela janela, mas via o que ele fazia pelo canto do olho. Eu fingia que não tava percebendo, mas sentia que ele me olhava fixamente. De repente, ele disse que tava calor. Eu ignorei e continuei olhando pela janela. Na hora, tirei meus fones e coloquei. De repente, o senhor pôs o pau pra fora, totalmente duro, e começou a se masturbar na minha frente. Eu não ousava olhar de frente, fingia que não tava vendo, mas não aguentei porque fiquei com muito medo. De repente, me decidi, olhei pra ele e falei: "O que o senhor tá fazendo? Tá em público!" Levantei, saí do lugar e fui pra parte da frente do ônibus. Dali, olhava pra ele e via ele de costas. Pouco depois, ele desceu do ônibus. E eu, por minha vez, desci mais pra frente, onde sempre descia. Fui pra minha casa, mas não parava de pensar naquela situação. De noite, me deitei e fiquei pensando muito nisso e no pinto dele, ou no pouco que vi. Passaram uns dias e eu continuava na mesma, mas dessa vez tava de olho no senhor, mas não vi ele de novo. Cheguei uma noite em casa e sempre costumava me masturbar à noite com imagens de mulheres, vídeos ou me imaginando nelas, mas dessa vez foi diferente porque não tava excitado por elas, e sim pelo pinto daquele senhor. Ficava falando pra mim mesmo: "Tá te gustando isso", e me contradizia. Queria negar o fato de que queria me masturbar com a imagem de um homem, mas bem lá no fundo dizia: "Idiota, por que você não ficou pra ver? Aquele pinto parecia muito tasty e tava duro." Me arrependi porque talvez aquela situação nunca mais se repetisse. Acabei me masturbando imaginando que fazia um boquete no senhor no ônibus e que ele gozava dentro da minha boca. Assim passei uns dias com a mesma rotina pra casa, mas sempre sentava no lugar que vi ele pela primeira vez, mas nada. Tava completamente desiludido de vê-lo de novo e ele fazer o mesmo, e falei pra mim mesmo: "Se ele subir e não fizer, peço pra ele deixar eu tocar pelo menos." De repente, um dia ele subiu de novo. Quando vi, senti que meu coração ia sair pela boca, mas me segurei e fingi que não tava vendo nada, olhando pela janela igual da outra vez. Ele foi até onde eu tava e me cumprimentou: "Boa noite." Eu respondi: "Boa noite." Naquela noite, não precisei falar nada porque o senhor puxou de novo o pinto tasty dele e começou a se masturbar, mas eu não conseguia olhar. Ele se virou pra mim: — Senhor: "Ei, me olha." Eu não virava pra olhar nem respondia, tava paralisado. Ele continuou insistindo e eu virei pra olhar. Fiquei de olho fixo no pau dele, tava muito duro, bem venoso, era muito lindo aquele pau. Mas naquele momento tava assustado, só olhava. Ele tirou a mão e apoiou pra trás pra eu poder ver bem aquela coisa majestosa e linda. Mais ou menos media uns 20 cm e bem grosso. Ele puxava o prepúcio pra baixo e deixava ver tudo. a cabeça dele tava estupefata com aquela beleza, mas muito assustado, ele me dizia:
— Moço: dessa vez você não vai passar na frente do ônibus
— Eu: não gosto de ficar aqui
— Moço: ou não será porque você gosta de ver meu pau e quer chupar ele?
Não respondi nada, só continuei olhando pra ele
— Moço: o que você tá esperando? Chupa ele, vai, bebê
Eu não conseguia fazer nem responder nada. De repente, o moço gozou e espirrou o leite dele, cremoso, quente e grosso, no chão e na janela ou porta de emergência que é de vidro. Umas quadras adiante, ele desceu
— Moço: até logo, bebê
— Eu: fique bem
Não fui capaz de nada, nem de perguntar se ia ver ele de novo. Na hora, olhei pra porra que tava no chão e meu pau subiu só de ver. O cheiro tava muito gostoso no ar. Me deu vontade, me inclinei, toquei com o dedo, cheirei e limpei o dedo. Não fui capaz de chupar. Depois, foi um martírio. De noite, me masturbei pensando nele e falava: "devia ter chupado toda essa porra". Pelo menos, prometi pra mim mesmo que quando visse ele de novo, ia mamar.
Passaram dois dias e ele subiu de novo. Me senti muito ansioso. Aconteceu a mesma coisa, mas ele tinha o poder de me paralisar. Só que dessa vez eu tava menos tenso, com menos medo. Ficava olhando muito pra ele
— Moço: você gosta?
Eu concordei com a cabeça que sim, mas não respondi
— Moço: eu sei que você gosta. Vem e chupa ele, já que gosta tanto
Não fui capaz. Eu era um jovem, tudo me dava medo. Mas quando alguém vinha pra sair pela porta onde podiam ver, eu falava:
— Eu: cuidado, podem te ver
Ele disfarçava. Quando gozou no vidro da porta de emergência, eu passei papel higiênico pra ele se limpar. Ele disse:
— Por que você não limpa com sua boquinha?
Não respondi nada. Quando terminou de se limpar, guardou o pau na calça e jogou o papel em mim. Caiu nas minhas pernas. Quando ele foi descer, eu falei:
— Moço, quando vou te ver de novo?
Ele disse:
— Esses dias
E foi embora piscando o olho pra mim. Quando ele desceu, me inclinei e limpei todo aquele vidro com minha língua. Até lambi o chão também. Engoli todo o sêmen dele e guardei o papel higiênico na mala. Quando cheguei em casa, me masturbei lambendo aquele papel. Se você gostou da história, me chama no privado que te mando a segunda parte, mas antes deixa teu comentário e pontos... Espero que tenham gostado, tchauuuu
— Moço: dessa vez você não vai passar na frente do ônibus
— Eu: não gosto de ficar aqui
— Moço: ou não será porque você gosta de ver meu pau e quer chupar ele?
Não respondi nada, só continuei olhando pra ele
— Moço: o que você tá esperando? Chupa ele, vai, bebê
Eu não conseguia fazer nem responder nada. De repente, o moço gozou e espirrou o leite dele, cremoso, quente e grosso, no chão e na janela ou porta de emergência que é de vidro. Umas quadras adiante, ele desceu
— Moço: até logo, bebê
— Eu: fique bem
Não fui capaz de nada, nem de perguntar se ia ver ele de novo. Na hora, olhei pra porra que tava no chão e meu pau subiu só de ver. O cheiro tava muito gostoso no ar. Me deu vontade, me inclinei, toquei com o dedo, cheirei e limpei o dedo. Não fui capaz de chupar. Depois, foi um martírio. De noite, me masturbei pensando nele e falava: "devia ter chupado toda essa porra". Pelo menos, prometi pra mim mesmo que quando visse ele de novo, ia mamar.
Passaram dois dias e ele subiu de novo. Me senti muito ansioso. Aconteceu a mesma coisa, mas ele tinha o poder de me paralisar. Só que dessa vez eu tava menos tenso, com menos medo. Ficava olhando muito pra ele
— Moço: você gosta?
Eu concordei com a cabeça que sim, mas não respondi
— Moço: eu sei que você gosta. Vem e chupa ele, já que gosta tanto
Não fui capaz. Eu era um jovem, tudo me dava medo. Mas quando alguém vinha pra sair pela porta onde podiam ver, eu falava:
— Eu: cuidado, podem te ver
Ele disfarçava. Quando gozou no vidro da porta de emergência, eu passei papel higiênico pra ele se limpar. Ele disse:
— Por que você não limpa com sua boquinha?
Não respondi nada. Quando terminou de se limpar, guardou o pau na calça e jogou o papel em mim. Caiu nas minhas pernas. Quando ele foi descer, eu falei:
— Moço, quando vou te ver de novo?
Ele disse:
— Esses dias
E foi embora piscando o olho pra mim. Quando ele desceu, me inclinei e limpei todo aquele vidro com minha língua. Até lambi o chão também. Engoli todo o sêmen dele e guardei o papel higiênico na mala. Quando cheguei em casa, me masturbei lambendo aquele papel. Se você gostou da história, me chama no privado que te mando a segunda parte, mas antes deixa teu comentário e pontos... Espero que tenham gostado, tchauuuu
9 comentários - Te va a calentar demasiado , mi primera experiencia gay
pls