Como no post anterior, publiquei umas conversas de WhatsApp com a ex da mulher do meu padrinho. Agora vou contar como é que as coisas aconteceram.
Naquela época, eu trabalhava numa *cutie* no norte do México. Conheci ela uns 6 meses depois de 2014, porque ela foi contratada na empresa onde trabalho até hoje, por causa do projeto que tava rolando na época. Com o passar dos dias, a gente foi ficando amigo, conversando mais, mas cê sabe como é o povo. Os outros contratados começaram a falar umas paradas dela, que era uma puta, que era convidada pras festas pra dançar pelada já bêbada, e depois vários caras comiam ela. Porque, pra começar, a gente não chegou quando o projeto começou; a gente entrou no meio, já que somos da metalmecânica. Bom, e pra todas essas histórias, eu fiquei tipo: "Não fode, ela nem parece isso". Pra ser sincero, comigo ela se dava bem, a gente conversava como se se conhecesse há anos. Mas eu parei de falar muito com ela quando meu padrinho se envolveu num relacionamento com ela. Depois disso, a gente se falava menos, ela parou de aparecer pra trabalhar e essas coisas. Porque, pra isso, meu padrinho também era o coordenador do projeto e já praticamente colocava ela na folha de pagamento sem trabalhar. Tudo isso lá pra meados de agosto, mais ou menos, se não me engano.
depois a gente conversava, mas não como antes. depois ela trocou de celular e eu não pedi o número, mas a gente se falava pessoalmente quando eu via ela, mas já era bem raro. mas lá pro final de novembro a conversa ficou mais fluida, porque nesses dias meu padrinho foi descansar e aí a gente trocou os números e, aos poucos, começamos a nos escrever um pouco mais. fomos recuperando a confiança devagar, e ela me disse que o parceiro dela ficava bravo se ela convivesse com a gente, que não gostava que ela falasse comigo nem passasse muito tempo comigo, porque a gente convivia demais. e foi assim até as festas de Natal, conversando todo dia, mas nunca passou disso. e em dezembro eu tive que ficar de plantão no trabalho com mais dois colegas, e aí, conversando, combinamos de ter carne, cervejas e o que fosse preciso pra essas datas. falei: "se você tiver amigas, chama elas pra ter mais gente e mais clima".
chegou o Natal e a gente ficou bem de boa, bebendo, comendo, conversando, e ela levou a irmã e a prima dela — a prima não era feia, pra ser sincero. e depois de bêbados, a vergonha vai embora. bom, a gente tava lá, fingindo que tava dançando reggaeton, ska, até villero kkkkk, de tudo um pouco. já era umas 3 da manhã e tava fazendo muito frio nessas datas no norte do México, até neva às vezes. bom, nisso eu saí pra fumar um cigarro. um colega já tava se pegando com a irmã dela — que, aliás, os maldizentes falam que ela transava pra caralho, mas nunca soube, nunca me animei nem nada. enfim, eu tava fumando e ela saiu pra ver o que eu tava fazendo, já que a gente tava dançando.
Ela: "Por que você saiu? O que cê tá fazendo?"
Eu: "Nada, saí pra fumar porque quando bebo dá muita vontade de fumar."
Ela: "Olha só que bom, me dá um." (eu dei e acendi pra ela)
Ela: "Já tava com saudade de estar com você, de conversar com você, de você me fazer rir como antes, mas você sabe, não me deixam mais conversar muito. Agora tô falando com você, mas ele tá com... A família dela não me deu bola, que se foda o arrombado.
Eu comecei a rir na hora, falei: "que vaca você é, hein, mano" kkkkkkkkkk (ela já meio bêbada me disse)
M — "Não sei por que dei bola pra ele, se soubesse que ele era tão enjoado, nem ligava."
Só comentei: "Ué, mano, você que viu ele como chefe e tal, foi atrás do mais alto." E depois falei também que sentia falta dela, que tava muito bem com ela, que na real tinha um sentimento por ela. Peguei na mão dela, puxei pra perto de mim, dei um beijo nela e ela correspondeu na hora. Depois ela falou: "Vão nos ver." Eu só dizia: "Não acontece nada, eles são fofoqueiros mas não falam nada" (cê sabe, já tarados, o que a gente fala). Ficamos um tempão nos beijando, apalpando os peitos dela, mas ela não deixou eu pegar na buceta porque eu tava com a mão gelada, só as nádegas. Tirei a rola pra fora, mas ela não quis chupar ali (tava um frio do caralho, mas quando a gente tá tarado, foda-se, tava tipo -5 graus mais ou menos). Depois de meia hora ali de putaria, entramos. A irmã dela já tava lá em cima com meu colega. A prima não deu bola pro outro e se resignou a só ficar conversando. Entramos, peguei na mão dela e levei pro meu quarto. Já dentro, beijo e mais beijo, já tarado, fui tirando a calça dela, deixei ela só de tanguinha. Ela tava com uma tanguinha preta, não deixou eu tirar porque me sentou na cama e começou a me chupar (ela chupa pra caralho, sério). Ela já falava: "Quero gozo, me dá na boca e na minha carinha." Eu queria comer ela logo, mas ela não parava de me chupar, e não sei o que ela fez que começou a chupar entre as bolas e o pau, não aguentei, joguei tudo na cara dela. Ela abriu a boca e saboreou a porra, parecia que adorava chupar, porque terminou bem limpinho meu pau, limpou com a boquinha dela. Aquela noite não consegui comer ela, ela não deixou. Depois ela levantou, foi no banheiro limpar o rosto, e ainda com aquela cara de puta sedutora, limpou os restos de porra do rosto e chupou os dedos. Só me disse: "Vamos ver. O que a gente faz no dia 31 (réveillon).
E - se tiver tudo certo, uma carne e umas cervejas ou vinho. Vê aí quem você vai convidar também, das amigas, sabe.
Daí depois a gente desceu, meu colega tava comendo a irmã no sofá como se fosse normal pra eles kkkkkk (embora a irmã tava mostrando a bucetinha e a raba, porque até fazia careta pra gente e montava de campeã).
Ah, desculpa se tiver erro de ortografia, tô aprendendo a contar minhas histórias ainda. Depois eu conto o que rolou naqueles dias e no dia 31 daquele ano.
são algumas fotos que eu mandava no whatsapp, já que nesse relato não tirei nenhuma naquele dia.
Naquela época, eu trabalhava numa *cutie* no norte do México. Conheci ela uns 6 meses depois de 2014, porque ela foi contratada na empresa onde trabalho até hoje, por causa do projeto que tava rolando na época. Com o passar dos dias, a gente foi ficando amigo, conversando mais, mas cê sabe como é o povo. Os outros contratados começaram a falar umas paradas dela, que era uma puta, que era convidada pras festas pra dançar pelada já bêbada, e depois vários caras comiam ela. Porque, pra começar, a gente não chegou quando o projeto começou; a gente entrou no meio, já que somos da metalmecânica. Bom, e pra todas essas histórias, eu fiquei tipo: "Não fode, ela nem parece isso". Pra ser sincero, comigo ela se dava bem, a gente conversava como se se conhecesse há anos. Mas eu parei de falar muito com ela quando meu padrinho se envolveu num relacionamento com ela. Depois disso, a gente se falava menos, ela parou de aparecer pra trabalhar e essas coisas. Porque, pra isso, meu padrinho também era o coordenador do projeto e já praticamente colocava ela na folha de pagamento sem trabalhar. Tudo isso lá pra meados de agosto, mais ou menos, se não me engano.
depois a gente conversava, mas não como antes. depois ela trocou de celular e eu não pedi o número, mas a gente se falava pessoalmente quando eu via ela, mas já era bem raro. mas lá pro final de novembro a conversa ficou mais fluida, porque nesses dias meu padrinho foi descansar e aí a gente trocou os números e, aos poucos, começamos a nos escrever um pouco mais. fomos recuperando a confiança devagar, e ela me disse que o parceiro dela ficava bravo se ela convivesse com a gente, que não gostava que ela falasse comigo nem passasse muito tempo comigo, porque a gente convivia demais. e foi assim até as festas de Natal, conversando todo dia, mas nunca passou disso. e em dezembro eu tive que ficar de plantão no trabalho com mais dois colegas, e aí, conversando, combinamos de ter carne, cervejas e o que fosse preciso pra essas datas. falei: "se você tiver amigas, chama elas pra ter mais gente e mais clima".chegou o Natal e a gente ficou bem de boa, bebendo, comendo, conversando, e ela levou a irmã e a prima dela — a prima não era feia, pra ser sincero. e depois de bêbados, a vergonha vai embora. bom, a gente tava lá, fingindo que tava dançando reggaeton, ska, até villero kkkkk, de tudo um pouco. já era umas 3 da manhã e tava fazendo muito frio nessas datas no norte do México, até neva às vezes. bom, nisso eu saí pra fumar um cigarro. um colega já tava se pegando com a irmã dela — que, aliás, os maldizentes falam que ela transava pra caralho, mas nunca soube, nunca me animei nem nada. enfim, eu tava fumando e ela saiu pra ver o que eu tava fazendo, já que a gente tava dançando.
Ela: "Por que você saiu? O que cê tá fazendo?"
Eu: "Nada, saí pra fumar porque quando bebo dá muita vontade de fumar."
Ela: "Olha só que bom, me dá um." (eu dei e acendi pra ela)
Ela: "Já tava com saudade de estar com você, de conversar com você, de você me fazer rir como antes, mas você sabe, não me deixam mais conversar muito. Agora tô falando com você, mas ele tá com... A família dela não me deu bola, que se foda o arrombado.
Eu comecei a rir na hora, falei: "que vaca você é, hein, mano" kkkkkkkkkk (ela já meio bêbada me disse)
M — "Não sei por que dei bola pra ele, se soubesse que ele era tão enjoado, nem ligava."
Só comentei: "Ué, mano, você que viu ele como chefe e tal, foi atrás do mais alto." E depois falei também que sentia falta dela, que tava muito bem com ela, que na real tinha um sentimento por ela. Peguei na mão dela, puxei pra perto de mim, dei um beijo nela e ela correspondeu na hora. Depois ela falou: "Vão nos ver." Eu só dizia: "Não acontece nada, eles são fofoqueiros mas não falam nada" (cê sabe, já tarados, o que a gente fala). Ficamos um tempão nos beijando, apalpando os peitos dela, mas ela não deixou eu pegar na buceta porque eu tava com a mão gelada, só as nádegas. Tirei a rola pra fora, mas ela não quis chupar ali (tava um frio do caralho, mas quando a gente tá tarado, foda-se, tava tipo -5 graus mais ou menos). Depois de meia hora ali de putaria, entramos. A irmã dela já tava lá em cima com meu colega. A prima não deu bola pro outro e se resignou a só ficar conversando. Entramos, peguei na mão dela e levei pro meu quarto. Já dentro, beijo e mais beijo, já tarado, fui tirando a calça dela, deixei ela só de tanguinha. Ela tava com uma tanguinha preta, não deixou eu tirar porque me sentou na cama e começou a me chupar (ela chupa pra caralho, sério). Ela já falava: "Quero gozo, me dá na boca e na minha carinha." Eu queria comer ela logo, mas ela não parava de me chupar, e não sei o que ela fez que começou a chupar entre as bolas e o pau, não aguentei, joguei tudo na cara dela. Ela abriu a boca e saboreou a porra, parecia que adorava chupar, porque terminou bem limpinho meu pau, limpou com a boquinha dela. Aquela noite não consegui comer ela, ela não deixou. Depois ela levantou, foi no banheiro limpar o rosto, e ainda com aquela cara de puta sedutora, limpou os restos de porra do rosto e chupou os dedos. Só me disse: "Vamos ver. O que a gente faz no dia 31 (réveillon).
E - se tiver tudo certo, uma carne e umas cervejas ou vinho. Vê aí quem você vai convidar também, das amigas, sabe.
Daí depois a gente desceu, meu colega tava comendo a irmã no sofá como se fosse normal pra eles kkkkkk (embora a irmã tava mostrando a bucetinha e a raba, porque até fazia careta pra gente e montava de campeã).
Ah, desculpa se tiver erro de ortografia, tô aprendendo a contar minhas histórias ainda. Depois eu conto o que rolou naqueles dias e no dia 31 daquele ano.
são algumas fotos que eu mandava no whatsapp, já que nesse relato não tirei nenhuma naquele dia.
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