Serena Gosta de Mais Velhos: Parte 13

Trago a vocês a parte 13 da fanfiction do universo Pokémon, dividida como sempre em breves capítulos, hoje 3. Serena e Álex tiraram uma tarde para resolver assuntos: Serena para visitar seus Pokémon no rancho depois de bastante tempo sem vê-los, Álex para visitar uma amiga afligida, vítima de um ato aberrante. Nem ela nem ele imaginam tudo o que viverão até se reencontrarem à noite.

Três personagens que pareciam inofensivos mostram sua verdadeira face ao descobrirem Serena ajudando seu Pangoro descontrolado de uma forma não muito legal, digamos assim, e decidem tomar providências, aproveitando-se da situação. Os resultados não serão nada previsíveis.

No universo desta fanfiction, todos os personagens têm 18 anos ou mais.


Estrelando Serena:


Serena Gosta de Mais Velhos: Parte 13

orgia

trio

boquete

serena


Capítulo 33. O Bom, o Mau e o Feio.


Uma vez na infância, ele tinha visto um documentário sobreGostososem que pesquisadores marinhos jogaram carne crua no mar para atraí-los. A imagem incomum deles atacando em grupo os pedaços de carne, criando uma maré vermelha, não conseguiu ser apagada por anos, e agora a memória revivia em sua mente ao se sentir como um pedaço de carne jogado às feras.

Não havia mordidas nem uma maré vermelha, mas suas mãos e bocas estavam por toda parte. Não demorou para que reivindicassem uma parte de seu corpo como se fosse um pedaço de carne.

Blas, o mais volumoso do trio de
GostososO humano foi direto à sua boca, beijando-a de lado, enfiando a língua tão fundo que a jovem de Kalos soube que ele tinha comido uns tacos enchilados com pimenta extra há poucas horas, daqueles que vendem a poucas quadras do Rancho. Sua pele cheirava a tabaco e suor, típico de quem passa muito tempo ao ar livre sem gastar com desodorantes ou perfumes. Seu instinto foi se afastar, mas ele empurrava seu rosto com a mão, impedindo que ela se desgrudasse daquele beijo fedorento.

O mais jovem do trio, Jhonny, apalpou a parte mais macia e suave do corpo dela: os seios. Tocou-os, sentindo os mamilos por fora, esfregando-os com os polegares e beliscando-os. Como uma pessoa calculista e cruel, observava a expressão de nojo no rosto dela enquanto era beijada pelo companheiro, como um predador brincando com a presa. Não demorou para agarrar com força seus mamilos e sacudir suas tetas só pelo prazer mórbido de causar dor. Apesar de ser o mais atraente, seu rosto não refletia um pingo de bondade; ele a observava com uma careta de diversão e deboche, como a de uma criança queimando insetos com uma lupa.

— Lindas tetas, esse vestido seu não fazia justiça a elas. Você tem uns balões macios e redondos, naturais, bem do jeito que eu gosto — sussurrou, antes de enterrar o rosto entre os dois seios, beijocando-os.

— Um na boca e outro nas tetas. É a primeira vez de vocês com uma mulher, meninos? — zombou o do Controle Selvagem Pokémon, chamado Donovan, mais magro, mal barbeado e com cabelos longos amarrados em uma coleta. Para Serena, ele era o menos atraente: o rosto era chupado e a mandíbula, muito ossuda. — O que importa mesmo tá entre as pernas dela, babacas!

Serena levou um susto quando, sem preliminares ou cerimônia, ele enfiou dois dedos longos e ásperos na sua buceta, de um jeito tão grosseiro e básico que quem demonstrava pouca experiência em anatomia feminina era ele. Suas habilidades manuais estavam a galáxias de distância do toque do seu Álex ou de qualquer outro com quem ela já tivesse tido uma experiência.

— Pergunta pra sua mãe se... Essa é a nossa primeira vez. — Respondeu Johnny, fazendo Blas rir tão forte que ele precisou parar o beijo para soltar uma gargalhada. Serena respirou fundo, enojada com o hálito do homem.

Era incrível como podia haver tanta diferença entre os beijos de um homem como Alex e os daquele babaca suado e fedorento do Blas. Assim que desgrudou os lábios, encheu os pulmões de ar puro como uma turista recém-resgatada do mar.

— Por isso ela tava com cara de mal comida! Dá pra ver que não aproveitou nada! — Retrucou Donovan. Talvez se começassem uma briga ela pudesse escapar, embora isso pudesse ter consequências piores. Afinal, ela estava comprando o silêncio desses oportunistas, e uns beijos molhados e umas mãozinhas não pagavam nem uma fuga barata. — Deve ter sido um fiasco transar com alguém que nem sabe onde fica a buceta.

— Uuh, essa doeu! — Meteu a colher Blas, expressão que em Kanto significava que ele estava incentivando a briga.

— Eu gozei como você nem imagina, o que acontece é que eu deixei o cu dele aberto igual boca de—
WeepinbellTalvez a raiva dele fosse por causa da quantidade de clientes que não pagam. – Não havia dúvida de que por trás daquela aparência de santarrão se escondia um demônio. – É que ele curte tanto que esquece de cobrar.

– Zaz! Cesta de três! – gritou de novo o mais corpulento, antes de que, como Serena esperava, Donovan se atirasse sobre Johnny, começando uma briga que Blas não se preocupou em parar.

– Você vem aqui, deixa eles se divertirem do jeito deles que eu vou me divertir com você. – Ele sussurrou no ouvido dela, se achando um galã e soando como um bêbado delirante na calçada. – Você é tão sensual, nunca achei que faria isso com uma gostosa como você… – Ele a elogiou, passando a língua pelo pescoço dela como um animal.

Apesar da pouca higiene e do zero atrativo físico, pelo menos ele era o mais focado do trio. Ele meteu a mão por todo o corpo dela, aproveitando seu protagonismo. Apertou sua bunda, seus peitos, e chegou à sua buceta com um pouco mais de conhecimento, encontrando seu clitóris e massageando com os dedos enquanto chupava um dos seios com muita força.
UuuhDevagar, por favor. - sussurrou Serena e, para sua surpresa, Blas diminuiu a força. Na verdade, ele parou de sugar para começar a bater na ponta do mamilo avermelhado com a língua.

- Você é tão doce, tão linda, tão limpinha... dá vontade de te pegar no colo e levar você pra minha casa em Carmim e te fazer toda minha.

- Isso é um pouco longe. - ela seguiu a brincadeira, meio comovida com o pobre homem. Dava pra ver de longe que ele não era nenhum Casanova. - Eu iria com prazer, se pelo menos conseguisse me livrar da confusão em que me meti... eu e meus impulsos.

- Não precisa segurar esses impulsos, se você só sente tesão por Pokémon, posso imitar alguns pra você.

- Isso não vai ser necessário. De jeito nenhum. - ela o impediu antes que ele passasse vergonha, enquanto os outros dois não paravam de fazer barulho com a briga deles. O grandalhão retomou seus beijos fedorentos, mas depois de demonstrar que era o mais considerado dos três, ela não sentia tanto nojo. Pelo contrário, via o barrigudo como um solitário sem nenhum sucesso com as mulheres, ávido por carinho.
OiA putinha tá ficando toda pra ele! – Reagiu Jhonny, que mantinha Donovan submisso no chão, envolvendo seu pescoço com um braço e puxando seu rabo de cavalo com o outro.

– É… o… que… eu… tentava… te… dizer! – Conseguu proferir com muito esforço o cabeludo, devido à submissão.

– O que vocês esperavam? Não vou ficar de braços cruzados enquanto fazem amor de pombinhos.

Sem responder à provocação, levantaram-se entre furiosos e envergonhados por sua atitude infantil e foram direto ao ponto. Serena, embora impressionada, pelo menos agradeceu que não dessem mais voltas. Ela queria pagar, encerrar a troca de sexo por silêncio e cair fora dali com seus Pokémon para nunca mais voltar.

– Chega de besteira, se quer que minha boca se feche, vai ter que ocupar a sua com isso. – Jhonny abaixou a bragueta e libertou seu pênis ereto diante da jovem impressionada. – Tá olhando o quê? Você chupou aquele Pangoro nojento, esse aqui vai parecer um bolo de morango em comparação.

Serena percebeu o quanto tinha sido sortuda na vida por ter cruzado com Álex e por ter se aventurado na pokefilia com
HipnoseePangoroAté agora eu não conhecia pênis que não fosse portentoso, seu amado havia nascido com um“corno manso”enquanto Jhonny, mal tinha um“picada”dePidgeyentre as pernas.

- O que você está esperando? Começa a chupar ou vamos contar pras autoridades seu jeito curioso de mostrar
“engolir”Vai, sua puta, ataca seu Pokémon.

- Isso aí, aqui vai outro Metapod endurecido pra você.
ééééé– Donovan se gabava do seu membro nada impressionante. Além de ter pênis com falta de higiene, o dele ainda estava dobrado num ângulo estranho, como se tivesse torcido e quebrado.

– Dói? Tá meio... esquisito, como se tivessem torcido a cabeça. – Perguntou Serena, um pouco surpresa. A glande dele parecia uma porca mal encaixada, como se espreitasse de um canto.

– Ele teve um acidente há muitos anos. – Blas interveio. – Numa batalha Pokémon, o...
Golemdo rival errou uma pedra afiada e ela passou entre suas pernas e acertou em cheio no…

- Silêncio, chega! – Ele ficou irritado e seu pênis, perigosamente, perdeu alguns centímetros como uma cabeça de tartaruga se recolhendo. – Não tem nada de errado, a lesão o torna único e exótico!

- No seu dicionário, exótico deve ser sinônimo de deformado.

Mesmo assim, Serena o levou à boca, torto e tudo, para evitar uma recaída. Pior do que fazer um boquete em um homem era ter que excitá-lo. Foi assim que começou sua luta pessoal contra três homens.

Sozinha, agachada no chão, sob a luz piscante das lâmpadas enegrecidas da cela, ela deu prazer oral a três paus suados e sujos que não chegavam a 18 cm. Embora o de Blas fosse muito grosso, demais para seu comprimento, enquanto o de Jhonny mal chegava aos 14 cm.
Será por isso que ele é tão mau e sem consideração? O Álex, apesar de parecer rude e sério, é engraçado e carinhoso, não sei, não sou especialista em psicologia, acho que algo deve influenciar.Ele pensou antes de se concentrar em gozar, ou melhor dizendo, fazê-los gozar, chupando por alguns minutos em um e passando para o outro, usando a mão quando não colocava seus lábios em ação.

- Olha como ela chupa, caralho! Nessas férias vou pra Kalos arrumar uma puta dessa! - Disse Jhonny, aproveitando os lábios e a língua de Serena esfregando no seu pau.

- Você não ganha o suficiente pra pagar. Ouvi dizer que é um lugar caro. - Interveio Blas. - Me chupa, Serena? - E a garota deixou o do loiro para passar para o tronco grosso e curto do mais barrigudo do trio.

Serena preferia fazer os três gozarem ao mesmo tempo em vez de separadamente, por isso, se esforçou bastante. Chupou cada pênis por vários minutos, cercada por três muralhas de carne e suas armas exigentes apontando para seu rosto. Ela se dividiu da melhor forma possível sem se intimidar, colocando sua boca e ambas as mãos em ação continuamente, sem economizar nem na saliva nem na atitude.
Chup, chup, chup, chup, chup, chup, chup, chup…O trio, sem querer, foi se aproximando mais dela até bloquear a luz, deixando-a no escuro chupando os paus às cegas. O cacho de carne estava tão apertado que ela mal conseguia usar os braços para masturbá-los, e às vezes eles tentavam entrar na sua boca mais de um por vez.Uuuuhé que ela chupa bem, eu não fazia ideia… – Donovan ofegou, segurando o cabelo de Serena com os olhos fechados, aproveitando o boquete. – É o melhor dia da minha vida!

– A gente merece depois de lidar com aquele Pangoro, aquele Pokémon fodeu a gente bastante e é justo a gente foder a treinadora dele.

– Nem minha ex que dizia me amar me chupou assim, essa garota é profissional. – Blas confessou, provocando risadas em Jhonny.

– Já quer casar? Ela vai pôr chifre de Stantler em você em dois minutos, com essa cara de puta que tem. – Disse de maneira insensível, embora mais insensível ainda foi pegar ela pelo cabelo e enfiar o pau na boca dela. – Vamos, chupa, chupa ou eu conto pra meio mundo. – Ameaçou enquanto balançava o quadril para esfregar a cabeça do pênis em cada parte da boca de Serena, desde as bochechas macias até o céu da boca e o fundo da língua.

A jovem tossiu com saliva engasgada quando ele enfiou na garganta dela e, em vez de tirar, deu uma empurrada com o quadril para afogá-la com o pau por alguns minutos. Por não ter um rifle
“grande”O rosto de Serena se esmagou na mata do homem, inalando sua essência masculina. Com Álex, seria impossível o nariz dela roçar o baixo ventre. Donovan também se aventurou no mergulho profundo, enfiando até o fundo, fazendo-a se afogar com tanto pau e saliva acumulados.Toss, toss, toss.Entrou um cabelo na minha boca... - Cuspindo no chão. - Falta muito pra vocês gozarem? - Perguntou quando ele a libertou da penetração asfixiante, ficando meio rouca.

- Gozar? Não me faça rir, fica de pé que vou usar a perfuradora nessa buceta pokefílica.

- Então vamos nessa... - A ex-artista de Kalos se levantou enquanto os homens davam espaço, surpresos. Ela apoiou as mãos na parede e mostrou a bunda. - E aí? Boto uma placa de neon ou o quê? - Convidou, levantando a saia e abrindo uma nádega. - Quem vai ser o primeiro a usar minha buceta?

- Bunda linda. - Admirou Donovan. - Tem uns buracos que são uma obra de arte. - Babou, se aproximando para ver de perto e com luz a xota exposta.

- Caralho, ela é mais puta que, que, que... uma prostituta de Alola.

- Ah é? - O loiro a interrompeu. - É puta como uma puta? Tá fumegando a cabeça, Blas! Por que você não vai lá na entrada vigiar pra ninguém aparecer ou pelo menos fecha a porra da boca?

Jhonny, que parecia conhecer a dupla do Controle Selvagem Pokémon de um tempo atrás e conhecia seus companheiros a ponto de se posicionar como macho alfa, foi o primeiro a enfiar e reivindicar aquele buraquinho rosa salmão como seu. Seu pau pequeno mas atrevido abriu caminho na vagina dela na presença dos companheiros, que apertavam seus peitos e bunda. Os dedos de Donovan se infiltraram no buraco anal enquanto Blas se inclinava para chupar seus seios. Serena se sentiu um dispensador de prazer, uma boneca inflável em escala e peso real compartilhada por três.

Foi penetrada sem pausa ou decoro, em pé naquela caverna. O prazer a venceu pelo cansaço, como se seu corpo fosse um castillo que resistia inexpugnável ao avanço inimigo por várias frentes. As mãos de Donovan que apertavam suas nádegas e esfregavam um dedo em seu ânus, os lábios de Blas que encontravam seus mamilos, suas axilas, até sua boca, e o pau entrando e saindo de sua vulva apertada num vai e vem. hipnótico que ecoava na caverna… todas essas sensações venceram a batalha e, sem dar mais sinais de prazer além de um suspiro, ela permitiu que um sinal sutil de sua umidade banhasse o pau que tentava alcançar o fundo de seu buraco.

- Será que você… gozou? – Jhonny se surpreendeu, sentindo o excitante ardor de seu fluxo encharcando seu pau. - Estou impressionado, tinha medo que só os pokémon conseguissem isso, sua pervertida.

- Vamos, não seja babaca e cale a boca você também, vou deixar você gozar onde quiser se fizer rápido. – Serena sugeriu, mais envergonhada por ter ficado excitada do que por todo o resto. Era incrível ela corar por ter ficado excitada durante uma violação.
“consentida”e não por outras atrocidades.

Diziam que a verdade não ofende, e ela começava a abraçar a ideia de que era uma puta de carteirinha, embora isso não significasse que essa verdade a deixasse confortável. Envolvida por mãos e beijos por todo o corpo, de pernas abertas sendo bombardeada, até mesmo um dedo brincando dentro de seu cu, essa verdade era irrefutável. Ela tinha se tornado uma puta completa.

— Quero encher esse cuzinho lindo com meu sêmen — ele comunicou, esticando o orifício com os polegares. — Vou ter piedade e não vou enfiar, mas vou deixar meu gozo inundar, encharcar, quero que absorva meu sêmen.

— Vai, pode gozar na minha bunda, vamos, vamos, faz, faz.
ah, ah, ah, ah…- Ela gemeu, ajudando ele a gozar na hora. - Lá vem,ah, ah, ah, aaahIsso é... – gemeu, deixando algumas pinceladas desleixadas de sêmen na vala da sua bunda. – Isso é! Isso! Boa garota, assim são as putas que eu gosto. – dando-lhe uma palmada na bunda que deixou marca. – Pode ir agora, minha assinatura está feita.Ai!Não consegue parar de ser um imbecil? – reclamou a jovem, sentindo com muito nojo a substância morna e viscosa escorrendo em direção à sua buceta.

– Eu sou o próximo, não aguento mais, quase gozei na minha mão só de olhar.

– Ou seja, como sempre, quatro vezes por dia, Blas. Anda logo antes que venham nos procurar, faz vinte minutos que estamos nos divertindo com essa puta. – Jhonny o apressou.

Como se obedecessem suas perversas diretrizes, Blas a levantou, segurando-a pela bunda, e a penetrou de pé enquanto beijava sua boca. O fato de ela ter chupado o trio não foi impedimento para que o grandalhão fizesse um enxágue bucal com a língua. Serena percebeu que ele tinha um problema sério de cáries.
“Pelo menos esse é o mais carinhoso, e olha que a boca dele fede a pimenta. Se os outros dois não fossem uns cretinos, até teria aproveitado mais.”- Relax, vai ser rápido, eu tô muito, muito excitado. - Ele sussurrou para que só ela pudesse ouvir. - Mais um pouquinho e por mim eu não vou falar uma palavra.

- Você é muito bom, Blas, talvez porque não tenha um micropênis como o Jhonny.

- Como é? Do que vocês estão rindo? - O loiro mencionado no comentário de Serena percebeu o cochicho enquanto ajustava a calça.

Pendurada no homem, tão forte quanto roliço, Serena balançou como uma criança num balanço, batendo seu quadril contra as coxas do homem, enfiando o pênis grosso e curto de Blas, ainda obcecado em compartilhar sua saliva e respiração num beijo ininterrupto.

- Foda-se, não aguento mais. - Donovan explodiu do nada. - Vou enfiar no seu cu, se meu dedo entrou confortável meu pau também vai, fica quieta.

- O quê?! Não faz parte do acordo, nem pense nisso! - Serena gritou ainda pendurada em Blas, que, tomando seu lado, a girou para que Donovan não pudesse enfiar no seu único e precioso buraco virgem, nunca penetrado por membro masculino ou Pokémon e, óbvio nessas circunstâncias, reservado para Alex mesmo que doa.

- Que merda você tá fazendo? Deixa ela quieta que eu quero enfiar pra terminar com isso! - O magrelo de bochechas afiadas explodiu de raiva.

- Me deixa terminar em paz, a buceta dela é fantástica, você não precisa enfiar por trás.

- Pra que você acha que os buracos são tão perto? Pra fazer um dois por um perfeitamente!

- Ela disse não! Espera eu terminar e não me enche, Don! - Tentou acalmá-lo sem sucesso. Jhonny também não foi de muita ajuda e, portanto, o magrelo insistiu.

- Não, não, não, não! Meu cu não é pra vocês! - Soltando uma mão para agitá-la como um moinho, como se tentasse espantar insetos.

- Nossa, você realmente se apaixonou. É um caso perdido, uma puta abre as pernas e você perde a cabeça. - O de cabelos loiros o humilhou, ajustando o boné. - Don tá certo, vamos terminar com isso, enfia no cu dela assim a gente faz mais rápido.

- Não, não, não! Me solta, Me solta, eu sou virgem lá atrás! – Serena tentou resistir, sentindo medo, arrependimento e desespero pela primeira vez. Ela tinha brincado com fogo e erroneamente achou que conseguiria manter as chamas sob controle.

– Nem pense em abaixar ela! – Donovan insistiu, impiedoso. – Não faça besteira e segura ela quieta que vai ser rápido!

– Isso aí, uma dupla penetração ao vivo. Meus amigos não vão acreditar.

A jovem tinha temperado tanto seu caráter a ponto de ter três caras comendo na sua mão, manipulando-os com sua beleza natural para obter benefícios óbvios, no entanto, sua beleza estava lhe pregando uma peça. Donovan parecia hipnotizado pela sua bunda e não parava de tentar enfiar nela por trás, apesar dos esforços de um compreensivo Blas, que a movia de um lado para o outro como numa dança bizarra, tentando impedir.

– Por favor, não estava no acordo, na minha bunda não, na minha bunda não, por favor! – Ela gritou em pânico, com os olhos cheios de lágrimas. O próprio medo jogou contra ela, já que em vez de conseguir pular, arranhar, morder ou chutar, seus músculos se tensionaram contra o homem corpulento que a penetrava, facilitando o trabalho do agora estuprador que a segurava pela bunda e começava a esfregar sua cabeça torta contra seu ânus…

Do nada, ouviu-se um galope pesado e estridente enquanto uma nuvem de poeira inundava a caverna. O resultado: Donovan voou contra o teto da caverna e o resto dos homens se afastaram no meio de uma coluna de poeira. Blas a largou de susto e se afastou em direção a uma das paredes de pedra.

Serena caiu no chão, seminuas no meio do caos. Os holofotes balançavam como sacos de pancada. Ela arrumou a roupa como pôde e, ao levantar o olhar, viu um...
RhyhornsuaRhyhornchamado Spike. Impossível confundi-lo. Diferente de outros da sua espécie, ele tinha um segundo chifre pequeno sobre o primeiro e era, devido à sua idade, um pouco maior que o normal. - Você me salvou… Te amo, te amo! - Ela se emocionou, pulando sobre seu Pokémon chifrudo que havia sido um presente de sua mãe antes da mudança para Kanto. Era oRhyhorno mais poderoso da sua casa, campeão de três célebres corridas de Vila Odisséia. O Pokémon terra/pedra raspou o chão com sua pata, interpondo-se entre a jovem e o trio de homens.

- Isso não vai ficar assim! Já estou de saco cheio desses seus Pokémon de merda! - Explodiu Jhonny enquanto ajudava Donovan, atordoado e muito machucado na perna pelo golpe de Spike, a se levantar.

- Saiam da frente! - Gritou energicamente. - Não há mais acordo nenhum, eu tentei colocar toda a boa vontade que pude e vocês traíram sua palavra!

Tanto Jhonny quanto Donovan apertaram seus cinturões e selecionaram uma pokébola cada. Eles não iam deixá-la passar. Não havia mais nenhum acordo em pé, era matar ou morrer, ser derrotada e, no pior dos casos, estuprada. Ela teria que travar sua primeira batalha Pokémon em anos e vencer a qualquer custo.

Serena se recompôs da maneira mais digna e arrumada possível, decidida a abrir caminho até a saída e
que seja o que Arceus quiserdiante dois halos de energia que revelavam umaAriadospokémon número 168 do tipo inseto/venenoso e umMarowako conhecido Pokémon tipo terra número 105 se posicionou, pronto para acatar as ordens de seu treinador. - Phobos, use teia! - ordenou Donovan, e seu Pokémon de pernas longas expeliu do abdômen uma bola pegajosa e esverdeada de teia de aranha que se desdobrou no ar e cobriu a saída da gostosa, chegando a quebrar um refletor no processo. - Trabalho controlando Pokémon descontrolados, você não vai sair daqui sem me dar o que eu quero! - MinhaMarowakvai cuidar da suaRhyhornDon, garante que não deixem a caverna. Blas, tira a suaPinsirVai ser moleza. — O grandalhão pegou sua pokébola sem muita convicção.

Serena observou seu Pokémon com determinação e ele rosnou, aceitando o desafio.

— Spike, prepare-se para lutar! — E, fechando o punho, afirmou: — Vou ter minha primeira vitória!



Capítulo 34. A Batalha


Mais que uma batalha, foi uma briga. Serena ordenou ao Spike que usasse o golpe Pisão sobreMarowakque atacou a pata do pesado Pokémon usando seu osso como escudo. Spike repetiu o pisão até afundar aMarowakno chão... os dormentes da parede tremeram e filetes de poeira e pedra começaram a cair do teto. - Que porra você tá esperando, Blas?! Tira a suaPinsire comece a lutar! – gritou Jhonny, ordenando que seu Pokémon usasse Proteção. A barreira lançou Spike contra a parede, causando mais rachaduras no teto.

Serena ordenou que ele usasse Investida e, enquanto isso...
Marowakele se recuperava, foi arremessado com violência contra o teto. Spike, por sua vez, se chocou contra a parede, provocando um tremor em todo o lugar quando seu chifre ficou preso na parede. Uma das vigas que sustentava aquele lado se partiu com um estalo seco.

– Agora sim, gira e faz um osso-bumerangue! – ordenou ao seu ágil Pokémon de terra que se recuperou antes que
Rhyhorne, após fazer uma curva, atirou com força a lembrança de sua falecida mãe.

O osso da
Marowakdeu uma volta por toda a caverna em direção aRhyhornEra um movimento poderoso do tipo terra que poderia nocautear seu Pokémon, no entanto, dois chifres com espinhos agarraram o osso em pleno voo.

- Blas, seu filho da puta covarde! Sério que você faz isso com a gente? - Apontando para ele. - Parece que você não percebe que essa pokefílica transou com a
PangoroEm nosso território, você quer deixá-la ir como se nada tivesse acontecido?

- Vocês foram longe demais e abusaram da proposta dela. - Afirmou, colocando-se ao lado de Serena. - Ela já pagou pelo erro e não é certo exigirem mais do que ela ofereceu. Por acaso o acordo não te pareceu bom no início, quando aceitou?

- Que se foda ela! Phobos, use psíquico! - Interveio Donovan. - Ele vai quebrar seu coração como todas, amigo, pare de atrapalhar.

Como era de se esperar, seu assustador Pokémon inseto emanou ondas psíquicas de sua testa que atingiram
Rhyhornatingando onde mais doía: suas defesas especiais (30 como base). Spike rugiu de dor enquanto era atingido pela aura mental que lhe causava uma enxaqueca indescritível e não ouvia os pedidos de Serena. EnquantoRhyhornsofria,PinsireMarowakestavam travados numa briga ferrenha. O primeiro usou demolição contra o golpe de cabeça do segundo.MarowakEle saiu perdendo na colisão e ambos acabaram incrustados na parede, provocando uma dolorosa chuva de pedras e uma nuvem de poeira que deixou o ambiente abafado da cutie ainda mais insuportável.

Uma pedrinha caiu direto na cabeça de Serena. Pior do que perder a virgindade anal era morrer esmagada naquela maldita cutie, pensou ela, e se continuasse batendo nas paredes e no teto, não demoraria para acontecer.

— Blas, temos que sair daqui, não quero morrer enterrada com vocês três e passar para o outro mundo como se tivéssemos morrido numa orgia — exigiu ela, se aproximando dele no meio da bagunça.

No entanto, diante de um desabamento iminente, Donovan não foi de muita ajuda: Sua...
Ariadosusou rede viscosa tanto naRhyhorncomoPinsirdeixando os dois presos em uma teia grudenta e desconfortável que os colava no chão.Marowakaproveitou a jogada suja para usar um lança-chamas contraPinsir(sim, ele podia aprender lança-chamas por MT) que recebeu a coluna de fogo de frente, ficando com o casco duro todo enegrecido e chamuscado. Ele estava nocauteado.Pinsirvolta… sinto muito, Serena, acho que você está sozinha nessa, meus outros Pokémon não estão à altura para vencer ele.

- Pensar que riram quando eu ensinei lança-chamas, caso precisasse limpar ervas daninhas ou troncos caídos do caminho. Seu Pokémon inseto não tinha chance e ainda segue aquele nojento
RhyhornPrepara-te! Donovan, que mal conseguia andar por causa do impacto na perna, pegou um recipiente transparente com pílulas amarelas e as entregou à suaAriadosEra Especial X, comprimidos que aumentavam drasticamente o ataque especial de um Pokémon. Com esse estimulante, seu psíquico seria fatal e não tinha jeito deRhyhornnão conseguia resistir. Em vez disso, Jhonny decidiu usar mais pokémon para se juntar à brincadeira… umUrsaingumaGranbullum pokémon que eu não conhecia que parecia um sino gigante e até umKinglerSpike se recuperou, no entanto, estava diante de um exército, e atrás dele, uma enorme teia de aranha cobrindo a saída… era quase mais fácil enfiar um extintor na bunda dele do que derrotar todos.

— Sinto muito, você cometeu uma falta grave e ainda por cima tivemos que lidar com sua...
Pangorode merda, seuRhyhornQuebro a perna do Don... você vem de boa ou vai ser na porrada.

- Tá pronto
RhyhornVamos atravessar eles, usa Perfurador...

Uma luz amarelada veio de fora, tão forte e quente quanto um milagre divino. De repente, a teia viscosa começou a derreter com o calor, seus fios esverdeados e grossos cheios de muco escorreram até se desfazerem, e um redemoinho violento de fogo como uma serpente ígnea entrou na caverna serpenteando, fazendo os Pokémon se afastarem.

O único Pokémon do Jhonny que não conseguiu desviar do ataque de fogo foi o sino gigante, que obviamente era do tipo aço, então, ficou fora de combate antes de fazer qualquer coisa.

A rede viscosa que prendia o Spike derreteu e ele ficou livre para observar o salvador, ou melhor dizendo, a salvadora:
BraixenA pokémon raposa apontava o graveto aceso de sua bunda para a gostosinha e estava acompanhada porSylveoneHipnosede cada lado. Sem aviso prévio e sem seu comando,Pangorotambém se juntou ao desafio, libertando-se por conta própria da sua pokébola.

— Creep… você foi atrás deles. — Ela soube sem saber porquê, antes que a briga evoluísse para uma guerra. — Chegou bem na hora de me ver ganhar.

Serena começou a dar ordens pra todo lado, com a Braixen cuidando do Ariados como prioridade.
Rhyhornpara sua sorte, acertou o perfurador (um ataque com 30% de precisão), um golpe fulminante com seu chifre em plena rotação no temívelUrsaringque caiu derrotado sem nem conseguir dar um golpe, batendo contra uma parede. O urso caiu pesado no chão da caverna e desapareceu em um feixe de luz de volta para sua pokébola. EnquantoBraixententava manter a Ariados presa num poderoso redemoinho de fogo,Sylveondesviava do osso bumerangue deMarowakquicando nas paredes com a graça de um pokémon artista, seu duplo time o tornava quase impossível de interceptar, embora ele não parecesse aguentar por muito mais tempo a perseguição do osso.Pangorono entanto, tentava se livrar da poderosa pinça deKinglerO gigantesco Pokémon caranguejo o tinha agarrado pelo pescoço com seu temível ataque de agarrão. - Golpe de karatê!Pangoro– O panda desferiu golpes violentos com a mão aberta na vertical, sem conseguir acertar um crítico no casco dele. Parecia prestes a perder a razão e seus golpes não surtiam efeito. Foi o Creep quem acabou virando o jogo, depois de deixarGranbull(um feroz cachorro rosa de mandíbulas gigantescas) e fez o mesmo com aKingler… antes que seu aperto mortal deixasse ela K.O.Pangorofiquei apagado e fui agarrado pela bunda pelo panda, que me usou como um cacete para me arremessar por cimaMarowako último Pokémon de pé do Jhonny, bem na hora que ele ia levar o golpe de misericórdiaSylveoncom seu osso.

O que parecia que seria uma batalha longa não durou mais de dois minutos.

-
NãoCaralho, é impossível! - O loiro se fudeu ao socar a parede até que uma pedra enorme caiu na cabeça dele, seguida por muitas outras... O desabamento tomou conta, pondo um fim naquela tarde de loucura. Ao seu lado, outro dormente se partiu e a parede esquerda desmoronou em menos de um segundo. - Corram!

O homem guardou cada um de seus Pokémon e saiu correndo da caverna sem dar uma mão aos amigos.

- Não consigo... minha perna, caralho, tá quebrada. - Don reclamou, tropeçando enquanto tentava escapar pulando numa perna só. Mesmo assim, Blas o carregou bem na hora e eles saíram da caverna correndo entre uma nuvem de poeira e uma chuva de pedras. Logo depois que o carregou, um bloco imenso de rocha de várias toneladas ocupou seu lugar com um estrondo ensurdecedor.

Serena montou no Spike e saiu no trote com seus Pokémon antes que as pedrinhas que anunciavam o desabamento soterassem a caverna para sempre sob um colchão de poeira e terra. Seu chifre foi vital para empurrar os imensos pedregulhos no caminho. Como um espirro de dragão, a poucos metros da saída, ele os expulsou para fora sujos, machucados, mas a salvo - o que já era pedir muito.

Demoraram vários segundos para reagir, e o primeiro a falar, para surpresa de todos, foi Don.

- Valeu, você voltou por mim... - Agradeceu a Blas, apertando sua mão empoeirada, sem dúvida enterrando junto com a caverna as mágoas daquela tarde conturbada. - Eu fui um cuzão... um baita cuzão... foi como se algo tivesse me possuído. Se eu não tivesse tentado, se eu não tivesse feito... O que um rabão gostoso não faz, né? Perdi a cabeça.

- O importante é que estamos todos bem. - Serena interveio, recebendo sorrisos e, da parte de Don, desculpas. Jhonny, por sua vez, se aproximou com cara de poucos amigos e um filete de sangue na testa.

- Talvez você me veja como um simples recepcionista, mas sou um dos donos e acionistas deste rancho. Isso me torna responsável pelo que acontece Aqui. Você vai ter que me acompanhar agora e sem fazer escândalo. - Tomando-a pelo braço.

- Acho que não, amigo. Ela ganhou. - Interveio Blas, separando-a dele. - Chega de besteira, deixa ela em paz.

- Você viu, Blas! Ela deitou com um pokémon nojento! - Pangoro rosnou com o comentário. - Foi uma infração grave e temos que seguir as regras! Qual é o problema de vocês? Tão com medinho assim?

Don e Blas se entreolharam incrédulos.

- Infração grave? - Fez-se de desentendido. - Você viu alguma coisa, amigo? - Blas negou com ironia e Serena abafou uma risada de excitação. - Acho melhor a gente voltar, está anoitecendo e não quero perder...
Confronto na Arena PokémonE menos ainda ter que explicar o motivo do desmoronamento.

- Sério que ela vai sair impune? – Ficou ainda mais irritada. – A pokefílica vai sair daqui como se nada tivesse acontecido?
Ahesquece… Pelo menos ninguém vai saber que perdi pra aquela puta. - Acho que desde que a Cindy te largou, você não tá se dando bem com o sexo oposto. – Blas brincou. – Isso e largar suas sessões de controle da raiva. -Uuuuhcuidado amigo, não vire as costas! - sussurrou Donovan enquanto era ajudado a se acomodar no banco. - Em tempos de guerra, qualquer buraco é trincheira.

- Amigo, sua obsessão por sexo anal nos colocou nessa enrascada, pare de fazer alusões à sodomia.

- Guarde suas feras e suba no jipe. Pague a conta e não volte. - Ordenou de maneira lacônica enquanto abria a porta com relutância.

- Tão simpático que você parecia, claro que não volto.

- Merda, deixei meu rifle na caverna... - Percebeu assim que se sentou e ligou o motor. - Esquece, vamos indo.

Serena, feita um
Grimerde tanta sucidade que tinha em cima, sentou-se sem conseguir parar de sorrir enquanto o jipe arrancava rumo, regozijando-se em silêncio pela sua primeira vitória épica. Talvez não tivesse ganhado uma medalha, nem dinheiro, muito menos um campeonato, e também não tinha sido sob as regras de qualquer competição Pokémon séria. No entanto, a satisfação que sentia por ter se safado e ter vencido era insuperável... seus Pokémon tinham feito quase todo o trabalho, talvez o Creep, mas ela tinha encarado a adversidade, primeiro propondo sexo, e depois, quando as coisas fugiram do controle, uma batalha. Mal podia esperar para reencontrar o Álex e surpreendê-lo com sua estrondosa aventura.


Capítulo 35. A confirmação

Guzma, Duke e Álex tomavam uma cerveza a poucas quadras do hospital, em silêncio, depois de uma tarde intensa como a que Serena vivera à distância, embora pelas razões opostas. Estavam arrasados depois de ver sua colega de trabalho, Giselle, em um estado lastimável.

A garota, que possuía um carisma e uma personalidade avassaladores, estava agora amedrontada, assustadiça, distante, como se uma parte dela tivesse sido roubada para sempre por seus agressores. Ela tinha um braço quebrado por uma batalha Pokémon que saiu do controle no final, mas eram as feridas invisíveis que mais a haviam afetado.

Eles conheciam a identidade do agressor, seus cúmplices, o que havia acontecido... na própria televisão do quarto dela, poucos minutos depois de chegarem com presentes (uma fotografia dela na última cerimônia de premiação, emoldurada, por parte de Duke; um conjunto de luxobolas cortesia de Lillie e seu irmão; uma caixa de bombons por parte de Álex e um perfume delicioso).
“Melancolia Doce”presente de Jezz) o noticiário local deu a furo, causando um momento constrangedor.O agora não tão glorioso campeão atual de Kanto, Luca, se envolveu em mais um escândalo, somando-se às brigas no BARtortle por assediar garçonetes e aos estragos causados por sucessivas batalhas ilegais noturnas. Desta vez, ele foi pego em flagrante, visivelmente bêbado, junto com três amigos participando de um abuso coletivo.

A vítima foi uma jovem de 21 anos que as autoridades preferem manter no anonimato. Ela foi abordada pelos homens dentro do estabelecimento
Ônix de NéonEm estado grave de intoxicação, ela foi levada sem muita discrição para fora do estabelecimento, incapacitada de tomar qualquer decisão. Não se sabe se houve drogas envolvidas.

A violação em grupo ocorreu às cinco e meia da manhã no estacionamento escuro da esquina da Avenida Encino com a rua Pilar. Segundo depoimentos de testemunhas, ela estava desmaiada quando o próprio Luca e pelo menos dois de seus acompanhantes, Kraven e Tomahawk, participaram da violação da jovem inconsciente de formas indescritíveis. Ela se defendeu ao acordar no meio do flagrante, arranhando o rosto do campeão de tal forma que o fez reagir com violência.

- Apesar do sangue, era ele mesmo, seu cabelo preto, sua jaqueta de couro preta com suas medalhas, seu cinturão... estava de noite, mas todos o reconhecemos. - Revelou uma das quatro testemunhas anônimas, cujo relato foi corroborado pelas fitas de segurança tanto da rua quanto do Ônix de Néon. - Além disso, ele estava acompanhado daquele ridículo de cabelo longo vermelho tipo Pidgeot... Tomahawk. Que ridículo. - Acrescentou.

Tanto Luca quanto seus acompanhantes estão em prisão preventiva, aguardando uma resolução. Há manifestações cercando a delegacia devido ao boato de que tanto o campeão quanto seus amigos já não se encontram lá e que, na verdade, após pagarem a fiança, nunca chegaram a ficar presos...
- Ele pode ser o campeão, mas todo mundo sabe que foi apoiado pelo Giovanni para derrotar a“Quarteto de Elite”- Se eu desafiar ele sem a proteção dele, vou poder dar a ele o que merece. - Alex quebrou o silêncio depois de terminar sua lata de cerveja. - Não tem outro jeito.

- Não, não. Seria muito precipitado. Temos que treinar, ele ainda é o campeão, o desgraçado tem um bom time. - Duke o alertou. - Se você quer humilhá-lo numa batalha Pokémon, precisa se preparar.

- Quem quer uma batalha? Tem que quebrar os ossos dele, por favor! - Interveio Guzma, que tinha chegado um pouco tarde na visita e trouxe um presente improvisado (um cupom de descontos para uma loja de salsichas). - O cara precisa de uma lição de verdade, não perder umas moedinhas numa derrota.

- Eu não lutaria com ele por umas moedas, Guz. É sobre humilhá-lo, e a única maneira de deixar um lixo pretensioso como ele ridículo é vencendo-o em combate na frente de todos. Desmascarando ele e quem o financiou. - Explicou o loiro musculoso, como se estivesse num papel de filme de guerra.

- Já consideramos a ideia de quebrar cada osso do corpo dele. Não só seria fácil, como também sairíamos perdendo. Temos muito a perder, e te garanto que ficaríamos presos muito mais tempo que ele.

- Eu não tenho medo da prisão. - Guzma se irritou. - E sei que você também não. Minha filosofia é dente por dente, olho por olho, osso por osso.

- Talvez eu não tenha medo, mas é verdade que tenho muito a perder. - Pensou em Serena, que devia estar tendo uma tarde de descanso tranquila sem ele, alheia aos problemas do mundo, alheia à maldade e à perversão. - Preciso me treinar, em todos os sentidos. - Afirmou, amassando a lata vazia com a mão.

Duke balançou a cabeça.

- Mesmo que aquele cretino tenha mexido com uma das nossas, não devíamos intervir. Você precisa se concentrar no treinamento da nova recruta. Eu dirijo esta filial, você, bem... continua fazendo o que sabe. - Virou-se para Guzma. - O que menos precisamos é manchar nossa empresa acabando na cadeia.

- Tá brincando? Eles vão nos ver como heróis! Pensa na publicidade!
Estrelas do Pokeporn dão uma surra no campeão estuprador em vingança– Disse, levantando as mãos como se segurasse um anúncio invisível – É incrível! – Baixa o nível de açúcar da tua comida, soldado. Não vamos decidir um plano de ação no calor do momento. O melhor é esperar, acompanhar nossa companheira nesse momento difícil e decidir um plano de contra-ataque. – É… melhor esperar mesmo – resolveu Álex, levantando-se, dedicando algumas últimas palavras aos amigos e saindo do lugar para procurar Serena no apartamento que dividia com Shauna. A transição entre aquele momento de dor e o reencontro (após apenas algumas horas de distância) foi mais fácil do que o previsto. A kalense estava radiante, recém-saída do banho e com uma expressão de suficiência nunca vista nela, que dissipava qualquer tempestade. Álex cumprimentou Shauna e partiu com sua amada para um lugar onde pudessem comer. Estava tarde e ela precisava falar sobre muitas coisas antes de virar a página. Serena entendeu que não era o momento para relatar sua aventura insana, por mais que estivesse ardendo de vontade de contar sobre sua vitória contra Jhonny e Donovan no combate duplo, se é que podia chamar aquela confusão de combate. Naquela noite, entre hambúrgueres nada saudáveis e gordurosos que foram mais do que suficientes para recarregar as energias, a jovem ouviu o que acontecera no hospital e sobre as más notícias, desde a identidade do agressor até as controvérsias em torno dele. – É o típico playboyzinho acostumado a resolver seus problemas com a carteira do papai – Álex não conseguia tirar da mente o rosto cruel dele, o cabelo liso preto, a aparência ostensiva, o sorriso malicioso… Sua raiva era evidente na forma como mordia seu terceiro hambúrguer, escorrendo mostarda, com porção dupla de queijo, folhas de alface e rodelas de pepino. – Ouvi poucas coisas sobre ele, nenhuma boa – comentou Serena, tomando refrigerante com o canudo. – Por sorte nunca cruzei com ele quando trabalhei como garçonete. Já tive o suficiente com meu chefe. – É um lixo completo, virou campeão e mostrou apoio imediato à candidatura do Giovanni. Foi tão óbvia a jogada dele, aqui o povo é bem atrasado, acham que um moleque que virou campeão tem autoridade pra opinar sobre política. – Indignou-se. – Com o Giovanni eles eram como unha e sujeira até que a sujeira veio à tona e ele, muito esperto, soltou a mão, embora se diga que está sempre limpando a bagunça que ele deixa com seus cheques. – Continuou o homem. – Brigas de bar, sempre incitadas por ele ou sua turma de amigos, destruição do patrimônio público, comentários venenosos contra minorias e mulheres nas redes sociais… se ao chegar ao mundo todo mundo pega um número com um defeito, ele pegou todos.

– É terrível. – Disse, colocando a mão sobre a dele, um tanto tensa. – Vou fazer uns macarons pra Giselle e, se ela tiver pokémon, pra eles também. – Resolveu da maneira mais doce possível. – O importante é apoiá-la, né? Afinal, talvez um dia sejamos colegas de trabalho.

– Você vai adorar conhecê-la e seus presentes vão fazer muito bem pra ela, amor. – Decretou, sorrindo, antes que Serena limpasse sua boca com um guardanapo e eles deixassem o lugar rumo à oficina para clarear a mente com uma atividade que não podia mais ser adiada.

Os dois começaram a se beijar, como de costume, assim que entraram e a porta se fechou atrás deles. Sem muitas palavras, conversando com seus corpos e carícias, quase como por mágica Serena já estava nos braços do Álex em sua cama, com sua boca deliciosa sendo explorada profundamente com um afeto palpável a cada segundo do beijo.

O homem tirou a camiseta enquanto as mãos ansiosas da jovem desabotoavam o cinto. A paixão logo tomou o lugar de todas as experiências negativas (e positivas) vividas desde a manhã. Serena lembrou como o dia começou, junto a ele, com sua visita ao Pokeporn a poucos minutos de distância, lembrou da inveja que sentiu ao ver Lillie e May trabalhando com seu homem, aproveitando cada centímetro de seu corpo e se deixando invadir por sua ferramenta em cada buraco até o grande final.

Serena foi despida sem pressa nem pausa, ficando com sua silhueta nua apenas com as meias e a calcinha. Álex desceu até seus seios para beijá-los. Eram mais macios e moles que o próprio colchão no qual estavam afundados. O homem chupou-os como se estivesse se alimentando enquanto acariciava suas costas, fazendo com que sua pele ficasse arrepiada, enchendo seus poros de prazer.

- Uuuhhh. - Arqueou o pescoço para trás, entregue ao prazer.

Ele, por sua parte, depois de ter feito um esforço monumental em sua última produção, sempre guardava uma grande porção de energia para entregá-la à dona do seu coração. Nem todas as más notícias bastavam para estragar um dia se Serena estava no começo e no fim dele, se estava ali com ele, beijando-o, acariciando-o, disposta a ficar pronta para quebrar qualquer código misturando prazer e trabalho.

- Tem uma coisa importante que quero te dizer. - Sussurrou em seu ouvido, ajoelhado na cama diante dela enquanto suas mãos a abraçavam, viajando de suas costas para baixo, seus dedos foram em queda livre deixando sulcos suaves seguindo a curva de seu corpo.

- O que é? - Perguntou com o tom mais doce que pôde.

- Não só quero que trabalhe comigo, também que moremos juntos, mude-se comigo.

- É o que eu acho que é? Estamos... confirmando nosso relacionamento? - Entusiasmou-se com um sorriso que ofuscava as estrelas. - Sim, eu adoraria! Claro! - Expressou-se pendurando-se nele até que caíram juntos entre beijos de felicidade.

- Você me faz tão feliz, quero estar sempre com você, não só à noite para transarmos, quero que estejamos juntos e o mundo saiba, não me importo com mais nada.

- Álex... também quero isso. - Concordou com os olhos brilhando de emoção. - Acho... não, tenho certeza de que te amo. - Confessou unindo sua boca à dele. - Sei que é algo brega e as pessoas da sua idade não precisam que se diga, mas queria te dizer mesmo assim. Álex sorriu, comovido.

- O que você quis dizer com essa de "gente da sua idade"? Tá me chamando de velho? - Brincou, cobrindo-a de beijos e apertando-a. - Mesmo que você pudesse ser minha filha pela diferença de idade, mesmo que a gente tenha mil diferenças, eu soube desde que te conheci que você era mais do que aparentava... você não percebeu na hora e talvez nem perceba agora, mas na nossa primeira noite você topou um ménage! Um ménage!

- É verdade! Isso foi ousado, não sei como me animei, aquela Shauna tira o pior de mim.

- Acho que a Shauna não tem tanto a ver com isso quanto você pensa. - Admitiu. - Você entendeu na hora que o sexo é uma parte importante da minha vida, ao contrário de todas as outras... realmente pode dar certo. - Respondeu enquanto as mãos do homem pousavam sobre sua bunda e, lentamente, apertavam com suas mãos. - Mesmo que você não queira admitir, você tem uma paixão natural difícil de encontrar, que ficou adormecida tempo demais.

- Não sei o que dizer, estou tão... tão... - Mas Álex a calou com um beijo.

- Perdoe esse velho tagarela, é que esse dia foi difícil e eu precisava esclarecer as coisas, à moda antiga. Quero que você seja minha namorada, sim, não me importa se é coisa de adolescente, é o que eu sinto.

- Então tenho más notícias, você vai ter que me aturar a mim e meus Pokémon, não posso mais deixá-los no rancho. Você não sabe a tarde maluca que eu tive.

- Já estou me arrependendo. - Brincou. - Bom, tenho um quintal amplo que não te mostrei, podemos pensar em algo. - Revelou, notando que nunca tinha mencionado que no fundo da oficina havia um quintal que, embora precisasse de uma limpeza, tinha potencial. - Alguma boa notícia?

- Tenho uma. - Respondeu num tom malicioso. - Como agora oficialmente somos namorados, você vai gozar de privilégios que só vou fazer com você... sempre que quiser, todas as noites.

- Bom, estou intrigado. Do que estamos falando exatamente? Macarons diários? Uma massagem nos ombros? - Interessou-se enquanto Serena descia colada ao corpo dele.

- Já vai você vai ver… você vai ver.

Continua...



sexo oral

Obrigada por lerem! Agora sim, é promessa, o próximo capítulo vai ser quase todo sexo 😉 precisava preparar tudo direitinho. Se gostaram, sejam bonzinhos e me mostrem apoio dando nota e comentando, não sejam mão de vaca e não mandem só para favoritos, por favor, escrever contos não é coisa de uma hora e vocês têm de graça. Se não gostaram, claro que entendo que não deem pontos ou comentários.

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1 comentários - Serena Gosta de Mais Velhos: Parte 13

Genial
El del genero incesto, sobre una hermana 5 años mayor que su hermano que, inspirada por doujinshis y mangas pervertidos, empieza a tener una aventura con el a escondidas de sus padres y siempre intentando convencerlo de hacer nuevas fantasías.
Erdlox +1
@El_Cochinoco re piola oye que te parecería si te doy ideas para otra historia con Serena de Pokémon y por cierto ya leí tu otra historia y no me gusto me encantó
Muchas gracias men, si yo escucho sugerencias e ideas por privado, a veces las agrego y a veces no, segun si encajan con lo que quiero contar, por ahora el siguiente capitulo esta gionado y solo tengo que ponerme a escribirlo.